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Café des Sorcières

Re: Café des Sorcières

MensagemEstados Unidos [#108360] por Julie Reinheart » 12 Set 2012, 15:39

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Julie mexia levemente a taça de vinho em sua mão enquanto observava atentamente a reação do homem a sua frente ao que ela acabara de dizer. Observou enquanto ele passava de alarmado para apenas surpreso e em seguida tomava um gole exagerado de vinho para tentar se recompor e parecer apenas ansioso e como ela já esperava a próxima coisa que ele fez foi perguntar sobre provas. A morena não havia se ofendido com a pergunta, ela não estava realmente se importando se ele duvidava dela ou não, mas mesmo assim achou conveniente dizer alguma coisa: - Eu não brincaria com algo sério Senhor. – Usando propositalmente um tom seco continuou a observar as reações do homem.

Ela conseguia perceber a ansiedade que ele tentava esconder, seguiu com o olhar as mãos que ele colocou para baixo da mesa, provavelmente em suas pernas e logo em seguida uma pergunta rápida. Um sorriso brotou nos cantos dos lábios dela, Julie estava se divertindo observando Mitchell. A morena sempre fora muito observadora e sabia que sua postura séria intimidava muitas pessoas, mas esse foi um habito adquirido ao longo de sua vida e convivência com sua família. Seu pai sempre fora bruto, mas muito observador, notava qualquer coisinha diferente que Julie fazia quando pequena até mesmo quando mudava um livro de lugar na sua pequena estante surrada em seu quarto, já sua mãe sempre fora séria na presença de seu pai e nas “reuniões familiares” que eles costumavam fazer, ela sabia a hora de falar e dizia apenas o estritamente necessário.

Antes que a morena pudesse responder os garçons chegaram trazendo alguns aperitivos antes de trazer os pedidos de ambos. Mitchell sorriu parecendo relaxar um pouco e experimentou um dos aperitivos à mesa. Julie deu mais um pequeno gole em seu vinho e disse com a voz agora em um tom macio, mas sem perder seu ar de seriedade: - Seu olhar... – Ela esperou alguns segundos percebendo a confusão estampada no rosto do belo homem. – Seu olhar, Peter tem o mesmo olhar que você. – Ela repetiu acrescentando algumas informações e o observou ficar sem jeito.

Essa normalmente não era uma atitude de Julie, ela era direta e pratica, dizia exatamente tudo o que tinha de dizer, mas o comportamento excitado e ao mesmo tempo incerto de Mitchell a deixou intrigada, na verdade ela estava se divertindo lendo o rapaz daquela forma. Pela primeira vez em muitos anos ela não estava se sentindo pressionada a fazer algo, ela estava ali porque queria, pois poderia muito bem ter ignorado o bilhete anônimo que recebera e a fizera recordar tantas lembranças difíceis. E Mitchell estava tentando manter um clima agradável entre os dois, apesar de sua ansiedade e do momento de duvida no começo da conversa ele parecia não saber o que esperar de Julie. Então a morena iria prolongar o assunto por mais um tempo.

Sem desviar o olhar de Mitchell a morena resolveu experimentar um dos canapés que estavam à mesa e sorriu após comê-lo. – Sim, está muito bom.
Julie Reinheart
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Re: Café des Sorcières

MensagemIrlanda [#108505] por Mitchell von Hannover » 18 Set 2012, 19:04

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Ajeitei meu cabelo disfarçadamente, pois, mais uma vez estava surpreso e confuso. Deixei minhas mãos deslizarem em minha nuca e acariciá-la por um curto momento. Ficar sem graça na frente de uma dama era quase sinônimo de fragilidade masculina, não que priorize isto, mas não é nada confortável demonstrar este tipo de reação diante de mulheres... Homem tem de ter controle e olha eu aqui perdendo o meu. Entreabri meus lábios tentando dizer algo, mas não consegui e disfarcei umedecendo meus lábios e comendo mais um pouco da comida que tinham nos entregue. - O que tem meu olhar? Como ele é? - Franzi o cenho até que Julie explicou que o garoto tinha o mesmo ponto fixo e corajoso que nem o meu, ao mesmo tempo trapalhão. Abri um largo sorriso ao ouvir aquilo.- Não sou assim... É só por causa da situação...- Desabafei. A sensação de tirar um peso das costas só com aquela frase, era descomunal!

