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Empório das Corujas

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Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#99450] por Mestre de Hogwarts » 17 Abr 2012, 00:30

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Ali, escondido entre gaiolas e animais conhecidos e desconhecidos, existe um letreiro, indicando a loja de animais mais famosa de toda a Inglaterra. Dispondo das mais variadas espécies de aves, felinos, anfíbios e répteis, a loja sempre tem milhões de compradores dispostos a pagar desde os preços mais altos, até os mais baixos, dependendo do serviço. A loja é passagem obrigatória para os primeiranistas das escolas de bruxaria, para comprar suas corujas, e outros animais que desejam.
Mas não pensem que por ser uma loja de animais, não tenha um cheirinho característico, e com pouco espaço disponível, não vá para ficar fazendo escolhas. Muita gente, pouco espaço... Sugiro que você vá pelo que deseja, se precisa de ajuda peça para o Glasgow. Porém, se você tem estômago fraco ou não é um amante dos animais, melhor procurar outro lugar mais confortável! Mas se não, boas compras.


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA LOJA!
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#111629] por Jeremy Hoffmeister » 27 Nov 2012, 23:32

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Jeremy estava andando em passos leves. Os barulhos que se ouviam de seus passos eram mínimos, esmagando pequenas pedras por todo caminho feito. Ele avistou uma grande loja grande, com gaiolas grandes. Cada uma delas tinham uma coruja, de tipos variados. Ele observou atentamente os olhos das corujas que eram bem redondos, assustados e bem atentos. Se afastavam a qualquer movimento dele. O menino parou em frente a loja e revirou os olhos pelas entradas da loja, vendo que as corujas faziam diversos tipos de sons. Suas asas batiam nas gaiolas fazendo um barulho de ferro rangindo parecendo enferrujado. Por fora da loja não havia tanto movimento. As pessoas olhavam para a loja curiosos, como se não a conhecessem. Desconhecidos dedos apontavam para as corujas, e elas, pareciam não gostar. Mostravam isso virando o pescoço. Jeremy entrou na loja e não viu apenas corujas de determinadas espécies. Avistou também gatos. Não deu para percebê-los pela janela do lado de fora. Eles miavam forte mostrando seus dentes afiados, os sapos coaxavam e pulavam, não faziam nenhum tipo de expressão no rosto a não ser coaxar novamente. Todos os animais ali pareciam participar de um coral de música, pois todos faziam um som ao mesmo tempo que o outro. Os ratos faziam sons agudos e curtos juntos, e quem aguentava todos esses sons, estava em um balcão. O menino primeiro-anista foi se dirigindo até ele observando os variados tipos de aves, felinos, anfíbios... - Olá Senhor... O menino não sabia do que chamar o homem. Ele com certeza era o responsável pela loja de animais que não tinha um cheiro agradável. Ficar ali por muito tempo seria um desafio, mas todos os animais, eram bem legais. Exceto alguns que Jeremy não gostava, como sapos. ''Eles pulam estranhos, olham estranhos, definitivamente estranhos'' O rapaz tinha um certo medo de sapos por que não se familiarizava com o jeito que eles viviam. Pulando e coaxando, com um corpo estranho...

Seus animais preferidos, eram os felinos. Sua tia Pipa tinha um gato, mas ele não lembrara o nome dele mais. Sempre alisava as pernas de Jeremy, suas caudas longas chicoteavam agradavelmente pelo ar, parecia muito delicado. Eram perfeitos para estadiá-los em Hogwarts. Mas pensou bem antes de compra qualquer animal. Poderia ser um gato, mas as aves eram bem bonitas e poderiam enviar cartas para sua família. Esse modo de enviar cartas se chamava Correio-Coruja. Era muito normal para os bruxos utilizar este método para se comunicar uns com os outros, mas Jeremy não achava normal. Seu método de receber cartas sempre foi o Correio. Um rapaz trouxa, chegava em sua porta, depositava todas as cartas da família em uma caixa exclusiva para os papéis. Os jornais, também eram depositados ali naquela caixa exclusiva. Ele lia sempre depois de seu pai. Quando o Sr. Harrington lia e contava para a esposa, ele deixava em cima da mesa e o garoto o pegava. Lia sobre as notícias da sua cidade, Londres, e sobre previsões do tempo, que nem sempre os meteorologistas acertavam. ''Será que os bruxos conhecem essa profissão?'' - Glasgow! - Disse o homem com a voz um pouco trêmula olhando para o garoto e com as mãos no balcão - Meu nome é Glasgow. O homem tinha uma aparência velha e um olhar cansado. Seus olhos não desviavam do menino, que estava parado olhando para o vendedor, que fazia as vendas dos animais.

