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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Casa dos Gritos

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Re: Casa dos Gritos

MensagemCoreia do Norte [#98070] por Kogyto Nojaro » 29 Mar 2012, 00:23

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OBBBAAA, O NARRADOR CONVIDADO DE HOJE É MARCOS REY, TAMBÉM CONHECIDO COMO EDMUNDO DONATO. E apesar de vocês não se lembrarem dele, alguns dos romances desse cara fizeram parte da nossa infancia, boa om divertimento.

-Luiz Alexandre. o/


MERGULHO AO INTERIOR DA CASA DOS GRITOS.

- Edmundo Donato.


Kogy disparou pelas ruas molhadas de Hogsmeat, esperou e apanhou uma bicicleta e passou pela placa que indicava o caminho de Hogwarts. Apesar de ser um bruxo era ainda um completo estranho naquele ponto da Europa, mas já mostrava todo o interesse no lugar, a julgar pela velocidade das pernas. Tudo era interessante! Mas só havia um local que ele queria ver.

A casa dos gritos.

Ao ouvir falar pela primeira vez da casa dos gritos com Constantine, Walker e Silvester, Kogy ficou desnumbrado. Na sua escola, na Franca, não haviam fantasmas ou coisas do tipo. Jamais pisara em um ambiente dito mal assombrado e a casa dos gritos lhe fascinava desde sempre. Mas o que era um edificio mal assombrado? Kogy não imaginava, não tinha medo daquele tipo de coisa porque vivia desde sempre em uma casa espirita.

Era sexta feira; na segunda, já despido da farda de Beauxbatons, Kogy comecava a explorar as ruas da capital Londrina como mochileiro, geralmente das 8 as 17 quando voltava correndo pro hotel onde a familia estava, jantava e ia fazia aulas particulas das escolas trouxas, onde cursava a 7ª série estando um ano atrasado em relação aos colegas. O ritmo de Kogy era sempre puxado, tanto que apesar de corpo não aparentar muito mais que 11 anos, ninguem que convivia com o garoto podia dizer que ele era crianca ou infantil. E apesar da rotina de cansar de qualquer outro bruxo o garoto continuava sempre sem nunca reclamar, afinal as as gratificações compensavam.

Não era porém na escola que o rapaz estava mais interessado naquela semana em que haviam passado na cidade. A distracao de Kogy nas aulas de aritmetica e lingua inglesa eram tantas que certo dia o professor o dispensou dizendo que pensava que os Koreanos eram espertos, o que rendeu ao homem um sermao de 2 duas horas sobre como tratar os filhos dos outros e ao Kogy uma semana de folga onde poderia fazer absolutamente tudo que queria, longe da vigilancia constante dos adultos.
E assim chegou o rapaz em frente a casa dos gritos.



"NÃO ENTRE SEU IMBECIL!"

Kogyto arregalou os olhos. E com o efeito, lá ao longe, bem em frente ao portão pode ver uma figura pequena, vaga mancha de espinhas, pouco maior que o proprio Kogy ou talvez do mesmo tamanho, correndo em disparada pra dentro da casa. Com um alento de esperanca estugou o passo. Momentos depois toda a duvida sessara maleficamente. Era Luz - uma desmaiada mancha de luz! Kogy tropessou nas escadarias devido a ansiedade. Mais viva, cada vez mais viva a luz! E de repente secou.
Um ar fresco vindo do segundo andar socou-lhe a cara enquanto os olhos se acostumavam com a claridade e a proxima cena que viu congelou de vez o coração do menino. Era tão grande quanto um colosso e tão mal encarado quanto.

Como uma boneca de cera, as pernas dobradas e o corpu nu sobre a poltrona, Kogy viu um cadaver. Devido ao seu pequeno porte cabia perfeitamente no assento. Alguns cobertores de tecidos azulados estavam manchados de sangue. A boca meio aberta indicava que a morte a havia surpreendido no meio de um grito. O comodo não fedia e os olhos abertos indicavam a direção da ultima cena que vira na vida, além do assassino.


"Eu só me fodo!"

Por mais que tentasse se afastar a imagem que acabara de ver parecia ter travado as pernas de Kogy. A todo instante fechava os olhos como se assim fosse possivel tira-la de sua mente. Mas a palpebras freneticas não tinham esse dom e a unica alternativa que parecia restar ao garoto era defender-se. Antes que fizesse qualquer movimento a mais sentiu nas pernas o calido enlace da urina, corroendo a camada mais superficial de pele, onde mais tarde, sentiria bastante frio e uma grande coceira. Mas o assassino já não estava mais ali. No lugar dele, em cima do corpo, havia apenas uma carta, redigida a maquina, em tinta vermelha, toda em letras maiusculas:

"BASTA UM GRITO E SERÁ BEIJADA POR UM DEMENTADOR."

...

A tensão de alguns minutos quase que completamente cego já havia passado e com o coração agora mais compassado, Kogy podia finalmente observar o comodo em que se encontrava.

Um quarto parcimoniosamente iluminado, apenas por algumas frestas de luz que insistiam em transpassar as madeiras nas janelas, na parede vários rastros de humidade e o chão por fim, era quase impossivel de descrecer.

Ali poderia ser encontrado quase tudo, desde restos de comida a animais mortos. No canto do quarto havia um balde que devia ter sido usado como deposito, inclusive de restos humanos porque exalava um cheiro intoxicante de banheiro publico. Quase grudado com ele a poltrona onde estava o corpo e ali do lado o que devia ter sido a ultima refeicao da vitma. No resto do comodo não haviam mais moveis. Apenas dois garotos, tão ou mais novos que o proprio Kogy, que olhavam atemorizados pra um ponto fixo onde um homem havia acabado de desaparatar.




Spoiler: Mostrar
Foi mal Carlos, mas soltar um assassino estuprador de mulheres e sequestrador de criancinhas é sempre mais massa do que enfrenta-lo. Mas agora o Kogy ta paralizado de medo, venha me tirar daqui... E traga uma calca, eu to molhado e ta frio lá fora... BOM GALERA, OBRIGADO PELA ATENÇÃO E UMA SALVA DE PALMAS PRO SENHOR MARCOS REY QUE NARROU TODA A ESTORIA HOJE, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP!!! \o/
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Re: Casa dos Gritos

MensagemInglaterra [#106223] por Jason Tiago Hanks » 25 Jul 2012, 01:08

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Enfrentando o Passado

-Post 4-


Seus olhos brilharam de emoção enquanto seus passos faziam-no se aproximar da pessoa com quem passara grande parte da infância. Daniel virou-se ao perceber a chegada do primo mais novo e permitiu que um largo e belo sorriso fosse formado em seu rosto branco. "Que saudades !" exclamou Jason enquanto corria de braços abertos em direção ao obliviador. Como era aconchegante manter-se preso ao corpo de uma pessoa tão amada. A ausência de qualquer pessoa que pudesse fazer comentários desagradáveis quanto a duas pessoas do mesmo sexo se abraçarem, tornava aquele reencontro entre primos ainda mais fascinante. O jovem loiro questionou se sua autorização havia sido aceita pela escola de magia e o menino de olhos verdes teve que mentir dizendo que sim; seria uma decepção pra Daniel saber que seu pequeno primo havia fugido e quebrado regras parar ir a Hogsmeade.

