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Ruas de Hogsmeade

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Ruas de Hogsmeade

MensagemReino Unido [#52541] por Duque de Paus » 19 Jul 2010, 14:37

  • 10 Pts.
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Hogsmeade é um grande vilarejo próximo a Hogwarts, sendo um dos poucos totalmente bruxos ainda restantes, mantendo uma tradição quase esquecida e pouco encontrada. Possui diversos estabelecimentos nos quais os bruxos realizam suas compras e também se divertem. É muito parecida com o Beco Diagonal quanto à diversidade de produtos, porém por ser mais próxima de Hogwarts, os alunos da Instituição fazem ali suas compras urgentes ao longo das visitas programadas pela escola e também podem ver seus pais trouxas, e assim, estes poderão conhecer como é a vida de um vilarejo bruxo, tão diferente daquilo que eles presenciaram até então. Sintam-se à vontade em conhecer este maravilhoso lugar, onde passarão bons momentos nos diversos lugares interessantes e sempre com algo novo para se conhecer.
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemItalia [#63472] por Jasper Bertolle » 10 Dez 2010, 17:03

  • 7 Pts.
CHAPTER ONE
Dec, 23
Liverpool

Featuring Anne Schindler
Execute by Jasper Bertolle
Censure 15 +
(Contains swearing and suggestion of sex)

Por fora das paredes daquele cômodo eu acompanhava o movimento desenfreado da cidade que me cercava. Estávamos tão perto do feriado Natalino e todos se apressavam para cumprir suas obrigações, não interessa quais; familiares, religiosas, profissionais ou simplesmente diversão. Os pés continuavam cercados da água que descia por meu corpo num vai e vem de curvas e traços marcados num tom pálido como a neve que cai lá fora. Uma das mãos apoiava o corpo insolente, escorando o equilíbrio na parede. Um jato de água quente insistentemente derramava seu frescor em minha nuca misturando o liquido aos fios de cabelo perdidos. Eu encarava o ralo do banheiro por onde a espuma de banho descia e rumava seu destino cruel, uma concentração mais do que habitual me fazia entender que não estava ali, perto de algo mais longe do que eu queria. Uma contradição dura que me fazia perder a noção exata do tempo, nem saber o que teria feito há alguns minutos atrás, ou com quem fiz. O vago que abria caminho nos pensamentos mais profundos que me eram impregnados afogou as magoas do passado enterrando-as na parte mais deserta de um coração seco. Era como se executasse um ritual para lavar a alma daquela assombração que cruzava meu caminho e queria ficar, só que eu não estava disposto a aceitar esse prejuízo. Esquecer o passado e pedir as contas seria bom, melhor do que viver infame, chorando pelos cantos uma dor que não me pertencia. Eu não poderia. Um ódio transpassou meu rosto, soquei a parede um instante deixando a dor percorrer o ponto de contato até toda a área que quisesse afetar. O Jasper que estava largando uma vida tão promissora para correr atrás de um sonho estava morto, minhas próprias mãos fizeram esse trabalho, arrancar o fraco que persistia em dominar meus pensamentos. Fechei os olhos bruscamente enquanto sentia um par de braços me abraçarem e mergulhar no meu banho solitário. “Estava demorando, pensei que tivesse caído no banheiro”, ela disse. Um sorriso faceiro, algo que há poucos instantes enquanto gemia e pedia por mais era interessante, agora, só me fazia odiar o fato de dar liberdade a essas vadias inglesas. “Começaram sem mim?” Outra voz atravessava a porta do banheiro entrando no espaço que antes era só meu. Um pouco mais forte, só que frágil como a da garota. Peter, ou algo assim era seu nome. Não me importava, eu não era acostumado a chamar seus nomes enquanto fodia seus corpos para ter certeza de não errar. Permiti entrar no clima, virei rapidamente encarando o jovem, um pouco mais alto do que eu e a virgem sonhadora que me abraçava. — É claro que não, que graça teria um só? Marie não é? Espero que valha a pena meu tempo. — Empurrar ela contra a parede segurando firme sua nuca, encaixar meu corpo nu entre suas pernas enquanto sufocava entre beijos quentes era um começo; um beijo em meu pescoço e já estava acompanhado pelo terceiro. Minha viajem a Liverpool estava perdida, havia certeza agora que ele estava devidamente morto e eu não ia mais derramar nem uma lágrima por aquilo, descontaria todo meu esforço em todas as almas que quisessem sentir o meu prazer. Chega de transição, agora é real.



Dec, 24
Londres


As ruas da capital inglesa estavam abarrotadas de gente. Véspera de Natal meus caros leitores, amanhã todos passariam o dia com suas famílias na sua ceia perfeita com comida, roupas e musica idiota. Quem precisa disso? Eu não. Fazer papel de ridículo na frente de parentes desconhecidos e paparicar crianças fedorentas enquanto saboreia seu peru, oh não, realmente não seria o programa que desejaria. Infelizmente, quando você não tem família pra cuidar de sua vida, alguém tem que fazer certo? A minha situação estava quase como se fosse para a adoção. O governo me rebatia de todos os lados e apenas me aceitava fora de um internato por que tinha o colégio que me amparava o ano todo. Eu era um cachorro que ninguém queria adotar, aqueles bem pulguentos e fedorentos com sarna. Esse preconceito era difícil de quebrar, ninguém iria aceitar um garoto de treze anos, não mesmo. A rebeldia é como um critério essencial para esse tipo de situação, e eu, bem, digamos que não tenha a melhor das listas para ajudar na escolha. Dane-se. Algum momento eu disse que queria isso? Era só esperar mais alguns anos e já podia tomar conta de mim mais do que já fazia. Já tinha dado algumas entradas para a emancipação, sem êxito por enquanto, todos acreditavam na salvação. Grande, querem assinatura dos meus pais? Oh sim, pode procurar a Srª Bertolle num caixão; meu pai? Claro, se você achar ele diga que eu mandei um abraço. Eu tinha certa quantidade de dinheiro, não muito, na maior parte era pra manter os estudos, eu podia viver só. Ninguém ligou até agora, por que eu teria que me movimentar quanto a tal mecanismo?

