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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Madame Malkin's

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Re: Madame Malkin's

MensagemReino Unido [#184693] por Zoey Bloom » 02 Jul 2018, 10:28

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O que minha irmã tinha na cabeça em querer, do nada, sair em busca de uma roupa? Justo no meio da semana? Sinceramente? Depois que ela começou esse relacionamento bizarro com o jogador de quadribol, a cabeça de minha irmã não foi mais a mesma. Talvez a fama ridícula daquele ser estivesse passando para os neurônios da enfermeira, mas já desisti de tentar enfiar qualquer juízo nela. - Você sabe que isso não faz sentido algum, certo? - Falei para ela, enquanto caminhávamos pela rua, olhando de um lado para o outro, tentando encontrar a loja ‘perfeita’ para a busca dela pelo vestido de uma festa. Por Merlin! Desde quando Wendy se prendia a coisas tão banais como roupas? Esse negócio sempre foi muito mais a minha cara enquanto ela simplesmente aceitava qualquer tipo de vestes, desde que servisse. Alguém havia trocado a cabeça de minha irmã, não existia outro motivo.

- Isso sem contar o fato, de você deixar seus sobrinhos com mamãe e as loucuras dela. - Continuei a reclamação, talvez por não ter sido um dia muito bom. Acordado com o pé esquerdo? Sem sombra de dúvidas! Assim como levantado da cama antes de um horário decente, depois de passar a noite praticamente acordada devido a um infeliz que fazia barulho e acordava meus filhos. Aquele quadro de funcionários de casa precisava ser alterado com urgência! Papai que me aguardasse, porque uma noite em claro, era a pior coisa que alguém poderia desejar que acontecesse comigo. - Pelo amor de Salazar! Entra em qualquer loja, Wendy! Não vou perder meu dia livre, caçando roupa para alguém que nunca foi preocupada com essas coisas! - Péssimo humor. Era assim que eu ficaria o dia todo, só para fazer a cabeça da mais nova e poder voltar para minha cama. - E desde quando você gosta de ficar chamando atenção de homens hein? Pensei que isso fosse coisa de vagabundas… que merda aconteceu com sua cabeça? Sinceramente, você tem que parar de tentar ser a perfeitinha! Esse cara vai te trocar assim que cansar das suas frescuras! Você sabe muito bem disso… - Não que eu odiasse a ideia de minha irmã querer investir em roupas, mas que fosse pelo motivo certo e não por causa de um idiota qualquer, que foi forçado a noivar com Wendy. Ainda bem que papai parou com essas palhaçadas com ela, porque se continuasse e chegasse em mim, a coisa ficaria feia.- Tá… tá.. tanto faz! Agora só entra nessa loja e veste qualquer coisa, não tenho o dia todo…
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Zoey Bloom
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Re: Madame Malkin's

MensagemReino Unido [#184694] por Wendy Bloom » 02 Jul 2018, 10:29

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Se pudesse voltar no tempo, sem dúvidas Wendy aproveitaria a chance. Não que ela detestasse a ideia de dividir o dia com a irmã mais velha (coisa que não acontecia com tanta frequência quanto antes), mas somente não gostava quando Zoey estava com mau humor. Alguma coisa na mais velha fazia com que a inglesa ficasse com medo de agir normalmente e se não fosse tão calma, teria desistido antes mesmo de saírem de casa. Wendy compreendia que ter dois filhos pequenos poderia trazer muitas preocupações, assim como responsabilidades gigantescas, porém, não era justo Z descontar nela, já que não fez nada além do combinado. Se pudesse prever o futuro, sem dúvidas diria para adiar a ideia, porque tentaria evitar uma guerra com a ruiva.

Como não era possível, apenas caminhava com a cabeça trabalhando rápido para não ficar maluca com as reclamações da irmã. Sim, ela entendia que seu comportamento mudara desde que seu relacionamento com Logan ficou mais sério, mas ela não via tantas mudanças bruscas como Zoey insistia em mostrar. Afinal de contas, qual era o problema de Wendy querer se vestir melhor para sair com o namorado quase noivo? Não ia buscar algo ousado, já que não era de seu feitio, apenas gostaria de alguns vestidos diferentes e melhores, como que para se sentir bem e confiante. Será que Zoey não conseguia entender esse pequeno detalhe?

“Zoey, você poderia, por favor, guardar seus comentários maldosos e só dizê-los quando eu lhe pedir?” Questionou para a mais velha, com tom sério mas ao mesmo calmo, com a intenção clara de evitar brigas mas querendo finalizar as reclamações. Nunca fora uma pessoa explosiva, mas até mesmo ela tinha limites e eles estavam prestes a acabar se caso Z continuasse com as palavras desnecessárias sobre Logan. Para Wendy, isso não fazia o menor sentido, já que os dois não se conheciam, então bem que a mais velha poderia ficar calada. Com um virar de olhos, coisa que não acontecia com facilidade, a inglesa adentrou a primeira loja de vestidos, não porque recebeu uma ordem, mas porque uma peça amarela em particular lhe chamou a atenção. “Só espero que tenham meu tamanho.”
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Wendy Bloom
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Re: Madame Malkin's

MensagemRomenia [#187748] por Mihail Weylin » 28 Out 2018, 16:16

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I'm gonna pop some tags
Only got twenty dollars in my pocket

I, I, I'm hunting, looking for a come-up
This is fucking awesome

Parte I


-Então nós simplesmente podemos gastar o nosso dinheiro com o que quisermos sem... uh, se importar com a opinião deles. – Repeti pela terceira vez, fazendo Anghel revirar os olhos com um suspiro razoavelmente frustrado. Eu sei que era chato responder a exatamente a mesma coisa três mil vezes, mas... todo o conceito de mesada e poder comprar o que eu queria era algo novo, para se dizer o mínimo. –A minha resposta não vai mudar, Treze. É... simplesmente isso. – Inalei profundamente, abrindo um sorriso imenso que deixa a mostra a janela depois de ambos os dentes da frente terem caído.

