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Festa de Halloween

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Re: Festa de Halloween

MensagemIrlanda [#109906] por Dragos Nicolae VI » 22 Out 2012, 18:43

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IN THE STREETS ON HALLOWEEN, THE SPIRITS WILL ARISE ;
{ m a k e y o u r c h o i c e i t ' s h e l l o r p a r a d i s e }


    O ano avançou depressa, muito mais do que esperara, já estávamos no Halloween, época festiva da qual aproveitei muito na minha infância e juventude, porém hoje não dava muita importância, nem me dava ao luxo de vestir uma fantasia bem planejada, normalmente colocava apenas uma máscara e uma roupa social. E naquele ano não seria muito diferente, principalmente depois de assumir um cargo importante no Ministério, desse modo aparecer com uma fantasia não seria a forma ideal de um Conselheiro/Embaixador se vestir, apesar da ocasião.

    Naquela manhã eu acordei cedo para organizar e resolver alguns assuntos pendentes, não foi um trabalho pesado, pelo contrário estava bastante tranquilo, pude parar para almoçar e voltar aos negócios sem nenhum atraso ou algum eventual problema. Tratei naquela manhã de mandar meu melhor conjunto social para uma lavanderia, e mais tarde quando fui levar algumas cartas ao correio peguei minhas vestes de volta e retornei a minha casa para me preparar para a festa. Já estava anoitecendo, a luz do sol não iluminava toda a cidade, o céu estava alaranjado e algumas estrelas surgiam entre as nuvens, já era possível ver crianças fantasiadas nas ruas.

    Vesti uma calça e uma camisa branca com listras escuras, um blazer com um lenço no bolso e um sapato preto, gravata preta com listras brancas e vermelhas e um cachecol preto no pescoço, porém sem amarrá-lo. Ao olhar no espelho lembrei-me de passar perfume e pegar dois charutos juntos com um isqueiro. Peguei uma máscara, ela era toda preta, os olhos tinham formato ondulado com as pontas afiadas, ela cobria o rosto todo exceto na boca local onde contornava e terminava com duas pontas no queixo, e na testa simulando um chifre. Ela era enfeitiçada para se adequar ao tamanho do rosto e fixar nele sem auxilio de elástico, após coloca-la num estalo aparatei para a festa.

    Já no salão entrei caminhando em passos curtos observando a decoração do local, caveiras, abóboras, música, tudo muito bem feito. O mais legal era ver toda a magia do local, era mais do que uma decoração. Caminhei até o balcão, dei algumas batidas nele para chamar atenção do barman e com apenas um sinal apontei para uma garrafa de uísque de fogo e com um piscar de olhos ele entendeu meu desejo. Fiquei de costas esperando a bebida, peguei o copo, dei um gole e observei todos no salão, e avistei o Conselheiro Rússo, parceiro de trabalho que eu ainda não conhecia direito. Caminhei na direção dele, alguns seguranças olharam para mim, mas viram um distintivo do Ministério que ficava no meu peito e me deixaram passar. Chegando próximo estendi a mão livre e disse – Prazer sou Loki Hecatae, Conselheiro da Grã-Bretanha. Você deve ser Ivankov Malyshev correto? E essa ao seu lado é a senhorita Malyshev? – Fiquei aguardando seu cumprimento e sua resposta.

    esse é o terceiro post
    loki hecatae veste esse look
    notas interagindo com ivankov
    a música tema é Halloween, Helloween


Itens Utilizados:

  • Whisky de Fogo

    Usou um Whisky de Fogo.

Editado pela última vez por Dragos Nicolae VI em 22 Out 2012, 20:56, em um total de 1 vez.
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Dragos Nicolae VI
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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#109912] por Hazel Swartling » 22 Out 2012, 20:24

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•••


— Respire fundo, Hazel. — Disse a mulher coreana de meia idade, avó materna da garota de apenas 10 anos. Com mãos habilidosas, a velha senhora formou um nó pequeno na corda rosa claro que prendia a faixa do kimono ao redor do corpo da menina. — Agora, olhe-se no espelho. — Ordenou. Hazel Kim abriu os olhos devagar e viu seu reflexo no grande espelho. Seu coração batia forte no peito e seus olhos pretos foram tomados por lágrimas, que ela se esforçou em conter. Aquele kimono, apesar de muito bem cuidado, era uma herança da família Kim. Fora da avó de Hazel, de sua mãe, e agora passava para as posses da garota. O gesto de sua avó, que já naquele momento parecera tão belo aos olhos inocentes da pequena bruxa, ficaria marcado até o fim de sua vida. Ela não sabia naquele momento, porém, aquela roupa seria uma das únicas lembranças do país que tanto amava, e que em breve teria que deixar para trás. Assim como sua família, sua amada avó e os bons momentos que ali viveu.


•••


A garota soltou um longo suspiro. A nostalgia da situação que vivia no momento lhe causava um incomodo: como se estivesse completamente vazia por dentro, desprovida de tudo que fosse importante. Por um breve momento, sentiu-se deslocada em Hogwarts. Sua casa estava em um país distante, acolhedor e familiar – a Coréia do Sul. Mas ela sabia, em seu íntimo, o quão longe estava de tudo aquilo que amava e conhecia. Estava feliz em Hogwarts, na Inglaterra, e naquele momento de sua vida, era tudo o que poderia ter.

Sua mão pequena tocou a superfície fria do espelho. Estava novamente na mesma posição que estivera dois anos atrás: vestida em seu kimono laranja, observando seu reflexo emocionado. Mas sua avó não estava atrás de si, envolvendo seus ombros em um abraço acolhedor e lhe dando um sorriso de encorajamento. Tudo o que via como fundo era a parede do Dormitório Feminino. Estava sozinha, aprontando-se para a grande festa de Halloween onde estaria em breve – sua primeira festa na comunidade bruxa e, por mais estranho que pareça, também sua primeira festa verdadeira de Dia das Bruxas em toda a vida.

