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Empório das Corujas

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Re: Empório das Corujas

MensagemEscocia [#152980] por Nathaniel Carbeshôn Folwks » 11 Nov 2015, 13:03

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18 Jun, 2012


A manhã era mais do que especial, as cores mais vivas, o clima frio e eu estava completando 10 anos. – Naty, que tal um passeio? - O convite vindo de minha mãe na hora do café não era de se estranhar, alguma coisa ela estava aprontando. Meus pais viviam de cochichos que cessavam sempre que eu aparecia, meus avós recebendo telefonemas frequentes e meu aniversário chegando, comecei a sentir cheiro de coisa boa no ar. – Já estou pronto mãe. - Falei para minha mãe enquanto a mesma vinha ao meu encontro à escada e segurando firme minha mão entramos na lareira que em chamas ativadas pelo meu pai nos aguardavam. – Beco Diagonal.-

Fomos levados ao beco, papai vindo em seguida. – Antonella, precisarei ir ao Gringott's antes, leve ele com você pois meus pais já estão lhe aguardando. -
Eu amava ir ao beco, era o mais próximo que minha mãe me permitia ir do mundo mágico, segundo ela eu teria bastante tempo para conhecê-lo depois que começasse a estudar.

Entramos na loja Empório das Corujas onde encontramos meus avós paternos, meu avô bagunçou meu cabelo desejando os parabéns enquanto minha avó me deu um de seus muitos abraços apertados que ela parecia ter um estoque. Não era de estranhar estarem por lá, nas férias escolares meus avós costumavam me levar na loja para comprar rações e sempre alguma novidade para a fazenda. – Antonella, como vai? Você já contou a ele?- Minha mãe olhou para minha avó com desaprovação, mas após cumprimenta-los virou em minha direção e disse – Viemos aqui para comprar seu animal de estimação. Em breve você entrará em uma das escolas e será necessário que você tenha um, também lhe ensinará a ter responsabilidade... - Nem esperei ela terminar de falar e já tinha escolhido o que eu queria. – Quero um cachorro! Quero um cachorro! Quero um cachorro! - acho que minha mãe esperava que eu escolhesse uma coruja ou algo menos trabalhoso porque tentava me convencer de levar um pássaro enquanto meus avós riam do meu entusiasmo.

Comecei a procurar pela loja e não encontrei nenhum cachorro de qualquer que fosse a raça, minha avó veio do balcão dizendo que não havia nenhum cachorro na loja, todos haviam sido vendidos apos lista de Hogwarts não impor restrição em relação ao animal de estimação. A balconista então veio até minha avó e mencionou que logo pela manhã tinha chego um filhote da raça beagle ainda em seu primeiro dia de vida.

Mamãe, quero ele! - Fiz minha cara de choro e o beicinho que minha mãe não resistia. – Não temos como cuidar dele Naty, precisa ser alimentado. - Minha avó como sempre fazia, interveio ao meu favor se prontificando a cuidar do cãozinho e me entregaria nas minhas ferias escolares quando eu fosse visita-los. Sem argumentos minha mãe concordou e após o pagamento pelo meu novo mascote encontramos meu pai em frente à The Ollivanders dizendo ao meu encontro com orgulho. – Naty, acredito que você já está pronto.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#153041] por Paul Foster » 18 Nov 2015, 12:33

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- Pai, preciso de uma coruja. - disse o garoto após ajeitar todos os seus materiais em seu malão. Nada mais do que havia como obrigatório na lista de materiais de Hogwarts lhe faltava agora, mas ainda havia uma observação e o garoto não queria perder a chance de pedir aos pais tal presente quando passaram pela loja que dizia Empório das Corujas.

- Hogwarts tem corujas, filho. - disse o pai em tom muito mais sério do que ele realmente estava. Ele viu o garoto relaxar seus ombros em um claro gesto de desanimação antes de sorrir e acenar para o garoto apontando a loja. - Mas pensando bem, nunca gostei delas, as corujas de Hogwarts... acho que não fará mal lhe dar uma.

Paul teve um breve momento de confusão. Sua excitação fora rompida brutalmente por um comentário para, segundos depois, ser revivida. Antes que fosse capaz de reagir ao novo comentário, ouviu a voz de sua mãe.