-Isso é... tão legal – Comentei com um suspiro alegre e, ouso dizer, sonhador. Olhei a nossa volta, para as lojas alinhadas umas as outras ao longo de todo o Beco Diagonal, tentando tomar uma decisão quanto o que queria comprar e se eu realmente queria algo. Tínhamos uma hora para decidir, pelo que entendi, e não poderíamos sair dali, mas teríamos a liberdade de, sozinhos, decidir onde e o que queríamos antes que Nikolai e Hideki voltassem da Madame Malkin’s. –Então... o que vamos comprar? – Questionei por fim, voltando-me para os dois garotos que dividiam comigo suas aparências.

-Eu acho que a gente deveria ir em todas as lojas e ir vendo... – Inclinei a cabeça para o lado, considerando a sugestão de Anghel por alguns instantes antes de dar de ombros, - Eu.... Sinceramente me sinto dividido entre a Sorveteria e a loja de brinquedos. – Mordi os lábios, - Uh, acho que a loja de brinquedos seria uma escolha melhor. – E eu sabia porque ele dizia aquilo. Se eu pedisse eles comprariam para nós qualquer sorvete, tanto quanto sabia que – me conhecendo – eu seria capaz de gastar seis meses de mesada ganhados de maneira suada cortando a grama em uma quantidade insana de sorvete.

- Mas também tem a loja de animais, não disseram que a gente não poderia comprar alguma coisa. – Pisquei para eles, ostentando no olhar o típico brilho travesso que garotos de minha idade, ou seja, com seus oito anos tinham. – Uh, o que você acha, Quinze? – Inquiri, erguendo-me por um instante nas pontas dos pés, tamanha era a excitação de poder tomar uma decisão como aquela. – Você ‘tá muito quieto, fala alguma coisa, vaaai. – Pedi, agarrando-lhe o braço e esfregando a bochecha na dele. Admito que com o passar deste ano de liberdade eu tinha descoberto que era o que podemos chamar de ‘grudento’.

-Vamos comer delicias até passar mal...? – Ofereci, apontando-lhe com um floreio a sorveteria, mantendo minha bochecha grudada na dele, -Comprar um gato? – Apontei a loja de animais, -Ou.... Montar um estoque sem fim de travessuras? – E eu, novamente, não era capaz de esconder o brilho no olhar ao dizer aquelas ultimas palavras, completando a breve frase com um suspiro sonhador, antes de olhar de canto (ou tentar) o irmão, sem me mover daquela posição. –Tik-tok-tik-tok, vaaaai Gaaav. Me ajuda eu ‘tô completamente perdido, eu nunca tive tanto dinheiro na minha vida! – Fiz um drama básico, abraçando-o com força e escondendo o rosto no pescoço deste.

-Tão dramático. – Ouvi Anghel suspirar atrás de mim, prontamente ignorando as palavras deste com um risinho, se afastando lentamente do garoto que eu estava literalmente agarrando no abraço, - Posso fazer um drama pra você também, se você ‘tá com ciúmes. – Dei língua pra ele, puxando o garoto pra perto pelo casaco e então nos virando novamente para o terceiro então. – E ai, Gav? Qual a sua opinião?


Narrador,, -Outros- , -Falas - e doces "Pensamentos" .
Tagged: Anghel W.
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Notas: Meu deus Mih é muito feliz pqp.
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Mihail Weylin
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Re: Madame Malkin's

MensagemRomenia [#188080] por Gavril Weylin » 23 Nov 2018, 10:25

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    Sustentava em mãos a bolsinha com dinheiro, na realidade uma carteira antiga que havia encontrado pela casa e servira muito em para guardar cada centavo ganho, admirando com orgulho o peso da mesma entre os dedos abertos de forma ingênua deixando a mercê de qualquer um que passasse e tivesse um pingo de maldade em pegar aquilo e simplesmente correr. “Sorvete, bicho, brinquedos.” Não fazia a menor ideia se o valor contido na bolsa daria realmente para comprar tudo que havia naquele beco, aliais, nunca havia tido a oportunidade de ter dinheiro em mãos ou saber como realmente funcionava tal coisa até aquele momento. Não havia experimentado tamanha liberdade e responsabilidade.

    Escutava de soslaio a discussão dos irmãos indecisos quando os braços de Treze simplesmente envolveram um dos meus quase derrubando a bolsinha de minhas mãos. – Porquê não começamos de onde estamos?- Fechei um dos olhos com a aproximação de Treze para evitar que os cabelos do mesmo entrassem em meu olho. – As lojas para trás nós já vimos com Nikolai e Hideki, então vamos traçar uma linha reta a nossa frente.- Apontei para frente como se estivesse desenhando no ar uma espécie de mapa. – A próxima loja é a aquela sorveteria e bem mais a frente a loja de brinquedos e entre as duas está a loja de animais, então podemos só seguir a ordem e assim todo mundo vê o que quer, não acham?- Voltei os olhos na direção dos dois com um leve sorriso. – Não acho que teremos tempo para ir de loja em loja, é muita coisa Dezesseis, então vamos onde Treze quer e depois onde você quer já que essa é a ordem a nossa frente.- Sustentei o olhar de Dezesseis por alguns segundos esperando que o irmão entendesse que não estava o desafiando ou contrariando ou qualquer outra coisa do tipo, apenas usando a lógica para ser o mais objetivo possível.

