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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Zonko’s – Logros e Brincadeira

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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemInglaterra [#154780] por Sarah Scarlett Maison » 13 Jan 2016, 16:47

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    Life is short, so don't be shy
    Tears of joy is all you'll find

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    DESAFIO DO LUFANO

    Existem vários tipos de pessoas, classificadas pelas mais diversas formas e subdivididas em outras muitas categorias. Dentre todas essas pessoas e categorizações, encontra-se Sarah e toda a sua singularidade. Uma menina que nasceu do impossível, ultrapassando as barreiras dos milagres e da ciência. Uma criança que não teve muita fé dos médicos, que deduziram que seus dias na terra seriam poucos e, mesmo assim, seriam árduos.

    Quatorze anos se passaram. John e Paul observavam a garotinha frágil se tornando, aos poucos, uma jovem cheia de vida, cheia de vigor e – talvez a melhor de suas qualidades – com amor em abundância. E naquele dia, a disposição também se apresentava como um ponto forte. Os dois homens da família foram obrigados a acordar cedo para acompanhá-la à Hogsmead. Não. Não bastava somente John, como de costume. Ela queria que ambos participassem desse momento, aproveitava a deixa de que era a hora de unir a família e usava as lembranças de sua mãe para convencê-los. “Tenho certeza de que Kate morreria de amores ao nos ver juntos.”

    - Sarah, acho que a gente poderia parar um pouco para descansar. Já fizemos muitas coisas hoje! Além do mais, não vejo necessidade de comprar tudo de uma vez só – Paul era mais comedido com as palavras que seu primogênito. Sua classe e elegância não abaixavam a guarda um segundo sequer.

    - Não reclame tanto, papai – ela olhou para ele com aquelas orbes arregaladas e as sardinhas expostas à luz – pense nisso como mais um passeio de família. Está sendo tão bom para mim poder dividir tempo com vocês! Cada fim de semana é uma alegria. Ficar presa em Hogwarts é um pouco estressante.

    - Eu pensei que você gostasse de Hogwarts – falou John sem olhar diretamente para ela e com um tom de sarcasmo. Mastigava seu chiclete de bola distraído. – Perdeu o encanto com seus amigos e aquele menino?

    - John! – Ela exclamou novamente arregalando os olhos como se o rapaz tivesse dito uma grande bobagem. Tudo bem, ela estava começando a aceitar a ideia de que estava mesmo sentindo coisas a mais por Lucca, mas não era por isso que todo mundo a sua volta tinha que deixá-la envergonhada por isso. “Vai que ele escuta isso e para de ser meu amigo?” Pensava. Tinha medo de estragar a amizade que tinham.

    - O que foi, peste? – Ele desviou o olhar para ela com um sorriso que misturava triunfo com ciúmes.

    - Não quero que você fale desse jeito. Pai! – Ela olhou para o patriarca na tentativa de obter ajuda.

    - Pare de implicar com Sarah. E agora, precisamos mesmo acelerar, filha. Não temos mais idade para acompanhar toda essa sua energia. Já rodamos mais de dez lojas e até agora eu não entendi tanta bugiganga que você comprou. Ainda mais dentro dessa loja aqui. Você não costumava aprontar. Será que tudo isso tem algum motivo que eu deva me preocupar?

    - Jamais, papai! Eu fico até ofendida com o senhor falando isso. É que meus amigos levam várias coisas legais daqui lá para escola e eu também sou obrigada a confiscar outros – ela deu uma risadinha de quem sabia que fazia mais travessuras como monitora do que deveria. Mas Sarah tinha tão bom coração, que jamais andou fora da linha. – Agora vaaaaamos, cadê a disposição dos amores da minha vida? Precisamos terminar tudo! – Ela saltitava feliz da vida por estar ali e com a corda toda para continuar suas "tarefas".

    × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × ×


Citados: Lucca S. <3 | John e Paul Maison. [NPC]
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Sarah Scarlett Maison
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemInglaterra [#154803] por Paul Foster » 13 Jan 2016, 22:09

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Happy Birthday Foster
Trama de Férias - Post 2

Paul passava lentamente pelas ruas de, era dia de seu aniversário de 12 anos e seus pais estavam longe, mais uma vez. Ele poderia citar pelo menos 6 aniversários em que sua única companhia foi de estranhos em busca de gastar dinheiro no Beco Diagonal ou na pequena cidade, como se aquilo realmente fosse interessante para se fazer numa comemoração, sozinho. Durante sua caminhada o garoto parou de frente para a Zonkos. Era quase noite e a loja estava prestes a fechar. Ele viajou até dois anos antes, em seu aniversário de 10, quando o pai o tirou do Beco Diagonal para largá-lo em Hogsmeade. Um punhado de Salazares para gastar como quisesse.

“- Tome, Paul. Vou saindo mais uma vez, curta o restinho do dia que logo eu voltarei para lhe levar pra casa. - a voz de Anthony era suave e o seu filho apenas deu de ombros antes de entrar na loja de logros e brincadeiras. Os passos da criança eram ainda mais leves do que a voz do pai, que já sumira ali atrás, deixando o filho só. A Zonkos era uma belíssima e atrativa loja para qualquer idade, mas tudo parecia meio anuviado e complexo demais para Paul, que apenas correu pela loja por alguns minutos sem ter noção do que fazia antes de algum vendedor pará-lo e oferecer produtos para que ele se aquietasse. O bom senhor vendeu ao jovem aniversariante diversos artigos de brincadeira antes de oferecer-lhe cinco bombas de bosta por conta da casa apenas por descobrir que o jovem consumidor era aniversariante. Paul ficou bastante contente com o acontecimento e quando saiu da loja, viu sua mãe sorrindo com o excesso de coisas. Lilith ajudou o filho e lhe deu um beijo na testa antes de aparatar para a casa.”

A ideia de entrar na lojinha era nostálgica, mas triste, então o garoto apenas tocou a vitrine com a mão direita, dando um sorriso torto ao ver diante de seus olhos a sua própria pessoa versão mirim ali na loja dois anos antes, e também 3 anos, fazendo todas as vezes quase as mesmas coisas, sempre atendido pelo mesmo homem.

- Por que tão ausentes? Eu só queria ter vocês mais perto...

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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemEscocia [#154814] por Nathaniel Carbeshôn Folwks » 13 Jan 2016, 23:37

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Certa manhã de sábado em meu dês jejum enquanto estava com o clubinho reunido peguei um pedaco de pergaminho para ler que a ruivonha sonsa escrevia "Anne Marie Isabelly Mary Elisabeth Margarida". - Nossa Anne você não poderia ter um nome mais simples? - Perguntei para a garota que me olhou sorindo e fazendo um gesto com as mãos de quem não tinha culpa por ter um nome tão comprido. Catherine Winlet e Paul Foster também sorriram ao lerem o nome comprido que a garota havia escrito no pedaço de pergaminho.- Ela só pode estar treinando ou tentando decorar. - Disse para tentar amenizar um pouco o constrangimento, no entanto a garota ficou tão corda quanto os seus cabelos.

Uma coruja passou planando próximo a minha cabeça, ao afastar a tigela de mingau o pássaro pousou em minha frente. A ave trazia amarrada em suas pernas um pequeno embrulho que deveria ter dado bastante trabalho para carregar, dentro dele havia uma carta e algumas granadas com um pequeno rotulo que pir sorte resolvi ler antes de abrir. " Bomba de Bosta".

