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Florean Fortescue's Sorveteria

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Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#99456] por Mestre de Hogwarts » 17 Abr 2012, 00:36

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Caminhando pelo Beco Diagonal, apreciando as lojas, há um local colorido, cheio de detalhes artísticos, cadeiras quase na metade da viela, onde se pode observar o movimento, sentar e conversar com seus amigos. Florean é considerado um dos melhores sorveteiros no mundo bruxo Inglês, e ao passear pelo Beco Diagonal, sem tomar seu sorvete é um crime irremediável. Tem uma fama incontestável de que faz qualquer tipo de sorvete que você quiser, basta pedir e com um passe de mágica e alguns movimentos na massa e puft! O sorvete tem o gosto desejado. Florean também gosta de falar sobre história, em especial das bruxas da idade média e como eram mortas, ou “fingiam” estar mortas. Também tem fortes idéias sobre o lado negro, porém se ele gostar de você, e vice-versa, sempre que passar em sua loja, ele pode te oferecer um sorvete de graça.


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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemEspanha [#109460] por Diana Dill » 15 Out 2012, 11:12

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... Tédio ...


Hum, este fim de semana vou para o Beco Diagonal... O mesmo tédio de sempre... Mas dessa vez meus pais me deixariam no Caldeirão Furado...teria o fim de semana inteiro para ler, passear, ler mais uma vez, tomar sorvete... Finalmente não teria outras pessoas se achando superiores e olhando de esguelha me criticando...

Na manhã seguinte já estava no Beco Diagonal, e como estava feliz! O tempo estava ideal - nem muito sol, nem muitas nuvens, estava algo calmo, sereno. Talvez algo iria acontecer, ou não. Estava passeando distraídamente , quando fiquei com sede. Talvez o destino, ou meu caminhar distraído, fizeram com que eu estivesse ao lado da melhor sorveteria bruxa que conheço: Florean Fortescue's. Entrei no estabelecimento pequeno, pois as mesinhas ficavam do lado de fora. Acho que eu era uma das pouquíssimas pessoas que entravam lá porque geralmente Sr Florean sai alegremente para atender os pedidos do lado de fora da sorveteria. Duas ou três mesinhas redondas estavam posicionadas no canto do ambiente calmo. Escolhi mentalmente a mais afastada o possível para não fazer diferença naquele lugar. Antes de me sentar, fui até o balcão, atrás dele havia uma moça bonita, aparentava ter uns dezessete anos, tinha cabelos louros como os meus que iam até o quadril... Pedi uma casquinha sabor Explosão de Menta - meu preferido - e fui me sentar, enquanto aguardava. Porém quando dei meia-volta, ouvi ela dizendo "Aqui está". Havia me esquecido como era rápido. Saboreei levemente o sorvete, estava delicioso, como sempre. Sentei-me e observei o tempo passar...
Eu estava usando uma blusa branca de manga curta, que caía em um ombro. Nela havia escrito os dizeres: "Sumindo cada vez mais, a cada dia." Também estava usando um short jeans preto. Uma sapatilha simples preta combinava com o relógio da mesma cor,em meu pulso direito. Meus cabelos loiros, por hora estavam ondulados, ao invés de lisos, eu gosto assim. Sempre ficavam soltos. Cinco, dez, quinze minutos, eu estava deixando o tempo passar, quando acabava o sorvete, eu pedia outro, de mesmo sabor. Pagaria a conta no final. Uma mínima movimentação ocorria naquele local, vez por outra o Sr Florean entrava sorrindo, comentava sobre o tempo, saía novamente... Digamos que ele não me percebeu ali, numa mesa no canto, pelo menos foi o que achei. Num momento, coloquei a mão no bolso do short, para pegar meu mp3, porém ele não estava ali. Em seu lugar, encontrava-se um Cartão de Sapos de Chocolate. Henriq havia me dado...


Já chega, não posso ficar recordando de algo que me faz sofrer, algo que me machuca, cansei de ser a criatura de estimação de certas pessoas.