Tomei um pouco do meu vinho, suspirei me controlando e tornando a comer enquanto observava a morena me encarar seriamente.
- Ele está em qual escola? Como você chegou a ele? - Olhei para os lados.- Ele está com problemas, precisa de ajuda? Alguém além de você e o Chris sabem... Digo, se alguém já foi atrás dele ou se ele corre algum risco? - Dizia inclinando sutilmente meu corpo para a mesa esperando a resposta da morena.

Após um curto tempo, Julie resolveu falar, moderadamente: falou como o encontrou, que estuda em Hogwarts, é monitor da Gryffinória – neste momento fiz uma leve careta, esperava que fosse sonserina, mas deixa baixo -, não precisa de ajuda, não tem ninguém atrás dele e até perguntou porque estaria, e que mora com Chris. Novamente fiquei boquiaberto.
- Com o Chris?! Sabe quanto tempo tem isto?- Perguntei comendo mais um pouco e tomando o ultimo gole do meu vinho. Julie confirmou dizendo que sabia, desde o início do ano letivo Petter vem morando com ele... Franzi o cenho. - Aquele filho da... - Parei. Ajeitei minha gravata e respirei profundo. Aquele filho da p*** estava este tempo todo com meu filho debaixo de seu nariz e não abriu o bico. O que ele pensa que é?

Olhei para um dos garçons que serviram mais uma taça de vinho, fiquei mais confortável na cadeira e olhei ao redor.
- Me desculpe senhorita Julie, mas o que posso fazer em troca por fornecer tal informação?- Indaguei. De todo modo, nenhuma informação é de graça, ao menos do meu ponto de vista e, se tratando daquele tipo de informação, poderia valer muito ou não sei o que dizer.. Causos do destino poderiam acontecer? - Deseja algo?- Insisti.



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Mil desculpas pela demora e pelo post lixo, pensei em algo bacana e fiz, mas eu perdi... Ae eu desanimei, fiquei um tempo sem postar e só veio isto...
ps: ele nao era de bb ainda tá?
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Re: Café des Sorcières

MensagemEstados Unidos [#108611] por Julie Reinheart » 23 Set 2012, 13:39

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A conversa entre os dois seguiu normalmente, em alguns momentos deixando um clima tenso e em outros deixando um clima mais ameno. A morena contava tudo o que sabia para o homem a sua frente, como encontrou o garoto, que ele estava a salvo, que estudava em Hogwarts e que morava com o irmão de Mitchell, Chris.

Julie manteve uma expressão indiferente para a reação de raiva instantânea que Mitchell teve ao saber de seu irmão, mas em assuntos de família ela não se metia, afinal, já bastavam os próprios problemas familiares dela para se preocupar. Problemas alheios não a interessavam, ela estava ali apenas para passar um recado e fazer com que ele tomasse conhecimento do próprio filho.

Após um momento para se recompor ele se voltou para Julie, parecendo mais confortável na cadeira após terminar com sua taça de vinho. A morena percebera o quanto aquele assunto o transtornará, mas mais uma vez aquilo não era de suma importância para ela. Permanecendo indiferente quando o homem lhe perguntou se queria algo em troca por aquela informação que lhe fora dado, ela simplesmente o olhou nos olhos e com seu tom frio de sempre lhe disse: - Não preciso de nada. Faça bom proveito do que lhe foi dado. Tenha uma boa noite Senhor Hannover. – E se levantando caminhou em direção a porta do local e sem olhar para trás saiu do Café para as ruas geladas da França aparatando logo em seguida.


