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Marché aux puces

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Marché aux puces

MensagemFranca [#146480] por Guardião Francês » 04 Abr 2015, 12:23

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                A água cristalina anunciava o caminho para o Vilarejo Francês. Um local perfeito para se visitar em qualquer época do ano, já que seu comércio nunca se cansa de receber visitantes e moradores locais. Construções à modo medieval são a beleza de qualquer casa construída por ali. Bares lojas se espalham por todo o vilarejo, que apesar de ser residencial está sempre movimento de visitantes, em sua grande maioria jovens em busca de grandes experiencias.
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Postado Por: Guardião Francês.


Re: Marché aux puces

MensagemAlemanha [#168404] por Gustav Van Cann » 25 Out 2016, 08:38

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Madrugada de segunda-feira, Gustav caminha de um lado pro outro no seu quarto há horas, porém não sente o peso das pernas cansadas. Sua mente está a algumas centenas de quilômetros de distância dali, distante o suficiente para não dar a mínima atenção aos pés sujos por andar descalço ou ao relógio tiquetaqueando em seu pulso, enquanto ele perde cada precioso segundo de sono que ele rotineiramente dá tanto valor. Afinal de contas, há alguns meses ele invejou bastante a Minnie por estar finalmente indo para Beauxbatons, e agora que sua vez estava chegando, ele precisava saber de tudo que pudesse ajudá-lo a se sair bem lá. Mas, apesar da apreensão, de uma coisa ele tinha certeza: ele seria o bruxo mais incrível que a história iria ver pisar na Escola de Magia.


Enquanto passeava pelo quarto, escutou o barulho pelo qual esperou ansiosamente nos últimos dois dias. Como quem acorda de um transe, ele caminha em direção à janela do aposento, e dá entrada à coruja marrom que ele tão bem conhece. Imediatamente, a coruja voa em direção ao braço do garoto e se aconchega calmamente, aguardando o mesmo desenlaçar a carta que estava em sua pata. Após aliviá-la do peso, o garoto sente a tensão das unhas do animal diminuir, enquanto escuta o baque oco e suave no poleiro acima da sua cabeça, mas sem dar muita atenção. O que realmente importa no momento é a pequena carta em pergaminho salmão em sua mão, que tem seu nome em uma caligrafia bastante característica no verso, e ele rapidamente remove o adesivo que selava a carta e retira o pergaminho que está dentro da mesma, e não demora mais que um minuto para ler todo o conteúdo.


-Nota mental: não deixar papai sair sem me levar até Marché aux puces após o café da manhã.-, o garoto fala mentalmente, já um tanto mais calmo que nas últimas horas. Logo após essa mudança súbita de semblante, o garoto percebe que, afinal de contas, já é madrugada e ele precisa descansar senão vai ficar sem energias durante o dia seguinte. Ele então organiza toda a bagunça que havia feito, deixando já separada sua calça de jeans escuro e rasgado, sua camisa do Coldplay e seu All Star preto separados para a jornada do dia seguinte. Ele então enche uma vasilha com pistache para a coruja recém-chegada, pendura próxima à mesma e enfim, deita em sua cama e espera adormecer.


...


Dois minutos antes do seu despertador tocar, Gustav se levanta, ainda meio desorientado, e olha em direção ao mesmo, ao mesmo tempo que se amaldiçoa por ter perdido preciosos dois minutos de sono. Ele se levanta devagar, pega uma toalha e vai em direção ao banheiro enquanto recita suas notas mentais uma a uma, que envolvem coisas do dia a dia sobre as quais ele não pode esquecer de jeito nenhum, dentre as quais envolvem despachar a coruja da Minnie de volta pra casa, coisa que ele faz imediatamente. O garoto então se arruma e vai tomar café da manhã com os pais, com sua mesa farta e uma dose extra de café para aguentar o dia longo que tem pela sua frente. Ele comenta rapidamente com Alexander que iria precisar de uma carona por aparatação até o vilarejo no país vizinho. O pai murmura uma coisa ou outra, mas ele novamente não dá atenção às coisas ao seu redor enquanto pensa no futuro que está mais próximo do que ele esperava.


Enfim, ao final do café da manhã, o pai concorda em levá-lo até Marché aux puces, e os dois se dirigem até a sala, onde seus pais costumam aparatar e desaparatar. Então ele sente o rotineiro frio na barriga devido ao rápido deslocamento e instantaneamente se vê na entrada do vilarejo. As casas coloridas, o cheiro de terra molhada vindo da direção do córrego, o sol brilhante, o céu limpo, as árvores... Tudo lá fascina o garoto. Ele agradece ao pai em tempo suficiente a ver o mesmo desaparatar em direção à Van Cann Zaubertränke. Ao se encontrar sozinho, o garoto decide entrar no vilarejo e finalmente aguardar a chegada do resto da sua gangue na sorveteria da rua principal.




Música do post: Day One - Hans Zimmer (OST de Interstellar, melhor filme da vida <3)
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Re: Marché aux puces

MensagemInglaterra [#168419] por Joseph Malcaart » 25 Out 2016, 14:07

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Nem tão tarde, quanto cedo, mordisco um Muffin sentado na longa poltrona abandonada pelo tio. -Já faz tanto tempo... - Bocejo com a boca suja de farelos de açúcar. A mansão está fria, calada e Joe, a moça que casou por último com o tio Pablo dorme seu longo sono cálida esperando a chegada do velho de barba mal aparada, me lembro de um compromisso com um colega, mas não sei se dá tempo suficiente de pegar. -Preciso criar um plano melhor... - Levo o indicador da destra até o queixo soltando um muxoxo.