Amassei o cartão, e como ainda não havia aprendido o feitiço Incendio, o larguei no chão. Pedi mais um sorvete, e fiquei lá, refletindo...


Citado: Henriq B Nowell (Personagem realmente existe no forúm mas está desativado, seria então como um NPC.)
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemEstados Unidos [#112898] por Evan Willians » 13 Dez 2012, 12:41

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― Não tem desculpa, Sophia! Você ficou deslumbrada com essa história de ser famosa, passou 11 anos vivendo sua “vidinha” e agora quer ser aceita como se estivesse aqui todo esse tempo? ― Cowan andava em meio a multidão de bruxos e bruxas que vagavam na rua principal do Beco Diagonal. Logo atrás dele, uma mulher de cabelos ruivos e olhos extremamente verdes tentava-o acompanhar. Era Brinderand, a mãe desaparecida de Cowan. Como combinado, ela tinha esperado ele na estação nove e três quartos. Era belíssima como as fotos dos jornais mostravam, mas a raiva que o menino tinha por dentro o impedia de apreciar tal. Ela tentava acalmá-lo de qualquer forma. ― Calma? Você me pede calma? Eu já fiz o favor de não fugir e você acha isso pouco? ― Ele interrompe o seus passos e se vira para ela, apontando o dedo na cara da própria mãe! ― Eu te odeio, senhorita Brinderand! E acho a sua atitude de se aproveitar da doença de meu pai um ato vil e digno na porcaria de pessoa que você é. Agora, me deixe em paz! ― A mulher ficou estagnada com as palavras do próprio filho. Alguns pedestres reviravam os olhos ao passarem pelos dois. O bruxo, aproveitando o momento de apreensão dela, escapou por entre as pessoas, sumindo da visão de sua matriarca. Ele decidiu, então, esconder-se dentro da Florean Fortecue’s Soverteria.

Ele tinha alguns galeões escondidos no fundo do bolso da calça que teriam muito boa serventia naquele momento. O sininho da porta tocou ao abri-la e ele logo seguiu para o balcão pedindo um daqueles sorvetes de dois sabores. Com sua guloseima em mãos, o garoto se sentou em uma das mesas internas. O sorvete estava simplesmente delicioso e frio. Enquanto isso, ele observava a movimentação do estabelecimento. A sorveteria não estava cheia, mas também não estava vazia. Reconheceu o rosto de alguns alunos de Hogwarts que aproveitavam as férias para fazer compras e, assim como ele, gostavam de dar um tempo tomando um bom sorvete do Florean. E como ele precisava desse tempo...


Tagged:Sophia Brinderand npc e Florean Fortecue npc; 001; Wearing: Roupas casuaisNotes: Trama Particular

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  • Sorvete Dois Sabores

    Usou um Sorvete Dois Sabores.

Editado pela última vez por Evan Willians em 13 Dez 2012, 13:59, em um total de 2 vezes.
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Evan Willians
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#112905] por Seth R. Beckhan » 13 Dez 2012, 13:38

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Unusual Encounters... #001

Short azul marinho de bolinhas e blusa de manga cumprida branca e folgada. Cabelos fartamente acastanhados soltos e uma pele alva como a neve. Esta era Rosalie Hans von Bückler, a recém quartanista de Durmstrang, que resolvera “espairecer” pelas terras britânicas. A morena andava sozinha por aquele beco diagonal. Podia dizer que estava triste, mas seu semblante estava impenetrável, então não sei se compreenderia o que passava na cabeça da bela Rose. Desde que soube do desaparecimento de sua prima, quase irmã, Jullie Hans Lancaster, a romanov colocou uma idéia em sua cabeça: investigar ao máximo o porquê daquilo tudo. E onde investigaria? Claro... Em Hogwarts. E é por essa e outras que a polonesa estava ali, vagando no beco diagonal com as mãos no bolso e seus sentidos aguçados. Procurava algum aluno que pudesse lhe contar mais sobre o ano que se passou na escola inglesa de magia para que entendesse o sumiço de Jullie.

