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MensagemInglaterra [#110671] por Conrad Addington » 08 Nov 2012, 14:57

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Imagem


Uma porta. Uma porta comum, onde você espera entrar em dar de cara com mesas, cadeiras, livros, papéis, e a Sra. Jones em pessoa, esperando-lhe sentada. Porém não é assim que funciona. Quando passa pela porta, você encontrará um sofá, um tapete, almofadas, quadros, um bebedouro, resultando em uma mini sala de espera, separada do escritório por um espécie de persiana. O escritório, ah o escritório. É ai que fica a Sra. Jones, onde ficam os papéis, a estante branca, os livros de capa negra, o vaso com uma planta, as duas mesas, as luminárias, o armário, e o quadro do bebê. Na porta da frente, junto do nome JONES, ornamentado em prata, há um enfeite que indica a quantidade de trabalho acumulado na mesa de Sam. Quando o enfeite de planta tem MUITOS ramos e encosta no chão, quer dizer que é dia de ficar até tarde no ministério...
Conrad Addington
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemEstados Unidos [#110752] por Julie Reinheart » 10 Nov 2012, 18:07

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Mais um pesadelo mantivera a noite de Julie perturbada, a morena acordara exausta, mas feliz por ter finalmente se livrado do sonho que a perseguia. “Preciso dar um jeito nesses pesadelos.”. Ela suspirou após sair da cama e se dirigiu até a cozinha. Tomou um copo de água e procurou algo para comer. Em seguida voltou para seu quarto para se arrumar e ir para o trabalho.

Já no Ministério, Julie se lembrou que teria de ensinar seus novos funcionários os dois feitiços básicos para ser um obliviador. Legilimens e Obliviate. Dirigiu-se então para sua sala e começou a preparar o que precisaria para isso. Caminhou até um armário que ficava no canto mais afastado de sua sala, ele era camuflado por magia e aparecia apenas quando chegavam perto o suficiente para tocá-lo. Dentro dele havia alguns artefatos mágicos, úteis muitas vezes para o treinamento de novos recrutas e dentre eles estava um boneco que era utilizado para praticar o feitiço Obliviate.

Para olhos comuns ele era um boneco normal de tamanho real, como um manequim trouxa, mas com feições humanas, porém se você olhar fundo nos olhos castanhos do boneco, você vera diferentes imagens, como um cavalo correndo em um lindo campo verde ou até mesmo um assassinato trouxa causado por bruxos. – Vamos lá Billy, tenho um trabalho para você hoje. – Julie disse ao boneco assim que o tirou de dentro do armário. Com um toque de varinha o boneco Billy começou a andar sozinho como se estivesse vivo. – Hoje começaremos com Samantha Jones. – A morena disse ao boneco novamente e este continuou parado dando apenas um leve aceno de cabeça.

Os dois então caminharam para fora do escritório da agora Chefa dos Obliviadores Julie Reinheart e seguiram para a sala de Jones. Julie bateu na porta e esperou até que esta se abrisse. – Bom dia Jones. – A morena cumprimentou a colega e entrou na sala sendo seguida por Billy. – Nós temos trabalho para fazer e não podemos perder tempo. – Ela fez uma pequena pausa e olhou para Samantha. – Hoje nós trabalharemos o feitiço Obliviate, como lhe foi informado anteriormente através de um memorando. Espero que tenha lido algo a respeito do feitiço.

Julie caminhou pela sala e Billy a seguiu, ela percebeu o olhar curioso de Samantha para o boneco, mas o ignorou por alguns instantes. – Billy você ficara aqui.– Ela disse após achar um local que considerava bom para que o boneco ficasse parado para receber o feitiço e ele caminhou até o lugar apontado por ela e se posicionou de frente para Jones. – Este é Billy, um boneco que contem lembranças variadas e onde você praticara o feitiço. – Ela fez uma pequena pausa olhando do boneco para a mulher que perguntou como iria funcionar o aprendizado. – Bom, basta olhar no fundo dos olhos dele e ele te mostrara uma lembrança que deverá ser apagada. Concentre-se nela e tente executar o feitiço.

A morena caminhou para o lado direito do boneco, se afastou um pouco e pôs-se a observar. – Pode começar. – Ela disse e completou por pensamento: “Vamos ver como se sai”.


