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Florean Fortescue's Sorveteria

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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemRussia [#189558] por Sasha Yuriev » 04 Mar 2019, 22:45

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A gêmea me fazia falta, é obvio. Alias, as duas... muito embora a minha conexão com Anya fosse mais intensa do que com a outra. Repassava na mente o discurso que usaria com o Senhor meu pai quando voltasse, sobre como isso tudo era ridículo, como isso não era algo que se fazia com a família. Como um elo fraco deixado contra as intempéries do tempo se romperia mais fácil. Em suma, queria convence-lo de traze-la de volta, tal como tinha feito o ano inteiro por meio de cartas e, diga-se por passagem, uma postura exemplar. Queria mostrar a ele que éramos capazes de mudar.

O que, claramente, não seria algo difícil de ela fazer, afinal de contas eu era o caso perdido da família, não é? Ajeitei minhas vestes uma ultima vez na frente do espelho, alisando as dobras da camiseta, enfiando a carteira no bolso e me afastando, seguindo meu caminho para a porta. Permiti que meus pensamentos vagassem, viajando em meio a mil teorias sobre o que teria acontecido naquele um ano de distancia forçada, o qual eu realmente detestara ter de aceitar. Repassei, uma vez mais, as ideias que me iluminavam a mente e que adornariam meu discurso com o rei quando voltasse.

O caminho entre a casa e o ponto de encontro fora exatamente mediado por essa espécie de pensamento. O quão ela teria crescido? Estaria bem, saudável, feliz? Quem estaria tomando conta da pequena? Quem estaria se assegurando de sua segurança? Quem... quem quem... Eram tantas perguntas que me despertavam a ansiedade que mal me dei conta do breve enjoo da aparatação ou qualquer outra reação causada pelo evento que, segundo os trouxas, não deveria ocorrer e era inteiramente antinatural. – Eu ligo quando terminar aqui, Andrej. Não precisa se preocupar comigo... Aliás, acho que Uri precisa de algumas coisas. – Entreguei a lista a ele, me afastando em seguida.

Meus pés se moviam com uma velocidade maior do que eu gostaria de admitir na direção da sorveteria, meus olhos buscando instintivamente buscando pela cabeleira loira da garota. Ela, no entanto, me encontrou antes que eu o fizesse e antes que eu pudesse reagir, meia tonelada de fofura me atingiu em cheio. Firmei os pés no chão, envolvendo a garota nos braços com um abraço, sorrindo um pouco, mesmo que meu rosto estivesse parcialmente oculto pela cabeleira dourada. – Sasha... ou o que sobrou dele, depois desse mata-leão.

Sorri, - Saudades não é desculpa pra você tentar me matar na primeira oportunidade, minha cara. – Provoquei, colocando-a no chão com cuidado, me soltando do abraço delicadamente. – Também senti saudades. – Admiti, permitindo que meu corpo se movesse diante de sua tentativa de me arrastar por aí. – É, parece que eu fui o agraciado do trio. Você e Dasha são mesinhas de canto. – Provoquei, abrindo um sorriso razoavelmente idiota. Era obvio que eu sentira saudade de provoca-la assim, de embarcar nas piadas pueris, sem senso ou nexo que habitavam nossas mentes ainda inocentes... ou quase isso. Sabemos como garotos são.

- Bem, me conte... como estão as coisas pra você? Como você tem se virado? – Indaguei, pegando um sorvete básico de chocolate para mim antes de acompanha-la para a mesa que ela tinha selecionado. Meneei a cabeça, assentindo lentamente para sua breve história. De modo geral, parecia que ela estava indo bem. A garota parecia normal, tinha de admitir e, por um momento, aquilo me incomodara um pouco. Ela estava vivendo bem sem nós, isso não ajudaria no meu discurso de convencimento para o senhor nosso pai. Aliás, era bem o contrário. Ele usaria aquilo como um motivo a mais.

- Tarefa de elfo doméstico. – Repeti depois de um tempo, dando de ombros. –Quer dizer, tarefas de uma pessoa normal que não tem um elfo. Sabe, a nobreza nos deixou um pouco moles nesse quesito. – Admiti, suspirando. –Pra falar a verdade, Durmstrang é quase como ser ensinado em casa. As regras são as mesmas, o treino é o mesmo. Até o país é o mesmo. – Relatei, dando de ombros em seguida. –Ele me mandou pra lá porque eu merecia, essa a verdade. Mas a escola tem seu charme, por assim dizer. – Tomei outra colherada de sorvete, permitindo-me um instante de apreciação do sabor doce do mesmo.

- Alguém... eh, não. Me fale de você, Anya... você quer voltar pra casa? Eu... estou disposto a falar com o pai. Eu inclusive sei exatamente o que dizer, mas eu preciso saber o que você quer. Se você tem vontade de voltar para aquele pedacinho de céu. – O sarcasmo, nessa ultima frase, era evidente em cada letra que me abandonava os lábios, nunca fui de mentir e esse não seria o momento para começar. Revirei os olhos, sacudindo a cabeça. – Se você quiser eu te juro que farei o possível, e o impossível, para te ajudar a voltar. – Prometi.

-Morrer, morrer não morri, maninha. Mas... senti um pouquinho só, sabe? – Pisquei. – Faltam pessoas com um pouco mais de senso naquela casa, sem você o nível de insanidade subiu um pouco mais do que eu considerava aturável, mas... bem. Não se pode ter tudo, não é? – Suspirei, cutucando o sorvete. –E como anda Beauxbatons? – Indaguei, fugindo levemente do assunto família também. Qualquer coisa era mais valida do que aquilo. – Você está comendo direito em casa? Precisa de qualquer coisa? Aproveite que estou aqui, posso comprar o que você precisar.
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