Sentaram-se no solo a frente da famosa casa dos gritos e ansioso pelas novidades, o pequeno corvino não demorou em perguntar sobre o trabalho de seu parente no ministério. Obteve uma resposta meio desconcertada e não pôde evitar verbalizar algo que notou no tom como seu primo falava. "Você está gripado ? É que sua voz está diferente." Daniel desconversou perguntando como estavam indo os estudos enquanto olhava em volta checando alguma coisa. Passaram cerca de dez minutos conversando sobre coisas sem muita importância e foi quando algumas gotas de suor começaram a percorrer a face do obliviador. Jason alertou seu primo de que ele poderia estar com gripe trouxa e o mesmo pareceu irritado. "Não estou doente, já falei. Agora pare de me aborrecer com perguntas tolas e me diga uma coisa. Você contou a alguém que viria aqui ?" O menino agora deveras envergonhado negou timidamente com a cabeça. Por que estava sendo tratado assim ?

Seu primo sempre fora extremamente agradável com ele. Como dito anteriormente, os dois se amavam como irmãos. Algo estava errado, mas o que ? Pensou um pouco obtendo uma resposta minimamente decente: as coisas no ministério não deviam estar tão normais quanto Daniel havia falado. Essa era a única explicação cabível para aquele tom desdenhoso que o obliviador usava ao falar. Jason olhou diretamente nos olhos do primo e seu coração disparou de imediato; os olhos do loiro que sempre foram extremamente azuis estavam agora num forte tom castanho escuro.

O mistério havia sido desvendado. A voz, os olhos e principalmente o modo de agir, denunciaram ao menino que aquela pessoa não era seu primo. "Não pode ser você." Repetia a todo o momento confirmando depois em questões de segundos o que já havia descoberto. Os cabelos do suposto primo começaram a mudar de cor e sua face a se deformar; aos poucos o obliviador se transformava no bruxo que conseguira escapar após o ataque a casa dos Hanks. Instintivamente o menino pôs-se de pé com o corpo tremendo descontrolavelmente. "O que você quer ?" questionou gaguejando enquanto se afastava passo após passo. O homem levantou rapidamente vendo que seu plano -ainda desconhecido- fora por água abaixo. O corvino sacou sua varinha mais rápido do que percebeu, apontou para as pernas do homem e mentalmente pronunciou "Locomotor Mortis!" As pernas do mesmo se fixaram, mas um segundo depois o efeito do feitiço foi cancelado pela execução de um outro encantamento produzido pelo bruxo.
Feitiço: Locomotor Mortis[dificuldade: 2]; [contra-ataque: +4];
Descrição: Azaração das pernas presas. Prende o meio locomotor do alvo, impedindo-a de mover-se nos instantes seguintes.
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Jason Tiago Hanks
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Postado Por: Jeferson Diniz Ramos.


Re: Casa dos Gritos

MensagemInglaterra [#107376] por Aaron Denvers » 07 Ago 2012, 15:03

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Sentado em uma rocha de frente para a Casa dos Gritos, Aaron Denvers observava uma foto com uma expressão triste, na foto, Jennifer Bouvier sorria abraçada com um Aaron mais novo e muito mais alegre. O loiro relembrava dos bons momentos que passou junto com a falecida namorada, de como ela o fez feliz até mesmo pouco antes de morrer, das aventuras que passaram juntos em Hogwarts durante os anos. – Eu fui muito idiota em pensar que ela poderia tomar o seu lugar... Só você me entendia, Jenny... – Era uma tarde quente de Sábado, os alunos de Hogwarts aproveitavam para visitar o vilarejo Bruxo de Hogsmead, Aaron só decidiu vir porque não queria encontrar com Cassie e a garota provavelmente iria atrás dele no Dormitório. Alguns alunos mais novos estavam saindo da casa dos Gritos, pareciam assustados, os três garotos corriam na direção dele, gritando desesperadamente. – Ei vocês três, é vocês mesmo, o que estavam fazendo lá dentro? – Perguntou sem se mover, lançando um olhar curioso na direção dos meninos, um deles foi quem respondeu dizendo que estavam pagando um tipo de aposta.

Vocês são loucos? A Casa dos Gritos não é um parque de diversão, caso não saibam é a casa mais mal assombrada de toda Grã-Bretanha, dizem que quem entra lá, nunca mais tem uma boa noite de sono, ou seja, vocês estão ferrados. – Manteve a expressão séria, mas no fundo a brincadeira o estava divertindo, os três meninos olharam entre si e começaram uma discussão sobre o que tinham feito, contudo, Aaron avistou ao longe, uma garota de cabelos loiros e corpo escultural, caminhando na direção do mesmo. O loiro retirou uma pequena garrafa do bolso, voltando sua atenção para a construção antiga e mal assombrada a sua frente, sorveu um gole da bebida apreciando o gosto do Hidromel em sua boca. Aaron não queria beber nada alcoólico naquele dia, não seria uma boa idéia e como fazia tempo que ele não tomava um bom Hidromel envelhecido em barril, optou por trocar o álcool pelo mel, por assim dizer.