OFF:
Este é um arco de aprendizado do feitiço Obliviate. Você deverá seguir as regras básicas de aprendizado (colocarei parte dela aqui em baixo) lembrando que esse é um feitiço raro.


Spoiler: Mostrar
- Cada um dos arcos de aprendizado deve possuir um número mínimo de 3 postagens, sendo que no mínimo em 2 delas o valor dos dados deve ser maior ou igual a 20 (Valerá a soma dos DADOS 1 + DADOS 2 nestes arcos). Ou seja, nos posts onde os dados um e dois somados sejam inferiores a 20 será considerada como uma tentativa inválida (Algo como, ele tentou e não conseguiu). O primeiro post não conta porque é a abertura do arco (e nele, obviamente, ele não consegue). O personagem pode tentar até conseguir, tendo quantos posts forem necessários ou desistir do aprendizado.

- Para os feitiços raros o numero de acertos na somatória dos dados 1 e 2 (de 20) deverá ocorrer em 3 posts.

- No primeiro post o personagem deverá contextualizar o arco, tal como ler os livros e anotações disponíveis, além de ambientalizar o local, devendo praticar o feitiço apenas nos posts seguintes, portanto.


OBS: A imagem que você verá nos olhos do boneco fica a sua escolha, desde que não seja algo muito absurdo... Você pode postar a sua introdução e a primeira tentativa. Assim que postar a primeira tentativa me avise e eu postarei de novo.
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemInglaterra [#110801] por Conrad Addington » 11 Nov 2012, 19:35

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{obliviate
#001
}


— Tomara que não tenha tanto trabalho hoje, estou tão exausta... — Samantha Jones pensou alto enquanto ia para sua sala. A mulher ganhara o emprego de obliviadora do ministério há um mês, mas os serviços escritos eram bem cansativos. Por sorte o enfeite que sinalizava o tanto de trabalho acumulado na porta de Jones não estava tão extenso, havia serviço feito em uma ou dua horas, no máximo. Sam sabia que o trabalho precisava ser feito rapidamente e ter o resto da tarde livre, pois aquele era o dia de treinar o Obliviate com a chefe dos obliviadores, Julie Reinheart. Nunca se sabe quanto pode demorar para se aprimorar um feitiço, por isso era melhor ter o resto do dia disponível. Em alguns minutos, alguém bateu na porta.

— Bom dia, Jones... — disse Julie, quando Sam abriu a porta para ela. Quando entrou, uma espécie de manequim com vida a seguia para dentro, este tinha uma expressão fria e sem reações, porém andava e gesticulava como uma pessoa. Percebendo o olhar de estranhamento de Samantha, Reinheart pôs-se a explicar. — Este é Billy, um boneco que contem lembranças variadas e onde você praticara o feitiço. Bom, basta olhar no fundo dos olhos dele e ele te mostrará uma lembrança que deverá ser apagada. Concentre-se nela e tente executar o feitiço. — ouvindo isso, Samantha colocou-se na frente do boneco e concentrou-se em sua visão sem vida, apesar de ser sustentado por um feitiço ele parecia bem morto, manipulado por cordas imaginárias, completando um teatro de marionetes. Dando uma última piscada, Jones olhou.


— Papai, o que aconteceu? — uma voz de criança saiu de uma escuridão infinita. Com o tempo foi possível perceber que era um quarto escuro, com uma menina num canto, sentada no chão sem entender nada. No centro do cômodo uma sombra escura e, em cima desta sombra, um homem debruçado chorando. — Papai? Papai o que aconteceu? — a garotinha disse mais uma vez, Desta vez o homem parou de chorar. Ele olhava para o nada, afogando-se na própria loucura. — Emily... Emily, eles vão machucar o papai... Eles vão machucar o papai, Emily... — e cada vez mais a garotinha Emily ficava confusa. Ela não sabia o que havia acontecido, mas ela tinha "flashes" do ocorrido. — Emily... o que você viu? O QUE VOCÊ VIU? — e a garotinha se assustou com o grito. Fechando os olhos ela disse: — Eu vi uma luz, saindo de um pedaço de madeira, na sua mão papai... depois disso, a mamãe caiu no chão... — e o homem agarrou a menina pelos braços, aterrorizando ela. — E que cor era essa luz? FALA EMILY! — e ela gritou, gritou de medo, de pavor, não sabia o que fazer. — ERA VERDE! — e pô-se a chorar no chão, com medo até mesmo do pai. Ela era muito inocente para entender que o pai matara a mãe, e que passaria longos anos em Azkaban se ela falasse alguma coisa. Mas era uma criança, ninguém podia impedi-la de fazer algo. — Infelizmente, você viu demais, Emily... — e uma luz verde se acendeu novamente no quarto escuro.