- Onde vou encontrar esses pivetes? – questionou-se em baixo tom, franzindo o cenho. Seus olhos verdes vagavam de um lado para o outro. Já eram férias, e muitos dos bruxos que ali estavam faziam compras. A quartanista, ainda não sabia que ela tinha sido aceita em Hogwarts, já que a lista de material não tinha chegado, então não estava preocupada com compras por hora. Parou em frente a Florean Fortescue’s Sorveteria, a mais famosa da localidade por sinal, se não a única, e teve vontade de entrar. “Se é alunos que procuro, aqui deve ser o lugar certo...” concluiu, enquanto empurrava a porta de vidro e adentrava no recinto. Um sino chamou a atenção do atendente, um senhor de idade na verdade. Jogou seus castanhos cabelos para trás e desfilou. O balcão era um pouco empoeirado, diga-se de passagem, por isso a mesma não estacionou suas delicadas mãos nele. Continuavam no bolso. Uma delas segurava firme a varinha de salgueiro. Respirou fundo, sentindo o ar ameno e úmido do ambiente adentrar em suas narinas. Não estava tão acostumada com o calor assim.

Ouviu o bruxo oferecer-lhe os produtos da loja, e pensou um pouco antes de dar seu veredicto. – Um napolitano, por gentileza. – sua voz saiu doce e agradável, o que era de se estranhar um pouco e, em segundos, o velho senhor entregava o sorvete a garota. Rosalie retirou alguns goldens de seu bolso e ofereceu ao atendente, que por sua expressão, pareceu ofendido. – Não precisa, este é por conta da casa senhorita. – viu o sorveteiro sorrir e sorriu em resposta. – Obrigada! – exclamou mexendo mais uma vez em seus cabelos e dando de ombros, procurando uma mesa para sentar-se. Suas orbitas esverdeadas procuraram uma mesa vazia, ou alguém que conhecesse, o que era bastante improvável. – Eiii... – falou, mirando um garotinho de cabelos castanhos que parecia distraído na degustação de um dos sorvetes. Sentiu o aroma do seu perfume polonês deixar um rastro por onde passava, e em poucos passos, chegou próximo ao menino. Dando uma bela mordida em seu picolé, Rose fitou o degustador de sorvetes que a olhava num misto entre o susto e a timidez. – Então... Você é de Hogwarts? – não sabia qual ligação tinha feito para aquela pergunta, mas fez. Suspirou e prosseguiu, sem ao menos esperar a resposta do outro. – Desculpe a ousadia, sou Rosalie Hans von Bückler de Durmstrang e preciso muito saber algumas coisas que aconteceram lá. – aguardou a resposta do garoto que ainda a fitava curioso. Mordeu mais um pouco o napolitano em mãos e esperou ansiosa pela resposta do mesmo, seus olhos verdes estavam fixos em cada movimento que o menino pudesse fazer.

Citados: Cowan Donovan.
Pronto, está ai e espero que goste. Não sei se ficou muito bom, mas... Vamos lá! õ/

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  • Picolé Napolitano

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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemEstados Unidos [#112911] por Evan Willians » 13 Dez 2012, 14:23

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O sabor cítrico do limão misturado com o doce chocolate invadia o paladar do garoto a cada colherada dada. Realmente era de se entender por que não haviam outras sorveterias no Beco Diagonal. As receitas de Florean eram inigualáveis! A primeira vez que provou um desses foi quando veio comprar seu material no começo do ano. Agora, voltava no fim do ano letivo para sagrar o fim do ciclo. Os olhos do griffo estavam focados no sorvete, mas sua mente estava presa em questionamentos. Talvez, o doce tivesse amenizado seus sentimentos, mas naquele instante o irlandês se sentiu um verdadeiro animal pelo modo como tratou a mãe. Ela realmente errou, mas nem mesmo o mais vil dos lobisomens merecia as palavras brutais que ele encomendou para ela. Precisava se desculpar, de certa forma, mas ainda não tinha perdoado-a. Donovan deu uma das últimas colheradas do sorvete, quando o sininho da porta anunciou a entrada de um novo cliente... ou melhor, de uma nova cliente.

