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Três Vassouras

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Re: Três Vassouras

MensagemJapao [#188989] por Hikari Miyamoto » 26 Jan 2019, 21:24

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ENCONTRO ÀS CEGAS DO TINDER ZONKOS
CASAL 14 - HIKARI E IVANOVICH
TRÊS VASSOURAS
POST II


Ela não tinha paciência pra joguinhos. Sora estava sozinho em casa por causa daquela missão idiota e não podia deixá-lo à mercê da própria sorte. Se ele não ia falar que merda tinha pra dizer, então Hikari teria que tirar a força. Não que fosse algo muito difícil pra ela, mas, a julgar pelo tamanho, porte e postura do loiro, daria um trabalho desnecessário e a faria perder o precioso tempo. - A gente pode só se poupar dessa merda, você me dizer o que tem que dizer e aí ninguém se machuca?! Não estou pra joguinhos. – Com uma nova negativa dele, o corpo da japonesa estremeceu de raiva. Quanta insolência!

- Ah, mas eu não vim aqui atoa mesmo. - Assim que ele levantou para partir, ela segurou seu ombro, arrependendo-se imediatamente de tê-lo feito quando o homem puxou se braço e meteu contra as costas dela, neutralizando parte dos movimentos. Devido aos longos e desumanos treinamentos, Hikari sofria de hipoalgia, ou seja: dor física era mínima pra ela. Mesmo assim, aquele monte de homens olhando a cena com um sorrisinho no rosto a deixou irritada. - Interessante..., mas eu também sei fazer uns truques. - Brincou, passando a perna por dentro da dele para tirar o equilíbrio e usando a mão livre para empurra-lo para frente e se soltar. Ficou encarando o rapaz por um segundo... Aqueles olhos azuis lhe chamavam a atenção. Ela nunca tinha conhecido alguém que a neutralizasse nos primeiros minutos de conversa. Infelizmente, o silêncio e olhares dos dois findou quando um homem aleatório passou-a para o lado e disse: - Eu cuido disso pra você, princesa. Meninas bonitas não devem se meter nos assuntos dos homens. - Aquilo fez o sangue a Miyamoto ferver. Ela não tinha dedicado mais da metade da vida se matando para ser a melhor pra ter que ouvir gracinha de macho broxa. Antes que o babaca pudesse alcançar o loiro, Hikari o derrubou com uma chave de coxa, metendo a cara do infeliz no chão de uma vez. - Eu sou uma princesa bastante prendada. - Não foi uma boa ideia, num todo, apesar de ter valido a pena cada segundo. Infelizmente, quando soltou o bêbado, ele foi buscar sua turma: um grupo de outros homens grandes e de aparência ameaçadora. Entretanto, não havia um traço de medo nos olhos da mulher e, ao olhar para o loiro, viu que nem nele. - Está afim de se divertir, loirinho?

Hika não esperava por aquela resposta. Ela mesma podia dar conta daqueles, o que, 6 homens? Não tinha muita dificuldade, todavia, sempre lutava com Taro em suas missões e adorava ter um parceiro de brigas. Acenou positivamente, alargando ainda mais o sorriso sínico com a retórica do estranho. Quando os rivais partiram pra cima da dupla, foi um caos. Mesas, cadeiras e copos voaram para todos os lados. Os outros clientes tiveram de correr pra fora e mesmo os funcionários saíram de cena. O primeiro que caiu nas mãos da japonesa não durou muito, ele era grande demais pra se mover rapidamente e não tinha um pingo de coordenação. A garota o acertou no nariz com o cotovelo, quebrando na hora e bateu sua cabeça gigante na mesa até que estivesse desacordado. Viu o novo colega também neutralizando um segundo brutamontes e Deus, como aquele loiro era alto! Infelizmente, da posição que estava, não dava pra ver um infeliz se aproximando com uma garrafa partida, prestes a lançá-la contra ele. Hikari usou sua destreza para passar pelas mesas e aproveitou o apoio das costas largas do estrangeiro para usar como impulso quando acertou o novo intruso com um chute no estômago. Ele cuspiu sangue, mas não teve tempo de sentir dor com a coronhada e que levou da arma da japonesa bem na testa. Quando olhou pra trás, já não haviam mais caras. O loiro estava afundando os punhos na cabeça de um e os dois que sobraram saíram correndo. Ela se aproximou, tinha sangue nas mãos que não a pertenciam e mais um pouco respingando no pescoço e sobre a pele exposta dos seios também. - Com certeza você é o cara que eu estou procurando.
Todavia, toda a euforia se esvaiu das veias quando ouviu a resposta dele sobre o real propósito daquele encontro. - Eu também... - A voz era quase falhada pela respiração arfante. Alguma coisa estava estranha. Hikari mostrou o papel para o loiro, o mesmo que dizia como era a pessoa que devia encontrar e o que ele devia entregar. - Não tem mais nenhum loiro, gigante e extremamente atraente no bar. -