O carro dobrava em esquinas diversas e todo aquele movimento me enjoava. Por que um maldito mordomo não consegue dirigir com eficiência. “Eu não sou motorista”, e daí? Aprenda! A relutância, quanto à insolência, se sucedeu ao meu pedido de comprar bebidas.
— Anda traste, acha que tenho o dia todo? — Conseguir aquela autorização para sair da escola fora deveras complicadas, varias corujas a Madame Berta, uma velha prostituta que sonhava em transar comigo, fora feita pedindo que concedesse uma visita cordial, pelo menos morar perto do prédio onde residia Nicollas anteriormente valeu de alguma coisa. E mesmo que aquela cara recauchutada por cremes falidos e uma peruca mal feita me assustasse, eu a idolatrava; tão caquética mais eficiente na hora de um oral perfeito. Oh sim, ela era a surpresa do Cabaré. “É como se não tivesse dentes” anunciava o locutor. Os homens pagavam seus euros para ser chupado por uma velha polonesa centenária, ou mais do que isso. E percebam a propaganda não era enganosa, ela não tinha dentes mesmo. Outro gole na garrafa de Vodka Russa e acendia um cigarro. “O segredo para seduzir com um cigarro é falar enquanto mantém a fumaça na boca” ela me dizia numa visita há algum tempo atrás, “fale com a fumaça saindo levemente e depois solte tudo com uma pequena abertura de lábios. E não se esqueça de sorrir no final, é essencial.” Deveria me lembrar de visitá-la novamente de fato, saber das novidades no mundo da sensualidade era seu hobby preferido.

Desci na frente de um bar tosco e mal focalizado. Dos lados grandes lojas ornamentadas para as festas e lá, apenas um sino na porta, e nem chegava a ser um enfeite e sim um aviso de que alguém havia entrado e saído. Meus lábios se repuxaram em reprovação enquanto abandonava meu refugio e entrava no bar sem notar as pessoas por perto. Olhares curiosos me acertavam a todo instante em que passava por ali. Não era de se estranhar que iriam estranhar alguém tão bem arrumado, os débeis mentais de Hogwarts não se comparavam a pompa da Academia Francesa, e eu só estava por ali por que seria um dos vilarejos bruxos mais perto para escapar dos trouxas horrendos. “Ei garoto.” Um maníaco? Que fosse, eu não estava afim de joguinhos aquela parte do dia, só queria sair dali e reencontrar outro lugar aberto para apreciar meu porre. Daí por diante todos já sabem o que vem, sem enrolar. Fundo do bar, três batidinhas no tijolo e o resto são historias. De lá seria bem mais fácil conseguir uma lareira e ir a Hogsmeade.


Dec, 24
Hogsmeade


Uma hora depois e eu quase nem conseguia andar, carregava uma garrafa coberta por um saco de papel cobrindo o conteúdo. Pessoas passavam a todos os lugares seguindo seu rumo e nem notariam um bêbado. Eu sorria incontrolavelmente vociferando palavras desconexas enquanto me aproximava de um canto, bem próximo da extremidade final da rua. Uma pequena praça se abria para mim num convite a sentar. Procurei a posição certa e me arremessei sobre o banco caindo sentado. Virei a ultima gota de álcool na boca. — Que droga! — Levantei um pouco os olhos para acompanhar um par de pernas a minha frente. “Eu acho que posso ajudar” e levantou uma garrafa em minha direção. Oh, é claro que pode.



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                                  Extra: Postei Rach tesão! *-* Ah, não ficou tão bom quanto eu queria mais pelo menos dá pro gasto. Agora é só chegar chegando e abusar do Jasper chapado. Pra quem não entendeu, Jasper ta passando um tempo fora da escola ok? Férias de Inverno. E outra, a interação é totalmente FECHADA, pelo menos pra mim. Se quiser interagir entenda que não vamos cantar músicas alegres de fim de ano, muito menos aparar neve com a língua. (oi?) É isso! Não se metam se não forem bem vindos e leiam se quiserem, a classificação ta lá em cima, depois não vão chorar se chegar a ler algo que não devia. :*
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemFranca [#63801] por Selina Kyle Marvill DiCristi » 14 Dez 2010, 11:58

  • 12 Pts.
POST NÃO INDICADO A MENORES DE 15 ANOS


Mansão dos Schindler- Nuremberg- Alemanha

O Natal é uma das mais belas épocas do ano, é como se todos fossem envoltos por uma áurea de felicidade e generosidade, ou pelo menos, quase todos. Como já devem imaginar esse não era o caso da nossa protagonista. Anne encontrava-se trancada em seu quarto com os fones no máximo volume enquanto entornava algumas doses de tequila, a bebida trouxa descia por sua garganta como fogo fazendo com que todos os pelos de seu corpo se eriçassem. Sentia vontade de gritar tão alto quanto a música que invadia seus ouvidos, mas ainda sim não seria suficiente para exprimir todas as emoções contraditórias que ela gostaria de arrancar de seu peito. Passeou os olhos pelos mínimos detalhes do luxuoso quarto enquanto as lagrimas teimavam em escorrer por seu rosto alvo, que já começava a adquirir um tom ligeiramente avermelhado.

A intensidade de todas as coisas vividas naquele quarto a atingiu com ferocidade a fazendo recuar alguns passos se encolhendo em sua cama, rezando para que tudo aquilo passasse, sim rezar, a alemã nunca fora religiosa, na verdade não acreditava em tais coisas. No entanto naquele momento nos quais revia todo o sofrimento de sua infância perdida não poderia deixar de acreditar que existia um propósito superior para sua vida. A morena estava com onze anos, mas às vezes parecia ter cinqüenta, não só pelos motivos óbvios, como já ter tido sua primeira relação sexual tempos atrás, ou ainda a dose generosa de álcool que ingeria naquele instante. O que mais fazia Anne sentir-se com uma idade superior a que de fato tinha era as responsabilidades que assumira consigo, não era fácil escolher o destino que ela havia traçado, mas para ela não existia outra opção, pelo menos a seu ver.

Sentia como se alguém deferisse consecutivos golpes contra si a cada novo segundo que passava naquele quarto, precisava dar um jeito de sair dali. Não que isso fosse um desafio, seu pai neste momento estava tão embriagado que provavelmente não perceberia se ela nunca mais voltasse, enquanto sua mãe a essa altura já deveria estar desarcodada.
– James... Venha até aqui seu verme inútil- gritou enquanto se desfazia das lágrimas que cobriam seu rosto. Observou o mordomo se aproximar cauteloso –Me leve a Hogsmead... AGORA- vociferou para o mesmo, sentindo o prazer em observar o desespero perpassar as feições do outro. –O que ta esperando seu bastardo inútil??- perguntou virando um novo copo da bebida trouxa enquanto tentava, inutilmente, atacar suas sandálias. Sua vista estava embaçada e seu corpo parecia não responder inteiramente as ordens enviadas por seu cérebro. – James... Me ajude- ordenou, jogando os pés sobre as mãos do outro – Ótimo, agora vamos- cravou a as unhas ferozmente no ombro do outro para que ele entendesse que não teria opção.


