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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Gemialidades Weasleys

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MensagemReino Unido [#99459] por Duque de Paus » 17 Abr 2012, 00:37

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Com objetos coloridos, desconhecidos e de vida própria, uma loja se destaca no meio de tantas coisas comuns, de onde os compradores saem rindo e se divertindo com as novas aquisições. A vitrine de cor mais viva do Beco Diagonal já possui fama internacional e onde bruxos de todo o mundo viajam até Londres para conhecer a loja mais famosa de artigos de Logros e Brincadeiras. Conquistando de adultos até ao público jovem, a Gemialidades Weasley é com certeza, qualquer coisa menos tradicional. Ao entrar, por favor tenha um pouco de bom humor e muita paciência. Os brinquedos são complexos, desenvolvidos para os mais diversos gostos e desejos, porém cheios de artimanhas para você poder se divertir com eles. Você ficará tão interessado, que desejará que tenha sobrado algum, escondido no estoque, pois os produtos são tão concorridos, que a cada novo lançamento, desaparece das prateleiras em menos de uma semana.
Foram preparados linhas tanto pra meninas, com produtos de limpeza, poções do amor, Mini-Pufes e etc, como também para meninos, que possuem uma lista maior de produtos, que vão desde os famosos produtos de defesa, como os Detonadores Chamariz, que desaparecem das prateleiras. Porém a sensação do momento é o Kit-Mata-Aulas, que todos os alunos andam comprando de todas as escolas, tanto para meninos como para meninas. Ou seja, os produtos das Gemialidades Weasley novamente encantam o mundo, detonando (literalmente) com qualquer um.
Duque de Paus
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemReino Unido [#136030] por Noah Hargreeves » 14 Jul 2014, 20:03

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    Uma vez que os meninos estavam livres da grande maioria das sacolas de Ambre, acabaram decidindo fazer uma pausa nas compras para a menina, e comprarem algo pra si mesmos. Especialmente algo que pudessem usar em uma vingança contra Jeffrey, por fazê-los passar por tudo aquilo. –Vamos até as Gemialidades ver se encontramos algum logro ou brincadeira bom o suficiente pra isso.– Sugeriu Henrique, recebendo rapidamente a concordância dos outros dois. Mais uma vez, Ambre parecia não estar nem um pouco satisfeita com a interrupção de sua maratona, no entanto mais uma vez ela tinha escolha se não segui-los para onde fossem. O que definitivamente não a impedia de ir reclamando, é claro. –Vocês estão cientes de que estão aqui pra me ajudar, certo? Não pra ficarem comprando besteiras pra si mesmos. Vocês podem fazer isso em qualquer outro dia da semana, não precisa ser hoje. Hoje a prioridade deveria ser eu.– Disse, e Reyes – cuja paciência já estava por um fio a muito tempo – finalmente a perdeu de vez. –Olha aqui garota, ou você sossega o seu facho, ou vai levar um feitiço na fuça. Nós não temos nenhuma obrigação com você, e já estamos fazendo muito em aturá-la até aqui e carregar as suas coisas por ai. Então é melhor calar essa sua boquinha se quiser continuar com ela.– Sua ameaça teve efeito instantâneo. A menina arregalou os olhos em choque, mas permaneceu em silêncio após isso.


    Com Ambre ao menos temporariamente silenciada, os três garotos puderam aproveitar com calma as opções oferecidas pela loja de logros, se distraindo e divertindo um pouco depois de tanta confusão. Agora dedicavam-se a encher as próprias sacolas, debatendo sobre qual daquelas compras seria destinada a pregar uma peça no tio/primo Jeff. –Vocês acham que ele vai nos dar uma detenção por isso? Ele é nosso professor e diretor da nossa casa afinal de contas.– Preocupou-se Rique, sempre o covarde. –Não, relaxe. Ele não faz esse tipo, tenho certeza de que só vai achar a brincadeira engraçada.– Tranquilizou-o Dean, apreciando pela primeira vez ser o arteiro da história, visto que esse sempre havia sido o papel de Sean e não dele. Seu irmão era um cliente muito mais frequente de lojas daquele tipo do que ele próprio.


    Terminadas suas compras e com as sacolas cheias, foram encontrar Ambre emburrada na porta da loja. –Pronto criança, já podemos voltar para as suas compras. Pra onde você quer ir agora?– Perguntou Dean, tentando soar mais gentil do que se sentia realmente. –Preciso de um lugar onde posso concertar meu relógio. Foi mamãe quem me deu, e parou de funcionar.– Ela reclamou fazendo bico, e só restou aos garotos procurar por um lugar onde isso fosse possível.
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#136186] por Azahel Eisenheim » 15 Jul 2014, 21:28

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gemialidades weasley!
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Sabe o que é pior do que ter que acordar bem cedo? Acordar bem cedo no chão. Sério, já aconteceu com você? Você está lá, no maior sono, sonhando com sabe Deus o quê e, de repente, acorda com a sua queda. Pois é, meu dia hoje começou assim. Acho que até perdi meu rumo na hora que bati a cabeça no chão duro e gelado do quarto. Pois bem, assim, eu me levantei e fui para o banho. Sentia a água relaxando o meu corpo todo. Ah, como eu gosto de água. Acho que se fosse para eu ser um animago, seria um peixe. Se bem que ser um animago peixe é meio complicado, afinal, só ia me transformar em lugares aquáticos...Mas, isso não tem nada a ver com o que estamos falando agora. Mas eu sei que sou um peixão. Ou o protótipo de um, anyway. Bem, voltando. Banho tomado, hora de começar as atividades do dia.

