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Empório das Corujas

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Re: Empório das Corujas

MensagemFranca [#158248] por Avalon Roussel » 23 Fev 2016, 10:27

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Avalon saiu da loja tão animada e feliz, pois tinha agora uma varinha e ela escolheu a menina, então isso tudo era bastante interessante. Cada coisa nova que descobria sobre a sua nova vida, era um novo ânimo, como ela tinha dito a menina no dia anterior, ainda estava mais ou menos sobre a escola, mas estava otimista sobre isso tudo, se pensasse negativamente seria pior, então tinha um motivo para ela ter sido escolhida, o jeito era começar a estudar nesse lugar, conseguir aprender mais sobre aquilo tudo e também novas amizades que não era nada ruim não é? Se bem que nesse quesito ela já estava conseguindo, pois aquelas pessoas que conheceu no dia anterior estudavam na Beauxbatons.

A garota apenas olhava para as pessoas que andavam de lá pra cá, aquele lugar estava cheio e acho que nessa temporada sempre seria assim. Parou de encarar as pessoas quando ouviu seus pais perguntaram para onde iriam, a pequena pegou a lista e começou a olhar o que tinha riscado, pois seria as coisas que já comprou, apenas tinha uma coisa que ainda estava sem riscos e era o animal de estimação, isso era uma decisão um pouco difícil, pois a garota nunca tinha tido um bicho de estimação até o momento, isso significava maturidade, então a menina fala:


- Só falta o Animal de estimação, o que faço? Não sei o que escolher. Seus pais começaram a olhar um para outro, estavam tentando bem falar por pensamento, após alguns segundos eles falam:

- Então minha querida, não sabemos você tem que olhar lá na loja e escolher algo para cuidar. Eles sorriram para a garota e começaram a ir em direção da loja, não demorou tanto para eles chegarem a tal loja, logo já estavam dentro do lugar, a pequena então começou a olhar aos vários animais que tinha naquele lugar, após muito olhar ainda estava indecisa, então Louis chegou próximo da menina e disse:

- Vou contar uma coisa para você, quando tinha a sua idade mais ou menos, criava um animal de estimação, era um gatinho chamado Nikolau, se fosse você escolheria um, pois eles são fáceis de cuidar. A menina ficou mais animada com o que seu pai disse, então ela fala:

- Ok Papai, pois então vou escolher um gatinho para mim, vou batiza-lo de Louis. Sorriu para o seu pai e logo compraram o animal de estimação e como já tinha comprado tudo, foram embora do Beco Diagonal e no mesmo dia eles voltaram para o seu país de origem.

Tagg: Oliver, Louis.
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Avalon Roussel
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Postado Por: LSD (Littleseed).


Re: Empório das Corujas

MensagemFinlandia [#159132] por Ariel Enkelis » 06 Mar 2016, 13:48

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A gift for who?

Um presente para quem?

Season Two: #Trigésimo Terceiro Post!


Sabe aquela boa sensação de não conhecer exatamente tudo sobre a pessoa, mas já perceber que tem certas coisas em comum que lhe intrigam? Pois bem, apesar de toda a confusão que Ariel Enkelis fez na Slug & Jiggers’ Apotecário, dizendo que não queria comprar algo, mas decidiu dizer que compraria depois do dono interromper a conversa dos dois, aparentemente deixou Sarah um tanto quanto confusa. Entretanto, apesar de tudo isto que aconteceu, Sarah Scarlett Maison não achou o finlandês maluco e, mesmo assim, aceitou fazer companhia para o menino em sua tentativa de comprar algo para presentear Aniela Enkelis – Obrigado pela dica! – sorriu animado assim que saíram da loja em que estavam, rumando na direção do Empório das Corujas – Eu não queria comprar nada, de verdade. – fez uma feição sem graça para a ruiva, olhando de canto para ela – Mas bom, um suprimento médico para se garantir de algum ferimento, que mal tem, não é? – deu uma risada de seu comentário, estava achando legal estar na companhia da jovem lufana, pois estava precisando encontrar alguém que gostasse de conversar e bom, a garota não deixava a desejar neste quesito – Tomara que o papai demore um pouquinho. – um pouco antes da conversa ser retomada, olhou para o movimento das ruas do Beco Diagonal e não encontrou Miguel Enkelis. Não que representante de Godric Gryffindor desejasse estar longe da companhia do pai, mas bom, quando se está fazendo uma amizade nova, ainda mais uma que se sente tão à vontade conversando na presença de outro, não dá para deixar se passar, não é mesmo? Se tudo desse certo, ainda poderia manter contato quando voltasse para Hogwarts e fazerem o acordo que combinaram sobre as aulas.