A loja estava meio cheia – ou meio vazia, se preferir – mas era impossível não perceber a beleza de seus olhos verdes e a suavidade paradoxal que o intenso castanho dos seus cabelos combinava com sua alva pele. Donovan sorriu para aquela imagem, realmente não tinha visto garotas tão bonitas no ano letivo que passou em Hogwarts. Aquela garota tinha um quê especial. Até demais. Ela seguiu para o balcão e fez o seu pedido. Florean, que nunca perdia a oportunidade, deixou o pedido por conta da casa. “O que um belo par de olhos e uma carinha bonita não fazem?”, pensou o garoto, voltando a atenção para o resto de seu sorvete.

O irlandês não vê a cena que se desenrola diante de si: a procura da menina foi sorrateira, mas foi impossível não ouvir o “Ei!” dela.
― Eu? ― perguntou o garoto com um olhar estranhado, mas ao mesmo tempo com uma leve pitada de satisfação. Ela se aproximou mais, permitindo que seu perfume tomasse conta do local, fazendo com que o sabor do sorvete ficasse amuado diante de tamanha fragrância. Ela deu uma mordida noseu sorvete de napolitano e rapidamente questionou o garoto, se apresentando logo depois. Donovan ficou alguns segundos em silêncio, ainda tentando raciocinar o que acontecia diante de si. Até que finalmente ele voltou em si. ― Bem, eu estudava... estudo... sei lá! Enfim, fiz meu primeiro ano lá, sim, Rosálie. Bem, acho melhor sentar-se enquanto conversamos, não acha? ― O garoto sorriu para a bela polonesa, dando um rápido olhar pela vitrine a fim de ver se sua mãe passava por ali.


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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemIrlanda [#112913] por Katharine La Fontaine » 13 Dez 2012, 14:33

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~
Florean Fortescue's Sorveteria


Conhecer o Beco Diagonal era incrivelmente extasiante. Eu nunca vira tanta magia em apenas um lugar. Pessoas estranhas, garotos gigantes, mulheres extravagantes, de tudo e mais um pouco. Andar pelas suas ruas era como estar em um grande parque de diversões, em cada esquina uma nova atração. Eu estava adorando cada segundo, é claro. Papai nunca me trouxera em um lugar como esse.

Meus pés doíam de tanto caminhar, mas quem se importa quando tem todo um mundo novo em sua frente, só esperando você explorá-lo?

Avistei uma loja colorida, com detalhes artísticos que atraíram minha atenção. Tinha cadeiras e mesas espalhadas, onde pessoas conversavam animadamente. Caminhei calmamente até lá, prestando atenção nos detalhes arquitetônicos e nas pessoas que ali estavam. Apesar de ser um estabelecimento onde as pessoas sentam-se no meio das calçadas, parecia ser bem aconchegante, um lugar para sentar e ver o dia se passar rapidamente diante dos seus olhos. Parecia ser bem agradável também para encontro com amigos e companheiros, para tomar um sorvete e por o papo em dia.

Procurei uma mesa um pouco distante, com a finalidade de evitar as conversas e pessoas que ali estavam. Sentei-me e depositei minha bolsa na cadeira ao meu lado. Um senhor veio em minha direção, com um sorriso caloroso nos lábios e com um brilho bondoso nos olhos.


– Bem vinda a Florean Fortescue's Sorveteria. – ele disse, sentando-se na cadeira em frente a minha. – Sou o Sr. Florean, o dono do estabelecimento. Como posso ajudá-la?

– Hm, olá. Me chamo Katharine. – o cumprimentei com um aperto de mão. – Eu adorei a estética do lugar, muito bem pensado.