Hoje o dia seria formidavelmente diferente. Seria um dia de passeio! O ano já estava por acabar, por isso, tínhamos alguns períodos vagos, antes das férias. Passearia no Beco Diagonal. Sempre adorei aquele lugar, sabe? A infinidade de lojas, as multidões que se espremiam nas ruas apertadas, as mais variadas cores de roupas e tudo mais. Aquele era um dos lugares mais mágicos do mundo. Talvez só perdesse por Hogwarts. Porque Hogwarts... bem, Hogwarts é Hogwarts! Estava vestido com os trajes escolares, como dizia o protocolo. Adorava exibir o meu uniforme de Gryffindor para todo aquele que passasse por perto de mim. Afinal, os leões são os leões! Peguei uma quantidade significativa de pó-de-flú e entrei na lareira. Adorava aquilo. Joguei o pó verde na lareira, na ânsia de sentir as chamas verdes me consumirem.
- Beco Diagonal!

Sempre saía muito desapontado das lareiras de flú. Que graça tem ser consumido por uma chama VERDE se nada de mais te acontece? Esperava, no mínimo, uma sensação de cócegas ou alguma coisa do tipo. Saí batendo as vestes e limpando o rosto, um tanto que frustrado novamente. O sentimento desaparecer quase que instantaneamente! Foi só erguer os olhos e, puff, tudo mudar. Senti um êxtase invadir meu peito e os olhos brilharem numa onda de alegria. Por incrível que pareça, cá estava eu, na minha loja favorita do Beco Diagonal. As Gemialidades Weasley! Bendito sejam aqueles gêmeos malucos que iluminam nossos dias de logros e brincadeiras Ok, esse é o slogan da Zonks.

Caminhava por entre os corredores, olhando desesperadamente de um canto para o outro. Fiz uma certa cara de nojo ao ver todas aquelas bocós meninas suspirando e enchendo suas cestas de Poções do Amor. Coisinha mais sem noção. Esses nervos à flor da pele, eu heim! Tentava apanhar alguns dos Detonadores Chamariz, mas estes insistiam em desaparecer da prateleira toda vez que eu os tentava segurar.
- Assim é difícil, né?- Murmurei dando as costas para a prateleira e procurando alguma coisa mais interessante. Os famosos Kit-Mata-Aulas eram realmente impressionantes. Mas eu era um monitor, não daria um bom exemplo se os tivesse comigo. Olhei de um canto para o outro da loja, como se procurasse alguém conhecido. Por via das dúvidas, coloquei um dos kits dentro da cesta. Só por precaução, entende? Vai saber quando a Naomi não estará louca o suficiente para nos matar! Nesses dias, algumas Vomitilhas teriam um bom destino.

No fim de um corredor, havia um grande letreiro que falava algo sobre algum Mohamed Semnoção, ou coisa do tipo. Pequenos baús, de aproximadamente sessenta centímetros estavam empilhados, um sobre o outro. O que me chamou a atenção foi um único baú com algumas coisas escritas, em uma língua que eu imaginei ser o hebraico, colocado quase que escondido debaixo dos demais. Me ajoelhei e o puxei, por curiosidade. Ali, havia um pesado veludo vermelho enrolado, com alguns fios dourados na ponta. Desenrolei aquilo que defini ser um tapete! Coloquei minha cesta sobre o objeto de decoração de sala e tentei observá-lo. Era como se os desenhos bordados nele se mexessem! Arregalei os olhos, olhando a minha volta. Ali estava uma outra garota loira e magricela que me olhava, suponho que com a mesma curiosidade.
- Hey, dê só uma olhada nisso! - Puxei a garota para cima do tapete, fazendo-a se abaixar assim como eu. Foi então que ele começou a se mexer e eu olhei para ela, assustado. E agora, José?


Tag: Megara van Wangüuk
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#136191] por Sage Kavanagh » 15 Jul 2014, 22:07

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O dia estava perfeito. Perfeito para uma fuga. O sol já havia se situado no céu há algumas horas, contudo não havia sinais de que a manhã estava para acabar, trazendo uma oportunidade perfeita para Megara. Remexendo na cortina de seu quarto, bufava de raiva ao pensar nas regras toscas que tinha de conviver desde que viera viver com seu pai. Contudo ela nunca fora muito de respeitar regras, ainda mais sabendo que não valiam a pena seu tempo para pensar em como segui-las. Preferia quebra-las, trazê-las a tona em seus pensamentos da pior e, ao mesmo tempo, melhor forma. Sentir a adrenalina correr em seu corpo enquanto pensava nas consequências caso viesse a ser descoberta. Àquela hora, seu pai deveria estar ocupado, e mal notaria caso ela sumisse até o tempo do almoço. Ainda assim, não tinha planos para voltar antes ou durante o horário de “reunião familiar” ‒ pensar naquelas palavras fazia seu estômago da voltas e querer vomitar ‒. Sem tempo a perder, silenciosa, vestiu alguma roupa que fosse apropriada para uma ida ao Beco Diagonal, dessa vez sorrindo por não ter de comprar nada para seu futuro em Hogwarts, provavelmente livre de pessoas doidas como a que encontrara em sua primeira vez no beco infinito.