— Isso... isso foi horrível... — Sam não sabia se Julie podia ver o que ela estava vendo nos olhos do boneco, mas ela estava em choque com o que acabara de ver, esperava que fosse uma memória fictícia, pois nenhuma família merecia acabar assim, o quão ruim ela fosse. E o pai... bem, se fosse uma memória verdadeira, Sam teria ódio dele para sempre, mesmo não sabendo quem era... — É... é só pensar na memória e falar o feitiço? perguntou a aprendiz, ela esperava a resposta da chefe dos obliviadores e já tinha nas mãos a varinha apontada para o manequim.


Aprendizado do feitiço OBLIVIATE
post 001 - introdução


offdesculpa se não ficou aquelas coisas, você sabe o que aconteceu kkkk
Editado pela última vez por Conrad Addington em 23 Nov 2012, 14:20, em um total de 3 vezes.
Razão: arrumar o BBcode
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemEstados Unidos [#110865] por Julie Reinheart » 13 Nov 2012, 22:41

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Julie esperava pacientemente enquanto observava sua funcionária se preparar para praticar o feitiço. Pela expressão que viu no rosto da mulher, ela sabia que estava vendo uma das memórias que havia no boneco Billy. Apesar de não poder ver o que ela via, Julie percebeu que não era algo muito bom, provavelmente estava mostrando algum assassinato em massa ou algo do tipo.

Após um longo minuto a expressão de Jones se suavizou um pouco, mas ela ainda parecia chocada com o que tinha visto e se ajeitou perguntando a Julie o que ela tinha de fazer. – Isso, concentre-se na memória que viu e tente executar o feitiço. – Ela fez uma pequena pausa observando o boneco Billy que continuava imóvel em seu lugar e sem expressão como uma pessoa completamente vazia de qualquer sentimento. – Lembre-se de fazer o movimento correto de varinha. – Ela acrescentou rapidamente e calou-se para observar a tentativa da mulher.

Por instantes Julie se perdeu novamente em pensamentos, lembrando-se das várias vezes em que ela se sentiu vazia, contendo quase a mesma expressão de Billy. O motivo como sempre era sua família, mais especificamente seu pai que adorava lhe perseguir e tinha o desejo enorme de lhe matar, por sorte a mulher aprendera muito bem a se livrar de situações perigosas e nas poucas vezes em que seu pai a encontrara ele resolveu brincar com os sentimentos da filha matando pessoas importantes para ela. Quando seu padrinho fora sequestrado a quatro meses atrás a morena chegou a pensar que tivesse sido a mando de seu pai, mas após especular algumas investigações dos aurores ela percebeu que não fora o pai.

De certa forma aquilo fora um alívio para ela. A morena provavelmente não aguentaria ver o pai matando seu padrinho após matar a primeira pessoa que Julie considerou amar. O padrinho sempre lhe ajudara, sempre a mantivera segura e ciente de si mesma para que não caísse na lábia de seu pai para seguir o ramo da família, coisa que Julie considerava sujo. Ela não era adoradora de trouxas, mas já convivera muito com eles e aprendera a aceitá-los do jeito estranho deles, mas era completamente contra matar qualquer pessoa, principalmente trouxas apenas por que seu pai os achava inferiores por não possuir uma varinha ou ser conhecedor de poções e magias diversas. Ela achava que os trouxas ainda que tivessem coisas estranhas e sem utilidade tinham o seu valor e sabiam viver a vida de um jeito diferente dos bruxos.

Finalmente a voz de Jones pronunciando o feitiço tirou a morena de seus devaneios e a fez prestar atenção no ambiente novamente.


Off - Postado... Evite editar seus posts e boa sorte nos dados!
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemInglaterra [#110984] por Conrad Addington » 15 Nov 2012, 17:46

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{obliviate}
#002



A imagem da garotinha traumatizada ainda estava na mente de Samantha. Ela chorava sendo agitada pelo pai, com a expressão da perdição, da loucura, do fim. Sim, era o fim para aquele "pai", encerraria sua vida em azkaban se a pequena Emily falasse alguma coisa... Porém era uma criança, ninguém poderia certificar-se de que ela manteria a boca calada, afinal, ela nem sabia o que estava se passando. Samantha imaginava também se as memórias do boneco Billy, usado em aprendizados de feitiços eram reais ou apenas um feitiço didático.