    Por fim enfiei a carteira no bolso do casaco antes de estender a mão ao gêmeo mais distante fisicamente puxando-o para perto e então arrastar a ambos por entre as pessoas fazendo questão de segurar firme em suas mãos e me manter entre ambos. Por motivo óbvios andar de tal forma me deixava confortável, necessitava sentir a presença e toque de ambos mesmo depois de tantos anos "livres" por assim dizer, era como se no fundo aquela sensação de que pudessem sumir não desparecesse do subconsciente, tanto que tais ações se tornaram tão naturais que não mais as fazia de forma pensada.

    Apesar de sermos completamente idênticos com relação a aparência, era claro que tínhamos ideias diferentes e gostos peculiares e quase sempre Treze e Dezesseis discordavam com algo. Óbvio que muitas coisas agradavam a todos nós, mas com o tempo cada qual desenvolvera seu próprio querer incluindo eu e se não fosse minha vontade maior em ficar calado e tentar por vezes apaziguar o clima entre os dois a meu lado, talvez também colocaria meus desejos e opiniões na mesa.



Narração;Fala;Fala outros; Pensamentos.
Interagindo com: Mihail W. e Anghel W. (npc)
Off: Convenhamos que Gav é mais maduro e lógico dos 3 .lixa (sqn)
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Re: Madame Malkin's

MensagemIrlanda [#191654] por Etiene Valchard » 25 Mai 2019, 15:42

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    Ah, compras! Desconheço passatempo melhor. Mamãe sempre diz que uma sacola recheada de galeões é o melhor amigo que uma pessoa pode ter, e sinceramente, tenho de concordar – em minha opinião, não há nada mais divertido que entrar em uma loja e sair de lá repleto de sacolas. Opulência é uma palavra que com o tempo acabou se tornando bastante comum a mim, pois devido meu crescimento desenfreado – genética de gigante, dãããh – meus pais me levam para comprar roupas novas todos os meses. Provindo, ainda, de uma família consideravelmente afortunada, dinheiro nunca se mostrou um problema e sou grato a isso. Tenho a vida quase-perfeita.

    Às vésperas do ano letivo, minha criada Cecil e eu visitamos o beco diagonal para poder adquirir todos os itens solicitados na lista de materiais escolares. Mal chego a acreditar que dentre poucos dias estarei ingressando na mais prestigiada academia de magia da França. Me arrepio apenas por imaginar adentrando os portões da escola, pronto para aprender bruxaria e tudo o mais que a escola oferecer.
    — Não é incrível, Cecil? Eu, Etiene Valchard, o mais novo aluno de Beauxbatons! — É preciso conter minha animação, uma vez que a euforia é tamanha que praticamente ando aos saltitos. — Não temos tempo a perder, vamos, vamos. Quanto mais cedo terminarmos as compras, mais tempo terei para arrumar as malas quando chegarmos em casa. — Apresso Cecil. As pessoas abrem caminho quando nos veem; Cecil, à frente, com seus dois e sessenta de altura, empurra os desavisados, bruta demais para uma dama. Sigo logo atrás, buscando os melhores comércios pela beleza da fachada.

    A primeira loja que encontramos é também a mais importante de todas – a Madame Malkin's. Aqui é onde irei requisitar meu uniforme estudantil, e sabemos bem que uma boa impressão é essencial para a reputação na academia. Por isso, não posso vestir qualquer coisa; precisa ser um fardamento de primeira linha, do melhor tecido disponível e com os mínimo detalhe medidos perfeitamente. Confio que a costureira e dona da loja realizará um ótimo trabalho, pois eu mesmo irei me certificar disso.
    — Bonjour, mademoiselle. Gostaria de fazer a prova do meu conjunto escolar, por favor. — Saúdo a atendente atrás do balcão, sorrindo a ela com toda gentileza possível. Percebo, para minha sorte, que sou o primeiro cliente a chegar no estabelecimento. Maravilha. Terei toda a atenção da vendedora somente para mim.

    Ela reconhece meu sotaque francês imediatamente, e logo menciona Beauxbatons, ao que eu confirmo. Circundando a bancada, a costureira me guia em direção do provador – Cecil, minha criada, permanece em meu encalço, silenciosa como de costume – e com a varinha, conjura uma espécie de fita métrica, realizando as medidas necessárias para o ajuste rápido do uniforme que me é enfiado pela cabeça. Frente ao enorme espelho que cobre a lateral do provador, posso ver nitidamente meu reflexo e testemunhar as alterações das vestes que usarei na escola – a cada floreio da varinha da lojista, uma parte do tecido encolhe, espicha, rasga e ou se costura magicamente. Simplesmente vivo por cada momento, vislumbrando o trabalho dela ganhar forma.


    — Como acha que será a escola, Cecil? — Questiono a criada, embora não dando tempo para respostas. Muita coisa passa em minha cabeça nesse momento, muitas emoções. Êxtase, ansiedade, preocupação. Não posso ser apenas mais um aluno calouro na academia. Preciso que todos me conheçam e saibam meu nome. — Ouvi dizer que tudo é muito bonito, inclusive os alunos. Somos franceses, certo? Não é esperado menos que bons cuidados corpóreos e uma boa aparência. Infelizmente, isso significa que terei que me destacar de outra forma. — Penso alto, inerte aos acertos finais em meu conjunto acadêmico; calça e camisa sociais justas, gravata, capa, chapéu pontudo, pulôver e um cachecol para os dias frios. Acho que não esqueci nada.