Jeremy passava as mãos nos bolsos, sentindo seus galeões e se perguntando se teria dinheiro suficiente para comprar uma coruja. Estava certo que queria uma, mesmo gostando dos felinos, que não paravam de miar um minuto se quer andando pelas gaiolas em formas retangulares, armazenadas em prateleiras e as vezes uma sobre outras. Eles andavam levemente balançando a cauda, enquanto alguns dormiam e os sapos ainda coaxavam. O garoto revirou os olhos em volta da loja e avistou uma coruja branca que lhe fitava olhando dentro de seus olhos. Perfeita. - Sabe qual animal levará? Perguntou Glasgow movimentando a cabeça como se procurasse a resposta atrás da orelha de Jeremy. Ele tinha uns modos bem normais e o menino não achou nada de estranho no homem que tinha uma aparência bem bruta e mal. O garoto falou com uma voz quase aguda e mansa, como a de costume que nunca mudava, olhando para o vendedor que ainda olhava atrás de suas orelhas: - Irei levar aquela... - Apontou o dedo para a coruja que continuava a lhe olhar, continuou: - ...coruja branca ali. O homem foi andando arrastando os pés largos e dedos finos. Era magro e alto. Pegou a gaiola, observou-a e foi em direção ao balcão. Determinou o preço e Jeremy pegou os galeões no bolso, demonstrou para o homem abrindo as mãos e sorrindo sem mostrar os dentes. O homem pegou algumas moedas e com esforço, abriu um sorriso depois de fungar o nariz: - Obrigado... - Fungou novamente - ... rapaz. Cuide bem dela.

Jeremy se despediu sorrindo e guardando os galeões no bolso das vestes. Se direcionou a saída da loja olhando os outros animais da loja fazendo menos barulho, em seguida, olhou para sua coruja pensando logo em um nome, mas não quis decidir naquele momento.
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Jeremy Hoffmeister
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#113045] por Mérope M. Black-Thorne » 14 Dez 2012, 14:11

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Passeando pelo beco diagonal, deliciando-se com seu segundo sorvete do dia, Mérope deixou sua atenção cair sobre a pilha de gaiolas daquela loja. Vários tipos de animais exóticos de espremiam entre as grades, fazendo gracejos, piando, ou apenas dormindo. Mérope já possuía um gato, logo lembrou dele, mas o bichano era apático e raramente estava por perto, além de não ser uma companhia muito útil. Desde que passou a precisar das corujas de Hogwarts emprestada para mandar suas correspondência ela passou a desejar ter sua própria. Primeiro porque a simples ida ao corujal era um castigo. Fedia e era cheia de craca de passarinho, além de você correr o risco de ser atingida por caca ou ainda ser bicada até a morte por uma daquelas aves nada simpáticas.

Ainda não era tarde, era verdade, e a sonserina não conseguia tirar os olhos das aves elegantes que se empoleiravam de forma a chamar atenções para a loja. Deu de ombros, não faria mal algum em dar uma olhada.

Assim que atravessou a porta concluiu que o cheiro de lá não era tão distante do cheiro do corujal, apesar do estabelecimento ser bem limpo. Miados, pios e grasnos eram ouvidos a todo tempo, tornando impossível você diferenciar o que era o que ali. No começo poderia ser irritantemente enlouquecedor, mas após alguns minutos na loja você conseguia ignorar. Passeou pela diversidade de bichos, admirando a beleza dos pelos, penas e bicos. Soube logo que não conseguiria deixar a loja sem sua coruja.

