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Festa de Halloween

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Re: Festa de Halloween

MensagemIrlanda [#110040] por Daewron Branagáin » 25 Out 2012, 21:25

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Quando menos esperava, viu Hazel se aproximar cumprimenta-lo, tentou dizer alguma coisa para a garota que nem o ouviu direito pelo barulho da banda, percebendo melhor ela já havia pegado ele pela mão e o levou pelo meio das pessoas. Seu coração começou a bater rapidamente de novo, o desespero foi subindo pela sua espinha até o garoto já ver que estava no meio de um monte de pessoas novamente.

Olhou para Hazel que dançava, tentou se descontrair pegando o ritmo dela mais não conseguiu, o nervosismo não permitia Daewron de se divertir com a garota que tinha convidado ele.

"Vamos Daewron! Não pode passar por essa vergonha! Supere seu medo!". - Pensou o garoto pra si mesmo tentando superar seu pavor de multidões. Tentou dizer algo pra Hazel mas sua lingua travou, quando olhou ao seu redor de novo viu todas as pessoas bem mais altas que ele como se fossem montanhas olhando diretamente para ele. Fechou os olhos, respirou fundo e olhou de novo para Hazel que se divertia sem reparar na situação que tinha colocado Daewron.

-Hazel! E-Eu n-não posso ficar aqui! - Disse ele gritando pelo nervosismo, e demonstrava um desespero grande no meio das pessoas, olhava fixamente com uma expressão bem séria para Hazel. - -M-Me desculpe por isso! Mas não consigo ficar aqui! E-Estou entrando em desespero!. - Parou e respirou fundo, a sensação de que estava sendo observado aumentou mais ainda após gritar pra falar com a garota, o som da banda estava aumentando seu nervosismo, e ouvindo todas aquelas pessoas falando, barulho de bebidas, risadas e etc... Estavam causando um caos nos ouvidos do garoto que deixou ele mais apavorado ainda.

Ouvia o batimento de seu coração nitidamente, estava rápido e bem forte, sentia as gotas de suor descer pela sua resta, via todo o ambiente em câmera lenta ao seu redor, via as pessoas se mexendo, falando, rindo, gritando, comendo. Tudo aquilo fazia ele se sentir sufocado, o mundo estava quase que parado para Daewron. Foi quando percebeu que estava pra desmaiar mas retomou o controle da coinciencia. Resmungou alguma coisa pra Hazel e então decidiu sair do meio de toda aquela aglomeração de pessoas pra tentar retomar a calma, quando foi sair andando virou pra Hazel.

-Eu peço sinceras desculpas por isso! M-Mas não me sinto bem no meio de multidões! Me desculpe mesmo! - E o garoto saiu esbarrando e empurrando as pessoas pra tentar achar um lugar mais calmo, antes de se virar pra Hazel, uma pequena lágrima escorreu pelo seus olhos, estava realmente triste com o que fez a garota passar acompanhando ele, se sentia culpado e queria que aquilo nunca tivesse acontecido na sua vida, queria estar no seu apartamento em Londres, com sua mãe, sentindo o cheiro de baunilha no ar, toda aquela paz, vendo as gotas de chuva cair pela janela, e quando parou de pensar, estava em todo aquele caos que as pessoas chamavam de "festa", essa era a primeira vez que o garoto com toda a vontade de seu coração desejava não ter comparecido em um lugar, se sentia triste pelo que tinha feito com Hazel Kim, sentia uma dor fina em seu coração que o incomodava desde que tinha pedido desculpas por ela e tinha saído no meio daquele mar de pessoas, se perguntava o que era aquela sensação? Porque sentia uma dor fina e aguda em seu coração, que deixavam ele com vontade de chorar?.

...


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Re: Festa de Halloween

MensagemRussia [#110051] por Sharon S. Maksimov » 25 Out 2012, 22:38

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Haunted by Your Ghost .O1

***


A ansiedade de Sharon von Strauss aumentava a cada movimento dos ponteiros do relógio. Estava chegando a hora da comemoração da melhor data do ano, o Dia das Bruxas. A menina olhou para a foto do irmão, que fazia 3 anos de morte, estava em cima da penteadeira, e começou a se arrumar, fazendo um coque nos cabelos castanhos e começando a vestir sua fantasia extremamente dourada. Sharon era uma fã de Quadribol assim como o irmão fora quando estava vivo, assim, decidiu homenageá-lo, com um traje que lembrava muito o Pomo de Ouro.

A moça, por mais esportiva que fosse, não ignorava seu lado feminino. Seu vestido era delicado e fazia uma combinação perfeita com os sapatos de salto muito alto e, para completar, implantou asas douradas que se mechiam conforme Sharon se movimentava, com uma magia executava por sua mãe. Juntas, mãe e filha, aparataram para o outro lado da rua do salão onde a festa estava acontecendo.

- Você está linda, minha filha. Divirta-se, está bem? - disse a mulher com um olhar maternal e cuidadoso.

Com uma confirmação com a cabeça, Katrina desaparatou, deixando a menina sozinha e preparada para aproveitar sua noite. Sharon adentrou o salão atenta, levando um susto quando um esqueleto arrepiante apareceu com um barulho de ossos se chocando para desejar boas-vindas. Assim que as portas se abriram, não dava para esconder sua surpresa: o ambiente era magnífico, a mesa cheia de doces era convidativa e fez os olhos da bruxa brilharem. Logo, pegou o que mais lhe atraíra, a Abóbora Pirata, e dividindo-a em pedaços com a mão, enfiáva-os na boca, deliciando-se.