    Hey Naty, como vai?
    Aqui estou eu, seu velho, chato e rabugento avô. Espero qur nao tenha se importado, mas visitei e felizmente você não estava comigo para pedir sorvete e tudo o que visse pela frente, consegui até economizar um pouco com meus caprichos e comprar essas belezuras pra você. Estive por Hosgmead e passei na ZONKO'S – LOGROS E BRINCADEIRAS, o lugar parecia mais magico do que nunca e apesar de ficar tentado a te dar mais do que essas bombinhas bestas, sua avó me mataria se descobrisse ao menos uma que eu tenha te enviado. Espero que você faça bom proveito e não deixe sua avó saber que eu comprei elas pra você.

    Ps. Me escreva com o que você usou as bombas, aguardarei ansioso.


Aquele era um dos presentes mais maneiros que meu avô havia me dado, e agora que minha passagen estava livre para os apetrechos de mestre em arrumar confusão, as minhas traquinagens estavam a um passo de melhorarem e em breve eu seria um especialista em trolagens.
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemDinamarca [#155187] por Carl Schleswig » 17 Jan 2016, 15:38

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                O som dos sapatos de couro do pequeno batendo no assoalho poderia ser ouvido de longe. Toc toc toc toc toc... Caminhava pelo segundo andar da casa onde morava de fato nervoso. Chegou enfim à porta do principal escritório da casa. Saberia que o homem que o criara estaria ali dentro, portanto bateu na porta. Ouvindo um breve “Entre”, girou a maçaneta de prata e enfim adentrou ao quarto. – Licença, papai... – Disse baixo, fechando a porta com cuidado. Ele estava sentado sobre uma mesa de aproximadamente dois metros de largura. Papéis eram vistos espalhados pela superfície da madeira, incluindo penas, tinteiros e artigos estranhos os quais não conhecia. O pai terminara de escrever qualquer coisa que seja no pergaminho e virara o rosto para o menino, que logo se sentara na cadeira em sua frente. Os olhos de seu pai eram fuziladores, azuis como os dele, faziam o menino teme-lo mais do que qualquer coisa. Curvou-se para observar melhor o filho, dando-lhe a palavra.

- Então... O senhor suspendeu minha mesada, eu sei que o que eu fiz foi muito errado, mas é que agora eu vou entrar em Hogwarts e... – Então foi interrompido pela voz firme e grossa do pai - Diga logo o que quer, Henrik. Tenho trabalho a fazer. – Carl então engoliu seco, sentindo o braço direito começar a tremer. –Hm...tudo bem. Eu preciso de um pouco de dinheiro, queria ir à Hogsmeade.– Falou logo, sem hesitar. O homem, portanto, virou-se para a escrivaninha e continuou a escrever naquele pergaminho. Sua face não era nada agradável. – Não.– Disse o homem, seco. – Mas pap... – Carl tentou dialogar – Eu já disse que NÃO, Henrik! – Por fim virou-se para ele, batendo na própria mesa. – Ah, que saco! – Carl enfim explodiu, levantando-se da cadeira e batendo-a no chão, a fim de deixa-la alinhada ao móvel. Saiu batendo o pé pelo quarto – Olha a afronta, Henrik! Se continuar assim não vai conseguir mais nada nessa casa! – As última palavras foram ouvidas do lado de fora do cômodo, quando Carl já batera a porta do escritório. Se ele não quisesse lhe dar, roubaria. Não estava nem aí!

[Horas depois...]


Com um saquinho em mãos, caminhou em direção à Zonkos. Mal deu atenção para os artigos nas prateleiras, indo em direção á sessão que lhe desejava. Lá deu de cara logo com as bombas de bosta. “Será ótimo em Hogwarts”– Pensou ainda nervoso por conta do incidente com o pai mais cedo. Tomou três daquelas nas mãos, mal se importando com o cheiro que exalavam. Tomou também um kit de vespas perseguidoras e polvos suga-suga e enfim foi ao caixa. Não se importara com o preço, afinal, conseguira aquele dinheiro de forma, digamos, não muito legal...
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Postado Por: Luca Bandeira Goes.


Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemRussia [#178547] por Uri Yuriev » 12 Ago 2017, 22:24

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I want candy!
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I want candy!
Parte III


- Não vai exatamente atrapalhar em tempo, digo, nós já estamos aqui dentro...- Retruquei ante a decisão de levar apenas um sapo de chocolate, franzindo levemente o cenho. "Se bem que eu deveria dividir com ele..." Refleti, seria o mínimo que poderia fazer com o garoto que estava ali, gastando de seu tempo livre para descanso para me levar até a cidadezinha. Verdade seja dita, eu era um ingrato e deveria mudar isso. Alik estava ali por minha causa e, mesmo com suas atitudes brutas, o mais velho cuidava de mim como nunca fizera antes. Eu devia a ele muita coisa, inclusive a minha mais sincera gratidão.

"Seria bom começar a mostrar isso a ele..." O problema era que eu não sabia como. Por... pior que pareça dizer isso, eu não conhecia o mais velho tão bem quanto um irmão deveria conhecer o outro. Gennadi era difícil, por assim dizer. Reservado até para com aqueles de sua própria família, com todos com exceção de uma parte em especial. "Talvez... se eu escrever para Yeva..." Já que estava com o moreno lá, o mínimo que poderia fazer seria aprender sobre ele, não é mesmo? Talvez... só talvez eu conseguisse oferecer a ele o mesmo carinho que ele tentava me dar.

-Não, acho que não. Já pegamos tudo, não é? - Questionei, muito embora não esperasse uma resposta de fato, tentando me mover com uma maior rapidez, evitando o máximo possível trombar mais ainda nas pessoas que caminhavam no fluxo contrário. -Bem, imagino que até poderíamos vir se os portões estivessem abertos...- Estava pensando em dar uma escapadinha da escola com intuito de comprar doces? Sim, claro. Seria esse meu sonho? - Talvez possamos tentar vir aqui mais tarde da próxima vez...- Imaginava que a loja de doces fosse o primeiro de destino de todos, exatamente pois o plano era comprar o 'açúcar' e ir comer pela cidade.

O ruim é que aquilo acabava com todas as minhas expectativas de explorar a loja a fundo, experimentar doces diferentes e escolher com convicção aquilo que desejava. Verdade seja dita, estava frustrado e isso era transmitido pelo meu franzir de testa e expressão provavelmente emburrada... que se esvaíra prontamente com a voz do outro, fazendo-me suspirar. -Tudo bem, não é culpa sua, brat..- Sussurrei, deixando que a irritação se dissipasse e forçando um sorriso para o russo, erguendo levemente a sobrancelha com o 'toma', segurando o objeto. -Tá... E... Da onde veio isso? - Indaguei, sentindo a textura do doce e o cheiro do mesmo, salivando com a simples expectativa de devorar o agrado.

-É... eu acho que sim... e é pra mim?- Perguntei, ainda levemente desconfiado quanto aquela boa ação. Não que eu duvidasse que ele fosse capaz de fazer aquilo, mas era estranho, não é mesmo? Abri um sorriso de pura gratidão, enfiando um pedaço de algodão doce na boca. -Obrigado, Alik. - Agradeci, com um ar de felicidade quase instantâneo. Fazer o que se doces me faziam feliz? Aliás, faziam quase qualquer pessoa feliz... menos aquele que me acompanhava, o que me fez rir brevemente com o pensamento antes de suspirar.

-Bombas de bosta... Eu não sei, mas alguma coisa que seja divertido.- E por divertido eu obviamente queria dizer algo que possivelmente nos levaria a uma detenção, ou a pelo menos ouvir um bom esporro, mas fazer o que? Éramos garotos! Isso se o 'chatinho' do meu lado concordasse, é claro. - Mas sei lá, acho que nós deveríamos comprar uma coisa bem estranha, a mais estranha que caiba no nosso bolso. - Apontei, com ar levemente divertido, com um brilho no olhar assim que o sino da porta fora tocado, afirmando nossa entrada na loja.


