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MensagemReino Unido [#52555] por Duque de Paus » 19 Jul 2010, 15:29

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Propriedade de um velho chamado Vito, é uma das lojas mais antigas e mais luxuosas do povoado, você encontra tudo o que deseja com relação a pergaminhos, tinteiros e penas. Penas das mais variadas formas e cores, pergaminhos de cheiros e que podem enrolar sozinho e abrir somente para a pessoa destinada e aqueles que escrevem aquilo que as pessoas falam sem que você as escreva, e muitos outros.
As penas são considerados artigos de luxo no mundo Mágico, desde às simples que deixam a caligrafia mais grossa ou fina ou mais longas até àquelas cuja matéria-prima advém de aves raríssimas, como também a famosa pena de faisão, a detalhada com ouro de luxo, ou Master de pavão.
Os tinteiros também são considerados quase raridades. São produzidos em pequenas quantidades, e variam de acordo com o lote produzido, podem deixar desde sua escrita mais clara, colorida, ou incolor, para que somente os destinatários saibam o que está escritos e têm aqueles específicos para um determinado tipo de pergaminho. Outros que são usados com um líquido mágico, que faz com que não se possa ler sem ter o borrifador correto por perto, sendo um dos preferidos pelas meninas, que gostam de manter seus segredos em um diário de forma bem guardada.
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Re: Penas e Escribas

MensagemInglaterra [#185033] por Freddy Addington » 19 Jul 2018, 02:30

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      O começo do ano letivo se aproximava, e a última imagem que eu queria passar para meus mais novos colega de trabalho era o de desorganizado e desprevenido. Só faziam dois dias que eu estava em Hogwarts, e as últimas horas haviam sido tão cheias que eu estava preocupado com o retorno das olheiras. Passara os dois dias quase inteiros arrumando meus novos aposentos no castelo, checando o reservatório de poções e fazendo um levantamento de coisas que precisavam ser compradas antes da chegada dos alunos. Todo aquele trabalho vinha me preocupando muito: era ótimo ter conseguido a vaga de professor em Hogwarts, mas trabalhar demais era sinônimo de uma porrada de problemas estéticos. ― Escute o que eu estou falando, Conrad. ― Murmurei para o rosto de meu sobrinho que brotava das chamas de minha nova lareira. ― Se essa ideia de ser professor me deixar mais feio e velho, eu jogo a toalha na hora! ― O jovem não segurava a risada, mas eu não o culpava: aquele rosto e corpo impecáveis de um garotão de dezoito anos não lhe traziam nenhuma preocupação. Em contrapartida, qualquer coisa era motivo para eu encontrar uma nova ruga em torno dos olhos. ― Se você pudesse ver minhas pernas notaria como minha epiderme já está bem mais ressecada. AAAAH, onde eu fui me meter, garoto?

      E ainda tinha muito a ser feito. As salas de aula precisavam ser arrumadas e reequipadas de acordo com o que eu planejava para as primeiras semanas, meus aposentos ainda gritavam por uma pequena reforma, e isso sem mencionar o grande número de aulas que eu tinha que planejar. Estava pensando em começar com alguns cortes simples de ervas para os primeiranistas, e isso implicava em uma arrumação também nas estufas. ― Ai droga, olha a hora! ― Uma simples olhada no relógio de parede decorado com filhotes de cachorro foi o suficiente para que eu notasse meu atraso. Tinha planejado uma visita ao vilarejo de Hogsmeade, onde eu não colocar ao pé desde o ano passado, quando visitei uma última vez o então aluno da Corvinal, meu sobrinho Conrad. Agora era obrigado a conversar com o mesmo pela lareira, já que os Addington tinham conseguido desgraçar também o tempo pós-formatura do menino. ― Eu preciso ir, Conrad. Muita coisa pra comprar em Hogsmeade, quero nem pensar. Tenta não surtar aí na loja, você é muito bonito pra isso. Tchauzinho.

