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Floreios e Borrões

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Floreios e Borrões

MensagemInglaterra [#99451] por Mestre de Hogwarts » 17 Abr 2012, 00:31

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Não se repara pela fachada que a Floreios e Borrões é a livraria mais famosa do mundo bruxo Inglês e também conhecida como a melhor de todo o mundo Mágico. Dirigida pelo velho senhor Karrig, no seu interior transborda de livros de todos os gêneros bruxos, desde escolares até romances. Com um espacinho pequeno, em época pré - escolar se torna quase impossível levantar um dos pés enquanto caminha pela loja, mas, quando não se está neste período do ano, existe oportunidade para pegar um dos livros, e folhear à vontade, encontrando vários exemplares tão interessantes, que é quase impossível escolher somente um.


CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NA LOJA!
Mestre de Hogwarts
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Re: Floreios & Borrões

MensagemRussia [#111154] por Lissa Yevhen » 17 Nov 2012, 19:52

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"There's no easy way,
to come back from where you came."

˟˟˟˟˟˟˟˟˟˟˟

A pequena garota russa cortava caminho entre as dezenas de bruxos que apinhavam as ruas do Beco Diagonal. Entre crianças e adultos, havia corujas que piavam alto, gatos que se perdiam dos donos e comerciantes que anunciavam em voz altas as novas ofertas. Semanas antes do inicio das aulas nas principais escolas bruxas, todos os atrasados se apressavam para recuperar o tempo perdido: com isso, havia tantos e tantos bruxos comprando o material escolar que a passagem se tornara impossível. Yulia e Ivan Yevhen, pais de Lissa, haviam sido deixados para trás pela menina que não suportava mais ouvir os resmungos da mãe e presenciar as caretas do pai. Para os dois adultos, aquela ida ao Beco Diagonal era um grande sacrifício. Os dois bruxos, ainda acostumados a freqüentarem espaços luxuosos e não lidarem com a multidão de bruxos diversificados, se sentiam deslocados em meio àquelas lojas. Era engraçado, Lissa pensava. A família Yevhen havia perdido sua fortuna há mais de 5 anos e ainda assim, a mente de seus pais parecia petrificada no passado. Naquele momento, eles não eram mais uma prestigiosa família russa; na verdade, eram tão comuns quanto qualquer outro bruxo que ocupava aquela rua.

Um tanto desanimada – sentimento causado pelas horas na presença angustiante dos pais – Lissa observava os outros bruxos e todas as excentricidades com descomunal apatia. Havia muitas crianças de sua idade rindo e aproveitando a primeira compra aos materiais. Por um momento, ela desejou a presença de Amélia e Loius; amigos – ela não estava certa se poderia aplicar essa palavra em relação à Amélia – desde a sua infância. Ela teria a chance de rir e se divertir tanto quanto qualquer outro primeiranista por ali, mas estava ansiosa para terminar suas compras e voltar para casa. Ou – pensou por um momento, a idéia surgindo repentina em sua mente – apenas se “perder” entre os desconhecidos e aproveitar à tarde sem Yulia e Ivan por perto. Com um pequeno sorriso surgindo em seus lábios, Lissa forçou o caminho entre os passantes. Adentrou à primeira loja a sua esquerda e se viu em uma confusão de livros, pessoas e crianças. Havia entrado na famosa Floreios & Borrões.

Retirou de sua pequena bolsa um pedaço de pergaminho que continha sua lista de materiais. Os itens já comprados estavam riscados, mas todos os seus livros faltavam. Seus olhos azuis dançaram do chão ao teto, para a direita e esquerda, imaginando como teria a chance de encontrar tantos exemplares quando mal podia se mover dentro da loja. Mas, afinal, ela sabia que parada suas chances seriam menores. Espremeu-se entre outros compradores e conseguiu chegar até uma grande estante. Para sua sorte, havia uma placa desbotada onde havia grifado em tinta dourada: seção escolar. Cada prateleira marcava um ano – do 1º ou 7º, contanto com uma prateleira extra. Lissa imaginou que poderia encontrar livros para Hogwarts e sua futura escola, Beauxbatons. Encontrou uma cesta de compras deixada no chão, vazia, e começou a procura por seus livros. Preencheu a cesta até que mal pudesse carregá-la. Havia livros coloridos de capas com diversos tecidos e formatos, e de tamanhos variados. Enquanto "O que é quadribol?" era relativamente fino, "Manual em Magia Avançada: DCAT, Feitiços e Transfiguração" parecia compensar os livros pequenos, sendo enorme e pesado.

