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Caldeirão Furado

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Re: Caldeirão Furado

MensagemCoreia do Sul [#195200] por Han Hae Chan » 25 Nov 2019, 15:18

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Crescendo – Parte I


Ele não costumava andar por aí sem rumo como estava fazendo naquela semana. Mas era complicado. Complicado demais. Terminar a escola dava uma sensação ruim ao jovem Han. Ele não podia se considerar adulto, mas não era mais apenas um adolescente com poucas responsabilidades. E, em pouquíssimo tempo, estaria no quartel general dos aurores como funcionário de lá. Tinha poucas semanas para si e iria aproveitá-las. Mesmo que com o pouco dinheiro que havia economizado. Viajou para a Grã Bretanha e se dirigiu diretamente ao Beco Diagonal. Já havia estado ali outras vezes nos anos em que pudera comprar seus materiais escolares por ali e aquilo o trazia muitas lembranças. Algumas boas, algumas não tão boas assim. Mas, enfim... Eram lembranças e Haechan apreciava bastante as lembranças que tinha. Sentiu falta do irmão durante todo o trajeto para o local, mas não iria dar o braço a torcer àquela altura. Ficar em casa só deixaria claro que ele estava concordando pacificamente com seu pai decidindo seu futuro e, por mais que fosse aquiescer a situação mais tarde, não queria dar a entender que o faria agora. Já andava pelo lugar a tempo demais quando percebeu que estava escurecendo. Precisava encontrar uma hospedaria. Uma pensão. Qualquer lugar em que pudesse pernoitar. Foi quando seus olhos bateram no caldeirão furado.

Não era o lugar mais elegante do mundo, mas não tinha problema. Ele só queria dormir. Descansar um pouco as pernas parecia a coisa mais atraente do mundo ao recém formado que perambulava pelo Beco Diagonal. Ele até podia sentir a leveza do colchão atrás de suas costas. Era como se houvesse sonhado a vida toda com aquele momento em específico. Segurou a maçaneta da entrada do estabelecimento e a rodou como se atrás daquela porta houvesse um tesouro perdido ou coisa do tipo. O que obviamente não era o caso. O lugar era quente e tinha um cheiro bom e parecia até bem limpo, ainda que simples fosse a palavra exata para descrevê-lo. Simples e aconchegante. Como um lar deveria ser, certo? Haechan sorriu e deixou um suspiro profundo e pesado escapar de seus lábios. Era como se sua alma estivesse saindo de sua boca, e a sensação era extremamente agradável. Agora ele só precisava... Hum... Levou a mão até o bolso da calça jeans com leves rasgos que usava procurando a própria carteira.

— Licença... Você trabalha por aqui? Poderia me dizer quanto custa para pernoitar? — Perguntou a primeira pessoa que viu pela frente. Era uma garota. Ruiva e muito bem vestida. Era linda também, por sinal. As maçãs do rosto de Haechan se avermelharam quase tanto quanto os cabelos da jovem naquele momento. Sentiu que gaguejaria se emitisse algum som na tentativa falha de proferir alguma palavra. Talvez ela não trabalhasse ali, mas ainda assim talvez fosse capaz de responder a sua pergunta, certo? A não ser que também tivesse chegado agora, o que não surpreenderia em nada o garoto de dezoito anos. Deixou a bagagem repousar no chão ao seu lado enquanto esperava a resposta. Tentou sorrir para parecer educado, mas estava se achando era um imbecil.


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Re: Caldeirão Furado

MensagemEstados Unidos [#195228] por Cassie McAlister » 28 Nov 2019, 23:50

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      Se havia uma coisa que gostava de fazer, essa coisa era passear. Ficar trancada dentro de casa era algo que não se enquadrava na rotina de Cassie. Ela podia afirmar com afinco que ir a bares era seu passatempo favorito e sua melhor habilidade da vida era usar a boca para virar canecas e mais canecas de cervejas, mesmo sem participar de campeonato algum para saber disso. Os benefícios da aparatação eram infinitos e por isso, ela não se limitava aos lugares nos Estados Unidos, apesar de amar os bares em Seattle devido o clima da cidade. As chuvas constantes e o bom e velho whisky de fogo ao seu lado, estando com amigos ou não. Mas, sempre que podia, fugia de sua rotina e foi com esse intuito que resolvera parar no Caldeirão Furado naquele fim de tarde.

      Sim, a famosa hospedaria que ficava em Londres foi a vítima da vez. Após um longo dia de trabalho na MACUSA e com o final de semana às portas, não podia deixar de comemorar. Mesmo tendo hábito de não se deslocar para muito longe sozinha, não se deixou intimidar. Vestida num elegante vestido preto que ia até o cumprimento de seus joelhos, com uma fenda lateral no lado direito que iniciava um pouco abaixo de sua virilha e um leg chain, uma corrente fina, delicada e ao mesmo tempo muito sexy que envolvia até metade de sua coxa. Seu cabelo estava solto e jogado para o lado. Não costumava se encher de maquiagem, gostava de deixar suas sardas aparecerem. Só não deixou de utilizar o velho batom vermelho. Usava um belo par de salto alto para fazer jus ao vestido. Estava linda e pronta para se divertir, e em sua cabeça era isso que importava. — Um drink das deusas. — Foi o que disse ao atendente com um breve sorriso nos lábios assim que fora recebida.

