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Artigos Mágicos

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Re: Artigos Mágicos

MensagemReino Unido [#175173] por Louise Cooper » 08 Mar 2017, 13:56

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– Ai. Meu. Merlin! Ainda não acredito que recebi essa carta! Exaltou Louise, com um sorriso que estava começando a lhe doer as bochechas, enquanto aninhava a carta como se fosse um filho, amassando-a completamente no processo. – Quem não acredita sou eu. Mas eles devem ser obrigados a aceitar todos os novos bruxos, não fazendo uma checagem prévia. Sorte sua.

O mais novo de seus irmãos, Adam, no momento com vinte anos de idade, tinha sido obrigado e chantageado emocionalmente por seus pais para acompanhar a pequena nas compras do material para Hogwarts. Apesar das brincadeiras, piadas e aporrinhações, todos os três irmãos adoravam Louise e seu espirito aventureiro. Costumavam rir bastante das ideias ludibriosas de sua irmã caçula, que conseguia olhar para um risco e imaginar um desenho inteiro. Revirando os olhos, a loirinha o ignorou. Apertou sua boneca, com o braço esquerdo, já que o direito estava agarrando a carta, e continuou seguindo o irmão pela movimentada rua do Beco Diagonal. A cada dois passos o terceiro era um pulinho que não conseguia evitar dar, de tamanha felicidade.

– Podemos comprar minha varinha? Perguntou pela terceira vez, enquanto olhava as vitrines, tentando adivinhar se precisaria de algo, ignorando a lista anexa a carta. – Depois. Merlin sabe quanto tempo você irá precisar para achar uma que lhe aceite. Me dê a lista de materiais.

A contragosto Louise lhe entregou a carta. Virou para sua boneca de pano, que já havia sido magicamente costurada tantas vezes que o tecido de vez em quando soltava uma fumaça colorida e ninguém sabia explicar ao certo porque. – Calma, Anelisa, já já iremos escolher a varinha que nos tornará grandes bruxas!

Sendo puxada pelo irmão, que apesar da boa vontade já estava com pouca paciência, entraram na loja de Artigos Mágicos. Adam foi direto para o vendedor, que olhou a carta de Hogwarts e sorridente foi empilhando os materiais necessários. Enquanto isso, Louise e Anelisa fizeram algo extremamente perigoso e que as crianças adoram. Foram perambular pela loja. Lulu viu vários itens que sabia que seu irmão nunca compraria, mas que ela, com toda certeza, precisava ter. Anotou mentalmente para trazer sua mãe numa próxima vez. – Pronto, Louise. Vamos comprar sua varinha!

Animada, a garota girou nos calcanhares, e teria saído feliz da loja se sua boneca não tivesse derrubado um potinho de vidro, quebrando-o em milhões de pedaços. Poderia ter sido um desastre, mas o dono da loja nem piscou o olho e com um aceno da varinha, o pote estava como novo. Sorrindo, Lulu seguiu seu exasperado irmão pensando no quanto gostava de ser bruxa.
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Louise Cooper
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Re: Artigos Mágicos

MensagemInglaterra [#175186] por Meara Thalicairion » 08 Mar 2017, 17:02

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Uma tarde de compras perdida

Depois de sair da Floreios e Borrões, Meara se dirigiu para o local onde poderia encontrar outros itens de que necessitava. A fantástica loja de artigos mágicos era igualmente atrativa para a bruxinha que se sentiu animada por poder seguir adiante com as compras. Ainda mais por que sua mãe amava esta loja e, portanto, a menina poderia gastar o tempo que quisesse olhando as novidades e os itens que mais gostava para depois poder comprar. Nada de correria, nada de pressão...

