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La Cave

Descrição: A caverna

Re: La Cave

MensagemEstados Unidos [#125536] por Alaska Spiegelman » 21 Ago 2013, 00:11

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( PARTY ROCK )


        “Querido diário,

        Eu não falei que tinha sido uma boa ideia ter ficado mais um tempo aqui na França, apesar da eliminação decepcionante de Hogwarts no Torneio Tribruxo? Eu sabia que alguma coisa boa ia acontecer; que algum acontecimento extraordinário iria requerer a minha presença aqui na França e não de volta lá na Inglaterra, que nem tinham tentado me levar de volta. Você deve estar se perguntando (se é que você consegue fazer isso, afinal, você é um amontado de papéis preso por grampos e protegido por capas e que eu carrego tanto e cuido tão mal que você está caindo aos pedaços) o que é esse tão grandioso evento. Pois bem, eu lhe contarei. O tão grandioso evento é uma festa clandestina na caverna da ilha de Beauxbatons! Muito divertido, não? Você bem sabe como eu adoro festas, já devo ter escrito isso diversas vezes. E você também sabe como coisas clandestinas são mais gostosas, já que esse também deve ser um tema relativamente comum nos meus escritos. E pra completar com a lista de você-já-sabes, também deve saber que eu demoro a me arrumar, então não posso perder muito tempo aqui, escrevendo. Tudo bem que escrever nunca é uma perda de tempo, mas papai sempre diz que devemos estabelecer prioridades nas nossas vidas, e como é muito mais raro acontecer uma festa desse tipo do que eu escrever em você priorizarei a festa.

        Só vou dividir mais uma coisa com você: não sei como esses franceses e esses russos fazem festa, mas espero que seja de uma maneira menos fria e calculada do que eles fazem o Tribruxo. Se não eu vou ter que mostrar pra eles um pouco do calor da Florida. Não que isso seja ruim, só odeio
        ter que fazer coisas.

        Com amor,
        Alaska”

    Ela terminou seu breve registro com um floreio, soprando de leve na tinta para que ela secasse mais rápido, um hábito que nunca tinha perdido apesar de anos de uso da varinha quase que ilimitadamente. Ela considerava curvar-se sobre o caderno e soprar na tinta um ato simbólico que tinha muito mais implícito nele do que simples comodidade ou vontade de acelerar o processo de secar a tinta; era um símbolo para finalização de algo, nesse caso mais um dia escrito no seu diário, mais um registro de seus pensamentos, de suas vontades e de suas ideias pra posteridade. Essa vontade de manter algo para a posteridade era, inclusive, o que a motivava a continuar registrando seus dias, apesar de ela ter quase dezesseis anos e já ter supostamente passado da fase do diário. Seu argumento mais convincente era de que todas as grandes pessoas que ela conhecia e admirava guardavam seus próprios registros e, como ela queria alcançar o mesmo nível de grandeza deles, ela precisava canalizar o máximo deles em si mesma. Por isso o diário, apesar da sua falta de inclinação literária clara.

    Mas essas são estórias e considerações para outra hora. Agora o que importa é a festa e o fato de que Alaska passou tanto tempo tentando escolher uma roupa para se decidir na primeira que pegou que ela mal teve tempo de alisar o cabelo antes de sair, vestindo uma saia de cintura alta preta rodada, uma blusa colada com gola em u verde água e um par de sapatilhas pretas (não ia usar salto em uma caverna, não importa o quanto conseguisse andar sob as plataformas). Tinha passado delineador preto e máscara de leve ao redor dos olhos para destacar o verde deles e usava um colar com cordão preto grosso e uma pedra grande na frente, junto com diversas pulseiras e prendedores de cabelo no antebraço direito. Mal pegou uma bolsa, preferindo esconder sua varinha na saia e sair sem lenço nem documento nem dinheiro, afinal, estava somente deixando o acampamento de Hogwarts e indo para a parte exterior de Beauxbatons, não era como se estivesse indo para uma festa. Só que não.