Enquanto caminhavam até a próxima loja, Sarah continuou a falar e Ariel apenas a ouviu, apesar de ficar intrigado com o animalzinho que ela havia ganho – Um suricate? – arqueou a sobrancelha curioso, vendo o quão empolgada a menina estava – Ela parece ser uma boa amiga. – o finlandês ficou admirando a menina enquanto falava, ouvindo as sugestões da outra até chegarem no interior do Empório das Corujas e o favor que o Enkelis pedira, ser rebatido de volta – Você também? Um presente? – fez uma feição um tanto quanto surpreso em ajudar alguém e ficaram parados na porta de entrada por alguns minutos – É claro que ajudo sim, não sei se sou tão bom para dar presentes, já que eu também estou pedindo ajuda... – sorriu sem graça e viu que a lufana também estava na mesma situação – Mas a gente pode se ajudar dessa vez! Que tal? – retomou o tom empolgado em sua voz e, agora sim, era a vez do moreno voltar a falar, aparentemente, falta de assunto entre ambos não iria acontecer nunca – Quando eu estiver precisando de alguém para conversar, já sei quem encontrar. – na verdade, o desejo era ter falado isto para a garota, mas preferiu, ao menos naquele momento, guardar para si seu pensamento, não queria perder a companhia da jovem fazendo algum comentário indevido.

- Temos um acordo! – anunciou, dando um pequeno pulo de animação e quase se desequilibrou, pois no mesmo instante, a porta que estava bem próxima se abriu – Erm... Vamos sair de perto da porta, vamos? – ficou sem graça ao se desequilibrar – Bom, sabe, sou um pouquinho desastrado, mas... Dizem que sou bom com feitiços, ao menos, pratico bastante. – um pouco corado de vergonha, falou com uma voz mais baixa enquanto caminhavam por entre os corredores do estabelecimento – Eu sou um pouco curioso sabe, então não me bata se eu perguntar algo demais, qualquer coisa, não precisa responder. – percebeu uma certa feição intrigada por parte da lufana, mas mesmo assim, continuou – Você gosta bastante de animais! E eu, nunca vi um suricate, é legal cuidar de um? – foi aí que o finlandês se tocou que estava em uma loja de animais e bom, a possibilidade de encontrar o tal ser seria grande – Ah! Esquece! A gente está em uma loja de animais! Se encontrarmos um deles, você me diz um pouquinho sobre o bicho? – a ruiva sorriu e acenou positivamente com a cabeça – Então está bom, meu presente é para minha irmã, como já disse... – tentou segurar sua voz de triste, por saber que estava distante de Aniela Enkelis, mas mesmo assim continuou, não se deixando afetar, porém, foi percebido – Ah... Fique tranquila, não tem nada não, é que a gente ficou distante no final do ano sabe? Ano que vem não vou mais poder ficar de olho nela e bom, eu costumo ser o irmão que mais protege os mais novos, sou o mais velho deles... – sem perceber, já estava falando bastante de sua vida também e aparentemente assim, o casal de amigos sempre teria algo para se falar.

- Eu sou assim, mas acho que não deveria ser mais... Mas... Deixa para lá, eu queria mesmo, era me desculpar com a Aniela, minha irmã, queria dar um presente para o gatinho que ela já tem, é um felino branquinho, ou então, comprar uma coruja para ela? Afinal, ela não tem uma. – o final da sua frase saiu em um tom indagador e incerto, já que o próprio finlandês, não sabia ao certo o que compraria para presentear a finlandesa – E você, me diga um pouquinho sobre você e bom, para tentar lhe ajudar, me diga também para quem é o presente? Um menino? – levantou as duas sobrancelhas, encarando os olhos da amiga por alguns segundos e retomou a fala – E o que aconteceu contigo para não querer passar perto de uma vassoura? É tão bom voar... – se defendeu com uma voz bem distante, como se estivesse sentindo a sensação de estar jogando quadribol mais uma vez, esporte que o Enkelis tanto gostava – Enfim... Deixa eu ficar quieto, senão você vai dizer que sou falante... – deu uma risada, olhando de modo cumplice para Maison, a verdade era que ambos tinham esta característica e bom, assunto pelo menos para este dia, aparentava não faltar. Com isto, o moreno ouvia os comentários da outra, enquanto caminhavam por um corredor repleto de vários tipos e raças de felinos.


Interagindo com: Sarah Scarlett Maison.
Citados: Aniela Enkelis e Miguel Enkelis.
OFF: A revisão não foi lá das melhores. T.T
OFF2: Desculpa a demora! Mas espero que goste... *-*
OFF3: Esses dois falando juntos numa aula o professor perderia a palavra, não? xD.
# Ariel Enkelis #
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We'll represent the house flag of Gryffindor, Today we meet our destiny, All together... So who are we fighting for?

- - - - -

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#159749] por Sarah Scarlett Maison » 18 Mar 2016, 11:08

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    ______________________________
    Every new friend
    is a new adventure

    POST 2


    Sarah mantinha as mãos no bolso traseiro de seu jeans e observava Ariel com um sorriso amistoso estampado em seu rosto sardento. Era engraçado caminhar no beco diagonal ao lado de alguém que ela não tinha muita intimidade, mas não era isso que a impediria – não desta vez – de fazer uma nova amizade fora do círculo social dos texugos. – Mas você quer que eu lhe ajude a dar um presente para uma menina, não é? Eu preciso dar um presente para um amigo. Você é menino e tem uma idade parecida com a dele, logo... Acho que sua opinião vai ser de muito valor – tentava explicar o motivo de pedir a ajuda dele, mesmo isso não sendo necessário, uma vez que Ariel já havia se prontificado.