O que o garoto 'vê',, -O que o garoto ouve-, -O que o garoto diz- e o que o garoto "pensa" .
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemGrecia [#178707] por Athena Hatzimichalis » 18 Ago 2017, 21:56

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- Mas... - Começou uma repreensão, sem saber de antemão se os irmãos a entenderiam. Era uma tarefa difícil ser uma adulta, quando gostaria mesmo era de se enfiar dentro da loja de poções e conseguir ingredientes. Poseidon havia decidido visita-los durante o fim das férias letivas, carregando Dionísio, Hefesto, Nyx e Athena para as lojas em Hogsmeade. Ali seria o vilarejo que os alunos iriam poder visitar a partir do 3º ano, e, por este motivo, o irmão mais velho havia decidido carregar os mais novos que não teriam a chance de conhecer por longo tempo - Mas... - Tentou, mais uma vez dizer alguma coisa, sem saber exatamente se não gostaria de entrar naquela loja colorida, de estranhos e confusos objetos. Os irmãos pareciam desesperados por conhecerem e terem a chance de aprender mais sobre a maravilhosa loja Zonko’s, enquanto ela pensava que isso seria um desperdício. Talvez fosse, mas não queria deixar os irmãos incomodados mais uma vez por suas preocupações e medos.

Athena sentia o coração bater dolorido, forte, medroso, quem sabe ansioso. Bufou, tentando encontrar uma alternativa plausível para não ceder aquelas coisas dos infiéis, tentando deturpar a verdade. Era uma questão difícil de decidir e parecia que seu irmão, o mais velho dos que estavam ali, sabia que a pequena filha da Deusa da Sabedoria lutava. Sua maior fraqueza era a sua capacidade de raciocínio e pensar antes de agir, tornando-a objetiva e extremamente fria quando queria. Poseidon, como o deus dos mares, entendia melhor do que ninguém como era navegar por meio de mares desconhecidos, tendo somente o divino para lhe proteger. Ele abriu a porta do estabelecimento, reparando que a irmã estava ainda parada ali, encarando os outros se divertirem – Sabe, a loja não vai sair dali e entrar nela não vai te deixar menos problemas, não é? – Seu sorriso, como as brumas do oceano, eram um convite para pequenina sorrir, mesmo diante do dilema.

Quando viu Poseidon abaixar em seu nível, encarou outras pessoas, ainda mantendo seu silêncio – Athena. Os deuses não punem seus filhos de serem felizes. Imagino que sua deusa-mãe esteja extremamente orgulhosa de que você esteja tentando manter as tradições – Sentiu o irmão tocar a sua mão no ombro da mais nova, chamando sua atenção – Eles precisam de você. Pense como se aquela loja fosse o sol. – Franziu a testa, achando que isso fosse uma burrice. Quem em sã consciência consideraria um local que vende coisas como essas (nem ela sabe exatamente o que existe ali, infelizmente), poderiam ser como o sol? Prevendo as milhões de questionamentos e problemas, Poseidon riu – A resposta, minha pequena, é a chance de ver em um sorriso os deuses. Quando consigo sorrir, eu sei que meu deus está comigo. – Com as mãos calejadas do mar, bateu em seu peito, levantando o estranho cheiro do mar, com o qual estava acostumada.

Suspirou, pensando o quanto isso era doloroso para ela. Porém, ele estava certo: um sorriso valeria a pena. Encarou Poseidon, e deu um sorriso – Se for para te ver sorrir de novo, eu vou. Faz tempo que não te vejo sorrindo – E adentraram.
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemFranca [#191613] por Matthieu R. Guittard » 24 Mai 2019, 16:39

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Assim que ficou sabendo da existência de uma loja exclusiva para logros e brincadeiras, é claro que ficou enchendo o saco de Théo até conseguir convencer o mais velho a leva-lo lá. Cientes de que o primogênito era um rapaz responsável, Lucie e René não se importaram muito com a pequena viagem dos filhos, apenas deram uma série de recomendações e estipularam um horário para o retorno de ambos, caso contrário, iriam atrás e já apareceriam em Hogsmeade fazendo todo um escândalo, o que parecia ser bastante justo. Concordando, Matthieu logo começou a se preparar para o passeio, pegando sua mochila, as economias que tinha juntado especialmente para momento como aqueles e uma boa dose de pó de flu, o suficiente para conseguir retornar para casa, mesmo que as coisas dessem errado.