– Ah, fico agradecido. Não é todo mundo que repara nos detalhes. – Sr. Florean disse dando de ombros. – Veio experimentar o melhor sorvete da região?

– Uh, claro. O que tem para mim? – o incentivei com um sorriso.

– Para uma novata... Gostaria de provar o Picolé Espacial? – ele sugeriu pensativo. – É algo único.

– E do que se trata esse sorvete? Vai me levar ao Espaço? – brinquei.

– Talvez ele traga um pouco do Espaço para a senhorita. – Sr. Florean deu uma piscadela, ficando em pé. – Já volto com seu picolé.[/centro]

Fiquei em silêncio, esperando a volta do comerciante. Ele me parecia um pouco lunático, mas bastante simpático. Ah, quem eu quero enganar? Todos nós somos um pouco lunáticos, faz parte da essência dos seres humanos.

[centro]– Aqui está senhorita. – Sr. Florean voltou com um picolé em formato espiral, estendendo-o para mim. – Aproveite.

– Obrigada. – falei pegando o sorvete, hesitante.

Sr. Florean se afastou com um sorriso, indo receber outros clientes. Analisei o sorvete por alguns segundos. Como um picolé poderia trazer um pouco do Espaço para mim? Era ridículo, irreal.

– Que venha o Espaço. – falei desacreditada, encostando o doce na língua.

Tudo continuou extremamente normal, apenas minha boca assumiu um gosto exótico, um tanto azedinho, porém agradável. Degustei mais um pouco do doce, até que reparei em minhas mãos. Havia bolhas nelas, como se protegessem o sorvete ou coisa parecida. Lancei um olhar para o Sr. Florean, que atendia animadamente um senhor idoso.

Levei a mão ao rosto, encarando meu reflexo na vidraria da loja. Havia uma espécie de capacete de astronauta envolta de minha cabeça. Era esse o pedaço do Espaço que o picolé me traria: uma bolha em volta das mãos e cabeça? Tudo bem.

Isso parecia acontecer com freqüência, já que ninguém achou estranho uma garota com uma bolha em volta da cabeça. Olhei em volta, procurando algum sinal de surpresa além do meu. Nada. Encontrei o olhar do Sr. Florean, que me lançou uma piscadela.

Continuei degustando meu sorvete, com esse sensação estranha de ter bolhas em seu corpo. Quando terminei, procurei Sr. Florean para entregar-lhe o dinheiro e agradecer. Ele parecia satisfeito com sigo mesmo, logo após eu garantir que ele ganhara uma nova cliente.

Deixei o estabelecimento em seguida, voltando para o meu reconhecimento de terreno do Beco Diagonal, um lugar maravilhoso.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#112937] por Seth R. Beckhan » 13 Dez 2012, 17:39

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Unusual Encounters... #002

Rose estava ali, sentindo-se uma peixinha fora d’água. Não estava em sua terra natal e muito menos nos arredores de Durmstrang. Poderia estar para baixo... Mas essa não era ela. Diva! Jogou os cabelos para o lado, cantando: “I’m Sexy. And know it. Diva!” Foi quase por ai. Não, não foi. Porém deveria. Von Bückler que saboreava seu picolé napolitano sentou na cadeira vazia de frente para o garoto, depois do convite. Observou o seu companheiro receoso, ou até certo ponto, confuso. Mas nada fez, apenas continuou a passar a língua em sua guloseima. Seus olhos ainda estavam vidrados no menor, mesmo fazendo suas peripécias com o picolé. E quando deu uma ultima mordida, colocou o palito dentro do lixeirinho ao lado da mesa, cruzou as pernas e jogou seus cabelos para o lado. Mordiscou os lábios e falou ainda vidrada no moleque. – Então... Senhor que eu não sei o nome. – sorriu, deixando expostos seus dentes brancos.

