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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Caldeirão Furado

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Re: Caldeirão Furado

MensagemIrlanda [#108923] por Dragos Nicolae VI » 04 Out 2012, 22:48

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    Estava anoitecendo, esse sempre foi o melhor horário do dia. Ver o céu escuro com um tom laranja do que restou do sol traz boas lembranças, lembranças da infância e da Romênia, já faziam cerca de dez que não visitava meu país natal, mesmo porque não tem mais nada interessante por lá. Enquanto passavam esse tipo de coisa por meus pensamentos pensei em visitar algum bar local e tomar algo para descontrair, já tinha me acostumado aos ares britânicos e começava a esfriar nesse horário. O local mais próximo chama-se Caldeirão Furado, um bar apenas de bruxos.

    O local não estava muito lotado, tinham pessoas no balcão e algumas nas mesas, o barulho das conversas não era alto, na verdade era um som agradável de ouvir, quem sabe com uma música leve no fundo, um ambiente perfeito para uma conversa entre amigos, para rir e beber é claro. Aproximei-me ao balcão e apoiei os braços sobre ele me dirigindo ao balconista – Me traz uma dose de Uísque com duas pedras de gelo, por favor – Me sentei no banquinho e fechei os olhos me concentrando em todos a minha volta, ouvi a voz de cada um que estava lá, as respirações ofegantes e o som dos goles.

    Recebendo o Uísque, levei o copo até perto do nariz sentindo o cheiro e depois tomei um gole depositando o copo novamente na mesa. Aquele era um local em que havia pessoas rindo e pessoas com expressões tristes, bravas e ou apenas sem nenhum sentimento. Com minha facilidade na observação de locais eu notei uma moça sentada a uma mesa, cabelos pretos, olhos castanhos e uma pele clara como a neve, aos poucos soltava os cabelos que caíram aos seus ombros e levando a taça de vinho até os lábios manteve uma expressão serena. Levantei-me, tomei meu copo em mãos e caminhei na direção dela, parei ao lado da mesa olhei em seus olhos e disse – Será que posso me sentar aqui ao seu lado e lhe pagar uma bebida? – Com um sorriso nos lábios e um olhar intenso esperei por sua resposta.

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Re: Caldeirão Furado

MensagemEstados Unidos [#108987] por Julie Reinheart » 08 Out 2012, 12:38

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Julie estava cansada aquela noite. Andando pelas ruas sem rumo após finalizar um trabalho complicado de recolher informações de alguns trouxas idosos que presenciaram um assassinato causado por bruxos fora difícil. Devido a idade do casal de velhinhos as informações contidas em suas mentes foram bem complicadas de serem recolhidas, pois estavam todas confusas e borradas. A morena levou pelo menos duas horas com cada um para clarear bem a mente deles e conseguir ver detalhadamente o que havia acontecido alguns dias antes em um laguinho no interior da cidade onde o casal de idosos estava passando o final de semana com os filhos e netos.

Agora, que finalmente havia terminado com eles e limpado suas mentes do ocorrido Julie sabia que teria de voltar para sua sala no Ministério para fazer os relatórios sobre o ocorrido e passar informações para os Aurores, mas as quatro horas gastas da sua tarde com eles a esgotaram física e psicologicamente. Ela precisava relaxar, então, resolveu aparatar para o Caldeirão Furado, o lugar mais próximo e com uma ótima bebida para recuperar as energias e relaxar um pouco. Ela podia passar em algum bar trouxa, as bebidas dos trouxas também eram boas, mas ela realmente não queria mais ver trouxas por aquela noite.

Aparecendo na entrada do estabelecimento depois de aparatar, a morena entrou e observou rapidamente o lugar. Continuava exatamente como era antes, e não estava tão movimentado hoje, talvez por causa do horário ou talvez porque hoje não fosse um dia de muito movimento, na verdade Julie não se importava, ela não costumava frequentar tanto o Caldeirão por ser um ponto de encontro de muitos bruxos e quando isso acontece, nunca acaba muito bem para a jovem mulher.