Matada a vontade de desfrutar da guloseima, Sharon andou até a metade do salão, até parar na pista de dança."Não vejo ninguém de Durmstrang por aqui..."foi o que se passou em sua cabeça, porém não iria deixar de se divertir só por estar sozinha. Ouvindo aquela música de ritmo contagiante, mas sem entender perfeitamente sua letra em inglês, a bruxa deixou-se levar e começou a dançar, tomando cuidado para as asas não baterem em nenhum outro convidado, deixando seu brilho dourado chamar todos os olhares para si e esperando criar novas amizades, ou pelo menos arranjar alguma companhia.

- Ruddi, será que você vem hoje?

Em algumas datas especiais, seu irmão aparecia em forma de fantasma para a pequena Strauss. Mesmo depois de morto, seu espírito não abandonara o cuidado que tinha com a caçula, muito menos a união entre os dois. O rapaz havia falecido numa briga, espancado por, até então, seu melhor amigo, que tentava roubar sua namorada. Sem dúvida, uma morte trágica, porém, Sharon estava decidida a não deixar aquele pensamento atormentá-la naquela noite. Apenas apontou para o teto com o queixo de olhos fechados e imaginou Ruddi ao seu lado, sorrindo, com uma roupa de jogador de Quadribol.

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Sharon S. Maksimov
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Re: Festa de Halloween

MensagemFinlandia [#110073] por Ravn M. Stephensson » 26 Out 2012, 18:41

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Jewel Hewitt. Uma conterrânea. Não achava que a veria assim tão cedo. Os contatos de minha família me levaram até ela quando eu pisei pela primeira vez na Europa, e em terrenos bruxos sadios. Lembro-me quando nos conhecemos, afinal. Ela era e ainda é bem diferente de mim, mas isso não impediu de preservarmos uma duradoura amizade. Jewel me esperou praticamente às portas da primeira rede de pó de flú que peguei, perguntando se eu era o cara que ela estava esperando. Como poderia saber? Ela devia ter perguntado isso para cada um que surgia por ali. Aquele jeito espevitada realmente era só dela, mas não me incomodou. Era até um extra. Caso ela não fosse, duvido que eu mesmo faria amizade com alguém que tivesse o mesmo jeito que eu.

Então daquele jeito de quem tomou uma injeção de açúcar na veia, ela me levou até o albergue onde eu ficaria e acabou morando por umas semanas por lá também. Eu nunca realmente a agradeci por isso, ela não era obrigada mas ainda assim ficou do meu lado sabendo que eu teria muitos problemas em me adaptar. Eu posso não ter exatamente uma cabeça dura e um sangue quente, mas eu não me dobro a nada. Essa dureza de caráter foi o que me garantiu meu emprego, creio eu. Depois de um tempo, no entanto, ela seguiu o caminho dela. Sem mais companhia, mudei do albergue e então tive de escolher entre voltar para a Finlândia ou lançar-me na minha busca pela Europa. Escolhi a opção que me trouxe hoje, aqui.

Ela de fato não tinha mudado nada até então. Nunca parecia exatamente surpresa em me ver, como se estivesse em todo canto, à espreita, como quando me esperou na primeira vez em que nos vimos. Isso era ótimo. Odiaria ter de segurar seu abraço apertado enquanto ela gritava meu nome fazendo um mini escândalo ao nosso redor. Coisa de menina besta, eu acho. No máximo, Jewel era muito discreta quanto à sua vontade de me ver sem graça ao relembrar nossos dias naquele primeiro hotel. Quanto a isso, não podia mesmo culpá-la.

Mas eu sabia exatamente que eu não conseguiria escapar de sua atenção uma vez que ela pusesse os olhos em mim. Queria atrair menos atenção para mim, mas Hewitt tinha outros planos. Imprevisíel. Não podia ter adicionado-a em meus planos de qualquer maneira. Já pensei no entanto em convidá-la para seguir o mesmo rumo que o meu, mas um convite seria desnecessário já que ela provava ser parte de um caminho cruzado, embora eu não a imaginasse em uma vida como a minha; silenciosa e planejada. Ela fazia mais o tipo de querer levar uma vida mais agitada e alegre. E eu, bom, eu era o tipo de cara que não me imaginava nem com um chapéu de festa na cabeça.

Só fazia. Embora fôssemos parceiros de trabalho, nosso modus operandi era o que nos diferenciava. E eu ainda a olhava contemplando-a o que ela pensaria se contasse sobre minhas investigações pessoais. Não podia arriscar ser entregue. Nem mesmo por uma colega tão próxima de mim como Jewel. Eu odiaria ter que estar do lado oposto do tabuleiro em relação a ela. Acabei, no entanto, acatando sua vontade.

- Como ela espera que eu ainda lembre das músicas tradicionais? Acabei por contornar o palco, em uma volta menos visível, onde eu poderia ver parte da festa através do palco e ainda assim, estar às vistas de poucos dos convidados. Havia instrumentos de todo tipo por ali, mas Jewel fora delicada ao ponto de separar os meus favoritos; o alaúde e a flauta. Apesar de meu jeito ranzinza, não podia negar que aquilo era algo que me trazia de volta às raízes de minha origem. Por um lado, aquilo era uma festa, onde todos estariam se divertindo, e eu deveria entrar nesse círculo. Por outro, aquilo era um dever, e se por acaso eu subisse no palco e não avistasse meu alvo, estaria em apuros, porque com certeza ele teria me visto primeiro.

Tardaria até eu ter uma chance como aquela novamente.


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Ravn M. Stephensson
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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#110083] por Hazel Swartling » 27 Out 2012, 10:46

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A música estava alta e animada. O corpo pequeno de Hazel se balançava no ritmo certo, não freneticamente, mas fazendo jus a animação que sentia. Durante sua vida, não teve tantas oportunidade de dançar e se divertir daquela forma – ela poderia contar nos dedos das mãos em quantas festas já havia estado e quantas vezes havia dançado durante esses 11 anos. Não que isso importasse: a garota vivia sobre o principio de “aproveitar o momento”, e era isso o que estava fazendo ali. Era apenas uma criança e saber dançar não era uma de suas preocupações.