- Não sei se conhece, mas sou de uma família tradicional da Grã-Bretanha: Os Hans e tinha uma prima que estudou em Hogwarts nos últimos dois anos. – deu uma breve pausa, umedecendo os lábios. Continuou. – Jullie Hans Lancaster. Conhece? – viu o garoto tossir um pouco. “Claro que conhece... Quem não conheceria a monitora da casa verde e prata?” pensou, enquanto observava o menino recobrar-se. – Conhece não é? Caro... Cowan? – sugeriu. Observou que na camisa do garotinho tinha um brasão da casa vermelha e dourada, a Grifinória, e em cima do brasão um nome escrito: Cowan Donovan.

O silêncio pairou entre os dois por alguns instantes. Estes mais que o suficiente para que Rosalie pudesse ver uma semelhança estupenda entre o grifinório a sua frente e seu amigo da romanov, que estava passando férias no Egito, Petter Rousseau. Um esbarrão. Sentiu alguém esbarrar em suas costas e uma queimação gelada em sua coxa. – Ai! – levantou-se, atirando o sorvete que caiu em suas pernas para longe. – Des-des-culpe! – disse um garotinho com a voz trêmula. O rosto da polonesa enrubesceu de raiva. – Está CEGO? – grunhiu Hans com a mão já procurando a varinha no bolso de seu micro-short. – Saia da minha frente antes que eu perca a cabeça de vez! – resmungou brava. Retirou a varinha de salgueiro das vestes e fez um movimento circular. Tergeo! aspirou magicamente todo o sorvete que tinha em sua coxa. Secou a umidade com um guardanapo oferecido por Donovan. – Obrigada! – exclamou, sentando em seguida, com a varinha vacilante entre os dedos. Alisou mais uma vez suas madeixas castanhas e cruzou as pernas, voltando a fitar o garoto que ainda a olhava curioso. – Então... O que podes contribuir com a minha procura? – mordiscou os lábios, olhando-o provocante. – Saiba que sei recompensar bem aqueles que me ajudam.

Citados: Cowan Donovan.
AI Rodrigo. Vê se me dá mais opção do que narrar e.e Meio tensinho... Mas é isso <3

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Feitiço: Tergeo[dificuldade: 3];
Descrição: Feitiço que aspira determinadas substâncias de onde se encontram, como por exemplo, limpar um lenço sujo de terra.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemEstados Unidos [#112986] por Evan Willians » 13 Dez 2012, 22:34

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A jovem sentou na cadeira diante do bruxo, tomando graciosamente o seu sorvete. A forma como ela aproveitava a guloseima lembrava de uma cena que tinha vivenciado em sua infância. Estava com seu tio Aaron em um dos tantos parques espalhados por Dublin. Havia uma garota que aproveitava seu sorvete tão lascivamente quanto a garota de Durmstrang. O tio falou algo muito engraçado, que até hoje o garoto não entendia muito bem. Ele disse que queria que ela chupasse o p** dele da mesma forma que ela chupava aquele sorvete. Realmente, Donovan ainda não conhecia muito bem da vida para decifrar esses códigos adultos. Mas já sabia apreciar muito bem a bela presença feminina e Rose era a típica mulher que ele não cansaria de apreciar. Ela fez as brincadeiras dela e esbanjou o nome de sua família, mas Cowan tinha sua atenção voltada apenas para aquele rosto angelicalmente esculpido pelo mais talentoso dos escultores. Sim, isso era muito brega, mas o tio Aaron sempre falou para seu sobrinho preferido que as mulheres eram bregas.