      Já esteve ali algumas vezes e todas foram na companhia de seu irmão mais velho, Allastor. Conhecera o local com ele. Era difícil para Cassie não ceder aos pedidos de seus irmãos, principalmente do mais velho. Tudo bem que não era sacrifício algum sair para beber, mas, o modo como All falava com ela, fazia tudo ser mais simples. Era quase uma hipnose. O Caldeirão Furado possuía um ambiente aconchegante, um bar de qualidade e um atendimento ímpar. No instante em que recebeu sua bebida, não demorou em deliciá-la. O líquido descia pela sua garganta como água fresca. — Perfeito. — Comentou, sorrindo mais animadamente desta vez e iniciando um diálogo com o atendente a respeito das pessoas que frequentavam o lugar, ouvindo alguns relatos que a faziam rir. Mas, mesmo conversando, sua bebida não fora esquecida. A bebia devagar e como o ditado já dizia “devagar se vai ao longe”, lentamente a taça esvaziou.

      Pediu o segundo drink, do mesmo e pediu licença ao atendente que logo a cedeu para poder andar pelo local. Era tudo tão agradável que não via problema algum em se hospedar caso precisasse. Chegar bêbada demais em casa seria deplorável. Cassie estava parada diante de um belo quadro de uma floresta que se mexia. As folhas se moviam com calma e ela podia ouvir claramente o barulho das mesmas ressoar. De onde estava, era muito perto da entrada e saída da hospedaria quando notou que alguém lhe dirigia a palavra. Isso a fez virar imediatamente para ver quem emitia o som. A americana encarou o homem que estava perto e não pode deixar de sorrir ao vê-lo enrubescer.

      Seus olhos se fixaram nos lábios dele que eram pequenos, mas, levemente carnudos e avermelhados. Ele era asiático, de feições finas e... lindas. Podia jurar que se tocasse em seu rosto, tocaria num pedaço de seda. Seu cabelo era claro como o mel, o que o deixava ainda mais bonito. Sua beleza não parecia real. Depois dos breves segundos o observando, não pode deixar de sorrir divertida ao entender a pergunta que recebera. — Não trabalho, mas, isso não me impede de pegar sua bolsa. — Rapidamente, a ergueu do chão. — E também posso te levar até alguém que possa te informar isso. — Ela estendeu as mãos para que ele passasse, como uma aeromoça. — Okay, realmente parece que eu trabalho aqui, mas, não. Não trabalho. — Disse, rindo. — Com sede? — Ergueu seu drink para o rapaz à sua frente, mas, o tomou antes que ele aceitasse. — Posso te arrumar uma bebida. — Falou, direcionando seu olhar para o bar, num gesto suave, enquanto começavam a caminhar.

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Re: Caldeirão Furado

MensagemCoreia do Sul [#195235] por Han Hae Chan » 29 Nov 2019, 12:05

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Crescendo – Parte II


Em uma escala que ia de um a dez, o quão imbecil Haechan estaria aparecendo naquele momento? Ele apostava que uns 100. Estava explodindo o medidor de imbecilidade parado como estava. Vermelho como estava. Embasbacado como estava. Meneou de leve a cabeça tentando recuperar o controle de si quando a mulher lhe disse não trabalhar ali. Mas ela pegou sua mochila do chão. Ele... Ele não estava entendendo muito, mas ela tinha uma bebida nas mãos. Estaria alterada? — N-n-não... Quer dizer... Não precisa! Está pesada e... Bem... Só não precisa. —Ele tentou sorrir. Tentou de verdade, mas estava nervoso demais. Estendeu a mão para que ela lhe devolvesse a bolsa olhando de relance para a bebida que ela lhe ofereceu e logo depois bebeu, sem lhe dar chance de aceitar ou negar. Disse ela que poderia o levar até bebidas e alguém que lhe dissesse quanto custava a noite ali. — Você é um anjo. —Agora sim ele sorria de verdade. Aliviado. Parecia que o mundo havia saído de suas costas. — Eu agradeço muito, de verdade. Estou morrendo de cansaço. Andar pelo Beco Diagonal o dia todo com essa mochila nas costas foi uma aventura e tanto... — Não que ela tivesse perguntado alguma coisa, mas ele gostava de falar. Bom... Mais ou menos. Ela o deixava nervoso, mas... Ele ainda gostava de falar.

O garoto não estava esperando receber o elogio de volta. Ela disse que provavelmente ele estaria se olhando no espelho para enxergar algum anjo ali. Sem palavras. Ela estava o deixando sem palavras a cada vez que abria a boca pra lhe dizer qualquer coisa. Aquilo era mesmo de verdade? Alguém realmente estaria flertando com ele? Ou... Ou ele estava imaginando coisas? Ok... Ele deveria parar de pensar demais. Tinha de resolver o problema de sua estadia no lugar antes que sua cabeça explodisse e saísse voando por aí. Ela era teimosa e continuava com sua mochila, mas ele a seguiu assim mesmo. Até que... — Não... Não sou estudante. Me formei esse ano, na verdade. — Por que diabos todo mundo achava que ele era tão mais novo do que era de verdade? Aquilo era um pouco chato, mas ele não podia culpar ninguém. Ele tinha cara de criança, né? Aquelas feições suaves e o rosto redondo que nunca haviam lhe deixado. Ele suspirou devagar e discretamente. Estava pronto para pegar a carteira de identidade caso ela duvidasse de suas palavras. Já estava até acostumado a fazer isso, pra ser sincero.

