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MensagemInglaterra [#52557] por Mestre de Hogwarts » 19 Jul 2010, 15:35

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O grande e famoso pub se encontra entre as ruas do vilarejo. Sempre com um entra e sai característico, o Três Vassouras ficou famoso por seu drink especial: cerveja amanteigada. Para todos os gostos e estilos, ela é considera a melhor pelos alunos de Hogwarts e também pelos adultos, que procuram ávidos pela bebida. Mas, pra quem não gosta, existem outras, que também são atrativos, como Água de Gilly, Rum de Groselha, Abóbaras Espumante e o famoso Uísque de Fogo Ogden. Mas, há também uma especiaria da casa, o hidromel, o melhor que existe, envelhecido em barris de carvalho, conservados no subsolo.
Rosaleen O’Shea, 30 anos, dona do recinto, sempre tem um sorriso no rosto enquanto passa de mesa em mesa, servindo seus clientes com alegria e sempre com muitas risadas, deixando o ambiente descontraído, divertido, e sempre lotado. Ela é uma protetora nata de segredos, pois sempre que passeia pelas mesas, ouve um assunto ou outro, às vezes há aqueles que lhe são confidenciados entre uma rodada ou outra de cerveja amanteigada. Agora, ficou interessado? Por que não tenta sondar Rosaleen para que ela te conte algo? Pode ser que hoje você tenha sorte.
Para a informação de todos, existe uma plaquinha logo no começo do Pub, contendo algumas informações importantes para aqueles que desejavam estar ali: no primeiro andar, fica o pub; no segundo andar, há alguns locais fechados para reuniões secretas, pague um pouco mais e o lugar fica reservado; no ultimo andar, ficam os aposentos de Rosaleen, onde ela vive com sua filha de 6 anos e um velho elfo livre. Alguns amigos vão lá, dentre eles são alunos de Hogwarts, outros são menos responsáveis, porém todos são de confiança para a dona do recinto.


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Re: Três Vassouras

MensagemCroacia [#58380] por Leonel Croker » 18 Out 2010, 21:07

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Outros || Narração || Falas || "Pensamentos"


Um dia calmo, mais muito importante. Era o dia em que as aulas em Hogwarts voltariam, e Leonel se encontrava andando em uma rua tranquila no vilarejo Hogsmead, quando notou algo amarronzado se aproximando com velocidade dele. Uma coruja trazendo um pergaminho enrolado e amarado com uma fita vermelha. A única pessoa que lhe mandava cartas era Eleonore, mais estava simples de mais para ser uma carta de sua amiga. O rapaz guardou a carta em seu casaco e se dirigiu para o Cabeça de Javali, um bar calma e sem curiosos. Um local perfeito para ler a carta que acabara de receber.

Sentado ao balcão ele retira o pergaminho e o deposita a sua frente enquanto pede uma bebida. Intrigado pela carta que estava a sua frente, Leonel já tinha uma boa idéia de quem poderia ter a escrito.


“Leonel,

Sei que o que sinto por você nada mais é que admiração conjugado com seu charme e poder. Sim fico facilmente atraída a criaturas poderosas como você. Entretanto sei que assim que obtiver o colar me deixará a deriva em meus confusos pensamentos. Poupemos trabalho a ambos. Dou-te o colar se me der sua palavra de que me deixará em paz. Quanto a seu irmão, faça o que quiser. Apenas não quero me envolver em briga de família. Espero uma resposta sua e em caso de afirmativo envio-lhe o colar em breve.

Atenciosamente
P”


Paige havia lhe enviado a carta. Uma carta o negando, mais que trazia a confirmação de que ela o entregaria o colar. “Linda Paige te dei uma alternativa que não o daria para ninguem, e é assim que você me retribui. Você teve a oportunidade de salvar Leon e a si mesma.”

Leonel pede uma pena e tinta para o senhor que se encontrava quase dormindo atrás do balcão. Logo estava escrevendo a resposta a garota.

Cara P.

Sinto em saber que você pense assim de minha pessoa, e feliz que resolveu me ajudar. Fique tranquila, não farei nada para Leon, mesmo você se mostrando desinteressada. Ficaria feliz em ter sua presença a minha no primeiro final de semana que você possa vir ao vilarejo de Hogsmead para me entregar o colar. Podemos nos encontrar na frente da casa dos gritos. Peço que você pense melhor antes de tomar qualquer decisão errada. Tomar uma decisão que não tenha mais volta. É de suma importância que você o entregue.

Impacientemente
Leonel

“ Uma linda garota e deixa se levar por sentimentos incertos. Terei que matá-la e o farei em nosso encontro.” Era difícil entender Leonel em seus pensamentos, mais era tão claro como água que ele sentiu a rejeição da pequena menina. E que ele não deixaria inseguranças a solta por ai.

OFF/Haa desculpe-me pelo post pequeno, mas assim a trama já toma um rumo jóoia..\OFF


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Editado pela última vez por Leonel Croker em 28 Dez 2010, 15:59, em um total de 2 vezes.
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#62099] por Ruby DVonn » 25 Nov 2010, 22:42

  • 2 Pts.
I GET NERVOUS, PREVERSED. WHEN I SEE HER, IT'S WORSE
BUT THE STRESS IS ASTOUNDING
IT'S NOW OR NEVER SHE'S COMING HOME… FOREVER


Percorrer uma pequena estrada de terra era a distância suficiente para que os alunos de Hogwarts tivessem acesso àquela que era conhecida como sendo a única vila inteiramente bruxa da Grã-Bretanha. Apesar de ser pequena, o que justifica a denominação de vila, Hogsmeade conseguia transmitir seguramente, embora em proporções menores, do que é constituído o mundo bruxo e como este funciona, e certamente era por este motivo que desperta o fascínio da maioria dos alunos da escola vizinha, especialmente uma certa sonserina. Esta era a primeira visita de Ruby D’Vonn à vila desde que chegara a Hogwarts embora ela tivesse tido uma passagem rápida pela mesma quando chegara no expresso para a escola, mas ela não considerou esta ocasião. Se ter viajado novamente no expresso para Hogwarts lhe provocou um certo saudosismo, embora ela não admitisse abertamente o fato, pôr os pés novamente na vila bruxa tornava ainda mais difícil conter seus sentimentos. Não era como se nutrisse alguma afeição viva pelo lugar, mas eles eram como chaves de portais que automaticamente levavam sua mente a vagar sobre diversas memórias que tiveram aquela vila como cenário principal. Seu primeiro duelo, a origem de sua primeira rivalidade, o pacto por sua verdadeira amizade... E poucos instantes depois daquele rápido retrospecto, ela retornara ao presente, àquele momento onde estava prestes a escrever mais um capítulo não apenas da sua história, mas da história daquela vila. Foi quando a sombra de um sorriso resoluto se formou em seus lábios que ela começou sua caminhada por aquelas ruas.