    — Perfeito, madame. De certo irei arrasar em Beauxbatons, ficou muito boa a costura. — Experimentando cada peça por vez, a imagem refletida no espelho da parede confirma minhas expectativas. Roupas, num geral, contam uma história, e aquela contaria a de um belo príncipe nascido entre monstros. Estremeço defronte minha imaginação pérfida, dando conta do quão terrível soara esta idealização. Que pensamento horrível, Etiene! O que quer dizer sobre sua família? Repugno a mim mesmo, e por um instante, me flagro encarando um rapaz alto, bem vestido e pomposo demais para ser considerado descendente de gigantes. As raízes de meus ancestrais nem mesmo dão ar da graça em meus trejeitos polidos e é isso, então, que estou fazendo? Tentando não parece com meus parentes? E se sim, por que?

    — Vamos, Cecil. Acabamos por aqui. — Não estou no clima para continuar com as compras, e minha criada percebe isso. Preocupada, ela questiona se tudo vai bem, me analisando com o par de olhos azulados friamente inquisidores. Confirmo com um rápido aceno. Tudo vai bem, sim, menos minha consciência. No que estou me tornando?



    ❀❀❀
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    Liberando a loja predileta do Etiene, é isso.
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Etiene Valchard
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Re: Madame Malkin's

MensagemJapao [#195251] por Maya Matsuda » 30 Nov 2019, 18:16

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Peek-A-Boo!
Parte I


    As aulas estavam prestes a retornar e ao mesmo tempo que isso era bom para a sonserina, também era ruim. A parte de rever os amigos era ótima, mas, ficar sem música, seu precioso fone de ouvido era uma parte muito dura. Segundo Serena, cruel. O jeito era torcer para que o recesso ou as próximas férias chegassem logo. Sim, ela estava saindo de uma e já desejava as próximas férias. Isso era algo normal, não? Se não, ela achava que deveria ser. Naquele dia, o tempo estava consideravelmente agradável, o que a fez sair com uma saia preta e branca com estampa de quadrinhos da Marvel, um suspensório preso à mesma, um cropped preto de gola alta e bota preta de cano curto com fivelinhas. Seu cabelo estava solto, repleto de cachos cor de rosa.

    Caminhando distraidamente pelas calçadas do beco diagonal enquanto segurava nas mãos de Taylor, sua prima, os olhos de Serena pousaram na fachada da melhor loja do Beco Diagonal, segundo a sonserina.
    — Ali! — Apontou com a cabeça, batendo palminhas de excitação, indicando o quanto queria ir até à loja. — Madame Malkins! — A mais nova apressou a prima para que andasse mais rápido. — Aqui é o único lugar que pode fazer a roupa perfeita. — Quando ficou de frente à loja, suspirou ao ver a quantidade de novidades na vitrine. — Olha. isso. — Sussurrou ansiosa. — Parece o look da Beyoncé feito pelo Givenchy. Mas, ainda melhor… — Ela ergueu uma das mãos na vitrine, como se estivesse diantes de algo precioso demais para receber o toque de meros mortais, de tão precioso.

    Respirando fundo, ela puxou a maçaneta e adentrou a loja com sua prima.
    — Taylor, eu acho que morri. — Comentou, olhando para todos os lados. — Eu tô no céu. — Sussurrou, seguindo para a primeira arara de roupas de festa. — Cara… eu só queria ter um evento pra usar isso. — Suas mãos alisaram a manga de um vestido preto um tanto transparente, relativamente longo, mas, com uma enorme fenda no lado esquerdo da perna. — Não só evento, mas, o corpo também né… — Ela olhou para baixo e viu que seus seios ainda eram um tanto pequenos. “Será que serei amaldiçoada? Só porque eu quero ter, não vou ter?”, sua mente a preocupava constantemente a respeito disso.

    — O foco é o uniforme. — Disse, indo em direção a atendente para pedir um novo uniforme da sonserina, visto que as mangas de suas vestes estavam um mais curtas. Contudo, um novo empecilho estava em seu caminho. Empecilho este que a fez suspirar ruidosamente. — Olha isso, Taylor. — Sua voz soou dolorosa. — É perfeito. — Serena parou diante de outro vestido preto, com renda e decote. — Preciso experimentar. — Mas, a sua cabeça já lhe dizia que era seu. Isso a fez ir atrás da atendente para solicitar o vestido. Mesmo com uma quantidade considerável de pessoas dentro da loja, foi devidamente atendida e sem demora, uma moça lhe entregou o vestido que desejava. — Eu já volto. — Disse à Taylor e logo, correu para o provador.

    A moça da loja a auxiliou na hora de se vestir e até com seu par de botas o look havia ficado bonito. Mas, ela tinha um par de botas em casa que ficariam ainda mais perfeitos. Não demorou para sair do provador e encontrar Taylor.
    — Não é lindo? — Comentou próxima à prima, parando diante de um espelho de corpo inteiro. Deu a velha e tradicional voltinha, admirando cada detalhe do tecido em seu corpo. Admiraria ainda mais se não tivesse visto um rosto que conhecia muito bem, um pouco mais distante de onde estava. — Himitsu. — Seus lábios sopraram o nome do lufano que não estava sozinho, mas, na companhia do medibruxo da escola. A sonserina seguiu em sua direção e assim que o alcançou, pulou em seus braços. — Não vive sem mim… — Disse um tanto convencida, mas, com um largo sorriso em seu rosto. Não tinha coisa melhor do que encontrar os amigos de forma aleatória.