Mas estava cometendo um erro. Enquanto dançava no meio da multidão de adultos e crianças, distraída, não foi capaz de perceber o incômodo que estava causando ao amigo. Quando Daewron fez tentativas de explicar porque se afastaria, Hazel só foi capaz de ouvir parcialmente suas palavras. “Hazel... ficar aqui...”. Ela tentou se aproximar para ouvi-lo. — O que? Não entendi. — Seus olhos encontraram os olhos claros de Daewron. Ela percebeu que havia algo errado – a expressão do garoto era fechada e ele parecia aflito. “Por isso... aqui... entrando em desespero.” As outras palavras que completavam a frase foram perdidas com a música. Hazel parou seus movimentos, intrigada. O que estava acontecendo ali, afinal? Abriu a boca para fazer uma nova pergunta, mas Daewron se afastou nesse momento, dizendo mais uma frase inaudível, da qual ela capturou apenas suas desculpas.

Assistiu o garoto se afastar em meio aos corpos dançantes, deixando-a para trás. Uma nova preocupação floresceu em sua mente. “O que fiz de errado?”, perguntou-se, sentindo sua garganta se fechar com uma vontade repentina de chorar. Olhou ao redor enquanto segurava suas lágrimas, chateada com a atitude do outro. Não havia nada de errado que pudesse ter assustado o sonserino. “Porque ele ficou naquele estado?”, pensou. Nesse momento, já não era capaz de ver Daewron; uma nova parede de corpos havia se fechado sobre ela, sozinha, na pista de dança. Não sabia se deveria segui-lo ou apenas deixar que o garoto partisse sem receber explicações. Sentiu medo, insegurança e vergonha – sentimentos que não estava acostumada a sentir com relação aos garotos.

Hazel sabia que não poderia ficar parada enquanto todos dançavam ao seu lado. Algumas crianças encararam a menina, que provavelmente havia deixado transparecer todas as suas emoções conflitantes em seu rosto. Sem pensar no que faria quando encontrasse o amigo, apenas saiu da pista de dança, indo para o local onde imaginou que o mesmo estaria. Parou de caminhar apenas quando pôde estar de frente a Daewron. Abriu a boca para pedir que ele se explicasse novamente, pois ela não havia ouvido, mas nenhum som saiu de seus lábios. Suas bochechas coraram e a menina abaixou a cabeça. Fez uma nova tentativa. — O que houve? Achei que estivesse tudo bem, mas... você apenas saiu da pista de dança, e eu não pude entender nada do que disse. —Uma torrente de palavras saiu apressada, com seu nervosismo. — Me desculpe ter te levado ‘pra lá, mas você poderia apenas ter dito que não queria dançar, se foi o caso. — Hazel ergueu os olhos e fitou o amigo. Deu um suspiro de lamentação. Toda a sua animação havia se esvaído. — É a minha primeira festa de Halloween no mundo bruxo, já que meus pais eram trouxas e não possuíam esse costume... Mas... Eu não quis causar problemas. — No momento em que terminou a frase, percebeu o erro que havia cometido. Visualizou um brilho diferente nos olhos de Daewron. Eles nunca haviam conversado sobre suas origens e, sendo assim, ele não fazia idéia de que Hazel era uma bruxa nascida trouxa. Mas a garota estava nervosa e não teve tempo para medir suas palavras. Apertou os lábios em uma linha fina, insegura novamente. Eles eram bons amigos desde o dia em que se conheceram no Lago Negro. Hazel o tinha com muita consideração, e sempre pensou em Daewron como uma exceção que fugia aos padrões da Sonserina: ele era educado, gentil e bondoso com ela. Mas qual seria o limite que ela poderia cruzar?


•••


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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#110089] por Conrad Addington » 27 Out 2012, 14:06

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— Agora, para a direita! —Samantha deva as orientações para a mãe. A missão era fazer o cabelo da fantasia, Oriental. Era simples, levaria alguns minutos apenas. A roupa já estava pronta, um kimono roxo com a fita vermelha, preparada pela própria Samantha, feita com feitiços de costura. — Esquerda agora! Esquerda, ESQUERDA! Mãe! — As duas riam. Mãe e filha. Riam com o erro patético. Não estava mais parecendo uma oriental, e sim uma “torre de cabelo”, bem embolada. Tudo se desmontou, e o longo cabelo caiu pelas suas costas. A mãe preparou a varinha novamente e apontou para uma parte da cabeleira negra da filha. Fazia círculos no ar, e o cabelo acompanhava, enrolando, dando volta em si mesmo, montando um coque oriental. Com apenas uma olhada para a poltrona ao canto, as duas agulhas de cabelo que ali estavam se levantaram e foram voando para perto da velha. Eles entraram no cabelo de Samantha e saíram do outro lado. A mãe tirou a ponta da varinha dos cabelos da filha, esperando para ver se o penteado permaneceria parado sem o feitiço.

— Consegui... — disse a velha. A filha olhou o espelho de seu quarto que mais parecia um camarim, e deu um sorriso de satisfação. Estava feliz que a fantasia ficaria como ela esperava. Mas, por mais acostumada a fazer penteados e roupas “incomuns”, Samantha sabia que esta fantasia havia dado certo trabalho. — Muito obrigado mãe... — e deu um beijo em seu maior exemplo — vou me vestir e vou indo... — e saiu do quarto. Foi até a sala, pegou o kimono em cima do sofá amarelo, apreciou sua obra por um instante, e o levou para o quarto.