Lissa esperou um bom tempo na fila para que fosse atendida. O atendente no caixa da loja parecia cansado e um tanto atrapalhado com a quantidade de trabalho. A garota lhe deu um pequeno sorriso de encorajamento enquanto ele suspirava diante de sua pilha de livros.
— Primeiro ano em Hogwarts? — Ele perguntou. Era um rapaz jovem e talvez fosse bonito, sem o peso de um dia trabalhoso nas costas. — Não. Vou para Beauxbatons. — Seu sotaque soou estranho nas palavras em inglês, idioma que ela ainda tentava dominar. O rapaz acenou com a cabeça, ocupando-se com o trabalho de somar os valores, e depois lhe disse o total a pagar. Lissa retirou as moedas de sua bolsa e pagou a quantia. Recebeu uma grande sacola com tudo o que havia comprado.— Obrigado por comprar conosco. Tenha um bom ano letivo. — Disse o atendente, dando um sorriso. Lissa agradeceu e se afastou do caixa. Ainda havia uma grande fila esperando.

A garota não se preocupou com seus pais, que deveriam estar procurando-a do lado de fora. “Ou não”, pensou. Não ficaria surpresa se Yulia e Ivan tivessem se distraído com qualquer outra coisa e sequer notado o sumiço da filha. Decepcionada, constatou que havia restado apenas o suficiente para um sorvete, talvez menos. Deixou a loja sabendo que precisaria encontrá-los para prosseguir suas compras. Endireitou o corpo, carregando o peso dos livros, e a constatação de que em breve usaria tudo aquilo em Beauxbatons lhe animou um pouco. Talvez, em um breve futuro, tivesse desafios maiores para suportar do que o péssimo humor de seus pais.

˟˟˟˟˟˟˟˟˟˟˟

˟ Citados: Yulia e Ivan Yevhen (NPC); Amélia Petrova Sinclair; Loius Sinclair;
˟ Interações: Atendente da loja (NPC).
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Re: Floreios & Borrões

MensagemAlemanha [#111186] por Noah Hofstadter » 18 Nov 2012, 14:14

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#001Os sonhos vem, os sonhos vão e o resto é imperfeito...
Trama Particular (Floreios&Borrões) / Interações: Anthon, Antonina e Sr. Karrig (todos NPC’s)
Palavras: 656 sem contar com o cabeçalho
Playlist: Legião Urbana – AINDA É CEDO
Notas: Ainda estou trabalhando no Noah, até o fim do
mês espero ter encontrado a melhor maneira de demonstrá-lo.


Noah não era do tipo de pessoa que gostava de falar sobre seus familiares. Gostava muito dos seus pais, morria de orgulho dos dois irmãos, Anthon o mais velho e Tobias três anos mais novo, tinha um imenso carinho pelo seu avô, mas era só. Ninguém precisava ficar sabendo de tudo o tempo inteiro, e isso incluía as saídas discretas, principalmente quando era com Anthon. O mais velho dos três já havia terminado os estudos, e como foi um aluno fora do comum – principalmente com suas detenções – ele queria que seu posto fosse repassado para os mais novos. Era um garoto bonito, magro, mas bonito. Tinha os cabelos bem loiros, igual ao pai, a pele extremamente branca e um olhar que atraía as garotas. Gostava de ser o centro das atenções e fazia de tudo para isso. Já Noah, fazia o contrário, por isso sair juntos era um verdadeiro teste de paciência para ele.

- Jura mãe? Eu não posso ir com meu pai? – ele olhou desesperadamente para as pessoas da sala – Até mesmo o Rudolph pode me acompanhar! – ele apontou para o elfo doméstico que, no momento, servia bolinhos de chuva para a família e virou espantado com o convite.

- Não, Noah. Isto é assunto encerrado. Você sabe que seu pai vai trabalhar daqui a pouco, e Anthon se dispôs a ir contigo. Além do mais, ele sabe tudo o que você precisa. – respondeu a doce Antonina, que mesmo contrariada, mantinha uma expressão amena.

- Vamos, pivete! Hora do pó de flu! – Anthon deu uma risada gostosa, daquelas sinceras. Ele estava com o olhar de quem aprontaria uma peça e o pequeno não gostou nada.

- Vamos logo então, mas prometa que não vai chamar atenção. – suplicou Noah.