    A menina dos cabelos alaranjados deu uma risada baixinha ao ver que o rapazinho se enrolava ainda mais que ela. – Cuidado! – Disse num impulso já tirando as mãos do bolso para lhe amparar se fosse necessário. – É mesmo uma boa ideia a gente ir andando – concordou já se dirigindo para a outra loja. – Sim, um suricate. Ele é pequenininho, sabe? Fiquei surpresa quando ganhei um da senhorita Scarllet após a aula dela de criaturas – ela não tinha problema algum em falar de suas criaturas. Pelo contrário, uma das coisas que ela mais gostava de fazer e se sentia muito segura era falar de animais. Conhecia vários, tanto mágicos quanto não mágico, pelo fato de seu irmão fazer parte do controle das criaturas.

    Ao notar que o rapazinho trocou suas feições alegres por uma mais tristonha, ela franziu as próprias sobrancelhas e olhou mais atenta a ele – sinto muito por isso. Vocês parecem ser bastante ligados. Eu não imaginaria minha vida sem John – deu um sorriso de lado. Sensitiva como a menina era, ver o sofrimento dos outros lhe causava um desconforto no peito, sobretudo por saber que não tinha como ajudar.

    - Gatinhos costumam gostar de mimos brilhantes... Bolinhas, aqueles espanadores. Bolinhas também são boas, mas tem que ter aqueles sininhos dentro, senão eles não ligam muito – as palavras simplesmente saíam de sua boca mais até do que ela gostaria. – Uma coruja é uma boa ideia se ela não tiver uma, mas eu acho um pouco impessoal – Sarah fez uma careta. – Eu adoro minha coruja, mas elas não são animais de estimação, entende? Elas gostam mais de ser livres... Se você quiser algo que faça companhia a sua irmã, pode comprar um coelho... O meu é muito ciumento, mas eles são maravilhosos para cuidar! E eles são carinhosos, existem vários tipos de coelho.

    Lembrar do dia que caiu da vassoura em uma aula era um pouco difícil, sobretudo por lembrar das expressões culpadas de Lucca no hospital, achando que isso só tinha acontecido por irresponsabilidade dele e não dela. Não lembrava de muita coisa, apenas da sensação do vendo em seu rosto – isso era incrível, ela tinha que admitir -, das suas mãos trêmulas, de ter seu melhor amigo ao lado... e de tudo ficando borrado, da dor que sentiu e de ter acordado dias depois no hospital.

    - Oh, imagine, Ariel! Pode continuar falando. Gosto muito de ouvir as pessoas... Até por que eu não sou muito de falar. É que hoje, excepcionalmente, você me encontrou num bom dia – suas maçãs do rosto ficaram coradas.

    - Quanto ao meu trauma de vassouras... – ela mexeu em seus cabelos como um tique nervoso – eu nunca gostei muito, sabe? Ninguém na minha família pratica quadribol. Bom, quem ouve assim parece que minha família é enorme – ela deu uma risadinha. – Nem meu pai, nem minha mãe e nem meu irmão praticavam e então eu só fui ter contato de verdade com uma em Hogwarts. E eu tinha muito medo. Lucca tentou me ensinar, mas alguma coisa aconteceu durante a aula de vôo e todos caíram. Eu não lembro de tudo, sei que acordei no hospital... Fiquei uns dias internadas, quebrei um braço e torci o pé – ela mexeu o ombro como aquilo já não significasse muita coisa. – Mas estou bem. E agora virei apenas torcedora de quadribol...

    - E o presente é pro meu amigo Lucca. Ele me deu essa pulseirinha ano passado – a menina estendeu o pulso e mostrou o acessório banhado a ouro com quatro estrelinhas. – Cada estrela dessa é um ano que passamos juntos – sorriu orgulhosa. – E agora, como eu tenho algo que sempre lembra que eu não estou sozinha, eu queria que ele tivesse algo assim também. Ele gosta muito de quadribol, é muito responsável... não podia ser algo tão ... Sei lá, você entende?- Não sabia quanto tempo ainda teria para aquela conversa. Havia perdido a hora com a simpatia do rapaz.


______________________________
CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Citados: John Maison, Lucca S. <3 [NPC]
Interação: Ariel E.
Notas: Desculpa a demora. Se quiser finalizar, fique à vontade. Vamos combinar um arco em HO agora que abriu, ^^
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Postado Por: Marj.


Re: Empório das Corujas

MensagemAlemanha [#161331] por Cho Alana » 18 Abr 2016, 22:52

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O Novo Amigo

                Passos rápidos, respiração acelerada, expressão sorridente. Corria até o Empório das Corujas com uma ansiedade que não cabia em seu peito Conhecerei meu novo amigo! Conhecerei meu novo amigo! Repetia em sua mente inúmeras vezes ao se aproximar da loja. Aquele momento era especial pra ela, e não queria perder nenhum detalhe. Era sua primeira vez indo as compras sozinha, já que sua mãe deixou-a ali para andar pelo beco diagonal. A loja era pequena, e parecia menor ainda de tantas pessoas ocupando o mesmo espaço.