Mas não foi necessário. Ela até se desculpou pela confusão. Aparentemente o fato dele estar andando pelo Beco Diagonal que lhe gerara a dúvida e não suas feições infantis. Menos mal. Seus ombros relaxaram pela primeira vez naquele dia. — Não precisa se desculpar... A confusão é mais frequente do que você imagina... — Comentou colocando as mãos nos bolsos da calça enquanto andava. Ela o parabenizou pela formatura e perguntou se estava achando estranho não rever os amigos. Era um assunto delicado. — Sim, é esquisito. Mas mais por causa de mim mesmo do que por causa dos meus amigos, sabe? Ainda tenho contato com todos eles. Mas... Eu não sei o que fazer agora. — Admitiu quando finalmente chegaram no balcão de atendimento do lugar.

Era legal conversar com ela. Mesmo ela dizendo que a distância sempre atrapalhava os relacionamentos entre as pessoas. Hae não concordava. Em sua cabeça a distância servia para filtrar quem era amigo de verdade e quem não passava de colega. Mas isso poderia ser entendido da fala dela também. Quando ela comentou sobre "quem tiver de ficar ficará." Ele sorriu novamente e cruzou os braços sobre a bancada do balcão. — Valeu por devolver minha mochila. Eu acho que... — Ia falar sobre preferir perguntar primeiro sobre o quarto antes de pedir alguma bebida, mas seu olhar encontrou o dela e seu coração deu um salto. Ela estava perto. Perto demais. E ele podia sentir que os olhos da garota seguiam de seus lábios para seus olhos alternadamente. Céus! O que estava acontecendo? Ele... Ele... Ela... Ela estava... O que diabos estava havendo ali? Suas pernas estavam bambas. Ele poderia cair se uma leve brisa tocasse seu corpo. Mas... Ele era um adulto agora, não era? Deveria saber lidar com esse tipo de situação. Era imprescindível. Respirou fundo o mais discretamente que podia e tentou parecer perfeitamente controlado. — Eu... Eu acho melhor procurar um quarto primeiro. — Essa frase estava pessimamente formulada. Esperava de verdade que ela não entendesse errado. Céus! Ele era um fracasso...

E ela havia entendido errado. Claro que ela iria entender errado. Todo mundo sempre entende errado. Que inferno! Hae suspirou. Ia dizer alguma coisa, mas parecia que o gato havia comido sua língua. Ela estava o tocando. Delicadamente. Tão delicadamente que ele sentia sua respiração entrecortando. Ele havia esquecido de um ponto chave. Qual era seu nome mesmo? — H...Hae...Chan. — Comentou, mais gago impossível. Estava surpreso de ter lembrado.— Meu... Meu nome. — Complementou com a frase totalmente fora de ordem. Diabos! Ela iria entender que ele estava tentando levar ela pra cama! Ele não desmentiu o mal entendido e agora estava respondendo o próprio nome! Ele... Ele realmente não saberia dizer se queria desfazer o mal entendido. — Senhor! —Chamou o homem quando a garota ruiva apontou para ele dizendo que poderia resolver seus questionamentos. Parecia um viajante do deserto tentando se agarrar a última hora d'água de um cantil. — Quanto fica o pernoite aqui?


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Re: Caldeirão Furado

MensagemEstados Unidos [#195239] por Cassie McAlister » 29 Nov 2019, 14:53

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Part II
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      Alívio, foi o que Cassie sentiu ao ouvir a negação do rapaz. — Bom, desculpe... — Até fechou os olhos e suspirou discretamente. — Você ficou andando pelo Beco Diagonal... as aulas estão voltando... eu só somei as coisas. Desculpe. — Ela queria abrir um buraco e se enfiar nele, de tão sem jeito que estava. Nesses poucos segundos parada, ela podia jurar que ele iria tirar a mochila dela, mas, não o fez. — E, parabéns! Está achando estranho não rever os amigos? Por um tempo, achei horrível. — Comentou, ainda andando distraída com a bolsa, pronta para devolvê-la se necessário. Ou não.

      Ela sorriu ao saber que a confusão a respeito de sua aparência angelical e adolescente era comum. — Entendo... — Comentou e em seguida o ouviu a respeito das amizades. — Bom, quem tiver que ficar, ficará. Mesmo mantendo contado, a distância atrapalha muito. — Quando alcançaram o balcão, ela colocou a mochila ao pé do rapaz. Assim que se sentou, terminou seu drink e logo pediu outra bebida. — O que quer? — Perguntou, enquanto revezava o olhar entre seus olhos e seus lábios. Por que diabos Cassie fazia isso, ela não tinha ideia. Apenas se sentia tentada a fazer, era involuntário.

      Cassie estava adorando o deixar nervoso, era fofo. Era nítida a maneira como o corpo do rapaz ao seu lado reagia com seu olhar. “Imagina se…” — Mas, já? Eu nem sei seu nome ainda. — Respondeu, passeando devagar com o indicador em sua mão que estava no balcão. Se com o olhar ele parecia que ia derreter, como seria com o toque? Ela queria tocá-lo e pode constatar o quanto a pele de sua mão era macia. — E, eu tinha oferecido a bebida aqui, mas... podemos tomar no seu quarto também. — Disse, piscando para o nipônico. — A propósito, ele sabe te responder sobre como alugar um. — Indicou com a cabeça para o atendente que estava próximo deles e repousou a mão do rapaz.