OFF - proximo post Nanda finaliza o arco... meu post ficou um lixo, mas foi o que saiu...
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Re: Café des Sorcières

MensagemIrlanda [#109041] por Mitchell von Hannover » 09 Out 2012, 11:10

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Não posso negaar que o café des sorcières estava me surpreendendo com tamanho atendimento. Seus funcionários nos serviam de forma discreta e aquilo sempre me fazia sentir o dono do lugar. Um pouco mais de vinho, um pouco mais de iguaria e por fim um sorriso elegante de um dos funcionários. Sorriso? Por um momento desviei o olhar de Julie e observei as vestes dos demais presentes. Nenhuma outra mesa estava tendo atendimento tão caloroso quanto o meu suposto encontro. Nenhum outro funcionário do local se prontificava disposto e exclusivamente, para nós. Muito estranho, não? Será que estava sendo agraciado pelas amizades de Christian? OU do meu pai?

Ergui a sobrancelha e provei um pouco mais da comida. Julie negou minha oferta e se retirou. Enquanto seus passos saíam do estabelecimento, mantive-me calado. Uma notícia como esta me dava vontade de sair dançando pelo lugar todo, mas a partir do momento em que o sorriso de um funcionário me intrigou, meu autocontrole voltou ativa.
- O que você acha?- Indaguei para o mesmo que havia sorriso anteriormente. Ele contraiu o maxilar e sorriu disfarçando o incômodo que sentia. - Estou apenas obedecendo ordens do Senhor Christian.- Balancei negativamente com a cabeça. - Tudo bem.

Terminei de me servir e segui para a saída do café indo embora.

OFF: desculpa, foi o que deu pra fazer. briga comigo porque fiz menos que 15 linhas...
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Re: Café des Sorcières

MensagemJapao [#111355] por Shisui Kurosaki » 21 Nov 2012, 21:56

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-Abeillard, meu caro e querido primo, porque você não vai ver se eu estou lá na esquina?– Perguntei, no que eu pretendia que fosse um tom educado, enquanto apoiava casualmente minhas mãos em seus ombros, olhando firmemente dentro de seus olhos. Inútil é claro, com toda a inteligência que ele tinha, no máximo iria achar que meu “olhar profundo” era uma tentativa de flerte –E porque diabos eu iria ver se você está na esquina, quando eu sei que você está aqui?– Ele questionou, erguendo uma sobrancelha e me fazendo suspirar. Você faria bem em lembrar que aquele ser, por mais chato que fosse, era meu primo, e, portanto, eu devesse ser um pouco mais legal com ele. E teria razão, não fosse o fato de que ele estivera me seguindo durante o dia inteiro, e torrando toda a paciência que eu não tinha com tagarelar infinito sobre minha irmã gêmea, que naquele momento deveria estar cortando qualquer coisa por ai. E eu daria meu braço esquerdo como essa coisa cortada, pra me ver livre do garoto –Abellzinho, Abellzinho... Você é tão bonitinho, já disse isso?– Eu estava sendo irônico é claro, mas, ao ver o olhar estranho que cruzou seu rosto naquele momento, tratei de esclarecer minha frase –Não, eu não estou dando em cima de você animal, antes que pense isso. Você não faz o meu tipo– Tipo este que eu nem sei qual é diga-se de passagem, mas isso não vem ao caso agora, por que seja lá qual for, ele não fará mesmo assim –Você realmente precisa de umas aulas de ironia, está parecendo o Sheldon– Comentei, e ele pareceu não entender nada. É claro que não entenderia, eu era o único da família afinal que me preocupava em assistir a seriados de TV trouxas. Abeillard provavelmente sequer sabia o que era uma TV, de modo que eu apenas acabei deixando aquilo pra lá, enquanto olhava desesperadamente para os lados em busca de um refugio. Acabei encontrando-o na forma de um pequeno café, ao qual me apressei, na esperança de não ser seguido. Uma esperança que logo se mostrou vã, assim que o som de seus passos chegou aos meus ouvidos.


