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MensagemReino Unido [#99454] por Duque de Paus » 17 Abr 2012, 00:34

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“Entrem, estranhos, mas prestem atenção
Ao que espera o pecado da ambição,
Porque os que tiram o que não ganham
Terão é que pagar muito caro,
Assim, se procuram sob o nosso chão
Um tesouro que nunca enterraram,
Ladrão, você foi avisado, cuidado,
Pois vai encontrar mais do que procurou.”


Ao fim do beco, ergue-se um prédio imponente, de mármore branco, com suas pilastras e seu poder no nome. O Banco Gringotes é o mais seguro do mundo, onde toda a comunidade bruxa pode confiar, e armazenar as suas jóias de maior valor. Enterrado a quilômetros abaixo da terra e com dutos e caminhos impossíveis de serem decorados, os duendes - os organizadores do local - fazem com que todos não se lembrem nem mesmo dos caminhos percorridos até ao cofre, lembre-se do nome do duende que te conduzirá ao seu cofre, Griphook. Eles são seres nenhum pouco amigáveis, porém responsáveis e tomam conta do Gringotes e fazem com que seja o melhor banco. Este é o segredo do bom banco.
Entre no Gringotes com cuidado, e não se ofenda com as perguntas desconfiadas e olhares fulminantes dos duendes para você, afinal de contas, o banco é o mais seguro do mundo.


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO BANCO!
Duque de Paus
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Re: Banco Gringotts

MensagemReino Unido [#135986] por Noah Hargreeves » 14 Jul 2014, 17:26

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    Os quatro saíram da sorveteria, e encaminharam-se sem muita demora até o banco, pra que Ambre pudesse exibir seus galeões como bem entendesse. Henrique, só pra variar um pouquinho, não estava muito ansioso para aquela visita ao Gringott’s já que ele tinha medo de duendes. Na verdade, estava pra nascer alguma coisa da qual Henrique não tivesse medo, já que o garoto poderia fugir apavorado até mesmo da própria sombra caminhando atrás dele. –Nós precisamos mesmo ir até o banco? Tem certeza? Bem, alguém vai precisar ficar do lado de fora tomando conta do gato de novo não é verdade? Eu posso ficar dessa vez.– Ele apressou-se em dizer, recebendo um par de revirares de olhos dos primos como resposta. –Sim Henrique, você pode ficar do lado de fora tomando conta do gato, mas, por favor, apenas tente não sumir como certas pessoas.– Disse Dean, olhando feio para Reyes, que apenas sorriu sem vergonha nenhuma em resposta.


    Quando chegaram até o banco, o loirinho ficou tomando conta do gato próximo às escadas, enquanto os outros dois e a menina entraram e encaminharam-se até um dos duendes para ir até o cofre da mesma. Enquanto Ambre procurava sua chave, Dean tentou ser solicito –Você quer que um de nós vá com você até o cofre?– Perguntou em tom bondoso, recebendo um olhar desprezível em resposta –Está maluco? Eu sou rica, sou uma Launtenschläger. Não quero pessoas como vocês entrando no meu cofre e se sentindo tentadas a roubar meu dinheiro.– Reyes pareceu profundamente indignado ao ouvir aquilo. –Você é quem só pode estar maluca, menina. Gente como nós?! Você é uma Launtenschläger?! Todos nós somos Launtenschläger, sua louca! Eu sou irmão do Lucien e do Lucius, e tanto o Dean quanto o Henrique são netos da Meera! Nós não precisamos do seu estupido ouro, por que temos muito mais que você!– Ele quase gritou, mas Dean acabou segurando-o pra que se acalmasse. – Tanto faz – Disse a menina em um ar metido, encaminhando-se para o cofre junto ao duende e largando os dois ali no hall.