Entrando no recinto, Julie soltou os cabelos longos e negros e tirou o sobretudo que lhe protegia do vento gelado da noite. Olhando mais uma vez ao redor Julie reconheceu uma funcionária do Ministério sentada em um canto do bar. A morena não a conhecia pessoalmente, apenas de vista e sabia que ela era uma Inominável. Julie revirou os olhos e caminhou em direção ao balcão onde Tom estava limpando um copo, ela sentou-se e pediu uma cerveja amanteigada. A morena nunca fora de beber bebidas fortes, não gostava muito do efeito que elas causavam nas pessoas e das consequências que poderiam ocorrer com isso, por isso se contentava com a simples cerveja, uma das bebidas mais famosas no mundo bruxo.

A morena se virou ficando de lado para poder ter uma visão de parte do estabelecimento e deu mais uma olhada geral no local. Observou os tipos diferentes de bruxos presentes com as mais diversas vestimentas. Bruxos e bruxas de todos os lugares do mundo estavam ali, apenas relaxando ou alguns pareciam estar até trabalhando. Voltou seu olhar para a bruxa do Ministério e reparou em um rapaz que se dirigia para a inominável.

Com o olhar frio de sempre a morena continuou com os olhos fixos na bruxa e no bruxo que se aproximava dela e então desviou para finalmente dar mais um gole em sua cerveja e esquecer de vez a sua colega, virando-se de volta para o balcão e dando as costas a todos os presentes no local.
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Re: Caldeirão Furado

MensagemCroacia [#109199] por Leonel Croker » 11 Out 2012, 19:36

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Narração || Pensamentos
-----------------------------------------------------



                

    Andando despercebido pelas ruas de Londres como qualquer trouxa, Leonel desfrutava do vento que para muitos era um castigo em confronto ao rosto. Era impressionante como os trouxas se enfureciam com tamanha facilidade diante de simples problemas. Eles não tinham ideia da realidade que os cercavam e que tal realidade poderia vir à tona. Entre os trouxas o moreno não tinha noção da hora e nem de onde estava transitando, só deixou sua mente e seus olhos bem abertos ao mundo que o cercava. O caminho e quanto tempo demorava não importava, pois sempre acabava em frente da hospedaria ao fim de seus passos desmotivados. Sem receio o rapaz entrou como de costume no sereno estabelecimento e não esboçou qualquer importância ao numero de pessoas de semblantes conhecidos do ministério. Sua memória não era excepcional para fisionomias, mas seu trabalho o necessitava de tal artimanha. Artimanha que era desenvolvida com total empenho pela moça que descansava a pena sobre a mesa ao centro do salão.

    Sem pressa o moreno se dirigiu ao balcão onde se acomodou ao canto. Um leve batucar de seu dedo indicador na madeira gasta fora o suficiente para que o mesmo se encontra a frente de dois recipientes. Um teve seu interior preenchido de um líquido escuro, que sem demora foi bebido pelo jovem. Ao lado uma taça portando um vinho suave e antes que Tom se retirasse, voltou a preencher o copo do rapaz.
    Como um ritual, dia após dia Leonel simplesmente se acomodava no mesmo assento sem faltas ou atrasos. Nunca tocou na taça, mas fazia questão da presença do objeto. Aqueles que ali frequentavam não se admiravam com o costume diário do jovem e nem com seu total desinteresse no ambiente, pois seu foco era fixo na bebida intocável.


    Algum dia você reaparecera e iremos retomar o que fizemos. Iremos alem! Vamos deixar todos loucos e sem duvidas iremos ter um dia, um dia normal, outro inesquecível. Mas no momento só penso na saudade e porque a sinto.
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Re: Caldeirão Furado