Crescendo em uma família trouxa imersa em seus problemas e discussões, seus pais nunca haviam levado Hazel para pedir doces ou comemorar a data com outras crianças. Por esse mesmo motivo, ela não possuía uma genuína fantasia assustadora para aquela ocasião – e não poderia contar com o pai para receber uma nova roupa, pois a relação entre ambos era mais que precária. Uma roupa oriental era tão diferente e fora do cotidiano dos bruxos ingleses que ela julgou uma boa idéia; também era sua única opção.

Pronta e ansiosa para o Baile, deixou o castelo para embarcar em uma charrete guiada por testrãlios lotadas de alunos de diversos anos fantasiados. Após um curto período de tempo, viu-se no local do evento, diante de uma magnífica decoração. Havia bruxos mais velhos, adolescentes e outros tão novos quanto ela: todos em uma mistura de cores e fantasias criativas e inesperadas. Havia luzes laranjas pelo local que combinavam com sua própria roupa: o kimono laranja e estampado com flores rosa claro, exatamente de sua medida, possuía um tom vibrante que contrastava com a pele pálida da garota e sua maquiagem suave. Seu cabelo castanho ondulado estava preso por um coque no topo da cabeça, deixando apenas duas mechas caídas que emolduravam seu rosto delicado e de feições asiáticas, e com um pequeno adereço em contas que descia junto com seus fios. Havia uma faixa que cortava o kimono na altura de sua cintura: era rosa e branca, amarrada com uma corda que se encontrava com um grande laço na parte de trás. Ela carregava uma pequena bolsa circular preta e discreta. Estava bela em toda a simplicidade de sua “fantasia” carregada de significados para a menina.

Passando pela entrada do local – e sentindo um arrepio com os esqueletos na recepção – ela adentrou a festa com passos serenos. Estava animada e ansiosa para essa primeira experiência. Apesar de não conhecer qualquer bruxo adulto e imaginar que seria difícil reconhecer seus colegas de Hogwarts em suas fantasias, ela estava disposta a encarar o evento, mesmo que sozinha.

Ela passou por todos os doces tentadores e, se pudesse, com certeza teria comprado um de cada e passaria o evento todo deliciando as guloseimas. Foi atendida por um esqueleto horripilante e, apressada para livrar-se daquela presença que lhe causava aflição, optou por morango com chantilly – algo que estava costumada por viver entre trouxas – e o refrigerante Hogsmeade Libre. Recebeu seus aperitivos e encaminhou-se para uma mesa vazia. Enquanto caminhava, observou a diversidade de bruxos ao seu redor. Alguns dançavam animadamente, enquanto outros estavam sentados ou conversando em grupos. Havia rostos felizes, misteriosos e mal humorados. Ela se perguntou como alguém poderia estar infeliz em um evento como aquele.

Sentou-se sozinha em uma mesa pequena e depositou seu prato com morangos e a bebida sobre a mesma. Deliciou-se ali mesmo, divagando distraída sobre o que faria em seguida. Lembrou-se de Daewron e do convite que havia feito a ele... Será que o garoto iria para a festa, como haviam combinado tempos atrás? Decidiu então que iria procurá-lo assim que se desse por satisfeita.


•••

Aberto a interações.
Imagem da fantasia.

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  • Hogsmeade Libre

    Usou um Hogsmeade Libre.

  • Morango com Chantilly

    Usou um Morango com Chantilly.

Editado pela última vez por Hazel Swartling em 25 Out 2012, 13:25, em um total de 3 vezes.
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Postado Por: Nat.


Re: Festa de Halloween

MensagemAustria [#109920] por Sean von Vöwell » 22 Out 2012, 22:32

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    Noite. Uma lua cheia brilhava no céu estrelado do ultimo dia de outubro, enquanto certa agitação tomava conta de todo o mundo mágico. Halloween. A data mais importante do ano, pelo menos das que não ganhava presentes. Um dia dedicado a todos os bruxos. Um dia glorioso. Uma data onde iria assustar todas as pessoas desconhecidas, aprontar e comer doces até passar mal. Não era novidade que estivesse animado para aquele tipo de festa. E também que tivesse ido sozinho e por vontade própria. A coisa que menos queria ver era a face de buldogue de minha mãe adotiva, e se ela fosse com certeza seria preso em Azkaban com treze anos por tentativa de homicídio.

    Meu irmão não iria pela primeira vez em uma festa daquelas comigo, mas não era como se quisesse vê-lo também. As nossas brigas dos últimos tempos haviam me trazido um sentimento dúbio em relação ao meu gêmeo. Algo como constantemente culpa-lo e ao mesmo tempo desejar aproximar-me dele. Sorrir da mesma forma que sorria quando éramos menores e puxá-lo para a mesa de doces, como fazia sempre na infância. Mas isso não era mais possível. Não agora e nem naquela situação.

    Os pés rápidos entraram puxando meu corpo para dentro do salão. O rosto fechado ignorava qualquer adulto hipócrita por perto enquanto apenas seguia um caminho quase instintivo pelo salão decorado. Doces. Minha boca recém saída da puberdade salivava diante dos pensamentos envolvendo meu maior vício. Comeria todos. Acabaria com o estoque daquela festa e só então causaria um verdadeiro terror de Halloween. Como faria isso? Meu rosto se envolveu em sombras com um sorriso quase maníaco de mais. Era hora de expandir a reputação do jovem demônio da Corvinal. Mesmo que esse estivesse coberto por uma roupa de lobisomem.