Como era de se esperar, Cassie inventou alguma coisa para fazer com que os pivetes fossem embora, deixando os dois sozinhos em um silencio mortal. Ela o fitava com as mãos no quadril, provavelmente querendo alguma explicação, ele por sua vez permanecia sentado na rocha com o olhar perdido em algum ponto fixo da casa dos gritos tentando evitar a presença da garota, pois estava irritado com algo que a mesma teria feito recentemente. –
Não quis ir, tava afim de ficar sozinho. – Respondeu a pergunta da garota sobre ele ter furado com ela. Bebeu mais um gole do liquido tentando controlar a chama de raiva e ciúmes que teimava em crescer e tomar conta dele. Novamente mais silencio entre os dois, Cassie provavelmente lutava mentalmente para tentar entender o que se passava, até olhar para a foto de Jenny na mão dele. A Lufana aproximou-se mais um pouco fazendo uma nova pergunta, mas dessa vez, envolvendo Jennifer. –

Sim eu a amava muito, de uma forma como nunca mais vou amar alguém e a coisa que a tirou de mim vai pagar com a própria vida. – Sentiu um pequeno formigamento no peito esquerdo, uma sombra percorreu a face jovial do Lufano, a raiva lutava dentro dele, agora mais do que nunca, parecia que tinha ganhado força e teimava em sair. Cassie parecia surpresa e talvez um pouco assustada com a declaração de Aaron, a Monitora fez uma nova tentativa de iniciar uma conversa amigável, o que estava tirando a paciência dele. – Cassie me fez um favor? Me deixa sozinho. – Olhou para ela pela primeira vez desde que ela chegou ao local, estava linda como sempre, mas com uma expressão de incredulidade e preocupação. Aaron desviou o olhar novamente, voltando sua atenção para a casa dos gritos como tinha feito anteriormente, contudo, Cassie não desistiu, ela ficou de frente para ele o desafiando e ao mesmo tempo querendo reconfortá-lo.

Aaron por sua vez sentiu o ciúmes e raiva tomar conta de si, já não conseguia mais lutar contra aquele sentimento ruim e o formigamento no peito de alguma forma o estava incomodando e deixando ainda mais impaciente. –
Eu não quero sua ajuda, você não percebeu isso? Só quero ficar sozinho, vá atrás do seu amigo Sonserino e vão se trancar em algum lugar e me deixe em paz. – As palavras escapavam de sua boca sem que ele as controlasse, era como se não tivesse controle absoluto de suas ações. Cassie perguntou como ele ficou sabendo disso e o que ele tinha a ver com aquela historia. – Hogwarts é um antro de fofoqueiros, e eu não tenho nada a ver com isso, você pode dar pra quem quiser, eu não estou nem ai. – Ficou de pé e começou a caminhar em direção a casa dos gritos, mas Cassie ainda não tinha acabado, ela ficou novamente na frente dele, encarando-o nos olhos, sua expressão era de raiva e tristeza. Aaron sentiu a bofetada o atingir no lado direito do rosto enquanto ouvia as duras palavras da garota negando que tenha transado com o Sonserino e que cansada de esperar por ele que por sua vez, forçou uma risada debochada antes de falar. - Não minta para mim Cassie, e como eu falei, não me importo, pode transar com quem quiser, agora tente entender uma coisa, eu não gosto de você, o meu amor morreu com a Jenny e ninguém pode tomar o lugar dela, você me entendeu ou quer que eu desenhe? Me esquece. – Girou nos calcanhares dando as costas para a garota, caminhando em direção a estrada que levava para os portões de Hogwarts, o formigamento no peito ainda o incomodava, mas o que o deixava com raiva, era o fato de Cassie ter transado com outro, mesmo ela negando o ato, Aaron não conseguia acreditar e só em pensar no que tinha acontecido fazia com que a raiva crescesse ainda mais.
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Aaron Denvers
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Re: Casa dos Gritos

MensagemLiechtenstein [#107518] por Cassie Sauthier Zech » 10 Ago 2012, 06:05

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N O, Y O U G I R L S N E V E R K N O W H O W M A K E A B O Y F E E L
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N O, Y O U B O Y S N E V E R C A R E H O W T H E G I R L S F E E L S?


                – Onde você quer passar primeiro? – Perguntou para Derek, enquanto caminhavam em uma rua de Hogsmeade. O plano original de Cassie era fazer alguma coisa com Denvers, mas como não encontrou o monitor chefe em nenhum lugar do castelo, decidiu chamar Holstein para visitarem o vilarejo próximo à escola. – Dedosdemel é um ótimo começo. – Abriu-lhe um sorriso e tornou a entrelaçar seu braço no do dinamarquês, seguindo com este para a rua principal. Ao longe, sentado próximo à casa dos gritos, conseguiu avistar um loiro extremamente familiar. – Por acaso aquele não é o Aaron? – Apontou para o rapaz, que agora falava com três meninos mais novos, e como era de se esperar, a resposta do outro foi afirmativa. – Se importa se eu chamar ele pra se juntar a nós? – No final das contas foi uma boa coincidência terem encontrado o capitão ali, assim ele poderia aproveitar aquela tarde com Sauthier, assim como haviam combinado antes. – Vou chamá-lo então. Pode ir entrando na Dedosdemel, daqui a pouco te encontro lá. – Deu um beijo na bochecha de Derek antes de se afastar deste, andando na direção da casa dos gritos.

                Ao se aproximar do grupo, pôde perceber que dois dos mais novos brigavam com o terceiro por este ter aceitado alguma aposta, enquanto Aaron estava mais concentrando bebendo e encarando a casa para reparar na garota.
– Por acaso vocês entraram ali? – Perguntou para os três, se referindo a casa dos gritos. – Então o que ainda estão fazendo aqui? Não sabem que os espíritos ainda podem alcançar vocês aqui? Corram para bem longe e salvem suas vidas. – Fez uma voz assustadora enquanto falava, se divertindo com o desespero dos meninos, que literalmente começaram a correr pela rua principal. Agora que os mais novos tinham ido embora, esperava que Denvers voltasse sua atenção para ela, mas o garoto apenas continuou estático, encarando o “nada”. Com as mãos na cintura, se posicionou ao lado do loiro, aguardando um pedido de desculpas desse por ter sumido mais cedo ou pelo menos um cumprimento, entretanto, o monitor chefe apenas ignorou sua presença, deixando a lufana um pouco irritada.

                
– Achei que hoje iríamos nos encontrar pra treinar. O que aconteceu? – Perguntou cruzando os braços. Em resposta, Aaron apenas disse que preferiu ficar sozinho. O mau humor do rapaz fez com que a irritação de Cassie aumentasse um pouco mais, afinal, aquela não era a primeira vez que ele estava tratando ela daquele jeito, assim como não era a primeira vez que decidiu não comparecer a um encontro com a menina. Sem saber o que dizer, a lufana resolveu continuar calada, esperando que Denvers dissesse algo, seja sobre o motivo de querer ficar sozinho, ou sobre o que tinha acontecido para estar sendo áspero com ela, já que Sauthier não conseguia pensar em nada que tinha feito para deixar o capitão daquela forma. Vendo que o silêncio prevaleceria por um bom tempo, decidiu que iria ser direta e perguntaria o que incomodava o mais velho, mas antes que se manifestasse, reparou que ele segurava uma foto, dele mesmo com uma garota loira, que reconheceu ser a ex-namorada dele. Logo quando conheceu Aaron, no expresso de Hogwarts no ano anterior, ele estava chorando pela morte da garota da foto e mesmo que mais de um ano já tivesse se passado, parecia que ele ainda não tinha superado aquilo. – Você realmente gostava dela, não é? – Se antes já sentia ciúmes da loira, após escutar a resposta do lufano passou a invejar ainda mais a menina, afinal, mesmo estando morta, ainda era amada por ele, segundo o próprio, de uma maneira como não amaria mais ninguém.