      Minutos depois eu pisei no vilarejo de Hogsmeade. Nada tinha mudado de um ano para cá, mas ainda olhava para a rua principal da cidadela com um ar nostálgico da minha época de escola. Fora difícil conseguir a autorização de meu pai para as visitas, já que o velho achava qualquer coisa que não aulas e estudo na biblioteca uma grande perda de tempo. ― Para onde mesmo..? ― Minha memória não funcionava para nada além das coreografias de Celestina Warbeck, então não era novidade a confusão para o caminho das lojas. Tirei do bolso interno da capa um pergaminho escrito pouco antes de entrar em contato com Conrad, e lá estava a lista do que precisava comprar em Hogsmeade naquela tarde. ― ‘Tinteiro e rolos de pergaminho…’ Certo, já sei onde encontrar isso. Erm… ei, madame! ― Parei uma mulher de meia idade que andava pela rua principal do vilarejo. Na verdade aquela figura era uma das poucas pelo povoado, visto que o mesmo não era tão frequentado nas férias escolares. ― Onde fica mesmo a Penas e Escribas?

      As direções da mulher foram precisas, e pouco tempo depois eu cruzei a entrada da loja. Extremamente glamurosa e bem decorada em seu interior, logo me lembrei o porquê aquele ser um dos meus estabelecimentos favoritos na época de aluno: adorava um ambiente de boa arquitetura, e não tinha do que reclamar da organização da Penas e Escribas. Percorri a prateleira de pergaminhos arrastando os dedos pela superfície dos papéis perfeitamente enrolados nos mostradores, decidindo começar pelos tinteiros e só depois escolher quais rolos de pergaminho levaria. A minha caminhada tranquila e harmônica foi interrompida, contudo, assim que meus olhos pousaram em uma figura facilmente reconhecível. Mesmo de costas eu era capaz de distinguir minha arquinimga dos tempos escolares. Desde a chegada em Hogwarts não tinha me preocupado em conhecer os outros professores, mas saber que Andrômeda estava também no time de funcionários da escola deveria ter sido uma prioridade. Glenda, uma das minhas melhores amigas, tinha levantado o boato de que a ex-sonserina estava também no corpo docente, mas meu erro foi não colocar muita fé nos boatos. Agora podia vê-la com meus próprios olhos.

      Esquecendo completamente do que viera fazer ali, aproximei-me de Andrômeda e coloquei-me entre ela e a prateleira de penas que ela estava olhando, bloqueando totalmente a sua visão em um ato puramente provocativo. ― Será que eu deveria ter trazido algum soro antiofídico para Hogwarts? ― Murmurei, esperando que a provocação a atingisse em cheio. Onde tem Freddy e Andrômeda juntos talvez algumas medidas de segurança fossem necessárias.


Com Andrômeda S. Rosenkrantz, a cobra dos pesadelos de Freddy.

OFF: sem revisão, mas só pra dar início. Qualquer coisa me avisa que eu edito, Dih!
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Re: Penas e Escribas

MensagemInglaterra [#185105] por Andrômeda S. Rosenkrantz » 22 Jul 2018, 17:08

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- Antares, eu não estou indo a Hogsmeade pelo simples motivo de desejar ir. - Respondeu mais uma vez a irmã mais veja do último jovem estudante de Hogwarts de sua família (sem contar os outros familiares). O corvino, tão inteligente quanto a irmã, sabia que o retorno dela para onde ele vivia ao longo do ano letivo lhe era um ótimo benefício. Sem contar, que observar suas qualidades e conhecimento crescendo, para Andrômeda era de fato adorável. Com uma quase risada, digna somente a seus familiares e quando estava em busca de negócios, a jovem levantou-se do sofá de sua casa, seguindo em direção as suas coisas. Não permitiria que um rapaz de 16 anos lhe dissesse o que fazer, mesmo que este fosse do sexo masculino. - Se eu encontrar algo que lhe interesse, com certeza trarei. Agora, enquanto isso, não destrua a casa. espero transportá-la para Hogsmeade inteira. E não em pedaços. - O tom de voz não era ameaçador, mas deixava claro que ela não toleraria certos comportamentos, provando um pouco de seu lado nada sutil quando precisava.

Desde que aceitara ser professora de Aritmância em Hogwarts, Andrômeda havia tido diversas pequenas visitas ao vilarejo perto da escola. A intenção inicial era de poder verificar se os vendedores locais ainda possuíam o que era necessário para que os alunos pudessem comprar qualquer material extra para as aulas. Ainda assim, mesmo após garantir que tudo tinha todos os seus pormenores, como também a grande remessa de produtos que faria questão de encontrar uma forma de confiscar, Andrômeda jamais deixava de ir. Era como se pudesse ver com os olhos da idade o ambiente adolescente que crescera vendo e nada havia mudado. Por sorte, as ruas não estavam lotadas de crianças petulantes que teimavam em acreditar serem mais adoráveis que outras. É claro, que havia uma sucessão de pontos que as tornariam melhores, mas com o mundo atual, eram todas infames como seus pais.