Andou com seus habituais passos altivos, queixo erguido e olhar imponente, mal se importando em chamar a atenção de alguns dos habitantes, que a observavam como se a tivessem reconhecido, embora não tivessem realmente certeza. Ela não fazia menos para não ter todos aqueles olhos sobre si, ela adorava ser o centro das atenções e, apesar de eventualmente conseguir cumprir este objetivo, ela os recompensava no máximo com um olhar de soslaio e um lançar desleixado de sua cascata de cabelos ruivos por sobre os ombros. Quando não eram habitantes, mas sim alunos que tinham a sorte – ou o azar – de encontrá-la em seu caminho, ela fazia questão de estabelecer a posição hierárquica de cada um ali, sendo a dela superior a de todos os outros, apesar de não estarem necessariamente nos terrenos da escola. Bastava um esbarrão, um olhar mais severo, ou a combinação dos dois métodos para que o aluno, fosse ele quem fosse, percebesse que aquilo fora um aviso. Impressionantemente, todos pareciam entender o que aquele aviso queria dizer e se mantinham fora do caminho da ruiva. Todo aquele temor semeado alimentava o vigor da ruiva, que a cada passo se sentia mais excitada com o impacto que sua figura provocava.

Sua parada àquele dia seria num dos pubs mais conhecidos de todo mundo bruxo. O Três Vassouras era um estabelecimento com o mesmo perfil das outras construções de Hogsmeade, pequeno aos olhos de Ruby, sempre acostumada com casas de proporções majestosas, pois a sua era praticamente uma mansão, porém, isso não mudava o fato de que o lugar era aconchegante e sempre muito movimentado. Seu atrativo, contudo, não estava exatamente em sua arquitetura, ou mesmo nas pessoas que o freqüentavam – embora a ruiva acreditasse que melhorar o nível dos bruxos que o freqüentavam era o segredo para que seu sucesso se elevasse ao patamar superior – mas sim no que ele tinha à oferecer. Rosaleen O’Shea, atual proprietária do lugar, com certeza era uma expert em fazer cada um dos seus clientes se sentirem a vontade como se estivessem em sua própria casa, ainda mais quando servia a eles da sua cerveja amanteigada, iguaria que funcionava como o chamariz o local para os bruxos que estivessem de passagem, convidando-os a permanecer por mais algum tempo e experimentar de seu gosto.

Após sua volta para a Inglaterra, Ruby admitiu sentir um pouco a falta da cerveja servida por Rosaleen, e por isso escolheu o 3V, como “carinhosamente” – para não dizer resumidamente - era chamado, para ser seu local de visitação inicial. Da porta, Rosaleen a reconheceu, embora parecesse que tivesse lhe custado acreditar que era mesmo aquela Ruby que assistira crescer desde que a vira pela primeira vez, aos 11 anos.
– Ruby? Ora, mas se não é aquela ruivinha birrenta que sempre arrumava problemas no meu pub há uns anos. Por onde você andou, querida? Bem que as coisas andaram calmas demais por aqui... – A dona se aproximou com um olhar hospitaleiro e extremamente animado para a aluna. A ruiva olhou para os lados como se quisesse ter certeza que aquilo havia soado tão estranho para ela quanto para os outros ocupantes das mesas mais próximas. Fazia pouco mais de um ano desde a última visita de Ruby ao Três Vassouras, mas parecia que a dona do estabelecimento não esquecia mesmo de nenhum rosto que passava pelo seu pub. – Er... Rosaleen, não na frente dos outros. – Ela disse entre dentes, sustentando um sorrisinho amarelo, então desfez a cara de fingimento e disse. – Eu não quero falar sobre isso. Só estou... feliz por estar de volta. – Foi por um milésimo de segundo, mas um sorrisinho fisgou os cantos da boca da sonserina antes de ela voltar ao estado de neutralidade. Rosaleen, por outro lado, não poupou seus esforços para fazer Ruby novamente se sentir em casa. – Pois bem, para comemorar esta felicidade, nada como uma caneca de cerveja amanteigada no capricho. Escolha uma mesa e logo mais eu vou até lá lhe servir. – A ruiva abanou a cabeça positiva e rapidamente para a mulher, numa tentativa genuína de encurtar o papo e seguiu diretamente para a primeira mesa vazia que conseguiu encontrar.

O pub estava realmente cheio naquela hora, Ruby percebeu. Pouco depois de ela ter se sentado numa mesa recém-desocupada, as poucas que ainda estavam vazias não se mantiveram nesse estado por muito tempo. Era isso que acontecia nos dias de visita a Hogsmeade: os grupos de amigos, que já se reuniam diariamente nos seus respectivos salões comunais, fazia o mesmo quando visitavam o vilarejo bruxo, apenas o lugar era diferente e as conversas eram sempre regadas à cerveja amanteigada. A ruiva, ainda solitária em sua mesa, lançava sempre que podia olhares reprovadores para eles, como se fosse sua culpa ela não poder fazer o mesmo e ter seus amigos sonserinos ao seu redor naquele instante. Já contava os segundos em que sua caneca de cerveja amanteigada chegaria à sua mesa para que assim pudesse saciar seu desejo pela bebida e ignorar qualquer outra coisa que pudesse lhe aborrecer naquele momento, quando uma certa movimentação aconteceu em uma das mesas próxima a dela, resultando num acidente. Aparentemente um grupo de amigos estava envolvido numa brincadeira muito infantil e sem graça de empurrar uns aos outros. Dente eles, infelizmente, havia um ser com o Q.I. de um chipanzé retardado que resolveu entrar na brincadeira portando sua própria caneca de bebida. Não é necessário ser um gênio para saber o que aconteceu em seguida. A caneca acabou escapando dos dedos do cidadão descuidado e indo parar nos pés da ruiva, que não gostou nada de ter sido regada como se fosse uma planta alcoólatra. O desespero foi traduzido nos olhares dos ocupantes da mesa, que já aguardavam com expectativa a explosão da sonserina, da mesma forma que esta era bem evidente no semblante tempestuoso da jovem.


– Meus...SAPATOS! – Ela respirava com dificuldade, pois a raiva era como um peso sobre seu peito naquele momento. Seus olhos encaravam o garoto como um par de orbes eletrizadas pela fúria. Só precisou dar dois passos na direção do responsável para conseguir agarrá-lo pela gola da camisa. O fato de ele ser apenas alguns centímetros mais alto que ela não a intimidou de forma alguma. O tamanho nunca foi um problema para Ruby, a não ser quando se tratava do seu. – VOCÊ OS ARRUINOU! SEU DESGRAÇADO, INSOLENTE! Você NÃO SABE com quem acabou de MEXER?! Ou é só RETARDADO demais?! – A voz de Ruby alternava entre os tons mais agudos e mais graves, embora fosse impossível para ela definir o tom de voz exato com o qual gritar com o garoto. Ele, por sua vez, chacoalhava sem nem precisar que Ruby fizesse muito a respeito. Seus lábios tremiam como se quisessem falar algo, mas parecia que as palavras não conseguiam se sustentar sobre os lábios trêmulos e escapavam como sons disformes. – EU NÃO QUERO SABER! Você acabou de assinar sua sentença de morte, imbecil! – E ergueu a mão em punho, prestes a acertar um soco na face do garoto, quando ela notou, por um rápido vislumbre o olhar reprovador de Rosaleen, pouco depois de ela ter gritado para que ela parasse. Ruby olhou por sobre seu ombro para encará-la, e mantiveram aquela troca de olhares por alguns segundos antes que a ruiva entendesse a mensagem. Seu punho relaxou, bem como o corpo daquele que quase fora a vítima do mesmo, mas antes que ele se sentisse completamente aliviado por ter saído dessa ileso, a varinha da sonserina desenhou um formato estranho no ar antes de ser guinada na direção do rapaz. A entonação do feitiço fora praticamente simultânea.