                Tem tantos animais...qual será que se parece mais comigo? Se perguntava ao fixar-se em uma cobra, virando a cabeça de um lado ao outro com um ar pensativo. Até que - Ah! - A menina dá um grito e encolhe as mãos juntas ao peito ao ouvir o estouro do vidro dado pela cobra verde em sua frente. Acho que não gostarei de cobras... - Pelo visto ela não gostou de você - A ruiva olha para cima com seus olhos verdes, agora assustados e tímidos e vê um rapaz alto de onde veio a voz rouca com a frase que parecia ter vindo de alguém que lia mentes. - Precisa de ajuda na busca de seu amigo? - Perguntou o rapaz. - Como sabe que estou em busca de um amigo? - Respondeu com uma pergunta. -Todos aqui estão. Corujas, cães, cobras - falou apontando para a inimiga verde - Ratos, peixes, todos aqui, tem uma pessoa a sua espera que visita nossa loja todos os dias. - Concluiu carinhosamente o rapaz. A menina agora olhava com outros olhos os interiores da loja, inclusive, olhava para a cobra pensando que ninguém fica sozinho, nem mesmo a cobra que, agora, a seus olhos é um animal tão assustador. Depois de adquirir coragem para falar, a menina pergunta - Pode me ajudar? - O rapaz retruca - Se puder saber seu nome - Sorrindo. -Oh, perdão...me chamo Alana, Cho Alana...- Respondeu desviando o olhar para baixo. - Hahaha! Tudo bem Alana! Não precisa ficar tímida. Me chame de Darwin. Te ajudarei a encontrar seu amigo. Vamos lá! -

                O rapaz inicia um tour pela loja com Alana, que estava muito contente pela gentileza, e isso talvez fosse um bom sinal sobre seu ano letivo. Mais a frente, ela avistara a gaiola dos coelhos, onde tinham brancos, pretos e cinzas. Um deles chamou sua atenção logo que colocou os olhos nele. Tinha algo especial. Ela correu em sua direção, batendo-se em umas meninas em sua frente de tanta pressa - Desculpe! Desculpe! - Falou baixinho, logo após, agora agachada, de pernas cruzadas agarrara a grade com seus pequenos dedos para observar os saltitantes. - Gostou deles? São macios e quietinhos, e são calmos como um floco de algodão. - Falou Darwin. Ela pergunta - Gostei do escabelado, parece que acabou de acordar com essa crista! - Fala simulando um topete com a mão direita. Ele dá uma risada e logo ela continua. - O que quer dizer como um floco de algodão? - O rapaz. - Quero dizer que eles não fazem muito mais que um floco de algodão, são paradinhos. - A menina ri de sua analogia e animada passa para o próximo animal.

                Agora, ela vê um cercadinho, com vários cães diferentes. Todos de pequeno porte, o que a faz cogitar a ideia, já que, em sua concepção, seria fácil te-los em casa. Ela se abaixa e estica as mãos para fazer carinho. Eles lambem suas mãos, morem e dão latidos agudos, como qualquer cão filhote faria. Ela fica animada com a reação dos pequenos. Pergunta - E o que o senhor tem a dizer sobre os cães? - Já esperando algo positivo. - Não sou senhor, mas se o fosse, diria que são ótimos companheiros para quem leva uma vida agitada. Bagunçar e brincar por horas é o que eles mais gostam de fazer- Responde, colocando a mão na cintura. Não seria bom para meus horários de estudos e de leitura... - Talvez não seja bom para quem estuda. - Diz ele. A menina estranhando novamente o fato de o rapaz parecer estar dentro de sua mente, ignora seus pensamentos e, determinada, segue adiante.

                A gaiola mais afastada na loja (que não é muito longe) abrigava animais de orelhas levemente pontudas, olhares misteriosos, patas peludas e macias e uma língua áspera. Gatos! - Quero este! Este será meu amigo. - Afirma pegando no colo um pequeno gato branco com bochechas grandes e uma mancha marrom na barriga. - Tem certeza que é ele? Não quer olhar nenhum outro animal? - Pergunta. A menina responde - Tenho, e não, quero ele. - O rapaz insiste - Tem certeza? A cobra lá na frente pareceu gostar de você! - Falou rindo. Ela responde firme, mas ainda carinhosa - Tenho! - Alana abraça o gatinho com um bocado de força, que faz o gatuno soltar um pequeno miado. - Então, muito bem! Alana, meus parabéns por ter achado seu bichinho, tenho certeza que será bem cuidado e que serão ótimos amigos. - Fala Darwim, esticando a mão a ela para cumprimenta-la. - Muito obrigada, senhor!- Diz ela. - Se fosse senhor, diria de nada pequena! Um ótimo ano letivo! - Alana corre até o balcão, efetua o pagamento e vai embora com seu gatinho. Seremos grandes amigos, espero que mamãe e papai gostem de você! O gatinho nos seus braços a responde com outro miado, dessa vez meio turvo entre o ronrono. Alana sai da loja feliz com seu novo amigo.
Cho Alana
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Re: Empório das Corujas