Hogsmead

Sentiu seu corpo ser arrancado do local onde se encontrava e depois parar em uma longa rua no vilarejo inglês. Abriu os olhos lentamente apreciando a liberdade acalentadora do local –
Ótimo, agora pode ir embora- gritou para o mordomo. Passeou os olhos pelo local e não demorou a encontrar algo de seu interesse. Um jovem loiro de ótima aparência, ou pelo menos assim lhe parecia, ela não estava em condições de julgar grandes coisas. Nesse momento, geralmente, ela tentaria elaborar a melhor técnica para se aproximar de sua vitima, mas naquele momento ela estava pouco se importando com quem era o menino, muito menos com seus interesses.

Caminhou cambaleante até o rapaz com a garrafa de tequila nas mãos e a ofereceu para o mesmo, ou pelo menos assim lhe pareceu. Sentiu os olhos do rapaz se deter por alguns minutos em suas pernas e desfrutou do prazer de, mais uma vez, conseguir seu objetivo. Ela podia estar bêbada, mas certamente não louca, de modo que não lhe restava duvidas de que o loirinho seria seu naquela noite. Depositou a garrafa nas mãos do outro e olhou intensamente em seus olhos, ou essa foi sua intenção, já que seu corpo rapidamente se desequilibrou e ela acabou caindo por cima do outro. Sentia sua respiração um tanto quanto ofegante pelo contato tão próximo e inusitado com o de seu companheiro de interação.

Arco fechadinho Anne e Jasper.
Ficou bem fraquinho Vic. No próximo melhoro. Beijos
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemItalia [#63823] por Jasper Bertolle » 14 Dez 2010, 15:29

  • 6 Pts.
                                  Atenção: O texto a seguir contém trechos não recomendados a menores de 15 anos. É aconselhável que não leia se não estiver acostumado com leituras deste porte. Contudo, não possui ofensas pesadas ou muito menos palavras de baixo calão. Entretanto, informo novamente que seria interessante saber o que está fazendo para não reclamar depois. Me responsabilizo por todo o texto descrito abaixo.


Sexy Anne
CHAPTER TWO
Dec, 24

Featuring Anne Schindler
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Censure 15 +
(Contains suggestion of sex)

O que a bebida não faz com as pessoas, não é? Torna seus intuitos mais profundos algo que sempre quis se aflorar e desbravar o mundo oco a sua frente. Beber é uma forma de afogar magoas, esconder tristezas, estar feliz ou simplesmente falta do que fazer. Nesses contextos surgem as historias que um dia você contara a seus amigos numa roda cercada com cervejas e risadas escancaradas. Agora imaginem o que esse deturpador licito pode fazer com crianças ou pré-adolescentes como eu. Nossos sistemas frágeis reagem da pior forma possível, tornando tudo àquilo numa grande catástrofe social ou até mesmo numa erupção de hormônios quase inexistentes, e por mais que você acredite ser desenvolvido, não percebe o quão infantil seu corpo e alma ainda são. De frente a mim, uma das meninas-mulheres mais exagerada que eu poderia ter visto em todo esse ano. Aparentava estar no auge de seus onze anos de idade, quase nem peitos e sutis curvas que nem mesmo conseguia delinear. Era constrangedor vê-la naquela situação, que no caso era igual o meu, bêbado em plena véspera de natal sob a fina neve que agora começava a serpentear o ar. Eu sorri, e antes mesmo que pudesse me dirigir a sua pessoa, fui recebido com o corpo caindo sobre meu colo. Minha cabeça estava baixa no momento, meio que tentava dizer algumas palavras, só que quando poderia conseguir ela se atirou em mim, ou algo assim. Meu reflexo estava péssimo e a garota quase se estatelou no chão. Suas mãos se prenderam em meu ombro enquanto erguia suas pernas no ar para mantê-la equilibrada sobre minhas coxas. Ainda ofegante encarei sua face vermelha e já senti o hálito quente, liquefeito com álcool. Respirei fundo e já inspirando desenhei uma linha de fumaça demarcando o ar que era expelido por meus pulmões. Quebrar o gelo, sem trocadilhos, era hora de tentar algum dialogo ou eu estaria sendo um idiota completo. — Uau, ér. Belo par de pernas. — Sim, foi a única coisa que conseguiu sair de minha cabeça até então. Paradas constrangedoras, demora em completar apenas um frase e dificuldade para respirar, agora fumar não parecia tão divertido no momento em que eu precisasse de um pouco de fôlego. A mão esquerda que antes estava bem próximo de sua cintura, mais precisamente na base de sua perna próximo as nadegas se ergueu e consertou o cabelo da jovem que caia desconcertado sobre a face. Não era tão pesada, então não foi nada difícil fazê-la sentar ao meu lado e garantir que não desabasse para o lado. Respirei fundo mais uma vez, aquele estado de embriaguez estava me fazendo perder a pratica, ou será que estava passando? Só faltava eu corar, por favor. Uma carteira de Marlboro foi retirada do bolso esquerdo do casaco e em instantes outras cortinas de fumaça que não eram da condensação do ar atravessava o espaço entre nós. — E então, o que a trás a Hogsmeade, senhorita... ? — A tradicional puxada de assunto seguida de uma frase que concluiria com a mesma dizendo seu nome. Segurei a garrafa à frente dos olhos identificando o que era, grande, bem forte. Levei a boca e fechei a cara um instante sentindo o liquido corroer o caminho por onde passava. Só consegui manter o resto dos sentidos que me restavam ainda quando ouvi sua resposta. Se importava? Claro que não, eu nem mesmo sabia a razão de estar fazendo aquele tipo de pergunta. Na verdade, eu sabia, queria conhecê-la. Eis que a voz da perversidade em minha cabeça gritou incansavelmente que eu não precisava nem ao menos saber seu nome, seria bem mais divertido brincar de anônimos e transar num canto qualquer com as pernas da mesma alçada em minha cintura enquanto arranhava sua costa batendo contra uma parede.

