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Casa dos Gritos

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Re: Casa dos Gritos

MensagemAlemanha [#113979] por Caleb von der Grimmelshausen » 22 Dez 2012, 23:47

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      Havia duas coisas com as quais Caleb não sabia lidar: Medo e surpresa. Algo naquele reencontro inesperado o deixava intrigantemente apreensivo, enquanto algo mais em sua cabeça tentava mostrar que aquilo talvez fosse um bom recomeço. Olhou atenta e profundamente nos olhos do outro, que sustentavam o gesto, e então sorriu, relaxando a musculatura que havia se enrijecido de forma defensiva desde suas últimas palavras. Até mesmo Dillamond, que com os olhos esbugalhados encarava o estrangeiro, estava mais calmo, quase indiferente ao local onde estavam.

      - Claro que a conheço, mas nunca fomos amigos, devo confessar.

      Ele respondeu, um tanto inseguro quanto a sua resposta. Queria ser honesto, mas temia que o excesso da mesma pudesse deixá-lo vulnerável demais. Uma vez aberta, sua boca jamais fecharia. E sinceramente não sabia como dizer que jamais havia sentido interesse pela garota da Sonserina, tampouco notava a semelhança entre os dois. Inspirou lentamente, purificando o ar em seus pulmões tomando nova coragem para continuar com a conversa. Ele ainda estava em luto por sua derrota, mas era incapaz de resistir ao humor de Charles. Ou sua aparência.

      - Se novos ares representam algum perigo, talvez sim.

      Ele completou o joguinho recém criado entre os dois, com um sorriso mais sincero, como se fossem velhos amigos que há muito se conheciam. Foi naquela partida humilde de palavras que, entre um trocar de olhar e outro, os lábios de Caleb murcharam transformando seu belo rosto numa expressão fantasmagórica, como se o calor de seu corpo houvesse sido drenado entre um segundo e outro. A razão de seu pavor – um ruído à direção da casa – também fora captada pelo outro, que naquele instante apontava sua varinha em direção aos arredores, claramente defensivo, e enigmaticamente impassível. Por um momento, ainda que a tensão em seus membros o mantivesse imóvel como uma estátua congelada à neve, o alemão perguntou-se o quão grande era o esforço de Charles para manter-se calmo. Ou se aquilo tudo não passava de um disfarce, e mais do que nunca ambos estivessem sentindo exatamente a mesma coisa.

      A próxima coisa que Caleb pôde absorver fora o toque do outro, envolvendo-o num abraço. Não fosse pelo modo como Charles o abraçava, o loiro jamais teria notado que ele mesmo estava tremendo, atônito demais como uma criança indefesa em frente ao Bicho Papão. Em seus olhos, pequenas bolsas de lágrimas se formavam enquanto as palavras de ternura daquele desconhecido preenchiam o vazio de seus ouvidos, e o gosto salgado do ato logo alcançou sua boca. Ele não sabia, mas aquilo havia sido a gota d’água; a fagulha que pusera seus sentimentos em chamas. Se tivesse tempo e cabeça para aquilo, talvez flashes com imagens de todas as suas frustrações tivessem ocupado o espaço no peito de Charles que agora era o repouso de seu rosto. Mas não. Naquele instante, aquele abraço era tudo em que seu cérebro coseguia se apegar, no que criar raízes. Era tão bom. O fazia questionar-se a respeito do quão mágico o inesperado poderia ser.

      O enlace entre seus corpos crescia de forma quase imperceptível, até o momento em que a coruja, sem espaço ao ombro do dono, alçou voo em direção ao castelo. O som do coração de Charles próximo ao seu era agora mais presente que os ruídos sobrenaturais da estrutura assombrada ao seu lado, e o farfalhar do bater de asas de Dillamond cada vez mais baixo só evidenciava os quão sozinhos eles estavam agora. Foi quando o mais velho os separou brevemente, encarando Caleb nos olhos enquanto analisava seu rosto de forma curiosa, que o alemão finalmente caiu em si, despertando para sua nova realidade. Agora a aparência não importava mais, e sim o fato de Charles ter se mostrado protetor poucos minutos atrás no exato momento em que Caleb estava mais fragilizado. E ele odiava aquilo. E ao mesmo tempo gostava.