- Eu?! Chamar atenção?! Não mesmo. – disse muito irônico. Os dois seguiram até a lareira e num piscar de olhos se encontraram no beco diagonal. – Esse pó de flu é mesmo o máximo, não acha? – falou assim que o irmão chegou ao seu lado. Anthon tomou a lista de materiais da mão do irmão e olhou para frente tentando se localizar. – Já sei aonde vamos primeiro! Venha logo, Noah! Você vai conhecer a maior livraria do mundo mágico! – o rapaz loiro saiu na frente e entrou numa loja. Noah olhou aquela fachada envelhecida e fez uma careta meio sem entender.

- Essa é a maior livraria de todas?! – murmurou o garoto, mas mesmo assim adentrou o local.

A livraria podia ser até a melhor, mas com certeza não era a maior, a mais limpa, tampouco a mais organizada. Noah tomava cuidado enquanto se dirigia ao balcão onde Anthon o aguardava. Muitos livros velhos e empoeirados se espalhavam pelo chão de carvalho. Estes contrastavam com capas impecáveis colocadas nas intermináveis prateleiras. “UAU”. Essa era a coisa que passava pela cabeça do pequeno alemão agora. Quantos exemplares deveriam ter aqui? Uns 10.000?! O pequeno estava impressionado com a variedade, e pelo que supunha, atrás do balcão ainda tinha muito mais coisa.

- Venha depressa, Noah! Quero que conheça alguém. – o mais velho tratou de apressar as apresentações. –Sr. Karrig, quero que conheça meu irmão, Noah! Pirralho, esse aqui é o dono dessa loja maravilhosa. Venha aqui sempre que precisar ser salvo pelos livros. – ele deu uma risada após os dois se cumprimentarem.

- O que os jovens Hofstadter precisam? – perguntou educadamente o Sr. Karrig, e Noah estendeu a lista de materiais. – Hm, interessante, Beauxbatons? Vejamos o que eu posso fazer por vocês. – o senhor saiu de trás do balcão e começou a pegar os livros que ali estavam escritos. Algum tempo depois ele volta com uma pilha de exemplares de todos os tamanhos, cores e formatos. – Mais alguma coisa?

- Não, acho que é só isso mesmo, Sr. Karrig. – disse educadamente o garoto de cabelos castanhos desgrenhados. –Muito obrigado! - Noah era um garoto extremamente educado.

-Espero que você se dê melhor que seu irmão. – respondeu o Sr. Karrig olhando com um sorriso maroto para Anthon. – Sua mãe cansou de reclamar. E ah, uma boa viagem até Beauxbatons, baixinho.

Mais uma vez os dois agradeceram e seguiram para outra loja do beco.
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Re: Floreios & Borrões

MensagemInglaterra [#112503] por Victorie Leblanc » 09 Dez 2012, 12:25

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For my learning


                Era extremamente necessário fazer-me o que estava à realizar. O início do ano não me era plausível se sem os livros eu estivesse, então num naco de pensamentos vaguei junto da vó minha que tanto amo, para o que seria a loja mais famosa do mundo em livros. Ao longe esta livraria era-me muito requintada e recebia consumidores a cada minuto, mas ao entrar senti-me estufado e com dificuldade de respiração. Era tudo duma organização tão infiel ao que os livros mereciam, antes de contar o espaço à todas aquelas pessoas que ali estavam. Tudo tão escasso para uma grande loja.

                Andei-me perante os vãos que me tive ao perpassar por diversas vezes apertado, minha avó havia ficado lá fora para que não passasse pelo sufoco. Com a lista em mãos, fiz o pedido do que seria uns cem livros para a consulta dos preços, logo após atendido, avistei a madame que me aguardava no vão quente da rua daquele início de ano e ela estava calma e como sempre distribuindo sua simpatia invejável e seus conhecimentos, já havia pessoas que estavam na sua redondeza, já havia amizade. Minha avó era grandeza, era o tudo transfigurado no bom, era o que poderíamos dizer de “o bom exemplo” e não “o exemplo oco”. Tão perfeita.