Um minuto. Dois minutos. Três minutos. Tic tac. Era esse o ritmo do relógio, e mais rápido não poderia ficar. Atrás da cama, num espaço muito pequeno e secreto, se encontrava uma quantidade suficiente de pó de flú. Despejou apenas um pouco em sua mão, tomando cuidado para não deixar nenhum rastro no chão, e dirigiu-se até uma lareira existente em seu quarto ‒ já estava ali quando chegara, e retirá-la seria inviável ‒. Adentrou, jogando o pó para o alto e, fechando os olhos, imaginou o Beco Diagonal em sua frente, exclamando de modo alto, mas inaudível para alguém fora do quarto.
‒ Beco Diagonal! ‒ Um pequeno sorriso se formou em seu rosto, satisfeita com seu resultado, ao notar que havia entrado no primeiro lugar que visitara: Madame Malkin’s. Não havia nada pra fazer dali, e, vestindo sua máscara de simpatia, cumprimentou a dona da loja antes de sair: ‒ Está um lindo dia, não acha? Se não soubesse que gosta de trabalhar aqui, diria para tirar férias e aproveitar o sol enquanto pode. ‒ Sem nenhum resquício de maldade ou malevolência em sua voz, acenou.

Sua primeira parada? Geminialidades Weasley’s! Sabia que seria o melhor lugar para comprar pegadinhas e armadilhas para os primeiranistas desaviados, de preferência os que fossem nascido trouxas ‒ seria interessante pregar uma peça com um item que essa pessoa talvez não soubesse da existência ‒. Após contar quantos galeões havia trazido, adentrou. Talvez os gêmeos que construíram aquela loja fossem umas das poucas pessoas que respeitasse de modo fiél.
“Esse lugar deve ter dado muito trabalho. Mas vejo que valeu a pena. Art já deve saber sobre ele, então acho que não preciso mencionar muita coisa.”, pensou, enquanto direcionava-se até um dos balcões, fitando os itens que eram expostos. Havia desde as coisas mais comuns existentes no Mundo Bruxo até um estranho item para retirar espinhas. “Sério? As pessoas perdem tempo criando essas coisas? Mas até que deve ser bem útil pros idiotas que precisam.” Elevou as mãos até a face, marcada pela perfeição da pele. O que podia fazer se era vaidosa e gostava de mantê-la limpa? Oras, eram hábitos saudáveis e que não precisavam ser retirados. “E que história é essa de poção do amor? Sério que as pessoas hoje em dia são tão carentes que precisam de uma poção para sentirem-se amadas? Que porcaria. E ainda vende, pelo visto.”

Poderia passar o dia todo pensando sobre os itens vendidos, um bom exemplo era o que servia para matar aula. “Pobres trouxas, dariam tudo para estudar as matérias que nós, bruxos, estudamos, se soubessem de sua existência. Mas aí vem um bando de burros para comprar kits mata-aula?”, uma expressão indignada instalou-se em seu rosto, mas foi logo percebida por alguns menininhos que acompanhavam seus pais. Facilmente retirou-a do rosto, abrindo um sorriso na direção destes, tranquilizando-os. Foi quando, no meio de todas as patéticas pessoas, encontrou um pateta-master. Era difícil de enxerga-lo, no meio de objetos pequenos que pareciam baús, então se aproximou. Havia um corredor um pouco estreito, contudo que parecia ser suficiente para o que havia ali dentro. Agachado, um garoto que aparentava ter... sete ou oito anos, talvez. Parecia curioso sobre o conteúdo das caixas, da mesma forma que Megara, sem confessar a si mesma, estava. “Então ele vai ficar agachado aí, sem nem prestar atenção no que há atrás de si? Pena que não conheço muitos feitiços e nem posso realiza-los fora de Hogwarts, ou ele já estaria encrencado.” A possibilidade lhe fizera rir, baixinho, mas isso deve ter chamado a atenção do menino, que se virou para vê-la.