Muito provavelmente teria uma tarde inteira à sua disposição naquele lugar. Poderia se deliciar com compras e mais compras e ninguém para lhe impedir. Porém, assim que entrou na loja, percebeu que sua mãe estava um pouco aflita. Um pouco preocupada, perguntou o que acontecera e a mãe lhe respondeu que não poderiam dispor de tempo demais. Logo seria a hora de seu pai sair do serviço e elas precisavam estar em asa quando ele chegasse, para recebê-lo.

A pequena bruxa suspirou impaciente: aquele deveria ser um dia divertido. Um dia para relaxar e comprar os itens que ela precisava para a escola, além de se divertir um pouco olhando as novidades que o mundo bruxo oferecia em suas mais variadas lojas. Um pouco aborrecida, disse para a mãe que preferia muito ter vindo sozinha. Que assim, não teria que se preocupar com o horário que o pai chegaria e com nenhum aborrecimento para apressá-las nas compras. A mãe por sua vez sorriu e respondeu que garotinhas de 12 anos não podiam andar sozinhas por aí e que, se ela pensava que poderia sair sem autorização, estava redondamente enganada.

Meara bufou fazendo uma cara de impaciente e adentrou a loja. Observando tudo ao redor, sentiu uma pontada no peito. Era um desperdício entrar em uma loja tão cheia de coisas maravilhosas e não poder explorar cada canto, cada novidade. Contrariada, caminhou até um vendedor que estava disponível por ali e pediu-lhe o auxílio para encontrar cada um dos itens de que necessitava.

O rapaz, muito solícito, reuniu tudo o quanto a garotinha lhe pedira sem muita demora. Era impressionante a forma como ele sabia onde encontrar cada item, apesar da infindável quantidade de prateleiras espalhadas por toda a loja e do variado numero de itens que serviam aos mesmos propósitos. Depois, ele ainda tentou mostrar-lhe algumas das novidades, mas sob o olhar vigilante da mãe, que não lhe deixava nenhum pretexto para se enveredar por entre as coisas maravilhosas que estavam a disposição, apenas agradeceu o vendedor e partiu, após pagar por todos os itens que levaria para casa.
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Re: Artigos Mágicos

MensagemEscocia [#175223] por Ruadh Draoidheachd » 10 Mar 2017, 03:48

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Taigh-airm


O fato do dia estar esquentando naquela tarde que se arrastava em um paiseco quente como a Inglaterra era uma desculpa para transgressão e se exibir; Red Thorn, em toda sua glória exibicionista, desabotoou totalmente a camisa social. Levou uns minutos, por causa das sacolas, para se livrar da camisa incômoda, a jogando no meio da rua, realmente não se importava em achar uma lata de lixo - ou que quer que ingleses usavam pra atirar merdas. Durante a confusão pseudo-organizada do beco, muitos não notaram, mas dava para notar as expressões de horror, nojo e, em alguns casos raríssimos - uma ou duas pessoas discretas - o brilho deleitoso de sadismo no olhar para si.

A razão? Uma criança de onze anos com o torso quase completamente marcado por escarificações rituais. (Off: Nota de rodapé para referência do padrão.) As marcas pálidas o bastante para brilhar sobrenaturalmente no sol acima do jovem as faziam ainda mais atraentes aos olhos de estranhos, mesmo que "atraente" fosse sinônimo de "repulsivo" para a pessoa.

Mas Lord Thorn realmente não ligava. Na verdade, ligava sim, adorava exibir sua excentricidade, com um orgulho da ritualística que o marcava como diferente desta casta baixa que andava "por aí". O choque de quem prestava atenção enchia o ego do ruivo, mas o alimento de sua alma fora tirado rapidamente: precisava terminar a lista-amaldiçoada-de-coisas-que-provavelmente-não-vou-precisar. E a próxima loja, segundo sua lista rabiscada e mais amassada ainda na kilt nova, se chamava... Magical Menagerie.