Os olhinhos percorriam toda variedade de aves que se dispunham ali, já decidida sobre qual tipo gostaria. Adorava as Tytos Alba. Eram belas, altivas e tinha um ar de superioridade como ela mesma. Deparou-se com uma em particular, de plumas impecavelmente brancas e alguns detalhes em caramelo, que lhe encarava como se pudesse ler seus pensamentos. A menina sorriu para o animal sem perceber. “Vai ser você...” concluiu, pedindo auxílio ao vendedor. O mesmo foi prestativo e lhe cedeu a coruja com a gaiola. Além disso, Mérope também se absteceu de alpiste para a ave e de alguma ração para o felino que a esperava em casa. Pagou tudo –incluindo a gaiola- e se foi.
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Re: Empório das Corujas

MensagemEspanha [#113868] por Alicia Donovan » 21 Dez 2012, 14:26

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As pequenas gotículas de água caíam rapidamente uma atrás da a outra e comecei a correr simultaneamente. Não havia ninguém na rua, estranho uma vez que o beco diagonal era tão visitado, mas se houvesse eu não me importaria. Os cabelos molhados caem sobre os ombros, uma vez ou outra sobre os olhos, atrapalhando a minha visão. Consigo me manter aquecida, apesar do frio. Sempre tive a temperatura alta, e isso sempre foi um mistério pra mim. O vestido que outrora era branco, estava transparente, enquanto ando pela rua vazia, lúgubre. Algumas pedrinhas machucam os meus pés, mas não sinto dor. Sinto o cheiro da terra molhada, da chuva. Respiro a brisa fria enquanto giro no meio da rua, com os braços abertos e os olhos fechados. O céu é de um vermelho intenso, quase ameaçador, que chega a clarear um pouco mais a rua mal iluminada enquanto o vento balança as copas das árvores. Olhei atenta para o letreiro da loja e sorri comigo mesma, seguindo em sua direção.

O olhar de espanto do dono da loja não me foi uma surpresa, devido ao meu estado. Sorri timidamente, como se me desculpasse. - Perdão, senhor.- mordi o canto do lábio, um tanto sem jeito, por estar molhando a loja daquele pobre homem. Ele não tinha culpa nenhuma dos meus acessos de volta à infância. Apenas me fitou com os intensos olhos castanhos. Aparentemente, pareceu entender, depois de me olhar bem. - Em que posso ajudar, criança? - perguntou, se encostando sobre o balcão. Percebi que ele enfatizou o termo 'criança' um pouco mais do que devia, ergui uma das sobrancelhas com a ironia. Decidi deixar passar.

Comecei a andar pelos corredores daquela loja que parecia tão pequena por fora, porém tinha incontáveis corredores dentro. Cada um com espécies diferentes de aves, gatos, cães, sapos... Até as mais estranhas criaturas. Busquei o corredor das aves, observando as belas corujas. Sempre tive uma queda por elas. Talvez fossem aqueles olhos grandes e inteligentes... Só sei que alguma coisa sempre me atraiu pra elas. Parei de frente para uma bela coruja branca, em uma das gaiolas. Ela estava plumada com todas suas penas brancas como se estivesse com frio e me fitava com aqueles intensos olhos dourados. Seu bico era meio rosado, o que indicava que ela não deveria ser adulta. Considerando suas penas, deveria ter uns seis meses. Me aproximei da gaiola calmamente, uma vez que já tinha lido que eram animais agressivos... Claro que eu não poderia saber na prática. Levei a mão ao topo da gaiola com muito cuidado e passei dois dedos por entre a fenda das finas barras a fim de tocar a penugem de sua cabeça. Ela apenas se afastou um pouco, mas não reagiu enquanto eu deslizava os dedos.
- E então, como estamos? - a voz do homem surgiu de traz de mim, fazendo com que eu desse um pulo, seguido de uma dor aguda em meu dedo. É claro que a coruja também se assustou. E descontou o susto no meu dedo, que agora tinha um corte lateral, caindo algumas gotas de sangue. - Merda! - resmunguei, puxando a ponta do vestido para enrolar o dedo, quase instintivamente. - Ah, me desculpe, menina. Você está bem? - ele se apressou em vir ao meu lado, pegando um pedaço de pano em seu bolso e enrolando meu dedo com o mesmo antes que eu pudesse sujar meu vestido. - Tudo bem, foi só um corte. Eu já escolhi. - gesticulei com a cabeça para a coruja que tinha a cabeça inclinada para o lado, enquanto observava. Sinal de curiosidade. Sorri para a ave, certa de minha decisão. - Esta? Mas acabou de bicar-lhe. - revirei os olhos, me perguntando mentalmente se ele tinha algum problema. - Só me diga quanto lhe devo. - ele piscou atônito, tomando a sábia decisão de não se intrometer mais e levou a ave para o balcão, conferindo o preço. - Esta aqui é de 50 galeões. - tirei os galões do bolso, e lhe dei uma nota de G$ 100,00. - Os cinquenta a mais devem bastar pelo inconveniente no piso. Mas deveria enxugar logo, alguém pode escorregar com esse chão molhado. - peguei minha coruja e saí dali para o crepúsculo da noite.