      E como ela já esperava, tocá-lo o deixaria muito mais nervoso. Ele até disse seu nome, mas, estava tão gago que ela mal havia entendido. — H-Hae-Chan, é um nome muito diferente. Gostei. — Antes mesmo que ela pudesse se apresentar, ele chamou o atendente para saber os valores sobre a hospedagem. Assim que o asiático terminou de ser atendido, ela tornou a conversar com ele. — Agora que já sei seu nome, vai me convidar para o quarto? — Ela se voltou para ele mais uma vez. — Aliás, eu me chamo Cassie, H-Hae-Chan. — Disse, retirando a mão de cima da dele e a estendendo educadamente para que ele a apertasse. — É só para não ficar esquisito só você saber o meu nome e tals... — Comentou, sorrindo. — Ficaria estranho eu de repente ir para o seu quarto sem saber seu nome. Você me convidou, lembra? — Cassie nunca quis rir tanto em sua vida, mas, preferia deixá-lo cada vez mais nervoso. A americana achava que em algum momento o rapaz teria alguma atitude, apesar dela estar brincando, porque… aquilo era um jogo, não era? Nem ela sabia responder.

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Re: Caldeirão Furado

MensagemCoreia do Sul [#195285] por Han Hae Chan » 02 Dez 2019, 23:38

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Crescendo – Parte III


Como era de se esperar ela havia entendido tudo errado. O rosto do garoto asiático não poderia estar mais vermelho. Seus olhos deslizaram para as próprias mãos e para as dela que ainda se encontravam sobre sua pele. — Hae Chan. Pode ser só Hae, na verdade. E... Bem... Eu só queria me apresentar... Não estou tentando nada com você. Não me leve a mal, está bem? Eu... Er... Eu não quero que tenha uma ideia errada de mim e... —Ele se interrompeu. Ela estendeu sua mão em um cumprimento e o gesto fez com que o decote de seu vestido se pronunciasse mais. Ele não conseguiu disfarçar o olhar. Estava preso. Demorou dois segundos para estender a mão e apertar a dela. Cassie. Esse era o nome dela. E ela estava insistindo com a história de ir para o quarto dele. Que ele havia a convidado. Ele estava levemente paralisado. — V-v-você realmente quer ir no meu quarto? Eu... Eu... Eu não tenho nenhuma objeção, mas... Assim... Só não quero que tenha um mal juízo de mim e... —E foi assim que o atendente interrompeu a conversa jogando a chave na direção de Haechan que a pegou de pronto. O pagamento seria feito ao fim da estadia junto ao que ele gastasse em consumação. Ele pigarreou tentando retomar o controle da conversa. Se é que já houvesse o tido em algum momento. — Então... Você está hospedada aqui também?

Ele sentiu que iria desmaiar. Ou no mínimo gritar e sair correndo. Ela... Ela estava ofendida? Ele tinha dito algo de errado? Seu coração estava na garganta e... E de repente ela começou a rir. Estaria rindo... Rindo dele? Ele franziu o cenho. Ela esclareceu que não estava hospedada, havia vindo apenas para beber. E o convidou para fazer companhia. — Bem... Eu posso sentar e beber alguma coisa sim... Só... Vou dar um pulinho no quarto pra guardar a mochila... Ela está bem pesada. Como você deve ter percebido. Você me espera aqui? —Comentou erguendo a chave que lhe foi entregue para reforçar o que ele falava.

Ele estava se sentindo um imbecil. Um palhaço de marca maior. Ela havia lhe roubado as chaves em menos de duas piscadas de olhos. Que tipo de auror ele seria sendo derrotado por uma garota daquela forma? Seu cenho ficou ainda franzido. Ela estava se perguntando como raios saberia que ele iria voltar de lá de cima e ele já ia abrir a boca para dizer que poderia confiar nele, mas ela mesma respondeu ao questionamento dizendo que iria com ele. Que ela garantiria que ele voltasse. — Ok... Ok... Você é teimosa, hein?! — Murmurou enquanto a seguia até às escadarias que davam acesso aos quartos. Foi então que ela lhe ofereceu a bebida novamente. Que escolha ele tinha? Suspirou e deixou os ombros relaxarem, ajeitando a alça da mochila que havia colocado no ombro. Estendeu a mão para pegar o drink e deu uma golada generosa, o álcool queimando sua garganta em uma sensação ótima enquanto descia por seu esôfago. Tinha dias que não bebia nada e o calor da bebida era muito bem vindo. Principalmente quando se estava tão nervoso. — Obrigado. — Agradeceu devolvendo a taça para ela.


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Re: Caldeirão Furado

MensagemEstados Unidos [#195293] por Cassie McAlister » 03 Dez 2019, 01:05

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Part III
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    Ele se acalmou mais um pouco, o que fez Cassie jogar o corpo mais para frente. Estava divertido e mudar de posição havia ajudado. Seu decote estava mais exposto e o rapaz encarava sem disfarçar. — Hae Chan é muito melhor. — Comentou, apertando a mão dele. Ao ouvir que ele não estava se opondo sobre ir ao quarto dela, ela sorriu. — Eu achei que estava brincando sobre o convite. — Com velocidade, desvencilhou a mão da dele. — O que pensa que eu sou? — Sua voz era séria, digna de um bom seriado americano e era uma coisa que Cassie adorava, principalmente se fosse alguma produção da Shonda Rhimes, só que sem mortes. Mas, tão logo a americana começou a rir. Não aguentou segurar a encenação, ela não era nenhuma Sandra Oh. Mas, as expressões do asiático à sua frente eram impagáveis. Ele estava assustado como um ratinho encurralado. — Não, não estou hospedada... só vim para beber. — Respondeu a pergunta, pedindo ao atendente mais um drink. — Me acompanha? — Disse, cruzando as pernas.