    Falando nisso, minha fantasia realmente deveria ser a melhor daquela festa. Eu mesmo havia a recomendado. Pelos de lobos reais compunham as vestes, e aquela cauda enfeitiçada para mover a minha vontade também era interessante. Poderia fazer as pessoas tropeçarem nela mais tarde, talvez no meio de uma escada para que despencassem. As orelhas de cachorro também se moviam como as de um canídeo verdadeiro. Na verdade, elas iriam substituir minhas orelhas por doze horas, como li no rótulo da poção que encomendara. O focinho falso também era obra de tal poção. Uma promoção especial Halloween que custara os olhos da cara. Minha fantasia era tão real, que vez ou outra alguns se afastavam assustados por me verem de longe, pensando que era um lobisomem verdadeiro. Situação da qual apenas ria, desejando incessantemente que saíssem correndo e não mais voltassem para roubar meus doces.

    Trinta segundos. Um minuto. Não demorei mais que isso para aproximar-me da mesa onde as guloseimas eram servidas, sentindo minha barriga roncar no mesmo instante. Açúcar. Se o amor não fosse uma baboseira inventada por pessoas de mente fraca, diria que ele era minha primeira paixão. Meus olhos azuis brilhavam como um cachorro diante de um osso. Minha mão se abriu enquanto o braço esticava, Estava perto. Muito perto. Minha abobora.

    O doce logo foi agarrado com uma sensação de vitória e gula, e então a minha mão começou a se aproximar de minha boca enquanto a guloseima pirata falava algo que não prestava atenção. Açúcar, açúcar, doce. Meu vício pedia, enquanto já abria a boca. No entanto, nesse instante, uma mão apareceu do nada, tirando rapidamente a abobora açucarada da segurança de meus dedos e a engolindo.

    O ódio tomou o meu ser. A raiva encheu meus olhos, fazendo com que brilhassem em um impulso quase assassino. Maldita! Eu iria matar a pessoa filha da P*** que fizera isso! Meus punhos se fecharam, o corpo girou. Estava tenso, quase tremia de raiva quando a avistei. A garota que havia feito isso, fantasiada de uma espécie de criança zumbi trouxa. Ela parecia familiar ou era impressão minha? Não importa. Diversos palavrões saíram de meus lábios não tão castos rapidamente, e no instante seguinte chutei o pé da menina, a desequilibrando e pegando um doce estranho na mesa e tentando colidir com ele em sua cara. Sem resultado. A garota desviou, e tudo que aconteceu foi um ser inocente ser atingido.

    Não só isso. Meus pés também se desequilibraram com aquela pata de cachorro maldita pisando sobre um pouco de líquido derramado e sobre a cauda. No fim, acabamos despencando. Eu e a menina estranha embaixo de mim. –Droga! Por que você não olha onde pisa? – Gritei alto com raiva, tentando me levantar. Só então notei seu rosto. Seus inconfundíveis olhos azuis. Sua expressão que só podia ser descrita como irritante. Sua verdadeira expressão por trás da maquiagem. Aquilo era... Um espirito furioso por eu querer roubar seus órgãos internos? Ou seria...

    – Veio me irritar só por que Pichei e joguei bombas de bosta em seu túmulo? – Perguntava em tom irônico, tocando seu rosto e corpo algumas vezes apenas para ver se era realmente real. Shana? O que ela fazia ali? Ela não devia estar morta? Diversas questões surgiam diante de mim no mesmo instante e só depois de um tempo eu consegui me mover, saindo de cima dela e levantando-me. A ficha daquilo tudo não havia caído ainda. Mas um estranho sentimento de nostalgia me dominava. De alguma forma sentia-me feliz por rever minha melhor amiga. Não que fosse expressar isso.

    -Devia voltar para o terreiro de onde veio, Macumba. – Disse em tom mal educado, pegando um doce, idêntico a abobora que ela me roubara, sobre a mesa e arrancando um pedaço com uma mordida e engolindo de forma semelhante a um animal faminto. – À propósito, da próxima vez que tentar roubar algo meu, vou te fazer se arrepender de ter levantado daquele caixão. – Ameacei de forma natural como fazia há um ano. Alucinação, zumbi ou alma penada, ela ainda continuava sendo a mesma menina com quem gostava de brigar e implicar.

    Tags: Shanira, Dean.
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Re: Festa de Halloween

MensagemIrlanda [#109935] por Daewron Branagáin » 23 Out 2012, 14:06

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Daewron passou um bom tempo tentando decidir com qual fantasia iria comparecer na Festa de Halloween. Foi quando pensou em algo que achou que passaria medo nas pessoas, decidiu ir fantasiado de morte. Colocou então um sobretudo que ia até seus pés, eram negros, tinha um efeito magico que cobria eles e fazia parecer como que das pontas do sobretudo emanarem chamas negras, todo o sobretudo parecia estar em movimento, como uma chama cobrindo o corpo de Daewron, um capuz que permitia apenas de ver os olhos do garoto, uma escuridão cobrindo o resto de seu rosto, o capuz também parecia ser uma chama negra se consumindo.

Olhou-se no espelho e sentiu uma incrível satisfação com sua roupa, apesar de todo o nervosismo de comparecer ao seu primeiro evento do tipo, os pais nunca foram de levar Daewron nessas coisas, o garoto tem um grande problema com lugares aglomerados de pessoas. Ficou se olhando no espelho quando viu o pai surgir ao seu lado.

"Vai de novo fingir as emoções que você não tem Daewron? Está ficando bom nisso meu pequeno garoto." - Ouviu o Pai dizer em seus pensamentos, olhou para baixo e passou as duas mãos no rosto pra tentar se recompor, quando olhou para o espelho de novo o Pai havia desaparecido. Soltou um sorriso, pegou Arleriso (Seu corvo) prendeu na gaiola, era a segunda vez que iria se afastar do corvo após tanto tempo juntos. Sentiu um leve nervosismo bater em seu coração lembrando do convite que tinha recebido, se não fosse por ele Daewron não iria na festa, teria preferido ficar em Hogwarts lendo um livro do que ir em um local lotado de estranhos fazendo ele se sentir observado. Respirou fundo e então foi para Festa.