“Espera aí! O que ele tá fazendo?!”, gritou mentalmente, ao sentir algumas duas mãos rodearem-na e a puxarem para baixo. Deu sorte, pois seus reflexos foram bons para não se machucar e nem esbarrar com ele ou algum baú. Em sua frente, estava um mais estranho ainda, que chamava a atenção por uma serie de detalhes. As inscrições pareciam familiar, apesar de não entende-las, e decidiu não mencionar nada sobre. “O que ele quer que eu olhe? Esse baú esquisito? Se eu acabar morrendo pelo que haver dentro dele, não quero nem saber, esse menininho vai junto.” ‒ Que estranho! Como você o achou? Parece diferente dos demais, como se houvesse algo de especial nele. ‒ Respondeu, numa falsa animação, sorrindo em direção á ele. ‒ A propósito, acho que estou sendo mal-educada. Me chamo Megara, Megara Wangüuk. Qual seu nome? ‒ Ergueu uma das sobrancelhas, curiosa para saber o nome do pateta-master. Olhando-o de perto, apesar do rosto infantil, talvez tivesse sua idade. Era impossível saber enquanto estava sentindo-se sufocada por um bando de objetos esquisitos, mas deu de ombros. Ah, como estava errada... Nunca estaria livre de pessoas doidas que, por algum motivo, acabava chamando a atenção.

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Ta aí, quase padre o/ E ela não é psicopata T-T
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#136237] por Azahel Eisenheim » 16 Jul 2014, 16:56

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Todo ser humano que se preze teve uma infância repleta de criancices. Uma infância que valesse pena contar para seus netos e bisnetos, na posteridade. Estava construindo os fatos pouco a pouco. Por isso, a cena que seguiu foi, no mínimo, engraçada. Abri a boca para responder à garota que havia puxado para cima do tapete e que tinha se apresentado, logo em seguida. Porém, ao “perceber” que a garota também estava em cima do tapete, este decidiu erguer-se alguns centímetros do chão, o suficiente para não ficar alto demais, caso eu ou ela quiséssemos pular. - Wow! Mas o que é isso?!? - Falei, tentando me equilibrar, segurando a parte superior do tapete, naquelas “franjinhas” que sobravam. Por impulso, talvez, a menina fez a mesma coisa.

Por acaso, você já tentou, alguma vez, fazer um tapete voador voar? Pois eu, sinceramente, não. Para mim, era a coisa mais esquisita do mundo estar ali em cima sem fazer a menor ideia de como controlá-lo, enquanto ele sacolejava levemente. Caso isso estivesse escrito em algum livro e eu tinha deixado passar, com certeza. Ele – o tapete -, aparentemente, entendeu que não fazíamos a menor ideia do que fazer, porque passou a flutuar um pouco mais alto. Aparentemente carregar duas pessoas pequeninas não era um problema – era como se estivéssemos sentados no chão, segurando as pontas do tapete. Agora.... Como ir para frente? Ou para trás, para os lados, tanto faz? Aquilo seria, sem sombra de dúvidas, divertido.
- Por acaso você sabe como controlar isso? - Sabe quando você sente que falou a coisa errada? Pois é. Num instante eu estava perguntando como controlar o tapete, no instante seguinte ele estava voando para frente numa velocidade alta demais para conseguir parar. No segundo seguinte estávamos os dois voando sem controle algum pela loja toda. Como. Parar. Essa. COISA?– AHHHHHHHHHHHHHHH! SOCORROO!

Sinceramente, era impossível descrever tudo o que se passava. Era hilário, épico, encantador, divertido e muito perigoso, também. Um misto de emoções que nos envolvia enquanto seguíamos descontroladamente por entre as prateleiras da loja, em cima do tapete voador. O inesperado voo era quase uma prática suicida. Se estivesse em Hogwarts, levaria alguma detenção. Se bem que essa não era a hora de pensar no que aconteceria depois. Era hora de se agarrar ao tapete para não morrer. E foi isso que fiz. Estávamos os dois desesperados. Eu não sabia o que fazer. A moça ao meu lado também não, suponho. Tentei segurar com a mão esquerda, somente, puxando a varinha com a mão direita. Comecei a movimentá-la, como se quisesse parar aquilo. Uma prateleira de coisas explosivas, as dezenas de poções do amor, aquilo estava rápido demais! – Ei, espera aí! Vou parar isso agora! - Ergui a varinha e pronunciei o primeiro feitiço que veio à minha mente. Petrificus Totalus!

De imediato, o tapete enrijeceu e começou uma queda maluca. Meus olhos se arregalaram e o choque foi inevitável. Havíamos caído sobre uma pilha de caixas amontoadas em um canto da loja, causando um grande barulho. Rolei alguns centímetros para frente e senti uma forte dor na perna e no braço direito, sobre os quais havia caído. Me ergui, quase que mancando e cocei a cabeça, olhando para a menina que, se não estivesse esquecido, se chamava Megara. Estendi a mão para ajuda-la a se levantar, coçando a cabeça com a outra mão livre.- Essa foi por pouco... a propósito, eu sou Azahel Eisenheim!