-Olhe Abell, nada contra você– Eu disse, me virando pra ele novamente uma vez que nos encontrávamos lá dentro –Mas eu realmente gostaria de ficar sozinho agora– Pedi, no meu melhor tom convincente, que, pra variar, não adiantou de absolutamente nada –Hey Jeff é sério. Você não tem nada melhor pra fazer mesmo, então porque não apenas responde minhas perguntas?– Achei aquilo o cúmulo do absurdo, te contar. Era demais o moleque me chamar de Forever Alone assim na minha cara, sem a menor cerimônia. Não que eu tivesse, de fato, algo programado, mas hey, qualquer coisa seria melhor que enfrentar as intermináveis perguntas daquele ser sobre minha irmãzinha –É ai que você se engana, meu querido primo, porque de Forever Alone aqui só temos você. Eu não somente já tenho o que fazer, como melhor que isso, eu tenho um encontro– Era uma mentira descarada é claro, já disse que não faço ideia de minhas próprias opções sexuais, o que por si só descartaria a possibilidade de um encontro real, mas hey, Abeillard não precisava saber disso –Um encontro?– Ele ergueu novamente as sobrancelhas em uma descrença tão evidente que poderia ter me ofendido. Posso não ser o mister universo, mas eu dou um caldo tá? –Sim, um encontro, porque, algum problema com isso? Não me diga que está com ciúmes, porque eu já disse que não estou interessado em você– Falei, e ele abriu um sorrisinho irritante –É mesmo? Pois eu só acredito vendo. Me mostre onde ela está.


Sabe quando você está em uma situação, e de repente você percebe que simplesmente ferrou? É, pois é, estava assim naquele momento, mas a necessidade de me ver livre era tão grande, que girei meu corpo, procurando ao redor, e identificando uma menina sozinha a uma das mesas, a qual eu apontei com confiança –Ali está. Uma gatinha não é? Morra de inveja– Disse, dando-lhe as costas e andando lentamente naquela direção, torcendo pra que ele enfim desistisse, o que, com meu carma incrível, obviamente não aconteceu. Na verdade, ele estava até mesmo me seguindo. Parei, fazendo minha melhor cara de indignado –Hey, qual é cara? Vai ficar de vela no meu encontro, é isso mesmo?– Finalmente ele pareceu se mancar, e então deu de ombros –Está certo, ficarei vendo daqui– E com essas belas palavras, sentou-se confortavelmente em uma das cadeiras, com um sorrisinho tão convencido em seu rosto que minha vontade era de dar-lhe um tremendo murro. Suspirei. Admitir derrota estava fora de questão, então que outra escolha eu tinha afinal? Acabei andando mesmo até onde a menina estava, sentando-me de frente pra ela com um sorriso quase de desculpas –Hey, eu sei que isso vai parecer estranho, mas você se importa se eu me sentar aqui um pouco, e fingir conversar com você? Eu prometo não incomodá-la mais do que o necessário, mas eu realmente preciso de uma desculpa pra me livrar de uma pessoa– Eu já disse aquilo esperando pelo grito, o tapa ou o que quer que fosse sua reação, porque afinal de contas, eu imaginava como deveria estar parecendo um tarado ou sei lá agindo daquela forma, mas, mesmo que eu acabasse derrotado naquele jogo, pelo menos ninguém poderia me acusar não haver tentado.




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Notes Post bem fraquinho mas é o primeiro - pelo menos oficialmente - com o personagem, então... Prometo melhorar no próximo o/;
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Re: Café des Sorcières

MensagemFranca [#111366] por Ashley S. Neveu » 21 Nov 2012, 23:30

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O aroma de café recém-saído do fogo entrava por minhas narinas e esquentava minha alma. É, eu estava de volta a França. A pergunta era: Como eu havia vindo parar ali? Pergunta interessante, para uma história bastante insignificante... Sabe, ter um pai super ocupado tinha lá suas vantagens, ou seja, ele nunca estava em casa para ficar de olho em você, ou para reclamar do que fazia, enfim. O fato era que eu estava ali, naquele simples café em uma das muitas ruas movimentadas de Paris. Meu intuito era chegar até a casa de minha mãe, aliás, minha antiga casa que ficava alguns quarteirões dali.