Seus olhos encararam o letreiro de Penas e Escribas, reconhecendo o lugar com a palma da mão, por encontrar-se sempre ali, todos os sábados do terceiro ao sétimo ano. As conversas borbulhavam em alegria, não prestando atenção na jovem que adentrava o lugar e assim ela própria preferia que fosse. Pela imensidão do mundo mágico inglês, muitos a conheciam por seus trabalhos árduos como Desfazedora de Maldições e Aritmâncer dentro do Banco de Gringotes onde fazia questão de manter sua mente sempre ativa e os conhecimentos aprimorados. Seu trabalho exigia perfeição e também que não se importasse com metade dos outros que ali viviam. Se lhe fosse permitido, vários morreriam dentro do enorme buraco que ainda continuava sendo cavado pelos duendes. Facilitaria a vida de todos ao redor, e também poderiam ser lançados os sangues-ruins e mestiços que não merecem a vida que clamam amar.

Os dedos passeavam pelas penas e Andrômeda procurava por algumas bem específicas, desenvolvidas exatamente para auxiliar ela a saber se os alunos realmente estavam acompanhando sua matéria. Por ser um assunto avançado, não esperaria que eles conseguissem entender por completo de uma vez, mas também não os deixaria vagar por muito tempo. Parou em uma das sessões mais caras da loja, onde buscava por outros tipos variados de penas quando um corpo rechonchudo se aproximou, bloqueando o espaço entre ela e o que estava prestes a pegar. Com um breve salto para trás, focou-se em somente ignorar a presença ultrajante de qualquer ser que havia se intrometido em seu caminho, até ouvir a voz. Seus olhos encontraram os do homem que um dia ela pensou que já estivesse morto diante de tanta incompetência e parecia que ele havia sobrevivido de alguma maneira o mundo real. Ergueu a sobrancelha em desafio, esperando para ver se ele falava algo a mais do que sobre “soro antiofídico” e fosse um pouco mais esperto em não se envolver com ela mais. Freddy e Andrômeda, durante os anos escolares, mostravam-se bastante intensos quando se tratavam de suas relações em destruir o outro. Agora fazia sentido ele estar em sua frente: estava agindo como uma criança mais uma vez. Infelizmente, ela também.

Pareciam terem sido transportados mais uma vez para quando estavam no sexto e sétimo ano, ou anos anteriores, quando as piadas de Freddy aos sonserinos era “divertida”. Até Andrômeda lhe lembrar o seu lugar. - Não imaginei que esqueceria, Addington. - Começou, em completo tom de deboche, encarando o homem 2 centímetros mais baixo do que ela. O que era um milagre, já que durante a escola, era um jovem pequeno e roliço. Como suas escolhas em conviver com sangues-ruins. Era tão sujo quanto eles, se ela estava certa do que os rumores diziam sobre ele não somente ser o novo professor de Hogwarts, mas também o diretor da Lufa-Lufa. - Isso não faz parte da sua índole. Esquecer-se de salvar as pessoas de um veneno que as purificaria. - Manteve também o tom baixo, como de uma breve advertência diante de suas palavras e postura.

Andrômeda, dobrou um dos braços, apoiando o outro para que a mão fosse ao queixo, em completo desinteresse. Se realmente os rumores estavam tão corretos quanto um código aritmético, teria de ensinar Antares durante as semanas escolares melhores técnicas de poções. Ah, como a escola havia denegrido ao longo dos anos - Mas não se preocupe. Minhas cobras vão adorar visitar a sua sala, ou quem sabe alguma outra... onde podemos repetir o que aconteceu anos atrás. Agora, se sua ação infantil já acabou, há uma pena que me interessa mais do que a sua existência.



Citando Antares, irmão da Andrômeda.