A dúvida de Sam fora respondida pela responsável por seu aprendizado, Julie Reinheart. A chefe dos obliviadores olhava da aprendiz para o boneco após sanar a dúvida de Jones. Era hora de tentar realizar o feitiço. Samantha sentia o trauma pelo que vira na memória do boneco, misturado com a ansiosidade de saber se conseguiria realizar o feitiço... Era a hora então, hora de pensar na memória do pai que assassinara a mulher e depois a própria filha, era hora de se lembrar dos olhos assustados da pequena Emily, do corpo de sua mãe estendido no chão do quarto escuro. Jones realmente gostaria de saber como tudo aquilo terminara, mesmo se fosse uma memória fictícia.

A aprendiz segurou a varinha com a mão direita e levantou seu braço, mirando a ponta para o centro da testa de plástico de Billy. Realmente já tinha visto alguém usando o Obliviate antes, só não se lembrava quem. Tinha uma lembrança fragmentada, Jones não conseguia lembrar dos detalhes. Tudo que ela lembrava era...


~~Flashback~~


Um homem estava em pé ao lado de uma mulher sentada, eles conversavam sobre algo importante. Este homem tinha o rosto borrado, com certeza a lembrança havia sido alterada. A mulher, Sam reconhecia, era sua mãe, porém mais jovem. Automaticamente Samantha percebeu que o homem era seu pai, mas por alguma razão ela não deveria ver seu rosto. Porque ele queria se esconder de sua própria filha? Ou será que outra pessoa havia alterado sua memória? Mas de repente foi possível ouvir o que Patrcia Jones conversava com o homem. — Eu ainda não concordo, você sabe. Precisamos assumir nosso amor... — O homem andava em círculos. Ele então pegou no queixo da mãe de Sam e disse: — Patricia, eu te amo, mas a gente não pode mais esconder isso, já foram quatro anos! E também não podemos assumir, ou acabaria com a minha imagem. Por isso precisamos... — Patricia mudara de expressão. — Precisamos o que? — perguntara ela. O homem apenas voltara a andar pensativo, quando abaixou-se e pegou no colo a pequena Samantha. — Nós vamos alterar as memórias de Sam, ela nunca poderá saber quem sou eu... Além de... bem... apagar as última memórias de sua irmã. Ela não poderá lembrar de nada nesses últimos quatro anos que fingi ser sequestrado para ficar com vocês. Você sabe que tenho um castelo para cuidar. — Patricia apenas ouviu o que o homem tinha a dizer e abaixou a cabeça. Ela sabia que o marido tinha que voltar, o povoado em que reinava não podia ficar sem o rei. Fingir um sequestro já fora bastante arriscado. A porta de abriu, e uma pessoa que Samantha também reconhecia entrou. Era sua tia, Ruby Jones, também mais jovem. O homem com o rosto borrado pegara a varinha e apontara à Ruby. — O que vai fazer... — e a tia de Sam dissera o nome de seu pai, porém um zumbido não deixara que esta ouvisse. Com certeza sua memória havia sido muito bem alterada. — Me desculpe, Ruby... Obliviate!


~~Flashback~~


A maior meta de Sam sempre fora e ainda era descobrir seu pai. Agora ela entendia porque Patricia sempre mentia sobre ele, pois havia sido um namoro proibido, um romance que nunca deveria ter acontecido. Mas Sam ainda iria descobrir tudo, e aprofundar seus conhecimentos com manipulações da memória com a magia era uma ótima forma de começar. Foi isso que animou a mulher. Sobre o olhar de Julie Reinheart, que parecia ser uma boa companheira de trabalho e chefe, Jones fez o movimento da varinha e disse as palavras certas: Obliviate!