Girei um pouco a cabeça par o lado tragando mais uma vez o cigarro e sucumbindo a minha própria idéia de sexo ali mesmo. Só que, seria um belo conto de natal que eu contaria a alguns amigos de balada. Uma bela garota Alemã gemendo em meu ouvido enquanto era penetrada, perfeita historia.
— Ok, vamos continuar anônimos, não acha mais interessante? Podemos beber e ser apenas um do outro por hoje e quem sabe contar quem somos na manhã seguinte. — Sorri maliciosamente, algo que não seria um bom sinal. Tirei o espaço entre nós e continuei a encarar suas pernas tão delicadas cercadas por uma meia-calça que pedia para ser rasgada a dentadas. Um frio subiu a espinha enquanto passava a garrafa para a dona e tragava novamente agora quase terminando o vicio. Arremessei a sobra a uma lateral e encarei novamente minha companheira de cena. Estávamos a alguns centímetros de distância e eu só pensava em abrir aquelas pernas e mergulhar sem medo de me perder. O jogo, tinha que me focar em manter um certo ar misterioso para que chegasse a ser interessante. — Respondendo sua pergunta de antes, realmente não interessa o que você veio fazer aqui antes e sim o que ira fazer. — Pronto, agora estava sendo tão eu mesmo que nem conseguia encontrar espaço para o garoto de alguns meses atrás; ajudando idiotas novatos, paquerando garotas temperamentais ou até mesmo pensando num vampiro idiota. — O que podemos fazer depende da sua capacidade de me divertir, e sim, eu quero estar no comando e não, não há nada que você fale ou faça que mude isso. — Ela estava mordendo os lábios? Será mesmo que estava entrando em minha teia por vontade própria? — Entendeu? — E antes que alguma palavra saísse de sua boca, eu já tinha coberto a diferença de separação de antes e mantinha minha cabeça ao lado da sua com o nariz levemente roçando seus cabelos. Meus lábios se abriram num estalo e a ponta de minha língua tocou geladamente a parte inferior de sua orelha, passei de um lado pro outro puxando em seguida com os lábios a ponta para chupar vagarosamente mordendo docemente o local. Respirei eu seu ombro agora afastando o cabelo para dar mais conforto a investida. — Está com medo de mim? — Sussurrei meticulosamente em seu ouvido voltando a repetir o processo anterior. — Fale comigo, se ficar gemendo assim dessa forma as pessoas podem achar que estamos transando aqui. — Completei ainda mantendo tom baixo de minhas palavras e acompanhando o comprimento de suas pernas com a mão livre.

Apertei a base de sua coxa acima do joelho enquanto arranhava suavemente sua perna com a unha e voltando a deixar a palma da mão subir até passar por sobre uma área que eu queria mais tarde saborear com os lábios, o pequeno morango que eu mordiscaria, lamberia e beijaria deixando levemente umedecido para enfim comer. Deslizei sobre seus braços e segurei a garrafa em mãos para poder beber outra dose. Segurei seu queixo para trás e derramei exageradamente uma quantidade de bebida em sua boca; Anne demorou a beber, manteve um pouco na boca como se não agüentasse tudo de uma vez. Selei seus lábios contra os meus, seria um selinho somente se ela não engolisse o resto de álcool em sua boca, e quando fez eu fui para trás.
— Boa garota! — Outra dose. Se estivesse bêbado, e ela mais ainda, poderia conseguir até as mais pornográficas vontades que estávamos a fim de fazer.

Encaixei novamente minha cabeça entre a cabeça e o ombro da mesma, levantei suas pernas sobre as minhas de modo que ficassem erguidas de leve ao ar. Rocei uma parte minha que agora estava tesa em sua perna em seguida beijando seu pescoço. A mão boba novamente vagava, agora entre as pernas.
— Acha mesmo que estou a fim de fazer sexo com você? — Vide, não passava de uma das frases de efeito pra pegar falsas vadias, aquelas que querem apenas um dia de diversão para contar a suas amigas. Hogwarts, estava cheio dessas e eu não estava disposto a perder meu tempo com alguma aluna virgem com vontade de perder seu precioso selo com um estrangeiro qualquer. Eu não era um qualquer e bem, não seria um consolo de mini prostitutas inglesas. — Digo, o que acha que pode me atrair em você para me fazer transar ou até mesmo brincar com seu corpo ousado? — Claro que eu estava colocando minha conta em risco, como diria o finado Silvio Santos, apresentador de programas ridículos num canal de televisão inútil. No entanto, eu preferia perder a companhia do que o dia inteiro. Vamos lá, mostre que eu estou errado.



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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemFranca [#63905] por Selina Kyle Marvill DiCristi » 16 Dez 2010, 16:34

  • 8 Pts.
POST NÃO RECOMENDADO A MENORES DE 15 ANOS

Que a bebida modifica as reações psíquicas e corporais do ser humano é um fato amplamente conhecido e muito bem estudado em diversos âmbitos científicos. No entanto era inegável o fato que a alemã não precisaria estar necessariamente alcoolizada para estar com o lindo loiro que encontrava-se embaixo de si. Sentiu um ligeiro arrepio percorrer sua pele com o comentário nada decreto do outro, caso fosse alguma menininha recatada provavelmente se sentiria ofendida, mas o fato é que Anne adorara a atitude do outro. Deixou que a felicidade incomum que a invadia por aquele flerte descarado chegasse a seus lábios na forma de um sorriso divertido, ao mesmo tempo em que era sexy e sarcástico. – Gostou?- perguntou ainda sorrindo, enquanto sentia o garoto a envolver fazendo-a sentar-se a seu lado, pensou por alguns segundo em requisitar que voltasse a posição original, afinal, esta, estava extremamente agradável, pelo menos para a morena.

Observou os movimentos de seu companheiro com tal como uma águia prestes a atacar, ou pelo menos assim o seria se não fosse o fato da menina não conseguir se focar no mesmo local por tempo o suficiente que absorvesse a complexidade do mesmo. Apesar do estado avançado de embriagues ela conseguiu ter uma ligeira noção das palavras pronunciadas pelo loiro. O que ela fazia ali na véspera de natal? Esse definitivamente não era um tópico que ela esperasse, ou sequer desejasse abordar com quem quer que fosse ainda mais com um ser completamente desconhecido e tão embriagado quanto ela própria. –
Isso realmente importa? – falou ainda sorrindo, embora em seus olhos perpassassem uma sombra de tristeza misturada com algo sombrio, vingança, ódio, sentimentos que moviam a alemã desde que se comprometera em se vingar.