Red, na porta da construção, ao ler o nome, teve uma crise de risos histéricos. Associou, logicamente, em sua mente perturbada, "Menagerie" a "menáge" e, logicamente, a um menáge mágico. E as imagens mentais não paravam, desde a sadista gostosa que praticamente podia olhar para dentro de sua kilt quando tirou a camisa e as marcas rituais revelaram-se, ao Sugar Daddy-da-bunda-deliciosa que encontrara na alfaiataria."Ah se eu pudesse crescer um pouquinho o funcionamento de umas partes do corpo...", suspirou dentro de sua vozinha deturpada em mente, porque, para si, a única dificuldade em se relacionar sexualmente de verdade era o metabolismo de onze anos. Porque, sinceramente - para o conceito ególatra do escocês - ninguém resistiria a Lord Red Thorn!"E sempre existirão pedófilos." Completou mentalmente, abrindo a porta da loja de artigos mágicos, a vozinha arroucada ainda dando risinhos esporádicos.

Sabia que menagerie era algum tipo de coisa relacionada a bicho. Mas não importava. Menáge sim.

"Oh, um arsenal." o pensamento foi concebido ao rápido olhar amarelo de Ruadh ao avaliar o interior. Não somente pelas facas ou pela espada oriental estranha, mas pelas possibilidades infinitas de se construir artefatos realmente poderosos com o que tinha exposto na loja. Mas seu ouro acabava e seu humor fechou instantaneamente, junto com as sobrancelhas fulvas. "Taigh nam gasta ort! Eu não tenho dinheiro, mas tenho mãos."

Prioridades para a escolinha metida, consultou a lista dobrada entre os dedos pálidos de unhas pintadas de preto. "Por que eu vou querer um abafador de ouv..." e parou a linha no meio da mente. Raciocinando, sons altos o desagradavam. Bichos mágicos não legais gritam. Criaturas mágicas aterrorizantes tem vozes bizarrras e Ruadh se cagaria de medo de ouvir de novo. Não que o jovem achasse que um simples par de coisa peluda esquisita e banal tapasse trinta por cento do horror de vozes de Red Caps, mas sempre havia a possibilidade de encantar, modificar, moldar e proteger o objeto. "Ah, magia tradicional, como é bela e útil!" pensou, catando um caldeirão - que, por sinal de caos e coincidência, era um item da lista - e jogando despreocupado o abafador medonhamente defasado.

Passava pelas vitrines e cuidadosas estantes, apreciando mais a iluminação no vidro que as protegia do que os itens, de um jeito propositalmente despreocupado. Avaliava mentalmente a lista memorizada de forma tosca, riscando veementemente as coisas que não iria precisar, em sua concepção. Sua maneira de andar era com uma única razão: ladinagem envolve fingimento. E foi assim que quatro penas comuns e um tinteiro excepcionalmente intrincado e exótico foram parar na bolsinha de couro da kilt, pelas mãos ágeis de Deus do Caos. Mas pergaminho era pesado, grande e difícil de esconder, então pagaria pelos rolos, que enfiou na caldeira de cobre, sem se preocupar muito com o estado das peles. Achava horroroso o hábito de esfolar um animal para apenas escrever, mas, ao mesmo tempo, continha tradição e um certo tipo de ocultismo nisso. E, porcaria, "pele" é quase um tecido, então estava lá para ser moldado à sua cestinha particular, não importa o quão frivolamente tenha as jogado dentro do caldeirão.

Último e preferido item da lista: luvas. De couro de dragão, "THA!", comemorou, pois dragões eram, em sua mitologia e conhecimento, seres mais arrogantes que si. E mais poderosos. E falavam de um jeito esquisito em que não se entende porcaria nenhuma.