...



Quando chegou no salão de Festas, e viu todas aquelas pessoas fantasiadas, alunos e adultos conversando e um tremendo barulho de vozes e bebidas e etc... O garoto em vez de se sentir bem por ter ido a aquele local e ficar impressionado com todo o ambiente, seu coração começou a bater bem rápido. Saiu andando no meio de todas aquelas pessoas grandes olhando ao redor tentando reconhecer alguém, foi se esbarrando nos mais altos, e quando olhava para cima se sentia no meio de várias montanhas de pessoas bem altas. A falta de ar veio ao seu coração, o medo de se perder lá dentro ou de acabar sendo pisoteado veio, a sensação das pessoas estarem rindo dele correu entre seus pensamentos, e então desesperadamente saiu com um passe mais rápido entre todos os fantasiados procurando algum lugar pra respirar e repor a calma, não queria que a pessoa que tinha convidado ele visse ele de tal forma.

Encontrou um sofá pretos de couro perto de uma janela, era um lugar mais afastado de toda as pessoas, sentou-se lá encostou a cabeça no sofá olhando para cima fechou os olhos e tentou se acalmar. Quando abriu os olhos de novo o ritmo dos seus batimentos cardiacos haviam voltado ao normal, olhou ao seu redor e estava tudo mais calmo, não sentia mais a falta de ar, foi quando reparou na linda fonte no meio do salão, era o local com mais acumulo de pessoas.

"Ali está um lugar que definitivamente eu jamais irei no meio dessa Festa." - Pensou ele consigo mesmo enquanto olhava todas aquelas pessoas conversando e rindo em volta da fonte, um esqueleto se aproximou do garoto com bebidas, pegou um suco de abobora pra tomar. Decidiu ficar sentando ali durante uma boa quantia de tempo, não via motivo pra sair, ali era calmo, enquanto perto de todo mundo ele teria que ficar em pé e se sentindo afobado. Ficou observando todo o ambiente... E todas as ações de pessoas, se esquecendo até de quem tinha que acompanhar, e também não sentia vontade de sair procurando, era mais uma oportunidade para seu medo retornar e fazer ele ficar em desespero de novo...




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Postado Por: João Vitor.


Re: Festa de Halloween

MensagemFinlandia [#109936] por Ravn M. Stephensson » 23 Out 2012, 14:34

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Era quase um fato mundialmente conhecido que eu odiava festas. Bem, pelo menos, no Ministério havia ao menos um representante de cada país com quem eu trabalhava que sabia disso, então tirava essa conclusão por mim mesmo. Algo que eu ansiava era pelo Samhein, a festa pagã que os cristãos colocaram o nome de Halloween, mas festas muito próximas de uma grande ostentação não me apeteciam, realmente sendo algo que eu costumava evitar. Ora, eu precisava mesmo manter um perfil baixo depois de tudo que havia feito em prol do Ministério e também por baixo dos panos do mesmo.

Já havia três meses que eu trabalhava como um Inominável e, ao mesmo tempo, conhecera uma conspiração que rondava em torno do mesmo. No primeiro mês fui contatado por uma secretária que me fez acreditar que havia muitos outros segredos do que o olho poderia ver dentro do Departamento de Mistérios. Já não bastasse o próprio mistério do porquê de terem me selecionado para o mesmo, quando a minha inscrição deveria ir para a Central dos Obliviadores, isso provou ser um enigma à parte. A secretária de nome Reyes me remanejou para investigar um caso frio que envolvia uma medibruxa cujos pais haviam desaparecido de maneira misteriosa. A princípio eu achei aquilo um abuso, eu não havia conferido o meu silêncio ao Ministério para receber ordens de alguém que trabalha na recepção, mas fora-me dito que realmente haviam agentes disfarçados por vários motivos; um deles era que o Ministério temia, por exemplo, um ataque em massa contra o Departamento de Mistérios e que todos fossem mortos. Assim, sempre haveria um punhado deles disfarçado, espalhado por toda a rede mágica, dentro ou fora do Ministério.

Meu primeiro contato estaria dentro do Hospital T.v.H. A medibruxa procurava algum vestígio de seu passado, algo comum até então. Suspeitei que isso estivesse me levando para um beco sem saída, que talvez ela estivesse interpretando ou então sido obliviada e estivesse com a mente dominada para capturar-me em uma armadilha. Aos poucos, porém, nossa confiança foi sendo moldada. A primeira pista que tive foram as varinhas, trocadas diversas vezes, não apenas de mãos mas como de dono, indicando que não somente ela fora vendida, mas ocultada, sem um registro adequado pelo Ministério. Era como se alguém quisesse se livrar de uma varinha criminosa, vendendo-a para alguém que não estava ciente de tal crime. As provas levaram a mim e a Adrielle MacMillan até o Canadá, onde sua família mantinha uma antiga loja de varinhas. Tal loja fora construída durante os tempos da Segunda Guerra Trouxa, numa manobra política; a magia ainda era fraca na América, e com a aliança de Grindelwald no extermínio dos trouxas, tudo ficou um nível abaixo do aceitável. Centenas de varinhas foram distribuídas para armar os bruxos que muitas vezes eram pegos desprevenidos, com medo de uma catástrofe global. Muitas destas varinhas nunca foram usadas, perdidas entre mantimentos esquecidos e reforços.