Aprendizado do feitiço OBLIVIATE
post 002 - primeira tentativa


>offaaah sim, deste post eu realmente gostei =^.^=
>off²dados, vamos lá \o/
>citadosPatricia Jones (NPC); Pai de Samantha (?); Julie Reinheart; Boneco Billy
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemEstados Unidos [#111209] por Julie Reinheart » 18 Nov 2012, 20:23

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- Muito bom Jones. – Julie disse para sua funcionária que acabara de executar o feitiço Obliviate, mas como todo iniciante ela precisaria praticar mais vezes até ter certeza de que será capaz de executá-lo sem problemas e sem correr o risco de deixar a “vítima” completamente sem memória. – Você conseguiu na primeira, mas não podemos descartar a sorte de principiante, portanto tente novamente. – A morena completou observando os olhos de Billy que estavam esbranquiçados devido ao feitiço recebido, alguns minutos depois os olhos dele voltaram ao normal o que indicava que Samantha poderia tentar novamente buscando uma nova memória dentro de seus olhos para poder apagá-la.

A morena então se pegou pensando em como teria ter algumas partes de sua memória apagadas. Partes de seu passado que ela tanto queria esquecer, mas sabia que se esquecesse disso, nunca seria capaz de fugir de seu pai, pois antes de matá-la ele com certeza terá misericórdia o suficiente para lhe perguntar uma ultima vez se ela gostaria de se juntar a família e ajudar com seus planos obscuros e esse é um dos maiores medos de Julie.

~ Flashback on ~

Julie com seus vinte anos estava assustada, era uma noite escura e não havia lua no céu. Ela estava ofegante escondida atrás de uns latões de lixo em um beco num pequeno vilarejo trouxa na Itália. A morena estivera fugindo de três pessoas que a perseguia. Ela não as conhecia, mas sabia que estavam a mando de seu pai. Seu primo Heath provavelmente tinha revelado sua localização e agora eles a estavam caçando.

Após um tempo a mulher achou que finalmente estaria livre e segura, quando um barulho muito comum para os ouvidos da morena foram ouvidos alguns metros atrás dela. O som da aparatação. Julie sentiu seu sangue sumir de sua face, a deixando branca feito porcelana e então a voz familiar que ela ouvira sua vida inteira soou pelo beco. – Olá Julie. – A morena se virou sabendo que encontraria seu pai parado atrás dela com a varinha apontada em sua direção. Ela não disse nada, apenas se levantou e ficou de frente para ele, afinal se iria ser morta por seu próprio pai, ela morreria sem medo e o enfrentaria. – O que você quer? – Ela usou seu tom mais frio, assim como o do pai, algo que ela adquirira dele sem perceber e isso o fez abrir um sorriso. – Antes de acabar com você por ter fugido, vou fazer-lhe uma pergunta. – Ele fez uma pausa encerando como se estivesse realmente interessado em algo, mas na verdade apenas tornando as coisas mais interessantes. “Ele está brincando comigo, como sempre fez.” Ela pensou e então a pergunta de seu pai confirmou seus pensamentos. – Estou disposto a perdoar o que fez quando fugiu de casa se você se juntar a nós novamente.

O sorriso irônico nos lábios dele dava nojo na mulher. Ela estava preparada para enfrentá-lo, sua varinha muito bem segura em sua mão, seu semblante sério e frio, digno de um Reinheart e suas palavras soaram tão frias quanto o olhar congelante que lançava para o pai. – Nunca me juntarei a vocês! – E para a surpresa da menina o pai começara a rir, uma risada histérica muito incomum para o homem normalmente sério e rigoroso que a morena conhecia. – Muito bem, você me convenceu a deixá-la viva por mais um tempo. – Ele fez novamente uma pausa agora recuperando o fôlego do ataque de riso e a observando de cima a baixo. – Você tem futuro menina, e eu quero ver até onde aguenta. – E com essas palavras Robert desaparatou deixando Julie aliviada e confusa ao mesmo tempo.

~ Flashback off ~

Voltando a si depois de uma lembrança nada agradável, a morena voltou a prestar atenção nas ações de Jones que se preparava para tentar novamente o feitiço e pela expressão no rosto da mulher ela já havia visto a nova memória nos olhos de Billy.


OFF - Postado (ah vá) Boa sorte nos dados! =)
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemInglaterra [#111249] por Conrad Addington » 19 Nov 2012, 17:32

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{obliviate}
#003


Os olhos do boneco de treino, denominado Billy, ficaram esbranquiçados, sem vida, da cor do plástico de que ele era feito. Samantha Jones entendera isso como um efeito do feitiço que havia dado certo. Com satisfação, ela sorriu.