MensagemFinlandia [#109293] por Jewel Hewitt » 12 Out 2012, 22:05

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Let's have some fun
~~~

Depois de algumas horas perdida em pensamentos, Jewel saiu de seu transe quando um homem se aproximou. Ela já tinha visto aquele bruxo nos corredores do Ministério da Magia, mas não saberia dizer seu nome ou cargo, embora soubesse que era importante. Era impressionante o número de jovens com cargos importantes, ela mesma se considerava sortuda por ter conseguido um emprego tão bom.

- Pode se sentar, mas deixe a bebida para depois. - sorriu a mulher mostrando sua taça de vinho pela metade ao levá-la aos lábios.

Eram quatro cadeiras naquela mesa do fundo: a da direita servia de suporte para sua bolsa e cachecol, a da esquerda estava bem encostada na perna de Jewel e a da frente estava completamente livre. A moça não iria chegar a conclusão nenhuma enquanto não descobrisse quem era aquele homem. Não era uma pessoa interesseira, a mulher, mas gostava de boa companhia, pessoas inteligentes e com assuntos variados. Não estava no bar a procura de um simples flerte, e sim de uma companhia agradável para acompanhá-la em seu aniversário.

Jogou novamente os cabelos para trás, não para chamar atenção, mas porque eles estavam caindo em seu rosto por serem muito lisos. Alguns confundiam as atitudes de Jewel, ficavam na dúvida se a mesma estava com provocações ou eram ações costumeiras. Isso não a incomodava, já recebera vários elogios, tanto em seu país como na Inglaterra, vindos de homens que nunca a haviam visto. Usar de sua beleza fazia parte da sua personalidade, afinal, as mulheres precisavam se impôr e o auto-controle masculino era falho. Pensava que poderia conquistar até mesmo um psicopata se assim quisesse. Psicopatas são manipuladores e inteligentes, porém a jovem sabia usar a linguagem corporal muito bem.

Cruzou suas pernas com delicadeza e abriu um sorriso amigável ao pousar a taça na mesa. Apoiou o rosto sobre uma mão com o cotovelo também na superfície de madeira e depois de algum tempo admirando o homem, resolveu proferir alguma coisa.

- Então, me fale sobre você,...

A deixa fora dada para descobrir o nome daquele bruxo, agora era só deixar a conversa fluir.

~~~


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Re: Caldeirão Furado

MensagemIrlanda [#109300] por Dragos Nicolae VI » 12 Out 2012, 23:43

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    Sentei-me a frente da mulher de cabelos escuros, coloquei meu copo de uísque sobre a mesa no mesmo momento em que ela me mostrou sua taça de vinho e me deu a entender que a bebida ficaria pra depois. Acomodei-me na mesa e finalizei o uísque num último e demorado gole fazendo o tilintar dos gelos ecoar por todo o bar, mas sem chamar a atenção de ninguém, todos ali tinham algo melhor para se preocupar do que com um casal de bruxos que acabara de se conhecer, ou melhor, que estavam se conhecendo.

    Minha atenção apesar de estar na mulher que olhava em meus olhos, também percebia os olhares que vinham em nossa direção, olhares e também olhares desconhecidos. Havia naquele bar outros funcionários do Ministério, mas as coisas por lá andavam muito frias, quase não conhecíamos aqueles que passavam a semana ao nosso lado, essa frieza podia ser quebrada num dia como hoje em que coincidentemente estávamos no mesmo local na mesma hora, mas eu duvido muito que algo relevante aconteça aqui hoje.

    Voltando minha atenção principal para a mulher observei com clareza, porém discretamente, suas ações como mexer nos cabelos, cruzar as pernas e apenas sorrir como uma amiga qualquer. Para qualquer um aquilo podia parecer meio vulgar, mas minha empatia me fazia entender os humanos mais do que qualquer um, e sem dúvidas suas ações eram coisas normais sem nenhuma outra intenção e ao perguntar sobre mim deixou claro apenas seu interesse por saber quem era aquele homem com quem ela estava dividindo uma mesa.

    - Por onde começar ?? Me chamo Loki Hecatae, nasci na Romênia, porém estudei na Rússia e hoje moro aqui na Inglaterra e ou em Liechtenstein, fico dias aqui e dias lá. Sou o Conselheiro Britânico do Ministério, já fui cirurgião, mas hoje me dedico apenas aos negócios. Bom, e não há jeito melhor de encerrar um dia frio com uma bebida para relaxar, certo ?? – Sorrindo, apoiei uma mão na mesa e com a outra passei os dedos entre meus cabelos – Sua vez, fale-me de você !! Se não me engano, Inominável, não é ?? -

    esse é o segundo post
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Re: Caldeirão Furado