O adjetivo do final, era óbvio, foi ela quem colocou, encarando-o perigosamente, sem se preocupar com todo o sangue que a cobria. Aliás, ele também estava todo sujo, o que combinava com sua expressão ferina. Tinha um quê de selvagem naquele rapaz, algo que o tornava estranhamente hipnotizante. - Eu sou Miyamoto Hikari e, tenho o pressentimento de que fomos enganados. Senhor...? – Tão logo o nome do estranho deixou os lábios grossos, outro arrepio a cobriu dos pés à cabeça.

- Volkov? Dos Volkov? - Automaticamente, a menina deu um passo para trás. Conhecia a fama daquela família, sua sede de sangue e possuir mulheres de qualquer jeito. Não confiava neles, nem mesmo naquele que acabara de a ajudar. - Não entendo porque Eiji-tono me mandaria vir falar com você, só se... - Na mesma hora, a voz de Taro, o mais velho, ecoou em sua mente. “você tem que se divertir mais, maninha... Precisa conhecer alguém como você, sair, curtir!”. A japonesa ficou tão vermelha que as unhas cravaram na palma das mãos quando cerrou os punhos. - Eu sinto muito. Meu irmão armou pra mim... Digamos que ele acha que eu preciso me divertir mais. Desculpe ter tomado seu tempo, ele me paga. - Dizendo isso, deu o primeiro passo para frente, passando quase por cima do loiro. O cheiro dele era um misto de almíscar e sangue, e ficou grudado no narizinho dela.

Hikari estava prestes a ir embora, porém, o gesto do rapaz chamou sua atenção.
- Você está botando vodka no whisky de fogo? - Lentamente, curiosa como era, a japonesa se aproximou, observando-o por cima do ombro dele. Ela pegou outro copo e encheu do que parecia ser sakê, tirado também de um frasco que carregava no bolso. - Quer trocar? Vai que whisky e sakê também fica bom.

Ela sorriu minimamente, que bom que ele estava falando sobre algo e não parecendo um psicopata caladão. - Então, temos uma coisa em comum. Eu também bebo muito, desde criança. Se bem que... não acho que eu tenha chegado a ser criança. - Apesar do conceito triste, não havia magoa na voz. A moça entendia que fora necessário pra ser quem era e não se arrependia do tempo que ganhou treinando. - Uma pena não poder salvar meu irmão disso tudo. Ele está ficando igualzinho a nós, os Miyamoto, e só tem 13. É engraçado... - Já que não houve troca das bebidas, Hikari engoliu num único gole o que havia em seu copo. Ela amava o sabor do álcool, ainda que ele surtisse pouquíssimo efeito em seu corpo. - A forma como a gente protege um monte de estranhos, mas, nossas famílias sempre estão fodidas. - Pegando um pouco mais, agora da garrafa de whisky sobre o balcão, ela encheu o copo até a metade, engolindo de uma vez novamente. O drink sempre descia queimando, mas minimizou a careta, apenas torcendo o nariz. - Quer dar o fora daqui? Eu amaria se você soubesse de algum lugar divertido.