Com Freddy Addington
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Re: Penas e Escribas

MensagemInglaterra [#185196] por Freddy Addington » 23 Jul 2018, 23:43

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      A provocação sempre fizera parte da minha personalidade. Tirar os sonserinos mais velhos de sua paz era meu passatempo predileto em Hogwarts, e mais tarde expandi o plano, atingindo também os mais novos. Dois anos mais nova que eu, lá estava a figura patética de Andrômeda, antes bem mais alta (altura não era a melhor das minhas características na época escolar), agora apenas com alguns centímetros de diferença. O ar de superioridade e a forma calma e incisiva que a mulher cuspia suas palavras era o que mais me irritava na ex-sonserina, e era isso que fazia dela um alvo tão divertido, desde sempre. Ainda em sua frente, ouvia cada coisa que aquela boca insolente dizia, e minha vontade era rir em deboche: ela claramente tentava me insultar, mas já sabia que os sonserinos tinham uma ideia não muito elegante de “insulto”.

      ― Já que você mencionou purificação… ― Afastei-me o suficiente para girar nos calcanhares, balançando de forma graciosa minha capa e me permitindo encarar Andrômeda cara a cara. Meus olhos então foram dos pés à cabeça da mulher, entortando a boca como quem vê alguma coisa que causa repulsa. ― Há quanto tempo não visita uma loja de roupas, querida? Você parece presa na década passada. ― As roupas dela nem eram assim tão antiquadas, inclusive achava que ela se vestia bem para uma bruxa de sua idade, mas aquela era a minha melhor (e favorita) forma de atacar alguém: julgar sua estética, já que a minha era tão impecável. E era claro que ela não se daria ao trabalho de se rebaixar elevar ao meu nível, então duvidava que responderia à altura. Andrômeda não costumava responder, mas sim agir, e aquele era o seu maior erro: por mais que ela pudesse atingir-me fisicamente de vez em quando (como no incidente citado por ela mesma, no meu último ano escolar), as minhas palavras eram certeiras, causando mais dano do que aparentava. Não era fácil ser eu, mas devia ser pior ainda se meter no meu caminho. Obrigado pela boa lábia, mamãe.

      ― Te interessa mais do que a minha existência? ― Falei, fazendo referência ao que ela tinha falado sobre provavelmente o motivo que a levara para Hogsmeade, mas eu me encontrava em sua frente de propósito, impedindo o acesso à prateleira de penas. ― Merlim… eu nem consigo imaginar o quanto essas penas te interessam, então. ― Voltei a dar de ombros para a mulher e caminhei um passo para o lado, analisando o produto de interesse dela enquanto me mantinha em seu caminho. Contudo, eu não pretendia ficar por muito tempo. Queria tempo o suficiente apenas para dizer o que tinha acabado de surgir na minha mente: se eu não as falasse logo, minhas boas piadas sumiam com a mesma velocidade que eram produzidas. ― Minha existência te interessa tão pouco que até de volta para Hogwarts você veio comigo. ― Ri em deboche e finalmente saí de sua frente, permitindo que ela pegasse a pena que tanto queria ou o que diabos tinha naquele mostrador, estava prestando um total de 0 atenção nos produtos da loja.

      ― Sabia que eu sempre te imaginei mesmo como diretora da Sonserina? ― Falei por fim, exibindo um sorriso cínico enquanto a mulher se preocupava novamente com as penas. Era claro que sua atenção, contudo, estavam em minhas palavras: eu sabia exatamente quanto elas a incomodavam, caso contrário eu nunca teria passado tanto tempo preso na Sala Precisa. ― Você é brega, abusada e cheia de si, ou seja, tem todas as características relevantes da casa!


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Re: Penas e Escribas

MensagemInglaterra [#185325] por Andrômeda S. Rosenkrantz » 29 Jul 2018, 22:59

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Andrômeda tinha um desafeto geral com muitos lufanos, e isto incluía Addington. Havia conhecido ao longo dos anos grupos de pessoas que eram da casa amarela muito mais suportáveis que o restante daquela ralé que se chamava de grupo. Rosenkrantz havia sido criada em uma família onde a cultura da supremacia bruxa jamais tinha saído de moda, e crescera sabendo exatamente seu lugar, sem sequer mover a cabeça. A vida era confortável e também industriosamente desafiadora em viver com pessoas que não gostavam de seus pensamentos. Não estava ali para lhes trazer a paz, jamais. A mulher jamais lhes impediria de saber seus pensamentos ardilosos e cheios de suposições, deixando-as cair em sua teia e logo as incriminar pelo que faziam. Era ambiciosa demais para pensar em ser só mais uma sonserina, mas também entendia que havia outros que mereciam reconhecimento por seu serviço. Aquele não era o caso do homem mais velho a sua frente. Ela havia escolhido um caminho e o que quer que estivesse a sua frente seria destruído, e isso também implicava em matar se fosse preciso.