- Vamos, Paul, temos que pegar a melhor antes que o façam primeiro. - falou a mulher, sorrindo para o filho e tomando a frente do marido.

A loja possuía um letreiro com seu nome, mas assim como seu pai Anthony, o jovem bruxo só conseguia distinguir a loja pelos diversos animais que preenchiam a fachada do local, sabendo o nome por meio de outras visitas e não por conseguir lê-lo. Os Foster ignoraram os animais ali fora e adentraram a loja, se deparando com diversos outros que contribuíam para a falta de espaço e o mal cheiro da do local. Nenhum deles deixou o punho muito longe do nariz enquanto viravam de um lado para o outro tentando observar o maior número de corujas no menor espaço de tempo possível.

Dentre os diversos tipos de coruja ali existentes, apenas uma chamou a atenção de algum Foster, sendo a coruja de tamanho médio em comparação às outras e suas penas negras, como seus olhos. Os olhos de Lilith pararam imediatamente naquela coruja quando a viu, tendo que chamar os outros dois algumas vezes para tirar eles da bisão de um cachorro muito estranho que os consumia tempo demais.

Como única mulher da família, Lilith lamentou muito a falta de foco que os garotos da família tinham.

- Vejam só esta, achei linda. - falou ela para Paul.- Além do mais, todos preferem as corujas brancas e as marrons são as mais comuns. Achei esta perfeita.

- Gosto dela. - comentou o garoto.

- Quer continuar procurando? -perguntou a mulher ao filho.

- Acho melhor não, não estão gostando muito de gastarmos tempo demais aqui, olhem. - Anthony tinha um sorriso divertido no rosto, ao contrário dos proprietários da loja, logo atrás dele.

- Então será esta mesma, mãe. - concluiu o garoto.

Minutos depois os Foster estavam mandando seu filho de volta pra casa, sozinho. O garoto já estava acostumado, é claro, os pais sempre foram muito ocupados e, depois de um longo dia juntos, não sentia vontade nenhuma de reclamar. Paul subiu os degraus de sua casa e colocou com dificuldade o malão em seu quarto, de onde pegou seus livros e começou a foleá-los brevemente. Foi interrompido por Quinn, sua coruja, que emitiu um som alto, o garoto franziu a testa antes de rir para a coruja, que de sua gaiola olhava para a janela. O garoto abriu a janela e a coruja, sabendo que sua gaiola sequer fora fechada em algum momento desde que chegara no quarto, voou velozmente em torno da casa.

"Seja vem-vinda ao lar, Quinn..." pensava o garoto, admirando-a.

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#154915] por Hope Larson » 14 Jan 2016, 15:17

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= Every new friend is a new adventure =


As dicas de Saw seriam muito úteis em meu tempo em Hogwarts, especialmente aquelas que não fossem óbvias demais para meu descobrimento através das pessoas que já estudassem lá (até porque não sabia se faria amizade com pessoas que não fossem de meu ano, nem mesmo se faria amizade com gente do meu ano, mas me esforçaria para ambos). A da biblioteca, por exemplo, era muito útil, e tentaria ao máximo não irritar a tão Srta. Grace. Normalmente eu era muito boazinha em bibliotecas, então acho que ela gostaria de mim. Quando as pessoas não viam problema em minha falta de braço, me esforçava ao máximo para fazer com que gostassem de mim, é normalmente eu conseguia o feito.

- Corujas? Então é assim que vocês se comunicam! As corujas entregam as cartas. Igual o antigo pombo correio. Queria ter uma coruja. Aí poderia mandar cartas pra você sempre que quisesse. - Estava feliz e ao mesmo tempo triste; feliz porque havia uma maneira de comunicar-me com Sebastian, triste porque não sabia se havia a possibilidade de conseguir uma coruja. Ainda não entendia totalmente de preços e de itens bruxos, mas uma vez que explicasse para o papai a utilidade daqueles animais, acho que ele me deixaria comprar um animalzinho.