MensagemRussia [#109436] por Lana Shuisky » 14 Out 2012, 20:16

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[ JUST... ACCIDENTALLY ]

O silêncio pesou sobre nós enquanto apreciávamos nossas bebidas após aquele meu breve discurso. Por alguns momentos, deixei meu olhar correr pelo local, fitando à movimentação, às pessoas e todos os detalhes que eu ganhara o costume de analisar após anos de buscas e procuras das feições e características. Suspirei, engolindo o resto que existia em copo, notando, enfim, uma movimentação por parte do Neveu. Voltei os olhos, vendo-o retirar algo do palitó enquanto, mais determinado - ainda bem - resolveu alterar o rumo de nossa conversa - deixando escapar um nome: Adele, que parecia ser a fonte dos problemas dele - para algo relacionado à foto que, então, ele colocava sobre o balcão para que eu a pudesse observar o rosto do rapaz de óculos e da loirinha de rosto bonito.

Tendo a memória que eu tinha e as pesquisas constantes que eu fazia dentro do instituto, não foi difícil reconhecer os rostos de Mikhail Molotov e Ashley Stwart - que, mais do que apenas conhecidos, tinham um papel importante dentro de Durmstrang como, respectivamente, monitor-chefe e monitora da casa Rurikovich. O ponto a ser questionado era: ok eu conhecê-los, mas o que o mais novo diretor de Hogwarts fazia com a foto de alunos da escola na qual eu estava trabalhando? Assim sendo, o fitei, ouvindo-o explicar sobre aquela menina, o que me fez franzir o cenho em uma interrogativa muda ao ouvi-lo dizer que Stwart podia ser uma filha perdida.

Uma história tanto estranha quanto interessante e, por isso mesmo, me atentei a ouvir o que o Neveu tinha a dizer, fitando à foto da primogênita que ele me apresentava. Uma gatinha com uma beleza realmente igual à da monitora de minha instituição. Observei as duas fotos, atenta, realmente confusa ante aquela semelhança impressiva, ouvindo o discurso do loiro ao meu lado sobre na ex-esposa. Ao fim das palavras dele, senti tanto minha curiosidade querer ver o desenvolvimento daquela história, quanto meu lado ‘em busca de um familiar perdido’ se sentir compadecido com a tentativa do francês de entender o que acontecia ao redor dele e se divertir por, curiosamente, termos mais em comum do que parecia.

“Caramba, gato... Se destino existe, ele realmente está voltado ao seu favor.” – afirmei, sorrindo divertida, vendo-o me fitar sem entender muito bem. Ignorei o olhar, devolvendo as fotos para ele enquanto puxava de um dos bolsos de meu casaco um encadernado grosso, cheio de anotações e algumas fotos pontuais. Um resumo de todas as informações levantadas sobre cada um dos alunos do instituto que eu vinha reunindo tanto para meu conhecimento como vice-diretora quanto como em uma tentativa de achar alguém que fosse parente ou relacionado a minha irmã desaparecida – “Eu não devia te mostrar isso, mas... Gostei de você e acho que vale a pena te ajudar, já que eu sei como é correr atrás das pessoas às cegas.” – disse, sando uma piscadela enquanto abria o livro, virando as páginas com cuidado, até a letra S – “Vejamos se isso aqui te ajuda... Stwart... Stwart... Aqui. Ashley Stwart. Esta é a nossa gatinha.” – afirmei, abrindo em uma página recheada pela minha letra angulosa em russo, exceto por um espaço onde a foto da loira se encontrava.

“Ashley Stwart, 14 anos, francesa, nascida em 21/01/1997, capricorniana. Estudante do terceiro ano da casa Rurikovich de Durmstrang (antes pertencente à Romanov), é monitora e integrante do time de quadribol. Costuma estar sempre junto de Mikhail Molotov (terceiranista, monitor-chefe da casa supracitada). Vinda de um orfanato um ano após o devido (era para estar no quarto ano), possui origem desconhecida (nome dos pais e ‘tipo’ de sangue não consta). É dona de um temperamento potencialmente determinado e forte. Tinha como ambição se tornar capitã do time de quadribol, como ideal descobrir mais sobre o passado para ter tranqüilidade no futuro e tem a esperança de se formar, se tornar alguém melhor e que... um dia os pais dela apareçam.” – enunciei, silenciando-me ao fim.