— Sam, eu não queria falar isso com você agora, mas... —A Sra. Jones começou a falar, ela tinha um ar estranho. Olhava Sam se vestindo em seu cubículo, era possível ver sua sombra se despindo e colocando o kimono. Como um banho de água fria, Samantha paralisou, parou de colocar o kimono, apenas ficou olhando, de dentro do cubículo, a sombra da mãe. Sua expressão mudou totalmente. Era a famosa bipolaridade.

— Eu sei o que você vai falar. É dele, não é? Do meu pai... Qual era o nome dele? Franco? Foi o que me disse da primeira vez. Mas pelo que sei, já me disse muitas coisas sobre a morte dele, e acho que não foi isso o que aconteceu... Você mentiu pra mim muitas vezes sobre isso... Não quero conversar sobre algo que pode ser mentira... Saia daqui... —Samantha tinha os olhos no chão, havia muita raiva em sua mistura de sentimentos. Ela voltou a vestir o kimono, como se a mãe não existisse mais.— Samantha, tudo que vou dizer agora, é tudo verdade... —Patricia tentava continuar. Samantha não tinha certeza se a mãe estava falando a verdade. Ela apenas estava em sua crise de bipolarismo, era o que acontecia quando falavam no pai, depois que descobrira as mentiras que haviam sido contadas à ela. — SAIA DAQUI!! — Samantha não queria ouvir mais nada. Só queria se vestir, queria ir para a festa sem preocupações. A mãe obedeceu, sabia que não tinha o que fazer.

Samantha caiu no chão de joelhos. Chorava como nunca. Tinha as mãos no rosto. Sabia que estava borrando toda a maquiagem. Ela não queria mais embolações. Ela não queria mais mentiras. — Só quero... saber... a verdade...

A decoração do Halloween estava perfeita. Esqueletos que pareciam reais estavam por todos os lados. Samantha precisava de uma bebida. Foi até um balcão e pediu, beberia até a amiga chegar e fazer companhia, aí elas decidiriam o que comer, comprar etc. — Um whisky de fogo, por favor.

— Hm... com licença? Olá. — Alguém disse com um ar tímido. A mulher se virou, e viu uma garota com um kimono laranja muito interessante. — Reparei que usa um kimono, como eu... muito bonito, por sinal — Pensando em retribuir o elogio com outro, ela foi interrompida.— Gosta da cultura oriental? — a expressão da pequena garota se alterou, parecia ter lembrado de algo. — Meu nome é Hazel Kim. É um prazer te conhecer...e fez uma reverência típica da cultura oriental.

Samantha retribuiu a reverência e respondeu todas as perguntas da garotinha. Ela parecia um pouco tímida.


Fantasia:http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo/set?id=61687971#stream_box

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Nat encerro aqui nossa interação
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Re: Festa de Halloween

MensagemIndia [#110098] por Allie Reichow » 27 Out 2012, 21:16

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Para uma jornalista todo tipo de festa era motivo para festejar, pois onde tem festa e uma multidão de pessoas, tem notícias. Claro, nem sempre as noticias são tão boas, mas ainda assim são noticias e Allie andava um tanto desesperada por isso já que passava por um momento de dificuldade com o jornal desde que começara a chefiar a empresa. Mas voltando as festas, o Halloween não era diferente, mas era mais excitante para a mulher, pois Allie não ia apenas a trabalho, ela ia para se divertir, pois essa festa era uma de suas favoritas desde pequena.

Allie como uma boa jornalista sabia os melhores lugares para se comprar uma boa fantasia, afinal, não seria Halloween se não houvessem fantasias e esse ano ela participaria do desfile que haveria durante a festa. Desta vez a morena decidiu por algo diferente. Deixou de lado seu conhecimento de lojas de fantasia e juntou-se a sua mãe para fazer a melhor fantasia que qualquer bruxo ou bruxa já havia visto e graças a magia que ambas possuíam conhecimento os detalhes seriam perfeitos.

Sua fantasia era uma fênix. Sim, a grande ave que ressurgia das cinzas. “Nada como retratar como me sinto após tudo o que passei.” Pensou enquanto se olhava no espelho de seu quarto. A fantasia era basicamente um vestido vermelho de mangas compridas e cheio de penugem vermelho-alaranjadas. O vestido era longo e da cintura para baixo ele tinha as cores e o desenho de chamas que se moviam como se estivessem crepitando enquanto a calda da fênix surgia atrás. As mangas do vestido eram as asas da grandiosa ave e o vestido tinha uma espécie de capuz que lhe cobria a cabeça com a mesma plumagem vermelha do resto do corpo.

Quem olhasse diria que a fantasia era bem malfeita e barata, porém ela escondia uma magia incrível que deixaria todos de boca aberta. Allie sorriu na frente do espelho e então abriu e levantou os braços como se formassem um V e então a magia aconteceu. As chamas se tornaram reais e agitaram-se com fervor, a calda da ave brilhou na cor das chamas, os braços deram lugar a duas majestosas asas vermelhas também muito realísticas e em seu rosto, no lugar da boca e do nariz surgiu o bico da fênix e os olhos mudaram para os olhos da ave. E soltando um canto suave como o de uma fênix ela abaixou os braços e voltou ao normal, com o vestido simples.

Sorridente e super confiante de que venceria o concurso a mulher aparatou para o grande salão onde estava acontecendo a festa. Normalmente Allie seria uma das primeiras a aparecer, mas hoje ela preferiu chegar um pouco mais tarde, então já havia muitos adultos e crianças andando e correndo pelo salão. Allie após entrar no salão já estava pedindo uma bebida a um dos esqueletos garçons. – Uma taça de hidromel, por favor. – Após receber sua bebida a morena começou a andar pelo salão para observar melhor as decorações.

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    Usou um Hidromel.