    -Rapaz, escute o que eu estou dizendo. Eu vou acabar matando essa maldita pirralha!– Reclamou o primo, e Dean suspirou. –Acalme-se. Só mais um pouco e estaremos livres dela. Quando tudo isso acabar, vamos até Hogsmeade tomar uma cerveja amanteigada no Três Vassouras, e rir desse dia louco.– Propôs, recebendo uma confirmação entusiasmada em resposta. Depois disso, só lhes restava esperar que Ambre retornasse, o que logo aconteceu, e então puderam finalmente sair dali. Felizmente, ao contrário de Reyes, Henrique não havia ido muito longe, e não perderam muito tempo pra encontrá-lo e encaminharem-se juntos até a próxima loja.
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Re: Banco Gringotts

MensagemBelgica [#146257] por Gaheris Hazard » 30 Mar 2015, 11:22

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Abandonou a Florean Fortescue’s e foi saltitante em direção ao fim da rua, parando de vez em quando para espiar a vitrine de algumas lojas. Se sobrasse um pouco de dinheiro passaria nas Gemialidades Weasley para comprar umas daquelas pílulas que faz o nariz sangrar. Usaria o negócio nas aulas do professor Erick, ele lhe dava medo. Não demorou muito e atingiu a escadaria que o levaria até a entrada do Gringotts, subiu até chegar ao nível da porta saltando os degraus de dois em dois e parando para ler o aviso na porta, achava-o engraçado.

- Entrem, estranhos, mas prestem atenção. Ao que espera o pecado da ambição, porque os que tiram o que não ganham terão é que pagar muito caro, assim, se procuram sob o nosso chão um tesouro que nunca enterraram, ladrão, você foi avisado, cuidado, pois vai encontrar mais do que procurou. – leu para si mesmo antes de adentrar no banco. Divertia-se com as dezenas de doentes, que eram menor do que ele, sentados em altos balcões, ficava imaginando como fazia para chegar lá em cima. A melhor das imagens que se formava era um duende ficando em cima da outro para alcançar as partes mais altas. Riu com os devaneios mentais e pegou a fila no centro do saguão, onde um duende esperava para atender aos clientes do banco.

– Oi, moço! – quando chegou sua vez, saltava e acenava para que a pequena criatura pudesse vê-lo. Do bolso, retirou uma quantia razoável de dinheiro trouxa, preso em um elástico e atirou para cima do balcão do duente. – É dinheiro trouxa, preciso trocar por ouro pra comprar meu material. Tem 500 libras ai. E eu preciso abrir uma conta pra mim aqui, mas ainda sou muito novo, não é? Ou já posso abrir? – o duende não parecia tão empolgado quanto o pequeno grifinório. A criatura deu-lhe um saco, até que bem pesado, com ouro e não respondeu as outras perguntas.

Deu de ombros para a má educação do duende e começou a afastar-se. Ia em direção a saída, olhando o brilho do chão lustroso do Gringotts quando viu uma pequena parte que não brilhava. Perdeu para a curiosidade e foi checar o que era. Adivinhe? Era mais uma figurinha para completar o álbum das Harpias de Holyhead.
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Re: Banco Gringotts