      Era óbvio que a súplica tomava conta de seus olhos, de modo que o próximo passo do mais velho fora invadir a boca do alemão com um beijo. O hálito quente de Charles logo acalentou a frieza que há muito gelava as entranhas do louro, inebriando-o de tal forma, que mesmo estando num situação improvável e normalmente desconfortável, Caleb entregou-se nos braços do outro, envolvendo os fios do cabelo de sua nuca entre os dedos e puxando-os de forma carinhosa, impedindo que o outro se afastasse.

      Ele estava carente, sim, e não podia negar seus instintos. Moveu seus lábios intensamente contra os finos do outro, tomando novas golfadas de ar quando o gesto permitia. O importante era que aquilo não acabasse. Porém ele sorriu, quebrando rapidamente o ritmo do beijo, mordiscando o lábio inferior do outro antes de se afastar como costumava fazer sempre que um beijo lhe satisfazia.


      - Se você ao menos soubesse o quão orgulhoso este beijo teria me deixado quando nos conhecemos pela primeira vez, você talvez não tivesse continuado.

      Com aquelas palavras ditas, ele abraçou novamente o mais velho, enxugando as lágrimas de seu rosto contra as costas da mão. Aquele beijo com certeza teria deixado Caleb satisfeito em dias passados, mas não pelo ato em si, e sim pela conquista. Era inegável que seu primeiro contato com Charles acontecera única e exclusivamente devido a seu instinto poligâmico, somado aos inúmeros fatores físicos que faziam de Charles um alvo ideal, mas naquele momento, aquele pensamento lhe causava repulsa; quase vergonha.

      - Espero que você possa me perdoar.

      E novamente, como se fossem amigos de longa data, Caleb falou, sentindo que o calor magnético que seus corpos ainda emanava era talvez, ou quase 100%, derivado da fraqueza mutua. Ele pouco mais que o nome do outro conhecia, tampouco sua opção sexual. Ele só tinha certeza de que não o largaria a não ser que ele o forçasse.
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Re: Casa dos Gritos

MensagemMexico [#113983] por Raul A. Jacobs » 23 Dez 2012, 01:42

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Emoções diversas percorriam as veias do loiro. Em seus lábios ainda jaziam o gosto inconfundível do beijo de Caleb, em seu âmago borboletas ainda voavam desordenadamente. Contudo sua mente encontrava-se completamente remexida, não conseguia absorver as palavras do outro. Orgulho? Será que não passara de um ‘desafio’ para o outro. Charles não era exemplo de sentimentalismo ou dedicação para com as pessoas que ficava, porém não passar de um troféu feria seu ego. Engoliu as palavras do outro sentindo-as descer por sua garganta como um veneno cruel. Sentiu suas feições tornarem-se gélidas e impenetráveis instantaneamente. Encarou o mais novo por alguns segundos, ele lhe parecia tão perdido e vulnerável, contrastando com suas palavras impessoais. Sentiu-o abraçar mais forte, como se temesse que algo pudesse lhes separar. Ainda sentia a ferida em seu ego corroer-lhe a alma, contudo seu lado protetor era mais forte, ou, talvez, os sentimentos antes vividos ainda encontrassem-se demasiadamente intrínsecos em sua carne para simplesmente desvencilhar-se dessa forma.

Aspirou profundamente sentindo seu pulmão preencher-se com o peso do ar que os cercava enquanto retornava o abraço fazendo com que eles parecessem apenas um para qualquer ser que por ventura rodeasse as redondezas. Acariciou seus cabelos carinhosamente deslizando a ponta de seus dedos por sua nuca e costas. Sentia algo em seu corpo ascender, mas não saberia predizer o que era. Embora tivesse a certeza de que já começava a envolver-se com o Caleb. Escutou o balbuciar de palavras difusas do outro sentindo seu coração disparar. Podia ver no fundo dos olhos dele sua confusão e batalha interna e isso o deixava completamente sem ação, pois uma parte de si almejava cuidar-lhe, a outra simplesmente fugir e fingir que aquilo jamais ocorrera. Entrelaçou as mãos em seus cabelos sentindo que não havia exatamente uma opção, seu lado hiper protetor falava mais alto que qualquer outra coisa.


- Shhhh... – falou calmamente levando a ponta de seus dedos aos seus lábios, fingindo entender tudo pelo que ele passava, embora ainda tivesse um milhão de perguntas latejando em sua mente. Deixou que os olhares se encontrassem novamente sentindo um arrepio percorrer sua espinha dorsal, já não conseguia raciocinar bem. Duas partes de si mesmo confrontavam-se em uma batalha desmedida sem vencedores. Antes mesmo que pudesse tomar uma decisão o mais novo o tomou em seus braços puxando-o para um beijo intenso.