Mas, ainda não estava preparada. Ficar face a face com Adele Neveu era uma tarefa muito difícil, ela era minha mãe, mas também era a mulher que havia traído meu pai e acabado com a união de nossa família. Respirei fundo e beberiquei meu cappuccino, que negócio bom era aquele? Se eu soubesse da existência daquela bebida deliciosa antes, teria tomado ela há muito mais tempo. O lugar estava tranquilo, apenas algumas mesas ocupadas, dentre elas pessoas conversando animadamente, outras lendo jornais, lá fora, o dia estava acolhedor e parecia ótimo para um passeio. Só que, não estava com vontade de passear, de conversar, muito menos de estar com alguém. Desde tudo que houve com Ash, tentava me fechar em minha “concha” protegida de tudo e de todos, mas parecia não ter conseguido ainda.

A calmaria do lugar acabou quando ouvi vozes que vinham do outro lado do estabelecimento. Dois garotos barulhentos haviam acabado de entrar e pelo visto, não eram nada educados. Respirei fundo e olhei para o envelope a minha frente, ali dentro tinha uma carta, a mesma era direcionada a minha avó, Margareth Helstrong. Devo afirmar que eu não estava sendo nenhum pouco educada com a mulher que havia me criado, sabia o que ela tinha feito e era só questão de tempo até conseguir desmascará-la. Minha vontade era de entrega-la a minha mãe e mostrar para ela o que aquela megera havia nos feito, mas quem disse que eu confiava em Adele? Obviamente que não.

Sim, era o que faria, ela querendo ou não, eu esfregaria em sua cara toda a verdade. Estava decidida a ir de encontro à mesma, mas uma cena um tanto inusitada me deixou surpresa. Um dos dois garotos sentou-se ali, na minha frente e suas palavras me fizeram arquear uma sobrancelha atônita. Aquilo era mesmo verdade? Ele tinha realmente aquela cara de pau? Apoiei-me um pouco na mesa, fazendo com que meu rosto ficasse o mais próximo possível do rosto do garoto de olhos claros, sentia o seu delicioso perfume me deixar distraída por alguns breves segundos:
– Você está querendo me dizer que quer me usar para se livrar de alguém? – Confesso que, inicialmente minha vontade era mandar-lhe dar o fora dali, mas, ele era digamos, bem atraente e talvez aquela história ficasse interessante.

Voltei a me sentar e encarei o rapaz seriamente. Era só o faltava acontecer para simplesmente fazer desaparecer toda a tensão que estava em minhas costas:
– Sabe, você é muito cara de pau mesmo viu? Mas, acho que depois de toda a atenção que vocês chamaram ao entrarem aqui e pelo jeito que você agiu, percebi que aquele garoto ali é um mala sem alça... Então, não quero ser uma “desculpa” para você se livrar dele, se quiser conversar, podemos conversar, mas, é só isso. – Sorri para o mesmo e retirei o envelope que estava sobre a mesa, guardando-o dentro do bolso interno de minha jaqueta. Coloquei os braços sobre a mesa e levei uma mão ao queixo encarando novamente o garoto: – Então, devo ao menos saber o nome do meu amigo-namorado-misterioso?



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~ Interação: Jeff Reinhardt ~ Notas:
Não saiu como eu queria Mandy, estava inspirada, mas perdi a inspiração em algum momento do post, por motivos diversos. Prometo melhorar no próximo.
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Re: Café des Sorcières