Apoderou-se de um conjunto particularmente bonito e colocou dentro do que pretendia pagar, se dirigindo ao "caixa" cantarolando em gaélico uma música vulgar e de baixo calão, enquanto adicionava um pilão básico no caldeirão. "Nunca se sabe. Ervas são misteriosas, meu pestle está devidamente encantado para certas plantas." Com isso em mãos, acomodou silenciosamente o cobre no balcão, contando o que estava sobrando das moedas estranhas com raciocínio rápido. Pelos trocados, conseguiu pagar - o que iria devidamente pagar - em quantia exata, sumindo nas sombras, furtivo ao sair da loja. Um ladrãozinho medíocre pelo menos sabe seu lugar e aquele era difícil de enganar se não fosse rápido.

A porta não fez barulho. As botas de couro também não.


"Sucesso. Arsenal falho, mas òr conservado."

(Off: Imagem de referência das escarificações. Por favor, considerar apenas as marcas do torso.)

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Ruadh Draoidheachd
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Re: Artigos Mágicos

MensagemFranca [#182063] por Biancah Jones » 21 Dez 2017, 16:37

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A Christmas Gift
001

Quatro dias pro natal e quando eu tive tempo de comprar os presentes da família? Exatamente. A minha sorte é que as deusas colocaram um ser magnífico na minha vida e ele atende por alguns títulos, dentre eles, meu namorado, obrigada, de nada. Um frio de lascar e mesmo assim essa criatura consegue um dia de descanso no trabalho pra andar por metade do Beco Diagonal comigo. É ou não é um homem pra casar? Acho que agora sim eu acertei, Melusine!

- Ok, acho que já foi quase tudo da lista dos Jones. Ficou faltando só o presente do Jack e do… Victor? - Torço o nariz ao ver o nome dele na lista sem o “check”. Esse pode ficar sem presente, ninguém liga. O do Jack eu já sei exatamente o que dar: Minha irmã com um lacinho na cabeça. Ao meu lado, Magnus carregava minha bolsa cor de rosa (não berrante, um bem mais claro, tipo rosa bebê), também mágica, pesada demais para que a princesa aqui segure, e ele é um cavalheiro. Coloco uma mecha do enorme cabelo loiro para trás de orelha. - Certo, também já comprei os presentes da Venus e Serena, Faltam os da Ohana e Summer. Eu sei exatamente pra onde ir! - Anuncio, tomando a dianteira da caminhada, já muito acostumada a andar de salto fino pelo chão irregular do Beco Diagonal.

Adentro a loja de Artigos Mágicos, uma das melhores da europa, é claro, onde eu passei boa parte dos verões comprando materiais para o meu regresso à Beauxbatons. O aquecedor agradável tornou o ar muito mais suportável ao meu corpo magro (em forma, obrigada) e eu sorri. Como eu gosto da aura desse lugar. - Bom, para a Summer eu vou comprar um espelho de dois sentidos. Soube que ela tem uma amiguinha na escola, a Elise, e ela também tem um desses. Seria legal se elas pudessem conversar nas férias. - Vou tagarelando, enquanto me direciono para a prateleira onde ficam os espelhos. - Ah, amanhã eu ainda preciso ir à Hogsmead. Madame Puddifoot faz os melhores brownies desse lado do mundo e mamãe insiste que são eles que temos que ter na mesa de sobremesa. E também preciso ir na Dedosdemel, comprar os feijõezinhos e as caixas de sapo de chocolates. Ai, como é dificil ser a responsável por essas coisas, como se eu não tivesse muitas pessoas para cuidar. - Desatei a falar, freneticamente, coisa que o homem provavelmente já estava acostumado a presenciar.

Assim que peguei o presente da Suíça, fui em busca do objeto que teria Oh Ha Na como dona, mas confesso que não sei bem o que dar pra ela, afinal, filha de quem é, já é dona da Ásia inteira! Vincent sugeriu dar uma vassoura e é óbvio que tia Alysson concordou, esses dois querem transformar a minha menina numa estrela do quadribol, tô até vendo. David sugeriu um pufoso, e Vincent também concordou, mas eles esquecem que a Ohana provavelmente afogaria ele dando um banho no bichinho. Não, não, definitivamente não. Então seria uma bússula rastreadora ou uma câmera.