– Uau! – chegando à Zonko’s, aquela foi a única coisa que conseguiu dizer. Aquela era quase a versão de paraíso que tinha construído em sua cabeça. Tinha tudo quanto era tipo de coisa, jogos, artigos para pregar peças (o que mais interessava o garoto, obviamente), coisas divertidas e assim por diante. As prateleiras estavam recheadas de opções, tantas que até deixaram o jovem confuso por alguns instantes. – Acho que hoje eu vou à falência. – comentou para o mais velho, ainda com os olhos brilhando por tudo o que existia ao seu redor. Prevendo de que pegaria mais coisas do que conseguira carregar, decidiu pegar logo uma cestinha, e com essa em mãos, seguiu para o setor de bombas, como não poderia deixar de ser. Algumas de bosta, outras de fumaça, mais umas que só faziam um estrondo.... Acreditava ter pego o suficiente pelo menos para o começo do ano letivo, porque é claro que estava se preparando justamente para a sua estadia em Beauxbatons, afinal, não podia chegar lá despreparado.

– O que acha desses caixões? Parecem bem irados, não? – perguntou para Théo, que demonstrava cada vez mais o quanto era diferente de Matthieu. Enquanto o mais novo estava quase correndo de um lado para o outro, jogando uma série de coisas na sua cestinha, se divertindo com absolutamente tudo, o sextanista apenas observava, mantendo as mãos nos bolsos da calça e com uma expressão de tédio sem igual no rosto. Nessas condições, não foi bem uma surpresa quando o mais velho apenas soltou um “aham”, quase que sem passar nenhuma emoção no tom de voz. – Até já consigo imaginar a reação da Rox se eu colocar isso nela. Vai ser genial! – comentou, com um sorriso travesso no rosto. – Dá até pra fazer um combo. Uso a lula, ou polvo, não sei, que faz dormir e pronto, coloco o caixão quando ela estiver acordando, aí a surpresa vai ser melhor ainda. – afirmou, se vangloriando mentalmente por aquele plano que parecia ser imbatível.

– Errr... se por acaso eu precisar de mais dinheiro, você pode me fazer um empréstimo? – questionou, abrindo um sorriso cara de pau para Théo. Agora que tinha reparado nos soluços doces, não podia sair dali sem comprar um monte daqueles, mas considerando que já estava meio que passando da conta, seria necessária a boa vontade de seu irmão ali. A resposta foi bem a cara do sextanista, poderiam fazer um acordo, desde que ele não fosse alvo de nenhuma das brincadeiras de Matthieu, ele poderia pegar o que quisesse. E acho que nem é preciso dizer que depois disso o menino fez uma verdadeira festa, não é?


Off: aquele post bosta pra liberar a loja .fofo
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemCoreia do Sul [#195206] por Han Jung Hatori » 25 Nov 2019, 22:06

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Então agora ele era conselheiro de zooherbologia na confederação internacional dos bruxos, certo? Isso significava muita coisa, mas para ele também não significava absolutamente nada. Ele queria continuar seu jogo pausado no PS4, mas tinha de assinar documentos e ajeitar papeladas. Muitas papeladas. Muitas papeladas mesmo. Sua vista já estava começando a doer. Afastou a cadeira e jogou a cabeça para trás pressionando as têmporas com a ponta dos dedos. Se continuasse daquele jeito talvez tivesse um aneurisma. Precisava sair para distrair a mente. E precisava conhecer melhor a mulher que dividia o cargo com ele, certo? Esticou a destra e puxou a pasta que havia recebido com as fichas de todos os funcionários, inclusive a própria.