Quase não aguentou de tanta felicidade por não precisar mais ficar na companhia daqueles homens nojentos. Não que eles estivessem fazendo muita diferença além de parte do cenário destruído. - Do meu gosto? - Os lábios estavam unidos pela excitação. Não sabia bem o porquê, já que nenhum homem havia despertado esse tipo de interesse em seu corpo. Deu um passo à frente ao se levantar, ficando perigosamente com o rosto próximo ao peito dele. - Vamos lá. Vamos ver o que você sabe sobre o meu gosto. – E, sorrindo como uma felina prestes a atacar, ficou na ponta dos pés, dando uma lambida divertida de baixo acima do queixo dele. Virando-se pra a saída como se nada tivesse acontecido.


Com: Ivanovich Volkov
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#189007] por Calleb Archie D'Alterre Bellamy » 28 Jan 2019, 14:42

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Gostava de como os lábios dela pareciam ao bebericar o que havia em seu copo. Mais ainda no momento em que se abriram para deixar escapar aquele nome tão curto e sensual: Lola. - Adoro como seu nome soa, Lola. - E demorei um pouco mais do que o necessário para deixar cada letra ter seu momento, sua devoção. Ainda sentia o calor da mão dela entre os dedos, a pele morena causava uma sensação de formigamento na minha que era alva, porém bronzeada de sol e marcada de sal. Eu devia parecer um velho caquético para a menina, não que ela aprentasse ser tão nova assim. - Calleb. - Disse, simplesmente. - Não que eu me importe se me chamar do que tiver vontade, você pode. - Uma piscadinha de lado e estava feito, o famoso sorriso maroto dançava, cortando minha boca num gesto quase imatura. Tinha disso, às vezes. Voltar a ser um moleque descalço, correndo pelos portos de Kingsbridge.

Nesse momento, o som da jukebox antiga de Rosmerta ecoou num chiado característico dos clássicos. Era uma balada country bastante conhecida e que eu já tinha cantado inúmeras vezes em viagens e noites perdidas no mar. Era um velho rato de navio, ahoy! Isso eu era. E ratazanas não dispensam uma boa farra quando os gatos deixam o convés. Foi a total desinibição que me fez levantar e estender a mão à morena, virando com a que estava livre, toda a caneca de rum.
- Vem, vamos sacudir esses corpos que o diabo nos deu. - Antes mesmo de receber uma resposta, comecei o movimento com as pernas, um passinho simples, mas altamente sincronizado. Rosmerta, conhecia meus dotes artísticos, lançando uma gaita em minha direção. Apanhei num pulo e levei aos lábios instantaneamente, tocando o instrumento com ele e soprando no ritmo em seguida. Era uma canção antiga da banda needtobreathe, um som gostoso demais feito com violão e banjo.

As orbes azuis voltaram-se para as dela uma última vez, levando nossos rostos bem próximos um do outro enquanto tocava. Naquele instante, respirava uma centena de chocolates doces, alcaçuz e geléia fresca, tudo o que eu mais amava no universo. Maldito cão sarnento que me enfiava sempre nas piores situações. Uma menina... Tudo por uma menina.
- Confia em mim? - Eu era um desespero em forma de tentativas. Apesar de meio bêbado, nunca perdia completamente os sentidos e o controle das ações. Se ela fosse comigo, não a deixaria partir, se optasse por ficar, todavia, pensaria muito antes de tentar chegar em qualquer outro exemplar do sexo feminino tão bonito e bem distribuído em seus dotes. Mesmo com tanta vontade de pressioná-la contra uma parede e saber que doçuras seu gosto teria além do cheiro delicioso, optei por me afastar, curtindo a melodia com os olhos fechados, evitando a tontura. Gostaria que Allie estivesse ali, também. Ela amava dançar, tanto quanto eu.