MensagemJapao [#111428] por Shisui Kurosaki » 23 Nov 2012, 13:09

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Foi como se alguma espécie de alarme houvesse disparado dentro de mim, gritando as suas palavras de alerta e piscando uma luz vermelha no fundo de minha mente. “Aproximação demais, aproximação demais”, ela dizia, enquanto eu lutava contra todos meus instintos de afastar-me quando a garota se inclinou em minha direção. Todo meu corpo pedia-me desesperadamente para que eu o permitisse mover-se para fora do alcance, e, se não o fiz, foi única e exclusivamente por saber que Abeillard estava vendo. Eu havia dito a ele que aquilo era um encontro, portanto a garota aproximar-se tanto de mim deveria ser algo bom, convincente, até esperado, e afastar-me seria o total oposto disto, completamente contraproducente, de modo que apenas me mantive neutro, até ver, aliviado, a mesma voltar para o seu lugar. Não me entendam mal, não é como se fosse algum problema com ela, eu apenas jamais apreciava aproximações físicas de nenhum tipo. Exceto é claro, pela minha família, os quais eu já estava razoavelmente acostumado, eu sempre procurava manter o máximo de distancia possível das demais pessoas. Por quê? Sinto muito, mas eu não saberia dizer. Apenas agia dessa forma desde que me entendia por gente –Sim, você está absolutamente certa. É exatamente isso que eu quero dizer– Disse, agindo como ela fez questão de pontuar alguns depois, como um completo cara de pau –Me desculpe novamente, sei que essa não é a melhor das impressões, mas você tem razão sobre ele, tem me seguido o dia inteiro e já estava me dando nos nervos, eu não sabia mais o que fazer– Sorri, um tanto quanto nervosamente, sem graça –E com toda certeza minha intenção é apenas conversar– Conclui, me perguntando internamente porque havia ficado tão “tímido” de repente.


-Aquele é o Abeillard– Disse em resposta sua pergunta –E eu não o definiria nem como meu amigo, nem como meu namorado e muito menos como “misterioso”– Um ligeiro sorriso se formou no canto de meus lábios ao pensar naquilo. Abeillard, com toda sua previsibilidade, sendo chamado de um mistério –Na verdade ele é meu primo. Está mais interessado em ser namorado da minha irmã– Inclinei-me pra trás na cadeira, levando meus braços pra trás e apoiando a nuca nas mãos. Tentando parecer confortável enquanto a olhava –E esteve o dia inteiro me fazendo todo tipo de perguntas sobre ela, as quais eu sinceramente preferia não ter que responder– Fiz uma ligeira careta ao pensar naquilo –Ela é minha irmã gêmea, e bem, eu não me sinto exatamente confortável com a ideia de passar informações pornográficas sobre ela– Nesse ponto eu já não sabia se estava falando com a garota ou comigo mesmo, curvando minhas mãos em punho inconscientemente ao recordar-me de meu estúpido primo me perguntando se os seios dela eram tão grandes quanto pareciam. Eu deveria tê-lo socado –E no fim...– Falei, afastando aqueles pensamentos e retornando ao presente, a garota que estava ali –É por isso que eu estou aqui– Sorri, casualmente dessa vez – Eu me chamo Jeffrey a propósito, perdão por não apresentar-me adequadamente antes. Então, você me daria à honra de saber o seu nome, ou eu estaria sendo impertinente demais ao perguntá-lo?





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Notes É, então né? Eu tentei c.c, sorry o lixinho c.c;
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Re: Café des Sorcières

MensagemFranca [#111445] por Ashley S. Neveu » 23 Nov 2012, 17:24

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Sorvi mais um gole de minha deliciosa bebida enquanto me divertia com as explicações do rapaz misterioso a minha frente. Várias perguntas vinha em minha mente, uma delas era: Será que ele era francês? Não parecia, mas tinha um charme destacante que poderia confundi-lo com pessoas ali do país. Ouvi o garoto falar o porque de não querer estar com o seu... Primo. Realmente, se alguém quisesse conversar comigo para fazer perguntar sobre minhas irmãs, a história não iria acabar bem. Irmãs, usar aquela palavra no plural me deixou um pouco aérea na situação. Me trazia lembranças que eu não queria ter naquele momento, me lembrava o quanto estive perto de minha irmã gêmea e o quanto a perdi tão rapidamente.