Encontramos poucos documentos, e com o dinheiro que restara comigo como parte de uma grande herança de minha família na Finlândia, acabei comprando a loja de varinhas no Canadá pelo dobro do que valia. Sem perguntas, sem hesitações. Com isso, mesmo não presente no país, eu me mantinha informado - por fora - de todo o movimento das vendas, assim como também tinha acesso ilimitado aos seus registros e documentos perdidos, sem a intervenção do Ministério, que queria afastar por ora, e sem também me comprometer, uma vez que os registros não estavam em meu nome.

Dado o tempo em que voltei para a Europa, a investigação chegou ao seu hiato. Não avançamos muito desde então e não consegui forçar mais nada que fosse útil do que havia aprendido até então. Teria de voltar alguns passos e encontrar algum outro caminho, agora contando apenas com o meu raciocínio para tentar descobrir o que eu havia ignorado de tão importante. Naquele Samhein, eu faria minha jogada. Procurava por Michelle Reyes, a secretária que havia me enfiado nessa jogada, para voltar ao centro de onde tudo isso começou.

- Quanta criança. Comentei com um tom distraído e baixo, para mim mesmo. Eu costumava fazer comentários um tanto arrogantes até o ponto em que alguém escutasse, então eu parava. Talvez o meu trabalho só tivesse me ajudado a ficar ainda mais paranoico, mas nunca fora minha intenção ser desgradável ao pensar alto. Talvez apenas fosse algo inato, típico de um nórdico frio e fleumático, como diziam. Pois é, deveria mesmo. No entanto eu tinha preocupações que exigiam mais de minha atenção do que a agradabilidade para com os demais.
Não, e eu realmente gostava de ver tanta gente assim junta. Eu só não gostava de estar no meio daquele bolo de gente. Divertia-me ver as crianças tentando agir como adultos, tão imaturas ao tentarem exibir um jeito precoce. Tentavam ser mais adultas do que os adultos. Alguns se salvavam, geralmente eram esses os que eu chamava de "espécie amistosa". E as fantasias, hm, eu preferia nem comentar.

Achava desnecessário. Quando nós comemorávamos, geralmente eu tocava a flauta ou o tambor e dançávamos ao redor de uma fogueira, com vestes de pele ou elmos com chifres de cervo, invocando o espírito de Samhein, o dúbio. Hoje a mesma festa é comemorada com bebidas, doces e música alta. Sorte de Samhein viver no mundo dos mortos. Eu próprio fui obrigado a me vestir a caráter das fantasias, então escolhi algo que me favoreceria no momento em que mais fosse preciso; encontrar Michelle Reyes dentro da festa e interrogá-la quando o fizesse.

Minha fantasia era de Il Commendatore, Don Pedro, o Commendatore de Mozart. Uma ópera. Na peça, o general é um temível guardião e líder de uma família que se vê desafiado por um homem mais jovem e é morto pelo mesmo, mas que retorna do mundo dos mortos para saborear o gosto de vingança ao arrastar seu assassino para a morte, junto dele, direto do inferno. Don Giovanni era seu assassino, um rapaz arrogante e que julgava que poderia jamais ser surpreendido pela vida e que sairia, de todas as situações, impune. O modo como Don Pedro ceifa sua libertinagem é a razão do louvor da peça e também do amor pelo público pelo mesmo. A fantasia possuía diversas partes; vestia um traje de nobre, vermelho e negro por baixo, com abotoaduras douradas que formavam um zigue-zague em meu peito, assim como os detalhes das luvas que possuíam a mesma forma, e as botas polidas, com arabescos em suas laterais. Havia uma grossa e pesada capa sobre as costas, presa em seus ombros o que dava ainda mais volume para a mesma, dividida entre duas camadas, uma mais alta do que a outra. Na parte de dentro, era totalmente negra. Às minhas costas ela trazia um brasão de armas em rubro, e em meu rosto, um elmo antigo que servia para complementar o meu disfarce. A sombra do elmo cobria meu rosto até a linha de meu nariz, ocultando meus olhos mas deixando minha boca, dando um tom fantasmagórico por baixo daquele Morion, o tipo de elmo que os generais e conquistadores vestiam, entregues apenas aos mais altos e renomados soldados.

Para completar, se eu pudesse ficar imóvel por alguns segundos, aos poucos a fantasia tornaria-se gradativamente cinzenta, com um tom partido em diversas partes, perdendo a cor até que a minha própria pele tivesse um ar petrificado. Em determinadas partes, até mesmo detalhes em verde musgo imitavam a textura de pedra, isso devido à peça; era através de sua estátua que o Commendatore falava com os vivos, antes de ganhar forma e voltar para buscar Don Giovanni. A magia da fantasia permitia-me assumir essa aparência, se parado.

E quando me movi, o encantamento foi aos pouquinhos de desfazendo, devolvendo a mim as cores da roupa e de minha pele, conforme cruzava com olhos atentos e ocultos todo o salão, por vezes afastando delicadamente algum fantasiado de meu caminho, com a mão em seu peito ou ombro. Eu tinha de encontrá-la, como o Commendatore emboscou Don Giovanni da mesma maneira, em um baile.

Veremos se terminará da mesma forma que a ópera.

Fantasia: Il Commendatore de Mozart.
Música: Roger Subirana - Shedneryan.
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Re: Festa de Halloween

MensagemEstados Unidos [#109938] por Julie Reinheart » 23 Out 2012, 15:18

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O Halloween era uma festa que Julie aprendera a gostar em sua época de Sonserina. Costumava ser algo onde ela se divertia, pois sempre teve a companhia de seu melhor amigo, que no final do ano escolar virou mais que um amigo e por fim acabou assassinado cruelmente pelo pai da morena. Lembranças essas que a morena tentava esquecer a anos.