A pouco tempo atrás, Gustav, um amigo de infância me convidara para seu pequeno "clube" de maltrapilhos. Joe me prometeu deixar ir para a escola Francesa, esta que os Malcaart sempre seguiram, meu primo Jean, filho dela e de tio Pablo escolheu estudar em Hogwarts. a moça seguiu desempregada até recentemente, tio Pablo sumiu no mundo e até hoje não sabemos o que houve com ele. -O que será que tu foi fazer...barbão. - Devaneio passando os finos cardaços pela bota surrada dos pés, trajo uma camisa xadrez pouco maior que meu corpo, as condições atuais não dera para comprar roupas novas, quem dirá sapatos. -Espero que não me zoem. -Pigarreio tentando não fazer barulho suficiente para acordar a cuidadora.

A saída principal estaria ocupada pelos fantasmas Malcaart, barulhentos e chatos sempre ficam a zanzar próximos a Lareira quebrada recém concertada pela cuidadora, deixo o Muffin mordiscado quase no fim, acima da mesa de vidro pouco empoeirada, coloco sobre o torso um casaco de frio semi-novo, agradecendo as doações recentes, minha única saída era a dos fundos e de lá pegar um ônibus ou algo do tipo que não me arrepende-se depois. Coço a cabeça lembrando da velha vassoura que Pablo me deu lembrando. -Não utilize ela enquanto eu não voltar. - Soco o ar em reprovação ao velho, quase que cabisbaixo. -Você... é o pior pai de todos. - Estico em passos rápidos uma corrida contra os assoalhos de madeira para a saída de trás da mansão, a Oakshaft fica em um armário trancado ao lado da piscina sem água ainda nos terrenos. -Ótimo... -Com os olhares semi-cerrados fito uma chave de fenda atirada ali próximo, por falta de arrumação no local, a apanho com a canhota deixando-a flexionada entre o cadeado e seu freto, estourando-o, abro o armário sentindo o empoeirado sair, murmuro. -Que merda... -Agradecendo pela cuidadora estar dormindo, estico a destra apanhando a vassoura.

"Não deve ser tão difícil" Tomo como intuição de estar fazendo certo, coloco o cabo da vassoura entre as pernas apertando a ponta da mesma com as mãos gélidas, respiro fundo dando uma pequena impulsão com os pés saindo alguns centímetros do chão flutuando. -Isso é bem legal.... -Miro uma direção aleatória. -Com certeza, o Vilarejo deve ser pra quela direção! -Inclino o corpo para cima tomando latitude de três a quatro metros, após estico o corpo para frente, rasgando os céus montado na vassoura, com falta de experiência, quase caio, tentando a estabilizar.

Antes que caísse, fito o Vilarejo mal movimentado por conta do horário. minhas bochechas estão rosadas, coração a mil e com medo de ser pego e ficar encrencado cm Joe, afinal, fugi literalmente de casa para encontrar o amigo de infância, aterrizo próximo a 'La Bertinni, um açougue francês cujo as costas estão para um beco sem saída e não movimentado, meus pés tocam o chão enquanto pulo para fora da vassoura, a guardando na bolsa de briba amarrada a cintura, por ser encantada, já servia para guardar o artefato. Estapeio as vestes enquanto arqueio a sobrancelha esquerda. -Consegui...- Mergulho as mãos gélidas no bolso do casaco semi-novo, caminhando para a rente as lojas a procura de Gustav e os outros. -"Vamos se encontrar na Sorveteria Principal" -Lembro do que o garoto disse, planeio um sorriso cínico mudando a direção indo de encontro com a tal.

Chegando próximo a mesma, com medo e receio vejo o Loiro apertando as mãos dentro dos jeans por conta do frio. Corro em direção a ele abraçando-o. -Hey, Gustav! - Cumprimento-o me afastando logo em seguida, olho para os lados enquanto fixo olhar ao garoto. -Depois vou precisar de uma carona pra casa... Cê não sabe o que fiz pra vir. - Sorrio com a boca aberta recolocando as mãos no bolso do casaco. -Com todo esse frio... porquê aqui? numa sorveteria? - Termino fitando a ondulação do córrego, sentindo aquele cheiro maravilhoso de terra molhada.

Itens Utilizados:

  • Vassoura: Oakshaft 79 Speedy

    Usou um Vassoura: Oakshaft 79 Speedy.

  • Bolsa de Couro de Briba

    Usou um Bolsa de Couro de Briba.

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Joseph Malcaart
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Re: Marché aux puces

MensagemEstados Unidos [#168465] por Madeleine Wolters » 26 Out 2016, 15:53

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Lee Hin Minnie -- 12 anos -- Morrigan -- ppr: Lee Chae Eun



Eu sobrevivi ao primeiro ano!

Não que fosse assim tão difícil. Meu maior problema foi com o idioma, convenhamos. Eu, sendo coreana, precisei mudar para a França um ano antes para me adaptar ao francês e ainda assim, algumas palavras saem do meu controle! Nada que podemos fazer, além do mais, a cultura coreana é muito diferente da francesa! Jamais imaginei que eu fosse ter um choque cultural! Por sorte, Morgan me ajudou com a adaptação, e era por isso que ser Morrigana era algo tão bom, por assim dizer. Mas... caramba! Eu estou falando de tantas coisas e nunca me apresentei para vocês.

Meu nome é Lee Hin Minerva, mas todos me chamam de Minnie. Sou de Seul e minha irmã mais velha é a Morgan! Uma morrigana muito legal e a melhor irmã do mundo. Somos nascidas em uma família tradicionalmente bruxa que de vez em quando tem seus companheiros não-mágicos. Meus pais, lindos de paixão, trabalham juntos como professores queridos na Academia de Medibruxaria. Eles sempre nos ensinaram a importância da leitura e do estudo, mesmo que eu preferisse desenhar e ir caçar algumas borboletas. Posso não ser tão inteligente quanto a Morgan, mas eu tenho talentos artísticos! E não, eu não jogo quadribol! Pode quebrar as minhas unhas! Eu nem sequer posso me imaginar fazendo algo perigoso, mas muito divertido!