                Um frio ainda percorria sua barriga, desapontada com o comentário inesperado do rapaz, afinal, agora tinha certeza que gostava dele e ele praticamente tinha acabado de te dizer que aquilo não era correspondido. Engolindo em seco, até pensou em sair dali, mas sua vontade de ficar perto do loiro era maior, então respirou fundo, antes de tentar falar algo que pudesse reconfortá-lo.
– Sinto muito pela... – Sequer conseguiu terminar a frase, porque Denvers a interrompeu, pedindo para ficar sozinho. Estava um pouco chocada com sua atitude, mas conseguiu ver no olhar do garoto que algo realmente o incomodava, o que fez com que não desistisse. – Aaron eu só quero te ajudar. Você não precisa passar por isso sozinho. – Andou até ficar na frente do loiro e tentou manter-se calma perante tal situação. Nunca foi a melhor pessoa para ajudar os outros em momentos de tristeza e simplesmente odiavam quando lhe tratavam de uma forma “grosseira” como ele estava fazendo, mas daquela vez, estava disposta a ficar ali e tentar animar o monitor-chefe, ou pelo menos era o que pensava até escutar sua resposta.

                Sua boca se entreabriu com a surpresa por tais palavras, mas logo esta surpresa foi substituída por indignação.
– Como você ficou sabendo disso? E o que isso tem a ver com você mesmo? – Seu semblante agora estava sério. Não sabia o que era pior, o fato do lufano saber daquela história ou ter mandado ela ir atrás de Charles. Com os braços cruzados, escutou o loiro falar que ela poderia “dar pra quem quiser”, fazendo com que sua boca se abrisse mais uma vez. Toda e qualquer compreensão que tinha antes se esvaiu e foi a raiva que começou a tomar conta de seu corpo. Raiva esta que fez com que Cassie se colocasse no meio do caminho de Aaron e acertasse seu rosto com a palma da mão. – Escuta aqui, pra começar, não aconteceu nada demais com o sonserino e mesmo que tivesse acontecido, você não tem nada a ver com isso, já que até onde eu sei, você não é nada meu. Pra falar a verdade, eu só FIQUEI com ele porque cansei de esperar por você. – Sua voz já estava alterada, mas por sorte, não havia ninguém por perto para presenciar aquela cena. Mais uma vez as palavras de Denvers a fizeram sentir um frio na barriga, mas dessa vez essa foi acompanhada por uma súbita falta de respiração e uma intensa dor no peito, principalmente ao ver o monitor chefe se afastar, enquanto uma frase ainda ecoava em sua mente: “eu não gosto de você”. Sentiu seus olhos marejarem, porém logo tentou limpar as lágrimas com as mãos, não podia aparecer chorando na frente de Derek, mesmo que estivesse sentindo como se faltasse uma parte de si.



finished STATUS
Aaron Denvers; Derek S. Holstein; TAGGED
ficou horrível, mas você sabe que eu não sou boa com esse tipo de coisa e também não foi revisado, então ignore os erros NOTES
no you girls - franz ferdinand LYRICS
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Cassie Sauthier Zech
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Re: Casa dos Gritos

MensagemEscocia [#110594] por Scorpius Finnick » 07 Nov 2012, 05:55

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A mescla de cores escuras que revezavam entre si para anunciar o inicio do dia, trazendo um horizonte alaranjado, ia dando seu lugar para um lindo céu azul, limpo, sem nuvens, estrelas ou quaisquer outros corpos celestes. A brisa gélida assobiava baixinho, ainda, sem despertar ninguém, nem mesmos os galos ainda haviam despertado para cantarolar o inicio do dia. Os vastos campos que rodeavam tudo, por ali, se recuperavam do banho de sereno que tomaram toda a noite, agora prontos para receberem o lindo sol que se aproximava em passos lentos. Os girassóis já apontavam a direção que a grande luz solar emergiria – ao leste.

Em poucas horas, os corredores de Hogwarts iriam receber luz, clareando pelo menos metade de todo o castelo. Mas todo aquele fenômeno óbvio não acontecera, exceto, talvez, as corujas que piavam em seu trajeto em direção ao corujal, onde dormiriam até que seus donos a despertassem. O sol não dera as caras naquele momento, nem daria em nenhum momento daquele dia, em seu lugar, pequenos flocos de neve eram peneirados por cima do castelo, cobrindo o solo e boa parte de Hogwarts.

Em poucas horas, não era mais possível ver, nem mesmo os girassóis que a pouco estariam belos e fortes, nem mesmo o céu que era coberto por uma mancha esbranquiçada. Aquilo apenas avisava que o ano estava chegando ao fim, o Santo “Clause” se aproximava, na imaginação dos pequenos com seu grande trenó voador puxado por suas inúmeras renas de nariz vermelho. Ah que lindo era aquele momento, momento de paz, momento de harmonia, nada poderia estragar aquele fim de ano.

Os primeiros professores já despertavam para começar a arrumação, implantando enfeites por todo o castelo que homenageassem o clima pedido. Várias estatuas lindíssimas do Noel, de suas renas, duendes e outros mitos eram espalhados por todo o castelo, inclusive no salão comunal, onde comidas e bebidas que só se viam naquela época era disponibilizada no café da manhã. Scorpius se lembrara de tomar uma grande taça de conhaque-sem-alcool juntamente com um bolinho bruxo feito à base de neve.

Todos, sem exceção, trajavam um desfile de roupas quentes e longas, vestes feita da pele de diversos animais, luvas de couro, gorros e sapatos de couro, esse era a vestimenta comum entre todos naquele inicio de inverno. O pequeno Finnick não estava diferente, vestia um moletom negro com a marca Grifinória, calça jeans, sapatos de couro de dragão, luvas e um gorro também de sua casa, juntamente com um cachecol ladeando seu pescoço. Sua cara pálida combinava com o clima e o fenômeno natural que persistiria durante semanas.