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Re: Festa de Halloween

MensagemEstados Unidos [#110102] por Julie Reinheart » 27 Out 2012, 21:40

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Julie andava pelo salão apenas observando o movimento que já era bem maior do que quando chegara. Ela agora tinha que tomar cuidado e andar desviando das crianças que corriam sem parar para lá e para cá dentro do lugar. Algumas pregando peças nos pobres esqueletos garçons e se imaginou no lugar de uma das crianças. “Colocar uma bombinha dentro de um deles seria divertido.” Pensou enquanto via uma das crianças atormentar um dos esqueletos e soltou uma risada gostosa enquanto imaginava o esqueleto explodindo e depois magicamente juntando seus ossos novamente.

Terminando o primeiro drink que havia pegado ela ficou na duvida se pegava mais um ou apenas um suco de abóbora, afinal a mulher não era acostumada a beber, enquanto tentava se decidir e andar no meio da multidão ao mesmo tempo a morena ouviu uma voz muito familiar soar atrás dela e virou-se apenas para confirmar as suas suspeitas de que receberia mais uma cantada meia boca de George Hogarth. O homem pareceu surpreso ao vê-la e não conseguiu concluir sua frase e Julie agradeceu por isso, porém antes que ela começasse a falar alguma coisa um rugido soou da fantasia do homem e ela se lembrou de ter visto alguém se coçando com os pés e usando uma fantasia de leão quando chegara. Com uma expressão de pura irritação, desgosto e até um pouco de confusão pelo rugido da fantasia ela rolou os olhos impaciente para o homem a sua frente.

- Você de novo. – Ela disse com desdém e logo emendou em um tom um pouco desesperado. – Alguém deve ter lançado alguma azaração em mim, só pode. – Sua calda de gato balançava, o pelo de sua fantasia estava eriçado como o de um gato quando está irritado e pronto para o ataque, ela fez um movimento leve de suas mãos como que para mostrar as garras afiadas que possuía e pousou a mão direita em sua varinha que estava presa no cinto. – Escute aqui, você já arruinou a única lembrança boa de minha vida da ultima vez que nos encontramos. Então eu vou lhe pedir um favor. TENTE não arruinar o meu Halloween. – E se aproximou falando baixinho perto do ouvido de George com uma voz fria e completamente felina. – Caso contrário meu querido leão, você não sobrevivera para encontrar uma leoa que te sustente.

Virou ficando de costas para ele e sua calda preta, fina e longa passou propositalmente pelo queixo de Hogarth e ela continuou andando, decidindo finalmente que ficaria com mais um coquetel de kiwi para tentar esquecer George e aproveitar a festa, mas um sentimento lhe dizia que ele não deixaria essa passar e a infernizaria durante o resto da festa. “Espero que não...” Foi seu pensamento final antes de dar um longo gole em seu coquetel.

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Re: Festa de Halloween

MensagemIrlanda [#110111] por Daewron Branagáin » 28 Out 2012, 02:21

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Daewron estava sentado e viu Hazel se aproximar, ficou se sentindo mal por ter feito aquilo com a garota, ficou pensando o quanto mal-educado tinha sido com a amiga, deveria se desculpar mais ainda com ela, ela disse algumas coisas que Daewron resolveu não entender, mas teve uma coisa que ela disse que acabou despertando de certa forma seu interesse.

- Deveria ter dito? Você simplesmente veio me cumprimentou, não me permitiu nem de falar nada e simplesmente me puxou, e ainda me diz pra ter falado algo? Sem contar esse barulho maldito que não nos deixa conversar normalmente! - Disse Daewron em um tom mais exaltado, o que ela havia tido deixou ele um pouco nervoso, Hazel simplesmente veio e puxou ele. Percebeu que se exaltou mais resolveu ficar quieto, os dois deveriam se desculpar, por orgulho Daewron queria ouvir Hazel pedir desculpas primeiro, depois ele resolveria aquilo com mil desculpas, no fundo de seu coração estava chorando por ter falado em tal tom com a garota, era como se tivesse apunhalado o próprio coração.

Foi quando ouviu ela dizer mais algumas coisas... Mas então duas coisas acabaram atraindo sua atenção mais do que o normal. "Meus pais eram trouxas... Trouxas... Trouxas... Eram Trouxas... Meus pais..." - Daewron ficou impressionado, a garota era se sangue impuro? Ela possuía sangue de trouxas? Não sabia como reagir, sua primeira reação foi ficar calado, sem saber o que dizer, tentou fingir um sorriso mais não conseguiu, a garota era impura, não era uma bruxa de verdade, era mais uma Trouxa querendo ser o que não deveria ser. O que não nasce no mundo mágico não pode participar dele, era dessa forma que Daewron pensava, tudo o que vem do mundo dos Trouxas é impuro e desprezivel, sentiu como se a garota tivesse traído ele, mentido para ele.

- Trouxa? Você tem sangue de trouxas? Você mentiu para mim?! Como pode? Eu tive contato com uma coisa impura! Como pode fazer isso comigo Hazel?! Ainda mais eu que confiei tanto em você! - Disse Daewron se levantando da cadeira, com um tom de voz mais alto, e com algumas lágrimas escorrendo pelo rosto, sentia um nojo por ter mantido contato com algum trouxa, Daewron pensava que eles não deveriam existir, mas no fundo a dor em seu coração era quase que insuportavel, não conseguia conter ela que acabou derramando algumas lágrimas em frente a garota, e com a voz de choro mais ainda em um tom alto continuou falando. - Como você pode mentir pra mim? Sinto-me como se tivesse caído de um abismo, primeiro você me puxa com toda a falta de educação possivel e depois me conta isso? Como pode fazer isso comigo Hazel? - Então as lágrimas comeraçam a escorrer com muito mais frequência em seu rosto, o coração do garoto batia rápido, e quanto mais ele falava maior era a sensação de uma faca entrando em seu coração. No fundo ele não queria ter tido aquelas coisas para a garota, só precisava aceitar o fato de que ela era trouxa e que não era se sangue-puro... Mas isso era muito estranho para Daewron, nunca manteve contato com o mundo trouxa... E tinha um desprezo tão grande por ele que tinha medo de tudo que vinha desse mundo desconhecido. Tentou segurar o choro e lançou um olhar muito sério para Hazel, querendo alguma satisfação.