Fiz alguns amigos para toda a vida, mas sentia falta de alguns que me eram tão queridos e ainda não estavam na escola! Como as férias haviam começado, por que não convidar eles para uma visita à vila francesa? Corri para o meu quarto, escrevendo uma carta para ele e entregando à minha coruja –
Vai lá, Mohohan! Por favor entregue com carinho e consiga alguns docinhos para você, está bem? – A minha querida e fofinha coruja piou como se esperasse que fizesse o mesmo com ela e sorri amarelo – Você sabe que mamãe cortou os doces de casa, né? Ela acha que engordou quatro quilos enquanto estivemos na escola, já que o vestido que ela ama tanto não está servindo – Rolei os olhos, como também o animal à minha frente – Ela não veste aquele vestido há anos! Quando digo anos... são anos! Muitos! Velhos! Mas muitos! Seun-in! Vá logo antes que não dê tempo! – Abrindo suas asas, Mohohan começou a subir aos céus, desaparecendo no horizonte. O lado bom de se morar na França era que, possivelmente, ela não teria que atravessar muitos oceanos para chegar.

Já empolgada com a ideia de encontrar meus amigos, comecei a escolher a roupa que eu vou usar para irmos à sorveteria principal –
AH! Espero que Kriss vá! E Charlotte! Sinto falta da Charlotte! – Fiz um biquinho sentindo aquele sentimento estranho dentro do coração que também senti quando estive na escola e longe dos meus pais. Não gostava daquele sentimento de aperto, como se fosse destruir meu coração, mas quando entendi que era saudade, me dava mais vontade de ver a pessoa. E isso era um motivo muito bom para usar quando meus pais me perguntassem porque eu queria ir ao vilarejo, se eu não estava mais em época de aulas. Saudade era uma boa desculpa, sempre!

-
Morgan! Você pode me emprestar sua blusa amarela alaranjada? Aquela bonitinha? Não com uma estrela na frente... aquela não – Neguei com a cabeça quando a morena sorria indo buscar exatamente aquela que eu não gostava. Eu podia ser um pouquinho mais baixinha, mas Morgan e eu compartilhávamos gostos parecidos e a menina não tinha mudado tanto nos últimos anos então podia pegar as roupas dela! – Por favor! Eu vou ir ver meus amigos! Seja legal comigo, eonni! – A minha querida e brilhante irmã aceitou buscar a que eu queria usar e a abracei com todo o meu amor por ela! – Você é a melhor do mundo! Obrigada! Merci! – Dei um beijo em seu rosto e dentro de alguns minutos lá estava eu com a blusa que eu queria tanto usar.

Os dias passaram tão rápido que nem precisei ficar vigiando o relógio para saber quando iria para a vila. Logo estava eu, com a Morgan, em Marché aux puces –
Eu amo esse lugar! É tão fofinho! Parece algodão doce de tão fofo que é – Minha irmã mais velha olhou-me com preocupação. Eu sei, a comparação não foi das melhores e, claro, eu seria julgada e com certeza uma piada bizarra viria. Morgan ergueu os ombros, deixando-me na frente da sorveteria desejada e seguiu para as lojas de roupas onde encontraria suas amigas – Tchau para você também, querida irmã! Também te amo com todos o meu coração! – Comentei divertida e logo retomei à minha observação. Era tão fofo e lindo que nem sequer imaginei que qualquer lugar superaria Seul e os jardins coreanos. Ajeitei meus cabelos ondulados sob o chapéu preto. A blusa, que era mais um suéter alaranjado era um dos meus favoritos, que combinava bonitinho com meu shorts preto e minha bota marrom. O que? Eu amo moda! Não disse isso antes? Então estou dizendo agora! Posso não usar maquiagem, mas quando eu começar a usar vai ser ainda mais um arraso! Combinava perfeitamente com o ambiente tão agradável que estava ali fora. Enquanto eu parecia amar o lugar, encontrei Gustav com mais um garotinho que eu tenho certeza que já vi antes.

-
Gustav! – Sorri para ele enquanto saltitava para estar ao seu lado – Que bom que recebeu a minha mensagem! Eu ficaria chateada se descobrisse que Mohohan não conseguisse te encontrar! Mandei uma mensagem para Charlotte, vamos ver se os pais dela deixam ela vir! – Falei em tom sincero e encarei o outro rapaz com curiosidade – Oi! Meu nome é Lee Hin Minnie, e o seu? – Ao fim abri um sorriso de ponta a ponta, batendo as mãos empolgada – Sesang-e nae o! Eu amo sorvete! Nem ligo que está frio! Vamos esperar pela Charlotte e os outros? Você chamou mais alguém, Gustav?



Pronto! UHUL! Terminei! Estou tentando me adaptar a Minnie .pensa
mas jaja melhora! Agora é a Lygia! .corre
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Re: Marché aux puces

MensagemFranca [#168495] por Charlotte Perrin » 27 Out 2016, 09:29

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Noite passada Charlotte ficou tão feliz por ter recebido uma mensagem de sua amiga Minnie para ir na sorveteria no dia seguinte, a ideia sair com pessoas que não fossem seus primos já a deixava muito animada, mas essa animação toda tinha um problema Char ficou tão animada que foi dormir tarde.