Mesmo efetiva a primeira tentativa de usar o obliviate, não era possível aprender algo acertando apenas uma vez, talvez fora apenas sorte de principiante, como Julie havia citado após perceber o efeito da magia nos olhos do boneco. Mesmo com o primeiro acerto, era preciso acertar, pelo menos, mais duas ou três vezes, só assim as duas mulheres na sala saberiam se existia ou não "sorte de principiante"... Jones estava feliz com a primeira tentativa ter sido um sucesso, mas isto não era motivo para que a mulher esquecesse do que havia visto nos olhos agora sem vida do boneco, no que havia lembrado quando ouvira o nome "obliviate". Aquelas eram memórias profundas, algo dificilmente ignorado assim, de uma hora para outra.

Samantha apenas ouvia os comentários de Reinheart, dizendo para a aprendiz tentar mais uma vez. Ela prestava atenção no que a chefe dizia, mas em sua mente ela refletia sobre Julie. Quem era a moça, aquela que a pouco tempo se tornara sua chefe. O que ela pensava sobre Sam, o que ela escondia por trás de seu rosto que, Samantha tinha que concordar, tinha uma beleza incrível. O que passava por sua cabeça, ela tinha um passado comprometedor, qual era sua relação com a família? Jones estava realmente curiosa para saber mais sobre a moça. Afinal, em um ambiente de trabalho, é normal as pessoas se conhecerem bem...
"Uma hora ou outra eu pergunto alguma coisa sobre esta mulher, aaah eu pergunto..." prometeu a obliviadora, curiosa e enxerida como sempre...

Deixando a curiosidade sobre Julie de lado, Samantha segurou a varinha próximo a coxa. Apertou o objeto em seus dedos e levantou o braço, apontando o filamento de madeira em direção a testa do boneco. Como mágica, os olhos de Billy ganharam vida de novo, e novamente foi possível ver uma lembrança no fundo de seus olhos agora negros outra vez. O que ela via era embaraçosso, mas aproximando-se um pouco e apertando a visão foi possível entender o que estava acontecendo desta vez. Não parecia haver mais quarto escuro, nem corpo no chão, nem o pai assassino...


O cenário era um lugar cheio de mesinhas, parecia um café ou uma lanchonete chique. O tema da decoração era amarelo e branco, e por isso a organização das cores era feita de uma maneira impecável: abajures amarelos com em cia de mesas brancas, com cadeiras esbranquiçadas ao lado de poltronas e flores amarelas. Era lindo e único aquele lugar. O que aconteceria ali, em alguns instantes? Era impossível saber... A porta do estabelecimento então se abriu, fazendo um som de sinos pequenos tocando, indicando a entrada de alguém. Uma mulher de vestido longo e chapéu extravagantemente grande entrou. Junto dela viam dois homem, um na direita e outro na esquerda. Com certeza eram guarda-costas, mas o que eles faziam ali em um café que, aparentemente, não apresentava perigo algum? O atendente vestido de amarelo veio, abaixou-se na mesa onde a mulher havia sentado e falou: — O que a senhora vai querer? — o homem tinha uma voz calma e tranquila, como se estivesse feliz por estar ali. A mulher então respondeu com um sorriso malicioso, e os guardas também sorriram. De supetão um deles tirou a varinha do paletó e lançou o atendente longe com um feitiço vermelho. O outro então tirou a varinha das vestes também e lançava feitiço pelos ares, estuporando todos os clientes por ali. Apenas uma mulher no caixa se protegera dos feitiços com um Protego, ela tinha no rosto o mesmo sorriso que a mulher de vestido longo. As duas se encararam e uma delas balbuciou olhando fixamente para a outra: — Você me deve algo, irmã...


Samantha apenas imaginou a continuação da história. Sem mais enrolações ela falou claramente: Obliviate

Aprendizado do feitiço OBLIVIATE
post 003 - segunda tentativa




>offta ai \o/
>off²vai dado :3
>citadosJulie Reinheart; Boneco Billy
vestindo
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemEstados Unidos [#111404] por Julie Reinheart » 22 Nov 2012, 20:28

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Julie observou novamente enquanto os olhos do boneco Billy tomavam uma coloração branca com o efeito do feitiço que apagava a memória dele. Os efeitos que o feitiço causavam no boneco eram bem parecidos com os efeitos causados em humanos. Os olhos ficavam esbranquiçados assim como os dele, normalmente a pessoa ficava sem expressão por um tempo enquanto a memória era apagada e por fim os olhos da pessoa voltavam ao normal, assim como os de Billy estavam voltando naquele exato momento.