- Saw, você tá ficando velho? Desculpa, desculpa, mas é que esse não é o caminho. Precisamos ir pra direção contrária se quisermos voltar pro Caldeirão Furado. - Apontei, mesmo carregando sacolas, para a direção que deveríamos ir, mas ele insistiu em irmos. Só entendi ao chegarmos numa loja em especial, que vendia vários animais: Corujas, morcegos, sapos, gatos, talvez houvessem cachorros e coelhos escondidos na loja, como o coelho da Sarah! Mas o que chamou mesmo minha atenção foi uma coruja numa gaiola, que piava como se me dissesse desejar sair dali. Era linda, o pelo extremamente majestoso, ainda que cinza e branco, e uma vez que me encarou não tirei mais os olhos dela, nem ela dos meus. Queria aquela coruja. Tinha uma afinidade com o animal, sabia. Seria capaz de consegui-la?
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Re: Empório das Corujas

MensagemEstados Unidos [#154982] por Sebastian Ramshaw » 15 Jan 2016, 01:54

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    – Folheei mais um pouco a revista, o tempo fora passando, novamente me deparei com a bela moça da foto, ela tinha um olhar intenso, uma expressão intimidadora e o seu sorriso era misterioso. Era ruiva assim como eu e parecia desafiar a câmera. As fotos se mexiam, já que era uma revista de moda bruxa, fora publicada a alguns meses atrás, já fazia um certo tempo desde aquele ensaio fotográfico. – Onde foi que eu te vi? – Novamente vasculhei a minha mente, tentando encontrar alguma lembrança. O problema é que nunca fui a França, sempre quis conhecer o lugar, minha irmã frequentou Beauxbatons e comentava bastante sobre a escola. Suspirei desistindo bem na hora que Tiger retornou bastante feliz, ela não demorou muito na prova de roupas, era admirável a pericia da pequena com apenas um braço, com certeza na minha idade ela iria conseguir fazer mais coisas do que eu se tivesse nove.

    Assim que a pequena pagou pelas vestes escolares, saimos em direção a calçada. O Beco Diagonal já estava mais lotado desde que entramos, por isso, era necessário tomar cuidado para não esbarrar em ninguém enquanto caminhávamos. – Nos utilizamos corujas para enviar nossa correspondecia, são animais fantásticos e muito espertos, sempre conseguem encontrar o destino. Em Hogwarts eu pegava emprestada uma coruja das torres, como nunca tive minha própria, precisava pegar uma da escola. – Apontei para uma placa mais a frente, mostrando o empório das corujas. Tiger por sua vez mencionou que estávamos indo para o lado errado, já tínhamos comprado todo o material escolar dela, mas eu queria lhe fazer uma surpresa. Então avançamos em direção a loja de animais localizada no beco diagonal.

    Quero que você veja essa loja, assim aproveito para verificar uma coisa. – Novamente mentalizei a imagem de uma fênix, estava decidido a ter um animal daqueles e mesmo que ainda não tivesse o dinheiro para comprar um ovo, queria saber ao menos se no empório eu poderia encontrar aquele animal. Assim que adentramos a loja, observei Tiger admirar os animais, porem um deles chamou a atenção da pequena. – Realmente é uma bela coruja das montanhas, você gostou dela? – Cruzei os braços, sorrindo. – Pois bem, vamos leva-la, é um presente meu para você, assim poderá me enviar cartas e se comunicar com os seus pais também. – Fiz sinal para um rapaz que trabalhava ali, apontando para a coruja e indicando que iria compra-la.
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Re: Empório das Corujas

MensagemRussia [#155199] por Alik Yuriev » 17 Jan 2016, 18:04

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    Naquele vazio de início de fim de ano letivo era possível ver calmamente cada vitrine das lojas do Beco sem brigar por um lugar mais próximo aos vidros temperados onde as lojas deixavam a exposição suas últimas novidades.[narração]
    - Não sei você, mais eu sei exatamente o que quero.-Havia remoído aquela ideia o ano inteiro, vivido o luto do meu amado gato por um ano me negando a ter outro animalzinho de estimação com medo de que o novo bichinho fosse apagar as lembranças de bone. Porém sentia que talvez fosse uma ótima ideia comprar outro animal, afinal me sentia solitária e ter encontrado com Paul e ter que lhe comprar um presente era uma ótima desculpa para poder tomar coragem de entrar na loja de animais e comprar meu próprio animal. Resumindo, sem que o garoto soubesse usaria ele para me dar aquela força que eu precisava.

    - Chegamos!- Parei de frente a loja, ainda agarrada ao braço do menino a meu lado. Abri um largo sorriso olhando pro garoto e apontando a porta. A loja estava quase deserta o que fazia o barulho dos animais se sobressaírem no ambiente.