Quando acordou decidiu tomar um banho de água fria para acordar e não ficar com olheiras enormes debaixo dos olhos depois de sair do banho mais desperta escolheu uma roupa simples do seu armário uma calça jeans, camiseta e uma blusa caso estivesse frio do lado de fora, despachou a coruja de Minnie e quando foi ver o horário deu um pulo com a boca aberta de susto - Estou atrasada, mas muito atrasada - Correu escadas abaixo para tomar um café bem rápido quando esbarrou com seu pai na escada - Para onde vai com tanta pressa mocinha ? - E se lembrou que esqueceu de pedir permissão para eles - Pai, será que eu posso encontrar uns amigos numa sorveteria ? É aqui perto só vou precisar de uma carona ? Esqueci de pedir ontem, me desculpe - Pediu com olhar de dó que sabia que seu pai não iria resistir a um pedido daqueles - Vai encontrar pessoas que não sejam da família ? Amigos da escola, minha menininha está crescendo... Estava indo te acordar para tomarmos café, tomamos rapidinho e já saímos - Ficou com um pouco de vergonha do que o pai disse, mas ficou feliz dele ter permitido mesmo tão em cima da hora e se lembrou do quanto estava atrasada - Então pai, eu havia marcado de se encontrar a minha amiga na sorveteria há exatamente 30 minutos atrás - Ele levou a mão esquerda em direção a boca com um expressão de horror que deixou Charlotte assustada - Por que não avisou antes? Vamos rápido não pode ficar se atrasando desse jeito Char se marcou um horário tem que comparecer no horário marcado e até antes - Char tinha esquecido que seu pai era fissurado em horários e desde que se lembre nunca viu ele se atrasar para nada, levou um susto quando seu pai a agarrou pela mão e desceu correndo as escadas em direção a cozinha puxando Char sem muito cuidado - Pai eu quero chegar lá sem marcas se possível - Sem sucesso, seu pai parecia estar tão animado e tão perplexo pela sua filha estar atrasada que simplesmente não a ouvia só queria a levar o mais rápido possível.

Quando chegaram na cozinha as cenas que se seguiram seriam trágicas se não fosse cômicas " Ainda bem que mamãe saiu cedo para ir trabalhar não queria ver a reação dela quando chegasse na cozinha e visse a situação que se encontra nesse momento " A cozinha era o comodo preferido de sua mãe na casa inteira era de uma branco impecável quase mágico e seu pai estava tão desesperado fazendo café que estava caindo em todo lugar armários, chão e ainda pães voando para todo lado Char não sabia se ria ou se entrava em desespero - Pai eu realmente estou atrasada, podemos ir logo ? - Seu pai parou por um minuto olhando para Charlotte com um olhar de incredulidade - Se você tivesse me avisado antes não estariam nessa situação, vamos tomar café e já vamos, ok ? - Charlotte ficou assustada com a reação do seu pai foi quando se encararam e caíram na gargalhada - Tabom filha vamos indo esse café vai sair horrível mesmo qualquer coisa tomamos algo lá e quando voltarmos você me ajuda a limpar essa cozinha -Na última frase Charlotte parou de rir na hora e fez um biquinho - Isso não é minha culpa, mas vamos que a Minnie deve estar me esperando faz tempo - Deram uma tapeada na bagunça e saíram Charlotte agora animada como na noite passada.

(...)


Quando chegaram na rua da sorveteria seguiram em silêncio até o destino, a animação de Charlotte foi trocada por um misto de ansiedade, nervoso na mensagem Minnie havia comentado que iriam mais algumas pessoas e a ideia de ver pessoas que não conhecia deixava Charlotte muito nervosa " Não vou ficar nervosa, eles também são alunos quem sabe não tenha alguém da mesma casa e do mesmo ano, para alguém se tonar amigo você precisa conhecer " Respirou fundo várias vezes e continuou seguindo seu caminho. Quando chegaram na frente da sorveteria Char viu sua amiga e a animação voltou Minnie era uma amiga especial e era sempre bom encontrá-la e foi andando até a porta quando percebeu que seu pai estava indo junto, parou de andar e olhou para ele - Pai, o senhor poderia dar uma volta por ai ? Não vamos demorar muito, mas quero ir sozinha pode ser ? - Quando percebeu seu pai estava quase chorando e sua única reação foi revirar os olhos - Pai é só uma sorveteria e não um corredor da morte - Deu uma risada no intuito de descontrair - Ok Ok pode ir sozinha, toma um dinheiro para você cuidado, papai vai estar por perto, quando sair já estarei aqui - Se despediram com um beijo no rosto e caminharam em direções opostas.

Quando entrou no local a primeira pessoa que viu foi a Minnie e correu na sua direção e deu um abraço - Oi tudo bem ? Desculpa pelo atraso longa história o que aconteceu essa manhã em casa - Soltou uma risada e percebeu que haviam mais dois garotos ali com Minnie -Oi meu nome é Charlotte Perrin, prazer em conhece-los - E deu um sorriso para todos esperando que sua bochecha não tivessem corado de vergonha.
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Re: Marché aux puces

MensagemItalia [#168609] por Matteo Romazzini » 29 Out 2016, 18:44

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        Well, let me tell you a story
        - POST 1 - TRAMA PESSOAL

        Não consigo explicar com clareza a situação que me encontro no presente momento. Muitas coisas aconteceram ao longo dessas duas semanas. Tudo o que eu sabia sobre vida havia caído por terra. Tentando fazer um breve resumo: meu pai não abandonou minha mãe grávida como eu sempre ouvi que tinha acontecido, foi a minha mãe que o abandonou quando descobriu que ele e a família eram de origem mágica (e ela não sabia que estava grávida); minha mãe não aceitou muito bem descobrir que eu “herdei” esse “lado mágico” do meu pai; minha madrinha também não; então fui mandado para a casa da Sra. Eveline Lafaiete, que por sinal é mãe da minha madrinha – e que ela sempre me disse que havia morrido; Conseguiram compreender? Acho muito difícil.