    Ele disse que até beberia com ela, mas, queria guardar sua mochila antes. Nisso, ergueu o chaveiro que recebeu do atendente, chaveiro este que Cassie rapidamente tirou das mãos de Hae Chan. — Pensa rápido. — Outro sorriso estava formado em seu rosto. — Quem me garante que você vai voltar? — Ela o encarou, esperando uma resposta, mas, ela nem lhe deu tempo. — Eu mesma. Vamos. — Cassie se pôs de pé e aguardou Haechan. Ele ainda estava incrédulo com a disposição da ruiva sobre ir ao seu quarto e falava até em mal juízo. “Quem fala mal juízo?”, se indagou a respeito do vocabulário dele. — Você é divertido, então, não quero perder a companhia. — Tão logo tratou de argumentar e com sutileza, piscou para ele. O drink fora posto no balcão e ela o pegou, oferecendo mais uma vez ao rapaz à sua frente. — Só para molhar a boca. Teremos que subir alguns lances de escadas. — Ela não estava brincando com o fato de levá-lo ao andar superior.

    Cassie consentiu com a cabeça ao ouvir que era teimosa. Não era a primeira vez que ouvia e tinha um irmão mais novo que lhe garantia tal adjetivo diariamente. — Garantias, sweet heart. — Ela murmurou diante de seu rosto, antes de começarem a andar. Quando alcançaram as escadas, Hae Chan aceitou sua bebida e deu um gole generoso. — Está com sede, hein. — Implicou enquanto subiam as escadas. — De nada. — Sorriu gentilmente ao receber a taça de volta. — Esse drink faz jus ao nome... — Comentou, bebendo mais um gole. Estavam no corredor e logo ela olhou para o número que estava no chaveiro. — 224. — Murmurou. Não estava longe e por isso, caminhou devagar, ao lado do rapaz. — Faça as honras. — Cassie estendeu o chaveiro na direção dele. Não, ela não iria fazer a mesma brincadeira que fez enquanto segurava a mochila.


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Re: Caldeirão Furado

MensagemCoreia do Sul [#195337] por Han Hae Chan » 07 Dez 2019, 21:43

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Crescendo – Parte IV

Conteúdo +18


O caminho até o quarto nunca lhe pareceu tão longo em toda a sua vida. Seu coração não cabia no peito. Não que estivesse achando que iria fazer alguma coisa naquele momento, longe disso. Era só que... Bem... Nunca estivera em um quarto com uma garota sozinho e estava rezando para que ela esperasse por ele do lado de fora enquanto ele jogava a mochila em um quanto qualquer e ambos desciam para beber um pouco. Era um plano legal e talvez desse certo. Ele tinha a ilusão interna de que daria muito certo. — 224? — Ele ecoou a fala dela transformando-a em uma pergunta com sua entonação. — Gosto de números pares. — Não era uma informação relevante, mas era uma curiosidade sobre ele que verbalizou mais para si do que para ela. Parando na frente do quarto ele estendeu a mão. — Me dá aqui a chave pra eu poder me livrar dessa mochila? —Pediu com o tom mais educado que conseguiu utilizar.

Quando ele reparou de forma mais atento em suas feições pôde perceber que ela o olhava de forma estranha. A taça em suas mãos já quase vazia. Ela já estaria bêbada com tão pouco? Hae duvidava muito. Mas... Ele não sabia quanto tempo fazia que ela estava por ali bebendo, não é? E se ela estivesse ali por mais tempo do que ele poderia confabular? Ela pegou suas mãos e depositou a chave nelas. Seu toque era quente e macio. E o coração do coreano acelerou pela milésima vez naquela noite. Mas ele não disse nada. Apenas forçou a chave na fechadura e a rodou quando alcançou o encaixe perfeito. Com um ruído baixo, a porta destrancou e ele a abriu. — Não vou demorar. Juro. — Comentou colocando o primeiro pé para dentro e rezando para todos os deuses para que ela permanecesse lá fora.

Sshibal!Ele não conseguiu segurar o palavrão com a sequência que se seguiu. Enquanto ele tentava fechar a porta atrás de si ela segurou a maçaneta, um gesto abrupto que acabou por culminar na derrubada da bebida que estava em suas mãos. E... Adivinha onde a porcaria da bebida foi cair? Exatamente. Todinha na blusa de Hae Chan. Ele estava muito irritado. Mas sua irritação deu lugar a uma falta de jeito bastante característica. Ela estava ralhando com ele. Não acreditava que ele fosse a deixar do lado de fora enquanto deixava sua mochila lá dentro. — Tsc... Não! É claro que eu não te odeio. Eu... Eu só não sabia se você iria querer entrar... Não é de bom tom pra uma moça entrar sozinha no quarto de um rapaz... Digo... Eu estou aqui e você não está sozinha, mas... Você entendeu onde eu quero cheg... —Sua fala foi interrompida por mais uma ação abrupta dela. Ela estava... Acariciando seu peitoral? Deus! Ele estava muito ferrado. Os dedos dela desenhavam a mancha deixada pela bebida enquanto ela pedia para limpar a sujeira que havia feito. — V-v-você se importaria então se eu tomasse um banho antes de descermos? —Ele precisaria tirar o cheiro de álcool do corpo. Sem contar que estava suado. Andar o dia inteiro pelo Beco Diagonal havia o desgastado bastante. — Enquanto eu tomo banho você consegue tirar a mancha de bebida da minha camisa pra mim?