...



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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#110124] por Hazel Swartling » 28 Out 2012, 10:06

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Hazel sentiu a surpresa ser estampada em seu rosto. Daewron havia respondido suas desculpas de forma grosseira. Ele havia alterado seu tom de voz e lançava olhares sérios para a garota, que sentia uma estranha sensação crescer em seu peito. Não estava irritada ou brava; o sentimento que prevalecia era a decepção. Era a primeira vez que via aquele lado de Daewron, o garoto doce e gentil que havia conhecido e criado um forte laço tempos atrás.

As palavras do garoto a atingiam com força. Todos os pensamentos bons a respeito do amigo foram apagados de sua mente e seus sentimentos por ele foram destroçados. Ela havia feito um grande engano ao acreditar que Daewron não tinha o comportamento típico dos Sonserinos. Ela havia se aproximado, conversado e confiado no mesmo – jamais imaginou que ele teria tal reação mediante o fato de que ela era uma bruxa nascida trouxa. Hazel tinha extremo orgulho de ser filha de sua falecida mãe, e amava sua família materna acima de tudo. Raiva começou a nascer na garota. As lagrimas que escorriam pelo rosto de Daewron pareceram tão falsas aos olhos da menina que ela sentiu o impulso de se afastar dele, ir para bem longe daquela pessoa com pensamentos tão pobres.

— Falta de educação?! Eu te puxei para dançar porque queria me divertir com você! — Ela respondeu. Fechou os punhos com força e sentiu suas unhas pressionarem a pele da sua mão, provocando uma dor aguda que a ajudava a limpar seus pensamentos. — Tenho orgulho de ser quem sou, e não é você... Não, não é você que vai mudar isso. — Ela gaguejou atrapalhada pela grande vontade de chorar. Sentia sua garganta se fechar e seus olhos arderam com o esforço de não derramar nenhuma lágrima em frente ele. — Eu não menti pra você, Daewron. Menti pra mim mesma acreditando que você poderia ser diferente de todos os sonserinos por aí. Ser sangue puro não te faz melhor do que ninguém. —Seu tom de voz havia se elevado. As palavras de Hazel estavam carregadas com todo o ódio que sentia. — Mas ter esse pensamento baixo, tão baixo, te faz ser o pior bruxo possível. —

Ela respirou fundo. Suas bochechas estavam coradas pela agitação dentro de si. Em uma apenas uma noite, havia sentido mais emoções negativas do que durante o mês todo. Aquela deveria ter sido uma noite de diversão com Daewron, da qual gostaria de se lembrar com saudade. Mas o garoto havia transformado tudo, assim que demonstrou sua insatisfação com a origem de Hazel. Ele a fez se lembrar que não deveria confiar nas pessoas. Todos possuem o seu pior lado – e ele sempre é exposto quando a proximidade aumenta. Atrás dos belos olhos de Daewron havia um garoto com pensamentos de superioridade e, pensou ela, provavelmente uma mente repleta de conceitos errados sobre o mundo. Ela sabia que não gostaria de estar ao lado de uma pessoa assim.

Os olhos negros da garota ficaram fixos nos olhos claros do outro. Ela relaxou suas mãos e abriu um pequeno sorriso irônico. Era a primeira vez em Hogwarts que era desprezada por ser nascida trouxa. — Vou lhe fazer um favor, Daewron. Ficarei bem longe de você em Hogwarts, e não te forçarei estar na companhia de uma bruxa do meu nível, ok? — Seu tom de voz era sarcástico. Sentiu repugnância ao olhar para ele. Era o único bom amigo que havia encontrado na escola, e em outra ocasião, se sentiria mal por romper tal amizade – mas diante daquela situação, Hazel estava tomada pela raiva, e não hesitou em declarar que se afastaria do garoto.

Seu sorriso desapareceu aos poucos, dando lugar a uma expressão séria. — Estou falando sério. Fique longe de mim. — Disse por fim. Deixou o garoto para trás enquanto caminhava pelo salão de festa. Ela não podia ouvir a música, as risadas ou as conversas animadas ao seu redor. Estava desligada de tudo e todos. Apenas a frase de Daewron ecoava em sua mente: “Eu tive contato com uma coisa impura!”.

Longe o suficiente para que ele não a visse, a pequena bruxa desabou em lágrimas. A fúria estava cedendo lugar para uma dor que pressionava seu peito. Sentia-se decepcionada, enganada, traída. Mas prometeu para si mesma que não sofreria por aquela amizade perdida. Seguiria em frente apagando a existência de Daewron e todos os momentos bons com ele de sua mente. Secou seus olhos com as mãos e fez o possível para se recompor. Sabia que aquela noite estava perdida. Nenhum doce ou música seria capaz de animá-la. Sendo assim, rumou para a saída do local, onde encontrou uma charrete que levaria os alunos de volta para Hogwarts.


•••

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Re: Festa de Halloween

MensagemInglaterra [#110161] por Willian Helric » 28 Out 2012, 21:56

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.::: A fuga... E Continua o Parabéns pra mim. :::.
.::: post-1 :::.




A festa de Alumiem de Hogwarts estava acabando, e os monitores e professores começavam a guiar seus alunos para dentro do castelo. E isso não era o que eu pretendia fazer. Apesar de estar tarde e das muitas coisas impressionantes que havia ocorrido naquela festa, ainda existia muita coisa pra se fazer aquela noite, e eu não estava nem um pouco a fim de ir dormir, eu tinha ainda muita energia pra gastar no dia no meu aniversario.