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Postado Por: Gabriela García Rodrigues De Freitas.


Re: Empório das Corujas

MensagemAlemanha [#113989] por Lílian Uhlemann » 23 Dez 2012, 13:37

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A iminência da partida de Lílian para Hogwarts preocupou Oliver, seu irmão mais velho. Era a primeira vez que iriam se separar por tanto tempo desde que se mudaram para a Inglaterra, cerca de cinco ou seis anos atrás. Se acostumar com a falta da presença da pequena irmã seria uma tarefa árdua: principalmente para ele que permaneceria sozinho em casa, enquanto Lílian estaria cercada de outras crianças bruxas e professores no castelo. Pensando na comunicação entre eles durante o período letivo, Oliver sugeriu que comprassem uma coruja para Lílian: seria mais fácil e melhor do que pedi-las emprestadas em Hogwarts e, com uma ave própria, eles poderiam se comunicar sempre que quisessem. Então, antes que se iniciasse o ano letivo na Escola da Magia, os irmãos Uhlemann aparataram no Beco Diagonal.

A loja de animais mágicos foi o primeiro destino. Inconfundível, com muitas gaiolas de corujas, roedores e felinos, a loja Empório das Corujas era diferente das demais: não era apinhada apenas de compradores, mas também dos mais estranhos seres, que tomavam mais da metade do espaço. Era difícil caminhar em seu interior, lotado do chão ao teto com tantos produtos e gaiolas variadas. Possuía um cheiro característico que misturava a pelagem dos animais com os produtos para o seu cuidado. O vendedor, um homem de meia idade com olhos bondosos, sempre parecia atarefado demais em cuidar de bichos, vender produtos, atender as perguntas dos clientes... Em resumo, era uma boa loja especializada em corujas, mas com um ambiente pouco agradável. Assim que seus pés cruzaram o portal, Lílian desejou dar meia volta.

Ansiosa para escolher uma coruja rapidamente, a garota caminhou analisando as corujas em suas gaiolas, ao lado do irmão. Algumas piavam alto, outras apenas acompanhavam o movimento dos dois com os grandes olhos cor âmbar, enquanto as restantes dormiam com tranquilidade. Eram belas aves, e bem tratadas. Não demorou muito para escolher uma pequena coruja encarapitada em seu poleiro. Seus olhos acompanhavam cada movimento da menina, e Lílian a achou amável, diferente de algumas aves que lançavam olhares irritadiços. Enfim, feita a escolha, aguardou que Oliver conversasse com o vendedor e pagasse pelo animal. O velhinho recomendou certos cuidados específicos que ajudaria na saúde da coruja e seu bem estar. Por fim, a compra estava feita e Lily se encaminhou para a saída. Com o irmão mais velho e uma bela coruja, deixou a bagunçada loja para trás.
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Postado Por: Nat.


Re: Empório das Corujas

MensagemSuecia [#114578] por Faye Von Unwerth » 03 Jan 2013, 18:26

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    I live to let you shine { . . . }