Analisou a foto com um sorriso grande nos lábios. Estaria balançando as pernas de um lado para o outro como uma criança ansiosa caso não fosse tão absurdamente alto. Tori odiava ter crescido tanto, mas pelo menos aquilo lhe dava a altura necessária para pegar o pote de chocolates em cima do armário então no fim era uma coisa boa, certo? Por falar nisso, ele estava com fome. Se ergueu e caminhou até a geladeira, pegando uma garrafa de chocolate geladinha. Abriu a tampa com os dentes e caminhou pela casa, dando goles eventuais em sua garrafinha. Lia novamente as informações sobre Natasha com cuidado. Seria legal chamar ela para sair. Seria o que ele iria fazer. A decisão foi tomada assim que chegou até a última linha da ficha da mais velha.

A Zonkos parecia um lugar legal e ele ainda não havia conhecido. Estavam na Grã Bretanha e aquilo era uma boa oportunidade. Pegou uma camiseta para vestir em seu tronco desnudo e catou uma caneta em cima da mesa. Um pergaminho em branco. Logo não estava mais em branco. Hatori esticou a destra e assobiou. A coruja veio voando e pousou com carinho no braço esticado. — Leve essa cartinha para a Sra Novoselova, ta? Quando você voltar terá mais comida do que conseguirá comer. — Não era como se a ave fosse entendê-lo, mas Tori gostava de conversar com ela. Gostava de conversar com todos os bichos, mesmo que não possuísse nenhuma glossia. Acariciou as penas da cabeça do animal e caminhou com ele até a janela para que pudesse alçar vôo. O pergaminho atado em sua perninha.

Ok. Tinha pedido para que ela se encontrasse com ele lá às 15h. Eram 10h e ele tinha tempo para se arrumar e foi o que fez naquele instante. Estava ansioso. Parecia ligado no 220w. Tomou um banho, penteou o cabelo e colocou um perfume caro que uma amiga da faculdade havia lhe dado. Não era como se fosse um encontro, mas ele quase nunca saía de casa então qualquer oportunidade de sair era uma ocasião. Principalmente quando ia conhecer uma loja que parecia tão legal quanto a Zonkos lhe parecia. Ele estava se arrumando para conhecer a loja de sua vida! E, é claro, sua colega de trabalho. Ele chegou absurdamente cedo no ponto de encontro. Faltava meia hora para o horário combinado. Mas ele só entraria na loja quando sua convidada chegasse. Iria dividir com ela aquela sensação. Aquela descoberta.


Interação para: Nathasha Novoselova
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemJapao [#195558] por Yamato Kurosaki » 29 Dez 2019, 22:28

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Etto...


Ele havia se soltado de Nagato e Mitsuki com a desculpa de procuraria um banheiro, mas o que ele queria mesmo era ir visitar a Zonko’s. Não era a pessoa mais habilidosa do mundo nas confecções de suas próprias travessuras, embora estivesse se dando muito bem na fabricação de bombas de bosta. Mas ele não queria só “se dar bem”. Ele queria cometer os crimes perfeitos e só conseguiria o fazer se tivesse os materiais corretos. Mas tinha medo. Medo e receio. Medo que seu onii-chan brigasse com ele por estar querendo investir em travessuras e receio que Mikki se decepcionasse com o irmão mais velho que tinha.

Deu um perdido neles e procurou a loja pelo local. Não era difícil encontrá-la para falar a verdade. Ele não estava procurando uma loja de artigos das trevas, ora bolas! Ele queria só encontrar uma loja de brincadeiras e travessuras. Não era nenhum crime, era? Adentrou a loja após deixar os irmãos no Três Vassouras. Será que encontraria algum de seus amigos na loja? Dificilmente. Quem era o louco que ia pra perto da escola nas férias? Hogsmead era legal, mas pessoas em seu juízo perfeito costumavam a correr de coisas que lembrassem a escola e, bem... Ele estava pertinho, pertinho...