Embora esses sentimentos de revolta ainda fossem bastante vividos na pele ardente da menina, ela preferiu dar vazão a outras áreas de seus fluidos harmônicos. Fitou o azul dos olhos do outro por alguns instantes enquanto se detinha no movimento que seus lábios executavam ao falar. Sua voz chegou um tanto quanto distorcido aos ouvidos da alemã, talvez pelo o excesso de concentração nos lábios do rapaz, ou, muito provavelmente, pelo efeito da alta taxa alcoólica que circulava nas veias dela naquela momento. A duvida sobre o que quer que o italiano havia dito se esvaiu da mente da menina no momento que sentiu-o se aproximar com os olhos presos a suas coxas amplamente expostas por uma saia de comprimento bastante reduzido. Deixou que o menino se deliciasse com a bela visão de suas pernas enquanto o encarava perpassando a língua por seus lábios e dando suaves mordidas no mesmo. Finalmente a alemã atingira seu objetivo e ganhara a total atenção de sua presa que reduzira o pequeno espaço ainda existente entre eles. Soltou um leve gemido de prazer ao sentir os lábios e língua do rapaz tocara seu pescoço com destreza fazendo-a estremecer.

- Medo?- perguntou quase gargalhando ainda com a respiração ligeiramente entre cortada pelos carinhos fornecidos pelo italiano, não ela não estava com medo, aliás, esse era um sentimento que a menina desprezava tanto quanto a uma criatura imunda. De tudo que o loiro falara até agora apenas uma frase conseguira concluir seu caminho chegando até seus neurônios... Transar ali? Isso definitivamente não lhe parecia uma má idéia, na verdade era uma idéia maravilhosa. Sentiu a mão do menino passear por suas pernas, embora o efeito da bebida a impedisse de sentir toda atmosfera envolvida no ato, ela não teve duvidas das intenções do rapaz, que, para sua felicidade, pareciam se encaixar perfeitamente as suas. Consecutivos arrepios percorriam a pela da menina cada vez mais intensamente, ela arfava longamente na tentativa de controlar as consideráveis quantidades de hormônios liberadas em seu sistema sanguíneo.

O menino fez com que sua cabeça fosse levemente pra trás com certa brutalidade, para em seguida depositar uma generosa quantia da bebida em sua boca. A menina sentiu o ardor do liquido queimar suas entranhas à medida que sua própria pele passava a arder, sendo que em reclame pela do loiro a sua frente. Desejo que foi satisfeito momentos depois quando o loiro a tomou para si desejosamente
– Eu tenho certeza que quer- falou respondendo ao comentário do garoto. Suas mãos passeavam ousadamente pelo corpo do outro, enquanto suas unhas arranhavam levemente sua nuca em uma caricia provocativa. Em resposta ao segundo comentário do menino a alemã levantou-se bruscamente tropeçando pelo efeito da bebida, voltou a virar-se na direção do menino encarando seus olhos com intensidade enquanto desabotoava um segundo botão de suas vestes. Aproximou-se do rapaz e sentou em seu colo fazendo com que suas pernas envolvessem sua cintura enquanto ela tomava seu pescoço com beijos e mordidas.

- O que você acha?-sussurrou no ouvido do menino enquanto começava a rebolar em seu colo ainda beijando seu pescoço, deixando que suas mãos percorressem os músculos definidos do outro. Anne agarrava o cabelo levemente encaracolado do outro com destreza –acha mesmo que sou inocente?- perguntava aumentando a intensidade do rebolado, cavando suas unhas nas costas do rapaz enquanto distribuía beijos ardentes por seu pescoço, deixando um caminho de fogo por onde seus lábios passavam.
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemItalia [#64064] por Jasper Bertolle » 20 Dez 2010, 14:38

  • 11 Pts.
                                  Atenção: O texto a seguir contém trechos não recomendados a menores de 15 anos. Estou apenas avisando de novo para não ter desculpa. (.rum)



I make them good girls go bad (Tribute to Lore)
CHAPTER THREE
Dec, 24

Featuring Anne Schindler
Execute by Jasper Bertolle
Censure 15 + (Contains suggestion of sex)
Não me espantei nem um pouco com a cena, serio mesmo, era de supor que sua pobre mente fragilizada pelo álcool cederia a minha investida maldosa; não que de verdade eu me interessasse com qualquer sentimento que pudesse estar sendo exercido ali, que não seja o prazer. As pernas que eu tanto havia focado outrora, se envolveram em meu corpo enquanto estremecia, seria o frio ou o tesão? Certo, ainda não tinha muita certeza disso, contudo, era bem mais claro perceber com os tais sussurros, mordidas e chupadas que recebia. Uma pergunta. “Acha mesmo que sou inocente?” Nunca. Inocência era uma coisa que Anne não colecionaria em sua lista de sentimentos diários. E por mais que minha tese de achar outrora que não passava de uma vadia de Hogwarts tivesse descido pelo ralo, eu relutava com o fato de ceder a suas caricias pervertidas. O único problema era que ninguém avisou ao Jas Jr. (oe?) que não era hora de subir ainda, visto que eu queria parecer durão. Espera, eu estava “durão”. Ignorem. Abri os braços segurando no apoio do banco de praça que nos localizávamos deixando que a mão da garota repuxasse minha cabeça para trás pelos cabelos. Nem me dei ao trabalho de responder, será que o olhar satisfeito e o notório volume na calça haviam entregado minha posição?

Decidi então que era hora de parar com a brincadeira, deixar de ser o virgem abusado e correr para aproveitar. Confesso que aquela situação toda me deixava incrivelmente excitado, a embriaguez, o frio, a ousadia, tudo melhorava em muito a circunstância. Segurei firme suas costas enquanto mantinha-se sobre mim e levei meus lábios até o meio de seus pequenos seios, acanhados mesmo, fato. Não importa, homens não tinham tetas e eu gostava disso. Dois dos botões de sua blusa já estavam abertos, e nesse pequeno espaço eu beijei de leve, puxando com os lábios marcando o espaço por onde havia começado. Desci a língua pela extensão do espaço até o próximo botão abaixo da sequência, já era possível notar o sutiã preto com sua renda básica solta para o lado. Com as mãos ainda em sua costa, subi o suficiente para começar a levantá-la por trás. Um objetivo simples, alcançar a maldita trava daqueles acessórios femininos. Uma distração, não que fosse necessária, mais essencial para completar as etapas sexuais. Olhei para cima enquanto via ela se remexer sobre meu corpo, mordisquei os lábios e levemente alcancei os seus beijando a parte superior, em seguida a de baixo voltando para encaixar um beijo leve mais excitante, movimentado para cima e para baixo devagar. Ela parecia gostar de cavalgar, e eu adorava aquele estilo; uma coisa tão pervertida, bem dominadora, só que ela havia esquecido que eu que estava no comando. Um “click” e alça caiu para os lados. Agora sim, mais livre. Com a boca, arranquei todos os botões, literalmente, tirando-os do lugar e cuspindo para o lado. Beijei o centro e com a ponta do nariz, fazia o já solto sutiã se desatar e deixar a vista um dos lados dos seus seios. Mordiscar de leve não doía, e fiz. Um leve estalo se repassou enquanto eriçava o bico, não riam, não tem outro nome pra se dar a isso. Mamilo? Ok, é menos pior. Ta certo, passando a língua ao redor do mamilo deixei que sentisse toda a emoção. Rodopiei algumas vezes apenas com a ponta da língua tocando o anel do mamilo, aquela parte mais escurinha. Chupei alguns instantes revezando com o outro lado. As mãos iam à bunda da garota fazendo-a empinar e acelerar seu cavalgar.