        Embora a mente esteja cheia de teorias, o corpo repleto de sentimentos antagônicos e a confusão tenha se tornado meu segundo nome, não posso me dar ao luxo de reclamar do desfecho dessa história. Eu poderia estar na rua ao lado do meu cachorro, mas eu e Dinozzo estamos muito bem acolhidos na casa da Sra. Lafaiete. Minha madrinha sempre havia dito que os pais morreram quando era muito nova, só que a verdade é que ela não aceitava o fato de ser a única na família que não era bruxa – algo como um “aborto”, segundo a Sra. Lafaiete. Mas essa é outra história.

        A Sra. Lafaiette estava sendo muito receptiva e tinha um enorme cuidado de me explicar tudo o que eu perguntava acerca do mundo mágico; juntos trocamos o meu dinheiro “esse dinheiro trouxa não serve para nada, menino!”, conversamos sobre as leis básicas, sobre Beauxbatons (a escola que eu ia), criaturas mágicas, poções, feitiços e tudo aquilo que ela lembrava de me contar. Ela não era muito mais alta que eu, mas sua condição física era realmente boa levando em consideração a sua idade “pouco mais de sessenta anos, garoto!” e que ela morava sozinha desde o falecimento do seu marido.

        Foi em um dos nossos passeios que eu tive a oportunidade de conhecer Gustav Van Cann, um menino da minha idade, com cabelos loiros, olhos acinzentados e um forte sotaque alemão. E foi com ele que eu aprendi realmente a usar o correio-coruja durante esses dias que eu estava hospedado na minha nova casa. Ainda recebendo mais bicadas de Ugni – a ave que a Sra. Lafaiete me emprestou – e da coruja marrom de Gustav que posso contar. “Dê a elas um pouco de água”! Em uma das cartas, o garoto disse que estaria vindo para um vilarejo francês não muito distante de onde eu estava para encontrar com outros amigos e me convidou. A ideia era boa, afinal, era a oportunidade de conhecer outras pessoas como eu, só que era exatamente isso que fazia um frio esquisito tomar conta do meu estômago. E se eu não fosse como eu deveria ser?



        Chegado o dia, a Sra. Lafaiete se ofereceu para me acompanhar até o vilarejo e me contar um pouco mais sobre a escola que ela estudou e que eu estudaria no próximo ano. Na sua concepção, saber desses detalhes me deixaria menos deslocado nas minhas conversas. Embora tentasse escutar com o máximo de atenção as suas palavras, meus olhos não conseguiam se concentrar com tantas cores e tamanha beleza era a redondeza daquele lugar.

        - Encontramo-nos em duas horas aqui mesmo, o que acha? Será que é suficiente? – ela arrumou os meus cabelos com seus dedos cumpridos e um sorriso amável estampou sua face rosada. Embora não tivéssemos parentesco algum e nos conhecêssemos há apenas algumas semanas, era preciso admitir que gostava da sua companhia e de seus cuidados. Não que minha mãe não fosse uma pessoa carinhosa, mas é que eu só recebia de fato atenção dos meus avós e estes eu já não sabia se veria mais.

        - Certo, estarei aqui em duas horas. Eu não sei bem o que Gustav pretende fazer, tomaremos sorvete com alguns amigos dele, acho que não demoraremos muito – retribui o sorriso e acenei para ela já me despedindo.

        Não demorou para encontrar a sorveteria. Mantinha minha respiração controlada e tentava dizer a mim mesmo que encontrar outros jovens da minha idade não deveria ser uma tarefa difícil, lembrando que eu era um garoto que tinha amigos na minha “escola de trouxas”. Eu só não sabia quais eram os assuntos da hora no mundo mágico.

        - Hey – ergui a destra assim que adentrei o local e fitei Gustav com outras três pessoas. Um deles usava óculos, tinha cabelos bem escuros e pela descrição das cartas que recebi deveria ser Joseph Malcaart. Ele e o alemão eram amigos há algum tempo e ele também vai para Beauxbatons. O que me deixou confuso foram as duas garotas. Uma delas deveria ser a Minnie, que Gustav tanto falava, mas a outra... Não consigo me lembrar de outra menina nas nossas conversas. – Desculpem-me chegar por último, eu tive que esperar a Sra. Lafaiete me trazer aqui... Sou visita, não tenho o direito de ir e vir como eu tinha antes – cocei a parte de trás da minha cabeça um pouco sem graça.

        - Ah! Você deve ser o Joseph – olhei para o garoto de óculos –já ouvi falar de você. Esperava mesmo poder te conhecer antes de Beauxbatons. Eu sou o Matteo. Uma de vocês duas – apontei para as meninas – deve ser a Minnie, que eu ouvi falar também, mas a outra eu não conheço... Vocês vão para Beauxbatons também?

        Assim que todas as apresentações terminaram, olhei para Gustav esperando ver se ele se decidia sentar em algum lugar ou se a sorveteria era apenas o nosso ponto de encontro.


        ________________________________________________________________

        Interação: Gustav Van Cann, Joseph Malcaart, Madeleine Wolters e Charlotte Perrin
        Citados: Alessa Romazzini (NPC - Mãe), Sra. Eveline Lafaiette (NPC - "tutora) e Dinozzo (NPC cachorro)
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Postado Por: Marj.


Re: Marché aux puces

MensagemInglaterra [#182045] por Karleen Grace Dymék » 20 Dez 2017, 13:45

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"Sentirei sua falta, Karleen. Obrigada por ter vindo." As palavras de Abel eram doces, tão suaves quanto a de uma canção, e Karleen pegou-se sorrindo com a sinceridade ali exposta. A senhora de não mais que 80 anos era uma velha amiga, alguém que praticamente fizera parte de sua família, antes da tragédia que matou seus pais – aqueles que, por muito tempo, ela pensou serem seus pais biológicos – mudar para sempre sua vida. "Eu quem vou sentir, dona Abel! Se cuida, viu? E nada de só alimentar o gato. A senhora também precisa se cuidar e continuar forte." Piscou, tinha confiança de que a mais velha não se esqueceria de ter cuidado com a saúde, apesar de, ultimamente, aparentar um desleixo maior que em qualquer momento. De repente, contudo, fez-se um pesar. A jovem, aquela que estava prestes a tornar-se medibruxa, percebeu o que significava ir para tão longe de novo: não poderia conferir como a mulher estava, não tinha nada que pudesse fazer para ajudá-la a não ser enviar cartas semanais. Então, antes que pudesse se arrepender de não fazer nada, lançou-se num abraço.