- Flor espera! – Apanhei o braço da garotinha que já estava indo em direção aos outros alunos rumo ao castelo. – Você esta cansada? Ou topa mais alguma diversão? – Os olhos da menina se iluminaram e um balançar de sua cabeça em sinal positivo, me fez sentir uma alegria. Eu tinha uma companheira.

Retirei do bolso da calca alguns convites dourados, os mesmo tinham o emblema do mistério do mundo mágico. – Olha só meu pai e minha Irma me enviaram estes convites alguns dias atrás, é uma festa de halloween do mundo mágico, que esta acontecendo neste momento, e pelo que eu conheço das festas do mundo mágico, com certeza esta vai dar de 100 a 0 na de hogwarts. – sorri ao lembrar as muitas festas que já havia frequentado com meus pais. – Enfim quer ir comigo?

Flor parecia mais entusiasmada que eu, e logo aceitou o convite, porem em seguida deixou clara algumas perguntas, eu prontamente respondi. – O plano é o seguinte você pode convidar quem quiser. Vamos seguir os monitores até o castelo e vamos para nossos quartos, em 20 minutos saímos e nos encontramos próximo a estatua da bruxa caolha no terceiro andar ala leste. - Flor estava ficando tensa e eu sabia o porquê, fugir do quarto era fácil, passar pela mulher gorda um pouco mais difícil, mas andar no castelo à noite se3m sem vista por ninguém isso era mais complicado. – Voce tem que ser rápida, use seu dom natural, seja esperta como uma gata.

Conversamos durante o caminho combinando nosso plano que não percebemos que já estávamos em frente à entrada para toca dos leões. Cruzamos o portal e seguimos para nosso quarto. Marquei em meu relógio e aproveitei a agitação de meus colegas de quarto pra sair sem percebido. O salão comunal estava da mesma forma uma bagunça e apesar da alta hora da noite todos pareciam agitados de mais para dormir, e isso só facilitou minha fuga, pois ate a mulher gorda estava em visitando um quadro ao lado que parecia dar uma festa de halloween particular, bem não era só a mulher gorda que participava desta, todos os quadros daquela andar estavam curtindo a festa e estavam pouco se importando com os alunos. “não podia ser melhor”.

Meus pés seguirem instintivamente e silenciosamente, meus ouvidos estavam apurados, mas felizmente nada absolutamente nada interrompeu meu caminho, e logo estava no meu objetivo. Esperei pouco apenas alguns minutos para Flor chegar, e felizmente ou infelizmente estava sozinha. - Que bom que você veio! – sorri ao encarar a loirinha. A verdade é que eu queria muito ir à festa, mas enfrentar aquela aventura sozinho, seria muito chato.

- Dissendium – minha varinha bateu em uma estatua, esta tinha o formato de uma bruxa que possuía um olho. A estatua se mexeu alguns centímetros dando passagem a um túnel. Cruzamos caminho e em seguida a estatua fechou a passagem. Lumus. – Uma luz saiu da ponta de minha varinha iluminando o local. Ali era úmido, alguns insetos habitavam seus paredes, mais de resto eu conhecida muito bem aquela passagem, pois já havia fugido do castelo por ela muitas e muitas vezes.

Apanhei a mão de Flor e rapidamente começamos a adentrar ao local. Tudo foi muito rápido e alguns minutos eu estava levantando um portão e subimos para uma sala, ou melhor, uma dispensa de uma loja. – Aqui é a dedosdemel, já está fechado, precisamos cruzar a porta da frente e rápido. - Flor parecia mais tensa que de costume, mas eu estava livre leve e solto, estava na minha aérea, naquilo era minha especialidade, fuga, aprontar e burlar as regras.

A porta estava fechada por dentro e eu sabia exatamente o que e como fazer. – Se prepare pra correr! – Os olhos de Flor se arregalaram, mas não dei tempo para que a mesma contrariasse minha ordem, apontei a varinha para tranca da porta e levemente bati na mesma. Alohomora.. - Ela se destrancou e imediatamente um zunido de um alarme escandaloso invadiu o local. – Corre! – Foi à única coisa que consegui falar ao disparar correndo para a rua. Flor estava em meu encalço e corria tão rápido quando eu, e isso era uma boa de uma vantagem.

Cruzamos algumas ruas até eu me sentir seguro, e assim parei. Minha respiração estava ofegante, mas um sorriso não podia deixar meus lábios. – Está se tornando uma genuína grifinoria menina. – Sorri ainda mais ao deparar com o rosto vermelho de flor. – Bom agora vamos logo pra festa! – Obviamente que A menina disparou a pergunta que não queria calar. Como iríamos chegar até o local da festa, mas eu tinha a resposta na ponta da língua.

Coloquei os dedos entre a boca e com um assovio forte e agudo chamei nosso transporte, em alguns segundos um ônibus mágico parou a nossa frente. As portas antigas se abriram mostrando um rapaz negro e de olhos amendoados. – Pra onde vão?

- Festa Halooween do ministério da magia. – o rapaz sorriu mostrando sua fileira de dentes brancos. – Ah sim claro... Quer passagem econômica ou presidencial. – Disse nos dando abertura para entrar. – Duas econômicas. – entreguei um punhado de nuques para o mesmo. - Se acomodem estaremos lá em alguns minutos. - disse ele fechando a porta do ônibus.

O Ônibus possuía dois andares e em ambos havia camas espalhadas por todo o perímetro, sentei na mais próxima e Flor sentou logo ao meu lado. Na frente do ônibus uma caveira que mais parecia um boneco de vodu pendurada no retrovisor do ônibus gritou para o motorista que era tão velho, que parecia nunca ter saído de frente daquele volante.