Pego os dois objetos, já que Magnus está segurando o espelho de Sun e me viro pro homem. - Qual você acha que a Ohana vai gostar mais? - Ele sabe quem é Ohana? - É aquela menina coreana, já te falei algumas vezes dela. - Completei, relembrando-o sobre a identidade de uma das minhas meninas. Após alguns poucos segundos de ponderação, Casiraghi acaba por escolher a câmera. - Magnífico! Ela vai amar. Obrigada, querido! - Após colocar a bússula de volta na prateleira, dei um selinho demorado em meu namorado, antes de seguir para o balcão, afim de pagar os últimos presentes do dia. Com mais uma sacola em uma das mãos, saímos de mãos dadas da loja. - Pronto para o seu primeiro natal como parte da família Jones?


Off: || Tagged: Summer Beckhan; Oh Ha Na; Jack Jones (NPC); Victor Jones (NPC); Venus Rossa; Serena Rossa; Aninia Jones (NPC); Pamella Jones; Alysson Jones; David Jones (NPC); | With: Magnus Casiraghi | SAP: - | Wearing: Como uma Barbiezinha | Music: Like Home (feat. Alicia Keys) – Eminem, Alicia Keys | Note: - ||
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Re: Artigos Mágicos

MensagemBrasil [#183443] por Elija Syllan » 01 Mai 2018, 17:26

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Tem de tudo


Ao sair da loja de roupas com uma sacola na mão, Elija, lado a lado com seu pai, acompanhou a sua madrinha que não tirava os olhos da lista. Eles passaram por uma loja de animais que vendia até mesmo sapos. Gostaria de ter parado para dar ao menos uma olhada, mas Laura o puxou para outra loja. Essa, diferente da de roupas, era velha à primeira vista além de aparentar ser abandonada, mas a movimentação no interior o fez retirar essa impressão. Ao entrar, Elija já começou a rir com tantos objetos pelo lugar, desde caldeirão a abafadores. Além disso, a loja estava cheia que o garoto não sabia como era possível caber tantas pessoas, talvez o local fosse maior do que demonstrava, pois ainda tinha espaço para circular.


— Aqui vamos encontrar muito do que você precisa. De bandeja iremos arrancar metade dos itens dessa lista, no mínimo! — Laura anunciou batendo palmas e logo tratou de analisar os objetos, queria o melhor para seu afilhado. — Santiago não se preocupe, temos o auxílio material. — Sussurrou para o amigo que estava suando de nervosismo ao ver tudo aquilo. — Certo... certo. — Concordou de forma automática. Essa, no momento, não era a sua maior preocupação, mas sim ver tantos objetos mágicos. Tudo aquilo estava deixando-o louco, era demais para o seu cérebro. Será seguro deixar Elija em uma escola cheia dessas coisas absurdas?


Fingindo estar alheio a conversa indireta dos dois, Elija correu para perto de alguns caldeirões. Eles aparentavam ser pesados, como iria carregar tanta coisa? Além disso, ele estava começando a se preocupar com a quantidade de objetos desconhecidos. Como saberia o que era cada um deles e, mais ainda, para que serviam? Elija passou a mão pelo cabelo sentindo-se um pouco preocupado. Contudo, sua preocupação se foi em pouco tempo, afinal de contas sua madrinha era uma bruxa! Poderia tirar proveito deste fato, na verdade seria um bobo se não tirasse.


— Dinda, poderia me dizer o nome dos objetos e para que servem? — Pediu olhando-a cheio de esperança. Laura quase o abraçou tamanha a emoção, estava realmente orgulhosa do seu pequeno. Não acreditava que ele estava se mostrando tão interessado. Sequer se tocou que a preocupação do garoto é que seria um desastre se ele não soubesse absolutamente nada. Como resposta à sua pergunta, ela mostrou os tipos de caldeirões e explicou que cada um possui o seu devido ano letivo para ser utilizado e assim continuou com os demais objetos, mas focando apenas nos que ele utilizaria, pois não queria enchê-lo com informações além da conta.