Chegou em um dos corredores e se pôs a admirar as bombas de bosta industrializadas que ele tanto sonhava em comprar. Tinha de... Infeeeeeeeeeeeeerno! Ele havia esquecido a desgraça da mochila no Três Vassouras e não tinha onde carregar suas compras! Que droga! Burro! Burro! Burro! Ele faltou pouco bater com a cabeça na parede de tanta raiva que sentia de si mesmo. E o pior é que o dinheiro estava em seu bolso. Ele tinha a quantidade exata que precisava para comprar e... Como cargas d’água ele iria transportar a bomba de bosta sem Yamato e Mitsuki virem? Guardaria embaixo da camisa?

Enquanto ainda estava lá, reclamando da própria vida avistou uma silhueta conhecida e uma ideia meio desesperada se formou na sua cabecinha que para traquinagens funcionava muito bem. — Hei, Himi-chan! O que está fazendo aqui nas férias? — Se aproximou com um sorriso largo e cheio de dentes. — Ano... Eu tô precisando de um favor...


Interação com: Nagato Kurosaki, Mitsuki Kurosaki (Meu NPC) e Himitsu Miyamoto.

Post HORRÍVEL só pra liberar a loja, mas acredito que quando ele estiver interagindo de verdade com o Himi isso melhore...
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Yamato Kurosaki
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O que que eu tô fazendo aqui?
 
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Re: Zonko’s – Logros e Brincadeira

MensagemFranca [#196841] por Nicolas Rimbaud » 13 Fev 2020, 16:19

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Ele não sabia se era o melhor lugar do mundo para se estar naquele momento. O que diabos alguém como ele estava fazendo em uma loja com aquela temática? Ele não era do tipo que se envolvia em confusão. Nunca havia sido. O que o fazia pensar que seria diferente agora? Ele tinha alguns trocados no bolso. Troco dos livros e do caldeirão que comprara para seu segundo ano letivo em Beauxbatons. Muitas coisas haviam acontecido com ele nesse meio tempo. Colocara fogo no próprio quarto e aquilo quase custara a sua vida. Mas não era proposital. Ele não queria morrer. Só estava sonhando com alguma coisa. Alguma coisa realmente assustadora. E então... Aconteceu.

Ele queria que sua mãe estivesse com ele naquele momento, como estivera no ano passado. Mas ela não estava. Ele estava sozinho e pelo que percebia estaria sozinho por muito muito tempo. Seus pais não se entendiam e, por mais que tentassem disfarçar na frente dos filhos, era óbvio que estavam perto de se divorciarem. E Nicolas suspeitava saber a causa. Qual mais seria? Era claro que o problema era ele e sempre seria somente ele. Ele que trouxera a discórdia para a família por ser uma aberração. Jean não deixava que ele esquecesse disso um dia que fosse e seus pais nunca foram muito favoráveis àquela condição. Só que agora não se importavam mais em esconder.

O único que realmente não se importava se ele era um bruxo ou não era Arthur. Seu irmão mais novo que não tinha idade para entender de verdade tudo o que estava acontecendo a sua volta. Nicolas não via a hora de voltar para a escola. Esse ano seria diferente. Tinha de ser diferente. Ele tinha de tomar as rédeas da situação e fazer a sua vida dar uma guinada de forma positiva. Não aguentava mais os problemas que via em casa. Não queria ter novos problemas na escola. Iria rever os amigos. Iria estudar o que gostava. E, iria ser alguém mais ativo. Entrou na loja com aquele pensamento. Sua intuição o mandava gastar seus trocados.


Apenas liberando a loja~
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Nicolas Rimbaud
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