Fiquei assim por alguns instantes, aguardando que o Neveu absorvesse cada uma das informações que eu adquirira tanto em minha primeira aula naquela instituição quanto nos registros da jovem aos quais eu tinha acesso, e que agora eu repassava de maneira antiética - como se eu me importasse com isso. Deixei meus olhos cinzentos fitarem a face dele, observando cada nuance da expressão, aguardando que ele dissesse alguma coisa ou captado algo de tudo o que eu enunciara, porque, da minha parte, o que eu podia dizer era...

“E então? Isso te ajuda ou te esclaresse de alguma forma, gato?”

[ Interaction: Alexander Neveu ]
[ Off: Demorei, mas postei! Que isso abra a mente do Alexander... ou não. XD ]

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Re: Caldeirão Furado

MensagemDinamarca [#109550] por Andrew A. Schleswig » 16 Out 2012, 00:12

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    Humanos. Seres tão vazios e ao mesmo tempo lotados de preceitos. Criaturas que podiam mentir para si mesmos enganando os instintos vitais e ao mesmo tempo trair relações amistosas. Algo que as pessoas costumam chamar de amizades apenas por egoísmo próprio. Confesso que nunca acreditei nessa espécie de sentimento. Minha vida sempre foi baseada em números, métodos e objetivos. Desde pequeno eu entedia meu lugar no mundo. Compreendia minha responsabilidade como futuro conde e trabalhava para mantê-la. Foi assim que conheci Christian e Lilith. E, a partir desse momento, a vontade de viver pareceu surgir pela primeira vez. Meu primeiro sorriso. A primeira espiada por trás do castelo de pedra de meus pais. O verdadeiro sentido de estar vivo.

    Mas isso também representou minha ruina. O despencar de um mundo construído para que reinasse. O caixão azul claro. O rosto cálido e belo de minha noiva. O olhar de meu pai. Ela era mais um pedaço de carne em decomposição sem valor... Então por que, pela primeira vez, sentira aquele vazio na alma? Eu estava vivo. Sim. Ainda era o mesmo fantoche pálido de meu pai. Mas meu mundo havia desabado junto à carta presa em meus longos e firmes dedos.

    “Christian Hemsworth Von Hannover matou Lilith Ambrew Schleswig” A mensagem em letra alongada ainda resplandecia em minha mente. Pesada, inacreditável. Meus olhos até hoje queimavam, assim como a raiva interna. Meu melhor amigo havia me traído. E agora estávamos em guerra. Uma guerra que eu, com certeza não iria perder.

    Meu corpo se encostou mais na cadeira de madeira. O garçom havia enchido novamente o copo de hidromel. A temperatura estava agradável de certa forma, embora os invernos da Noruega ainda continuassem como minha preferencia climática. Meus olhos verdes eram frios, focados, sem reação. A bela face não resplandecia nada a não ser cortesia e elegância. As virtudes do futuro conde. Embora não totalmente verdadeiras. Eu havia treinado aquele sorriso por anos e anos.

    A taça de bebida subiu, alcançando meus lábios. Sem pressa sorvi um pouco do líquido, colocando novamente o recipiente sobre a mesa. Tinha que admitir, aquele Hidromel estava maravilhoso, apesar de não se comparar em nada com um tirado do estoque particular do palácio, que ainda possuía um sabor adocicado e exótico de valor impar. Meus olhos novamente giraram em direção a porta. Minhas mãos seguraram a varinha assim que viram Chris, apesar de aparentemente manter a compostura. Qual seria o melhor método para assassinar meu inimigo? Será que estragar sua vida também seria suficiente?

    – Devo lhe dar as boas vindas e oferecer uma taça, ou prefere me fazer uma confissão primeiramente? – Perguntei mantendo o semblante sério. Christian havia me convidado para encontrar-me com ele ali, e nunca lhe faria uma desfeita durante uma discussão de cavalheiros. No entanto, era melhor que ele fosse direto ao assunto. Ou mais claramente: confessasse o assassinato de minha noiva apenas pelo destino não conspirar ao seu favor.