O encontro dos corpos foi brutal contrariando com o sentimentalismo anterior, os lábios se encontraram violentamente, os dentes encontraram os lábios enquanto as mãos passeavam pelos corpos. Arranhava a nuca e costas do outro o puxando para si dispensando qualquer gentileza que pudesse haver.



curtissimo, mas ta ai
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Re: Casa dos Gritos

MensagemAlemanha [#113992] por Caleb von der Grimmelshausen » 23 Dez 2012, 14:59

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      Enquanto mantinha-se preso e seguro ao encaixe de seus corpos, Caleb não pôde deixar de pensar no efeito que suas palavras teriam causado na cabeça do outro. Existiam momentos em que sua mente poluída era apta a compreender o descaso na reação dos outros toda vez que o alemão os usava e depois os descartava de maneira nada sutil, muitas vezes com desculpas tão estúpidas dignas de um Trasgo. Mas também havia aqueles onde seu cérebro lutava contra sua natureza para tentar entender o porque das pessoas ficarem ressentidas por levarem um fora, afinal, ele não queria nada além do casual, e nunca deixara transparecer o contrário. E naquele instante, agarrado a um quase completo estranho, ele passava a ver a verdade por trás das coisas. Que muitas vezes as pessoas também o usavam, pois a carência se tornava insuportavelmente maior que qualquer orgulho.

      Seus dedos ainda afundavam-se nos fios sedosos do mais velho na medida em que o tempo passava e o silêncio aumentava fria e agressivamente entre os dois. Dado um passo a frente com suas últimas palavras, Caleb passou a pensar que talvez Charles ainda estivesse esperando por uma boa justificativa; por respostas para perguntas não verbalizadas. Um grande espaço em branco havia permanecido naquele crepúsculo monótono e impiedoso da Casa dos Gritos, e cabia ao alemão - e somente a ele – preencher aquelas lacunas. Ele fungou uma única vez antes de continuar.


      - Eu era um idiota, Charls. Ou ainda sou, sei lá. Se por um momento sequer, talvez, eu tivesse parado pra pensar em como as pessoas realmente se sentiam, EU estaria me sentindo um pouquinho melhor que elas agora. Mas não!

      Dizendo isto, com um gosto amargo formando-se em sua boca e um sentimento pesado sobrecarregando seus ombros, Caleb se desvencilhou do mais velho, virando-o as costas. Seus olhos agora focavam o resquício de claridade alaranjada do sol quase dormente por detrás das telhas velhas da casa. Um rápido arrepio percorreu sua espinha, parando próximo a sua nuca, eriçando os fios de seu cabelo. Automaticamente, ele virou o rosto para não precisar mais encarar aquele local ridiculamente assombrado, fitando a neve em seus pés. O frio ambiente finalmente pareceu lembrar-lhe da razão pela qual ele usava roupas pesadas, fazendo-o olhar para trás e encontrar a figura ainda imóvel e receptiva de Charles, a sua espera.

      - Me perdoe, eu... Eu preciso.

      Mas antes que pudesse continuar, sentiu os dedos frios do outro repousarem em seus lábios, impedindo-o de continuar. Eles estavam próximos um do outro novamente, e algo na expressão de Charles parecia indicar compreensão. Em seus olhos estava claramente visível a mensagem de “isso não importa mais”, e nos de Caleb um agradecimento se formava em forma de novas lágrimas, embora estas não tenham sido derramadas desta vez. Ao invés disso, o alemão puxou o mais velho para um novo beijo.

      O loiro não sabia se aquilo era o certo a se fazer, mas naquele momento sua língua avançava na do outro com mais vontade que anteriormente, e as carícias providas pelo outro em seu corpo demonstravam que aquele sentimento era recíproco. As mãos de Charles alisavam desde sua nuca até adiantarem-se de forma mais agressiva em direção a suas costas, usando as unhas. O casaco que Caleb vestia era grosso, mas nada como aquilo passaria despercebido por um pedaço de pano. Ele sorriu, por dentro, tentando manter o controle de sua consciência. E ele conseguiu, de uma forma ou de outra, ao derrubar o mais velho na neve.