"Eu te amo, viu? Nem pense em ficar mal até eu voltar." Mordeu o lábio, tentando impedir uma lágrima de cair, e então sorriu, triunfante ao afastar-se. Estava feliz por tê-la visitado, naquele vilarejo bruxo que agora era tomado por jovens como ela, e mais ainda pela oportunidade de ficar o dia inteiro lá. Agora, contudo, já era quase meia noite, e precisava voltar para o hotél. "Beijo! Até logo!" Acenou, quando já estava mais longe, rindo do gesto que Abel fez, de mandá-la para longe. Ela podia até tentar passar a imagem de uma velhinha marrenta e chata, mas nunca conseguiria, nem nunca conseguiu, convencer Karleen dessa máscara. Na verdade, lembrava-se muito bem de noites na casa dos Morrison em que, quando seus pais brigavam consigo, ela terminava no colo de Abel pedindo para lhe contar uma história. Suspirou, então. Já não era mais aquela menina: havia sobrevivido a mais tragédias que conseguia contar nos dedos. Sua memória já não era intacta como a de muitas pessoas, e seu coração – depois de ser torturada, ver um amigo ter a perna amputada, duas crianças condenadas a pior das infâncias, aquela que não existia, entre tantos outros males – parecia pesar mais que em qualquer outro momento da vida.

Karleen, contudo, era uma mulher forte, alguém que não se deixava abalar pelas maiores coisas, não importava quanto a falta de luz ainda fizesse seu coração temer e a respiração falhar. A luz da lua, todavia, já lhe era suficiente, e sorriu; estava com a mão direita na varinha, escondida, e seus passos eram coordenados. Sabia bem para onde ir. Além disso, sentia-se animada. Em poucas semanas começaria seu novo trabalho em Hogwarts, onde teria, pelo menos, a oportunidade de reconectar-se com o passado. Junto a ela estaria Layla, assim como Austen e Brenda; a filha daquela responsável pela tragédia, o garoto que perdeu uma perna e a menina que não teve infância. Sorriu outra vez. Nenhum deles era aquilo, todos eles, na verdade, eram muito mais que qualquer das coisas que aconteceu no ano passado; não à toa, Layla tinha se tornado uma de suas amigas mais próximas. "E tem o Ed, que por onde aquele menino anda parece que vem um raio de sol junto." Suspirou, divertida, abafando uma risada. Era melhor não demorar-se ali, e apressou o passo.

Tarde demais. Os postes de luz eram escassos, o caminho cheio de pedras, pronto para fazer falhar um passo rápido, e o local quase deserto. Olhou para o lados, sentindo um arrepio percorrer seu corpo. De repente, sentiu como se alguém, ou alguma coisa, tivesse olhos em seu corpo. "Não é nada, Kar." Repetiu, mentalmente, como vinha fazendo desde o sequestro. Dessa vez, a tatuagem não doeu. Dessa vez, a marca que lhe impuseram continuou só isso, uma marca, um desenho, não um símbolo e lembrança da dor que sofreu, aquela que precisava sofrer. Mordeu o lábio inferior, controlando-se para não correr de volta. Ela era mais forte que isso, não? Tudo bem, aqueles meses foram terríveis, cheios de provação e coisas que nenhuma pessoa deveria passar por, mas ainda assim... não podia ser, não se deixaria abalar tão forte. Crack. Foi quando ouviu. O barulho de um galho seco se quebrando, passos, alguém que se aproximava. Quase gritou, e apertou a varinha com mais força. Então olhou para trás. Talvez não o ato mais inteligente, mas precisava ter certeza, e confirmou; fez-se um pavor no coração, alguma coisa que a apertava e a deixava prestes a um ataque de pânico. Havia sim a forma de alguém. A forma de alguém que apareceu, nitidamente, por um segundo ou dois; escutou as palavras cortando o ar, alguma coisa sobre sua aparência, e claramente o homem estava com raiva pela fuga.

Dessa vez correu. Não sabia por quanto tempo. Pareceram horas, mas, no terror, poderiam ter sido dois minutos também. Tudo que importava é que viu um poste com uma luz mais forte e, de baixo dele, um homem. "Alguém." Quase respirou aliviada, não fosse a falta de fôlego imposta pelo medo. Continuou correndo, parando a metros de distância, e então tomou coragem, olhando para ele. Nisso percebeu, pelo menos, que não estava sem fôlego, pelo menos não pela corrida. "Oi, escuta, tem uma pessoa me seguindo, um cara, na verdade..." parou, buscando o fôlego, e então apontou para a direção de onde veio, se é que ele não a tinha visto. "Você pode falar comigo por alguns minutos? Assim não parece que estou sozinha." Finalmente, respirou. Não estava aliviada, muito pelo contrário. Não conhecia aquele homem, talvez um bruxo, também. Podia estar com o outro, podia ser alguém prestes a sequestrá-la ou... ou.. não. Essas coisas que pensava, nenhuma delas eram reais, não mais, nem nunca seriam.