- Posso não ganhar um beijo, mas uma dança não vai machucar. - Foi a tentativa final. Com a gaita nos lábios novamente, acompanhou com o corpo e com o som que ela produzia, aquela música agitada. As noites eram mesmo um antro para vagabundos como eu e vagabundos nunca ficavam com a garota.


com Lola <3
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Re: Três Vassouras

MensagemInglaterra [#189079] por Lola Rousseou » 31 Jan 2019, 17:49

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[curiosity.4]


Oscar Wilde era um autor trouxa bastante conceituado, e como boa nerd, Lola havia lido muitos de seus livros. Não só porque suas ideias eram interessantes, mas porque a visão dele sobre o mundo era diferente. Bruxos e trouxas tinham razões distintas para se viver, com objetivos completamente opostos em alguns aspectos, mas não era algo que Lola se limitava. Ela lembrava-se de uma citação muito bem elaborada, dizendo que ''Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.'' A principio, não houve entendimento por parte da corvina, ainda mais por ser tão jovem, mas depois da doença de sua mãe e da forma como seu pai saiu de casa, ficou bem claro que eles não viviam mais, apenas... existiam. E nunca de uma maneira boa. Naquela situação, se pegou refletindo sobre si mesma e concluiu que também não estava vivendo, apenas, existindo. Colocando-se a frente de responsabilidades que não eram dela, para suprir a necessidade que sua mãe não mais conseguia. Então, por uma fração de segundo, se perdeu pelo homem e respirou fundo. Porque não poderia... viver?

Se conhecia o suficiente para não ser enganada por lábia, mas algo dentro de si, gritava com todas as forças que poderia confiar nele. Ela não sabia porque, mas acreditou. Seu interior parecia uma poção que deu errado. Estava com a mente levemente confusa, alterada pela bebida e com as emoções a flor da pele de uma forma que não havia passado em muito tempo. Suas mãos suavam e ela não sabia se era pelo álcool ou se pela afobação de ter alguém conversando realmente com ela. Sem falar sobre escola, livros ou sua condição psicologicamente propensa ao desastre. Lola não conseguia encontrar motivos para se afastar dele ou recuar diante da investida, porque estava se divertindo de verdade, pela primeira vez em meses e aquilo a empolgou muito mais do que uma nova descoberta literária. Levantando-se de seu assento, colocou a mão sobre a dele e sorriu. - Confiar em um estranho? Porque não? - Dançar não era, de fato, sua praia, mas iria adorar tentar com ele.

xxx


Seu toque de recolher se aproximava, e mesmo após algumas músicas, ela voltou a se encaminhar para o balcão com Calleb ao seu lado. - Eu vou precisar ir, realmente. - Sua voz foi cortada pelo sussurro e então deu dois passos para mais próxima dele, enquanto a fila para pagamento não andava. - Eu realmente me diverti hoje, já tinha algum tempo que isso não acontecia. - Era uma verdade absoluta, mas não era para ele saber. O motivo dela contar nem ela sabia. Seu rosto corou um pouco, enquanto ela insistia em colocar alguns fios de cabelo para trás da orelha e então respirou fundo pela voz dele novamente. - Ah sim, eu... preciso voltar a escola. Estamos no horário para retornar do passeio e... regras são regras. - Por um breve minuto, ela pensou em mentir, mas sabia que isso não iria adiantar, ainda mais porque ela claramente era uma aluna de Hogwarts. Seu cachecol azul e cinza confirmava a qualquer pessoa. E não levando em conta o fato de que vários estudantes, no decorrer das horas, haviam acenado para ela.

Ajustando seu casaco contra o corpo, ela caminhou na direção da porta de saída alguns segundos depois de abandonar o balcão, deixando o estranho para trás. Lola sabia que os momentos vividos ali seriam uma lembrança revivida por todas as semanas seguintes, e mal podia esperar para chegar ao seu dormitório para escrever contando tudo a July e Sarah. Já tinham algumas semanas desde enviara cartas as duas e estava mais do que na hora de saber notícias dela, estava esperando que pudesse ficar a noite toda acordada e escrever os detalhes sobre o quão bem Calleb cheirava. Uma mistura de mar com rum, e colônia masculina. Ela sorriu para si mesma, mas o que não esperava, era ouvir a voz dele novamente tão cedo, muito menos, com uma proposta incomum. - Eu... realmente não sei. Tenho horário pra voltar... de verdade. - Seu interior estava pulando de empolgação e felicidade, apesar do lado racional que a fazia corvina estar mandando ela correr na direção do castelo. Só que ela não foi, e a hesitação foi o suficiente para fazê-lo se aproximar e levá-la dali. Oh Merlim, que a noite fosse tão boa quanto a sensação dos braços dele ao redor de seu corpo.