– Con-junti-VI-ctus! – No segundo seguinte, o garoto estava caído no chão com as mãos sobre os olhos, implorando pela própria mãe enquanto seus amigos tentavam lhe ajudar. Ruby desviou do caminho deles e caminhou na direção de Rosaleen. Houve uma rápida troca de olhares antes que a ruiva seguisse em direção ao banheiro. Ainda tinha um par de sapatos para tentar salvar.


    ______________________________
    TAGS: Rosaleen O’Shea; WAITING FOR: Aaron Denvers; THEME SONG: Vermilion - Slipknot ; NOTES: A ação ainda não acabou. Aguardando o Rent pra continuar ;}
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#62528] por Aaron Denvers » 01 Dez 2010, 22:00

  • 19 Pts.
.:: Segundo Sábado em Hogwarts e finalmente a primeira visita ao único vilarejo inteiramente Bruxo da Grã Bretanha, o sol estava escondido nas nuvens, a estação de Outono formava belas paisagens, tudo o que Aaron Denvers precisava. Um sábado totalmente diferente do anterior onde o Lufano tivera que enfrentar desafios e arriscar sua vida em uma tarefa imposta pelo Professor Baker. Devido ao tratamento a base de poções, seus arranhões (resultado da tarefa) haviam sumido com o decorrer da semana, Denvers estava novinho em folha.

O caminho descendo de Hogwarts até Hogsmead estava cheio de alunos, os terceiroanistas comentavam animados com a sua primeira ida ao povoado bruxo, vários grupos de amigos também eram vistos, e para completar também tinha alguns casais, a massa de alunos conversava e a barulheira era grande, Aaron não se importava, até cumprimentou alguns rostos conhecidos. Devidamente vestido para a visita, o Lufano estava bem agasalhado, fazia uns 7 ou 8 graus, bastou um cachecol com as cores da Lufa, um par de luvas e uma camisa confortável para combater o frio.
“ Hogsmead, ai vou eu! ”

Após alguns minutos de caminhada, o rapaz finalmente chegou ao vilarejo bruxo, a maioria dos alunos se dirigia a Dedosdemel e a Zonkos. Antigamente ele iria primeiro a Zonkos para comprar algum brinquedo novo ou apenas ver os produtos pela vitrine, entretanto ele não iria demorar no povoado, estava ali apenas para tomar uma boa cerveja amanteigada e relaxar um pouco, depois faria uma rápida passagem na Dedosdemel onde compraria alguns doces para levar ao Castelo e dividir com os amigos que não vieram por causa de suas tarefas (entre eles, sua namorada).

Aaron seguiu pela rua principal, mas ao passar em frente à vitrine da Zonkos, ele parou e contemplou os brinquedos, eles o lembravam de sua infância, quando era menor ele vivia correndo pelas calçadas acompanhado dos amigos (que atualmente mudaram de escola), as brincadeiras, também tinha as encrencas como na vez que eles soltaram vários fogos de artifício na rua começando um pandemônio de figuras vivas formadas pelos fogos, um sorriso apareceu em seu rosto ao relembrar daqueles momentos inesquecíveis. Também sentiu saudades dos velhos amigos, esses que foram para outras escolas ou faleceram como no caso do Erick, por alguns segundos, ele sentiu-se sozinho, mesmo estando sempre rodeado de gente.

O Três Vassouras continuava do mesmo jeito, sempre lotado e quentinho, Denvers tirou o cachecol e logo procurou uma mesa vazia, por alguns segundos ele achou que teria de beber no balcão, mas por sorte encontrou uma mesa vazia aos fundos do bar quase imperceptível atrás de tanta gente. Vários alunos conversavam e riam, o local estava mais vivo do que nunca, a bela garçonete Rosaleen sorriu ao ver Aaron parado a porta, porem ela parecia um pouco transtornada, devia ser por causa do movimento, o bar estava praticamente lotado.

Como de costume, Aaron deu uma piscadela para Rosaleen, ele adorava provocar a mulher, desde pequeno ele soltava algumas cantadas para a mulher que sempre se divertia com o bom humor do rapaz. Denvers seguiu até a mesa antes que alguém a pegasse, ao lado um grupo de alunos pareciam incomodados com algo, um dos meninos esfregava um pouco os olhos enquanto os amigos cochichavam algo. O Lufano sentou e fez sinal para Rosaleen, a mulher vinha trazendo um copo cheio de Cerveja Amanteigada, Aaron sorriu contente com o pronto atendimento da garçonete. ::.


* Denvers seu cafagestezinho, estranhei quando te vi sozinho na porta, agora entendi o porque... É um encontro secreto não é? *


.:: Aaron não havia entendido nada, Rose deveria estar confusa, porem antes que ele perguntasse o que estava acontecendo, um grupo de alunos chamou a mulher pedindo a conta e a mulher fez sinal para ele esperar e saiu em direção ao grupo de clientes. Denvers mexeu os ombros sem entender nada e em seguida tomou um gole da cerveja. – Perfeito. – Disse olhando para o copo e em seguida tomando outro gole da bebida, não que fosse sua preferida, ele preferia Hidromel, mas fazia tempo que ele não bebia a famosa Cerveja Amanteigada do Três Vassouras. Aaron aproveitou a ausência de Rose para descansar os pés em uma cadeira vazia, em seguida começou a cantarolar baixinho o hino do seu time de Quadribol Preferido. ::.


NOTES: Desculpa a demora Deeh, ficou ruinzinho mas eu não queria demorar tanto a responder, agora ta com vc xD
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Aaron Denvers
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#62722] por Ruby DVonn » 03 Dez 2010, 16:36

  • 16 Pts.
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Em seu íntimo, Ruby tinha que concordar que todo aquele escândalo e balbúrdia gerados em torno do simples fato daquele garoto ter derramado um pouco de bebida em seus sapatos havia sido um exagero de sua parte. Porém, como um argumento de contraposição ela diria que aquilo fora necessário justamente pelo fato de que ela tinha uma reputação a zelar, uma reputação que exigia que ela fosse respeitada e temida, mesmo que esse respeito e temor tivessem que ser conquistados com seus próprios punhos. De qualquer forma, bastou apenas que a ruiva chegasse ao banheiro, desse duas ou três voltas pelo cubículo respirando um pouco daquele odor de pinho habitual do local, para que seus nervos se acalmassem um pouco. Com um leve manear de sua varinha, movimento este que certamente já havia sido por muitas vezes antes executado de modo que não exigiu muito esforço e concentração da garota, Ruby executou um feitiço de limpeza que livrou seus sapatos do aspecto molhado e do cheiro da tal bebida que o garoto estivera consumindo. Ela deu uma última olhada em seus calçados, constatando o trabalho admirável que realizara ao limpá-los com perfeição, antes de abrigar novamente sua varinha em um bolso estratégico em suas vestes. Antes de pensar em tornar novamente à área comum do pub, ela se dirigiu até o espelho do banheiro e deu uma rápida olhada em seu reflexo, com o intuito de examinar se sua aparência fora afetada de algum modo pela raiva que sentira. Como de costume, sua pele apenas se tornava mais reluzente e seus olhos mais faiscantes quando ela tinha raiva, o que apenas realçava sua beleza natural.