––– Você não entende, precisa ir ao beco diagonal comprar seus materiais. É o seu primeiro ano e por ser ele, deveria se preocupar mais com as coisas. Não é tão fácil como parece, Renae. Nem TUDO é um mar de rosas como você está acostumada ou como olha nos filmes. - Olhei-a com severidade e revirei os olhos assim que a criança deu de ombros ignorando completamente o que havia te dito. Ridícula, a falta de interesse dela era ridícula. Ao menos se Heloise ainda estivesse aqui, tudo seria diferente e essa criança não seria tão mimada e sem educação. Levantei-me do sofá exasperada e não demorei a correr escadas acima, iria para o meu quarto. Parar e refletir um pouco antes de ser obrigada a ir ao beco comprar meus materiais do terceiro ano. Lembrava do primeiro, como tudo era mais fácil... Não tinha tantos problemas ou amores, era tão mais feliz. Queria que Renae tivesse ao menos um pouco de consideração pela escola ou quem sabe se interessasse um pouco pela vontade de nossos pais; ainda que eles a ouviam e não a tratavam como uma psicopata doente. Já tinha tentado conversar com ela por diversas vezes, porém era sempre a mesma coisa: “Eu quero estudar em casa, não gosto de escola e pessoas.” Pegava minha causa para si, mesmo que não precisasse ou passasse por alguma dificuldade mental e psicológica. Para ela, uma criança de onze anos de idade. – Não que eu fosse muito mais velha, mas ainda assim, tinha um grande motivo para tudo aquilo. Um motivo, um nome, uma idade e um sorriso um tanto perfeito. – era tudo brincadeira, tudo era uma festa.

Após toda a discussão e longos minutos em baixo do chuveiro estava realmente pronta para ir ao beco, lugar onde não ia tinha mais de ano. Respirei fundo e dei uma última volta em frente ao espelho, checando tudo. Estava impecável, a roupa, o cabelo. Só o tempo que não, não estava muito favorável embora acreditasse que não iria chover.

•••


O dia tinha tudo para ser perfeito, era tempo de reencontros. Ver aqueles que tinha saudade e aqueles que nem tanto. Mas sabia que algo estava muito errado, não só eu. Meu organismo, meu corpo e todo o meu psicológico. Afinal, não era a toa que quase tinha um treco toda vez que passava alguma garota com os cabelos claros, mas por Merlin! Teria a sorte de não encontrá-la, mesmo que fosse dia das compras de inicio de ano. Por sorte, ela teria ido mais cedo ou talvez até tivesse mudado de escola... Já tinha mudado uma vez, porque não o faria de novo? Cruzava os dedos atrás das costas toda vez que tinha que entrar em uma nova loja e SABIA que seria assim, até a hora de ir para casa.

Depois de tanto encontrar pessoas que nem lembrava a existência, optei por passar no empório das corujas, onde mais cedo havia visto uma pequena coelhinha branca e me apaixonado perdidamente por ela. Diferente de outros dias, por não ser tão cedo, estava vazio. O que me deixava mais confortável, ainda que não tinha me acostumado novamente com pessoas diferentes. Não iria entrar ainda, a bolinha de pelos branca estava em uma gaiola em frente a loja. Iria fazer hora ali, antes de comprá-la; não sabia se valia a pena e se ela mordesse?


••••••••••••••••••••••••

VESTINDO! TAGGED: Renae WORDS: 565 MUSIC: Boats and Birds - The Scene Aesthetic
NOTES: Desculpa pelo post horrível, estou com bloqueio e tu mesmo assim me obrigou a postar. u.u
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Re: Empório das Corujas

MensagemFinlandia [#114797] por Jewel Hewitt » 06 Jan 2013, 23:19

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- -


A semana anterior havia sido realmente perturbadora. As lembranças que tinha de sua terra natal invadiam a cabeça de Jewel com frequência, o que não deveria ser um bom sinal. Sua mãe sempre lhe dizia que lembranças não apareciam de repente na mente sem algum motivo, palavras que haviam sido comprovadas várias vezes pela filha. Parecia algo comum em sua cultura, embora fosse apenas um mito e não acontecesse na vida de muitos nórdicos. Enfim, para aquela finlandesa, tudo o que vinha repentinamente em sua imaginação tinha motivo, e não ia demorar para aquelas lembranças exibirem seu significado.

A sensação que se apossava de Jewel não era simplesmente saudosista, mas todas aquelas visões do passado que lhe invadiam traziam consigo uma angústia, um aperto no peito. A mulher estava preocupada. Desde que se mudara para a Inglaterra, há menos de um ano, seu contato com a família era raro, não só por não ter uma coruja para mandar cartas, o lugar também era difícil de ser encontrado. Contudo, o que se passava em sua cabeça insistia em permanecer ali, para despertar mais e mais teorias absurdas e pressionar ainda mais seu coração.