MensagemAustralia [#164344] por Kansey Even » 06 Jul 2016, 20:23

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A ansiedade estava dominando Kansey, ela mal conseguia se conter ao entrar no beco Diagonal. Havia tantas pessoas e era tão movimentado que sequer sabia para onde olhar, havia lojas de todas as formas e jeitos. Sua mente tentava assimilar o que seus olhos viam, mas era difícil demais. Não faz dois dias que recebeu a carta para Hogwords e já estava comprando os matérias, tudo estava acelerado demais, porém, era dessa forma que gostava, agilidade. Sua mãe parecia um pouco desconfortável e deslocada em meio aquela muvuca, mas Kansey estava tão radiante que sequer notou. Chamava-a para lá e para cá e apontava sempre que via algo novo ou exótico. A lista de materiais que veio na carta era engraçada e estranha, Kansey leu e releu varias vezes e a guardou com todo o cuidado. Era como um indicativo que a magia que tinha dentro de si era real.


Os olhos da menina iluminaram ao ver uma loja onde havia animais na frente. Correu para a vitrine e começou a apontar para os animais e implorar para a mãe comprar um para ela. Sabendo que se rejeitasse sua filha iria atazana-la até chegar o dia de ir a escola, Emily cedeu e, ao invés de responder, abriu a porta da loja. O furacão Kansey passou correndo por ela antes da porta ser fechada e começou a percorrer a sala. Havia bichos de varias maneiras, incluindo corujas e sapos. A garota ficou bestificada ao deparar com um sapo azul, jamais imaginou encontrar um de cor tão linda e chamativa. Estava prestes a pedir para ser ele quando um ruído ao lado chamou sua atenção. Era um rato de pequeno porte que andava de um lado para o outro dentro da gaiola, ele parecia inquieto e em busca de algo. Subia na pequena roda giratória, andava um pouco dentro dela e logo saia. Kansey riu e se sentiu atraída por ele devido a esse jeito agitado e espontâneo como o dela, estava decidia era ele que iria levar para casa e lhe fazer companhia na nova escola.

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Kansey Even
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Postado Por: Talita Silva.


Re: Empório das Corujas

MensagemFranca [#165258] por Alexia H. Neveu » 23 Jul 2016, 01:11

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    Caminhava a passos rápidos pelas ruas movimentadas do Beco Diagonal. Estava com pressa. Eram raras as ocasiões em que Neveu podia desfrutar de algum tempo livre, e agora, depois de uma pausa na maratona de jogos de quadribol, a loira podia se dar ao luxo de sair um pouco de seu escritório, no Departamento de Esportes, para resolver algum problema pessoal. Não que aquele fosse um problema… Quer dizer, na verdade era, porque alguns dias atrás, seus irmãos caçulas fizeram um ano de vida e aquela irresponsável irmã mais velha nem sequer apareceu para dar um abraço nos pequenos, de lá lhes levar algum presente.

    Passou alguns dias após o ocorrido pensando no que fazer. Sabia que precisava visitar Lana, mas não podia chegar de mãos vazias, até porque, seus irmãos mereciam um pouco de atenção, nem que fosse por causa de algum mimo.. Seus olhos passavam rapidamente de uma loja para outra. Pensara em lhes presentear com algum artigo de quadribol, pois era uma de suas paixões, mas sabia que eles eram pequenos demais para entender do esporte bruxo, portanto, se preocuparia em lhes presentear com vassouras futuramente. Quiça, talvez, presentear Scarlet com um bastão e Elliot com luvas… Não que ela quisesse definir que posições os pequenos jogariam, mas era algo que a deixaria animada também.

    Portanto, descartou a ideia de entrar na loja de artigos esportivos, fitando por um longo tempo a Artigos Mágicos que, por coincidência, era um bem da família Neveu, já que seu pai comprou as ações da loja alguns anos atrás. Contudo, não existia nada de interessante para os pequenos naquele lugar, até porque, eles não tinham idade para mexer com os acessórios que eram vendidos ali. Parou em frente a prateleira, fitando alguns ursos de pelúcia. Ponderou. O que eles sentiriam ao ganhar aqueles objetos inanimados…? Apesar de que… Girou os calcanhares, buscando com o olhar, a loja que surgiu em sua mente: o empório de corujas. Bichinhos! Por que não?