Ruby não era vaidosa, pelo menos não como as outras garotas da sua idade. Enquanto a maioria das outras meninas não arriscariam colocar suas saúdes e a integridade de suas unhas bem feitas numa briga, ela fazia questão de provocar a maioria destas. Seu prazer estava justamente em se meter em confusão, provocar a discórdia, o medo, a desordem, o caos. Tudo isso servia-lhe como uma injeção de vitalidade, e porque não dizer também de beleza, uma beleza exótica de certa forma. Talvez por ela adquirir essa beleza executando alguma atividade que lhe fosse prazerosa, ao invés de sofrer por horas sendo submetida a zilhões de tratamentos especializados para tal, Ruby despertasse a inveja e a ira da maioria das garotas que a conheciam. Aquele raciocínio lhe fez sorrir para o seu reflexo, como se ela compartilhasse daquele segredo consigo mesma através daquele olhar. Com as costas da mão, lançou uma mecha de seu cabelo vermelho que repousava sobre seu ombro para trás, um gesto quase que involuntário, pois era constantemente executado pela garota como um sinal de que estava para se retirar. Finalmente, caminhou para fora do cubículo fechado, em direção ao bar.

Ao retornar ao local depois daqueles poucos minutos a sós consigo mesma, ela foi invadida repentinamente por uma sensação incômoda de ter tantas pessoas invariavelmente invadindo seu espaço pessoal por haver uma multidão freqüentando um pub tão pequeno para a demanda. A ruiva teve que trabalhar um pouco a sua esquiva enquanto percorria a distância de volta para a sua mesa sem manter muito contato com os outros bruxos que haviam pelo caminho. Cada esbarrão acidental contra si era recebido como um sinal de provocação embutido que só ela conseguia decifrar, por isso ela não via a hora de alcançar sua mesa e novamente praticar seu ritual calmante. Contudo, ela mal sabia que aquele incômodo era apenas uma sensação preliminar perto da fúria que ela estava para sentir quando avistasse que alguém havia ocupado aquele que antes havia sido seu lugar. Cortando caminho por um espaço estreito entre duas mesas, Ruby viu um trajeto livre e mais calmo para chegar à mesa, apenas a tempo de também conseguir vislumbrar que ela não estava mais “desocupada” a despeito do fato de que ela havia reclamado-a para si outrora. Sentado despreocupadamente em um dos banquinhos redondos de madeira da mesa dela, descansando desleixadamente seus pés no outro assento e tomando, vejam só que afronta, a sua cerveja amanteigada estava ninguém menos que Aaron Denvers, o mais novo motivo para suas dores de cabeça.

Ao ter a visão do lufano em seu lugar, Ruby sentiu uma sensação quente percorrer todo caminho contra a gravidade até sua cabeça, e sabia que deveria estar tão vermelha de raiva quanto seus cabelos o eram naturalmente. Seus olhos brilhavam como duas lanternas verdes, faiscantes de raiva e ela podia apostar que raios podiam ser vistos perpassando suas órbitas como que a qualquer momento ela pudesse lançá-los contra o garoto. Suas mãos endureceram na forma de punhos cerrados e por pouco suas articulações também adquiriram uma consistência sólida. Mas antes que ela virasse uma estátua de fúria em meio ao Três Vassouras, ela começou a caminhar na direção da mesa a passos tão pesados que poderiam ter perfurado o piso de madeira do estabelecimento. Ao chegar próximo do garoto, ela o impediu de dar mais um gole da bebida, agarrando a asa da caneca de cerveja amanteigada pela parte onde ele não estava segurando, e puxando-a para si. O contato das mãos de ambos foi mínimo, mas o suficiente para que ela quase tivesse vontade de soltar a caneca no ato. Contudo, tudo que ela fez foi depositar a caneca sobre o tampo da mesa sem o mínimo de delicadeza, fazendo o líquido de dentro dela demorar-se um pouco no ar antes de cair novamente dentro do recipiente. Quase ao mesmo tempo, as palavras explodiram de sua boca como uma erupção de ofensas.
– Seu filhote de gambá asqueroso! O que pensa que está fazendo bebendo a MINHA cerveja amanteigada?! – Ela esmurrou o tampo da mesa com ambas as mãos e debruçou-se sobre ela, aproximando-se, até um certo limite, de Aaron, o suficiente para parecer intimidadora. – E sentado na MINHA mesa?! – Uma das mãos relaxou sua prostração sobre a mesa e escondeu-se por um breve momento entre as pregas das vestes da garota antes de tornarem a frente de seu corpo, empunhando uma varinha que apontava para o lufano. – Será que todos vocês escolheram justo meu dia de folga para me provocar? O que foi? Cinco dias da semana não são o bastante do meu ódio, você também quer apanhar aos sábados? – A ponta da varinha se aproximou do peito do garoto, mais precisamente interseção entre seu peitoral e seu ombro esquerdo. Por hora, ela queria que aquele fosse o único contato que tivesse com ele naquele momento. Pressionando a varinha contra aquele ponto, ela tentou empurrá-lo do seu lugar na mesa. – Agora saia da minha frente antes que eu perca a paciência de vez!


    ______________________________
    TAGS: Aaron Denvers; THEME SONG: Vermilion - Slipknot; NOTES: Imagina! Não ficou ruim nada. *-* Tô adorando. Eu não lembro se a minha reação tinha que ser essa ou se eu tinha que fazer outra coisa, então... vai isso mesmo. Qualquer coisa me manda uma MP que eu mudo.
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Postado Por: Déborah Amâncio.


Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#63485] por Aaron Denvers » 10 Dez 2010, 21:25

  • 5 Pts.
Aaron permanecia bem acomodado em sua cadeira, realmente fora uma boa idéia visitar o povoado, o rapaz sentia-se muito bem no local mesmo com o barulho. O rapaz degustava lentamente a bebida, cada gole parecia relaxar o corpo cansado do rapaz. Denvers olhava o movimento no bar, de vez em quando acenando para algum conhecido, mas naquele momento ele queria ficar sozinho, por isso achou melhor não convidar ninguém a mesa, a única pessoa com quem desejava estar acompanhado, era Jennifer, como ela não pode vir, decidiu ficar sozinho.

Não que ele fosse demorar muito, talvez quarenta minutos fosse o suficiente, o povoado não o atraia tanto quanto antigamente, nem mesmo para namorar, seu local preferido sempre fora às passagens secretas onde ninguém tinha acesso, lá sim ele poderia namorar a vontade com Jenny sem que fossem interrompidos por algum amigo ou conhecido. Aaron tomou mais um gole da cerveja deixando apenas metade do copo preenchido pelo liquido, seus pensamentos estavam direcionados a sua recém descoberta, Emilia a irmã mais nova que ele não sabia que tinha.


“ Acho que ela nem suspeita que somos irmãos, será se o Ashion sabe alguma coisa? ”


Ashion Filter o irmão mais velho de Aaron estava sumido a muito tempo, Denvers sabia que ele estava vivo, pois de vez em quando recebe uma carta do irmão, entretanto a preocupação continuava a mesma, Ashion provavelmente se meteu com alguma coisa grave e fugiu, deixando a esposa e o irmão para trás. Denvers também não conhecia a cunhada para variar, nem tinha noticias dela ou onde morava, o que ele sabia era que tinha dois irmãos, um por parte de pai e outro de mãe, sendo que ambos se parecem muito mesmo não tendo nenhum grau de parentesco. Emilia lembrava muito Ashion, por isso Aaron a aceitou rapidamente mesmo a menina não sabendo que tinha um irmão mais velho.