Era uma incrível coincidência ele também ter uma irmã gêmea e aquilo me deixava mais abatida do que realmente eu pretendia estar. Dei um sorriso um pouco forçado ao garoto, afinal, ele não tinha culpa de meus problemas e eu tinha aceitado “ajudá-lo”:
– É um prazer Jeffrey e não acho impertinência alguma me apresentar, meu nome é Alexia. E um pequeno detalhe, o rapaz misterioso a que eu me referia, não era seu primo, e sim você. – Sorri para o rapaz e até pensei em esticar a mão para cumprimentá-lo, mas talvez o primo achasse estranho estarmos fazendo aquele tipo de cumprimento, então resolvi fazer uma outra pergunta: – Então, o que vocês fazem aqui na cidade hoje? Só de passeio? Está de férias da escola? – As perguntas me levaram a questionar algo: Ele seria um bruxo?

Eu sei que é normal bruxos serem clientes daquele café, mas aquilo não queria dizer que somente eles frequentavam o lugar. O pior era que eu não saberia como perguntar a ele sobre aquele assunto. E se ele não fosse? Suspirei, voltando-me a escorar no encosto de minha cadeira, acho que eu não estava sendo uma boa companhia, mas também não poderia explicar-lhe o que se passava comigo, ele era um completo estranho. Era melhor deixar a conversa fluir e ver até onde conseguiríamos chegar com tudo aquilo. De uma coisa eu sabia, estar com ele ali, era melhor do que estar sozinha com certeza.


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~ Interação: Jeff Reinhardt ~ Notas:
Desculpa Mandy! A Alexia entrou em um momento deprê, não é culpa minha! É ela que me coloca nessas enrascadas .mimi
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Re: Café des Sorcières

MensagemJapao [#113109] por Shisui Kurosaki » 14 Dez 2012, 21:43

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Eu deveria estar mesmo muito irritado com tudo que Abeillard havia me dito, pra ter entendido de modo tão errôneo a pergunta que Alexia me fizera, o que não era motivo de grande surpresa de qualquer forma, considerando-se o quanto meu primo é chato. Sorri em resposta ao sorriso da garota, relaxando no assento da cadeira –O prazer é todo meu, Alexia– Disse, e estava sendo sincero –Desculpe, acho que estou um pouco zonzo e acabei entendendo errado a sua pergunta. De qualquer forma, eu sou tão pouco misterioso quanto meu primo– Falei de modo divertido, me imaginando como alguma espécie de mágico mascarado, porém afastando rapidamente tal ideia de minha mente. Esse é um dos meus grandes problemas, às vezes tendo demais ao infantil, o que é perfeitamente cabível dados meus quase catorze anos, mas precisava seriamente aprender a ser um pouco menos influenciável. Enfim, de toda forma ouvi sua próxima pergunta, e demorei-me divagando por um momento. Eu não sabia se Alexia era uma bruxa, ou uma trouxa, porém, com um dar de ombros interno, decidi arriscar dizer-lhe a verdade. Se ela fosse uma bruxa, saberia do que eu estava falando, e, se não, no máximo pensaria que “Hogwarts” e “Beauxbatons” tratavam-se de quaisquer tipos de colégios internos para ricos.


-Sim, eu entrei de férias a poucos dias. Eu estudo em uma escola na Grã-Bretanha, porém por uma alguma razão meu pai parece ter decidido que eu estaria melhor em Beauxbatons, aqui na França, do que em Hogwarts, e me trouxe em uma tentativa de convencer-me a aceitar a ideia– Fiz uma careta ao dizer aquilo, franzindo o cenho. “Por alguma razão”, era, como eu bem sabia, na verdade a Leah. Ele queria me levar pra longe da minha irmã e isso me estressava profundamente. Como se eu fosse deixar algo assim acontecer –Eu, por outro lado, estou me dedicando a tentar convencê-lo que estou muito bem onde eu estou– Sorri novamente, embora meu olhar devesse estar transmitindo alguma preocupação. Alexia parecia estar perdida em algum tipo de problema interno, e, mesmo tendo acabado de conhecê-la, desejei poder ajudá-la. Ela não estava, afinal, me ajudando também? –E essa é a minha incrível história– Disse, inclinando-me inconscientemente em direção à mesa –E quanto a você? Mora por aqui, ou veio apenas para apreciar o café?– Eu não queria ser intrometido e acabar perguntando coisas que não eram da minha conta, mas, quem sabe, com alguma sorte, eu pudesse ao menos distrai-la um pouco do que quer que fosse que a estivesse incomodando.