    De longe avistando um cachorrinho automaticamente larguei o braço do menino e corri em direção ao Cercadinho de vidro que separava os filhotes para que não corressem livre para todo lado.
    – Como são lindos! Oi gracinha, oi pra você também.... E você, e você.-Cumprimentava cada filhote que via pela frente, sentia vontade de arrancá-los daquele cercadinho e matar esmagado cada um de tanto abraçá-los. Porém a fofira daqueles pequenos me lembrava o gatinho peludo de cor marrom que um dia havia achado por acaso boiando no lago próximo a minha casa quando eu tinha seis anos. E por mais que achasse aqueles pequenos caninos fofos, não sentia que amaria realmente nenhum deles, nem nenhum tipo de ligação com aqueles animais.

    Por um minuto havia esquecido de Paul. Voltei atenção ao menino olhando-o observar algo do outro lado da loja, me aproximei procurando curiosa o que menino tanto observava.




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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155203] por Paul Foster » 17 Jan 2016, 19:26

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O silêncio e a brisa suave eram raros no Beco Diagonal para qualquer aluno, menos para aqueles que tinham o costume de adiantar as compras, como Paul, que sempre estava no local já no seu aniversário e em duas oportunidades - sendo esta uma delas - usava esse tempo para suas compras escolares. Rebecca parecia estar amando o fato de ter o lugar tão livre e, provavelmente, também estava começando a se acostumar em ser mais rápida do que a grande massa de alunos. As vitrines eram atraentes e os produtos luxuosos. Foster não sentia a mínima vontade de comprar algo no momento, mas achava divertido observar o que estava à venda e as decorações estranhas das lojas. Era raríssimo achar alguma loja que fosse pouco atraente e foi em uma dessas poucas que Mason entrou com o amigo.

- Empório das Corujas? Senti até falta de Quinn agora… - disse o garoto, lembrando da coruja que estava em casa. A sua amiga, contudo, parecia distraída com o universo de animais fofos e de diversos tamanhos e raças em meio àquele fedido e feio lugar. O moreno caminhou por entre os locais tomando cuidado com onde pisava. Aqueles cãezinhos e gatinhos encantavam muito os outros clientes, mas o garoto não era muito normal e o que lhe chamou atenção foi um morcego que conseguia ser menor e mais assustador que a sua coruja negra. A pele do animal era quase tão escura quanto as penas de sua ave atual, fazendo dela um animal de estimação com enorme potencial de dano e sustos pelas sombras.

Quando se deu conta a loira voltara ao seu lado e tentava procurar o que tomava a atenção do amigo. - Um morcego. Ele parece sombrio, não? - disse o garoto, voltando a olhar para o ser das sombras. - Será que ele se daria bem com Quinn? Quero dar ela para Ellie, será mais bem aproveitada com ela do que comigo, já que eu não costumo enviar cartas, mas ainda sim morarão na mesma casa, não podem se dar mal… - falou o menino, ainda concentrado na gaiolinha.

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Re: Empório das Corujas

MensagemRussia [#155208] por Alik Yuriev » 17 Jan 2016, 21:13

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    Meus olhos arregalaram ao ver aquela pequena criatura pendurada de cabeça para baixo em uma das gaiolas. Parecia bobo, mais meu encanto era porque nunca havia visto um morcego de perto daquela forma. Havia pequenas barrinhas nas Patinhas do animal, as quais usava para se abraçar e esconder o rosto num escurinho certamente agradável para ele.

    - Bom, acho que eles tem tudo para se darem bem.- Comentei com o garoto ao meu lado. Olhei envolta para ver se não havia ninguém olhando e então enfiei o dedo na gaiola. O animal descobriu o rosto e fez um barulho parecido com pequeno rosnado revelando os Dentinhos salientes e pontiagudos, rapidamente retirei o dedo da gaiola com medo de levar uma mordida. – Vamos levar ele!- Falei com animação dando um pequeno pulinho. Não que eu fosse louca, também não era muito sã, mas animais hostis eram fascinantes, conseguiam ser mais atraentes do que qualquer cachorrinho abanador de rabo.