      Seus corpos estavam mais que nunca colados um ao outro, agora com o peso de Caleb sob Charles. A pilha de neve havia amortecido a queda, e ao toque causava uma sensação agradável, gelando seus poros que expeliam calor e suor, numa combinação agridoce. O modo como o outro lhe acariciava só evidenciava o quão experiente ele era naquilo, fazendo com que qualquer dúvida do alemão fosse apagada a cada novo aperto em suas coxas e costas. Ele sorriu, mirando novas partes do rosto do mais velho, acariciando uma de suas orelhas com a língua, seguindo a caminho do pescoço. Pelo modo como ele tremia, e gemia, Caleb teve certeza de que havia encontrado um de seus pontos fracos, e continuou com o joguinho retirando as mãos do outro de seu corpo, prendendo-as acima da cabeça de Charls, como uma algema.

      As coisas pareciam alcançar um nível mais animalesco na medida em que os gemidos do mais velho pareciam rosnados, e seu tremores começavam a tomar formas mais suntuosas, evidenciando o grau de excitação entre ambos que roupa alguma poderia esconder. Então ele parou, por um momento, e olhou profundamente nos olhos do outro, que pareciam brilhar numa chama confusa e ao mesmo tempo suplicante.


      - Você sabe que para levarmos isto adiante, precisamos de um local mais seguro, certo?

      Não queria esfriar as coisas, nem dar muito tempo para o outro pensar. Por isso investiu seus lábios novamente aos dele, liberando suas mãos que espontaneamente o agarraram de novo. Aquilo talvez o ajudasse a tomar uma decisão.
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Re: Casa dos Gritos

MensagemMexico [#113997] por Raul A. Jacobs » 23 Dez 2012, 15:52

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      Gelo e fogo confrontavam-se em uma batalha épica onde o desejo era o único vencedor. O loiro sentia sua pele arder em contato com a neve, contrastando com o fogo que emanava de seu corpo causando-lhes sensações adversas de prazer indescritíveis. Suspirou próximo ao ouvido do outro ao sentir o peso de seu corpo contra o seu. Suas pernas encaixaram-se em um movimento natural. Suas mãos buscaram os cabelos do outro o puxando levemente para trás. Acariciou seu rosto com sofreguidão tentando demonstrar que não se importava com o que havia sido dito antes, eles seguiriam o ritmo que fosse impresso pelo tempo e as circunstancias. Encarou o alemão por alguns segundos antes de seus pensamentos serem estagnados pelo próximo ato do outro.

      Seu corpo ardia como se encontrasse-se em chamas, a neve gélida que antes disputava espaço com o fogo, agora derretia na sua pele ardente intensificando o prazer causado pela língua do outro. O gemido longínquo e excitante que escapou por entre seus lábios foi simplesmente inevitável. Prendeu o outro sobre si puxando-o ainda mais para si enquanto seus lábios buscavam seu pescoço em busca de um contato mais intenso entre os corpos. Deslizou uma de suas mãos pelas costas do outro, enquanto a outra apertava suas coxas o puxando cada vez mais para si. Sentia-se como um animal no cio, precisava sentir, tocar, dar-se para Caleb.

      Sentiu suas mãos serem presas impossibilitando-o de executar qualquer ação. Em seu âmago as borboletas pareciam completamente desordenadas, sentia cada molécula de seu ser extasiasse com aquilo. Estava mais do que habituado a manter-se no controle de tudo, aquela sensação de estar vulnerável lhe era completamente nova e instigante. Movimentava o corpo contra o do outro em busca de um pouco mais de contato, gemidos cada mais audíveis escapavam por entre seus lábios róseos, já não conseguia controlar. Estava completamente entregue aos caprichos do outro.

      As palavras que saíram dos lábios de Caleb despertaram-lhe para o mundo real. Meu Merlin! Ainda encontravam-se nos arredores da casa dos gritos. Charles mal conseguia por em palavras o quanto aquilo era desconcertante, contudo não teve tempo para raciocinar e dar qualquer resposta, pois nesse momento os lábios do outro voltaram a chocar-se contra os seus fazendo-o esquecer o que quer que fosse. Seu desejo era simplesmente seguir adiante sem se importar com mais nada. Sabia que não devia, além dos arredores de Hogwarts não serem exatamente o que pode se chamar de ambiente ‘livre’ para a família Vladislav ainda havia o barulho que haviam escutado há pouco.

      Em um movimento rápido e preciso inverteu as posições colocando-se por cima do mais novo. Sentiu o prazer de encontrar-se no domínio por alguns segundos. Aproveitou para seqüestrar os lábios dele mais uma vez enquanto pressionava seu corpo fortemente. Percorreu seu pescoço com beijos e rápidas mordidas.
      – Vamos sair daqui – sussurrou com urgência mordiscando a orelha dele antes de o abraçar mais fortemente de modo que seus corpos ficassem inteiramente colados. – Já aparatou alguma vez? – perguntou sério ainda com os lábios colados ao seu ouvido para que ele escutasse sua respiração acelerada.