With: Taylor Adams e Himitsu Miyamoto.
Tagged: Izumi Miyamoto.
O vestido que ela tá experimentando e vai comprar, cof cof ~: esse.
Notes: Oi, Cissaaaaa! Espero que goste. ♡
.cute


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Re: Madame Malkin's

MensagemEstados Unidos [#196982] por Cassie McAlister » 17 Fev 2020, 21:41

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In the clouds...
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      — Você não tem querer não. — Disse, puxando o braço de seu irmão para dentro da loja. Cassie não costumava ter muita paciência com ele, ainda mais quando ele fazia questão de irritá-la, coisa que ele fazia com muita frequência. — Eu tenho sim. — Caleb resmungou, mas, fazendo a vontade da mais velha. — Não tem não! Se tivesse avisado no outro dia que viemos aqui, teríamos resolvido tudo de uma vez. Mas, naaaaão… Socou a língua no c*. — Por mais que o garoto estivesse irritado, não deixou de sorrir e acabou fazendo com que sua irmã sorrisse também.

      — Eu não lembrei… foi mal. — Caleb ria com mais vontade e a mais velha também. Ela até lhe deu um tapa na testa. — Tudo bem. — Cassie quase nunca ficava muito tempo brigada com seu irmão, na verdade, com ninguém. — Tem um bar aqui por perto. — Ela sorriu largo. — Você vai me pagar uma cerveja. — A americana sentou-se num dos puffs que estavam disposto no local e o encarou arqueando uma das sobrancelhas. O garoto cruzou os braços, fingindo indignação. — Anda logo, vai pedir seu uniforme! Já estou com sede. — Para provocar a mais velha, o garoto começou a perambular pela loja, fingindo estar interessado em tudo que aparecia à sua frente.

      — Duas cervejas… — Disse, dando um suspiro. Caleb começou a mexer em algumas araras, o que a fez levantar e ir até ele. — Okay, desde quando você quer comprar roupas? Eu que te arrasto toda vez. — Ele estava segurando uma blusa social cinza, muito bonita, o que fez Cassie estranhar. Ele encarou por alguns segundos. — Talvez eu queira uma blusa nova, não posso? — Os olhos da ruiva estavam semicerrados com a resposta dele porque fora evasiva demais. Isso fez com que ela ficasse ainda mais desconfiada e não saiu da cola dele. — Não, não pode. Eu quero beber e você está me segurando aqui. Vai pedir logo a porr* do uniforme. — Ela o empurrou na direção da primeira atendente que apareceu no caminho e tornou a se sentar. Cassie sentou-se outra vez e cruzou as pernas para esperá-lo, olhando para o belo lustre pendurado ao teto da loja.

      Não havia nem uma semana da vez que conseguira uma companhia um tanto inusitada para beber e ela sorriu ao se lembrar do dia em que conhecera Hae Chan. “Como será que ele está?”, ficou pensando onde raios ele poderia estar e foi nesse momento em que uma das mãos de Caleb passou diante de seus olhos. — O que, caralh*? — O mais novo começara a rir. — Estava viajando! Até sorriu. — A gargalhada dele estava ficando alta e ela chutou a canela dele. — Ai! — Exclamou o garoto. — Já pagou? — Perguntou, ficando de pé. — Já… — Ele resmungou. — Não vai me dizer no que estava pensando? — O sorriso dele era um tanto malicioso. Ela apontou para a saída, fazendo o irmão andar à sua frente e lhe dando um chute na bunda. — Não te interessa e vamos dar o fora. — Caleb esfregou a nádega atingida, resmungando ainda mais, mas, Cassie não se importava. Ela estendeu a mão para ele e logo, aparataram dali.

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With: Caleb McAlister (meu NPC)
Tagged: Han Hae Chan
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Re: Madame Malkin's

MensagemColombia [#210457] por Merissa Ramírez » 13 Jan 2021, 21:09

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Eu me olhava várias vezes no espelho, enquanto fazia caras e bocas e alguns ruídos não identificáveis. Era chegado o dia de ir ao Beco diagonal fazer a compra do material escolar de Drumstrung, o que poderia ser um dia muito importante na vida de uma jovem bruxa como eu. O motivo para tal comportamento? Estava super nervosa, já que nunca havia saído de casa pra visitar outro país, ainda mais um ao qual girava boa parte do mercado mágico. Minha irmã? Ela parecia zombar da minha cara, porém de algum modo aquilo me acalmava.

- ¡chicas! ¿Ya estás listo? No podemos llegar tarde, ¿eh? ¡De pronto el Beco Diagonal estará lleno y no hay quien pueda moverse por esos benditos callejones! – A voz de minha mãe logo se fez presente do outro lado da porta de nosso quarto.

Nosso quarto ficava no primeiro andar da casa, porém era possível ouvir a entonação de nossa mãe variar de acordo com os passos que está realizava no andar de baixo.

- Mami, estamos casi listos – Iniciei a fala.

Deixando que minha gêmea concluísse a frase para que a avisasse que já estaríamos descendo.

(...)


Eu já havia viajado algumas vezes de pó de flú, porem em todas elas eu ficava com um engasgo nas minhas vias aéreas que não sabia explicar. Eu sempre tapava o meu nariz, porém parecia que aquele pó mágico se entranhava no meu corpo e não queria mais largar. Contive várias vezes meu queixo a cada estrutura e efeitos mágicos que as lojas produziam em suas respectivas entradas, deixando bastante atrativo para que os clientes adentrassem e conhecessem melhor o que tinham a oferecer.

Assim como minha mãe havia mencionado, o Beco Diagonal estava super lotado, parecia que todos os alunos de todo o mundo haviam iniciado sua jornada de compras de maneiras bastante prematura. Parecia que não era só a mãe Ramirez que se antecipava na data de preparação pré-letivo escolar.