    - Vai pega, feliz aniversário.- Fiz um beicinho com os lábios e um gesto para que o garoto pegasse a gaiola. Não só pelo medo de uma mordida, como também pelo fato de que não queria ter que passar vergonha me esticando nas pontas dos pés e ainda assim não alcançar o gancho que segurava a gaiola. -Eu preciso encontrar um... Olha isso Paul.- Cortei minha própria frase quando tive atenção chamada por um mostruário do balcão de vidro onde havia vários ovos numa espécie de estufa amostra. Costumava mudar de assuntos repentinos com muita freqüência ou esquecer regularmente sobre algo que falava.

    - Você acha que são ovos de que?- Perguntei ao colega que já segurava seu mascote nas mãos e minhas bochechas avermelhada de vergonha quando ouvi a resposta do menino lendo uma placa de todo tamanho que havia debaixo dos ovos. – Nem vi essa placa.- Tentei disfarçar, agora passando os olhos sobre todas as placas que haviam embaixo de cada ovo. Alguns haviam luzes sobre eles para esquentar e chocar, outros não havia luz nenhuma, alguns estavam mergulhados em água, enrolados em palhas entre outros inúmeros ninhos. Ovos que iam de aves a todo tipo de lagarto e cobras que poderia existir.

    Porém meus olhos recaíram sobre um ovo pequeno que estava em um ninho de folhas dentro de uma caixinha de madeira entalhada aparentemente a não e era o único que não havia nenhuma placa indicando que tipo de animal era aquele.
    – Esse aqui não diz o que é.... Moço esse ovo é de qual animal?- O homem olhou para o ovo em seguida balançando a cabeça de forma negativa. O dono na loja explicara que havia encontrado o ovo a algumas semanas no chão da loja e não sabia dizer que animal havia posto ali.

    Perfeito, um animal surpresa. Não escolheria o mais fofo ou mais ameaçador, escolheria algo que me desse uma surpresa. Deixaria o destino decidir por mim.
    – Eu vou levar ele. Ah e o morcego também!- Com excitação paguei ambos os bichinhos, aproveitando para comprar também a caixinha de madeira entalhada em que o ovo estava guardado. O homem cobrara um valor absurdo pelo objeto mas aquilo pouco importava. Por fim deixava a loja para trás com um sorriso mais do que satisfeito. – Está ficando tarde Paul, e estão me esperando.- Suspirei só de lembrar que infelizmente o dia havia acabado e logo estaria fazendo o trajeto de volta para casa, aquele inferno. – Espero que ele se acostume com sua coruja.- Ri apontando para o morcego que havia se enrolado novamente nas próprias asas. – Feliz aniversário mais uma vez.- Me adiante em abraçar novamente o garoto mais alto, agora sem a mesa entre a gente, depositei um beijo sem maldade alguma na bochecha do menino. Em seguida me despedindo deixando o menino no meio dos corredores do Beco, acenando um pequeno tchau com a não ao virar uma esquina carregando minha pequena caixa nas mãos e mesmo longe do olhar do garoto o sorriso que antes havia começado forçado no início daquele dia agora se mantinha real e natural em meus lábios. Até que havia me divertido um pouco e o final daquele dia sido agradável na companhia do sonserino. E também voltaria para casa com minha caixinha surpresa.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155236] por Paul Foster » 18 Jan 2016, 01:03

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Paul não podia deixar de achar Rebecca engraçada ou algo do tipo. A garota era muito animada as vezes, sem contar a falta de foco que a tornava bastante divertida. Era difícil para o garoto acompanhá-la, mas ele tentou ao máximo entender tudo que a energética amiga falava. O moreno estava quieto, mas já carregava a gaiola consigo quando a menina pediu ajuda com os ovos. Mesmo sem ser especialista em ovos, as plaquinhas ajudaram ele a responder a pergunta da garota ao mesmo tempo que apontava para os ovos. - Olhe, tem plaquinhas. - mas o que chamou atenção de Mason não foi nem uma cobra, nem um lagarto ou alguma ave, mas sim aquele ovo sem placa que, estudando padrões dos ovos, Paul diria que era de uma cobra, mas ele preferiu não estragar a surpresa da loira.