Pensamentos, pensou, como o medo, eram criações imaginárias, sem forma ou força até que você os tornasse sólidos com a voz, e, uma vez que tivessem peso, eles poderiam esmagá-la. "Eu não vou deixar que isso aconteça." Pensou, outra vez, buscando ajuda no olhar daquele que agora a encarava, talvez pensando que ela era louca, o que não seria tão ruim, na verdade. Desde que ele continuasse ali... talvez não precisasse temer.


Wearing: Aqui e nesse vídeo (a partir de 1:00)
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Sim, são os olhos da Kar, obvio; sim, o nome disso é "Heterocromia completa"
Karleen Grace Dymék
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Re: Marché aux puces

MensagemItalia [#184472] por Lúcifer Holtreman » 22 Jun 2018, 19:32

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- Por favor, meu Senhor, afaste essa ideia maluca da Pinky de reformular meu guarda-roupas! Por favorzinho! - As palavras da italiana saíam em forma de prece, quase desesperadas enquanto ela caminhava pelas ruas do vilarejo francês, numa tentativa de escapar das garras de sua melhor amiga e viciada em moda. Faltavam alguns dias para o retorno das aulas e, por um milagre dos céus, a família de Luci havia deixado a menina passar na casa da colega de escola. Porém, essa ideia se mostrou um pouco mais difícil de cumprir do que ela imaginava, já que a amiga queria fazer uma coisa boa e, por algum motivo, achava que fazer Luci ficar horas provando roupa, poderia ser divertido. Claro que a quintanista gostava de não precisar preocupar com roupas ou o que se vestir, porém, não estava num dia muito bom e apenas queria descansar, para juntar bateria antes de retornar para a academia francesa. Virou mais uma esquina e olhou em volta, apenas para confirmar que teria a proteção dos anjos da guarda e estaria livre por alguns instantes da amiga. - Obrigada, meu Deus! - Agradeceu, levando a mão para a corrente em seu pescoço, com um pingente em formato de cruz, um presente de Ray. Livre, ao menos temporariamente, pode caminhar mais tranquila, absorvendo o calor gostoso daquele dia, observando as lojinhas que estavam mais cheias do que normalmente.

Em meio as suas andanças, acabou encontrando um garotinho não muito estranho, que segurava um ursinho de pelúcia. Buscou em sua mente, forçando as lembranças até reconhecê-lo como Pietro, um brigitiano que havia sido transferido para algum lugar ou coisa parecida. Por se dar bem com todos, se aproximou do mais novo, mantendo um sorriso nos lábios. Estava prestes a chamar o rapaz, quando trombou, sem querer, em um outro estudante, carregando algum tipo de boneco.
- Perdoa-me! Estava tão focada que não tive tempo de desviar... - Falou um pouco sem graça, segurando um dos ombros do garoto, mantendo o olhar fixo no objeto que ele segurava. - Isso que você está segurando, é algum tipo de representação do demônio? Não devia mexer com artes das trevas, isso te leva para o inferno, sabia? - Ela não costumava se meter na vida dos outros, mas devido sua criação, preferia tentar ajudar as pessoas a permanecer no caminho da luz e, por algum motivo, o garotinho parecia tão inocente que talvez tivesse sido uma pegadinha de péssimo humor.

- Ah, desculpa minha intromissão.. isso é pecado! - Fechou os olhos por alguns segundos, mordiscando o lábio inferior, antes de levar as duas bolas azuis na direção do mais novo. - Sou Lúcifer, e você? - Tentou mudou de assunto, para não parecer uma pessoa ruim e também estendeu a mão para o mais novo, bem a tempo de ouvir a voz conhecida de Pietro. - Hei! Eu lembro de você! Tem algum pudim por aí? Isso seria muito bom.. Ah, esse é o Pietro... E ele... meu Jesus, não sei seu nome ainda... - Okay, tudo aquilo estava realmente estranho. Por que essas coisas costumavam acontecer com ela, afinal de contas?



With: Pietro e Lothar
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Re: Marché aux puces

MensagemAngola [#184500] por Jacob Hans von Bückler » 23 Jun 2018, 17:35

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Holidays!
Ato #001

    Consegui. Sim, finalmente consegui minha transferência novamente para Beauxbatons, mesmo contra a vontade de meu pai, mas não vou mais ter que frequentar aquela escola que cheira mal e é cheio de bruxo que me chama de sangue-sujo. Sujo são eles que nem tomam banho e vivem com a minhoca estampada no peito. Treinei alguns feitiços neles, mas depois de um longo ano longe de minha querida academia francesa, minha mamãezinha conseguiu convencer o general a me transferir novamente. Obviamente, que depois de uma longa conversa e todas as minhas queixas sobre Hogwarts, o sequestro do ano passado foi o “check mate” para minha transferência. Agora estou eu, andando de um lado para o outro no pequeno vilarejo francês.

    O pudim de Beauxbatons é bem melhor do que o da fedorenta lá... — Continuei um diálogo com o macaco. Discutíamos sobre a diferença culinária entre as duas escolas e, obviamente, Beauxbatons levou vantagem. Estava ansioso, além de retornar para os braços e cheirinho de cereja da minha deusa Brigit, poder comer bem e me deliciar com o melhor pudim da região. Biscoito não gostou muito da ideia, pois desde o fim do ano passado resolveu fazer uma cirurgia bariátrica. Ele não vai resistir ficar sem comer as guloseimas francesas. Não mesmo! — Será que mudou alguma coisa? — O macaco acredita que não, porém, como não tive contato com ninguém de lá no último ano, não posso ter certeza. Mordisquei meu lábio inferior, prendendo mais fortemente o meu companheiro contra o peito.