A noite estava quase caindo no horizonte e o lugar começava a escurecer. Nossos corpos se entrelaçavam de uma forma intensa enquanto sentíamos o calor de cada um espantar o enregelar. É claro que as pessoas começaram a perceber certa movimentação e a qualquer instante íamos ser atrapalhados. Dizem que as pessoas que estão “porres” não pensam, bem, eu pensei. Vamos ter que acabar aquilo e ela não ia me deixar de... Na mão. Apoiei uma das mãos no banco enquanto segurava com a outra, não era tão pesada, mais sabe, bebida, entendem né? Só consegui mesmo manter meu corpo em pé e a fazer descer.
— Vem comigo. — Rápido e pratico. Segurei em sua mão e quase corri para uma das pequenas ruelas que passavam por trás de uma loja de doces, o lugar chamava tanta atenção que era quase impossível alguém se preocupar em olhar ao beco que saia por trás. Chegando lá me encostei à parede puxando seu corpo contra o meu e enfim arremessar aquela blusa que atrapalhava. No instante em que se incomodou em puxar a minha por sobre a cabeça, eu contemplava um misto de mordidas e chupadas em sua barriga. Engatei a mão na cintura e forcei para que chegasse mais perto. Ela gemia? Oh sim como gritava encravando as unhas no meu ombro. Mais um botão se fora, e agora a sua calça já estava no meio da perna. Nem me preocupei em olhar para os lados dessa vez e confirmar que estávamos sozinhos novamente, não mesmo. Tirei. Uma calçinha preta Anne? Que coisa não... Parece que alguém saiu mesmo de casa com a intenção de conseguir algum sexo casual. Apoiei os joelhos no chão para firmar uma posição e passei uma de suas pernas por sobre o ombro deixando minha face bem de frente com, bem, vocês sabem o que. Agora vem aquela “empurrada” pro lado. Muitos de vocês que leram essa parte devem lembrar-se das famosas rapidinhas em que não tem muito interesse em tirar completamente a roupa, nesse caso é só puxar um pouco pro lado a calçinha e pronto, praticar.

Algumas pessoas devem estar se perguntando: ela tem apenas onze anos, e você treze Jasper Bertolle. Como pensam em fazer sexo? Quanta precocidade nessas ações crianças, parem com isso e blábláblá. Eu não ligo muito pra esse tipo de opinião, sei que é realmente estranho esses atos, mas, “tamo” ai! (-q) Péssima explicação, então vamos a ação. Levantei vagarosamente beijando cada parte do corpo da garota que conseguia encontrar pela frente. Um sorriso acentuado se seguiu quando a virava de costas para a parede e descia minhas calças até a altura do joelho. Ergui seu corpo nu cruzando suas pernas em volta de minha cintura, encaixei minhas mãos na sua costa fazendo um apoio maior. Avancei até chegar próximo ao seu ouvido e sussurrei ofegante.
— Apenas feche os olhos e sinta. — Sem esperar uma resposta, voltei um pouco para trás entrando no espaço entre nós, gemendo de leve com a sensação. Ao longe a noite caia deixando seu manto nos cobrir discretamente.



more comming soon [+]
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                                  Extra: Ficou fraquinho :/ To meio sem cabeça pra fazer postagens, mais precisava dar continuidade a interação. Rach meu tesão, sua vez .saf
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Jasper Bertolle
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemInglaterra [#80310] por Aaron Denvers » 20 Mai 2011, 02:19

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Narração
- Falas -
"Pensamentos"



Aaron e Jennifer se encaravam, ela com os olhos marejados, cheios de lagrimas. Ele também estava triste, porem decidido, havia pensando em ter aquelas conversa com ela a semanas, porem vinha refletindo como fazer aquilo.Quantas e quantas vezes ele ficou até tarde da noite, deitado, contemplando o teto, pensando na melhor maneira para abordar a ex namorada, não que agora fosse a oportunidade certa, talvez muito pelo contrario, contudo ele tinha que contar para ela. Jennifer estava a beira das lagrimas, Aaron sabia que teria de escolher as palavras certas, então soltou o braço da garota, respirou fundo tomando coragem e disse.

– Eu te amo… - Disse com toda a sinceridade que ele conseguiu juntar. A reação de Jenny como ele esperava era de ironia e sarcasmo, mas de uma certa forma dava até pena, pois era visível a tristeza nos olhos da garota que já deixava cair algumas lagrimas. – Não estou brincando, nem quero te machucar, muito pelo contrario... – Tentou se justificar, mas a garota estava desabafando, as lagrimas percorriam toda a face da garota, como era linda. Aaron tentava argumentar, mas a garota continuava o interrompendo, algumas pessoas que passavam ali perto, olhavam para os dois, mas tanto ele como ela não estavam mais se importando com nada.

– Jenny deixa eu falar. Eu errei, me perdoa, não sabe como isso ta me tirando o sono, eu te amo de verdade e somente fui homem para te contar isso depois de te perder... –


A loira finalmente ficou calada, parecia que as palavras de Aaron finalmente surtiram efeito, então ele viu que ela estava começando a baixar a guarda. Era o momento certo de tentar reconquistá-la, não que ele não sentisse nada por Ruby, mas Jennifer era o seu grande amor e era com ela que ele queria ficar. Aaron estava mais ansioso e nervoso, porem teria que se controlar um pouco para mostrar confiança para Jenny, do jeito que ela sempre o via antes. Era essa a confiança que ele iria passar para a bela a sua frente, aproveitou os segundos de silencio para segurar a mão da garota, ela não reagiu, apenas continuou olhando para ele.