Quando enfim estavam fora da loja, Paul sem destino e Becca pronta para voltar para onde quer que tivesse vindo, o moreno retribuiu tanto o abraço quanto o beijo da Slytherin (também sem nenhuma maldade), tendo de largar agaiola perto da vitrine da loja para. Muito grato pelo momento que a menina, mesmo sem conhecer tanto ele o ofereceu, o garoto tentou ser bastante gentil e demonstrar sua gratidão. - Obrigado, mesmo. Acho que me animou o fato de alguém que não tem nenhuma obrigação se preocupar com meu aniversário. - o garoto sorriu e pode ver o sincero e largo na menina à sua frente também. Quando a mesma se afastou, o moreno apenas sentou-se no chão, apoiando as costas na parte de baixo da vitrine do Empório das Corujas. Era bonito ver o Beco Diagonal calmo e limpo, para variar. Ao longe Rebecca Mason acenou e foi correspondida por Paul Foster, que aos poucos deixava o desânimo causado pelos pais adentrar em sua mente e coração, que se apertavam e o machucavam novamente. Seus olhos estavam marejados já pouco depois de seu último sorriso. Era difícil pensar em Lilith ou Anthony sem ficar assim. O Slytherin sacudiu a cabeça e respirou fundo algumas vezes, controlando os pensamentos e tentando focar em algumas daquelas músicas trouxas que ele ouvia, era ótimo para distrair e passar o tempo.

“Falta pouco. Em algumas horas meus pais me levarão pra casa e o dia acabará e, depois de alguns dias, voltarei para a escola…”

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155239] por Catherine Winlet » 18 Jan 2016, 01:39

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As férias estavam sendo ótimas! Eu estava matando a saudade de tudo que eu sentira falta enquanto estava em Hogwarts, principalmente dos meus pais e da livraria. As coisas haviam mudado um pouco por lá. O local virou um point cult da galera mais jovem de Liverpool depois que uma lanchonete com um palco para a bandas locais tocarem abriu lá perto. Muitos dos jovens passavam por lá nas tardes antes de algum show, ou depois de lanchar com os amigos. Meus pais aproveitaram essa oportunidade e aumentaram os livros que interessavam aos novos clientes. Enquanto eu estava fora, fizeram 3 lançamentos de na loja: o de uma artista plástica, o de um youtuber sobre seu canal de coisas nostálgicas e o de um cantor de banda indie inglesa. Isso só fez com que os fregueses e a popularidade da livraria aumentasse. A parte boa disso tudo, além da diversidade de pessoas com quem eu agora sempre conversava, é que o dinheiro em caixa aumentou! Eu soube disso no dia que papai veio sorridente conversar comigo enquanto eu lia um livro da Meg Cabot.

- Posso te tomar da Mia por um instante? Preciso conversar com você.- ele me perguntou enquanto se sentava no braço da poltrona. Tinha uma das mãos escondida atrás das costas e segurava algo. Fiquei curiosa, mas logo vi que era um envelope. - Claro papai. O que é? – perguntei animada fechando o livro e colocando-o sobre meu colo. Meu pai riu.

- Sabe, com as coisas melhorando por aqui, eu e sua mãe pensamos que seria uma boa te dar uma recompensa. Você não foi mal na escola nova e conseguiu até fazer muitos amigos! Então resolvemos que era hora de fazer algo antes que você acabasse arrumando encrenca trazendo gatos de rua aqui pra casa de novo.- ele terminou a frase com um sorriso maroto no rosto. Eu fiquei sem entender por um tempo, até que a ficha finalmente caiu.

- AIN MEU MERLIN! Vocês vão me dar aquele gato? Um gato?! Ahhhhhhhhhhhhhhh eu não acredito! Obrigada papai! Mamãe! Obrigada. Quando vamos comprar hein? Agora? Eu pego meu casaco e nós vamos!- eu explodi em felicidade pulando em cima do meu pai, abraçando-o e beijando suas bochechas. Ele gargalhou de mim e eu corri para abraçar a mamãe também, que havia entrado ali na hora que me ouviu gritar de felicidade.