MensagemInglaterra [#151255] por Catherine Winlet » 31 Jul 2015, 10:51

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O Beco Diagonal me parece, como posso dizer, magnificamente curioso. Assim que eu e meus pais entramos, ficamos parados por alguns segundos espantados com a quantidade de pessoas. Parecia um formigueiro bruxo, com pessoas usando longas capas, diversos tipos de chapéus, carregando sacolas, pacotes, vassouras, caldeirões,animais e outras coisas que eu nem sei o nome.
-Vamos. Disseram que o banco bruxo fica no fim desse corredor, se é isso mesmo que este lugar é. - disse meu pai pegando em minha mão e me conduzindo entre as pessoas. Minha mãe veio logo atrás.
Como nascida trouxa, havia tanta das coisas que vi ali e que não sabia o que eram que acabei me sentindo bastante curiosa. O que era estranho, uma vez que eu prefiro ficar perto do que conheço ou do que sei como é. "Acho que ainda vou mudar muito. Ain meu Merlin..."
No fim do beco avistamos uma construção de mármore branco cheia de colunas e bem diferente das outras construções do lugar.
- Ao que fiquei sabendo, esse é o banco mais seguro do mundo. Claro, é um banco de bruxos! - minha mãe era tão óbvia algumas vezes.
Entramos no local e ficamos esperando na fila formada no saguão. Em todo o lugar era possível avistar duendes trabalhando com expressões não muito amistosas. Eles erma um tanto quanto amedrontadores pro meu gosto. Me peguei querendo sair de lá logo. Na fila havia muitas famílias juntas. A maioria era de bruxos, dava para perceber pelas roupas, mas haviam também algumas famílias trouxas assim como a minha, todos olhando para tudo que era possível ver naquele lugar novo e intrigante.
Na nossa vez um duende com bigode nos atendeu. Meu pai entregou uma quantia em dinheiro trouxa e pediu que fosse trocado para dinheiro de bruxo. O duende nos olhou com uma cara de desprezo e nos entregou o dinheiro. Perguntou se queríamos abrir um cofre. Eu logo disse que sim. Os procedimentos foram tomados e recebemos o número do cofre e uma chave. Guardei ambos comigo.
Ainda faltava comprar todos os meus materiais e vestes e eu ainda queria comprar um gato para levar comigo, então fomos direto Ao Empório das Corujas.[/b]


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Re: Banco Gringotts

MensagemBelgica [#156285] por Gaheris Hazard » 31 Jan 2016, 17:52

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Após tomar seu copo de água n’O Caldeirão furado, Gaheris pediu um quarto para o barman, que o levou para o andar superior da instalação, alojando o pequeno garoto em um quarto com aspecto bagunçado. Gaheris se jogou na cama, tirou as roupas deitado, atirou-as ao lado e dormiu ali, afinal, ainda era madrugada e precisaria de muita energia para gastar com as compras do dia seguinte.

Gaheris acordou animado, tomou café n’O Caldeirão Furado, um copo de leite gelado acompanhado de torrada e geleia de morango, coisas que não enchem o estômago, o que acarretou em uma comilança praticamente infinita do pequeno belga. Após encher a pança, o garoto apanhou um pedaço de papel e começou a traçar seu roteiro para a manhã de compras.


– Preciso de uniformes novos, utensílios de poções novos, livros novos, mais tinteiros... – ele deveria anotar todos os itens que iria precisar comprar, mas, apesar disso, acabou optando por escrever apenas os lugares e acabou com uma lista das principais lojas do Beco Diagonal. – Ah! E um sorvete antes de tudo! Ah não! Antes eu tenho que ir no Gringotts trocar o dinheiro trouxa! –

- Gringotts
– Florean Fotescue’s
- Madame Malkin’s
- Empório das Corujas
- Floreios e Borrões
- Artigos Mágicos
- Loja de Caldeirões
- Slug & Jiggers' Apotecário


Ele dobrou o papel e enfiou-o no bolso traseiro de seu jeans. Saindo pelos fundos d’O Caldeirão Furado e indo para o lugar mais mágico de Londres, o Beco Diagonal. Saltitou até a ponta oposta da ruela e deparou-se com o enorme edifício brando que era o banco dos bruxos. Subiu a escadaria fazendo um pequeno e curto “uuuuh” para o aviso a possíveis ladrões e foi até o duende, para quem estendeu o dinheiro belga e trocou pelas lindas moedinhas de ouro, prata e bronze. Para em fim começar suas compras. Então, Gaheris deu as costas do duende e andou pelo caminho de volta, observando as criaturas que trabalhavam e o cercavam dos lados nos grandes balcões que usavam para depositarem seus papeis.
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Re: Banco Gringotts

MensagemInglaterra [#156360] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:23

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Foi a passos rápidos e corridos que duas figuras surgiram, praticamente saltando de uma ruela e caindo na rua principal do Beco Diagonal. Os dois pararam, escorando-se contra a parede de uma loja, aliviados e recuperando o fôlego perdido na corrida. Len tossiu, respirando pesadamente, exausto, observando os arredores, apenas para se certificar de que de fato estavam no lugar certo. Suspirou, sentindo o quão menos carregada e malcheirosa era aquela região, o que era um alívio e tanto para seu estômago, que ainda jazia meio incomodado pela vertigem causada pela aparatação nada sutil de seu primo.