Aquele seria o primeiro dia do inverno em que iriam visitar Hogsmeade, e para ser real, seria a primeira vez que Scorpius deixaria o castelo para descansar – lembrava-se muito bem que sempre ao deixar o castelo teria inúmeras obrigações a zelar, como ir ao Hospital pagar por suas imprudências, ou passar um fim de semana na casa de seus avós nas monótonas e estupidas reuniões familiares Finnick’s, ou mesmo ter que visitar o ministério para entender seu futuro para com sua própria família.

Mas aquele dia seria diferente, sua mãe lhe havia concedido a permissão para deixar o castelo, seu pai não interferira, Scorpius duvidava muito que Wylliam tivesse consciência do assunto, não era de seu interesse. Como um primeiranista, não poderia vagar pelas trilhas até o vilarejo sozinho, teria que ser guiado por um professor. Backenbauer, a diretora da Grifinória não se sentia bem, naquele momento para guia-los, por tanto, seu ajudante, Heydrich fora mandado exercer a tarefa.

Finnick encaixou a varinha no bolso direito, ajeitou seus galeões no bolso esquerdo, tinha certeza que iria comprar alguns doces e travessuras na loja de logros da Zonko’s. Deixou o grande salão principal, enquanto desembalava um sorvete de chocolate que saborearia pelo caminho.

Apesar de conhecer quase todos ali, o pequeno resolvera não se aproximar, caminhava em passos lentos e calmos a uma distância de pelo menos três metros do grupo, ficando um tanto mais próximo dos mais velhos. Era o único a saborear um sorvete em uma época tão fria; com a outra mão passava, rapidamente, o olhar por seu boletim, em baixo deliciava-se com a palavra grande enfeitiçada para brilhar em tons verde-claro: “Aprovado”. Scorpius Finnick estava, decididamente, aprovado para o segundo ano. Mas como seria o seu próximo ano em Hogwarts? Talvez já se sentisse no segundo ano, talvez não, talvez não estivesse preparado. Teria algo novo? Seus colegas de classe seriam exatamente os mesmos, pensava consigo mesmo, os mesmos, exceto, talvez que aprenderia novos feitiços e poções.
“Não importa...”. E com um breve sorriso maroto, ele avistou a primeira casa de Hosmeade a poucos metros dali.

A excitação dos pequenos era algo que realmente o incomodava, pareciam um bando de crianças que jamais saíram de suas casas para quaisquer eventos. O menino, ignorando as sugerências do guia, se distanciou do grupo para melhor explorar o novo ambiente. Hogsmeade era um vilarejo muito belo, dezenas e dezenas de pessoas para todos os lados, não somente funcionários e alunos de Hogwarts, mas forasteiros também visitava o local. A vila era conhecida, na comunidade bruxa britânica, como um ponto turístico, e um dos únicos vilarejos totalmente bruxos da “Bretanha”.

Fora apenas quando o Grifinório passava a frente da casa dos gritos, que todo aquele momento sereno se transformara. Sem nem poder notar, como um vulto que vinha de algum lado aparente, o garoto sentiu seu rosto ser lançado para o lado, juntamente com seu corpo que desabara inerte sobre a camada fofa de neve, não que isso houvesse ajudado muito. Seu rosto estava marcado por um belo soco que levara. Apenas quando seus olhos reencontraram a nitidez fora que vira, era Bowick, seu primo mais velho que pertencia ao terceiro ano, o garoto estava determinado diante do primo mais novo caído no chão.

-
IDIOTA – começou Bowick sacando a varinha com raiva. Seu rosto pálido, exatamente igual ao de Scorpius estava, naquele momento, vermelho de raiva. – Vinte e cinco pontos, Scorpius? VINTE E CINCO PONTOS? VOCÊ TINHA QUE ESTAR FORA DA CAMA? E O PIOR... CALE-SE RACHELLE! – berrou o terceiranista empurrando a prima mais nova.

Rachelle era outra prima de Scorpius, que pertencia a sonserina. Era uma menina que ia de contra os requisitos básicos para pertencer tal casa. Tratava-se de um garota animada, de bom coração e muito alegre, sempre determinada a ajudar os outros, sem quaisquer preconceitos aparente. Se destaca entre os demais, por possuir uma cabeleira azul escuro mesclado a um roxo vivo, porém, diferente dos outros, aquela cor era natural.

-
Bowick, CHEGA! – berrou a menina se levantando, seus olhos mostravam um terrível horror, estava assustada, embora tentasse não demonstrar. – E dai? Grifinória está em segundo lugar...

- JÁ MANDEI SE CALAR, RACHELLE! Não estou irritado apenas com isso, esse babaca protegeu uma lufana, Hopkins, VAI MANCHAR O NOME DE NOSSA FAMÍLIA! – vociferou o garoto lançando olhares feios para ambos os primos.

Nem Scorpius, nem Rachelle soltaram quaisquer palavras. O pequeno Grifinório se mexeu lentamente, de cara amarrada, sentia uma dor imensa no rosto, tinha consciência de que não possuía força física o suficiente para quebrar a cara do primo mais velho, porém vontade não lhe faltava. Bowick dera uma risadinha falsa e deixara o local, juntamente com Freya, outra das primas. Ao que não era nem um pouco novidade, Bowick e Freya eram prometidos um para o outro, desde que nasceram, assim como Scorpius fora prometido a sua prima Caroline.

Caroline era uma sonserina, muito diferente de Rachelle, possuía um veneno na língua, e tinha uma personalidade forte, porém, ao se aproximar de Scorpius, a menina perdia seu controle e senso do comum. Caroline se aproximou chorosa, demonstrando uma de suas personalidades, agarrou o prometido como se fosse uma barra de ouro.
-
Scorpius, meu AMOR! – berrou ela, seus olhos banhavam em lágrimas. – O que aconteceu? O que fizeram com você? Venha, sua namorada irá cuidar...

- Namo, o que?! Cale a boca Caroline, me larga! – resmungou irritado se distanciando. – Não vê que ninguém te chamou aqui? – indagou. E sem esperar a resposta, o menino se distanciou das primas, agarrou um pouco de neve levando ao rosto, rezando para que não ficasse roxo.

Em geral, o menino já estava acostumado, pois sempre fora o saco de pancadas de seu único primo mais velho, Bowick. Dificilmente conseguiam ficar muito tempo sem brigar. Isso porquê o terceiranista tinha profunda raiva de ser tratado como coadjuvante na família, onde a peça principal era Scorpius, e só Scorpius.
“Aquele idiota vai ver, quando eu por as mãos nessa família...”e cuspiu um pouco de sangue no chão.