      - Então será fácil, só me seguir –concluiu o puxando para si enquanto concentrava-se na rua que levava ao seu pequeno loft em Londres. Forçou sua mente a caminhar entre o mundo físico e o não físico sentindo seu corpo ser levado pelo vento até o local desejado. Abriu os olhos sentindo seu corpo ir de encontro ao asfalto Londrino. Sorriu um pouco desconcertado, antes de sair de cima do outro e puxá-lo para si.– Vamos – falou guiando-o carinhosamente pelas mãos. Alguns passos depois chegavam à porta da pequena construção. Abriu a porta rapidamente puxando Caleb ao mesmo tempo em que fechava a porta as suas costas e pressionava seu corpo contra o dele.

      Voltou a capturar seus lábios com urgência ardendo ao sabor daquele beijo único. Deslizou as mãos por seu corpo enquanto seus lábios voltavam-se para seu pescoço. – Minha casa, espero que goste – sussurrou em seu ouvido sorrindo enquanto mordiscava sua orelha de maneira desafiadora.
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Re: Casa dos Gritos

MensagemInglaterra [#114184] por Jake Hardyng » 27 Dez 2012, 14:37

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Personagem
Ashley Stwart

Feitiço
Impedimenta
Feitiço: Impedimenta[dificuldade: 13]; [contra-ataque: +15];
Descrição: Retarda algo em movimento. Azaração que retarda momentaneamente qualquer oponente que esteja atacando.
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Re: Casa dos Gritos

MensagemFranca [#114191] por Alexia H. Neveu » 27 Dez 2012, 15:22

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A menina de olhos azulados caminhava tranquilamente pelas ruas da então famosa Hogsmeade. Não se lembrava de ter um dia pisado naquele lugar fascinante, muito menos ter algum ouro para fazer qualquer coisa, sim, ela não tinha família. Acreditava ser órfã e durante três anos estudou em Durmstrang com a ajuda de doações, doações que nunca soube de onde vinham, quem era ou de onde era. Mas, daquela vez as coisas eram diferentes, ela tinha um “Tutor”, Alexander Neveu era seu nome, e a francesinha não sabia explicar, mas confiava nele, acreditava em sua bondade, em sua ajuda, em suas palavras.

Já fazia algumas semanas que estava morando em uma pousada, esta, mantida pelo então homem que a havia lhe salvado de dias difíceis em um cativeiro. Ele havia cuidado de si, lhe alimentado, lhe dado roupas novas, acessórios, tudo que a garota necessitava, tudo que nunca havia tido até então. Ashley foi criada em um orfanato trouxa, muitas coisas bruxas ainda lhe deixavam assombrada, ou espantada, era algo inexplicável. Não reclamava de absolutamente nada, sua infância foi feliz, cheia de brincadeiras, estripulias, tudo o que uma criança poderia querer, tudo o que uma pessoa normal achava que bastava. Mas, não podia negar que o mundo bruxo era um milhão de vezes melhor do que estar apenas naquele mundo “normal”.

Seus olhos brilhavam diante de tantas lojas, tanto brilho, tantas pessoas vestidas estranhamente, mas que para o olhar dos bruxos era perfeitamente normal. Vestia um casaco pesado que a protegia do frio, o sol batia em sua face, mas ele estava fraco, de qualquer forma, a loirinha não deixava de usar seus óculos escuros, marca registrada de muitos trouxas e que ainda era visto com estranheza por aquele povo tão fascinante e ao mesmo tempo tão preconceituoso. Sim, Stwart sabia que naquela noite, naquela festa, seu sequestro não tinha sido por acaso, devia ter um motivo, um que a garota ainda precisava descobrir, pois se alguém estava atrás dela, não era por uma coisa boa. Apesar de que, o que ela havia feito de tão grave? Não sabia dizer.

Voltando a realidade, encontramos Ashley parada. Sim, havia um monumento naquele povoado que havia chamado a atenção da garota, muito mais do que tudo que ela já havia visto por ali. Encoberta pela neve, mais alta que muitas casas ali, estava uma casa que aparentemente parecia modesta, não fosse o fato de estar um tanto deteriorada e ser afastada de tudo e de todos. O caminho até a tal casa foi rápido, um pouco complicado em alguns momentos por se tratar de um caminho coberto de neve, mas Stwart se divertiu em seu percurso. Ao se aproximar do tal monumento, pode realmente entender o porquê de estar em um local deserto e de “difícil acesso”.