– Nossa, nunca imaginei que pudesse ser tão difícil sair da Travessa. –
observou Drew, lançando um olhar para trás – E que diabos era aquela bruxa? Ela realmente tinha um tipo de rubi no lugar do olho ou foi só impressão? – disse, tirando os óculos para verificar as lentes e limpá-las.

– Eu, sinceramente, só consegui olhar para aquela mão esquelética presa contra o meu antebraço. –
observou, recordando-se do toque gelado contra a sua pele, que causou um arrepio aterrador – Ah, vamos esquecer isso, inferno. – pediu, meneando a cabeça, lançando um olhar para as ruas apinhadas de pessoas, algo típico do período pré-aulas – Onde vamos primeiro? Gringotts? – questionou, lançando um olhar para o mais velho.

– Você que manda, mas se for, é ótimo. –
concordou com um sorriso – Preciso aproveitar pra conhecer minha conta. – disse, pensativo, o que fez com que o mais novo o fitasse com curiosidade, afinal, achava que a conta do primo fosse a dos avós, ou melhor, parte desta, deixada pelos falecidos pais do Spencer mais velho – A outra conta. – explicou, notando a expressão do corvino – Uma que meus pais deixaram para que eu só pudesse mexer quando me formasse. – acrescentou com um tom ameno que fez Len assentir em silêncio. Era estranho como sentia o peso do falecimento dos tios, ainda mais sobre Drew, mesmo após tantos anos.

– Bom, vamos logo. –
disse o mais novo, concluindo que era melhor mudar o assunto, antes que ele mesmo ficasse em um humor ruim – Não quero ficar o dia inteiro fazendo compras. – resmungou, para diversão do mais velho, já seguindo em direção a suntuosa construção onde se localizava o banco bruxo, adentrando as pesadas portas – Passa ano e esses duendes continuam tão bem-humorados quanto eu no meu pior dia. – comentou em um sussurro baixo e sarcástico, correndo o olhar pela fileira de seres mágicos que trabalhavam.

– Realmente... e olha que isso é difícil. –
concordou Drew, divertido – Agora... Espero que a gente encontre um duende mais esperto que o da outra vez. – comentou, franzindo o cenho – Não quero passar por quatro cofres errados para achar um certo. – sentenciou com um tom descontraído, denunciando que, apesar da fala, na verdade nem ligava para o passeio extra.

– E eu espero que, seja que duende for, meu estômago esteja bem o suficiente para aguentar a viagem naqueles carrinhos malditos. –
resmungou Len, lembrando-se dos giros e curvas dos carrinhos que seguiam para o interior de Gringotts, ouvindo o primo soltar um som engraçado pela boca e, no rosto, carregar uma expressão de quem segurava o riso.

– Putz, Len, você é demais. –
sentenciou Drew, apoiando a mão no ombro do primo, enquanto já se encaminhava para conversar com um dos funcionários mais disponíveis.

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Re: Banco Gringotts

MensagemFranca [#158012] por Avalon Roussel » 20 Fev 2016, 06:53

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Avalon adorou a sua estadia por Londres, todos daquele país pareciam ser pessoas bastante acolhedoras, a menina tinha gostado de morar naquele lugar, os pais da menina já tinham passado cerca de um mês em Londres, então eles já conhecia mais ou menos o lugar, a pequena ainda era novata no tal lugar, então para ela aquilo era uma aventura, para falar a verdade até os pais dela também começariam uma aventura, pois eles iam conhecer um pouco de uma coisa que eles nunca ouviram falar, afinal a magia para uma pessoa trouxa era apenas truques feitos por algum ilusionista, mas eles precisavam participar da nova vida de sua filha e apoia-la o mais possível que pudessem.