Aaron estava prestes a tomar mais um gole da cerveja quando do nada, Ruby D’vonn entra em foco mais louca do que nunca, ele ficou confuso primeiramente, mas depois entendeu tudo, a garota estava na mesa antes dele e a cerveja era para ela, por isso que Rose havia perguntado se era um encontro. Ruby o xingava e até esmurrar a mesa a garota fez, estava transtornada, seu rosto a centímetros do dele, ela não o deixava falar, e agora ela segurava a varinha dela firmemente contra o peito do Lufano. Denvers após toda aquela explosão, apenas sorriu para a garota, Rose se aproximou do casal e perguntou o que estava acontecendo, Ruby começou a responder mais Aaron a interrompeu.


– Rose acredita que ela está com raiva de mim porque cheguei atrasado ao encontro? Ruby meu amor eu prometo que não faço mais isso. –


Fora a primeira vez que ele a chamou pelo primeiro nome, a menina ficou vermelha, provavelmente de raiva, pois ela queria perfurar o peito do rapaz com a varinha, Rose tentou acalmar a garota segurando o pulso dela e afastando do peito do Lufano. O clima estava tenso, varias pessoas olhavam para eles, alguns comentavam com o colega ao lado, outros sorriam esperando uma briga. Aaron estava com a mão próxima ao bolso da calça desde que Ruby apareceu, mas como a menina fora rápida, ele não teve tempo de reagir, tinha que usar a lábia, mostrar que era ele quem estava no comando e não ela, ficar calmo, conter o tom de voz e olhar fixamente nos olhos de Ruby. Rose conseguiu acalmar a garota, que mesmo sendo arrogante, parecia ter alguma consideração pela garçonete, a garota agora estava sentada ainda com a varinha na mão, olhando fixamente para o Lufano. – Você devia tomar um pouco de cerveja amanteigada, a que tomei estava ótima. –

Ruby ficou de pé novamente, mas Rose voltou com um copo de cerveja amanteigada para ela, mas ofensas para ele, a garçonete pediu a ambos que tentassem se acalmar, pois se começasse uma briga, ela iria contar pessoalmente ao Diretor. Aaron apenas sorriu para a mulher e fez sinal positivo com a cabeça, Ruby concordou amargamente, quando a garçonete se afastou, o casal continuava se encarando sem piscar os olhos. O Lufano esticou um pouco o braço segurando o copo de cerveja que ele estava tomando, em seguida o ergueu e disse. – A ruiva mas brava dessa escola e tambem... – Ele pausou, inclinou um pouco o corpo sobre a mesa, e falou em um tom que apenas ambos pudessem ouvir. – A mais gostosa - . Em seguida tomou um gole rápido, não queria baixar a guarda, como era canhoto, ele segurava o copo com a mão direita, a esquerda permanecia próxima ao bolso sem que a garota percebesse.

Algumas pessoas ainda olhavam para os dois, porem Aaron e Ruby estavam concentrado um no outro, era estranho para ele dividir a mesa com ela, porem era divertido provocar-la e era isso que pretendia fazer aquela tarde, mesmo que corresse o risco e tomar um feitiço no rosto. Com certeza seria uma tarde muito interessante, Sonserina e Lufa-Lufa mantinham a rivalidade até fora do castelo, Aaron Denvers e Ruby D’vonn representavam muito bem suas casas, mesmo ela sendo um ano mais velha, para ele era um desafio, a menina o intrigava e onde quer que ele fosse, a encontrava, destino ou não, os dois sempre se encontravam.


NOTES: Demorei de novo, mas consegui responder hj, lembrando que esse arco esta fechado. Agora é com vc Deeh vms agitar isso xD
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Aaron Denvers
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#64120] por Ruby DVonn » 21 Dez 2010, 19:53

  • 4 Pts.
I GET NERVOUS, PREVERSED. WHEN I SEE HER, IT'S WORSE
BUT THE STRESS IS ASTOUNDING
IT'S NOW OR NEVER SHE'S COMING HOME… FOREVER


Por mais que Ruby gritasse e esperneasse, era óbvio pela expressão de Aaron que ele não estava entendendo nada do que ela estava falando. Apesar disso, ela não quis saber. Não se importava se ele não sabia que ela estivera naquela mesa antes e que somente deixou seu local vago por dois segundos porque teve que limpar os seus sapatos no toilet. Não interessava se ele pensara que tinha tido "sorte" e que aquela mesa havia caído no seu colo de bandeja, assim como a cerveja amanteigada que lhe fora servida. Ela só se importava que ele compreendesse que quando ela queria uma coisa, ela não sossegaria até consegui-la, e que, a partir do momento em que ela exigia que ele se retirasse, deixando a mesa para que apenas ela a ocupasse, aquela ordem deveria ser cumprida para evitar maiores transtornos. Somente após uns segundos sendo cutucado pela varinha da ruiva, Aaron pareceu entender o que estava acontecendo, mas já era tarde demais. Rosaleen agora se aproximava da mesa, perguntando o que raios estava acontecendo dessa vez para Ruby se exaltar. A garota já esperava mais um sermão repreendedor, ou pior, uma expulsão do bar por parte da mulher, por estar arrumando mais confusão. Quando abriu a boca para tentar se explicar, visivelmente incomodada com aquela situação com Aaron, mas ainda assim com esperanças de evitar maiores problemas com a proprietária do pub, o lufano fora incrivelmente mais rápido, e respondeu por Ruby dizendo que ela estava chateada por ele ter se atrasado.

Agora, quem não estava entendendo mais nava era a própria Ruby. Ela lançou um olhar surpreso e ao mesmo tempo confuso para Aaron, que agora se desculpava para ela e lhe prometia não mais fazer aquilo. Até a chamou de amor, o que, sem dúvidas, fora a coisa mais estranha e absurda que Ruby jamais esperou ouvir daquele garoto. E ainda assim ela ficou tão vermelha que o ato de tentar distinguir seu rosto do seu cabelo se tornou quase impossível.
"Amor?! Ele bateu com a cabeça enquanto eu estava vendo Rosaleen se aproximar? Eu nem percebi..." Só então ela notou que as palavras do garoto não passavam de uma brincadeira, e aquilo voltou a despertar a ira da sonserina. - Do que você está falando!? Que "amor" o quê! Eu não sou seu amor!... - Mas então Rosaleen, como se estivesse realmente tentando salvar o possível namoro entre Aaron e Ruby, interveio, tentando acalmar os ânimos de Ruby. - Querida, acalme-se. Eu sei que ele não fez por mal. Vamos, eu não quero nenhuma confusão aqui dentro, ok? Por que você não se senta e espera eu te trazer uma cerveja amanteigada, está bem? Assim você vai se sentir melhor. - Ruby ainda tentou argumentar, explicar que ela havia entendido tudo errado e que ela não tinha nenhum tipo de relação com aquele lufano, mas novamente Rose lhe cortou e apenas a deixou falando sozinha, indo até o bar buscar a cerveja que havia lhe prometido. Até Aaron concordou com a garçonete, dizendo que Ruby deveria tomar um pouco de cerveja amanteigada, já que a que ele tomou, que era da garota, estava ótima. - Ora, seu... ! - Ruby imediatamente se levantou, novamente com a varinha em punho, prestes a azarar o garoto.