Tag: Megara van Wangüuk
Off: Ops. Acho que me empolguei! -q
Feitiço: Petrificus Totalus[dano: -7]; [dificuldade: 6]; [perde rodada: 1];
Descrição: Esse feitiço faz com que os braços e pernas da vítima se juntem ao corpo e a pessoa fica rígida como pedra, impossibilitada de mexer um só músculo, apesar de completamente consciente.
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#136498] por Sage Kavanagh » 19 Jul 2014, 13:32

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Gostaria Megara de ler os pensamentos daquele garoto. Não só dele, mas também o de todo o Mundo Bruxo, principalmente as criancinhas tolas que pareciam segui-la em todo lugar. Talvez descobrisse o motivo pelo qual coisas estranhas acontecia consigo, e o motivo pelo qual todos pareciam simpatizar com ela enquanto estava sob a máscara de boa menina. Azahel parecia um bom diferente dos outros. Deveria ser o fato de que, mesmo aparentando ter uns oito anos, era infantil demais para um garoto daquela idade. Lembrava a si mesma de quando era pequena ‒ cerca de três a quatro anos ‒, e, apesar de conhecer a malicia e o lado sujo do mundo, não parava para pensar nisso a ponto de se transformar em algum tipo de demônio. Ele estava em cima daquele tapete e teve a péssima ideia de levitá-lo alguns centímetros do chão. “Sério? Ele realmente fez isso? Dessa forma vai levantar demais, sem saber como pilotar, vamos cair e morrer. Quanta burrice pra uma pessoa só!” ‒ Não acha melhor ter um pouco mais de cuidado? Deixa que eu piloto. Acho que consigo mover essa coisa. ‒ Murmurou, um sorriso no rosto ao tentar convencê-lo, ao mesmo tempo que suas mãos iam até a borda do objeto, assim como o menininho fazia. Curvou um pouco o corpo para frente, mas não demais, tentando estabilizá-lo. Era mais difícil que pilotar vassouras, pelo visto.

‒ Você já pilotou alguma vassoura? ‒ Questionou, entendendo o que Azahel pensava com apenas uma rápida olhada. ‒ Acho que posso te ajudar! Meus irmãos sempre me ensinaram como pilotar uma, é bem simples, e o mecanismo desse tapete voador deve ser um pouco parecido. ‒ Enquanto o tapete levitava vários centímetros a mais, ia explicando alguns movimentos simples, de forma a ele não ficar mais se perguntando de forma irritante sobre como pilotar aquela coisa. Pena que aquilo foi o errado a fazer pois, num instante, ele pilotava para frente, rápido demais para que a intervenção da Megara ao tentar pará-lo funcionasse e, em poucos segundos sobrevoavam toda a extensão da loja. Um grito queria sair de sua garganta, mas não de medo, e sim para ele fazer aquela coisa parar. Enquanto isso, as prateleiras eram atingidas e tudo que estava ali caía. “Isso vai machucar as pessoas que eu nem conheço. Droga, será que os donos dessa loja vão nos fazer pagar por alguma coisa, depois?”, era uma das coisas que conseguia pensar, mas o segundo pensamento lhe veio a mente, e seu estômago revirou mais uma vez. “Céus, se aquele bastardo descobrir sobre isso... Não, ele não irá, tenho de parar esse tapete.”

Sua mão foi de prontidão para as vestes, contudo demorou alguns minutos para notar que, no bolso direito, nada se encontrava. ‒ Incline seu corpo para trás! Assim você vai conseguir estabilizar! ‒ Exclamou, em tom alto, mal reparando na multidão que se formara fora da loja, fitando o que acontecia pela janela. Estava mais preocupada com sua varinha, que deveria ter sido perdida naquele vôo ou, na melhor das hipóteses, no canto onde tinham achado o tapete. “Por que, podendo inventar qualquer coisa, inventam logo isso aqui?” ‒ Uffa. ‒ O som de alívio escapou de sua garganta a medida que o menininho encontrava sua própria varinha e utilizava um feitiço de imobilização. Não em Megara, não nele, mas sim no objeto que flutuava e, agora, ia em direção ao chão livre de qualquer objeto, por ironia do destino. Mesmo assim, isso não impediu-a de escorregar e o impacto se tornar maior, percebendo que tinha ralado o joelho. Mordeu os lábios, tentando aliviar a dor, esperando que não houvesse sinal de sangue, ou estaria ferrada. Pena que também estava irritada com o menino, que agora erguia uma mão em sua direção, para ajuda-la a se levantar. “Por que logo ele pra não se machucar nem um pouco?! Merlin, sou eu quem tenho de fugir de um homem maluco tentando roubar minha herança, sabe?”