Quando o homem abriu algum espaço, Andrômeda aproveitou-se para retornar a sua tarefa deixando que falasse o que desejava. Não se abalou pelos comentários com as vestes, já que as próprias o homem nem sequer conseguiria pagar com o medíocre salário do qual vivia anteriormente. Addington ainda mantinha-se na frente da pena que desejava e a mulher pensou em um momento em transformá-lo no chão para que pudesse pisar e escondê-lo do restante do mundo, mas sabia que isso a tornaria similar a ele. O ex-lufano estava fazendo aquilo com a intenção de irritá-la, e Rosenkrantz havia passado tempo demais com os duendes para saber que o que ele fazia não era nada comparado as piadas daquelas estúpidas criaturas. Ainda mantendo o silêncio o viu dar um passo para o lado e controlou os dedos para não tocar na que realmente desejava para não a tornar uma arma mortal. Agora, capaz de completamente ignorá-lo, Andrômeda pegou o conjunto de penas simples que seriam para os alunos e prepara-las para as aulas. Com os dedos delicados e extremamente elegantes de uma elite bruxa, retirou do local algumas quinze, sem se preocupar com o restante do seu discurso.

- Alguém anda treinando bastante seu ego. Me diga: está funcionando? - Comentou, ainda sem perder a atenção das penas e agora olhando para cima e logo encontrando novas penas especiais para Aritmância: uma matéria que Addington nunca tentaria. Muita inteligência para um corpo só. Esperou sua resposta e logo a informação de que havia conquistado a diretoria viera à tona. De alguma maneira, Andrômeda não estava incomodada com o fato dele ter usado adjetivos tão ralos para verificar os Sonserinos. Provava que mesmo após tantos anos, o jovem ex-lufano e que com certeza era o diretor Lufano havia esquecido o básico da própria casa. Deu alguns passos, seguindo em direção a algumas penas perigosas, que normalmente os alunos não tinham acesso: carregadas de sangue, ou quem sabe de boas maldições, puxou algumas em mãos e logo as colocou em sua cesta. - Creio que seu vocabulário também anda escasso, Addington. Quando foi a última vez que o observou? Seria bom, ainda mais que os jovens de Hogwarts como ambos sabemos devem somente ouvir os melhores dos seus docentes.

Desde que a conversa se iniciara, Andrômeda havia permitido-se não olhar para o homem. Ele não era alguém que ela considerava um líder, gostava de atiçar, brincar, não tinha respeito as regras e muito menos conseguia dominar seu próprio temperamento. Estava fadado a um desastre do qual ela descobriu-se interessada em assistir. A morte lenta e dolorosa da Lufa-Lufa por causa de um homem que reclamava do ego sonserino. - Muito me impressiona que o desenvolvimento mental do seu cérebro pouco se evoluiu ao longo dos anos e ainda assim fostes chamado para cuidar de um grupo que pelo que saiba pode muito bem ser melhor que o diretor. Isso será interessante de ver. - Comentou, olhando para ele enquanto pegava uma pena de sangue e o olhava com leve curiosidade. - A alguém que deve representar um grupo, mais eu o vejo fadado a - Deu uma breve pausa, olhando-o mais uma vez nos olhos, como se estivesse prestes a dar o bote. Andrômeda não se importava com as falas dele antes já que vestimentas não o fariam melhor e muito menos uma influência aos lufanos. Ainda mais os sangue-sujo. Só seria muito agradável os ver destruídos por causa de um ego tão obvio de se auto-atacar - Ao fracasso.

Com o rosto altivo, deixando claro quem era a superior ali independente da idade e muito menos das profissões, continuou - Mas, não deveria se preocupar agora, não é mesmo? Não com essa mancha horrorosa no tecido de suas vestes. Bem ali, esverdeada. - Disse apontando com o nariz. Se ele caisse, mais uma vez Andrômeda teria a chance de colocá-lo em seu lugar. Rasteira como uma cobra.


Com Fredd Addington.
ah, a mancha é falsa - sahaushasuashsauhasuhas
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