Scorpius se aproximara da casa dos Gritos, adentrando o local, sabia que poucos adentravam o local, já que era mal assombrado, mas o menino não tinha medo, empinou o nariz, puxou sua varinha e murmurou para si – Lumus – um feche de luz branca cortou a escuridão clareando uma boa parte. Logo, o menino se sentou sobre uma caixa. Apenas quando possuía certeza de que estava sozinho, que algumas lágrimas solitárias e amargas percorreram de seus olhos ladeando suas bochechas. Pela primeira vez, o menino chorava sem se importar em ser visto, sem se importar com nada, não por ter apanhado, mas porque necessitava liberar suas angustias de alguma forma. Seus soluços representavam a tristeza que crescera em seu interior durante tantos anos.

Itens Utilizados:

  • Sorvete de Chocolate

    Usou um Sorvete de Chocolate.

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Re: Casa dos Gritos

MensagemReino Unido [#110879] por Noah Hargreeves » 14 Nov 2012, 05:34

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( Além do vermelho, sonhos estremecem. Nós dois tivemos de nos conhecer ) A reviravolta do destino começou. Um segredo que ninguém, ninguém conhece
Caindo, caindo. Já não há mais volta




-Porque diabos você marcou um encontro em um lugar como esse?– Abeillard tremeu ao perguntar, fazendo com que tanto Leah quanto Jeff revirassem seus olhos –Você está com medo novamente primo?– Jeff perguntou, com uma ironia indisfarçável em sua voz, mas o outro apenas optou por não respondê-lo, virando-se então para a prima –O Três Vassouras fica bem perto daqui, ou até mesmo o Madame Puddifoot...– A garota não deixou-o completar sua frase –Não estou indo me encontrar com meu namorado pra ir em um lugar como o Madame Puddifoot, e a Casa dos Gritos faz muito mais o meu tipo que o Três Vassouras– Sorriu ao dizer aquilo, e quando virou-se para o irmão gêmeo, viu que este compartilhava de seu espirito momentaneamente alegre –Mesmo porque, eu sou o único homem da sua vida, não é Lee-Lee?– Ele perguntou, enquanto abraçava-lhe a cintura. A garota revirou seus olhos, mas não o afastou, e Abeillard fez uma ligeira careta para a cena, a qual Jeffrey prontamente respondeu mostrando a sua língua –De qualquer forma, quando ele chegar eu não quero nenhum dos dois aqui. Não quero assustá-lo desnecessariamente com um comitê de recepções– A bruxa disse em tom autoritário, ficando satisfeita em ver que ambos concordaram prontamente –Se ele for um psicopata maluco e te assassinar, não nos culpe depois– O primo disse, e o irmão gêmeo apenas riu alto –Assassinar a Leah? Está mais fácil ela assustá-lo pra longe– Disse com um sorrisinho sarcástico, e o outro viu-se obrigado a concordar –Se vocês meninas já terminaram de fofocar, eu ficaria feliz se dessem o fora daqui– Ela disse, enquanto enxotava-os pra fora. A bem da verdade, sequer saberia dizer porque diabos havia permitido que eles a acompanhassem em primeiro lugar.


-Quando viu-se finalmente sozinha, a garota sentou-se em um canto distante, e passou a fitar o teto, perdida em pensamentos enquanto aguardava que o garoto chegasse. Sua primeira impressão de Sean até-então-Clechester, fora a pior possível, e esperava do fundo de seu coração que Dean se mostrasse um pouco mais flexível e educado. Se todos os gêmeos houvessem se tornado em completos imbecis, ela sequer continuaria se dando ao trabalho de tentar reuni-los. Por fim, depois de uma longa espera, ouviu passos abafados atrás de si, e virou-se para receber seu “convidado” –Sim– Ela respondeu a pergunta do garoto, enquanto se erguia –E imagino que você seja o Dean– Ela não precisava de uma afirmação para a pergunta, mas ainda assim ficou satisfeita em recebê-la. A julgar pelo tom comedido do loiro, bem como sua aparência, parecia que suas preces a respeito da diferença entre os irmãos fora atendida –Desculpe-me por tirá-lo de tão longe e fazê-lo vir até aqui, mas eu realmente julguei que seria melhor termos essa conversa pessoalmente que por carta– Disse, e sorriu ligeiramente ao ouvir a resposta do garoto –Imagino que sim– Falou, e então eles ficaram em silêncio durante alguns segundos, até que o garoto quebrou-o com uma pergunta –Sim, você tem razão. Eu posso responder a todas as suas perguntas, mas diga-me Dean, você está realmente preparado pra conhecer a verdade?




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Re: Casa dos Gritos

MensagemWales [#110880] por Max Ainsworth » 14 Nov 2012, 06:04

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( As coisas que estão o meu alcance e as que não consigo alcançar, são o que impedem meu coração ardente de explodir ) O quão diferente sou desses adultos, a quem eu vim a desprezar e nunca irei perdoar por sua tentativa constante de me por pra baixo
Mesmo sem tentarem entender




Um encontro com uma desconhecida na Casa dos Gritos. Aceitar um convite como esse não era, nem de longe, a coisa mais sábia que alguém poderia fazer, porém era como dizia o ditado trouxa: Situações desesperadas, exigem medidas desesperadas. Desde que soubera por sua mãe, em um encontro extremamente traumático, que ele não era seu filho de verdade, e sim fora roubado de um hospital qualquer juntamente com seus dois irmãos gêmeos, Dean agora-sem-sobrenome vira-se jogado a uma espiral de dúvidas e mais dúvidas, que só haviam servido para ocasionar ainda mais problemas a sua já muito conturbada vida. Ele mandara uma carta para seu irmão Sean em Hogwarts, mas, quando fizera-o, fora apenas com a intenção de inteirar seu irmão dos fatos. Sim, apenas isso. Ele jamais sonhara que, ao fazê-lo, receberia uma carta em resposta, não de Sean, mas sim de uma garota qualquer, afirmando que conhecia seu segredo e tinha respostas para suas perguntas. Seus maiores instintos diziam-lhe que aquilo não passava de uma armadilha, possivelmente de seu pai adotivo, porém sua curiosidade e desesperos iminentes falaram mais alto, inclinando-o a aceitar o convite estranho, muito embora a escolha para o local do encontro ainda o perturbasse –Você vai sair da Rússia para ir a Grã-Bretanha, apenas porque uma pessoa te mandou uma carta?– Edrick perguntou de modo incrédulo, e o garoto apenas deu de ombros em resposta –Pff, de uns tempos pra cá ele só anda tomando uma atitude idiota atrás da outra– Arysha comentou, enquanto revirava seus olhos. Dean optou por apenas ignorá-los, cansado que estava de ter que lidar com sua perturbadora imaginação todos os dias. A presença de ambos ali apenas indicava que estava mesmo na hora de começar a mudar o rumo das coisas –Isso pode ser um tremendo erro, mas eu nunca vou saber se não tentar certo?– Ele dissera a si mesmo, e era por isso que, agora, ele encontrava-se ali, de volta a Grã-Bretanha, respirando fundo antes de entrar no local do “encontro”.