Ela ficou confusa com o que Haechan havia dito em voz alta no início, quando estava com raiva. Ele corou mais do que tudo. Como explicaria que havia xingado? Como se explica um xingamento em outro idioma? — Não... Quer dizer... Eu não estava xingando você especificamente... Eu... Er... Tirar a camisa? — Ele arregalou os olhos ficando roxo de tanta vergonha. Sabia que não tinha um corpo ruim. Durmstrang o trabalhara bem, mas... Ele estava sem jeito. Completamente sem jeito. Mordeu o lábio inferior. Já estava ficando com a mania de morder o lábio inferior. Será que ele estava inchado? Ela só estava querendo limpar sua camisa. Nada mais... Ele começou a puxar para que saísse pela gola, o tronco sendo desnudo pouco a pouco. Ele tremia quando entregou o tecido a ela. — Er... Eu já volto... —E, assim, correu para o banheiro do quarto achando que a porta o salvaria de passar mais vexame do que já estava passando.

Mas como ele estava errado. Absolutamente errado. Retirou as roupas que faltavam e se pôs nu para que o banho fosse tomado. Tinha de ser rápido, mas... Naquele instante, várias coisas tomaram sua mente. Ele estava na segurança do banheiro e ela não iria até ali para ver o que ele estaria fazendo. E ele não podia deixar de pensar no quanto ela era linda. No decote do vestido que estava usando. No vermelho intenso de seus cabelos. No cheiro bom que vinha dela. Ele poderia demorar um pouquinho ali, certo? A mão tomou rumos inapropriados, mas ele se permitiu relaxar. Seus ombros perderam a tenção e ele fechou os olhos. Mas aquela sensação boa durou muito pouco tempo. A voz dela penetrou seus ouvidos e lhe deu um dos maiores sustos que ele já havia tomado em toda a sua vida. Ela havia entrado no banheiro! Ele não havia trancado a porta? Burro! Que burro que ele era! Se virou para ela instintivamente, mas aí se lembrou de como estava a situação lá embaixo e voltou a virar de costas, caçando uma toalha para enrolar na cintura, mas atrapalhando-se demais no ato. Ele estava cada vez mais convencido que era um palhaço. Só queria que o chão se abrisse e o engolisse de uma vez. — V-v-você não sabe bater antes de entrar nos lugares não?

Ele não sabia onde enfiar a cara e provavelmente deveria estar parecendo uma beterraba. Comparar com um tomate era bem pouco para se referir ao seu estado atual. Ela fez tantas piadinhas consecutivas sobre o fato dele estar de "barraca armada" que tudo o que ele queria era gritar. Até que veio uma pergunta que ele poderia responder. Ela perguntou se ele malhava. — Estudei em colégio militar... Então sim. — Ela estava apoiada na pia tão confortavelmente que ele ergueu uma das sobrancelhas. — Vem cá... Você não disse que não ia demorar? Pelo que tô vendo já terminou de tirar a mancha, né? —Ele não estava tentando ser grosso. Só... Estava nervoso demais.

Mas ela o hipnotizada na mesma proporção que o deixava intimidado. Parecia que cada um dos movimentos dela havia sido especialmente treinado para enlouquecê-lo. Imagens da ruiva retirando cada peça da própria roupa começaram a se passar pela mente do jovem Han. Ele nunca havia estado em uma situação como aquela e seu corpo respondia de forma inesperada. Ou talvez esperada demais. Ela disse que ele podia pedir para que ela saísse. Uma parte dele queria pedir para ela se retirar, mas outra... A outra queria muito aceitar a ajuda que ela estava querendo a "mãozinha" que ela estava o oferecendo. No fim ele não conseguiu falar nada. Só ficar feito um imbecil lá olhando para ela parado feito uma porta.

Aquilo era loucura. Aquela garota era louca. Hae gostava daquilo. Se aproximou e tocou sua pele, a pele de lugares perigosos. O arrepio que varreu o corpo do coreano o fez fechar os olhos. As imagens indecentes sendo transmitidas de forma contínua sob suas pálpebras. Ela retirou sua toalha e ele não protestou acerca disso. Continuou de olhos fechados, os dedos dela percorrendo sua barriga e descendo. Até que ela mordeu seu lábio inferior. Ele não queria que aquele contato acabasse. Ele não deixaria que aquele contato acabasse. Passou o braço direito ao redor de sua cintura e a puxou contra si. Seus lábios procuraram os dela e quando finalmente se encontraram o beijo que ele iniciou foi selvagem, carregado de desejo e de tirar o fôlego.