Interaction With Alexia Neveu;
Tags Leah Reinhardt; Abeillard Benoit (NPC); Jeffrey Reinhardt I (NPC);
Music Help! - The Beatles;;
Wearing A mesma do post anterior .q;
Notes Ficou horrivel, mas eu já escrevi tanto ontem e hoje que inspiração me falta D: Mil perdões, e me desculpe a demora também ç_ç;
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Shisui Kurosaki
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Postado Por: Mrs Halloween.


Re: Café des Sorcières

MensagemFranca [#113780] por Ashley S. Neveu » 20 Dez 2012, 09:01

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Era engraçado. Você nunca espera que certas coisas aconteçam com você. A vida é cheia de surpresas, confusões, medos e... Mentiras. Infelizmente, não estávamos nunca protegidos de certos tipos de “dilemas e problemas” que rodeavam nossa vida. Mas, existiam as intervenções, e ela estava ali na minha frente, ou melhor, ele. Jeffrey parecia ser um garoto diferenciado, havia chegado sorrateiro perto de mim, como se fôssemos amigos de infância, mas aí descobri que o mesmo fugia do primo mala e queria me usar como suposta namorada, estranho não?

Era cômico, precisava daquele tipo de distração senão enlouqueceria. Às vezes me perguntava se realmente eu merecia tudo que acontecia comigo. Havia sido o que eu fiz em minha infância? Acredito que quando se é criança não se tem muita noção das coisas e se, eu maltratava aquelas babás, a culpa não era realmente minha, ou era? Pronto, agora ficaria ali, argumentando comigo mesma sobre meus erros do passado, aliás, ficaria sim daquela forma se não fosse uma frase de Jeffrey chamar minha atenção, Beauxbatons. Eu não era tão lenta a ponto de não entender que ele estava falando de escolas bruxas, ou seja, ele não era um trouxa, para o meu grande alívio. Apesar de aliviada, ainda procurava palavras que pudessem explicar o porque de eu estar ali, resolvi que a verdade era o mais correto.


– Na verdade, vim encontrar uma pessoa, mas, meio que clandestinamente, meu pai nem sonha que eu esteja aqui. Estou morando atualmente em Londres, com ele. Mas, eu sou aluna de Beauxbatons, não sei se seria melhor para você lá ou não, só acrescento que a academia é um lugar tão fascinante como as outras escolas de bruxos espalhadas pelos continentes. – Sorri para o mesmo, apesar de que, falar em escolas me trazia o questionamento que meu pai me fez: Devia ir para Hogwarts com ele? Devia ficar em Beauxbatons? Devia, sei lá, tentar outro rumo? Aqueles pensamentos também me trouxeram uma indagação, se Jeffrey não estudava em Beauxbatons, nem em Durmstrang, só restava Hogwarts, claro de escolas de elite. E aquilo também me lembrou que a escola inglesa ficava realmente na Grã-Bretanha, como eu estava lenta!

Levei a xícara aos lábios e sorvi mais um pouco do líquido:
– Mas, se você é de Hogwarts, deve conhecer meu pai. Ele trabalha lá, seu nome é Alexander Neveu, eu não sei muito bem como ele atua, nunca presenciei, mas acredito que ele deve fazer um bom trabalho. – E não, eu não precisava me “gabar” por ter um pai diretor de uma instituição, minha avó teve sempre muito luxo e riqueza e aquilo já fazia parte de minha vida desde que nasci. Achava que aquela conversa estava realmente interessante, mas suspeitava que eu teria que deixar meu acompanhante logo mais, tinha uma pessoa a encontrar e Margareth Helstrong não iria escapar de mim tão facilmente...


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~ Interação: Jeffrey Reinhardt ~ Citados: Alexander Neveu, Margareth Helstrong (NPC) ~ Notas: Postado Mandy! Perdão pela demora!
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Ashley S. Neveu
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