    Off: Post ruim, mas tenho que me reacostumar a postar com o Andrew.
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Re: Caldeirão Furado

MensagemRussia [#109785] por Mattheu Krovopuscov » 19 Out 2012, 16:20

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As pessoas possuem o costume de me julgar pela beleza do meu sorriso mal sabendo o erro que estão cometendo...


Ela era tão linda em sua juventude... Lilith Ambrew não me escolheu e nem por isto deixei de ser seu amigo ou deixei de gostar dela. Éramos um triângulo. Foi difícil de aceitar isto na época, mas para quê negar o que estava estampado? Andrew meu melhor amigo amando minha amada e minha amada confusa. Depois de tantos altos e baixos nós decidimos terminar e ficar apenas amigos. Não demorou muito até Andrew e Lilith ficarem juntos. Para todo mundo diziam que eram obrigados pelas famílias, cá entre nós. Eles realmente se amavam. Não é uma questão de ex-conformado, mas maturidade. Não deixaria de ser amigo de Andrew só porque está com minha ex, ou deixaria de ser amiga de Ambrew só porque está com meu melhor amigo. Lembro dos nossos últimos dias de aula, de nossa formatura, das felicitações que desejamos um para o outro e, acima de tudo para cuidar bem de Lilith.

Aquilo foi uma promessa de irmãos.

Como ela estava linda... Mesmo dentro daquele caixão, continuava a mesma deusa de sempre. Sim, Lilith estava morta e por vingança, procuraria o assassino até o fim dos meus dias. Não falei com familiares ou coisa do tipo. Brooke estava muito triste e Nuala estava com ela, acalmando-a. Algo muito estranho foi a maneira como a família Schleswig reagia ao enterro, frívolos mais do que nunca e isto só fazia aumentar minhas desconfianças.

“Andrew Schlewig e seu pai, matou Lilith Ambrew e Brooke Ambrew” - A mensagem caiu como uma bomba. Entreabri meus lábios sem acreditar naquilo, mas todas as provas direcionavam para eles. Uma onda de fúria e flashback imundou minha mente, Andrew, meu melhor amigo, a quem tinha feito a promessa de nunca machucá-la e sim de protegê-la, havia matado-a. Sem pensar duas vezes, enviei um mensageiro marcando um encontro com Andrew no caldeirão furado.

Não precisei me importar muito com aparência, não era uma mulher que iria visitar e sim o assassino de minha amada. Assim que entrei no lugar e me aproximei do cretino, suas mãos pareciam firmes segurando sua varinha, claro que a minha estava de uma forma ágil, mas muito bem discreta. Abri um largo sorriso erguendo a sobrancelha ao ouvi-lo.
-Não vou matar você sem antes saber o que tem a dizer, não acha?- Indaguei pegando uma taça de vinho e sentando ao lado de Andrew.



Spoiler: Mostrar
desculpe a demora e o post ruim
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Re: Caldeirão Furado

MensagemInglaterra [#109871] por Maëve Gail Stanfield » 21 Out 2012, 17:34

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Viajar por Londres não lhe traz nenhuma dificuldade, vide as várias opções de meios de transporte que esta grande cidade oferece, seja trouxa ou bruxo. Mas o que fez Jean-Pierre Gaulthier decidir em se locomover pelo centro de Londres por meio do bizarro noitebus andante é uma incógnita, obviamente deve ter sido uma decisão súbita e mal pensada, pois foi em um estado deprimente que o homem chegou na porta de entrada de seu destino final.

A história é que o obliviador estava em uma de suas visitas rotineiras à trouxas, quando, finalizado os seus trabalhos, o galante profissional do Ministério da Magia se viu, sabe se lá porque, fatigado para mais uma aparatação e, coincidentemente, deu de cara com o alto ônibus de três andares azul metálico, recolhendo alguns passageiros na esquina de uma estreita rua e, vendo o automóvel ali, o chefe dos obliviadores foi tomado por uma vontade repentina de mudar um pouca a sua rotina, mesmo que isto lhe custasse mais tempo do que o habitual.