Mas ele perdeu a concentração quando a polonesa profanou o ambiente com o nome da monitora da serpente. E o animal combinava muito com a pessoa. Donovan nunca tinha trombado com Jullie Hans Lancaster pelos corredores do Instituto, mas as histórias sobre ela assombravam os novatos. Um segundanista contou uma vez que a monitora prendeu um garoto lufano em um dos archotes apagados do banheiro do segundo andar e o deixou lá um dia inteiro! Eram apenas histórias, mas de longe a garota já dava medo.
― Já ouvi histórias sobre ela, não eram das melhores, Já a vi de longe em algumas aulas conjuntas. Sério que vocês são primas? Então, você puxou o lado bom da família, não é? ― O garoto sorriu para ela, dando a última colherada de seu sorvete. Um silêncio espectral se instalou na mesa, mas esse foi quebrado quando um garotinho tropeçou e derramou parte de seu sorvete em Rosalie. A garota se levantou e começou a gritar com o garoto. De certa forma, as duas primas Hans tinham algo em comum. Rapidamente, Cowan se aproximou dela e ofereceu um lenço, mas a garota era habilidosa com a varinha e rapidamente se limpou com um feitiço. Assim, eles voltaram para a conversa, sentando-se novamente a mesa. A garota então fez a proposta, a qual o garoto que ainda tinha um olhar curioso sorriu ao ouvir. O mordisco nos lábios fez um sorriso brotar nos lábios do irlandês. ― E eu sei cobrar favores muito bem, Rose... posso te chamar de Rose? Bem, como eu disse nunca falei com a Lancaster sonserina, mas sempre ouvi histórias sobre elas. Olívio Poodmore, que era também da mesma série que ela, disse que ela mudou muito desde que a conheceu. Parece que algo aconteceu com ela, sei lá. Ele me disse que ela ficou meio louca, sabe? Para mim, ela sempre pareceu tal, mas foi o que ele disse. Mas, nas últimas semanas eu não a vi mais pelos corredores nem durante as refeições no salão principal. Aconteceu algo? ― O garoto tinha ficado curioso com o caso, ao passo de esquecer que a mãe deveria estar procurando-o.


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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#113073] por Mérope M. Black-Thorne » 14 Dez 2012, 18:05

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Suas compras estavam quase finalizadas a altura que Marguerith já havia passado quase o dia inteiro no Beco Diagonal. Não estava necessariamente com calor, mas sentia o paladar seco e uma necessidade de guloseima para agradar suas vontades femininas. Passou diante da sorveteria, desanimando um pouco com a multidão que se aglomerava ali. Aparentemente, ela não era a única que apreciava uma beliscada durante as compras de começo de ano, mas ela não podia esperar nada diferente. Com a volta as aulas se aproximando, todos os alunos e pais de Hogwarts se reunião naquele pequeno espaço que era formado pelas ruas do Beco diagonal. Deu graças por estar sozinha, já imaginando o que Annabeth seria capaz de fazer, caso estivesse ali. Amava a irmã, mas sabia que ela era imprevisível.

Fez um muxoxo de desagrado, não tendo vontades de encarar a multidão, mas também sem querer abrir mão de seu sorvete. Por fim, resignou-se, suspirando sonoramente antes de tomar coragem para encarar todas aquelas pessoas. Não se rebaixou à cotoveladas, nem aos empurrões, mas não resistiu às pisadas de pés, que eram o bastante para fazer aquele bando de babuínos bobocas balbuciando em bando lhe dar passagem. Aproveitava o espaço que lhe era dado – a contra gosto – para desfilar entre as pessoas, penetrando a loja com sua classe reconhecida. Aproximou do balcão com não menos pompa do que andava pelos corredores da escola e aguardou o atendimento pacificamente, ignorando com categoria todos os olhares feios dirigidos a sua pessoa.

- Um picolé Espacial, por favor! – Pediu com simplicidade assim que a pessoa lhe atendeu.

Ouviu bem próximo de si algum bafafá sobre o como sonserinos eram prepotentes e coisa parecida, mas nem se incomodou. Não tinha porque dar ouvidos àquela gente e não estava com humor para discussões. Só queria catar o doce e sair logo do meio daquele monte de gente, para finalizar suas comprar e ir para casa em paz.