    Adentrou a loja, já buscando com o olhar, algum animalzinho que, talvez, só talvez, fosse a cara de seus pequeninos irmãos, no qual ela nem lembrava direito de sua fisionomia. Lembrava que a pequena Scarlet não puxara as gêmeas Neveu, que herdara os cabelos escuros da mãe, de tom castanho, um pouco ondulado, mas os olhos eram os mesmos que a dupla mais velha trouxe da parte Helstrong. Já o único menininho daquele quarteto, este sim tinha os cabelos lisos e claros, mas o olhar era totalmente Shuisky – aquele leve tom acinzentado, que muitas vezes podia ser comparado com um verde bem claro, talvez uma mesclagem de seu pai. Sorriu ao lembrar da face boba de Alexander ao carregar os dois pequenos no colo e da felicidade do mesmo por, pelo menos daquela vez, poder participar da educação de seus filhos em paz. A filha de Morrigan fitava algumas prateleiras, sem tirar os rostos sorridentes dos caçulas de sua mente. Precisava de algo que combinasse com eles.

    Como fazemos o transporte dos animais? – Perguntou ao balconista que se encontrava ali, já que ela não tinha ideia de como carregaria os animais.

    As corujas você leva em gaiolas, os cachorros, gatos, e outros, existem casinhas próprias para cada um.

    É, ela precisava decidir e logo…
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Alexia H. Neveu
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Re: Empório das Corujas

MensagemEstados Unidos [#169867] por Beverly C. Harrison » 23 Nov 2016, 22:59

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Aquele devia ser mais um dia comum, apenas mais um daqueles dias em que ela ajudava sua mãe com as compras no Beco, mas não. Depois de um ano inteirinho de insistências e promessas sua mãe finalmente havia concordado em dar um cachorro a pobre menina pidona. Seu pai dizia ser uma ótima ideia.- Vai ser ótimo pra ela, já que vamos viajar nessas férias será uma bela oportunidade de dá-la um pouco de responsabilidade.- Ele adorava quando ela se interessava por assuntos no-majs, ele acreditava ser uma ótima maneira de fazê-la crescer com responsabilidades e com os pés no chão. Ele nunca achou certo para uma criança crescer assistindo a facilidade com que sua mãe resolvia os problemas do cotidiano com tanta facilidade por conta da magia (apesar de saber que ela também era uma bruxa, então, provavelmente, resolveria seus problemas com a mesma facilidade).

Sua mãe era contra ter um cachorro porque quem acabaria cuidando seria ela, já que Beverly voltaria para Hogwarts ano que vem, e ela não queria ter esse tipo de responsabilidade pois planejava trabalhar a partir de agora. Foi convencida depois de meses de insistência da garota e longas conversas sobre ela também ser uma no-maj (pelo menos metade era), então seria melhor ela ter contato com animais que a lembrassem dessa parte. Além do fato de que sua mãe se apaixonou pela foto do cachorro que ela mostrou: um corgi. Ficou mais feliz ainda quando ficou sabendo que esse era o cachorro da Rainha. Por algum motivo sua mãe achava a realeza trouxa (já que eles são britânicos e não americanos) fascinante e Beverly, muito persuasiva, usou esse argumento para convencê-la de vez. Mas ela só concordou porque ficou acordado que o cachorro seria comprado no Empório das Corujas, um lugar confiável.

Quando a porta da loja se abriu o cheiro de todos aqueles animais juntos invadiu as narinas das duas.
- É por isso que eu não gosto de bichos, olha o tanto de sujeira que eles fazem Bev! - Sua mãe reclamava enquanto prendia o nariz para não sentir o cheiro. - Mas é tudo compensado com amor e carinho mãe, você vai ver! Além de toda aquela fofura e o fato de poder dizer que você tem um cachorro igual ao da rainha. Lembrá-la daquele detalhe com certeza ela não iria mudar de ideia.

E logo ali, junto com os outros cachorros estava seu e pequeno futuro corgi. Ele era minusculo e ali perto de todas aquelas corujas parecia menor ainda. -
Aqui mãe! É esse! - Ela puxava sua mãe pelo braço com tanta pressa que parecia nem se importar com o fato de sua mãe ser mais alta e estar batendo a cabeça nas gaiolas presas no teto. - Ele não é a coisa mais linda e fofa desse mundo? - Quando virou-se para sua mãe e viu o estado em que o cabelo dela estava quis cair na gargalhada, mas era melhor não, isso poderia irritá-la ainda mais. - É, realmente um amor. Agora pega esse cachorro e vamos embora logo, o cheio aqui é terrível. - Ela tentava arrumar o cabelo enquanto procurava alguém que pudesse atendê-las. - Senhor, com licença, quanto custa o cachorro? - Naquele momento Beverly começou a perceber que aquilo realmente estava se tornando realidade - G$110, senhora - Os olhos dela se esbugalharam em direção à Beverly - Esse cachorro deve ter ouro dentro dele, só pode. E como nós levamos ele embora, você tem uma gaiola ou algo do tipo? - Realmente, ela não tinha pensando em como levariam seu novo amiguinho para casa. - Temos coleiras se a senhora quiser. - "Obvio, coleiras... Que pergunta mais idiota, mãe!" - Ok, vou ficar com uma delas também.