Assim, entrou no noitebus, pagou o que era devido para a viagem e sentou-se na última cadeira de madeira no final do segundo andar.

Pierre, como qualquer outro bruxo, conhecia a fama da velocidade peculiar que o transporte atingia, sem falar nos trejeitos e roupas estranhas que o condutor e seu ajudante possuíam, mas deu de ombros e, contraditoriamente – vide que o homem havia escolhido tal forma de viagem para contemplar um pouco de novidade em sua vida -, o senhor Gaulthier puxou de um de seus bolsos extensíveis, o exemplar do Lummus Jornal matutino, deixando de lado a oportunidade de apreciar o passeio diferente que havia escolhido. Porém, como se o noitebus tivesse levado como ofensa a sua atitude, o transporte sacudiu-se por inteiro seguido por um solavanco de partida quando pôs-se em movimento.
– Mas que m... – Claro que agora, seria impossível ler uma frase contida naquele jornal ou tentar se distrair com qualquer outra coisa.

O veículo saiu em disparada e de modo desordenado daquela viela, e agora circundava um pequena praça onde continha uma capela que Pierre conhecia de vista e que sabia que se localiza a muitos quilômetros de distância do local onde eles estavam a cinco minutos atrás.

O jornal do passageiro foi jogado ao chão para que suas mãos ficassem livres de modo que ele pudesse se segurar na base da janela, antes que, com os solavancos e freios do veículo, ele não fosse sacudido por toda a estrutura do veículo igual a um danone antes de ser consumido. Mantendo-se preso naquela base, seu coração pulsava, mas não de medo ou de susto, mas indignado pela burrice de ter entrado nesta roubada levianamente, bufando de raiva por ter negligenciado as informações que todos diziam e conhecem com relação ao noitebus andante.

O veículo sacolejava, batendo o corpo de Pierre alternadamente em ambas as paredes do lado da janela.
– Falta muito para... argh... esta merda parar? Sinto que já viajei a Grã-Bretanha inteira nesta gerigonça! –

- HAHA, por aí, meu camarada. Liechstenstein, certo? – Pierre acenou brevemente para o ajudante do condutor em concordância, mas com um nítido mau humor em sua face.

Vendo que o seu passageiro não expressava estar aberto para fazer amigos, o garoto, em um equilíbrio desumano dentro do veículo, sumiu por dentro da escada que levava para o piso superior, deixando Gaulthier sozinho, sendo arremessado contra a janela quando o ônibus deu uma brecada violenta.
– Argh... – O noitebus havia parado para novamente carregar e descarregar seus passageiros, o que ajudou Pierre a ver com calma aonde exatamente eles estavam, em vez dos vultos velozes que apareciam quando o veículo estava em movimento.

A entrada do Caldeirão Furado erguia-se em meio a uma calçada suja de uma rua estreita, onde um grupo descarregava suas malas para abandonar o noitebus andante.
– A próxima parada será o Ministério da Magia, senhor. – O ajudante do condutor havia voltado, mas, mesmo estando próximo ao seu destino, o obliviador não pensou duas vezes, tinha que sair de dentro desta batedeira humana e maligna o mais rápido possível. – Esquece! Esquece o meu destino, vou ficar aqui mesmo e pode ficar com o troco. – Mesmo sendo um tanto ''pão duro'', Gaulthier havia decidido que não ficaria nem mais um minuto dentro do ônibus, nem para esperar o troco que lhe era devido e, tonto, cambaleante e até um pouco verde, o obliviador saltou da porta do coletivo para dentro do bar dos bruxos. – Tom, cara, aquele tônico, por favor. – O rosto do dono do estabelecimento atrás do balcão foi a sua luz de esperança contra o mal-estar que estava sentindo, mesmo que a expressão na face do velho e imortal Tom não fosse lá muito hospitaleira. – Faz essa, camarada. Juro que pagarei o que devo na próxima semana. Esta vai ser a última que o senhor colocara ''na conta''. Vai, vamos lá, Tom, este tal de noitebus acabou comigo. – Contrariado diante do devedor, o velho corcunda encheu uma dose do líquido vinho para o obliviador que o tomou em apenas um gole, passando, rapidamente, a sentir o líquido aliviar a tensão em seus estômago.