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Ela correspondeu ao beijo. Não que ele estivesse esperando por algo diferente, os sinais de que ela também queria aquilo haviam sido claros por quase todo o tempo. Mas sentir aquele consentimento na pele o deixava maluco. O aperto dela em seus cabelos, puxando-os com tanto desejo que ele soltou um gemido baixo. As mãos dela passeavam por várias partes de seu corpo. Era quente. Era macio. Era extasiante. Quando pausaram aquela união para buscar ar ela lhe perguntou se queria companhia no banho. Não. Quem ligava para o banho àquela altura? Ele se deixou entregar aos instintos e deixou sua vergonha guardada em uma gaveta. Voltou a beijá-la, dessa vez inclinando seu corpo contra o dela, obrigando-a a caminhar para trás, de volta ao quarto. Sua mão caçou o fecho do vestido e o abriu, fazendo-o deslizar por sua pele até atingir o chão. O beijo continuou. Pele com pele agora. A deitou sobre a cama e, completamente ofegante, deitou-se por cima. Ele tinha medo de falar e estragar tudo, mas também não podia fingir que sabia o que estava fazendo. Nunca havia transado com ninguém, mesmo que já tivesse ficado com outras pessoas. Ele era tímido demais. Nunca havia chegado naquele ponto. De olhos fechados e com a testa colada na dela ele sorriu sem graça. — Acreditaria se eu dissesse que preciso ser ensinado? Estou em suas mãos, Cassie... — Murmurou o nome dela em um sussurro, a voz morrendo na sílaba final. Estava cheio de vergonha, mas também estava cheio de desejo. Colocando as duas coisas em uma balança, não era difícil saber qual parte pesava mais. Que ela o conduzisse. Ele seguiria a dança com muito prazer.


Interação com: Cassie ❤
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Han Hae Chan
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Re: Caldeirão Furado

MensagemEstados Unidos [#195338] por Cassie McAlister » 07 Dez 2019, 22:22

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I think it's special, what's behind your back?
Part IV
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Conteúdo +18



    O líquido da taça não demorou para chegar mais da metade, ela também estava com sede. Hae murmurou algo sobre gostar de números pares e Cassie arqueou uma sobrancelha, pensativa sobre o comentário. — Acho que não tenho esse tipo de problema com números… — Deixou uma breve risada escapar e ficou o encarando. Seus olhos se fixaram nos lábios dele de modo involuntário. Eram pequenos, carnudos e tão avermelhados que pareciam que ele havia mordido um morango. "Será que seriam tão doces quanto?". Quando o ouviu pedir as chaves, ela balançou a cabeça levemente, espantando seus pensamentos luxuriosos e tentando disfarçar ao máximo que havia divagado. Não sabia quantos segundos passara daquele jeito. — Como eu disse, faça as honras, sir. — Com sutileza, ela fez uma reverência e pegou sua mão, depositando a chave.

    Concordando positivamente com a cabeça com a resposta de Hae, Cassie fez menção de entrar no quarto, logo atrás dele. Contudo, o rapaz estava querendo fechar a porta, na intenção de deixá-la do lado de fora. — Hey! — Ela exclamou, empurrando a porta com demasiada brutalidade. Tal ato fez com que sua bebida voasse em cima da blusa de Hae. Dando um leve suspiro assustado, Cassie tampou os lábios, mas, logo queria rir. — Omg... sorry. — Se desculpou, mas, ainda estava ofendida. — Mas... não acredito que ia me deixar do lado de fora. Você me odeia? — Fazendo uma pergunta totalmente sem sentido, Cassie alisou sua blusa no local em que havia manchado. — Eu posso limpar, se quiser… — Ela fez um biquinho, sentido-se um pouco culpada.

    A irritação no rosto de Hae Chan era tanta que Cassie queria rir. Achara fofo o modo como ele agiu e tentaria fazer isso de novo. — O que você falou? Está me xingando? — Perguntou, empurrando a porta. — A culpa foi sua, quem mandou você fechar a porta? — Com calma, adentrou o cômodo. Ele começou a falar sobre a questão de mulheres em quartos de homens, sozinhas e como ela o acariciava nesse momento, logo conseguiu fazê-lo falar sobre outra coisa. — Não estamos no século XIX para querer me chamar de "moça". — Sua voz saíra fina ao dizer a última palavra. — Meu nome é Cassie. — Com as duas mãos, segurava a taça com delicadeza. — Pode deixar, eu te espero. — Ela andou pelo quarto, que era simples, mas, muito bonito, e repousou seu drink no criado mudo. — Tira a camisa. — Ela cruzou os braços, o esperando. — Vou conseguir tirar a mancha, não é tão grande. Fica tranquilo. Okay?

    Cassie se sentia diante de um menino de doze anos, tirando a roupa para ir num médico. Ele estava corando, mais uma vez. Ela sabia que asiáticos costumavam ser um tanto tímidos, mas, ver isso de perto era totalmente diferente e encantador. — Está com frio? — Perguntou, assim que o viu tremer. Mas, ele não a respondeu e saiu seguiu para o banheiro. Cassie sorriu e logo se pôs a avaliar a mancha. Nem era tão grande e não entendeu o porquê de tanta irritação da parte dele. "Será que era uma camisa favorita?", cogitou. A mancha iria sair facilmente, não era vinho e nem café. Esses sim eram ruins de limpar. Caminhou até o banheiro e foi em direção à pia. Mas, sua atenção fora perdida antes de fazer o que tinha que fazer. Hae Chan estava nu, prestes a entrar no chuveiro. Um assobio soou dos lábios de Cassie ao olhar o formato de suas nádegas. — Relaxa, que só vi seu bumbum... não vou olhar mais nada. Só vim limpar a blusa, não vou demorar. — Disse, umedecendo os lábios. Ela prendeu o riso, pensando no quão lindos eram os pares de suas nádegas.