Antes de ir a qualquer lugar, eles precisariam ir ao Banco Bruxo de Gringotts, pois eles apenas tinham dinheiro Trouxa, então deveria ser convertido na moeda Bruxa que até o momento ainda não conheciam, eram três moedas Galeão Sicle e Nuque, no mundo trouxa tinha moeda e notas, o mundo bruxo já era bem diferente nesse aspecto e isso era bastante interessante. Para falar a verdade qualquer coisa sobre esse mundo seria interessante para uma pessoa trouxa.

Chegaram no tal lugar, para a sorte deles o banco era praticamente no centro do Beco Diagonal, então foi fácil de encontrar. Quando adentraram no lugar todos pareciam estar espantados com como era bonito e grande aquele lugar, naquela hora a menina começou a lembrar de como suas melhores amigas iriam gostar daquele lugar e desse novo mundo paralelo, infelizmente ela não poderia falar nada sobre aquilo tudo, pois a sua amizade com elas poderia mudar ou algo do gênero e com certeza isso a menina não queria.

Eles foram em direção do balcão para serem atendidos pelos duendes, claro que os pais da menina ficou um pouco assustados, mas tentou levar na boa e nessa hora falam:


- Olá com licença, queríamos trocar o nosso dinheiro pelo o bruxo por favor. Eles sempre foram educados e tratavam todo mundo daquele jeito, a pequena ficou ao lado de seus pais, olhava para o lado e via outros duendes trabalhando, eles pareciam ser pessoas ranzinzas, mas após pouco tempo o dinheiro que os seus pais tinham foi trocado pelas moedas Bruxas, então como já estavam com dinheiro, eles agradeceram e foram embora daquele lugar, pois agora iria começar as compras das coisas para o Ano letivo da pequena.

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Re: Banco Gringotts

MensagemEstados Unidos [#162193] por Julie Reinheart » 13 Mai 2016, 11:51

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Desde que Julie havia voltado a trabalhar no Ministério, aquele seria o primeiro dia de trabalho externo que faria. Até agora sua jornada de trabalho resumira-se a trancar-se dentro de seu escritório dentro do departamento de Esquadrão de Reversão Magica que trabalhavam em conjunto com os Obliviadores, sua antiga função ali dentro, e preencher formulários, assinar documentos e redigir relatórios. Não que Julie se importasse muito, mas ela gostava de uma patrulha de vez em quando ou de realmente sentir-se útil e sair em campo para resolver as besteiras que outros bruxos fazem por ai.

Sua missão daquele dia era fazer uma patrulha pelas ruas do Beco Diagonal para proteger o banco Gringots, haverá algum evento importante lá que Reinheart não se incomodara em saber o que era. Ela não se importava com os detalhes da vida dos outros, o importante para ela era fazer seu serviço. Claro mesmo sem ter guardado a informação do tipo de evento que seria, ela analisara as listas de convidados mais de uma vez e também pesquisara muito sobre a vida dos envolvidos no evento, afinal seu trabalho envolvia manter a segurança das ruas e do próprio evento em si.

Julie saiu de seu escritório guardando a varinha no suporte dentro de seu casaco, trancou a porta e seguiu pelo hall, ela sabia que haveria mais pessoas de seu departamento para patrulhar as ruas e também pessoas de outros departamentos, como os aurores, porém ela não esperaria ninguém. Já tinha seu objetivo e quando estivesse em campo encontraria seus colegas de trabalho.

Chegando as lareiras no hall principal do ministério Julie entrou em uma delas dando as instruções para onde queria ir. Ao Beco Diagonal. A morena apareceu na lareira do Caldeirão Furado, o lugar não estava tão cheio, havia apenas alguns clientes e os próprios funcionários. O ambiente era tranquilo e parecia aconchegante para alguém que quisesse ficar ali passando o tempo, mas esse não era o caso da morena então com um pequeno aceno de cabeça para os funcionários do local, Reinheart dirigiu-se para a porta do aposento.