- Muito bom Jones, mais uma tentativa para termos certeza de que você estará apta a usar o feitiço.- Julie disse a sua funcionária enquanto a observava. Jones estava parada de frente para o boneco preparando-se para tentar mais uma vez o feitiço assim como Julie havia dito. Antes que qualquer uma das duas pudesse dizer mais alguma coisa um memorando entrou voando pela sala parando ao lado da morena esperando que essa o pegasse. Julie o tocou e o papel se abriu deixando que a mulher o lê-se.

“Acabamos de fazer uma batida nas Bahamas. Seus Obliviadores estão sendo requisitados para uma limpeza geral na área.”


“Aurores...” Pensou Julie revirando os olhos ao terminar de ler o pergaminho e o ver se enrolar novamente. Com um toque de sua varinha, o observou voar porta a fora indo em direção a sua própria sala. Voltando sua atenção para Samantha percebeu que a mulher tinha olhos curiosos. - Nós temos uma emergência nas Bahamas, não temos muito tempo! - Foi tudo o que a morena disse e esperou então que Jones executasse mais uma vez o feitiço desejando intimamente que ela fosse efetiva na próxima tentativa para que pudessem sair, pois Julie tinha certeza que o estrago deixado pelos aurores seria grande como sempre. “Eles não sabem ser discretos.” Pensou novamente. “Se eu tivesse pelo menos mais algum funcionário disponível...” Completou seu pensamento, pois Samantha era sua única funcionária disponível naquele momento e ainda estava em treinamento, ela teria trabalho com a mulher para fazer a limpa dos aurores, pois ela ainda não tinha o Legilimens para ter certeza de quais memórias apagar. “Estou em um beco sem saída, ela aprenderá apenas o que fazer em uma missão de campo, mas não poderá atuar ainda.”E com esse pensamento ela observou a terceira tentativa de Samantha de executar o feitiço Obliviate.


Off - Ficou horrível, eu sei, mas foi o que saiu... Boa sorte nos próximos dados!
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemInglaterra [#111474] por Conrad Addington » 24 Nov 2012, 13:39

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Samantha Jones sorriu mais uma vez em um sinal de contentamento. Os olho do boneco de treinamento Billy novamente se tornaram sem "vida", transformando-se em apenas um olho de plástico. A memória das rixa entre as duas irmãs havia sido apagada com o Obliviate da aprendiz. Restava ainda uma certa dúvida se existia ou não a sorte de principiante, agora que a funcionária completara o feitiço mais uma vez. "Duas tentativas sem erros, que cagada..." ela não podia deixar de lado a possibilidade de ser realmente sortuda.

Julie Reinheart, a chefe dos obliviadores, era a responsável pelo aprendizado de Samantha e de todos os outros subordinados. Ela já havia presenciado duas tentativas de sucesso de Jones, mas ela exigia a terceira. Era apenas uma forma de ter certeza que me uma emergência ou batida do ministério o feitiço não falhasse. Os obliviadores tinham um importante papel na preservação do mundo mágico, e o trabalho precisava ser rápido quando não se tratava de um treinamento.

Um memorando entrou pela porta da sala de Samantha. Ele veio voando e parou ao lado de Julie, flutuando até que a mulher o tocasse. Quando esta o fez, ele se desdobrou e permitiu à Reinheart ler seu conteúdo. Alguma coisa fez com que Julie revirasse os olhos e Samantha não pode conter a curiosidade. Tocando a varinha no pergaminho para que saísse voando para fora a chefe dos obliviadores anunciou uma emergência nas Bahamas. Ela precisavam ser rápidas por isso a última tentativa precisava acontecer logo. Esperando os olhos de Billy tomar coloração novamente Samantha observou-os.