Sem escolhas, ergueu a própria mão e se levantou, enquanto ouvia o nome Azahel ser pronunciado. Ignorou o machucado na perna, pois não havia sinal de nada vermelho e já estava acostumada com aquele tipo de machucado nos vôos com os irmãos na vassoura, nos arredores da casa onde morava com o avô. Tudo que precisava fazer era vestir uma calça e tapar o machucado antes de ir para casa, o que seria bem simples. ‒ Tudo bem, tudo bem. Erm.. Já pensou em ter mais cuidado? Os donos podem vir brigar conosco. Isso não seria nada legal. ‒ Murmurou, num tom simples, com os braços cruzados, pensativa, mas sem dar sinais de irritação. Na verdade, a que sentia já ia se esvaindo com a possibilidade de não arranjar nenhuma briga com quem mais odiava, e também havia o fato de que o que houvera até havia sido uma brecha para se divertir. Fazia algum tempo que não se lembrava de como fazê-lo, então aquela sensação vinha com força total, e era boa. ‒ Ah, desculpe-me! Pensei que não soubesse como pilotar uma vassoura, talvez tenha se esquecido de tudo no calor do susto, certo? ‒ “Preciso arranjar um jeito de sairmos daqui antes que nos descubram. Droga, arranjar problemas é a ultima coisa que preciso”, e, erguendo sua mão, puxou a do garoto, esperando conseguir sair daquela loja antes que gravassem seus rostos a ponto dos bruxos reconhece-los com facilidade. ‒ Espera, minha varinha! Precisamos voltar, ela está lá dentro. ‒ Soltou sua mão, tentando raciocionar a melhor forma de encontrá-la.
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#137640] por Azahel Eisenheim » 07 Ago 2014, 00:56

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um presente de mohamed semnoção!
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Não há como negar que existe um espírito de criança travessa que, por vezes, insiste em me perseguir. Igualmente não há como negar que existem crianças com certas tendências individualistas ou autistas que, de vez em sempre, querem simplesmente anular o fato de serem crianças e sempre viver com a parte mais chata da vida humana - o “ser” adulto. Talvez a pequenina Megara fosse filha única e não tivesse tanto contato com crianças. Ou talvez ela estivesse simplesmente retraída demais para curtir o momento todo, cheio de possibilidades, perigosos e deveras divertido. O que realmente parecia é que ela estava assustada e, levemente irritada com tudo quanto estava a acontecer.

Escutei suas últimas palavras, falando sobre o perigo de um dos donos virem ao nosso encontro e como isso era perigoso e todo o blá blá blá tipicamente comum a todos aqueles que sempre pensavam demais e viviam de menos. Dei uma olhada rápida no vestuário da menina e, pelo visto, ela ainda não pertencia aos alunos de Hogwarts. Podia apostar um pomo de ouro que, caso ela fosse estudar na Escola de Magia naquele ano, seria escolhida para a Corvinal. Sempre tão pensantes! Exibi um semblante do tipo “WHAT?” quando ela quis insinuar que eu não sabia como conduzir uma vassoura! Calma aí, mocinha! Eu sou o apanhador do time da Grifinória! u_u

Abri a boca para retruca-la imediatamente, mas ela foi mais rápida ao me puxar pelo braço, dizendo ter perdido sua varinha. Primeira regra no mundo das brincadeiras: nunca perca sua varinha! Pode ser catastrófico demais.
- Hey, vamos com calma! Isso é uma loja de logros... só deve ter uns mil lugares para procurar pela varinha perdida. - Tentei acalmar a garota, coisa que, pelo visto, não tinha surtido um efeito muito bom. - Vamos seguir o caminho do tapete voador! Não há como errar! A propósito, onde ele está?

Corri novamente ao encontro do tapete paralisado magicamente e tentei enrolá-lo com certa rapidez. Coloquei-o debaixo do braço - o que pelo meu pequenino tamanho ficou um tanto que desproporcional - e fui novamente ao encontro da menina. Não iria perder o tapete! – Esse tapete vai fazer o maior sucesso no Salão Comunal da Gryffindor, espera pra ver! A diretora Naomi vai querer me matar, se sonhar! Mas o que é a vida sem uma dose de risco de vida, não é mesmo?
Dessa vez, porém, fui eu quem a puxei pelo braço. Encontraríamos juntos a bendita varinha perdida. Sabia que ela ainda estava preocupada, com receio de alguém vir ao nosso encontro, devido ao pequeno “probleminha” voador. Tentei tranquiliza-la novamente, dizendo que aquilo tudo era muito comum nesse tipo de lojas. Mas não me pareci muito convincente, pelo visto. De qualquer forma, apontava a séries de caixas e diversos itens que estavam jogados no chão, certamente pelo descontrole do tapete voador.

Logo mais ao fundo, ainda bem próximo de onde estavam empilhadas as caixas onde havia encontrado o tapete especial, enxerguei a varinha da garota.
– Olha ali! Você deve ter deixado cair logo no início do voo! - Corri ao encontro do item mágico, puxando a garota pelo braço com uma mão, enquanto debaixo do outro braço repousava o tapete bem enrolado. Não queria arrancar seu braço, é claro. Era uma forma “máscula” de conduzir a situação, apenas. Peguei sua varinha e segurava com a mão na ponta, estendendo o cabo para a garota, entregando-lhe. – Eis aí! Da próxima vez, teremos mais cuidado! Já sou um piloto expert de tapetes voadores, como você mesmo pôde perceber. Só preciso... aprimorar a técnica, eu diria.