Já do lado de fora, Julie caminhou, observando atentamente tudo e todos a sua volta, sua varinha estava em um local fácil de ser sacada rapidamente se necessário e também não estava à vista, o que não intimidaria ninguém que passasse por ela. O banco Gringots já podia ser visto pela morena, mas ela não caminhou diretamente para ele, ficou vagando pelas ruas laterais, sem deixar a entrada do banco sair de suas vistas enquanto se aproximava aos poucos.
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Re: Banco Gringotts

MensagemLiechtenstein [#162500] por Narrador » 21 Mai 2016, 02:44

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Trama do Mundo Mágico - Festa Beneficente do Banco Gringotts


Diante de um evento magnânimo como este, o Ministério da Magia se viu obrigado a reunir uma força tarefa em segurança dos lojistas do Beco Diagonal, e também dos convidados da festa organizada no Banco Gringotts. O Banco bruxo mais seguro da Grã-Bretanha. Foi após muito planejamento e organização que os funcionários agora se dispunham pelas ruas compostas de paralelepípedos do Beco Diagonal. Horas antes da festa, os primeiros funcionários do Ministério já se dispunham, conforme as ordens de seus superiores nas pequenas vielas e na rua principal que levava ao edifício alvo. Em alguns pontos, postos de comunicação foram erguidos e também de identificação, em busca de assegurar a identidade dos convidados.

A rua principal do Beco era o principal caminho de acesso, e lá vários feitiços de segurança foram erguidos. Entretanto, os convidados mais nobres poderiam vir por meios mais cômodos, como o Flú, vide as lareiras terem sido liberadas pelo Ministério para acesso destes, contudo a segurança ali, também existia. Essa feita por guardas privados, contratados pelos próprios organizadores da festa.

Acerca de toda a extensão interna e externa do banco, a aparatação estava impedida. Qualquer um que tentasse, seria mandado para o Caldeirão Furado, onde seria indicado a seguir a pé em direção a festa, forçando-o a identificar-se. Vários jornalistas poderiam ser vistos no inicio da rua, mas ao longo, apenas funcionários Ministeriais, devidamente credenciados poderiam passar. Por ali, aurores, seguranças, obliviadores e funcionários dos Departamentos de Registro e Controle das Criaturas Mágicas e Acidentes e Catástrofes Mágicas patrulhavam a área com grande atenção.

Próximo ao átrio de entrada do banco bruxo, uma tenda estava disposta a serviço dos medi-bruxos que ali se dispunham em prol de atender qualquer necessidade e prontos para qualquer emergência. Embora aparentemente pequena, ela fora alvo de um feitiço de extensão, logo seu interior era capaz de acomodar espaçosamente cinquenta bruxos. Macas estavam dispostas por todos os lados separadas por divisórias corrediças e de fácil movimentação. Era possível ver que uma quantidade numerosa de material estava disposta para estes servidores da vida, prontos para qualquer imprevisto.

Alguns lojistas haviam concordado em ceder o espaçamento de suas lojas para QG’s improvisados, onde comes e bebes estavam dispostos, assim como café e água para aqueles que ali ficariam várias horas. Tudo à serviço da sociedade bruxa em vista de coibir qualquer atentado que venha a ter sido planejado. Do alto desses mesmos edifícios, era possível ver bruxos com magias de ampliação de visão e audição, que buscavam qualquer sinal estranho pelas vielas e ruas do Beco.

Fora uma operação bem pensada e otimizada, bastaria saber se seus serviços seriam necessários. Muitos esperavam que não.

Narrador escreveu:Eis aqui o post destinado ao marco iniciando as postagens dos funcionários incumbidos de proteger o Beco Diagonal, frente a festa que está ocorrendo na parte Interna do Banco. Os funcionários verão frequentemente belas e untuosas figuras passando, ora seus próprios Chefes de Departamento, ora seus Chefes de Setor. A figura de alguns nobres, também pode ser vista passando por aqui, embora poucos, uma vez que não é a entrada preferida destes. Funcionários ministeriais fiquem atentos a possíveis tentativas de penetras que queiram invadir a festa, e também da mídia que, famigerada por notícias acerca da grande hierarquia bruxa, irá usar de meios escusos para ultrapassa-los.