    Uma garotinha brincava no jardim. Ela pulava, girava, e a todo os momentos ela conversava com alguém. Não se podia saber quem era, mas ela tinha com este "ser" um diálogo longo. Expressões como "Não deixei você fazer isso" e "como você apronta" saíam de sua boca a todo momento, a mãe apenas observando da janela, pensando com quem ela estava falando. A garotinha não se importava e conversava como se aquele que conversava com ela estivesse brincando também. "É a sua vez!" ela disse, e mãe foi até ela. — Com quem você está falando, Emily? — a mulher perguntara, e a menina apenas a olhou, como se a resposta fosse óbvia... — Com o meu pai, é claro! Ele disse que fez uma coisa ruim da última vez que me viu, e que desta vez a gente ia brincar juntos. — a mãe apenas paralisou quando ouviu o que Emily tinha para dizer... Ela não sabia que seu pai matara sua verdadeira mãe e tentou matar a própria filha. Ou talvez ela sabia. O estranho era que seu pai estava em Azkaban, não seria possível o que ela estava vendo. — Onde querida? Onde ele está? — a menina olhava para a mãe adotiva e sorria. — Ali — apontava para um canto do jardim onde há pouco tempo estava deserto. Agora havia, com os olhos fitados na moça, uma águia gigante em pé em uma espécie de enfeite de gesso. Um animago, talvez?

Então Emily não estava morta? O homem fugira de azkaban? O que havia acontecido depois da primeira visão, elas eram reais? Jones tinha que saber, mais pela curiosidade, mas ela queria também saber se a história de Emily e do pai assassino tinha acabado bem. Tinha? Ela se lembrou então que tinha pouco tempo para a última tentativa, uma emergência nas Bahamas havia surgido e as duas mulheres tinham que agir rapidamente. Quase junto com o feitiço ela perguntou para Reinheart: — Essas memórias... são reais? Obliviate!


Aprendizado do feitiço OBLIVIATE
post 004 - terceira tentativa


>offta ai \o/
>off²só mais uma dado, só mais uma :3
>citadosJulie Reinheart; Boneco Billy
vestindo
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Re: Mrª. Jones's Office

MensagemEstados Unidos [#111476] por Julie Reinheart » 24 Nov 2012, 14:33

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Para a surpresa de Julie, Samantha também fora efetiva na terceira tentativa de execução do Obliviate. Muitos bruxos tem dificuldade com esse feitiço, mas ela se saíra muito bem. - Parabéns Jones, você está apta a usar o feitiço Obliviate. - Julie a parabenizou e em seguida respondeu a pergunta que Jones havia feito um pouco antes de executar o feitiço. - Algumas dessas memórias são reais. - Ela disse e caminhou em direção a Billy o olhando por instantes antes de olhar novamente para Samantha. - Algumas dessas memórias foram utilizadas para solucionar casos antigos. Nós temos uma sessão com várias memórias guardadas para serem vistas na penseira, o que nos ajuda a ver melhor todos os fatos do caso. - Ela fez uma pequena pausa e voltou a falar. - Algumas dessas memórias foram colocadas dentro de Billy para que possamos utilizar nos treinamentos, sem correr o risco de afetar seriamente a mente de alguém.

Julie fez mais uma pausa olhando nos olhos da mulher a sua frente, ela não precisava utilizar de nenhuma magia para saber que a mulher continuava curiosa, mas aquele não era um momento propício para que ambas continuassem conversando sobre assuntos não tão importantes, então a mulher logo acrescentou: - Bom, mas isso não vem ao caso, nós temos que sair. - Em seguida a morena virou-se para Billy e o tocou levemente com a varinha enquanto falava: - Billy, vá para minha sala e me espere por lá. - E observou enquanto o boneco seguia suas ordens andando porta a fora e entrando no escritório de Julie.

A morena então se virou mais uma vez para Jones. - Espero que esteja preparada, vamos! - Disse e saiu da sala caminhando a passos largos para o elevador que a levaria para o Átrio de entrada. Samantha a seguia apressada, quando as duas chegaram ao nível oito pegaram uma das saídas de visitantes que as levaria para as ruas de Londres e ambas aparataram para o local destinado de ambas. Assim que chegaram Julie disse: - Apenas observe, faça perguntas e tente entender a situação de acordo com o que eles te falarem, faremos uma comparação mais tarde. - E então a morena começou seu serviço, especulando a mente dos trouxas presentes, procurando com atenção na mente de cada um para ter certeza de que ninguém havia saído do lugar após o ocorrido e por fim apagando as memórias de todos os envolvidos.


OFF - Feitiço concedido! pode finalizar o arco e registrar os posts!
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