: With: Laura Kraft (NPC); Santiago Syllan (NPC) Wearing: Click Notes:-
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Re: Artigos Mágicos

MensagemReino Unido [#183528] por Skyler Ivy Lawrence » 08 Mai 2018, 16:47

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Não demoram muito para chegarem na próxima loja, era uma velha loja mesmo não parecendo muito grande entravam e saiam alunos sozinhos ou acompanhados dos seus pais, pois ali encontraria a maioria das coisas da lista de materias para o ano letivo. — A maior parte das coisas que precisamos comprar está aqui, Skyler. — Comentou sua mãe antes de entrar na loja, a garota tinha curiosidade para saber que tipos de coisas vendia ali, se era realmente de tudo um pouco ou seria um pouco de tudo? Ao entrar Madeleine olhou mais uma vez a lista e deu uma olhada pela loja, tentando verificar por onde começar, começaram pelo caldeirão que ia servir para ajudar a guardar coisas dentro enquanto andavam pela loja. Skyler ia atrás da sua mãe que ia pelos locais pegando o que tinha na lista, Skyler ia fazendo perguntas sobre para que cada coisa iria ser usada e sua mãe pacientemente respondia. — Para que vou precisar de um abafador de ouvido e um óculos de proteção? — Perguntou curiosa e intrigada pelos itens. — Para a aula de Herbología, você que gosta de natureza, tenho certeza que irá gostar dessa materia. — Sua mãe respondeu com uma voz calma enquanto Skyler colocava os itens dentro do caldeirão, igual que sua mãe estava fazendo com itens pequenos.

Após um tempo seguindo sua mãe, a garota acabou se distraindo em uma área onde havia itens que ela não havia visto antes, pegou uma bússula e ficou tentando descobrir como funcionava aquilo. "Para onde essa seta vermelha está apontando? E porque sempre para mesmo direção, não importa se eu giro..." Foi tirada do seus pensamentos pelo seu pai. — Isso se chama bússola, é um item para localizar onde fica o norte e assim não se perder, usar como guia. — Ele não quis explicar de uma forma mais completa para não confundir a cabeça da filha e vendo a cara de confusa dela seguia, adicionou. — Quando você for maior, quem sabe eu te ensino a usar? — Pegou a bússola da mão da filha, colocou de volta na prateleira e procurou a sua mulher na loja e a encontrou não muito longe dali lendo a lista de materiais. — Promete? — Skyler perguntou pro pai com um sorriso no rosto. — Prometo. Vamos a onde sua mãe e ver se ela já pegou tudo da lista? — Estendeu a mão para filha, na qual rapidamente segurou e foram em direção a Madeleine.

— Já ia procurar por vocês dois, já peguei tudo da lista. — Comentou terminando de riscar o último item da lista. — Só pagar e pedir para enviarem para nossa casa. Somente falta os livros e estamos livres. Falou enquanto iam em direção ao balcão que tinha uma senhora atendo a um jovem. — E o meu gato também! — Skyler soltou e seus pais riram, claro que ela não ia deixar o gato ser esquecido, sua mãe concordou chegaram ao balcão. Após pagarem e confirmarem que as compras iam ser enviada para casa, eles agradeceram e foram em direção ao Floreios e Borrões, para comprar os livros pro ano letivo. Saíram da loja e Skyler começou a comentar sobre o tal bússola que seu pai havia prometido ensinar como se usava quando ela fosse maior para sua mãe, comentado que achava estranho que aquela seta somente apontava para uma direção e curiosa porque somente pro norte. Depois mudou o assunto para que nome iria por no gato ou se ele já vinha com nome indagou ela pros pais, que responderam que dependeria dela.

With: Jayden Lawrence (Pai)
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