Era por isso que decidira sair de casa naquele fim de tarde. Após um dia corrido no trabalho cheio de relatórios para ler e uma breve conversa com seu novo funcionário de alta classe, Jewel achara uma solução lógica para acabar com suas dúvidas. Iria precisar da mais sábia raça de corujas-mensageiras e não havia lugar melhor para procurá-la do que o Empório de Corujas. Era fato que a bruxa adorava o Beco Diagonal e todo o seu fluxo de pessoas, um lugar tão diferente de onde morava, mas passar por lá naquele dia não estava lhe agradando. Muita gente circulava por lá, muitas crianças e adolescentes com seus pais, provavelmente comprando o material para o novo Ano Letivo, o que trazia à Jewel ainda mais nostalgia. Não, ela não podia reclamar da educação particular que tivera, nem tampouco lamentar não ter frequentado uma escola bruxa, simplesmente não era o costume de sua família e suas aulas lhe rendiam muito mais, iniciadas com sete anos de idade e concluídas aos quinze, uma prova de seu aproveitamento.

- Boa tarde, senhor. Eu gostaria de uma coruja da melhor raça para percorrer longas distâncias e achar localizações difíceis na floresta. - sua voz não saía alegre como era o usual, pelo contrário, Jewel parecia incomodada. - Não, eu tenho dinheiro suficiente, meu senhor.

Até mesmo aquela simples pergunta do atendente chegara a lhe ofender. As roupas que a bruxa trajava não aparentavam sua ótima condição de vida, nem se dera ao trabalho de se arrumar para uma compra que esperava ser rápida. Após deixar sua sala no Ministério da Magia, a moça passara em sua cabana para um banho quente e algo relaxante, antes de enfrentar a sociedade mais uma vez, portanto, vestira roupas confortáveis que estava acostumada a usar em seu cotidiano no vilarejo. Mais uma prova de que sua mente se encontrava na Finlândia.

O atendente indicou algumas corujas, dizendo a qualidade e o defeito de cada uma delas. Jewel não se demorara a escolher uma, porém, o homem insistia que levasse um sapo azul, que jurava ser ótimo para cálculos matemáticos. Sua paciência parecia estar se esvaindo, porém este não era motivo para a mulher abandonar sua calma. Assim, fora educada e até deixara transparecer um falso sorriso.

- Não, obrigada. Adoro animais, mas minha rotina é muito corrida para tomar conta de muitos.

Com tais palavras ditas, a bruxa pagou pela coruja rajada que escolhera e, deixando a loja, aparatou novamente para sua confortável casa.


- -


.Citados: Charles H. Vladislav .Roupa: Sinta a pobreza. .Música: The Foreboding Sense Of Impending Happiness - HIM
.Notas: Este post faz parte de uma Trama Particular em desenvolvimento.
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"- Que Odin e os deuses te deem a força necessária, minha querida."
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Postado Por: Jul.


Re: Empório das Corujas

MensagemPolonia [#114906] por Hazel Sniegowski » 08 Jan 2013, 16:04

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Is it too late to remind you how we were?
But not our last days of silence, screaming, blur.


    A maneira como a brisa acariciava minha pele era deliciosa. O dia estava frio, mas não congelante. Derek caminhava ao meu lado, olhando para todas as meninas que passavam. O Beco Diagonal estava extremamente movimentado, o início das aulas se aproximava e todos pareciam ansiosos. No entanto, as minhas sensações haviam mudado, não me sentia mais a mesma garotinha que tinha deixado Hogwarts alguns meses atrás. O ruivo olhava atentamente sua lista de materiais, aproveitei para puxar o mesmo pelo braço e parar na calçada. – Derek, sua mãe disse que ia te esperar na Madame para comprar os uniformes. Se importa de pedir para ela comprar os meus? – Mordisquei o lábio, não estava com a mínima vontade de encontrar minha madrasta. – Diga que fui comprar algumas coisas, sei lá. Ela está com a minha lista de matérias, que faça minhas compras então. – Ele apenas concordou com a cabeça e saiu apressado no meio da multidão.