- Mama, a lista de materiais é bastante grande, no? Por onde começaremos? Lê, está empolgada? Eu já estou com borbulhinhas na barriga! – Falei, ainda admirando ao redor.

- Vamos começar por el as roupas! Es o más importante chicas! Quiero a mis hijas agasalhadas! Ainda dá tempo de desistirem e irem para Castelo Bruxo! Ou ao menos poderiam fazer companhia a irmã de vocês, em Beaxbatons! - Esbravejou a mais velha.

Me entreolhei com minha cópia e falamos em uníssono. – Mama, seremos as primeiras Ramirez em Durmstrung. – Continuei o restante sozinha. – Além, do más, iremos voltar duas guerreiras furiosas e fuertes!

Por mais que nossa família, e toda a fonte de informação que falava sobre a escola russa, dizer que lá seria um local bastante rígido e militar, eu e Lerissa não nos intimidávamos. Não gostávamos de voltar atrás em nossas decisões, agradecendo que teríamos esta opção de escolha. Já que se fosse pela Vó Paloma, iriamos para onde ela achasse melhor. Já de frente para a loja, li o letreiro que estava logo no alto: “Madame Malkin's”.
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Re: Madame Malkin's

MensagemInglaterra [#211754] por Sophie Smith » 21 Fev 2021, 13:21

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Um dia para ficar tranquila...

… em meio a magia.

#Primeiro Post!


O ano letivo de Sophie estava prestes a começar, seu quinto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. E, com seus quinze anos, era hora de renovar suas roupas, talvez comprar novos materiais, afinal de contas, a adolescência e maiores responsabilidades estavam chegando. Nossa jovem inglesa sempre procurou ser mais independente e conseguir as coisas por mérito próprio, com isto, seus pais raramente precisavam se preocupar em cobrar alguma coisa de Smith, pois a jovem tinha grande responsabilidades para com seus deveres e, por falar nisso, onde ela estava neste momento? No beco diagonal, despedindo-se de seus pais.

- Pode deixar, pode deixar que vou verificar a lista todinha. Vocês me conhecem... Sei me virar. – enfatizava as últimas palavras com Thomas e Olivia. E, é claro que para uma jovem de quinze anos que pratica artes marciais, realmente a morena sabia se cuidar – Encontro vocês daqui... – parou para pensar um pouco, observou o tempo ensolarado e o local bem movimentado – Daqui a uma hora, talvez? – e aí por fim, olhou para suas próprias vestes. Uma calça legging preta com uma blusa mais comprida vermelha, que desse para tampar onde os meninos não podiam olhar e, um tênis roxo, compunham seu visual. Tipicamente trouxa “Não é porque sou bruxa, preciso vestir roupas de bruxo.” mas mesmo assim, sabia que tinha seus uniformes para renovar e, Madame Malkin’s era o lugar – Vou comprar algumas roupas! – beijou seus pais no rosto e finalmente, se viu só para um dia de tranquilidade. Respirou fundo, encarou a multidão, prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo para aliviar o calor e aí sim, Sophie Smith começou seu dia de compras.

O Beco Diagonal neste dia, realmente estava bem movimentado, talvez porque faltassem apenas alguns dias para o início do letivo nas escolas, várias crianças andavam por entre as lojas à procura de seus materiais “Eu, como já estou indo para o quinto ano, não tenho uma lista tão grande, mas os novatos...” parou para observar uma família com um menino bem pequeno, aparentando ser um futuro ingressante à alguma das escolas – Bom dia! Precisam de ajuda? – sim, Sophie não pensava muito em se oferecer para ajudar quando visse que era necessário, tinha um coração gentil, se iria se meter em uma enrascada por estar ajudando, arrumaria um jeito de se virar depois – A loja de varinhas? Hum... – parou para observar as vitrines e encontrou várias crianças na mesma idade em frente de uma delas – Está vendo ali, onde tem várias crianças da mesma idade que seu filho, acredito eu? Pois bem, o Senhor Olivaras é o dono da loja que querem ir. Serão bem atendidos, tenho certeza... – com um sorriso no rosto, respondeu ao agradecimento – Sou Sophie! Aluna da Grifinória, em Hogwarts. É um prazer... – se apresentou e tomou rumo ao seu destino, a loja de roupas mais conhecida no mundo bruxo.

Madame Malkin’s já não estava tão movimentada quanto as demais lojas, os mais novos estavam mesmo ansiosos é pela compra da varinha e todos os itens mágicos. A roupa? Um mero detalhe – Mas para mim! É uma coisa muito importante! – respondeu para si mesma, pensando nas meninas mais ousadas que via em Hogwarts. Roupas justas, que marcavam tudo e mais um pouco é, decididamente este tipo de vestimenta não era do agrado de Sophie. Ela não via necessidade de se vestir assim para conseguir atrair os olhares dos meninos de sua idade – Bom dia! Tudo bem, Madame Malkin? – foi recepcionada para dona da loja – Gostaria de renovar meu uniforme da Grifinória, em Hogwarts. Quinze anos de idade, fase de crescimento, estou precisando... – deu uma risada ligeiramente sem graça, olhando para seu próprio corpo. Tinha um porte físico considerável para uma criança de sua idade, atlético, até sendo possível dizer, já que Smith sempre se via envolvida em qualquer atividade que envolvesse esportes.