Beverly escolheu uma das coleiras e colocou no seu novo amiguinho e quando já estavam para sair da loja o funcionário ainda tinha um aviso de ultima hora. - Ah, caso a senhora não tenha percebido, é uma fêmea. - Realmente, elas tinham comprado um cachorro e não sabiam nem se era macho ou fêmea, ma quando ela olhou nos olhinhos daquela gracinha já sabia. - O nome dela é Margot.- Sua mãe olhou para ela com espanto, provavelmente por achar que ela demoraria bem mais para decidir o nome. Mas não importava mais, já tinham comprado a cadelinha e agora não tinha mais volta. Ela só esperava que cuidar de um bichinho não fosse um bicho de sete cabeças.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#172161] por Leah H. Walker » 02 Jan 2017, 15:42

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O dia de compras parecia se arrastar. O beco diagonal só parecia ficar mais lotado conforme o tempo ia passando, parece que todas as famílias de bruxos tinha deixado para comprar o material de seus filhos em cima da hora assim como eu.
Alisson e eu estávamos cheias de sacolas com o meu material, tínhamos passado por duas lojas onde achamos que o preço das coisas estava mais justo. Não conseguimos comprar todos os livros que eu precisaria no meu segundo ano na escola nova, porém, os materiais para aula estavam todos comprados. Faltava agora só um animalzinho para eu levar para a escola, o que não era do agrado da minha irmã. Ela odiava a Empório das Corujas, dizia que o cheiro de lá era muito forte e que a loja vivia tão cheia quanto o beco diagonal. Eu não sabia por que nunca tinha ido nessa loja, mas eu sabia que era o melhor lugar para comprar algum pet no mundo bruxo. Eu ainda não tinha conseguido escolher entre coruja, cachorro , gato ou coelho. No ano passado eu tinha recebido um ratinho como presente de uma professoram em Hogwarts, mas ele acabou virando comida de alguma coruja de outro aluno da escola o que me fez repensar no fato de ter algum outro rato de novo.
Chegando na Empório das Corujas eu pude ver algumas corujinhas presas em gaiolas na parte externa junto com o letreiro. Uma era muito grande e cinzenta, outra era bem pequena e branquinha. Não era nada igual com o que eu tinha pensado para mim.


-Sarah, espero que você já tenha algo em mente, por favor– disse ela já tapando o nariz com os dedos - não quero demorar muito aqui nesse lugar. - E ela estava certa quando disse que era ruim vir nessa loja, o cheiro ali era horrível e extremamente forte. - Vai lá na parte esquerda da loja, geralmente tem mais coisa legal por ali. Eu vou te esperar aqui fora.
Eu estava prestes a contestar, porém, acenei a cabeça positivamente, abri a porta e entrei. O cheiro dentro da loja era mil vezes pior do que do lado de fora. Segui a direção que Alisson tinha me falado, lá tinha alguns animais pequenos, acho que ela já tinha imaginado que eu não ia querer nada grande. Vendo os bichinhos eu me decidi: Queria uma coruja. Porém nenhuma das que eu estava vendo me agradou. Olhei de relance para os fundos da loja e pude ver um senhor por trás do balcão e fui falar com ele. Quem sabe eu descrevendo o que eu queria ele poderia me ajudar.


-Olá senhor, poderia me ajudar? Eu estou precisando de um bichinho de estimação para levar para escola. O senhor por acaso tem alguma coruja que não seja muito grande, ela pode ser mais ou menos assim– fiz a altura de um palmo com as mãos -e que seja preta?
O senhor riu para mim e eu sorri de volta, realmente aquilo era um pedido bem especifico, deve ter sido isso que ele pensou.- Olá senhorita, você pode me chamar de Glasgow. Desculpe rir, mas o que a senhorita me pediu parece muito com uma corujinha que eu acabei de guardar aqui embaixo do balcão. Ela foi recusada por outro aluno por ser muito pequenina e medrosa. Só que ela não é totalmente preta– disse ele se curvando para pegar a corujinha. Ela estava numa gaiola bem pequena – ela tem essas penas meio cinza, está vendo? - Ele girou um pouco a gaiola para que eu pudesse ver. Ela tinha algumas penas acinzentadas na asa direita e era perfeitamente do jeito que eu queria.

- Ela é perfeita Glasgow! Quanto é? Ela ainda está a venda? Diz que siim– eu estava super empolgada e só depois de alguns segundos me dei conta de que estava dando pulinhos de alegria. Isso não era nada o meu normal, mas nem liguei para isso.
-Está sim minha jovem. É uma fêmea e ela custa G$ 100,00. Eu iria ficar com ela, mas já que eu estou vendo que ela vai ser bem cuidada, vou vendê-la para você. É comigo mesmo que você pode pagar. - Disse ele estendendo a mão direita. Entreguei o dinheiro para ele e peguei com cuidado a gaiola com a corujinha. Do lado de fora Alisson já me esperava impaciente. Ela me passou umas sacolas e apenas olhou para gaiola.
-Agora precisamos nos apressar, você tem que fazer sua mala para poder pegar o navio de Durmstrang a tempo. Nós terminamos as compras em cima da hora!- Disse ela me empurrando -Aliás, eu já disse que estou orgulhosa de você?
-Sim, Alisson.. Mas acho que só disse umas 15 vezes, ainda da tempo de dizer mais.- Eu disse para ela fazendo uma careta. É, eu precisava mesmo me apressar para pegar o navio.
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Re: Empório das Corujas