    Parecia que Hae Chan gostava de fazer as coisas para provocá-la, não era possível! Ela havia falado que não ia olhar, mas, ele estava pedindo para que ela olhasse. — Não é culpa minha se não sabe trancar a porta. — Comentou ao vê-lo se virar para si rapidamente com cara de espanto ao ver sua presença ali. Era impossível para Cassie não notar o corpo que estava à sua frente. Os músculos de sua barriga eram definidos, sem falar em seu membro que estava erguido, mas, que logo foi escondido por uma toalha. — Não está adiantando muito, não é? — Comentou ironicamente, sem retirar os olhos dele. — Eu sei que é normal os cavalheiros se levantarem para as damas sentarem, mas... aqui é um tanto apertado, não? — Comentou, virando-se para a pia mais uma vez. — Já vou acabar, fica tranquilo. A mancha é pequena. — Rapidamente, ela esfregou o local que estava manchado com o sabonete que estava na pia e enxaguou, retirando o líquido rosa dali. — Viu, eu disse que não ia demorar. — Tornou a encarar Hae Chan, mordendo o lábio inferior. Não havia como negar e também não tinha necessidade alguma de mentir. Ele era lindo, com ou sem roupa. Por mais que seu rosto apresentasse ser novo demais, seu corpo dizia totalmente o contrário. — Você malha? — Perguntou de modo mais casualmente possível, encostando-se na parede e ainda segurando a blusa que limpara.

    Vê-lo enrubescer fazia Cassie querer morder suas bochechas. Achava ótimo saber que ele fazia academia, comprovando suas dúvidas. Era o corpo perfeito, num homem perfeito. Ou quase perfeito... para ela, homens eram complicados. Hae Chan estava com pressa para que ela saísse dali e pediu para que ela se retirasse. — Você não parecia tão ansioso para o banho até eu entrar aqui. — Disse, olhando para o membro rijo, muito mal escondido com a toalha de banho. — Mas, posso sair… — Ela apoiou a camisa na pia e caminhou até ele. — Se não quiser uma mãozinha. — Ela pronunciou cada palavra olhando em seus olhos. Ele ficaria ainda mais tenso? Talvez.

    Naquele instante, Cassie duvidou se Hae Chan era uma pessoa ou o clone de alguma outra. Ele não falara absolutamente nada sobre sua proposta. Contudo, isso não a fez recuar. Seus dedos roçavam devagar pela toalha na altura de sua perna, até chegar em sua virilha. — Devo partir do pressuposto que quem cala, consente? — Murmurou em seu ouvido, mordiscando o lóbulo de sua orelha. — E se consente... eu posso ajudar. Estou errada? — A mão dela naquele instante havia retirado a toalha e tocava devagar em sua barriga, passeando com o indicador até seu alcançar seu rosto. Ela segurou seu queixo e mordeu seu lábio inferior, o sugando devagar. — Doce.


    Spoiler: Mostrar
    Cassie aguardou que ele fizesse alguma coisa. Havia o provocado de diversas maneiras possíveis e se não acontecesse nada, ela entenderia. Contudo, fora surpreendida ao sentir os braços de Hae envolverem sua cintura, a puxando contra seu corpo. Cassie sorriu e o deixou fazer o que quisesse. Um beijo lascivo fora iniciado por ele e ela apenas fechou os olhos, se entregando ainda mais a situação, permitindo sua língua se entrelaçar a dele. Um calor percorreu em todo o seu corpo ao se abraçar a ele. Ela segurou seu cabelo com uma das mãos, deixando-o bagunçado, devido a intensidade da situação. O ar estava começando a lhe faltar e foi necessário puxar a cabeça dele para trás para pausar o momento. Os rostos não deixaram de ficar próximos nem por um segundo. Ela respirava diante de seus lábios, ainda de olhos fechados, sentindo a ereção dele contra sua pele. Isso a fez arfar baixinho. Sua mão acariciou seu membro com firmeza, mas, sem pressa. — Quer companhia para o banho? — Murmurou em seus lábios, deixando um selinho.

    Sua resposta, mais uma vez, fora o silêncio. Mas, não havia sido tão ruim, porque desencadeou uma atitude que ela não esperava de Hae Chan. Ele a beijou mais uma vez e com a mesma ferocidade, ou mais até. Cassie se prendeu a ele novamente e permitiu que ele a conduzisse. Hae começou a andar de volta para o quarto sem soltá-la, abrindo o fecho de seu vestindo. Ela suspirou com sua ousadia. "Finalmente!", pensou enquanto ele a deitava sobre a cama. Ela gemeu ao sentir sua ereção ainda mais intensa ser encostada em seu si quando ele deitou sobre seu corpo e sem parar de beijá-la. Ela estava adorando aquilo. Quando o beijo pausou, ela segurou sua nuca, sem abrir os olhos, com as testa unidas e um sorriso satisfatório em seu rosto. Aquilo só estaria começando. Ambos estavam com a respiração ofegante até que Hae começou a falar. A voz dele era suave, mas, era possível perceber o quanto ele estava tímido. Ainda mais com o que acabara de dizer, o que fez com que a americana alisasse seu rosto. — Eu sempre pensei em ser professora. — Respondeu, mordendo seu lábio inferior mais uma vez e o virando sobre a cama, ficando por cima dele. — Posso fazer o que eu quiser? — Sussurou, beijando sua orelha devagar, antes de passear com a língua em seu maxilar e lhe dar um selinho outra vez. Com pressa, arrancou os sapatos, ficando mais encaixada sobre seu corpo.


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With: Han Hae Chan ♥
Cassie veste isso.
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