Lembranças, associadas não exatamente ao local em questão, mas sim a Hogsmeade propriamente dita, assaltaram-no violentamente tão logo ele adentrou o local, e o loiro teve de controlar-se antes de seguir adiante. Por fim, identificou uma garota sentada a um canto qualquer, e, aproximando-se dela lentamente, perguntou –Aleorah?– A garota levantou-se ao ouvir sua voz, confirmando que era quem ele pensava, e buscando ela mesma também confirmar de quem se tratava –Sim, sou eu mesmo– Ele respondeu da forma mais educada que pode, mordendo seu lábio inferior em um sinal de nervosismo, o qual a garota pareceu não notar, enquanto pedia-lhe desculpas pelas circunstâncias –Sim, você tem razão sobre isso. Eu realmente não me importo, apenas... Esse lugar me trás algumas lembranças não muito agradáveis– Ele disse, mais para si mesmo do que para ela realmente, e então um breve silêncio se seguiu a resposta da mesma. Durante alguns segundos, ele sentiu-se desconfortável e perdido, mas por fim, reuniu sua coragem e voltou-se para o motivo que levara-os até ali –Você disse, na sua carta, que sabia algo sobre... Sobre a minha família, certo?– Ele perguntou, de modo um pouco hesitante, mas, ao ouvir a resposta da garota, todos os seus receios passaram, e sua voz soou atipicamente firme e segura ao pronunciar suas palavras –Sim, eu estou. Então, você vai me dizer quem são os meus pais de verdade?





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Re: Casa dos Gritos

MensagemReino Unido [#111046] por Gerrard Matthews » 16 Nov 2012, 13:30

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    As multicoloridas folhas outonais já não mais ornavam a paisagem britânica de Hogwarts. As altas sebes que circundavam os terrenos não mais possuíam folhas, apenas seus finos galhos, num emaranhado que mais parecia um ninho de algum pássaro. Há alguns dias o frio vinha se instaurando pelos terrenos, fazendo com que os seus habitantes se protegessem com variadas camadas de roupas. O outono dava passagem para o inverno, este que prometia ser vigoroso, o que dava para ser percebido pelas grossas nuvens que escureciam o céu.

    Naquele dia em especial, a neve já havia precipitado ruidosamente durante a noite. Os ventos uivaram tão forte que mais pareciam lobos famintos atrás de uma presa indefesa. Os flocos de neve caíram como água de uma cachoeira a fluir, tamanha a intensidade. Pela janela dava para ver os terrenos, outrora verdes, cobertos pelo manto branco. Algumas crianças já se aventuravam pelos jardins, principalmente os que vinham de países onde neve não era algo costumeiro.

    O início do inverno era algo especial para Hogwarts, pois era quando podíamos sair da escola e visitar Hogsmeade, cidade esta que tinha sua beleza intensificada durante tal estação do ano. O chocolate quente da Dedos de Mel parecia ter seu gosto intensificado pelo frio, o açúcar das guloseimas era ainda mais doce, os brinquedos da Zonkos pareciam mais interessantes e cerveja amanteigada tinha um gosto sobrenatural.

    Infelizmente, Melany não poderia ir visitar a cidade comigo naquele dia, pois tinha um trabalho para terminar e orgulhosa que só, não aceitou minha ajuda. Fora ela, não queria a presença de ninguém, nem mesmo dos meus amigos. Estava num dia só meu, onde dedicaria todos os minutos para mim. Agasalhei-me com todas as roupas possíveis, utilizando quase todo acervo do meu malão. Mesmo sendo de Manchester, o inverno de Hogwarts era demais para mim, eu não gostava muito de frio.

    No caminho para Hogsmeade, notei uma movimentação estranha mais a frente. Parei por um instante próximo de uma árvore, não para me esconder, era algo instintivo, como uma proteção para se algo acontecesse. E aconteceu! Uma briga parecia ter sido iniciada e pela agilidade dos atuantes, dava para perceber que não passavam de crianças, deviam ser no máximo do segundo ano. Preferi não me meter e apenas observar, caso algo mais sério acontecesse, ai sim interferiria. A balbúrdia não durou mais do que alguns minutos e rapidamente o grupinho a frente se espalhou.

    Um pequenino em especial me chamou atenção. Ao invés de se direcionar para Hogsmeade como uns, ou voltar para Hogwarts como outros, este preferiu ir para a Casa dos Gritos. Estaria ele ciente da fama do local? Resolvi segui-lo. Naquele momento, esqueci que havia reservado o dia apenas para mim, talvez aquele menino precisasse de alguma ajuda. Esperei alguns minutos até que entrasse na casa e parti na direção do amontoado de madeira velha.

    Adentrando o recinto com cuidado, não utilizei nenhum feitiço para iluminá-lo, o menino já o havia feito. A Casa dos Gritos não era uma novidade para mim, já havia visitado-a algumas vezes e sem muito receio, nunca tive medo de assombrações ou coisas do tipo. Alguns alunos de Hogwarts causavam mais terror por sua aparência do que aquela pobre casa.

    Avancei mais alguns passos e pude ouvir um vago soluçar vindo de um cômodo mais distante. Ele estava chorando. Dessa vez, tomei outra postura, não queria mais me esconder, ele precisava saber que eu estava ali. Tomando aquela atitude como normal, disse algumas palavras, não diretamente para o menino, mas para alertá-lo da minha presença.
    – Nossa, como está frio lá fora! – E desenrolei o cachecol do pescoço, bati os pés no assoalho para retirar o excesso de neve e sentei num local que ficava de frente para onde o menino estava.

    - Desculpe a intromissão, mas o que faz aqui na Casa dos Gritos? Não tem medo? – Disse, esfregando as mãos uma na outra, mesmo que estas ainda estivessem cobertas pelas luvas. Recostei-me na parede da velha casa e fixei os meus olhos azuis no menino. Já havia visto ele pela escola e pela cor de suas vestes, era um grifinório.
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Re: Casa dos Gritos

MensagemEscocia [#111057] por Scorpius Finnick » 16 Nov 2012, 14:24

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Suas mãos formigavam, formigavam sempre que estava nervoso. Aquele pranto, em que se encontrava, significava suas frustrações mais intimas, e realmente, não esperava que fosse incomodado. Suas lágrimas, amargas, percorriam seus olhos avermelhados, trilhando as maças de seu rosto, até desaparecerem, ao não encontrarem mais caminho a seguir – desabavam sobre o assoalho oco. O rosto pálido do primeiranista, no momento, havia adquirido uma coloração mais avermelhada, num tom rosado.