– Me perdoa por favor, eu não consigo mais ficar longe de você. – Disse enquanto se aproximava ainda mais de Jenny, sempre olhando nos olhos dela. Aaron retirou um lencinho do bolso e o usou para enxugar as lagrimas da face da loura, nesse momento nada mais importava para ele, tudo o que queria era ficar ao lado dela, fazê-la feliz. Então ela se jogou nos braços do Lufano e os dois ficaram abrassados, parecia que tinha sido a um século o ultimo abraço que eles tinham dado. Após alguns segundos, os dois se separaram e Aaron teve uma idéia maluca, talvez fosse demais fazer tal proposta, visto que ele acabara de se redimir, entretanto ele tinha que tentar, a felicidade tomou conta de todo o seu corpo ao ver que tudo estava indo como ele sonhava. – Foge comigo... Vamos casar e viver juntos, eu não tenho planos ambiciosos de trabalhar no Ministério ou em alguma escola, agente pode se virar bem, o que você acha ? Olhou ansioso para Jennifer que obviamente, estava surpresa com o convite, mas estava pensativa e isso era bom. Ela poderia até negar, porem teria ao menos considerado a proposta, e isso já seria uma vitória. Aaron não tinha tantas ambições, por isso tanto faz para ele terminar os estudos ou sair da escola antes. Mas o que realmente importava para ele, era a garota que estava a sua frente, olhando para ele pensativa, absorta em seus pensamentos.




Notes: Postado e não revisado. Continuação do arco que se iniciou no Três Vassouras. Vê se responde logo Chaverinho .aff .
Musica: My Heart - Paramore.
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Aaron Denvers
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemLiechtenstein [#80714] por Cassie Sauthier Zech » 26 Mai 2011, 02:17

  • 12 Pts.
O silêncio que se instalara apenas deixava a situação mais tensa, Aaron apenas olhava para a garota e esta, um pouco impaciente, redirecionou seu olhar de forma com que encontrasse os dele, esperando alguma manifestação. Com os batimentos cardíacos acelerados e sentindo um frio na barriga tentando prever o que seria dito. O rapaz soltara seu braço e inconscientemente ela desejou que não o tivesse feito, precisava ter a sensação de que ele estava ali ao seu lado e um mero contato naquele caso era o suficiente para lhe fazer esquecer parcialmente que não estavam mais juntos. Expirando pesadamente e o encarou enquanto ouvia as palavras que de certo modo, não esperava escutar, eu te amo; foi o suficiente para que tudo o que sentia se intensificasse abruptamente e em meio à raiva, angústia, amor, saudade e por fim esperança, buscar a racionalidade fez-se necessário. – Você está de brincadeira comigo né? – Estava claro que tinha mais coisa para falar, mas as lagrimas que escorriam sobre sua face, assim como seu autocontrole tentando as impedir, por conseqüência fizeram a loira se calar.

Denvers negou a suposição e ao escutar sua resposta Jennifer tentou “engolir o choro”, aquela era a hora de falar o que tanto lhe incomodara.
– Devo te lembrar que outro você sequer foi capaz de dizer isso? Que deixou bem claro que não sabia o motivo de estar comigo? E principalmente, querendo ou não me machucar, é o que mais tem feito durante esses tempos? – O fôlego lhe faltara, mas precisava falar tudo de uma vez, antes que desistisse e como sempre guardasse tudo para si mesma. Aproveitando a pausa que a lufana dera, Aaron se explicou e ao termino da frase, a vontade da menina de continuar falando para tentar fazê-lo se sentir culpado deixou de existir, em seu lugar estava a de acreditar em tudo o que foi dito e enfim ajeitar as coisas. Cruzou os braços e mordeu os lábios demonstrando um sinal de vulnerabilidade. Em sua mente os pensamentos estavam em conflito, por mais que aquilo fosse o que mais queria ouvir, estava insegura sobre a possibilidade do trágico fato se repetir.

Não conseguia se decidir sobre quais palavras usar na resposta e em meio à sua falta de convicção e à quietude que se instalara entre os dois, o capitão puxou a mão de Jennifer para si. O olhar da garota permanecia fixo sobre o dele, assim como seu corpo ao solo, apesar de almejar apenas quebrar a distancia que os separava, porem por mais que tivesse vontade, ainda estava tão incrédula que não conseguia reagir. Com o pedido de perdão, toda a relutância que mantivera parecia se esvair; ao sentir o toque do lenço que o menino segurava em seu rosto, involuntariamente apertou sua mão contra a dele e rapidamente se adiantou, o envolvendo em um abraço. Sentia falta daquilo, da relação que tinham, de se sentir segura e feliz e é claro, mais do que tudo, sentia falta dele.
– Eu também te amo. – Apesar de ter sido um sussurro, sua voz estava confiante e um sorriso foi inevitável ao se separarem.

Com um suspiro de alivio, Bouvier terminou de secar seu rosto com as mangas do sobretudo e ainda sorridente tornou a encarar o lufano, que agora propunha um futuro para os dois. Com a velocidade em que tudo ocorreu, normalmente sentiria uma leve tontura com o turbilhão de informações a serem processadas em sua mente, mas a sensação de ecstasy era tamanha que a rapidez não tinha importância.
– Eu só acho que somos novos demais para casar, mas eu gostei da primeira parte e sei de um lugar perfeito, a casa de férias da família, não está ocupada e o clima tropical é ótimo. – Estava ciente que tinha tomado uma decisão precipitada e irresponsável, mas no momento não queria se preocupar com isso. Estava feliz e deixaria as consequencias para depois, agora a única coisa com que importava era os dois ficarem juntos. – Quando vamos? - Sua pergunta não foi esclarecida com palavras, mas sim com uma risada e um puxão no braço que obrigou Jennifer a seguir o loiro que corria em direção ao castelo.


Off: não foi revisado e eu sei que não ta bom, mas nem ligo q
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemDinamarca [#83195] por Lilith Ambrew » 10 Jul 2011, 16:57

  • 1 Pts.
.A.3.


Então meninas, o que vocês acham?Olhei vitoriosa para aqueles rostos já conhecidos. Um já familiarizado e até amigável, outra pronta para ser mais uma vítima. Brooke não estava no seu juízo perfeito muito menos Nuala, também, quem mandou estas idiotas beberem tanto? O bom é que agora irei me aproveitar da situação. Ah, por favor, não é porque as conheço que iriei ser a santa do pau oco. Ainda mais agora que estamos de férias. Falando em férias... Odiei aquela coisa de múmias do Egito. Ainda bem que mal me lembro do que houve por lá...