A construção por si só já dava um ar misterioso ao local, fora a escuridão que se fazia presente por entre as frestas das portas e janelas cobertas por tábuas. Mas, Ashley não era de fugir do perigo, ela ia sim adentrar aquele local... Ou pelo menos seria o que faria, pois assim que deu os primeiros passos na direção da entrada do lugar, ouviu passos as suas costas e quando virou-se se deparou com uma ruivinha, a outra a olhava um tanto espantada e apenas indagou:
– Lexie, é você?


Aprendizagem de feitiço: Impedimenta
Postagem 001: Introdução


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~ Interação: ... ~ Citados: Alexander Neveu
~ Notas: Vamos lá!
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Re: Casa dos Gritos

MensagemFranca [#114193] por Alexia H. Neveu » 27 Dez 2012, 16:11

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Lexie? Não era a primeira vez e provavelmente não seria a última que Ashley seria chamada por aquele nome. De duas uma, ou aquela garota conhecia Alexia, ou havia confundido Stwart com outra pessoa. Obviamente que a primeira opção deveria ser a mais sensata a se escolher. A loirinha parou onde estava e apenas observou a outra garota, cabelos vermelho-alaranjados, olhos tão azuis quanto os seus, mas nada demonstrava alguma relação de Ashley com a desconhecida. Resolveu que devia ao menos esclarecer as coisas, já que a garota aguardava por uma resposta com o semblante confuso: – Então, meu nome não é Lexie. Me chamo Ashley. – Também era fato que aquela face espantada que a ruivinha demonstrava também seria a reação de outras pessoas que por ventura, Ashley encontrasse e que conhecessem Alexia de alguma forma.

A outra garota aproximou-se, parecia analisar Stwart da cabeça aos pés, que ficou um pouco constrangida com toda aquela situação. Mas, parecia que a ruiva havia se tocado:
– Nossa, perdão. Não quis ser mal educada, meu nome é Emilia Hopkins e eu, bem, eu conheço uma pessoa muito parecida com você. Ela estuda em outra escola e muito provavelmente não me diria o que você disse se fosse realmente ela, ou, será que você perdeu a memória Lexie? – Ashley não deixou de sorrir do comentário de Hopkins, outro ponto que as pessoas haviam tocado, inclusive no Egito, quando mais um dos amigos de Alexia perguntou se ela não havia perdido a memória, de novo. – Não Emilia, eu não perdi a memória, e, eu realmente não sou a Alexia.

Stwart sabia que daquele jeito passaria o dia todo ali tentando convencer aquela estranha de que ela não era realmente a sua talvez provável irmã gêmea. Então, resolveu abrir sua pequena bolsa de contas e lá de dentro tirar um envelope meio amarrotado e entregar a Hopkins: – Talvez você já tenha recebido alguma carta de Alexia, deve saber como é a letra dela, como também deve ser uma amiga próxima. Leia, aí você me diz se eu sou ela, ou não. – Enquanto a outra garota recebia o envelope, Stwart virou-se novamente para a tal casa misteriosa, sua curiosidade estava aumentando, ela precisava saber que lugar era aquele. Quem sabe a tal Hopkins não soubesse?

Sentou-se em um tronco caído ali próximo e esperou, foi então que ouviu a voz da garota e seus passos se aproximando:
– Agora eu entendi, você é a Ashley, a irmã gêmea da Lexie, é isso? – A ruivinha sentou-se também, enquanto Ashley suspirou. – É o que queremos acreditar, mas eu sinceramente não sei. Este assunto ainda está muito complicado para mim, não sei o porquê de sermos idênticas, não sei porque estão atrás de mim, não tenho ideia de minha origem familiar, nada disso. Mas, prefiro não falar disso, você sabe que lugar é esse? – A ruivinha virou-se para encarar o local e não demorou muito para Stwart ver seus olhos brilharem.

– Essa é a Casa dos Gritos, muitos bruxos dizem que ela é mal assombrada, que almas vivem presas em meio as suas paredes, mas não acredito muito nisso. Quer entrar? – Emilia não precisou falar duas vezes, pois Ashley já havia se colocado de pé e caminhava para a entrada do lugar. A outra garota seguiu na frente e indicou a francesinha uma abertura que existia entre as tábuas da porta principal. Por ser bem habilidosa, a loirinha não teve dificuldade em atravessar e em poucos minutos já estavam em um local escuro e totalmente sujo. Emilia parecia olhar ao redor, provavelmente conhecia bem o lugar, ela devia morar em Londres mesmo, já Ashley parecia tentar guardar todos os detalhes exóticos da tal Casa dos Gritos, tudo ali lhe fascinava.