                Era hora do gosta. Após contado o dinheiro, volvi-me à livraria inquieta e hiper famosa. Calculei-me novamente o que me seria necessário e por fim fiz-me o pedido do que almejava no momento e, aos poucos ia despindo os livros grossos na boceta pequena que tinha magicamente uma enorme capacidade... Um após o outro e assim por seguimento, havia-me de por algo na mente, havia-me de aprender. Pois um grande bruxo eu hei de ser com as forças que me tenho e por certo, fiz-me aquele momento essencial para o meu aprendizado, porque era nada mais nada menos do que o início da minha vida escolar. E fora por isto o deslocamento que me realizei naquela tarde de quentura confortável, era um novo ar à minha vida. Uma nova etapa.

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Re: Floreios & Borrões

MensagemEstados Unidos [#112780] por Pietro Hulluppen » 11 Dez 2012, 20:04

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Mischief of an American Warrior: The Diagon Alley! #001

A leitura sempre foi o meu maior hobbie. Desde pequeno, quando meu pai ou minha mãe vinham à Inglaterra eles me traziam. Por quê? Bem... A América tem suas magias, tem suas localidades onde os bruxos se reúnem e tudo mais. Mas não é nada comparado ao beco diagonal: aqui, parece que todo o ocidente se reúne para comprar os materiais dos novos bruxos. Andava em passos largos, tentando acompanhar as enormes passadas de meu patriarca. Ouvia-o dizer várias histórias que naquele sinuoso beco acontecia e, devo admitir, que algumas delas eram um tanto exageradas. Já tinha comprado a minha varinha, na ultima vinda para cá e hoje seria o dia que conheceria finalmente a mais famosa livraria do mundo bruxo inglês: A Floreio e Borrões.

Respirava fundo, e tentava não esbarrar em ninguém. A rua estava caótica e isso nunca foi um bom sinal. Baguncei meus cabelos platinados e olhei fixo para uma garotinha, de minha altura, que parecia treinar algum tipo de magia na frente da loja de animais. – Acho que depois podemos passar aqui, pai! – disse sem ao menos tirar os olhos da menina. Ouvi a resposta dele e sorri. Claro que ele iria querer comprar meu animal de estimação, e eu já até sabia qual seria: um cão. Bem mais macho do que gato, não? Enfim... Senti a brisa gélida chocar em minha face e um arrepio tomar conta de minhas vísceras. Meus excêntricos olhos vermelhos avistaram o letreiro gasto da livraria e uma corrente de excitação percorreu por todo o meu corpo.

- Irei comprar todos os seus livros, acho que eles já devem ter os lotes prontos. Olhe a loja e se quiser mais algum, pegue logo! – disse meu pai, perdendo-se meio a multidão que lotava o ambiente. – UAU! – exclamei, quando finalmente olhei para cima e pude avistar toda a imensidão daquele lugar. – Eu quero aquele! – apontei meus pequenos dedos em direção a um livro em cima de uma das maiores pilhas daquele meio. Não sabia do que era, mas sei lá, me deu vontade de tê-lo. Talvez pelo fato de ter que usar magia para obtê-lo. Então, não enrolei muito e já saquei a minha varinha de marfim das vestes. Não sabia muitos feitiços, apenas alguns básicos. Mas o feitiço de levitação seria o suficiente. Respirei fundo, tossindo um pouco para parecer importante e, dando um giro e uma sacudida exclamei. Wingardium Leviosa! minha arma mágica estava apontada o livro pesadão. Será que funcionaria? Essa dúvida é o que me mata!

Citados: -
Bem... Post de Reestreia de meu Mashinho. Vou tentar postar em primeira pessoa com ele. Quero opiniões! :B Interações serão bem vindas!

**************************************************
Feitiço: Wingardium Leviosa[dificuldade: 1];
Descrição: Faz objetos levitarem. Feitiço bem simples ensinado no primeiro ano, é mais fácil de fazer quanto mais leve for o objeto.
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Re: Floreios & Borrões

MensagemInglaterra [#113034] por Mérope M. Black-Thorne » 14 Dez 2012, 12:46

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Visitar o Beco Diagonal era um martírio. Detestava aquele amontoado de bruxos sempre querendo se empurrar e comprar coisas como se suas vidas dependessem disso. Geralmente, fazia as compras sozinhas, raramente sendo acompanhada pela irmã, até porque preferia assim. Avançava pelas ruas despreocupadas, acompanhando calmamente a lista de feitiços. O que precisava mais? Já havia comprado novos uniformes, porque o quadril havia aumentado e precisou de novas saias, e também alguns ingredientes de poções para repor seu estoque. Agora, precisava de um reabastecimento de tinta, pergaminhos, além dos livros daquele ano. Melhor coisa a se fazer era visitar a Floreios e Borrões.