Olhei para Nuala, a boba não parava de rir e para piorar levantava da cadeira e caía na mesma hora, mal dava conta de ficar em pé. Brooke já virava a garrafa e falava palavras que nem mesmo eu entendia. Em pensar que isto é apenas o começo... Aiaiai...
– EI vocês duas, vamos fazer uma aposta? Quem perder terá de ser escrava pelo resto das férias.– Ergui a sobrancelha, lancei um dos meus melhores sorrisos e aguardei pela resposta das duas.

Olhei para cima e virei mais uma dose de álcool em minha boca. Bando de frouxas parecem freirinhas trouxas, AFF
. – Anda suas lesadas, é sim a resposta. Não? Então tá beleza, eu começo, ok?– Não deixei as duas começarem o desafio á toa não. Vejam no que vai dar. Lucas Von prepare-se, galhinhos vão nascer! As duas se juntaram, cochicharam algo que não entendi e logo me propuseram o desafio.– Esse é fácil!– Levantei-me, não bombeei para nenhum dos lados, olhei para o primeiro cara que vi e já sentei em seu colo. Abracei sua nuca, acariciei-a. Enquanto tomava o olhar do homem, uma de minhas mãos vagava pelo bolso do casaco dele e pegava uma carteira. Enquanto aproximava meus lábios no dele, entregava a carteira para Nuala e esta se afastava. Quando Brooke e Nuala deixavam aquele lugar cheio de prazer, álcool e um mundo de perdição me levantavam e saíam dali sem dar a mínima satisfação.

Encontramo-nos fora dali e começamos a rir.
– Trouxa. Agora vejamos o que tem... –Abri a carteira, retirei toda a grana que tinha, peguei os documentos e os joguei na primeira lixeira que vi.– Vamos garotas, minha vez agora.– Saí na frente me distanciando daquelas loucas que mal davam conta de andar. A noite começava a cair e já estava de fato cansada. Até agora não tinha proposto o desafio para as duas, todavia, o momento certo chegou.– Brooke e Nuala, pegue o primeiro garoto que ver pela frente e toque-o sem pudor, se é que você sabe o que é isto...– Falei com um pouco de deboche e cinismo.

Não é que a garota cumpriu com a aposta? Sumiu e com pouco tempo voltou se achando a rainha do mundo. Fiz minha pose. Parei dobrando uma das pernas e firmando sobre a outra, que estava esticada.
– Sua vez Nuala.– Abracei minha própria cintura dando um sorriso maligno. Estava a um passo de acabar com a vida daquela órfã. E reparem na minha cara de quem está preocupada!


Musica:La derniére danse - Slai.
Com: Raj, Gabriela, Brooke, Nuala...
Nota: Depois do ocorrido no Egito. Nao revisado e Sorry ter ficado ruim, estou enferrujada. Mas vamos praticar.
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Lilith Ambrew
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Re: Ruas de Hogsmeade

MensagemCanada [#83196] por Brooke Davis A. » 10 Jul 2011, 17:04

  • 5 Pts.
Torre de álcool



Nothing melhor que uma tarde de férias com duas amigas. Nada melhor que entrar em um shopping e fazer compras... – Ao menos era o que esperava. – Demorei quase 3horas para decidir o que vestir e mais 2horas para me arrumar, fora tomar banho e tudo mais... Nuala nem arrumada estava, Shanira nem na própria casa estava. Tão indelicada... Precisava de uma atitude mais mulher, sinceramente, isto é falta de educação.– Acho que agora estou pronta...– Olhei para as duas. Estava com uma mini saia rosa claro, uma regata branca com um bolero rosa, e claro uma sapatilha delicada.– Que foi?– Perguntei a Nuala que me olhava de cima a baixo fazendo uma enorme careta e se vestindo assombrosamente.

Shanira já estava pronta... Pera, pronta? Ela saiu, voltou e... – Reparem que a parte de figurino ficou toda comigo. – A ruiva estava apenas com uma camiseta branca, uma calça jeans e um tênis. Tão, tão... Pareciam aquelas filhas de empregadas de quinta categoria.
– Vai assim? –Ergui a sobrancelha e fiz um bico. Olhei para Nuala. Ao menos estava com um short branco, uma blusa xadrez vermelha, um all star e... UMA CARTOLA?– AH NÃOOOOOOOOO. Não vou sair para o shopping com duas arruaceiras não!– Sentei na cama da Shana e cruzei os braços fazendo um bico.

Shanira abriu o guarda-roupa e pegou uma regata decotada, Nuala tirou a cartola. É acho que agora poderíamos ir, mas antes tinha de dar um tchauzinho para o gato do irmão da Sha (*-*). Fui até seu quarto, bati na porta.
– Até mais Pietro...– O tom da voz saiu suave, misturando ao sorriso que dei. Só não foi tão perfeito porque ele estava de costas e me ignorou completamente. Por fim saímos e como anfitriã Shanira nos levaria algum lugar, talvez quem sabe, a torre de França, ou...
--O Shanira, vocfkaer– E comecei a rir. Deus, éramos para estar em um Shopping, mas cá estávamos em um bar, com álcool e mais álcool, chamando atenção por sermos gatas – se eu não tiver enganada, neste bar só tem gente linda – linda e bêbada! A ruiva propôs um desafio, mas eu lá quero saber de diacho de desafio. Mais engraçado agora era Nuala tentando levantar e não conseguia. Infelizmente a outra insistiu e para não ter mais ninguém zumbindo no meu ouvido eu propus. – Você tem de roubar a carteira daquele gostoso sem ele notar e claro, ficando na frente dele...– Ela aceitou, executou o ato e enquanto ela sentava no colo dele e se assanhava toda, me arrumava para sair dali junto com Nuala.

Não sei o que aconteceu, mas sei que Nuala voltou com uma carteira
– Ai Darling! Vocês duas... – Neguei com a cabeça e seguimos o caminho. Mal dava conta de andar em linha reta e por isto me equilibrem Nuala. E justo nesta hora a ruiva falou o desafio.– Ok. –Caminhei uns passos, encontrei um garoto e uma garota. – Sorry but... – Soltei um bafo de álcool na cara do garoto. O beijei e toquei seu membro com força. Na mesma hora saí daii tomando cuidado, batendo em algo, mas seguindo ate as duas. – Prronstos Sua vez Nuarra.



Não revisado, apenas desenferrujando e tentando firmar a brooke.
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Brooke Davis A.
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