No segundo seguinte, Rose estava de volta à mesa com a cerveja prometida, e com apenas um toque de sua mão no ombro da ruiva, Ruby voltou a se sentar, ainda que a contra gosto. Antes que pudesse pegar a cerveja que lhe fora servida, Aaron aproveitara que Rosaleen havia se afastado da mesa para propor um brinde. A caneca meio cheia de cerveja que ele vinha bebendo antes que Ruby chegasse para provocar toda aquela algazarra, estava a alguns centimetros acima de suas cabeças. Ele a chamou de ruiva brava, o que não deixava de ser verdade, mas antes que Ruby pudesse beber àquilo, ele completou o brinde com um outro adjetivo atribuído à sonserina. Ruby afastou a borda da caneca de seus lábios sem, no entanto, beber um gole. Uma tentativa ínfima de protesto àquele brinde sacana. A seguir, ela se inclinou sobre a mesa sem sair de seu assento, e cochichou para seu acompanhate.
- Você não se cansa de ser inconveniente? Quero dizer, pessoas normais geralmente se sentiriam incomodadas em lugares onde não são bem vindas. O que é? Você sente prazer em ser detestado? - Após esse comentário, ela relaxou em sua cadeira. Braços cruzados e olhar desafiador, ela comentou mais uma vez. - Está com sorte porque Rosaleen está por perto para me impedir de cometer uma loucura. Mas não vai ser sempre que você vai me ver tão contida, Denvers. Eu vou me vingar, pode esperar. - E, finalmente, após declarar sua ameaça, ela se viu a vontade para tomar sua cerveja. Certamente beberia àquilo.


    ______________________________
    TAGS: Rosaleen O’Shea; Aaron Denvers; THEME SONG: Vermilion - Slipknot ; NOTES: Demorei muuuuito pra postar. Sorry Rent. Mesmo! Juro que não vai mais se repetir. Não gostei muito desse post. Fiz correndo no pc do meu irmão, e não me sinto muito confortável de postar em um pc que não é o meu, mãããs... Espero que não tenha sido completamente ruim.
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Re: Três Vassouras

MensagemAlemanha [#64541] por Isabelle Revolverheld » 28 Dez 2010, 15:10

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W E W E R E T H E K I N G S A N D Q U E E N S O F P R O M I S E W E W E R E T H E V I C T M I S O F O U R S E L V E S
IN DEFENSE OF OUR DREAMS! WEAH!
M A Y B E T H E C H I L D R E N O F A L E S S E R G O D B E T W E N H E A V E N A N D H E L L
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Dia de compras em Hogsmeade! Somente valia a pena pelos doces e as travessuras. Fora isso o sistema de roupas era fraco, não tinha muita graça, porém fora isso comer um pouco de doce valeria super a pena, não acham? Puxava Nick para cada loja de doces e de brincadeiras que encontravam. Estavam pensando em fazer uma surpresa aos novatos para que eles se sentissem bem-vindos e se divertissem na festa que fariam após o primeiro jogo. Na verdade seria para todos. Sinceramente, não sabia direito o que poderia ser, já que tudo estava perfeitamente pronto. Somente faltava decorar e tudo mais, algo que ela não poderia fazer com muito sucesso se jogasse. Que deprimente. – Vamos Nick! Está atrasando as compras! Poderíamos ter ido a França! Mas você pediu para virmos aqui! – o menino parecia estar procurando por alguma coisa que lhe parecia mais atraente. Não poderia deixá-lo sofrer com mais compras, poderia? Seria quase um ato de mal criação por parte dela e papai ficaria muito irritado com isso. Virou-se aproximando os corpos com gentileza enquanto os lábios tocaram os dele com gentileza. Precisava de um presente o seu querido namorado. Os lábios ficaram um tanto urgentes, não pareciam mais ter tanta coisa ao redor, somente os dois e o mundo girando.

- Vai lá comprar o que desejava comprar, fique a vontade... vou comprar nossas cervejas amanteigadas, ok? Pra viagem – disse sentindo as mãos dele em sua cintura. Desde a brincadeira dentro da sala precisa lhe ainda estavam na mente, como se em cada pedaço do seu corpo ainda pedisse pelo toque íntimo dele. Como não desejá-lo? Como se permitir ficar presa ali, sem ele? Tocara em sua face enquanto ele beijava sua mandíbula com cuidado, fazendo-a arrepiar-se com o toque íntimo. Não era necessário saber que ambos estavam em qualquer outra sintonia menos em Hogsmeade – vai lá, depois te encontro ok? – dera-lhe um selinho e ele a acompanhara pelas ruas enquanto ela acenara um até logo para ele. Um até logo era bem mais interessante do que um possível adeus. Seguia pelos caminhos até o três vassouras de onde podia-se ver a saída de alunos e entrada de outros. Todos vestidos com roupas normais não seus uniformes característicos, lhe parecia mais simples e conhecia melhor os alunos pelas roupas que estavam agora. Nerds, engraçados, simples, pomposos. Alguns bem vestidos, outros somente precisando de reforma. Mas não dava para salvar o mundo da muda, dava?

Olhava-se no espelho, a bota marrom estava sobre a calça preta jeans, sem muitos detalhes. A regata colorida entre rosa claro, branco e verde claro davam um ar feminino para a roupa. Com um casaco por cima longo a faixa na cabeça se destacava e dava beleza ao modelito. A maquiagem estava simples e o quilo de sacolas logo parecia estar no lugar certo. Como não seria a senhorita da moda sem ter roupas e coisas para arrumar? Logo adentrara o salão do três vassouras. Havia muitos conhecidos, porém ninguém e ninguém menos do que – Rose! Poderia por favor me trazer três garrafas de cerveja amanteigada? Vou levar comigo para Hogwarts! Vocês estão aceitando encomenda? - enquanto conversavam, outra coisa parecia ter lhe chamado sua atenção de forma plena. Seus olhos foram parar na dupla mais inconveniente possível. Viraram amigos depois do que? Desde quando Denvers e D’Vonn, tinham algo em comum a não ser pela primeira letra de seu sobrenome. Uma sonserina e um lufano como eles era quase impossível não se perceber o erro que acontecia ali, mas era algo a se observar. Rose parecia atenta a eles também como se estivessem prestes a se matarem antes mesmo de terem o benefício de respeitarem um ao outro.