    Coloquei as mãos dentro dos bolsos do casaco preto, as mesmas estavam extremamente geladas. Não sabia exatamente para onde ir, mas pretendia comprar um presente para Derek, algo de boas vindas para Hogwarts. Suspirei ao parar em frente ao Empório das Corujas, estranhamente estava vazio. Apenas uma menina de cabelos escuros ocupava aquele espaço, dei de ombros e deixei que meus olhos vagassem pela vitrine. Não tinha nada de muito interessante, claro que as corujas eram belas, entretanto queria dar algo diferente ao garoto. – Um sapo azul. – Murmurei ao ver o pequeno animal parado dentro de uma gaiola. Rapidamente se formou uma curva marota em meus lábios e com isso adentrei a loja apressadamente.

    Um calafrio percorreu toda minha espinha quando percebi que a garota de cabelos escuros, era a Faye. Fiquei parada na porta, analisando-a, estava de costas para mim. Não tinha crescido praticamente nada, continuava o gnomo de jardim de sempre. Sorri com as lembranças, a minha implicância com seu tamanho era algo que realmente a irritava na infância. Eu, ao contrário, tinha crescido um bocado nesse tempo que ela se ausentou na minha vida. Passei a mão sobre os meus cabelos, tinha tantas coisas para perguntar para ela, começando pelo motivo do seu sumiço estranho. De maneira apressada meus passos se moveram na sua direção, não sabia exatamente o que falar. Apenas aproximei minha boca da sua orelha. – Faye, senti sua falta. – Sussurrei. Não fazia a mínima ideia de qual seria a reação dela a me ver, mas eu precisava de explicações. Aspirei o perfume dos seus cabelos e naquele momento tive certeza da falta que Faye fazia na minha vida.

    ***

    WORDS// 430 MUSIC// You Could Be Happy - Snow Patrol NOTES// Não gostei do post, mas foi o que saiu. Vai lá. <3 WEARING// Roupas de inverno.
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Hazel Sniegowski
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Re: Empório das Corujas

MensagemSuecia [#115231] por Faye Von Unwerth » 14 Jan 2013, 20:52

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    Ainda estava na dúvida sobre levar a pequena coelhinha branca, sabia que teria problema com Eis e sua dieta e de fato, não queria que a bonitinha virasse comida de cobras. Não só por aí, ela não saberia se virar sozinha em casa, pouco faria além de sujar os cômodos e fazer aquele barulhinho baixo. Respirei fundo pesadamente enquanto apoiava uma das mãos na enorme gaiola que lhe servia de prisão. Antes que eu me afastasse, a pequena bolinha aproximou-se roçando o narizinho molhado em meus dedos, deixando claro o quão dócil era. – Que bobagem minha, você não morde... – Murmurei mordiscando o lábio inferior e logo passando uma das mãos nos pelos brancos. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, um forte arrepio percorreu minha espinha devido ao sussurrar no meu ouvido. Não pelo simples gesto, mas pela voz que há muito era conhecida e talvez, até temida por mim. Tudo tinha acontecido tão rápido, o susto o pulo e quando dei por mim, estava caída sobre Joanna que me encarava um tanto aturdida. O mundo parecia girar, não sabia em certo se era o mundo ou simplesmente tudo a minha volta, a sensação de desmaio era terrível e tudo isso, TUDO era culpa de Joanna que nem por um segundo conseguia ignorar minha presença. – Eu não sou a Faye, ou melhor, eu não quero ser a Faye. – Disse um pouco enrolada, apoiando uma das mãos no chão para me erguer, em vão, pois voltei a cair sobre ela que revirou os olhos e suspirou pesadamente. A sensação era ótima, senti-la tão de pertinho, tinha sonhado há tanto com esse dia, mesmo que soubesse que fora dos meus sonhos e fantasias - talvez - ele nunca fosse acontecer. Abaixei um pouco a cabeça, encostando-a sobre um de seus ombros. Um fraco suspiro fugiu dos meus lábios, mas o ignorei, tinha sido tão baixo que era capaz que nem ela o tivesse ouvido.