Pierre observou Tom se distanciar ao máximo dele, percebendo que o homem estava disposto a ignorar qualquer outro pedido sem uma moeda de prata em troca. Gaulthier deu de ombros, distraindo-se com a imagem da jovem moça próxima ao velho. Reconheceu de imediato a inominável junto do mais novo conselheiro inglês e, atrevido e inconveniente como sempre fora, ali, Pierre não se importou em interromper a conversa do casal para expressar as suas congratulações.

-Jewel! Minha bela jovem. Desculpe não ter lhe parabenizado dentro do ministério. Estive em trabalho externo quase por toda a semana, mas, feliz aniversário, minha querida! Sua beleza só parece se intensificar com esta passagem de mais um ano de vida. – E o obliviador não deixou de executar um gesto típico de si, ao puxar a mão da jovem para beijar o dorso de sua palma. – Não me diga que o senhor não sabia do aniversário de Jewel, senhor Hecatae. Tal informação estava em todos os murais dos aniversariantes no ministério, você não viu? - Disse ao observar a expressão confusa do conselheiro.


Off - -

Interação:
Jewel Hewitt e Loki Hecatae;
Vestes

E eu invadi mesmo e sei que ninguém vai me responder... - -
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Re: Caldeirão Furado

MensagemFinlandia [#109899] por Jewel Hewitt » 22 Out 2012, 11:11

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Let's have some fun

~~~


A taça de vinho da moça continuava sobre a mesa enquanto ouvia atentamente a apresentação detalhada de Hecatae. Fazia algumas expressões de surpresa, sabia que o homem não poderia ser inglês. Seu sotaque o denunciara, assim como, provavelmente denunciava a si também com seu R rasgando mais do que o normal. Quando o Embaixador parou de falar, Jewel deu um longo gole de pausa em sua bebida.

- Romênia? Muito bom. Sou da Finlândia, ainda estou me acostumando com o país. Sim, sou inominável, por enquanto. Jewel Hewitt.

A bruxa estava concorrendo ao cargo de chefe do Departamento de Mistérios, mas não quis divulgar tal informação. Seria um tanto vergonhoso se não conseguisse a promoção após tantas expectativas. Quando se emudeceu, Jewel terminou de esvaziar sua taça, bebendo com o olhar fixo no homem. Ainda tinha a taça vazia em mãos e não deslocara seus olhos. Sim, ela já havia visto Loki pelos corredores, mas era uma raridade.

- Talvez seja hora daquela bebida, não? A semana foi leve, porém...

Suas palavras foram interrompidas por um conhecido que se aproximou. Jewel reconhecia a face de vários bruxos que estavam por lá, muitos eram do Ministério da Magia, outros já tinham estado presentes em algumas de suas performaces... Mas Pierre foi o único que se incomodou em tratar a moça como alguém proximo.

- Muito obrigada, Pierre, meu querido. - Enquanto o rapaz beijava sua mão, a moça apenas fez uma reverência com a cabeça, como um sinal de aprovação. - Não se preocupe, creio que todos nós estivemos ocupados. Sente-se e beba conosco. Pelo jeito vocês já se conhecem.

Haviam acabado de se conhecer, Jewel e Loki. Talvez o bruxo tivesse visto os murais, mas como saberia que essa bela mulher era a inominável Hewitt? Seu aniversário não era problema e nem fazia questão que os outros soubessem sobre a comemoração. Era jovem, sim, não tinha problemas em ficar mais velha, tinha orgulho de si em todos os sentidos. Agora, estava acompanhada de dois bruxos, ambos importantes, e todos prontos para iniciar uma conversa cativante.

- É, realmente gostaria de mais uma taça de vinho.

A mulher jogou os cabelos negros para trás como de costume, curvara seu corpo para localizar Tom e fazer seu pedido. Porém, olhara para todos no recinto, exceto para o barman, que certamente se encontrava atrás do balcão secando algum copo.


~~~


Roupa: Aqui
Interação: Loki Hecatae, Jean-Pierre Gaulthier
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"- Que Odin e os deuses te deem a força necessária, minha querida."
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