Após sua saída da escola a garota começou sua rotina de mudanças. Sim, virou uma rotina, pois Julie não conseguia parar por mais de seis meses em um único lugar sem acabar tendo que fugir novamente para que não houvesse matança. E com isso ela aprendeu a apreciar os trouxas e descobriu que eles também comemorava o Halloween, mas para ela a festa deles era sem graça. Não havia fantasmas de verdade, não havia magia, não havia decorações que se movimentavam, mas ainda assim ela gostava e na medida do possível ela se divertia.

A mulher também gostava das fantasias que os trouxas usavam e algumas ela achava bem criativas. Então para esse ano, para a festa de Halloween que teria para todas as pessoas do Mundo Mágico ela resolveu que usaria uma fantasia que os trouxas costumavam usar, mas a melhoraria com mágica, é claro.

Como Julie agora morava em uma casa completamente afastada da civilização e de qualquer ser humano, assim ela esperava, a morena aparatou para Londres. Lá ela caminhou pelas ruas já conhecidas e sem muito esforço encontrou a loja em que compraria sua fantasia. Pelas suas experiências com trouxas ela não ficara perdida com o tanto de coisas que havia na loja e sabia exatamente o que pedir. A moça que a atendeu lhe entregou a fantasia pedida e recebeu o dinheiro como pagamento. Julie então saiu da loja, procurou um beco qualquer e aparatou novamente para sua casa.


Começou então a se arrumar para a festa, após um banho rápido colocou sua fantasia, um macacão bem justo que lhe realçava todas as curvas do corpo na cor preta, uma mascara que com ajuda de magia se ajustava perfeitamente ao rosto dela. Com a ajuda de magia também ela acrescentou uma calda preta, felpuda e cumprida e duas orelhas de gato que se moviam como se ela fosse uma gata de verdade. Então a morena se olhou no espelho e se viu como os trouxas chamavam de “A Mulher Gato”, mas melhorada para o gosto bruxo. Seus olhos verdes pareciam mais selvagens em conjunto com toda a fantasia, em suas mãos ela tinha luvas que continham garras e na altura dos pulsos eram felpudinhas. Como calçado ela usava uma bota de salto alto que combinava perfeitamente com a roupa.

Prendendo sua varinha no cinto da fantasia, Julie deu uma ultima olhada no espelho, sua calda balançando lentamente de um lado para o outro como um gato preguiçoso e com um sorriso selvagem a morena aparatou para a festa.


Não era comum ela se animar com festas principalmente, mas fazia tanto tempo que ela não participava de uma festa de Halloween por estar sempre fugindo e se escondendo da família que dessa vez ela resolveu participar. “Eles não terão coragem de aparecer em uma festa do Ministério, mesmo sendo aberta a comunidade mágica.” Pensou com segurança e então se dirigiu a entrada do Salão de festas onde esqueletos estavam recepcionando os convidados. Um deles fez uma pequena reverencia para ela fazendo todos os seus ossos chacoalharem fazendo um barulho assustador.

A morena adentrou o grande salão e passou os olhos ao redor, já havia muitas pessoas por lá. A música estava agitada, os esqueletos garçons passavam de um lado para o outro atendendo a todos com seu eterno sorriso branco a mostra. Julie reparou em uma mesa uma pessoa fantasiada de leão e devorando um sanduíche e revirou os olhos ao ver o homem se coçando com os pés. “Infantil.” Pensou e se virou para achar uma mesa para ela poder se sentar por um tempo. Chamou um dos garçons esqueletos: - Por favor, me traga um coquetel de kiwi. – Disse após olhar o cardápio e resolver que beberia alguma coisa hoje, o que não era de seu costume.

Após receber seu drink a morena bebericou um pouco e resolveu que não ficaria sentada, então com o copo em mãos se levantou e com sua calda de gato sempre balançando de um lado para o outro acompanhando seus movimentos ela começou a andar pelo salão em busca de alguém conhecido.

Itens Utilizados:

  • Coquetel de Kiwi

    Usou um Coquetel de Kiwi.

Julie Reinheart
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Re: Festa de Halloween

MensagemFinlandia [#109940] por Jewel Hewitt » 23 Out 2012, 15:24

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Dia das Bruxas
oo2


~~~



O salão estava bem cheio, assim como a pista de dança, onde cada vez mais pessoas se uniam para dançar aquele som contagiante. Jewel e sua banda também dançavam no palco enquanto tocavam e cada palavra da letra daquela música parecia consumir a cantora, passando toda sua energia para a platéia. As doses de Uísque ainda não faziam efeito, porém, a mulher estava muito animada. Era uma festa bem diferente daquelas de seu país, principalmente por ser um local fechado e com luzes coloridas, mas o aspecto de floresta congelada era um ponto muito positivo.

Muitos se surpreendiam com os esqueletos enfeitiçados e aqueles docinhos especiais estavam fazendo sucesso, mais do que a própria música. Os bruxos que iam chegando procuravam seus amigos, conhecidos ou, simplesmente, alguma companhia. Reconhecer seus colegas de trabalho não era muito difícil, vários estavam trajados com fineza e bom gosto, retirando máscaras e as colocando novamente algumas vezes, mas eram muitos os adultos que Jewel não saberia apresentar. Onde estava aquele homem dos olhos negros e máscara vermelha que tanto a interessara?

Rodando seu olhar pelo salão a procura daquele bruxo, a moça pôde ver que o número de crianças estava aumentando. Os alunos trajavam fantasias interessantes, não eram muitas que Jewel conseguia reconhecer, provavelmente eram relacionadas ao mundo trouxa, mas não podia negar, eles estavam lindos. Ao acabar aquela música, abaixou e pegou mais uma das doses de bebida, que estavam enfileiradas na borda do palco.

- A noite é de vocês! - gritou com energia sorrindo para todos, erguendo seu copo como num brinde e esvaziando-o em um gole. - Quantos de vocês são de Hogwarts?

Alguns alunos gritaram e aplaudiram, afirmando que eram de tal instituição com orgulho. Assim, o baixista se colocou na frente do palco, após um olhar da vocalista, e começou a falar.

- Eu e a Jew aqui vamos fazer um dueto. É uma história de amor entre Sonserina e Grifinória.

E a música começou a tocar:


~~~


Roupa: Aqui
Citados: Dargor Minian, convidados

OFF: Jewel é a responsável pela música. Façam pedidos em ON e mandem uma MP avisando. Obrigada!
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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#109941] por Harkonnen Borgia » 23 Out 2012, 16:20

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Era o inicio do baile o jovem estava um pouco atrasado devido a problemas envolvendo os pais.Sua fantasia era ironicamente autentica devido ao passado que envolve a infame família Borgia.O garoto estava vestindo com roupas finas cuja eram moda nos anos 30/40.Estava devendo um favor a uma corvina,somado ao fato de que o baile estava se aproximando se ofereceu para acompanha-la para pagar o favor que estava devendo a mesma,mas adoraria que a situação fosse diferente.
Estava um tanto nervoso conforme se aproximava do local,estava com a fantasia e as luvas de couro de dragão pretas,tentava manter a calma se causasse boa imprensão conseguiria a camuflagem pública que tanto almejava.Assumia consigo mesmo a ultima coisa que planejava no baile seria se divertir,talvez a case de violino que trazia fosse se entreter mais que ele mesmo e então ao longe avistava Samanta.Chegava por traz dela e cutucava seu ombro,com um tom despreocupado dizia.


Acho que me atrasei um pouco,srt.Verseau,por favor me perdoe e a proposito seu vestido é encantador,realmente encantador.
Segurava a mão da mesma e a beijava como forma de reverencia,etiqueta que com desgosto sua mãe o havia ensinado,então segurava a mão da mesma e a conduzia para dentro do baile.O lugar estava cheio,observava cada fantasia,cada pessoa cada personagem que estava se deleitando com o evento,estava procurando alguem com quem assimilar a si mesmo,a sua companheira nada mais era do que névoa pois seu olhar nunca parava sob ela.Estava encantado com a magia,a magia de estar longe de casa,longe da prisão sem carcere que seus pais o conderam,em meio a tantas mascaras,tantas mentiras e hipotese ele se sentia realmente como uma verdade.Então parava para olhar Samanta.Seus olhos brilhavam causando a impresão de que ele estaria fascinado com a mesma.
Incrivel este lugar,não acha?Tantas cores,tantas máscaras!Eu me sinto livre...finalmente estou livre.E por falar nisto minha mãe,falou para te dar isso,mas se ela perguntar.Foi eu quem te deu.... Harkonnen abria a case de violino que trazia consigo mesmo pegando algo dentro dele não revelando o interior do mesmo para Samanta,de la ele retira uma rosa,vermelha no tom do sangue.Ele pega a flor e coloca nas mãos da mesma


Interação:Samanta Verseau
Fantasia:http://img.costumecraze.com/images/vendors/forum/63884-Kids-Gangster-Costume-large.jpg
Coloque a mão na cartola,procure pelo Coelho e espere a ferroada do Escorpião.
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Re: Festa de Halloween

MensagemFranca [#109944] por Ashley S. Neveu » 23 Out 2012, 17:41

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O encontro e... A separação...


Tudo havia saído como planejado. A fuga de Beauxbatons estava completa, eu havia pensado nisso durante semanas, como faria, do jeito que faria e o principal, com quem eu iria. Tinha sido duro me separar da escola que tanto amei durante quatro anos, mas eu não aguentava mais tanta mentira, tanto mistério, tanta confusão. A carta de meu pai jazia em um de meus bolsos, a mesma já estava suja, rasgada e amassada, mas eu não me separava nem um minuto. Foi complicado absorver tudo aquilo de repente, meus pais separados, a “quase” certeza do segredo de Ashley estar sendo revelado, além dos problemas com Mika. Eu custava a acreditar que ainda me mantivesse tão calma diante de tantos problemas. Mas, aquela era eu... O pior de estar longe da academia, era ter que ficar longe de Aimée, foi duro sair sem me despedir, ou sem falar com nenhum amigo. Talvez eles fossem me odiar, não sei dizer, nunca mais os veria.

O fato era que, naquele instante, eu estava entrando em uma festa. Sim, uma grande festa de Halloween que estava sendo oferecida para todo o povo do mundo bruxo. Muito provavelmente pessoas famosas estariam ali, além de que, as fantasias serviriam para disfarçar o que estava por acontecer. Claro que, eu também sabia que meu pai estaria ali, ele como atual diretor da escola inglesa, não poderia fazer aquela desfeita. Para mim, era perfeito. Pois, seria ali, naquela noite, naquele lugar que finalmente eu e Ashley ficaríamos cara a cara.

Tudo havia sido combinado minuciosamente depois de nosso último contato. Havia explicado a garota tudo que havia acontecido e a conversa estranha de nossos pais. Eles escondiam algo, mas meu pai não ia ter como nos negar respostas quando nos visse face a face. Não sei dizer como ela tinha conseguido escapar do famoso Instituto de Durmstrang, mas eu acreditava que ela devia ser bem esperta. Pois, para escapar de Beauxbatons, só precisei aproveitar a confusão que estava instaurada no lugar. Se bem que, a escola estava mandando todos de volta para suas casas, ninguém precisava saber que ao invés de ir para a casa de minha mãe, fui para o Caldeirão Furado. Claro que não iria morar ali, minhas economias não durariam muito mais, apenas me escondi para que quando reencontrasse meu pai, lhe falar tudo o que eu estava guardando...