A aproximação de Matthews fora, a princípio, ignorada. Finnick não lhe respondera, quando este tentou iniciar um diálogo. Manteve sua cabeça baixa, prendendo-se em seus pensamentos, irritado consigo mesmo, sentia-se bem naquela situação, bem no papel de vítima. Ao lembrar-se de sua vida, seus onze anos, seu pai, sua mãe... Talvez não tivesse mais ganas de continuar.

Os passos calmos de Gerrard provavelmente irritaram o menino, mas este não demonstrou, permaneceu em silêncio, quase como se não tivesse percebido a presença do aluno mais velho. Foi ao sentar-se diante do primeiranista, voltar a lhe dirigir a palavra, que finalmente Scorpius enxugou as lágrimas com os braços, corando. Lançou um olhar intimidador ao colega mais velho.
“Mas quem...”Seus olhos verdes dançavam de um lado para o outro do garoto, que parecia tão sereno, que Finnick não tinha coragem de se irritar. – Medo... ? – indagou num tom rouco.

O garoto tossiu, recuperando-se de suas demonstrações emocionais. Voltou a dar atenção ao quintanista, já o havia visto em outros momentos, nunca havia trocado palavras, mas lembrava-se bem. Scorpius costumava prestar bastante atenção em seus companheiros mais velhos, sabia, de alguma forma, que eles poderiam lhe ensinar algo, principalmente quando o assunto fosse magia. –
Medo... – voltou a dizer, mas sua voz falhou, antes mesmo que pudesse terminar seu raciocínio.

O garoto tremelicou de frio, quando uma massa de ar congelante invadiu o lugar, mas como uma brisa passageira, logo se foi. O menino esfregou as duas mãos, por dentro das luvas de couro. Esfregava, também, suas botas, igualmente de couro de dragão russo, que ganhara de seus pais, em uma das diversas viagens politicas que faziam.
O Grifinório levantou o rosto, direcionando-o para Gerrard, o Corvinal. Olhou-o novamente, com intimidação. –
Não me importa, não tenho medo, só que gosto deste local, poucas pessoas veem aqui... dizem ser... mal assombrado – concluiu. – Mas, e você, o que quer? – perguntou apreensivo, como se esperasse algo não muito confiável do colega. – Você sabe porquê este lugar tem esse nome?
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Re: Casa dos Gritos

MensagemDinamarca [#111103] por Lilith Ambrew » 16 Nov 2012, 20:28

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Ajeitei minhas luvas e entrei na Casa dos gritos antes que a neve pudesse me congelar do lado de fora. Coloquei minhas mãos dentro do meu sobretudo tendo a certeza que em um dos bolsos encontraria minha inseparável varinha. Não que fosse precisar dela, mas tudo poderia acontecer e se bem me lembro, ainda estava sendo caçada. A quase um ano atrás, forjaram um assassinato, me esconderam e para não perder tempo, tive toda uma equipe de aliados ao meu lado me ensinando coisas que em escola seria capaz de aprender e até mesmo algumas coisas mais avançadas. O motivo disto? Saber demais...

Não desejei reconhecer Pietro como meu irmão, sabia que ele era um jovem estranho, mas cada dia piorou... Lembro de nossos passeios escondidos e em grupos pela floresta; até mesmo das rodinhas que fazíamos ao bater em outros garotos, claro, era nova demais e por isto só assistia o que ele e seus amigos faziam. Quando cheguei a uma certa idade, ingressei em Hogwarts na expectativa de ir para sonserina e por ironia do destino, parei na Lufa-lufa. Confesso que não foi um tempo ruim, mas aprendi aceitar muitas coisas porque além da minha personalidade estranha, esquisita e macabra, era leal... Talvez foi este ponto que o chapéu seletor tenha visto em mim. Tempos depois, tive de enfrentar a realidade, Pietro era meu irmão... Com o tempo voando, descobri que nossa conexão como irmãos era enorme, algo como sobrenatural... E... Descobri o que ele realmente era. Seu disfarce de um médico legista, chefe dos médicos e até mesmo vice-diretor, era apenas um lenço enorme que cobria o seu verdadeiro eu. Ele era um psicopata. Tinha vingado não somente a morte de nossos pais – o que foi justo -, mas também estuprado várias pessoas e agora estava em uma espécie de grupo perigoso.

Nuala foi sua vítima, não foi abusada ou torturada, mas não sei o que fez ao certo que a transformou em uma máquina para seu próprio uso... Eu? Por um ponto ainda gostava dele, mas pelo outro meus instintos diziam que deveria ficar longe dele o máximo que podia, até que... Maldita perseguição quando entrei em seu calabouço e vi aqueles corpos, principalmente mutilados e alguns vestígios, como um anel escrito em seu interior “hades”. Esta não foi a pior das descobertas, apenas o início... Sequestro do ministro? Como descobri? Em um dia que surtou dizendo que me abusaria e me mataria por simples desejo, me fez ter uma chance mínima de escapar e fiquei esperando na floresta até ele sumir. Antes de tudo acontecer segui para o seu quarto e lá estava alguns nomes, inclusive de alguns funcionários do hospital e de algumas escolas. Fui pega no flagra e por sorte, consegui escapar.

Tempos depois em que estava na escola um maldito ser que assombrava Hogwarts tentou me matar... Não somente queria acabar com a escola e com a diretora, mas também queria minha cabeça... Consegui fugir, não sei por quanto tempo ficarei assim, mas não consigo mais me esconder.. Sinto falta de muitos e cá estou, em plena casa dos gritos esperando uma pessoa que imagino que possa confiar ou poder dizer como estão as coisas em Hogwarts para preparar minha volta.

Me escondi pelas sombras da casa e esperei meu convidado vir. Claro que a mensagem era anônima e criptografada. No momento em que o mesmo entrou, se aproximou, indaguei ainda escondida:
- O que faz um texugo na casa dos gritos?- Forcei minha voz para parecer outra pessoa e não ser reconhecida enquanto me encolhia mais ainda no meu cantinho escondida.






Sorry se tiver ficado ruim, o arco é com o Aaron Dervens, não tem nada a ver com os demais. Foi feito em outro período, em outro momento que será definido pelo Rent. -q
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