Post fraquinho, Mah.
Foi o que eu consegui. :x
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemIrlanda [#138199] por Sage Kavanagh » 21 Ago 2014, 20:30

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“Realmente, não há melhor maneira para descrevê-lo do que pateta máster. Não só faz aquela confusão na loja como também perda um objeto meu por direito! E agora, como vou recuperar?” ‒ Você tem certeza que está tudo bem em entrar aí? Os donos vão brigar conosco, se souberem que fomos nós quem fizemos essa bagunça toda. ‒ Deixou uma gargalhada inundar os ouvidos de Azahel, pois sabia o que ele devia estar pensando: Aquela era a Geminialidade Weasley’s. Era mais provável que os donos os parabenizassem e dessem um vale de compra grátis por um ano. “Pena que o modo de pensar do pateta-master é meio falho. Recriar os passos do tapete? E desde quando o tapete criou pernas? Ah, é, esqueci, o tapete achou as pernas tão burras que resolveu tirá-las.” A ironia inundava seus pensamentos, e provavelmente estaria inundando parte de sua fala se estivesse a conversar com alguém que a conhecesse por completo, ou o suficiente para que não colocasse uma nova personalidade à frente da verdadeira.‒ É uma pena que você não é mais velho, e não conheço ninguém aqui. Seria muito mais fácil com magia. ‒ Revirei os olhos, puxando-o, e adentrando o local. Como estava constatando um fato, meu tom saiu de forma normal, nem muito brusco e nem muito animado.

“Espera, ainda por cima está pensando em levar o tapete para Hogwarts? É mais provável que seja engolido vivo pela diretora antes que possa explicar o que é “aquilo” debaixo do braço” ‒ Eu não te aconselharia a trazer, mas já que você é capacitado para arcar com os riscos, a escolha é sua. Como você é uma pessoa legal, se eu cair na Grifinória, posso te dar cobertura. Mas se não sair, vamos fazer um trato pra alternar os períodos que o tapete vai passar em cada comunal? Não é justo que só você consiga exibi-lo depois de toda essa confusão! ‒ Cruzou os braços, falando como se estivesse atuando num filme e fosse a vilã arrogante. O uso de expressões e emoções em excesso diriam ao “apanhador” que estava atuando, mesmo que no meu íntímo falasse aquilo para valer. ‒ Ok, é brincadeira, mas seria legal se também pudesse exibir na minha futura comunal. Até onde sei, todos pensam que vou cair na Corvinal. Bem, pelo menos minha família. Você conhece meu irmão, Arthur Wangüuk? Ele estudou lá por um bom tempo! ‒ Mencionar o nome de seu irmão deixava a conversa mais leve, para ela. Seus pensamentos também foram para Lizzie, e um pequeno sorriso formou-se em seu rosto, mas teve de fechá-lo para concentrar-se.

‒ Como é essa diretora? É do tipo que dá medo, tenta agir como os alunos, é uma diretora comum ou outra opção? ‒ Enfim alguma pergunta que realmente utilizasse de sua curiosidade, e seria bom ir para Hogwarts preparada para o que, ou quem, iria encontrar. Talvez houvesse um lado bom em conhecer o pateta-master. ‒ Ei, me faz um favor? ‒ Enquanto se agachava para procurar nas prateleiras, pensou em como dizer o que desejava. ‒ Será que pode me servir como guia, em Hogwarts? Vou ficar meio perdida com os corredores e com os vários lugares, e você é do segundo ano, então deve conhecer bem aquilo tudo. Claro, é só se você quiser, e no tempo que desejar. ‒ Já havia revistado metade da loja só naquele tempo curto, e não acreditava que iria achar tão cedo. Já ia dar ideia de irem até lá, quando o menino foi mais rápido e, nos minutos seguintes, havia achado seu preciso objeto, condutor de magias. “Eu talvez estivesse realmente agradecida se a culpa por perde-la não fosse dele. Mas, o que posso fazer? Ainda bem que o vovô me ensinou a ser bem educada.” ‒ Obrigada, menino! É bem melhor assim. ‒ Apertou a varinha com força, e guardou-a nas vestes, esperando eu não voltasse a cair uma segunda vez.

‒ Posso te pedir um outro pequeno favor, sem ser chata? ‒ Questinou, tentando parecer um pouco desconcertada e pensativa, como faziam aqueles antes de pedir um favor que não fosse lá muito bom, se é que soubesse imitar alguém assim. ‒ Eu preciso de uma lareira para voltar pra casa. Uma bem grande, bem grande mesmo, porque vim com Pó de Flú. Mas não sei onde há uma. Poderia me guiar até lá? ‒ “Desde quando, eu, Megara Wangüuk, não consigo achar uma simples lareira? Mas, tudo bem, demoraria tempo demais e mais tempo perdido não seria bom, caso tenha de arcar com as consequências. Talvez pedir ajuda não seja de todo ru... Claro que é, claro que é.” Ia contra seus valores, e contra o que prometera a si, quando perguntara sobre aquilo, mas a autopreservação sempre prevaleceria, mesmo nas situações mais simples, e não poderia chamar aquela de simples.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Carvalho, 24cm, Escama de Basilisco, Razoávelmente Flexível

    Usou um Varinha de Carvalho, 24cm, Escama de Basilisco, Razoávelmente Flexível.