Além disso, se divirtam, aproveitando o cafezinho fresco e os aperitivos saborosos dispostos em algumas lojas!

PS: Os funcionários que aqui postarem, não terão acesso a parte INTERNA da festa, logo, não são convidados, ok? Sejam coerentes com essa parte. Caso estes queiram adentrar, serão barrados por seguranças que estão prontos para impedir sua entrada, indiferente se carrega alguma credencial ou não!
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Re: Banco Gringotts

MensagemEscocia [#162512] por Noah Henry Parkin » 21 Mai 2016, 15:01

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| FeSTa BeNefICenTe oU aLVo FácIL? |
INTRODUÇÃO
Parte I


                
      Hoje meu dia seria um pouco diferente as que estavam se sucedendo, um evento pararia toda a comunidade bruxa, pois o evento se tratava de uma festa beneficente.
      Festas beneficentes sempre atraiam muitas pessoas e uma festa com essa dimensão, fora feita especialmente para atrairia a nobreza e sua suposta generosidade.

      O evento tinha sua grandeza pela a importância perante a comunidade bruxa. A participação direta do Ministério na prevenção da segurança, estava fora de cogitação de não ocorrer e com isso diversos departamentos estavam dispostos pelas ruas do Beco Diagonal. Era um evento perigoso, pois estava juntando as famílias mais poderosas e os cargos em destaque de nosso mundo em um único lugar. Não via o por que de não haver um ataque, mais por mais que eu achasse que esse evento não acabaria bem, não podíamos ficar acuados por suposições de um ataque e com isso, minha presença seria confirmada no local.
      Não fazia parte da nata da sociedade, não havia status para receber o convite, mais meu cargo me proporcionaria a entrada no evento, pois me dispus a participar da equipe de medibruxos que ocupariam em uma tenta próximo a entrada do evento. Minha especialização era em ferimentos de criaturas mágicas, talvez ela não fosse utilizada propriamente dita, mais minha formação me deixava apto a tratar de qualquer acontecimento de emergência.

      Minha aparatação me levou diretamente ao interior do caldeirão furado. Não me incomodei com esta medida de segurança, pois ela era necessária e com isso caminhei sem mudar meu humor para as ruas desiguais do Beco Diagonal.
      Notei que muitos não haviam concordado com está obrigatoriedade, mais também vi que isso não os fez mudar de ideai ao participar da festa beneficente.

      As ruas estavam lotadas e logo notei que todos estavam felizes, estavam se divertindo com tudo que estava acontecendo. Minha calmaria não se faria por completa este dia, mais ela se encontrava em um nível aceitável, pelo que meus olhos viam em relação à segurança.
      Aurores estavam entre a multidão como outros departamentos, deixando-me mais à vontade e com uma esperança maior de que meus conhecimentos não seriam necessários.

      Minha caminha estava quase ao seu fim ao ver logo à frente a modesta tenda que iriamos atender os necessitados. Deixei minha falta de fé para traz e entrei esperançoso na maior área improvisada de emergência que eu já havia visto, após me identificar mostrando meu crachá com minha ocupação. Todo o aparato que estava disponível era mais que o necessário, sem falar de uma infraestrutura digna de um evento tão prestigiado.
      –Como eu adoro magia!

      Agora eu estava com um sorriso digno em minha face e com esse cartão de visita, atravessei o local, deixando alguns comprimentos aos que eu reconhecia do hospital, até chegar ao fundo, onde havia uma pequeno vestiário.
      Depositei minha mochila sobre um comprido banco de madeira, assim podendo abri-la, para retirar meu jaleco e meu estetoscópio. Aproveitei para guardar minha blusa e deixar minha mochila fechada em um dos armários.

      Após colocar o jaleco e ajeitar o estetoscópio em volto de meu pescoço, voltei o caminho que havia acabado de fazer para me trocar. Agora estava na procura de alguém que pudesse me informar qual seria de fato nosso papel, encontrar com o responsável pela essa magnifica tenda hospitalar.



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Noah Henry Parkin
Mundo Mágico
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