Adentrou a loja despreocupadamente, deixando que seus olhos se esgueirassem pelos infinitos volumes de livros que se estendiam pelas prateleiras. Analisou um ou outro, com mais atenção, imaginando se havia trazido dinheiro para umas compras extras. Os dedinhos deslizavam pelas capas grossas, antigas e requintadas, enquanto os olhinhos famintos liam os títulos estampados nelas. Adorava ler, isso era uma das poucas verdades certeiras sobre a sonserina. Acreditava que a maior arma que um bruxo poderia ter não eram poções elaboradas e uma varinha de prestigio, mas sim, o puro e simples conhecimento. Conhecer as coisas dava ao bruxo a capacidade de preparar o chão onde pisava, de estar um passo a frente do adversário e de encontrar formas variadas de sair de situações difíceis. “Perfeito!” pensou, separando um livro da prateleira.

Por fim acabou separando muito mais do que precisava comprar, não segurando suas vontades por uma leitura interessante. Os livros pesados se empilhavam em uma torre alta que cobria seu rosto e bambeava para os lados de sua cabeça, mas não era um problema, logo resolveria aquilo de forma simples.

Se dirigiu ao balcão, apoiando a pilha de escrita mágica no mesmo. Tamborilou os dedinhos ali, pacientemente, enquanto esperava para ser atendida. Gostava da forma como era recebida no estabelecimento. E, por sempre levar mais do que esperava, acabou por marcar mentalmente os trejeitos dos atendentes, mesmo que eles nunca fossem lembrar quem ela era. Um senhor venho ao seu encontro, fazendo a analise e soma dos livros. Ele passou o preço sem qualquer emoção divergente e foi correspondido com o tilintar das moedas de ouro e prata que foram depositadas no balcão. Antes de sair, Mérope chamou pelo elfo doméstico da família, que aparecer em um estalo. Ela despejou o montante de livros dele, ordenando que ele os levasse para casa e os depositasse em seu quarto.

– E tome cuidado! Se UM RISQUINHO aparecer em uma das páginas, eu escalpelo você! – Alertou, antes que o elfo desaparecesse em um segundo estalo e ela abandonasse a loja.
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Re: Floreios & Borrões

MensagemInglaterra [#113178] por Katrina L. Blackmon » 15 Dez 2012, 16:37

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Ao passear pelo Beco Diagonal, um objetivo certo de aquisição sempre estava na cabeça de Felicity, menos quando ia até lá com sua mãe, que comprava de tudo para agradar a filha. Enfim, naquela tarde de feriado, a jovem Noir decidiu que precisava de mais livros para aumentar sua biblioteca pessoal e ter um bom passatempo para as férias. Dedicaria-se à própria educação e cultura, treinaria os mais diversos feitiços e estudaria sobre os assuntos mais aleatórios.

Sua mochila de couro estava leve em suas costas, sendo ocupada por objetos fundamentais de quem sai de casa (carteira, maquiagem, espelho, canivete, balões de ar, orelhas extensíveis, um apito, etc...) e uma bolsa maior, como uma sacola de feira, para carregar os exemplares que comprasse naquele dia. Adentrou a Floreios e Borrões com um sorriso no rosto, cumprimentando o atendente com um aceno de cabeça formal. Aquele homem era estranho... as espinhas inundavam seu rosto e seus olhos eram cobertos por um óculos fundo-de-garrafa que quase impossibilitava qualquer um de perceber sua vesguisse.

Felicity passeava pelas prateleiras, checando os títulos anotados em sua folha de pergaminho, que continha mais de 50 desejos, listados apenas no último mês, como era de costume. É, mesmo sendo uma serpente, a primeiranista era uma rata de biblioteca e fazia esse tipo de lista todo mês, para incrementar seu conhecimento e estoque. Assim, ia separando as obras de seu interesse colocando-as na sacola, que começava a pesar.

- Acho que já peguei tudo... - e entregou a sacola ao atendente, que se chamava Kaio.

- Esses pivetes que se acham intelectuais... - murmurou o homem.

Para o azar de Kaio, a "pivete" ouviu o que ele disse, e uma serpente não deixaria aquilo barato. A princípio, fingiu que não ouviu, esperando até saber o valor da compra e tudo estar devidamente empacotado. Assim, deu as costas silenciosamente, indo em direção a porta.