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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemBelgica [#156296] por Gaheris Hazard » 31 Jan 2016, 18:03

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Gaheris correu pela escadaria d’O Caldeirão furado, foi para seu quarto e, sem se preocupar com nada ou qualquer consequência que poderia ocorrer, atirou suas compras sobre a cama. Seu coração gelou ao ver o caldeirão quicar no colchão, mas ele não saiu para fora, então estava tudo bem. Com um suspiro de alívio, o pequeno belga voltou para os fundos do bar e hospedaria e golpeou o tijolo que dava passagem para o Beco Diagonal, onde o garoto estava e, sem pensar muito, andou decidido em direção a melhor loja de logros fora Hogsmeade, a Gemialidades Weasley.

Gaheris adentrou o lugar com um sorriso malicioso no rosto, imaginando o que poderia comprar para dar diarreia em sonserinos, deixa-los todos sujos e envergonhados na frente de toda Hogwarts. Fazê-los vomitar, desmaiar, tropeçarem nos próprios pés e ate mesmo apagá-los de toda a existência mundana estavam nos devaneios do pequeno belga vindo de Liège.

Mas gastar dinheiro com sonserinos – sim, pois gastar dinheiro com coisas que os faria mal é gastar dinheiro com eles – seria o mesmo que enterrar dinheiro debaixo da terra, achando que minhocas desprovidas de bom senso não pegariam o ouro pra si. Portanto, o pequeno corvino optou por comprar um quite de matar aulas, afinal, as aulas do professor Erick Maquiavel eram tenebrosas e chatas, apesar de ser uma aula que poderia ser divertida e aberta para a criatividade e atividade física de todos os alunos. Portanto, matar as aulas do diretor da Sonserina era sempre uma ideia de categoria excepcional. Então, o pequeno Hazard foi para o caixa portanto um estoque de bombas de bosta, polvo sangue-suga, vespa perseguidora e nesga sanga nariz, a melhor e principal ferramenta para colocar qualquer um para fora de uma sala de aula.


– Boa tarde, moço. Quanto é que fica essas coisas? – com a resposta do vendedor, Gaheris apanhou do bolso algumas moedas douradas e prateadas e depositou-as sobre o balcão. De troco, o vendedor voltou-lhe alguns nuques de brone e Gaheris saiu da loja de logros, para deparar-se mais uma vez com as ruas apinhadas do Beco Diagonal.
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Re: Gemialidades Weasleys

MensagemRussia [#156326] por Sasha Yuriev » 31 Jan 2016, 18:45

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Um brinquedo a mais em mãos e lá estava eu, o pequeno Seth Myles, zanzando novamente em meio ao Beco Diagonal. Sabe... Quando as pessoas comuns, sem poderes, vão ao shopping para comprar coisas importantes, como roupas, livros e afins e as crianças acabam vendo uma loja de brinquedos e armam aquele escândalo gigantesco para poderem entrar na mesma? Pois então, as coisas não aconteciam de modo diferente naquela rua Bruxa, a diferença é que realmente havia um motivo para se fazer um escândalo para entrar naquela loja ali em questão.

Com um nome curioso, e conteúdo a venda mais curioso ainda, o lugar, assim que eu entrei, me lembrava muito da própria Zonko's presente em Hogsmead, um vilarejo perto da escola onde eu estudava e que nos dava alguma oportunidade de sair da escola em determinados fins de semana. Eu, particularmente, adorava o lugar e exatamente por conta disso tinha uma grande quantidade de fotos tiradas na pequena cidade. Enfim, voltandona loja... Observei o lugar com um brilho de fascínio nas orbes azuis, mordendo os lábios diante de tantos tesouros.

"Socorro... Alguém há de fazer alguma coisa, se não vou levar a loja inteirinhas comigo." Eu sei que não tinha dinheiro o suficiente para aquilo, muito menos depois da compra de um objeto muito reluzente na loja de quadribol, mas quem é que disse que eu pretendia pagar por tudo aquilo que iria levar aquele dia? Capturei um brinquedo pequeno entre as mãos, procurando desvendar qual era o truque do mesmo. "Nem tem pessoas olhando..." E, mesmo assim, hesitei.

Não. Eu poderia ser muitas coisas. Covarde, albino, nanico, Americano, mas ladrão eu não era. Indo contra as ordens dadas pelas vozes que me comandavam, coloquei o brinquedo de volta a seu posto, optando por andar de maneira lenta pelo recinto a fim de encontrar um brinquedo que eu tivesse interesse de levar até o caixa e embolsa-lo de maneira correra, pagando pelo preço pedido pelo vendedor. "Porque eu sou um bom menino." E aquilo que importava, pois era exatamente aquilo que fazia a minha ruiva feliz.


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Imaginação:  -
Imagem de Titulo (se presente): -
Notas: 47
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[centro][fonte="Engravers MT"][size=120]Titulo I[/size][/fonte]
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[off]Parte I[/off][/centro]

[justificar][narracao] [/narracao][/justificar]

[esquerda][narracao]Narrador,[/narracao], [falaoutros]-Outros-[/falaoutros], -[fala]Falas[/fala]- e doces [pensamento]"Pensamentos"[/pensamento].
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