Foi guiada para o interior da loja, aonde teria suas medidas anotadas para a confecção de seu uniforme, era um diferencial da loja, tudo sobre medida – Bom, acho que vou ter que ficar só com um top e shortinho, né? – confirmou com a bruxa mais velha e assim, se despiu, da calça e da blusa “Ainda bem que a área é dividida em meninos e meninas.” olhou para os lados e viu que até o momento, era a única presente por ali. Subiu então em uma espécie de púlpito e abriu os braços, deixando com que todas suas medidas fossem retiradas. Busto, cintura, quadril, tamanho de manga, perna, tudo... Foi quando recebeu um elogio Queria eu, ter um corpo desse na sua idade. – Smith riu descontraída e agradeceu – Muito obrigada, gosto de praticar esportes, acho que ajuda, não é? – quando a funcionária da loja ia responder, encontrou ninguém mais, ninguém menos que Karen Dernach, uma das suas melhores amigas em Hogwarts – Me dá um segundinho, se faz favor? – olhou para a mais velha e se apressou em cumprimentar a amiga, curvando-se ligeiramente, estendendo a mão e depois, dando um beijo no rosto da também inglesa. Era um costume que tinha adquirido das artes marciais e, acabou transferindo para as pessoas na qual tinha total respeito e amizades mais próximas.

Dernach respondeu da mesma forma e parou, olhando para a situação da amiga – É, eu acho que me apressei demais em vir te cumprimentar. – Sophie estava com pedaços de pano pendurados em seus braços, uma fita métrica correndo pela cintura – Já estou indo. Já estou indo. – riu divertida e voltou-se à Karen – Me conta, como foi as férias? Deu para aproveitar bastante? – animada, acrescentou – Eu voltei a treinar um pouco mais de Taekwondo, ainda mais depois de Durmstrang. Condicionamento físico teve que aumentar, não é? E agora, a gente cresce, trocar de uniforme também. – e parou de falar ao perceber que a jovem bruxa que estava tirando suas medidas ia embora – Não, não! Volta aqui, já estou voltando para continuar. – correu para o púlpito e abriu os braços novamente para deixar que a funcionária continuasse seu serviço – Um mero acaso, divertido... Tem muita coisa para comprar hoje? – e vendo que a inglesa também iria passar pelo mesmo processo, para a confecção de novas roupas, deixou que contasse um pouco de suas últimas semanas fora de Hogwarts. Talvez encontraria uma companhia para o restante do dia e próximas compras, Sophie contava com isso, pois realmente Karen Dernach era considerada sua melhor amiga, praticamente uma irmã.

OFF: Hey! Olha o primeiro post da Sophie, vou tentar passar aos poucos a personalidade dela durante os próximos posts.
Interagindo com: Karen Dernach (e volta o meu dilema de escrever o sobrenome certo.. kkk)
# Sophie Lewis Smith #
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Postado Por: Piccolo.


Re: Madame Malkin's

MensagemInglaterra [#211929] por Karen Dernach » 25 Fev 2021, 17:46

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Um piscar de olhos e BANG, o ano letivo estava prestes a recomeçar. Quando percebi aquilo me senti completamente descrente e só não mais do que com o fato de que, apesar das mil vezes que havia ido até o Beco Diagonal ao longo de julho e até mesmo passado no Madame Malkin’s junto com Yato, ainda assim tinha esquecido COMPLETAMENTE de comprar um novo uniforme – já que o meu antigo não apenas estava um pouquinho apertado e avariado, como também uns três centímetros mais curto do que deveria. Por sorte, quando comentei isso com meus vizinhos, Chels e Quinn, eles comentaram que também precisavam comprar alguns materiais e me convidaram para ir com eles, o irmão e a namorada deste até o Beco. Aceitei, claro, e depois de confirmar com meus pais se tudo bem, marquei direitinho, indo até a frente da casa dos Spencer para embarcar no carro do meio-irmão mais velho dos Whitaker, Leonard.

“...Aliás, fazia tempo que não andava com vocês de carro. Não com Len no volante, ao menos.”
– comentei, enquanto falávamos sobre passeios e rememorávamos nossas eventuais saídas em férias passadas ou quando mais novos.

“Verdade. Acho que a última vez foi no primeiro ano seu e do Quinn, não é?”
– questionou Chelsie, o que fez com que eu e o loiro assentíssemos – “Len melhorou bastante desde então, fique tranquila!” – acrescentou, rindo, o que fez Len a encarar com uma expressão ranzinza pelo espelho retrovisor interno – “Ah, convenhamos que você tinha um baita pé pesado no começo, maninho.” – alegou, entretida, arrancando uma risada da cunhada.

“Não tenho nem como defender.”
– e, pelo tom, era visível que mesmo se pudesse, Adrie não chegaria a tanto. Acho que uma das diversões da ex-corvina era irritar Len – “Antigamente eu vivia com a mão na varinha, apenas por via das dúvidas.” – alegou com bom-humor e, mesmo estando atrás dela, podia facilmente imaginar o sorriso travesso de Moore.

“...Eu devia fazer vocês duas voltarem à pé, só pela afronta...”
– resmungou o motorista com uma careta emburrada, ainda que desse para perceber que era uma coisa mais de embaraço porque... Bom, eu lembrava bem de como meu vizinho dirigia e, ainda que então ele fosse ótimo, na época era bem terrível mesmo.

“Se você fizesse isso com a Chels, levaria uma bronca fenomenal da sua avó.”
– observou Adrie, prática – “Já comigo, bom, não que fosse um grande problema, mas aí não rolaria nossos beijos de despedida. Não do mesmo jeito.” – afirmou com um leve toque casual de malícia que fez com que Quinn levasse a mão ao rosto, Chelsie e eu – um pouquinho sem graça, admito – ríssemos e Len ficasse mais vermelho que o fundo do brasão da grifinória.