    Ouvi uma trombada não tão longe de onde estava. Logo, meus olhos de águia foram direcionados para o local, e minha atenção recaiu sobre duas figuras – sendo uma delas conhecida por mim. — Ei, aquela menina não é da Brigit? Olha Biscoito! — O macaco resmungou algo que não consegui discernir. Certamente, sobre como tinha pego em uma de suas patas. Ele não gosta quando toco em seus músculos, acha que vou esmagá-lo com minha força. Já disse a ele mil e uma vezes que não sou o Hulk e sim o Bruxo-de-Ferro! Por falar nisso... O nome daquela menina despertou a lembrança em mim. Era ela, a garota que vivia rezando em todos os cantos, sempre com um terço na mão. Pena que seu nome lembra o infeliz que vive sobre nossos pés, no inferno.

    Ei, Luciferina! Quanto tempo! — Dei alguns passos em direção a mais velha. Um outro menino estava presente, este com um boneco em mãos. — Olha Biscoito, ele também tem um amiguinho! — Senti uma energia circundar meu corpo e a adrenalina percorrer meus vasos. — Não tenho pudim, infelizmente. Mas irei comer bastante em Beauxbatons esse ano. — Olhei para o menino que parecia meio aquém do que acontecia ali. — Você é um bruxo também? — Biscoito tentou morder minha orelha naquele momento. Uma das regras para o sigilo internacional de magia é não revelar a presença dos bruxos para aqueles seres não mágicos. — Se ele está aqui, é porquê é bruxo. Tudo bem, sou nascido trouxa e estou aqui, contudo, também sou bruxo. Sei deprimir e cara-de-lesmar. — Franzi o cenho, arqueando a sobrancelha. — Você sabe lançar magia? Tem uma varinha? — Sim, Biscoito queria me assassinar naquele momento. Mas nem estava ligando, apenas olhei para Luciferina e sorri. — Oi, tudo bom? — Questionei.

    With: Lúcifer Holtreman e Lothar Theodor Zahkliisos;
    Notes: Pegando o jeito com ele de novo, desculpa a bizarrice(?)
    Music: Envolvimento, MCLoma.

    ..................................................

Itens Utilizados:

  • Ursinho de Pelúcia - Macaco

    Usou um Ursinho de Pelúcia - Macaco.

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Re: Marché aux puces

MensagemNova Zelandia [#184531] por Melissa Lutont » 24 Jun 2018, 21:54

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    Serafin nunca gostou de promessas quebradas e sempre defendeu que, quando coisas assim acontecem, o culpado deve ser punido. E, embora ainda ache essa ideia um tanto radical, fico feliz em dizer que não sou um quebrador-de-promessas, principalmente no que se concerne a Juniper e a boneca super-hiper-tri-legal que faria para dar ela como mais um pedido de desculpas por ir para longe (daquela vez para mais perto que as Américas) e deixá-la brincando sozinha por mais um ano. Segundo o Ursinho Azul e mamãe escolha de materiais adequada deveria idealmente ser feita no vilarejo francês, afim de conseguir dar mais vida ao brinquedo e ao seu significado, afinal, todos os bonecos sempre tiveram uma identidade própria e, apresentando um boneco com materiais não totalmente franceses a fim de dar uma lembrança do país onde iria estudar seria quase uma afronta a todos os artesãos e meus ancestrais.

    Enfim, fora a partir dessa ideia que eu e Serafin havíamos parado ali com um saco de galeões franceses e cinco horas livres de qualquer atenção materna até que fossem me buscar no mesmo lugar onde mamãe havia me dado uma carona por aparatação. Eu vestia roupas sociais leves e de cores fortes como as do Petter Coelho sem orelhas, enquanto Serafin usava um terno preto, botões vermelhos intensos nos olhos e chifres de carneiro, que ele dizia ser a última moda na dimensão dos bichinhos de pelúcia mágicos, onde ele infelizmente nunca havia me deixado visitar.

    Enfim, estávamos deslumbrantes como mamãe adorava deixar claro, e desde o primeiro minuto que havíamos pisado naquela rua, nosso trabalho havia começado a dar frutos. E, mesmo ainda restando muito mais de 3 horas, eu já havia adquirido grande parte de minha matéria prima, quando, em um episódio de distração e conversa com Serafin, trombei com alguém maior que eu, deixando com que o saco plástico caísse aos meus pés. Hmm. Demônio? Do que ela estava falando? Eu segurava apenas o bom e velho Serafin com suas novas vestes que, até minha irmã, concordava serem fofas

    -Isso não é um demônio, é Serafin, meu melhor amigo… Os chifres são a nova moda na terra dos bonecos. - Respondi com a maior inocência do mundo, a olhando com as duas bolas azul-acinzentadas que perfaziam meus olhos. Se falava coisa com coisa? Talvez não. Mas as vezes eu vivia tão absorto em meu mundo da lua que nem percebia. De qualquer forma, logo simplesmente abri um sorriso infantil para contemplar também o outro menino de cabelo preto que se encontrava ali. - Sou Lothar. Prazer em conhecê-la menina com nome de demônio, biscoito e Pietro, não é? - Estendi a mão livre para eles, segurando mais meu urso contra meu corpo com um pouco de nervosismo e ansiedade, mordendo os lábios discretamente. Afinal, não estava acostumado a fazer amigos, e daquela vez esperava que desse certo ou tivesse dando certo por alguns segundos, ou que não tivesse trocado as mãos pelos pés.

    Minha fala em si se seguiu por uns quinze segundos de silêncio até que, por fim, eu tivesse coragem de abrir um novo sorriso. Vamos, respire e seja você mesmo, Juniper gosta de você e não estamos mais na América com aqueles meninos malvados que queriam machucar a mim e ao Serafin. -Sim. Sou um bruxo, toda minha família é, e sei fazer algumas magias, embora feitiços não sejam o meu forte. - Respondi ao menino, afinal não havia nenhum mal e estávamos em um vilarejo bruxo. Aquilo não era proibido ali.

    Off:Sorry, ainda estou acostumando com ele
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Melissa Lutont
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Postado Por: Luh.


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