    Joanna retrucou alguma coisa sobre o que havia acabado de falar e tornou a dizer que havia sentido minha falta e também, questionado o meu sumiço. Não iria respondê-la, era curiosa demais e isso pelo visto, não parecia ter fim. – Eu também senti a sua e a coelhinha é linda. Estou pensando em comprá-la, me dar de presente de aniversário! – Exclamei um pouco animada demais e tornei a me apoiar no chão, porém dessa vez tendo sucesso em sair de cima dela. Me levantei um pouco sem jeito e estendi a mão para ajudá-la, que também não demorou a levantar-se. Estava mais alta, ela sempre era mais alta e se não fosse pela minha incrível ideia de evitá-la o resto dos anos, sabia que sofreria chacota com a loira. – Então, estava só de passagem. Vou levar a coelha e já vou. Bom te ver, Joanna. – Falei tudo muito rápido e apressei os passos até o balcão, mostrando para o vendedor a coelhinha branca. O mesmo maneou a cabeça e disse que iria preparar a gaiola nova e a comida dela e que logo a pegaria para que eu pudesse levá-la, também disse que não demoraria mais que cinco minutos. Concordei em silêncio e batuquei as unhas no balcão, rezando para que a loira já estivesse de saída.


    ••••••••••••••••••••••••

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    NOTES: Sl, tá péssimo.
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Faye Von Unwerth
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#117091] por Thoran Arroway » 08 Fev 2013, 13:32

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Trama Particular: Compras
Post Nº: 03


                Thoran caminha pelo Beco Diagonal à procura do Empório das Corujas. Logo após sair da Artigos Mágicos, ele combinou com seu pai de se encontrar com ele nessa loja, já que Trakas ia para a Floreios e Borrões e Thoran ia à Madame Malkin. Thoran anda muito devagar, observando cada lojinha que via, completamente encantado por todas elas. Afinal, aquele lugar era o paraíso para Thoran. Ele continua andando devagar, olhando as lojas até chegar em seu destino. O Empório das Corujas. Segundo o seu pai, a loja de animais mais famosa de toda a Inglaterra. Thoran vê várias gaiolas dependuradas defronte a loja, com várias espécies de gatos, corujas, cachorros e lagartos. Ele ficou particularmente encantado por um gato de pelo parecido com a neve que estava dormindo em uma das gaiolas. Então ele se lembro do que estava fazendo por lá, olha ao seu redor e procura seu pai, mas não o acha. Então ele entra na loja.

                Ao entrar na loja, um cachorro beagle começa a latir de uma maneira que Thoran entendeu como se fosse triste. Ele se aproxima da gaiola do cachorro, passa a mão por dentro dele e alisa a cabeça e as orelhas do animal. O animal pareceu gostar do gesto do garoto, porque depois ele começou a lamber a mão de Thoran. O cachorro então dá um ganido bem baixinho quando Thoran tira a mão de dentro da gaiola e começa a andar pela loja. Ele vê vários tipos de animais: ratinhos coloridos, sapos do tamanho de televisores, cachorros do tamanho de formigas, gatos roxos, cobras sem escamas com o comprimento de um trem, ovos de tarântula, as tarântulas que puseram esse ovos. Ele então vê uma gaiola com uma coruja alva bem novinha. Ele se aproxima dela, tira um pedaço de cenoura que está no potinho de comida dela e aproxima dela. Ela então pega o pedaço de cenoura com o bico e aproxima a cabeça da mão de Thoran, fazendo-o alisá-la. Então o sininho da porta da loja toca, e Thoran olha para a porta. Lá estava seu pai, carregando um saco enorme de livros. Ele se aproxima do pai e diz:


                -Pai. Posso comprar uma coruja e um cachorro?

                -Você tem certeza, filho? - Pergunta Trakas.

                -Absoluta, pai. - Responde Thoran ao pai.

                -Muito bem. Escolha seus animais e nós iremos para casa, certo? - Fala Trakas.

                -Certo, pai. - Conclui Thoran.

                Thoran então se encaminha até o beagle que lambeu sua mão, olha ele nos olhos enquanto o cachorro abana o rabo e diz:

                -Você vai pra casa comigo...

Contagem de palavras: 431
Interações: Jackie, o cachorro (NPC), Anna, a coruja (NPC), Trakas Arroway (NPC)
O que eu ouvia enquanto escrevia esse troço: The Zoo - Scorpions, Blackout - Scorpions

Itens Utilizados:

  • Animal: Cachorro Beagle

    Usou um Animal: Cachorro Beagle.

  • Animal: Coruja

    Usou um Animal: Coruja.

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