MensagemReino Unido [#175164] por Louise Cooper » 08 Mar 2017, 00:17

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Lulu amava dias ensolarados em que seus pais a levavam para passear no Beco Diagonal. Não eram dias raros, mas com certeza não aconteciam com a frequência que ela ansiava. Neste dia em especial, a pequena garotinha estava com seus oito anos, enquanto o mais novo de seus irmãos já quase se formava em Hogwarts. Nenhum deles estavam no passeio ao Beco, pois tinham compromissos mais importantes, porém a loirinha não sentia falta, com tantas coisas interessantes para olhar, apontar e pedir.

E como pedia! Mas, um dos lemas mais chatos que seu pai sempre repetia era “Pedir pode!”. O que significava que ela podia lhe pedir o mundo, mas ele só daria o que achasse que a loirinha realmente precisava. O que era bastante frustrante, mas convenhamos que isso não a impedia de apontar para a vitrine de quase todas as lojas e pedir algo que lhe brilhava aos olhos.

Com a boca e as mãos meladas de sorvete derretido, ela seguia feliz, enquanto seus pais conversavam entre si para saber o que faltavam comprar. E foi então que aconteceu. Ao passarem pelo Empório das Corujas o coração de Louise saltou para sua boca quando viu uma caixa de papelão na frente da loja escrito DOAÇÃO em letras garrafais. Parando abruptamente e jogando seu corpo para trás para conseguir parar sua mãe que lhe segurava pelo braço, ela arregalou os olhos e apontou para a caixa.
– Mamãe, posso pegar um, por favorzinho?

Um, no caso, era um dos gatinhos que estavam em exposição para doação. Distraída, sua mãe se deixou ser levada até mais perto da caixa, onde poderiam apreciar melhor.
– Mamãe, olha que lindo esse! Exclamou, apontando animadamente para um gato bem feio, metade preto e metade branco, com um olho quase transparente. Com muita calma Mariah tentou persuadir sua garotinha a escolher outro animal. Usou palavras como “um mais bonitinho”, “uma coruja que é útil” ou até “seu irmão é alérgico”, o que era um exagero tremendo, pois seus outros irmãos todos tinham animais com pelos.

– Mamãe, olhe a carinha dele. Ele está triste e solitário. Me deixe dar amor para ele, mamãe! As crianças tinham um dom de emocionar com palavras, mas Louise merecia um Oscar quando queria muito algo. Suspirando, e depois de uma briga de olhares com seu marido, eles aceitaram levar o gatinho para casa. Um animal desengonçado, estranho e que só enxergava de um olho, mas para Lulu, foi amor à primeira vista. O gatinho foi batizado de Jonh Michael III, com o apelido de Pirata, para os íntimos.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#177578] por Raviel Crowley » 10 Jul 2017, 12:49

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Hoje fui selecionado para Sonserina, e vi que todos tinham um mascote, então me vi obrigado a procurar um para eu também. Pedir informações sobre onde comprar e me disseram pra ir no empório das corujas, e espero que não tenha só corujas lá. Enquanto ando pelo beco diagonal fico divagando e olhando quantas pessoas andam de um lado para o outro, com distinções extremas, não tem como confundir ninguém por aqui, logo vejo a loja que procuro e entro.

O cheiro não é agradável, creio que é algo que faz parte tanto do mundo dos trouxas quanto dos bruxos. Percebo que a loja não tem só corujas, é cheio de animais diferentes, até cachorros... O que pra mim, mostra que a pessoa é um trouxa é ter um cachorro, o que pode ser um certo preconceito meu. Vou andando pelo estabelecimento e vejo dois animais que me interessam, uma cobra e um gato preto. Como eu entrei sem falar nada o vendedor fica me olhando de lado, não sei se é desconfiado ou se ficou curioso por eu está olhando uma cobra.

Imagino com o que eu me daria bem, li em um livro que a pessoas que conseguem falar com cobras, mas sinceramente, não estou a fim de tentar, vejo o gato e também gosto bastante, ainda mais um gato preto, são os que acho mais bonitos e irreverentes, então me decido.

Raviel - Olá senhor! Me interessei por este gato preto, e quero levá-lo.
Vendedor - Você é bem objetivo, não é rapaz?
Raviel - De certa forma, não gosto de perder meu tempo.
Vendedor - Então serei objetivo também, este gato preto custa G$ 100,00.
Raviel - Então está aqui o dinheiro, e obrigado.
Vendedor - Eu que agradeço, cuido bem dele viu.
Raviel - Cuidarei.

Então saio da loja enquanto carrego meu gato em uma espécie de gaiola, só que para gatos, ele me olha diretamente nos meu olhos e mia.
- Espero nos darmos bem. E ele mia novamente.
Editado pela última vez por Raviel Crowley em 13 Set 2017, 17:39, em um total de 1 vez.
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Raviel Crowley
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