De repente, barulhos estranhos foram ouvidos, zumbidos e batidas de asas, Stwart não sabia de onde vinham, mas assistiu ao movimento da ruivinha ao seu lado, a mesma sacou sua varinha, apontou para cima, fez um movimento circular e gritou:
– Impedimenta! – Um baque seco no chão, logo a loirinha conseguiu identificar o que era, um morcego: – Nossa! Que demais! Como você aprendeu a fazer isso? – Era engraçado ver a face de Emilia ruborizar e ela logo abaixar a varinha: – É um feitiço muito útil, pode te ajudar em certos momentos, como este. Quer tentar? Posso te ensinar. Aproveite, pois eu acho que outro está vindo. – Era verdade, outro silvo seguido de uma batida de asas. Stwart sacou sua varinha, tentou mentalizar os movimentos feitos por Emilia, apontou para o alvo e murmurou: - Impedimenta


Aprendizagem de feitiço: Impedimenta
Postagem 002: Tentativa 001


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~ Interação: Emilia Hopkins ~ Citados: Alexia Neveu
~ Notas: Vamos lá dadinhos lindos!
Feitiço: Impedimenta[dificuldade: 13]; [contra-ataque: +15];
Descrição: Retarda algo em movimento. Azaração que retarda momentaneamente qualquer oponente que esteja atacando.
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Alexia H. Neveu
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Re: Casa dos Gritos

MensagemFranca [#114242] por Alexia H. Neveu » 28 Dez 2012, 08:22

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Stwart sentiu a magia emanar pelo seu corpo e um estampido partir de sua varinha atingindo em cheio o animal, o mesmo caiu imóvel no chão, bem próximo da garota. Um sorriso se fez presente em seus lábios e ela ouviu a voz animada de Hopkins as suas costas: – Nossa! Você é boa, aprendeu tão rápido. Se meu irmão estivesse aqui diria que era porque ele ensina super bem, mas quem sabe eu tenha ganhado o seu dom. – Ashley havia gostado da menina, ela era uma boa companhia, além de também parecer extremamente habilidosa: – Mas olha só. Eu sou boa? Foi você que fez aqui uma apresentação perfeita de um ataque. Aliás, você estuda em qual escola? É aqui de Londres mesmo? Acho que só em conhecer este lugar já prova que você mora por aqui, ou já veio a Hogsmeade várias vezes.

Emilia sorriu, era engraçado como aquela menina a sua frente poderia ser tão idêntica a Alexia fisicamente, mas tão diferente mentalmente. Muito provavelmente, Neveu ignoraria o fato de Hopkins ter usado qualquer tipo de feitiço e diria que existiam outras formas de enfrentar aquele tipo de criatura: – Sim, eu moro em Londres mesmo, na verdade não é que eu ande muito por aqui é que este lugar me traz lembranças boas, então sempre que venho a Hogsmeade é “obrigatório” que eu venha aqui na Casa dos Gritos. – Se Stwart fosse um pouquinho mais atenta, teria visto a mudança no brilho do olhar de Emilia ao dizer aquilo. Mas, a loirinha ainda estava empolgada relembrando do feitiço que havia executado há pouco. Balançou a cabeça tentando afastar a imagem de seu feito e voltou-se para Hopkins: – Não quero ser intrometida, nem nada do gênero, mas como foi que você conheceu a Alexia, estudam na mesma escola?

Emilia parecia pensativa, a mesma voltou-se até uma escadaria velha e empoeirada e sentou-se. Levou uma das mãos ao queixo e depois encarou Stwart: – Então, eu estudo em Hogwarts, em Londres, ela deve estudar ainda na escola francesa, Beauxbatons. Nos conhecemos nas férias de dois anos atrás, em Creta. Minto! Foi bem antes disto, em uma viagem a Transilvânia, bem por acaso em meio a uma grande aventura, depois nos encontramos novamente em Creta e depois de lá, não lembro de a ter visto mais. Na verdade, nos falamos muito mais por carta do que pessoalmente. – Stwart virou-se na direção da ruivinha, era fato que as outras pessoas deveriam conhecer Neveu muito melhor do que ela, entendia aquilo ao menos. – Também nos falamos através de carta, mas encontros pessoalmente só aconteceram uma única vez e, nem pudemos realmente conversar.