Minha fantasia era a mais simples possível, um vestido negro, solto, que se modelava perfeitamente ao meu corpo. Uma sandália de salto alto e fino, com um coque eu escondia minhas madeixas e para finalizar, uma máscara. Nunca fui de esconder o rosto, sabia muito bem que não era um baile de máscaras, mas quem ligava? Eu não dava a mínima para os acontecimentos daquela noite, só queria resolver de vez minha vida e ela estava muito bem encaminhada. Havia combinado com Ash como eu estaria, da mesma forma que ela me informara como estaria naquela noite. Queria muito saber se ela estava bem, se era realmente minha irmã e que tudo aquilo tivesse um fim. Mas, naquela noite, resolveríamos aquilo tudo de vez.

O lugar estava cheio, muitas pessoas conversavam animadamente, algumas em grandes grupos, outros em menores, mas a diversão parecia rolar solta por ali. Roupas elegantes, pessoas importantes, nada daquilo fazia a menor diferença para mim, apenas procurava a garota que, devia ter a minha altura, minha idade e... A minha aparência. Sua máscara seria branca ao contraste de que a minha era negra, só precisava desta única informação para encontrá-la. Tentava vislumbrar sua imagem em meio a massa de mesas e cadeiras, fiquei um pouco nervosa ao ver meu pai sentado em uma das mesas, parecia conversar absorto com um outro homem mais velho, como era de se esperar, ele não estava fantasiado. Como eu imaginava, ele nem percebeu minha presença, passei em frente a sua mesa e atravessei o salão olhando de um lado para outro. Foi então que ouvi uma voz, uma voz doce e familiar:
– Alexia, é você? – Meu coração acelerou, com uma voz tão marcante, eu tinha quase certeza de que havia finalmente encontrado a minha irmã...



• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •


~ Interação: Ashley Stwart (NPC) ~ Citados: Alexander Neveu ~ Notas:
Início de trama final das irmãs Alexia x Ashley.
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Ashley S. Neveu
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Re: Festa de Halloween

MensagemIrlanda [#109950] por Holger V. Shackleton » 23 Out 2012, 19:57

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Narração
- Falas -
"Pensamentos"


Caminhando em direção a entrada do salão onde aconteceria a festa de halloween para toda a comunidade bruxa. Três figuras adultas seguiam, uma delas já bastante velha, as outras duas eram adultos-jovens, por assim dizer. – Alexander, eu realmente espero que você tome as medidas certas e puna os culpados por aquela bagunça em Hogwarts, principalmente o meu bisneto, ele precisa de educação. – Astaroth reclamava com sua voz velha, enquanto arrumava sua capa de viajem (ele se negou a vir fantasiado). Alexander e Lana o acompanhavam, ainda mexidos com o que tinha acontecido há uma hora atrás no escritório do Diretor de Hogwarts. O homem seguia com expressão de cansaço enquanto a mulher permanecia perdida em seus pensamentos. Vladislav revirou os olhos e bufou ao ouvir o som da musica vindo de dentro do Salão.

Adentrou o local que estava apinhado, pessoas de todas as idades perambulavam pelo Salão, alguns conversavam animadamente, outros se arriscavam na pista de dança. Astaroth deu uma boa olhada no local, sempre observador, apesar de que a visão não está tão aguçada quando foi um dia. Aproveitou que ninguém havia notado a presença dos três, para trocar uma palavrinha com o casal.
– Bom, antes de entrarmos eu preciso dizer que a pessoa que te dominou com certeza é dotada de grande poder, mas duvido que seja o líder da seita, tenho algumas suspeitas sobre a identidade dessa pessoa, ou na pior das hipóteses, “ser”. - Fez uma pequena pausa para dar uma boa olhada ao redor antes de continuar. – A ordem que foi lhe dada, era para que você vivesse normalmente, assim ninguém suspeitaria. Serei direto, vocês dois estão à frente de duas das três escolas mais poderosas e tenho certeza que os segredos de Hogwarts, Durmstrang e Beauxbattons são de suma importância para o objetivo principal desses tais Anjos das Trevas, por tanto, fiquem atentos! Ah e Alexander, aproveite a noite e sua liberdade, creio que a Srta. Shuisky lhe será uma companhia bem melhor do que um velho ranzinza. - Sorriu satisfeito com o progresso que tinha feito hoje, Astaroth adorava quando tudo ia de acordo com o que ele planejava e com certeza hoje foi dado um grande passo tanto profissional, como pessoal já que tinha finalmente conhecido sua bisneta, Emilia, que por sinal demonstrou ter uma forte personalidade ao encara-lo.

Caminhou lentamente até uma mesa, procurou por Thomas Dernach, estava louco para contar as novidades, mas infelizmente não avistou o auror, muito pelo contrario, viu vários bajuladores do Ministério (odiava esse tipo de gente) que o cumprimentavam com acenos e ele respondia cordialmente com uma expressão de desanimo em sua face velha e enrugada. Quase todos estavam fantasiados, obviamente que Astaroth não estava fantasiado, apesar de sua assistente ter insistido muito, ele se negou a se prestar a tal (como diria o seu bisneto bagunceiro) “mico”.
"Me pergunto o que diabos estou fazendo aqui? Enquanto estou aqui desperdiçando o meu tempo, aposto como esses tais Anjos devem estar agindo, espero que o Dernach esteja perseguindo alguma pista atrás do Hadagast.... Por Merlin, que fantasia mais espalhafatosa aquela mulher esta vestindo, que horror.” Olhou indignado para uma mulher que estava usando uma fantasia muito chamativa, mas tratou de desviar para um ponto qualquer, tornando a pensar em Emilia, que tanto lembrava sua falecida esposa quando tinha a idade dela.
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Holger V. Shackleton
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