- Isso ali vai virar tragédia, logo eles irão se matar e sairá faíscas de azarrações para todos os cantos do recinto, Rose... – disse ela somente prevendo o inevitável. Se um deles não se afastasse, a chances disso acontecer seria quase impossível controlá-los depois. Era quase uma linha tênue. Mantinha-se o mais próximo possível da porta e procurava de forma tranqüila sua varinha, caso precisasse a teria em mãos, mas parecia que poderia ser uma prevenção descabida, mas quando se via Denvers e D’Vonn juntos era sinal de fagulhas no ar. Aliás, porque ela voltara, se sempre que passeava arranjava alguma briga? Era algo que parecia ainda meio estranho. O retorno, o porquê. Qual era o motivo, mas isso seria uma resposta de muito tempo. Por isso sorrira para Rose, enquanto ela pegava as garrafas delicadamente, colocando-as dentro de outra sacola. Fora quando observara Denvers se aproximando – [i]Ei Aaron! Não sabia que se envolvia com meninas como D’Vonn, e não estou dizendo de namoro! – riu baixinho, enquanto o saudava de forma amistosa. Parecia que ele precisava disso, ou bem menos que isso



[color=#E0465D]NOTES
AHuahaUahAUHa post minusculo horrorível!
TAGS Nick Beaumont, Rose, D'Vonn e Denvers!
MUSIC THEME Kings and Queens - 30 seconds from mars!
OUTFIT AQUI!
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Re: Três Vassouras

MensagemBrasil [#67897] por Carol Jacobs » 27 Jan 2011, 17:37

  • 6 Pts.
I'm on the highway to hell
Highway to hell



- Droga... Alguém segura o mundo... Se ele não parar de girar como vou conseguir andar?-Falava entre sorrisos bobos se segurando no balcão do bar na tentativa de conseguir se manter de pé. Com a visão meio desfocada ela conseguiu visualizar uma bela morena que adentrava o pequeno pub. A menina virou mais um copo da preciosa bebida que lhe acompanhava desde da morte de sua colega de casa e encarou firmemente a recém chegada aproximando-se da mesma entre alguns tropeços. – Oi – falou sorridente se jogando em cima da menina dando-lhe um abraço carinhoso. – Vamo beber – falou puxando a menina para um banco qualquer e depositando um copinho com whisky de fogo em sua mão. Ordenou para que o garçom trouxesse mais algumas doses enquanto levava o copo aos lábios róseos e ingeria uma boa quantidade do liquido.

A recém chegada não parecia tão disposta a socializar, não que Maisha fosse uma pessoa sociável, na verdade era extremamente contida com desconhecido, no entanto a bebida misturada com alguns comprimidos coloridos a faziam se soltar liberando seu lado comunicativo.
– A vida é curta demais para não se aproveitar... Olha só aqueles lufanos seqüestrados... Ontem estavam bem e felizes, agora estão mortos – falou sorridente ingerindo mais um pouco da bebida. A verdade é que ela pouco se importava com sangues ruins seqüestrados, em verdade desejava que todos morressem. No entanto a morena muito lhe interessava e não havia forma melhor de começar uma conversa que falar de coisas polemicas. Encarou a menina deixando que seus olhares se encontrassem por alguns momentos nos quais a loirinha pode desfrutar de uma sensação única, como se uma corrente elétrica percorresse seu corpo.

Olhou a menina com curiosidade, será mesmo possível que ela fosse tão inocente a ponto de acreditar que nenhum lufano poderia ser seqüestrado? Maisha não saberia dizer, caso fosse isso ela só poderia sentir pela pobre menina.
– Thomas alguma coisa o nome... O conhecia?-Perguntou receosa, afinal não tinha forma mais rápida de acabar com uma conversa que dando uma má noticia. “ Nossa Maisha agora sim você conseguiu estragar tudo “ pensou observando as feições da menina se tornarem gélidas como a morte. O que se faz nessas situações? Honestamente a sonserina não fazia idéia, em verdade nunca se importara com os sentimentos de ninguém, mas também não poderia deixar a menina ali. – Toma isso, faz a dor passar- falou oferecendo-lhe uma das pílulas coloridas mais uma herança deixada por Charlotte. Lagrimas escorriam pelo rosto bem delineado da menina que parecia completamente absorta em seus pensamentos. – Vai te fazer bem- insistiu deixando que seus olhos se encontrassem por mais alguns segundos. Observou-a pegar duas das pílulas mágicas tomando-as em único gole. “ Nossa essa daí ta mal mesmo” pensou consigo mesma virando o restante de bebida remanescente em seu copo.

- Já vai passar... Só relaxa e curte o momento- falou puxando a morena para um abraço enquanto ordenava que o garçom lhes servisse mais algumas doses. Largou a menina por alguns instantes deixando suas mãos entrelaçadas e olhando-a nos olhos – assim – deixando suas mãos entrelaçadas e olhando-a nos olhos – assim – falou pegando um copo recém preenchido pelo atendente e depositando todo seu liquido na boca – vamos tenta – falou oferecendo-lhe um copo. Observou-a repetir seu gesto para então puxá-la na sua direção envolvendo-a com doçura, esta que certamente não era comum a sonserina.– Dança comigo? – perguntou com os olhos completamente detidos nos da outra, olhando-a com intensidade, como se despisse sua alma com aquele olhar. Começou a balançar seu corpo guiando sua companheira para que a mesma a acompanhasse, o momento era único, Maisha sentia-se feliz como nunca imaginara se sentir antes. Um sorriso sincero, e um tanto quanto sapeca, despontava de seus lábios indicando sua satisfação naquele momento.

Seu corpo se movia ao ritmo da música que invadia seu aparelho auditivo, ou pelo menos assim lhe parecia, não havia como ter cem por cento de certeza até porque no estado ébrio que se encontrava parada ela não conseguiria ficar de qualquer forma. Perpassou a ponta dos dedos pelas costas da menina em uma caricia suave e amigável sentindo seu coração acelerar.
– É bom dançar... Se libertar –falou um tanto quanto ofegante ainda envolvendo sua companheira fechando os olhos movimentando-se segundo o ritmo ditado por seu coração. Coração este que agora batia acelerado em seu peito fazendo a menina sentir-se mais viva que em qualquer outro momento. Sorria bobamente vendo sua companheira completamente embriagada – qual seu nome? –
perguntou se dando conta, pela primeira vez, que não sabia como se dirigir-se a mesma. Não que o nome realmente lhe importasse, afinal no dia seguinte tudo que restaria daquele momento seria dor de cabeça.

Lucy, era um bonito nome... Mary? Alguma coisa naquele sobrenome não lhe era estranho, mas ela estava bêbada demais para conseguir associá-lo, de modo que se resumiu a dizer: - Bonito nome – sorriu acariciando a face da menina levemente – não tanto quanto a dona – concluiu sorrindo.
– Sou Maisha Nikolai Vladislav- apresentou-se entre gargalhadas devido à comicidade da situação. Conversava com uma pessoa desde que entrara no pequeno pub, passara a gostar de tal pessoa e só agora descobrira seu nome. Uma voz rude e mal humorada se dirigiu as meninas expulsando-as do recinto – isso é um ultraje... Um absurdo... Quem você pensa que é seu bastardo? – Gritava completamente tomada pelo ódio sentindo o corpo pender de um lado pro outro – vamos para outro lugar, pois essa espelunca não vale à pena –falou puxando a menina para que seguissem pelo caminho que as levaria de volta a escola.