Emilia parecia intrigada, mas antes que pudesse perguntar algo, os silvos foram ouvidos, parecia que mais morcegos queriam vir atrapalhar o diálogo das garotas. Hopkins levantou-se e Ashley não perdeu tempo sacando novamente sua varinha. Ela já havia conseguido uma vez, seria simples conseguir de novo, Stwart mirou para uma das criaturas, girou seu punho novamente, esperou a energia fluir e falou: - Impedimenta


Aprendizagem de feitiço: Impedimenta
Postagem 003: Tentativa 002


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~ Interação: Emilia Hopkins ~ Citados: Alexia Neveu
~ Notas: Vamos lá dadinhos lindos²!
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Re: Casa dos Gritos

MensagemInglaterra [#114260] por Jake Hardyng » 28 Dez 2012, 10:07

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Supervisão de Aprendizagem

Personagem
Ashley Stwart

Feitiço
Impedimenta

Critérios Necessários
Êxito em todos os critérios, pode finalizar o arco!
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Re: Casa dos Gritos

MensagemFranca [#114262] por Alexia H. Neveu » 28 Dez 2012, 10:37

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As duas garotas pareciam ter uma sincronia perfeita, pois no mesmo instante, os ataques foram feitos e os morcegos caíram imóveis no piso velho da Casa dos Gritos. Stwart obviamente estava maravilhada com o domínio daquele novo feitiço, afinal, seus planos naquele dia era explorar Hogsmeade, nem tinha ideia que no meio daquela aventura acharia alguém tão habilidoso: – Obrigada Emilia! Acho que já consigo controlar o feitiço perfeitamente. – Sorriu para a ruivinha enquanto a mesma rumava para a porta de entrada, talvez fosse realmente o momento de ir embora, dali a algumas horas anoiteceria e Stwart precisava voltar para sua nova morada, talvez seu tutor ficasse preocupado com seu desaparecimento.

Conseguiu alcançar Hopkins já na saída do lugar, a outra repentinamente virou-se para si:
– E você Ashley, como foi que descobriu que tinha uma irmã, ou quem sabe que tem uma família que não conhecia? – Stwart olhou para o horizonte, era uma bela paisagem ali de onde estavam, dava para ver toda a Hogsmeade, esta coberta pela película branca que representava o inverno europeu. A loirinha ainda se matutava com a pergunta de Emilia, a palavra família era algo bem relativo. Ela não podia negar que Alexia era idêntica a si, como também não sabia explicar o motivo daquilo, muito menos por que. Respirou fundo e seguiu caminhando ao lado da ruiva.

– Não sei te responder a essa pergunta. Eu não tenho nada que indique que Alexia é minha irmã, a não ser a aparência dela. E se, for coincidência? E se for algo raro que só acontece com sei lá, um número mínimo de pessoas? Aconteceram várias coisas desde as férias de verão. Encontrei um garoto no Egito que me confundiu com ela, nos correspondemos por carta, tentamos nos encontrar, fui sequestrada, presa em um cativeiro sem saber o porquê e... Agora estou morando em uma boa casa, tendo um tutor que cuida de mim, me protege, então, sinceramente eu não sei o que pensar. – Stwart não sabia explicar muitas coisas, uma delas era o porque de estar confessando seus sentimentos a uma “estranha”, mas quem sabe aquilo fosse algum sentimento bom que Emilia lhe passava?

A ruivinha parecia tentar digerir todas aquelas informações, mas antes que a mesma pudesse indagar sobre algo mais, elas chegaram ao povoado e a mesma acenou para dois adultos mais a frente, deviam ser os seus pais. Ela sorriu para Stwart:
– Eu também não entendo Ashley, mas eu posso te ajudar, tentar entender com você, o que acha? Se quiser me enviar uma carta, fique a vontade, se eu tiver alguma pista a mais, aí eu te aviso tá? Cuida-se e boas férias. – A loirinha observou a garota se afastar. Talvez, só talvez Emilia tivesse razão. Felizmente ela tinha pessoas com quem contar e ali, naquele lugar, mais uma havia se juntado a sua causa...


Aprendizagem de feitiço: Impedimenta
Postagem 004: Encerramento


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~ Interação: Emilia Hopkins ~ Citados: Alexia Neveu
~ Notas: Terminei! .YA
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Alexia H. Neveu
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