O ônibus começou a andar em uma velocidade fora do comum, e enquanto observávamos a paisagem correr do lado de fora, consegui explicar em algumas palavras para flor o que era aquele transporte. Porem minha explicação foi bem breve, porque em minutos depois o ônibus com um solavanco estacionou em frente a um majestoso salão. – Parada festa do Ministério. – Descemos rapidamente do transporte e com uma ligeira despedida do afro americano o ônibus voltou a se colocar em movimento e em segundos sumir de nossas vistas. – Legal né? – Indaguei Flor que concordou prontamente. – Bom agora vamos para diversão! – arrumei a capa de minha fantasia e apanhei os ingressos em meu bolso, assim prontamente na portaria nossa passagem foi liberada pela segurança.

O salão estava muito cheio, e apesar de nossa chegada ter sido tarde parecia que a agitação havia acabado de começar. Adultos dançavam, enquanto crianças corriam entre suas pernas. Adolescentes se escondiam nos cantos para tentar talvez o seu primeiro beijo, ou simplesmente se dar bem. Mas eu agora precisava só de uma coisa, algum liquido para molhar a minha garganta que estava bem seca. – Vamos beber alguma coisa. – Nos dirigimos à mesa aonde se encontrava todos os comes e bebes e rapidamente apanhei um suco bebericando.

- Olha! – apontei para uma caveira que parecia estar entrando em desespero com os tantos de pedido que estava recebendo dos bruxos. – Fala serio, isso aqui esta mil vezes melhor que hogwarts. – Encarei Flor que estava ao meu lado esquerdo, para dar continuação à conversa. Porem perdi o foco quando avistei em um canto da sala uma pessoa mais do que conhecida, uma pessoa que eu sabia que estava na cidade, mas que eu não vi há anos.

O rapaz em questão estava vestido de príncipe, e tinha os cabelos ondulados negros, seus olhos eu lembrava bem eram das cores verdes, e seu dom alem de ser um prodígio era galantear quantas mulheres conseguisse. – Flor vem comigo. -Arrastei mais uma vez a garota, para encontrar a figura que eu ansiava em ver.
Assim que me aproximei do mesmo que por sinal estava de costa pra mim, fiz um gesto que costuma a executar quando era mais jovem, pulei de imediato em sua costa, segurando o mesmo como se fosse meu cavalo particular . – TIO LEOOOOO! – Meu tio que até o momento não havia reparado em minha presença, não teve mais como ignorar o fato, deu uma imensa gargalhada me puxando pra frente e automaticamente me retirando de sua costa.

- Hei rapaz você não acha que estamos velhos de mais pra fazer isso? – O sorriso charmoso de meu tio preencheu sua face, e um forte abraço ele me envolveu. – Will como você esta grande... Olha só, meu pequeno afilhado esta se transformando em um rapaz! – ele me analisava como se analisa um produto que há tempos não ver.

- Porque não foi me visitar? Porque voltou a cidade e não foi me ver? – Minhas perguntas eram urgentes e ao mesmo tempo magoadas. Leo era o irmão adotivo de meu pai, era o caçula da família e automaticamente o tio mais brincalhão e amigo era meu padrinho e por mim era adorado como se fosse um herói a ser seguido. – Oooo Amigão, sinto muito, mas não parei te trabalhar desde que cheguei à cidade e estava esperando você ir pra casa e não atrapalhar seus estudos.

Leonardo era medico, e apesar de ser tão travesso e brincalhão como eu e meu irmão Edward, ele era o mais estudioso da família, e esta era a única coisa que ele me cobrava e exigia. – Mas falando nisso garotão, vem cá deixa eu te dar um abraço! – ele novamente me puxou para seu peito e me deu um abraço mais do que apertado. – Parabéns moleque... Seu presente esta na casa de seus pais. – Sorri era sempre bom ganhar presentes de meu padrinho.
- Agora você não vai me apresentar à gatinha! – Os olhos dele encaram Flor que até o momento estava calada assistindo a cena. –Tio está é Flor Lavezzi Costa, uma amiga grifa... Flor este é meu padrinho e também tio paterno Dr. Leonardo Helric, ele é medico cirurgião. - Meu tio estendeu a mão para cumprimentar a pequena e com um pequeno gesto beijou o dorso da mesma. - Senhorita Costa, é um imenso prazer conhecê-la.

Como sempre ele estava usando o seu charme sedutor, e isso me fez até sorrir, afinal ela era apenas uma garotinha de 11 talvez 12 anos. - Fico feliz Will que você esteja andando com apenas mulheres bonitas, pelo menos isso posso dizer que você puxou a mim. – Por um instante senti minhas bochechas queimarem, eu odiava quando meu tio fazia isso, afinal flor era só uma magia e eu ano queria que ela pensa-se de forma alguma outra coisa. - Tio somos amigos ok! – Ele sorriu, estava gostando da minha timidez. – tudo bem garoto... – passou as mãos sobre o meu cabelo desmanchando um pouco meu penteado, mas logo voltou seu foco a Flor. – Agora me diga senhorita Costa, meu sobrinho afilhado aqui, esta levando a serio o seus estudos, ou esta somente seguindo a vocação Helric e aprontando em Hogwarts?





Off
Interagindo com Flor e Leonardo Helric
Sem revisao





Dissendium - 3°- [DF - Dificuldade]: 5
Abre a passagem da estátua da bruxa caolha, que leva até Dedosdemel. É dito o encantamento em voz alta enquanto a estátua é batida com a varinha do bruxo.

Alohomora - 1°- [DF - Dificuldade]: 1
Feitiço usado para abrir magicamente portas e janelas.

Lumus - 1°- [DF - Dificuldade]: 1
Feitiço lanterna, cria um feixe de luz que emana da varinha

Itens Utilizados:

  • Suco de Abóbora

    Usou no ambiente um Suco de Abóbora.

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