A pessoa que a atendeu não demorou com o que havia pedido, não porque apreciava a presença da menina, mas porque a queria fora de seu estabelecimento logo, para que seus clientes perdessem a cara feia. A menina tomou o sorvete em mãos, depositando moedinhas de prata no balcão como pagamento e, então, foi embora com a mesma classe que havia entrado.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#113091] por Seth R. Beckhan » 14 Dez 2012, 19:38

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Unusual Encounters... #003

Os verdes olhos da polonesa avistaram um ar de fascinação no rosto de bebê do pequeno grifinório. Rosalie tinha consciência de que seu rosto perfeito e atributos femininos poderiam levá-la a qualquer lugar, desde que soubesse usar nas pessoas e nas horas corretas. O ambiente estava agradável, mas sentia falta do frio russo. Voltou sua atenção para o menino, pois aquela era a oportunidade exata de saber mais sobre os acontecimentos que ocorreram nos últimos dias na escola inglesa de magia. – Claro que pode me chamar de Rose! – disse a morena, ao ouvir o inicio da fala do menor. Seus olhos estavam fixos no garoto como se quisesse ler sua mente e desvendar seus mistérios. Sorriu pelo canto dos lábios, enquanto acariciava os fartos cabelos. Mordiscou mais uma vez os lábios, mas não de forma provocante, e sim, duvidosa. A lembrança de uma conversa que teve com a loira veio à tona. Nessa conversa, Jullie parecia intrigada com algo e não queria abrir para von Bückler. Sentiu que sua prima estava levando sério demais seus planos de estudar as artes das trevas. E a morena sabia que isso poderia trazer conseqüências não muito boas, em uma escola como Hogwarts.

Piscou. As imagens borradas da lembrança que acessava saíram de sua mente, ao ouvir a ultima pergunta do ruivo. “Se eu fizesse idéia não estaria perguntando...” pensou incrédula. Sabia que o pequeno poderia ser bem mais inteligente que aquilo. Ah se sabia! Girou a varinha entre os dedos e mudou o foco de suas orbitas esverdeadas para um ponto cego acima da cabeça do seu companheiro de mesa. – Jullie sempre foi louca. Sádica... Dizem que puxei o mesmo lado da família que ela... – sorriu, voltando a fixar Cowan que parecia apreensivo. – Mas não sou igual a ela. Não sou insana... Sei usar as minhas habilidades na hora exata para sair vitoriosa. Sempre! Não gosto de sair fazendo mal as pessoas sem propósito. A não ser que queiram ou me irritem a ponto de cometer tamanhas barbaridades. – respirou fundo, umedecendo os lábios, com um sorrisinho sarcástico nos lábios e prosseguindo, logo em seguida. – Mas não é o meu jeito de ser que está em questão. Creio que teremos bastante tempo daqui para frente para nos conhecermos. – sedução? Certamente. Estava blefando, óbvio. Mas o garoto não precisava saber, não é? A mãe de Rosalie sempre ensinou uma coisa para a filha: Homens são movidos a desejos. Deixem-nos com água na boca e você os manipula como marionetes. E era essa a intenção da polonesa naquela conversa. Levantou-se delicadamente jogando suas madeixas para trás e sentando de banda em cima da mesa. Suas coxas a mostra e o doce perfume exalando por seus poros. – Que ela estava estranha eu já fazia idéia. Porém, ela não sumiria de Hogwarts assim do nada. Há indícios... – parou. Não sabia se era seguro falar sobre aquele assunto ali, com aquele garoto. Olhou-o profundamente mais uma vez, seu sexto sentido alarmou a morena para que a mesma prosseguisse. Sabia que em seu sentido, podia confiar. Ou não! Continuou. – De que ela estava grávida de um, coincidentemente, Grifinório. Sua casa, não é? – perguntou, olhando o brasão em seu peito. – Então... – mais uma breve pausa, mordiscando os lábios com mais um olhar provocante. – Quem é esse Don Juan grifinório?

Citados: Cowan Donovan.
Ai Rodrigo. Tava sem idéia do que fazer. Mas é isso ai, qualquer coisa grita. <3

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Seth R. Beckhan
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