- Essa pivete... ainda é melhor que você, escória. VERDILLIOUS. É pra combinar com o pus na sua cara, idiota.

Sacou a varinha que estava presa no cinto e atacou o atendente, jogando sobre ele um jorro esverdeado que lhe atingiu o rosto e o cabelo. Depois dessa, quando Kaio iria fazer mais um comentário como esses para um filho de Salazar?

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Re: Floreios & Borrões

MensagemUcrania [#113263] por Svetlana Kostchenko » 15 Dez 2012, 22:57

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All about the power

---


Dizem que conhecimento é poder. O que talvez seria muito útil para mim. No caso, eu não gostava de maneira alguma daqueles livros que nos levavam a achar que toda a informação do mundo era contida neles. Isso era a maior mentira do mundo. O fato é que eu tinha que ter um estágio inicial, para começar com as minhas próprias descobertas. Para mim, servia exatamente para isto. Tudo tinha um ponto de partida naquela vida. Sabia bem o que deveria fazer para superar as expectativas de todos que estavam ao meu redor. Seguia o meu caminho sozinha, com as mãos para trás e cabeça baixa. Eu não queria falar com ninguém. Apenas estava ali para atingir o meu objetivo e depois, retornar para os meus outros afazeres. Via alguns jovens torrando suas compras no Beco Diagonal em coisas que não faziam sentido algum. Doces e afins. Desnecessário.

Eu sabia que uns livros de feitiços cairiam muito bem. Entrei em uma das mais famosas livrarias do Mundo Bruxo. Era óbvio que aquele lugar teria o que eu queria. Na minha lista, tinha que procurar três livros: O Guia Básico de Feitiços, o primeiro volume do Livro Padrão de Feitiços e o "Feitiços Básicos". Sim, muitas coisas para um só tema, que seria o fato de aprender algumas azarações para proteção, de maneira ainda iniciante. Eu tinha que constituir bem o meu conhecimento neste ínterim, para que depois eu pudesse seguir em frente e galgar vôos maiores dentro de Hogwarts. Vejam bem, eu não era daquelas nerds imbecis que ficariam apenas sentando em uma cadeira o dia inteiro sem praticar. Era lógico que eu iria fazer tudo o que estava no livro, da maneira mais constante o possível. No entanto, eu precisava saber em quem ou no quê eu usaria. Seria muito mais interessante azarar alguns colegas de instituto.

Dessa forma, eu apenas observei o velho que queria falar alguma coisa. Mas eu simplesmente ignorei. Ele me falou sobre romances, transfiguração, trato de criaturas e afins. Todo aquele papo chato de vendedor que quer amarrar sua cliente, de qualquer forma. Eu respirei fundo, pois precisava ser muito clara naquilo que eu iria falar. Olhava no fundo dos olhos do idoso e disse:
- Só quero feitiços. - Dito isto, ele apenas me mostrou o corredor onde estavam os livros que eu precisava. Pesquisando pelos nomes, não tive muita dificuldade para achar. Eu peguei cada um deles e puxei algum dinheiro, já devidamente separado em um saco. Com um rosto cálido, marmóreo, eu fiz o que tinha de fazer. Eu entreguei os livros para serem empacotados e o dinheiro para pagar aquele serviço, apesar de todo aquele monólogo que ele tentou transformar em diálogo.

Assim que aquilo acabou, peguei o meu pacote e fui-me embora... talvez tivesse que passar ali outras vezes. Mas iria demorar.
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Re: Floreios & Borrões

MensagemReino Unido [#114020] por Gerrard Matthews » 23 Dez 2012, 22:08

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    Leonard York Matthews
    6º ano
    Ravenclaw



    A neve precipitava furiosamente sobre o beco diagonal. Na verdade, toda Londres estava sendo açoitada pelo vento frio e pelas nuvens carregadas que cobriam a cidade de branco. Leonard, um jovem moreno, andava as pressas para entrar numa loja o quanto antes, muito mais para se proteger do frio do que para comprar algo. Mesmo sem olhar para o letreiro, percebeu que havia entrado na Floreios e Borrões. O cheiro dos livros novos misturados com os antigos eram algo muito familiar para Matthews, que desde que se lembrava por gente, estava com um livro em mãos.