- Calma querida, nós não podemos ir com você hoje. Espere mais um pouco e nós vamos os 3 juntos, está bem?- mamãe me respondeu enquanto acariciava meus cabelos. Aquilo foi como um balde de água fria, ou um aguamenti, na minha cara. - Poxa, eu queria ir hoje... – falei depois de voltar a me sentar na poltrona, meus braços cruzados em protesto. Hoje era o dia perfeito, já que meus amigos estariam lá.... Pera, era isso! Eu só tinha de dizer a eles! E ainda era aniversário do Paul, eu me lembrava bem disso. Seria mais uma desculpa perfeita! - Mãe, pai! Vocês têm e deixar eu ir hoje! É aniversário do Paul e eu sei que os pais dele vão levar ele pro Beco Diagonal para comprar algum presente, eles sempre fazem isso.- eu falei depressa sem deixar tempo para que os dois respondessem. Precisava dizer tudo de uma vez para parecer convincente.– E não vai ser perigoso já que eles vão estar lá. E a Anne me disse que ia fazer compras hoje, sim ela falou isso na última carta que ela me mandou. Por favor, por favorzinho, vocês têm de deixar eu ir!- implorei pulando no mesmo lugar com as mãos juntas e fazendo aquela carinha de Gato de Botas que sempre funcionava.

- Não sei querida, pode não ser uma boa...- mamãe hesitou, mas logo em seguida o salvador da minha vida, Papai, falou a frase que me fez pular de alegria e correr para o meu quarto para me arrumar. - O que pode acontecer meu bem? Ela tem celular e eu posso levá-la. Prometo que volto a tempo da reunião com a editora.

E assim foi como eu vim parar no Beco Diagonal indo para o empório das corujas com o dinheiro no bolso do meu macacão e a maior vontade de comprar meu novo amiguinho. E sabe o que me deixou ainda mais feliz? Não tinha multidão hoje, o local estava bem mais vazio que da vez que eu viera comprar meus materiais. Era o dia perfeito e nada ia me deixar pra baixo.


Catherine veste:isso aqui desse link .wee
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Catherine Winlet
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155245] por Paul Foster » 18 Jan 2016, 02:09

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Sentado e desolado, Paul ficara por cerca de meia hora. Ele não possuía um telefone ou aparelho de música, sequer sabia da existência deles. O pouco que sabia sobre músicas trouxas tinha conhecido através de seu pais ou cainhadas na rua. Por isso sabia sobre poucas, por isso melodias faziam mais parte da definição dele sobre as músicas do mundo não bruxo do que as letras dos mesmos. Guitarras fazias os sons favoritos dele, mas ele nunca saberia reconhecer uma. O garoto tinha certa curiosidade e estar longe de Catherine o fez lembrar de algumas de suas dúvidas. A amiga nascida trouxa do bruxo já era comumente entupida de perguntas, mas sobre música, Foster nunca pensara em perguntar. A distração e tristeza do garoto o fez demorar para perceber ao longe uma figura de macacão se aproximar. Os olhos da lufana provavelmente exibiam algo que demonstrava sua saudade, pois foi exatamente o que exibiram os do sonserino quando avistaram a imagem de Winlet.

“O que Catherine faz aqui?!” pensou, se levantando apressada e desjeitosamente, batendo as mãos nas calças pretas para tirar a sujeira. O garoto não tirou os olhos da amiga e não demorou para exibir um sorriso. Seu coração ainda doía muito, ainda mais por estar vendo mais uma pessoa que se importaria e lembraria do seu aniversário, fazendo mais por ele do que seus pais fizeram. Isso machucava, por isso ele decidiu não contar nada, não lembrar a ratinha sobre o evento e dar uma chance aos pais de não serem os únicos. - Quanto tempo, ratinhaaa, que saudade! - disse ele ao envolvê-la com seus braços. O forte abraço dado por ambas as partes demonstrava o quão apegados já estavam após aquele um ano na escola. O moreno lembrava-se facilmente do dia em que meteu Catherine noseu grupo de amigos do primeiro ano: Anne e Nathaniel, fazendo dela a primeira e, até o momento, única membro do grupinho não pertencente à sonserina. O amor do trio verde pela menina amarela não era menor por esse fato e isso sempre fora bem claro, principalmente quando Paul tinha uma de suas crises protetoras e sentia-se mal por não saber se as meninas ou Folwks estavam bem. O olhar do garoto não exibia nem um pedaço da tristeza que sentia, nem seu sorriso, Winlet não merecia a parte ruim de Foster, pois não era culpada disso. No momento era o único elo entro o ele e a alegria.



Paul veste: roupas trouxas (calças, camiseta e coturno) sem estampas e totalmente pretas -q
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Paul Foster
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