Ta ai amor... Te amo
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Carol Jacobs
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Re: Três Vassouras

MensagemWales [#67910] por Lucy M. Dorren » 27 Jan 2011, 18:18

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DON'T LET MEMORIES GO OF ME AND YOU
The world is down there out of view Please don't jump
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Eu estava no salão comunal lufano lendo o livro que não tinha terminado, enquanto foleava aquelas paginas conseguia saber como a historia em si se desenrolava. Meus olhos viam aquelas palavras com voracidade a fim de terminar logo o romance/aventura. A capa de trás estava chegando perto e o final estava sendo como imaginei, feliz. Mas algo havia me interrompido, senti um arrepio em minhas pernas, como se algo estivesse rastejando na pele dos mesmos. Assustei-me e olhei para baixo, primeiramente pensara que era um inseto, mas ao ver que o que sentira era um leve e macia bola de pelo branco, vi que estava enganada. Era um gato, pra dizer a verdade não era um gato desconhecido e sim de um amigo. Seu nome era Winos. Dei carinho no felino e perguntei onde é que seu dono estava. O mesmo se mexer por minhas mãos e lambia como forma de carinho. –Bom, já que você está aqui que tal eu te dar um biscoitinho? - falei com ele mesmo sabendo que não iria entender. Levantei-me e fui para o meu quarto com ele em meus braços, acho que fiz um novo amigo.

Agora que eu estava fora da escola, sabia que mesmo que eu procurasse algo útil para fazer era claro que meu tedio continuaria presente. Tentei ir a alguns lugares poucos visitados por mim, quem sabe eu encontraria mais um imprevista de vida, mesmo eu gostasse de ficar estável em um lugar calmo e solitário, não sei porque meu corpo estava sentindo falta de alguma aventura cotidiana. Fui enfim ao Pub. Lá estava lotado, muitas pessoas dançavam e riam com suas companhias, menos uma menina, que estava dançando como uma doida aloprada. Enquanto via o estado da mesma que estava em minha frente, confesso que tive vontade de rir. nunca imaginaria me encontrar com alguém com o nível de álcool muito mais alto comparado ao meu. A partir do momento que a senti tocar em minha pele, me arrepiei de nojo, ela estava suada e toda desajeitada, tive vontade de ir ao banheiro o mais rápido possível para me lavar daquela imundice.


Ela me parou, Ai Merlim, por favor me faça criar poderes de teletransporte e sair dali! A menina me fez sentarão seu lado e me trouxe um drinque para poder conversar mais, eu não estava lá para conversar. Parei por alguns minutos e olhei aquelas gotas geladas que caiam sobre o copo que segurava. As ações da garota me faziam ficar cada vez mais constrangida mas logo que ela comentara algo sobre os lufanos, senti que meu interesse e meu corpo se erguer logo. Ser monitora não era um cargo muito adequado para uma jovem de meu perfil, mas mesmo assim não deixava de me importar por aqueles que eu “cuidava”.
– Er, lufanos sequestrados? Impossível.

Depois de ouvi o primeiro no que a loira havia mencionado, senti meu coração sair de minha boca. Tentei não me desespera. Como eu poderia acreditar nela? Ela esta totalmente bêbada, eu com certeza não era uma pessoa que acreditava em supostas verdades, mas ela parecia tão convincente. - Parker? – Olhei no fundo daqueles brilhantes e confusos olhos que ela tinha e tentei buscar um resquício de zoação ou mentira. Mas nem sua pupila havia dilatado ao afirmar que era mesmo o sobrenome que havia ouvido. Senti minhas mãos tremerem e minha cabeça girar, com certeza não era a bebida ingerida e sim o poder que a pressão sanguínea faz quando recebe um susto como aqueles.

Eu não podia estar chorando naquele momento, nunca fui de chorar pelos outros e muito menos por mim. O fato de se estar amando e ainda por um menino mais novo era um grande avanço em minha vida, não sei se estava certa em seguir meus instintos em gostar dele ou estava errada por me aproveitar de uma criança. Lagrimas não se cessavam mesmo tentando imaginar que ele apenas tinha viajado, lagrimas não cessavam mesmo eu tentando me iludir. Sei que a ultima vez que chorei foi quando meu pai me arrastou da casa de minha mãe, que Deus a tenho no inferno mais doloroso jamais imaginado em minhas ilusões... Continuando, me sentia vulnerável e sozinha, como se tudo aquilo que havia conquistado era uma mera mancha de sangue em um vidro e logo se fora com a vinda das chuvas fortes e inconsequentes da mãe natureza - han?. A menina tentou amenizar a situação, me ofereceu algumas pílulas, tentei recusar, mas levei em conta que eram simples calmantes para controlar aqueles sentimentos que me invadiam por dentro. Aceitei sem devaneios e tomei duas em uma só vez.

Assim que senti as duas pílulas rasgarem minha garganta até chegar ao meu estômago, uma pequena dor de barriga começou a surgir.
– Nossa que calmante mais poderoso, não sinto a dor no coração, mas sinto no estômago. - Coloquei minha mão em minha barriga e sentir uma dor maior do que a emocional, como se eu estivesse tendo um tipo de cólica ou seilah. O aconchego da menina fez com que eu sentisse um carinho de verdade, claro eu não era um ser que fora amada pela família e nunca tive nenhuma ajuda quanto a problemas emocionais, ser abraçada desse jeito... Sentir um ombro de um amigo( mesmo desconhecido) era sempre bom quando precisava... Me fez ficar um pouco menos triste. Não sei porque, cedi aos seus encantos e o calor se formou a nossa volta, como se estivéssemos compartilhando um mútuo sentimento, na minha opinião era pelas pílulas tomadas e os goles de álcool digeridos, mas nunca se sabe.

Meu corpo se movimentava graças a menina que me guiava com sua mão pousada delicadamente em minhas costas. Era nessas horas que eu ativava meu escudo anti-socialização, mas algo lá dentro (no estômago) me impedia de fazer tal ação, o mesmo só meu deixava continuar com aquilo e me deixava mais relaxada, feliz. Ergui minha cabeça e senti o vento bater em meus cabelos, o calor era tanto que sentia vontade de correr nua dali. Sorri e voltei meu olhar à menina loira, seu olhar intenso em minha direção me dizia para que eu confiasse nela, mesmo eu não tendo muito certeza do que iria acontecer logo após.

Enquanto andava pelo Hall podia sentir nossos corpos se tocarem e se movimentarem mais e mais, era como se cada momento juntos eles ficassem mais elétricos. Senti um arrepio subir por minha espinha e o calor passar por suor. Agora eu estava descontrolável, meus braços soltos e incessáveis, parecia uma bêbada surtando ao ouvir uma musica agitada. Todos os sons agora eram simplesmente vagos, meus ouvidos se recusavam ouvir aquilo que não desejava ouvir. Nem ao menos conseguia mais ver a menina em minha frente, eu estava completamente dopada.

A loirinha se aproximara e assim me perguntara algo, dei uma risada sem nexo e prontamente disse meu nome completo.
– Lucy Mary Dorren. - Eu não me dei conta que havia dito todo, não soava muito profissional de minha parte, pois sempre gostava de impor apenas o Dorren, o outro me dava más lembranças. – e o seu menina que acabei de conhecer, com o cabelo loirinho?

-AAAHHHHH QUE BONITINHOO!- Dava vontade de apertar em suas bochechar ao ouvir seu nome soar de sua boca, mesmo estando completamente bêbadas ainda conseguíamos identificar as feições daqueles estavam a nossa volta, principalmente quando uma delas é de um cara nos botando para fora do Pub. – TIO! Me deixa entrar eu não acabei de beber o meu copinho! – Gritei sem me importar com meu tom de voz. Não conseguia mais assinalar que estávamos sendo expulsas permanentemente daquele lugar.- E agora menininha? O que faremos... – Antes mesmo de eu completar minha frase senti meu braço ser empurrado para outro local.


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