    Ouviu a sineta tocar atrás de si e voltou o olhar para a moça que entrava. Era nada mais, nada menos que Elizabeth Tudor, sua namorada que a tanto não via, desde o último ano que passaram em Hogwarts. As férias da família da moça impediram-na de vê-lo, reservando para aquele dia de comprar o reencontro do casal. Vendo que o namorado estava na loja, correu para abraçá-lo, ouvindo logo em seguida o pigarro do seu pai que entrara logo em seguida na Floreios.


    - Boa tarde, Sr. Tudor! – Cumprimentou o sogro, com bastante formalidade. Leonard gostava do homem, mesmo este sendo severo em algumas situações, mas sabia que o homem fazia aquilo por zelo pela família.

    - Temos tanto material para esse ano, Leo – Disse a jovem Elizabeth, olhando para o pergaminho que trazia aberto em suas mãos. – Mas muitos desses serão totalmente inúteis. Isso é tudo uma jogada de Hogwarts com as lojas do mundo mágico, onde promovem a economia as nossas custas. - Matthews sorriu com o comentário da namorada, esta que era sempre tão antenada as coisas e não deixava nada escapar.

    Juntos, vasculharam a loja atrás dos livros que eram indicados na lista. Assim que encontraram todos eles, foram para o balcão, onde um homem que parecia ter uns dois mil anos os atendeu.
    – Esse dai deve ser mais velho que Merlin... - Cochichou no ouvido da moça, esta que não conseguiu se conter e deu umas risadinhas abafadas pela mão sobre a boca. Pagaram ao moço a quantia equivalente aos livros que adquiriram e juntos foram vasculhar o Beco Diagonal pelo resto dos materiais.


    Post atemporal feito desnecessariamente apenas para comprar o livro!
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Gerrard Matthews
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Postado Por: Dante.


Re: Floreios & Borrões

MensagemEspanha [#114023] por Alicia Donovan » 23 Dez 2012, 22:55

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Passeava tranquilamente pelas ruas daquele beco, cada vez mais atraída pelas artimanhas desse lugar estranho e completamente fascinante, quando a placa em cima da loja me chamou a atenção. Era noite, e o letreiro aceso pareceu de uma certa forma mais atraente. Parei por um momento para olhar em seu interior pela vitrine. Livros... Lembrei-me rapidamente que ainda não conhecia, nem tinha a menor noção de como eram os livros nesse lugar. Mas não poderia ser muito diferentes... Ou podiam? Adentrei a loja calmamente, olhando ao meu redor. Não era a única por ali. Me enfiei em um dos vários corredores de livros, vendo os vários tipos de categorias. Livros de histórias, matérias escolares, duendes, bicho papão, o livro dos monstros... Heim?

Parei por um momento, encarando a capa desse livro. Era como se estivesse vivo. Os olhos do grosso livro me encaravam enquanto ele mexia o que pareciam pequenos dedinhos. É... Pelo visto, sempre vai haver alguma coisa por aqui que ainda possa me surpreender. Poderia aproveitar para comprar logo os livros escolares. Continuei caminhando ate o fim do mesmo corredor, dando para um outro corredor. Parecia separado dos outros por algum tipo de manto invisivel. Encarei o mesmo por algum tempo até que decidi ultrapassar. Mordi meu lábio ao perceber que estava tudo escuro. Permaneci parada, estática na intenção de não atingir ou quebrar nada. Não pretendia chamar a atenção em hipótese alguma. Peguei minha varinha no bolso traseiro da calça, tomando-a com firmeza nas mãos. - Calma, Alicia... - busquei rapidamente em minha mente alguns dos poucos feitiços que havia aprendido com meus pais antes que morressem.

Suspirei, segurando a varinha mais firme, inclinando-a para a frente e dizendo igualmente firme
- Lumus. - no mesmo segundo, um feixe de luz iluminou a ponta de minha varinha, clareando o ambiente para onde apontava a mesma. É... Venhamos e convenhamos que isso pode ser bem útil. Apontei a varinha para a estante de livros, me deparando com temas mais fortes. Defesa contra as artes das trevas, relíquias da morte, feitiços de encorporação... Porque isso estaria escondido? Erguendo a varinha um pouco pra cima, me deparei com algumas teias de aranha, desvencilhando rapidamente das mesmas antes que me arrancassem algum tipo de gritinho, gemido, ou qualquer outro som que pudesse trazer alguém ao meu encontro. Escondido e escuro do jeito que estava, aquele corredor com certeza não era o que se podia chamar de "acesso permitido".


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Lumus: Feitiço lanterna, cria um feixe de luz que emana da varinha
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