“Adrianne!”
– exclamou, completamente embaraçado, fuzilando a namorada com o olhar, tão logo paramos em um sinal.

“Viu como você melhorou.”
– contemplou a inglesa, casualmente – “Nem freou, acelerou ou fez uma manobra escorregadia como ocorria antigamente.” – pontuou com um sorriso na direção do inglês, antes de beijar o rosto deste e, então, puxar um assunto qualquer com Quinn. Olhei para Chels por um momento, rindo daquela dinâmica que, das vezes que eu visitava a casa em que eles moravam, se mostrava sempre tão comum. A conversa prosseguiu por vários tópicos e, após estacionarmos e passarmos pelo Caldeirão Furado, uma vez que Quinn e Chelsie tinha toda uma lista para cumprir, avisei que iria adiantar a minha parte – para também, depois, quando Quinn fosse comprar o uniforme novo dele, não tivesse de ficar esperando até eu ser atendida. Assim sendo, como o Beco parecia um pouco cheio naquele dia, combinamos de, caso eu não os achasse depois, qualquer coisa, nos encontrarmos em um certo horário na Florean.

“Boa sorte!”
– desejei antes de afastar-me, seguindo em direção ao Madame Malkin’s que, olhando pela vitrine, parecia não ter quem fosse ali. Um bom sinal. Sorri, satisfeita, entrando na loja e logo sendo recepcionada por uma simpática bruxa, que ficou me encarando, talvez tentando descobrir exatamente o que eu precisava – “Uniforme Hogwarts.” – esclareci, divertida – “Preciso de dois conjuntos novos que... Acho que já judiei demais dos meus antigos.” – expliquei, logo recebendo passagem e um aviso de que havia outra pessoa sendo atendida – “Ok, obrigada.” – repliquei, avançando para o interior da loja – “Com licença...!” – disse em um tom claro, a fim de não pegar ninguém de surpresa. Ouvi uma voz familiar e, de repente, vi pular na minha frente uma pessoa envolta de panos e fita métrica se aproximar toda animada, cumprimentando de uma forma característica. Pisquei algumas vezes, estupefata, retribuindo os gestos de modo um tanto automático, antes que meu cérebro, de fato, identificasse quem era.

“Sophie!”
– exclamei, sorrindo ante a presença de minha companheira de casa, momentaneamente esquecendo o estado seminu desta – “Quanto tempo! Que legal te encontrar por aqui!” – disse, animada em rever a grifinória com a qual dividia o dormitório desde o primeiro ano e que, durante nossa estadia de Durmstrang e os treinos matutinos de lá, havia se tornado alguém ainda mais próxima – “Assim, só para saber...” – disse, fitando-a, entretida – “Por acaso você fugiu da costureira?” – questionei, indicando o estado que, então, ela percebia encontrar-se – “Apressou um pouquinho só. Quase nada.” – brinquei, erguendo os olhos e acenando com a cabeça para a responsável da loja que aguardava a cliente fujona. Tornei a atenção ante a pergunta de minha amiga que, como de costume, disparava a falar na descontração típica, até o momento em que a pessoa que a atendia aparentemente desistia de Soph, a qual só então retornou ao local certo. Ri, trocando um longo olhar com a funcionária em sinal de que sim, ela era assim mesmo, antes de aproximar-me.

“Ah, não tenho muitas compras a fazer, na verdade. Como acabei vindo várias vezes ao Beco nas férias, então só ficou faltando o uniforme mesmo.”
– expliquei, sorrindo – “Só que como vim com a família da Chels e só vou encontra-los mais tarde, tenho um bom tempo vago pela frente.” – observei, divertida – “Você veio sozinha?” – questionei, já que não tinha visto adultos nos arredores – “Ah, se quiser posso te fazer companhia nas compras. Pelo menos até a hora que combinei com meus vizinhos.” – sugeri, rindo da resposta da morena – “Acho melhor você ficar parada ou, por mais habilidosa que seja a moça, você vai acabar sendo espetada sem querer.” – brinquei, enquanto depositava meus pertences em um canto e, conforme o solicitado, também tirava as roupas mais pesadas para facilitar a medição – “E das minhas férias, que você tinha perguntado, foram bem agitadas até.” – comentei, entretida, achando melhor falar para evitar que minha companheira de casa se empolgasse e movesse demais.

“Participei daquele evento que teve aqui pelo Beco. Foi bem agitado e tinha bastante gente de vários lugares.”
– comentei, entretida, erguendo os braços enquanto uma fita mágica corria por eles – “Depois passei o começo de agosto visitando meus parentes e agora... Estou tentando deixar tudo pronto para o começo do ano letivo.” – afirmei, lembrando-me de um ponto – “Aliás, treinei beeem pouco durante as férias daqueles exercícios que você me passou. Espero que tenha paciência e me ajude quando voltarmos a Hogwarts.” – observei com um sorriso largo – “Inclusive, você falou de treino nas férias, mas... Que mais você fez?” – questionei, lançando um breve olhar para minha amiga que, sem dúvidas, tinha crescido e se desenvolvido um booom tanto naquelas férias – “Encontrou com alguém, viu algum filme, série ou focou nos treinos mesmo?” – questionei com curiosidade genuína, enquanto via, entretida, os panos voarem e se esticarem ao meu redor.


[ Interaction: Leonard Spencer; Adrianne Moore (NPC); Chelsie Whitaker (NPC - 6º Ano - Gryffindor); Quinn Whitaker (NPC - 5º Ano - Ravenclaw); Sophie Smith. ]
[ Off: Daquele jeito, mas tá na mão, jovem Piccolo! Eh nóis .gueto ]

و(>◡<)٩

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