Notes: WOOW! .saf2
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Postado Por: Joyce Dayanne.


Re: Três Vassouras

MensagemCoreia do Sul [#195202] por Han Hae Chan » 25 Nov 2019, 16:40

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Um pouco de diversão – Parte I


Ele estava cansado. Bem mais cansado do que achou que ficaria após andar pelo Beco Diagonal. Era a hora de tomar o caminho de Hogsmeade. Nunca havia estado ali e julgou ser uma oportunidade perfeita para visitar o lugar. Revisou o que possuía na mochila pela terceira vez consecutiva. Eram seus últimos momentos como adolescente desempregado, certo? Logo logo estaria como auror em serviço em alguma rua por aí ou atrás de alguma escrivaninha preenchendo relatórios. Ele odiava a ideia de ter de preencher relatórios. Não gostava disso nem quando estava em aula e algum professor pedia... Por que gostaria disso agora que estava formado?

Qual seria a profissão ideal para ele? Ele não conseguia pensar, por mais que tentasse. Talvez precisasse de um pouco mais de tempo para se encontrar. Talvez precisasse de mais uns dois ou três anos na escola. Que inferno! Era uma droga ter sido bom aluno durante todo esse tempo. Se ao menos tivesse reprovado... Um aninho que fosse. Caminhava a passos lentos com as mãos nos bolsos da calça. Fazia frio em Hogsmeade. Muito frio. Claro, menos que na Rússia onde estudara por sete anos, mas ainda assim estava frio. Soltou a respiração percebendo as nuances da fumaça que se formava de seus lábios e nariz quando o ar quente entrou em contato com o ar gelado do ambiente.

Aonde iria primeiro? Estava entardecendo e a maioria das lojas estava fechando as portas. O que dera em sua cabeça para ir naquele lugar àquela hora? Seu tempo estava acabando. Sua juventude estava acabando. Que inferno! Mas... O que ele ganharia se lamentando? Absolutamente nada. Pelo contrário. Estaria era perdendo seu precioso tempo. Ajeitou a alça da mochila em suas costas quando viu que o Três Vassouras estava aberto. O lugar era conhecido e ele tinha bastante curiosidade sobre o estabelecimento. E agora tinha idade para provar de todo o tipo de bebida que estava sendo vendida por lá, certo? Era maior de idade.

Pois é. Maior de idade. Um adulto. Abriu a porta e tomou a direção do balcão para fazer seu pedido. Não tinha a menor ideia do que iria querer. Talvez uma poção que paralisasse o tempo? Talvez. Mas ele não sabia da existência de nenhuma. Com o tempo não se brinca. Falar aquilo o fazia se lembrar do velho professor lobisomen que lecionara para ele. Era estranho pensar que no ano seguinte ele não teria mais aula com o homem. Estranho demais. Ergueu a mão para pegar o cardápio. Pensou em pedir um hambúrguer e um refrigerante de pêssego, mas isso seria totalmente contra o que ele estava planejando fazer ali, certo? — Uma taça de hidromel, por favor... — Pediu ao senhor esquisito que tomava conta do local. Ele disse que não poderia dar bebida alcoólica para menores e Haechan suspirou pesadamente. — Não sou menor de idade. Fiz dezoito em novembro passado. Me formei esse ano. Se quiser posso mostrar meus documentos. — E o cara realmente quis. Haechan revirou os olhos retirando a identidade da mochila e a entregou ao senhor. Só depois de conferi-la umas quatro vezes que o homem foi buscar seu pedido. — Essa noite vai ser longa... — Murmurou para si mesmo quando o senhor já estava longe o suficiente para não ouvi-lo. Nem havia percebido que havia uma pessoa sentada ao seu lado. Não ainda.


Interação para: Alek ♥

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Han Hae Chan
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