    Ao chegar à festa, seus olhos esquadrinharam o lugar, já lotado de gente dançando e bebendo coisas, conversando ou se pegando, como uma festa mesmo. Essa constatação trouxe um sorriso aos seus lábios, uma vez que era uma preocupação a menos para ela. Não que ela não fosse causar, mas causar por obrigação deixa tudo menos agradável um pouco. Acredite, ela sabia disso. Passou a mão pelos cabelos pretos longos, outro hábito que não conseguia perder (mas que não era simbólico), jogando-os para o lado direito e respirou fundo, dirigindo-se então ao bar e, piscando para o barman, conseguiu imediatamente uma bebida qualquer rosa neon que cheirava fortemente a álcool, possivelmente vodca. Trouxe o copo aos lábios delicadamente, apesar de não estar usando batom dessa vez, e novamente esquadrinhou o lugar. Estava tão animada simplesmente pelo fato de ter uma festa que ela tinha se esquecido de ver quem viria para essa festa. Não que esse fosse um problema porque conhecer pessoas novas era algo que ela gostava.

    A primeira vista, Alaska não conseguiu reconhecer ninguém na massa de corpos dançando no meio da caverna ao som de alguma batida ou outra. Ela conseguia sentir o baixo reverberando por seus ossos e a dança a chamava, mas algo a fez esperar antes de se jogar na multidão, possivelmente o copo de bebida em sua mão, que parecia caro. Não que ela não conseguisse consertar se acontecesse alguma coisa com o copo, mas era melhor não arriscar. Tomou mais um gole da bebida, sentindo o doce de algum suco e/ou refrigerante usado na mistura na língua e o álcool descendo quente por sua garganta, trazendo calor para todo seu corpo. Conseguia imaginar que já começara a corar, o maior problema de ser tão branca.

    Ainda apoiada no balcão, ela continuou seu circuito da caverna, parando para reparar na decoração que tornava o lugar ainda mais impressionante ainda, e acabando nas paredes um pouco atrás das mesas, onde aqueles que não queriam nada com nada normalmente estavam. Essas eram as pessoas mais interessantes, Alaska tinha descoberto, mas as que demoravam mais para ir dançar e que precisavam de mais incentivos. Como ela se encontrava mais num dia de conversa do que somente de dança, decidiu prestar mais atenção àqueles encostados na parede. Ela parou ao localizar uma menina relativamente familiar, olhos claros, cabelos castanhos, vestido de verão. Ela estava aparentemente sozinha, sem nenhuma bebida na mão, olhando para a pista de dança.

    Querendo saber de onde conhecia a garota, Alaska terminou sua bebida com um gole só e sinalizou ao barman para trazer mais duas, só que mais fracas. Não era que ela não gostava de seu álcool ou que não conseguia lidar com isso, mas que, como planejava oferecer a bebida à menina, que não tinha nenhuma, imaginou que ela não fosse muito fã de álcool. Ou que ela se dizia não ser. Com os dois copos na mão, ela se desencostou do bar e se dirigiu à parede, agradecendo o barman mais uma vez pelas bebidas, dando mais uma piscadela só porque era legal piscar, e aproximou-se da menina. Parecia muito que tinha segundas intenções, mas, dessa vez, não era o caso. Só queria conversar.

    Sorriu. – Olá, posso me juntar a você? – Perguntou retoricamente, já se juntando à garota, que só sorriu. – Eu reparei em duas coisas quando te vi parada aqui, sozinha. Primeiro, que você não me é estranha e segundo, que você não está bebendo nada. Então, posso te oferecer uma bebida? – Estendeu o copo que estava na sua mão esquerda, sorrindo de uma maneira que esperava passar a mensagem de que não, ela não tinha segundas intenções para com a menina. – Meu nome é Alaska... Spiegelman. Sou de Hogwarts, Lufa-Lufa, sexto ano. E você? – Tinha certeza de que assim que soubesse o nome ou ano ou casa ou escola da menina lembraria quem ela era. A memória de Alaska não era lá tão boa, mas ela se lembrava de ver alguém parecido com aquela garota, mesmo cabelos, mesmos olhos azuis, andando por corredores familiares. Só restava a confirmação de seu instinto.


com: alyssa b. stradford (?)
palavras: 1345 aproximadamente
considerações: eu continuo escrevendo muito, pelo jeito. mas quantidade não é qualidade e a minha impressão é de que a segunda faltou. eu culpo o fato de eu estar há quase dois anos sem escrever. bom, mary, é com você, sua linda.
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Re: La Cave

MensagemFranca [#125671] por Melanie Blanch » 24 Ago 2013, 02:58

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Fala
Narração
Pensamento
Fala de outros

♥ ♥ ♥ Baile Ilegal ♥ ♥ ♥
♥ ♥
Parte 04 ♥ ♥


Estava tão concentrada ou perdida em meu mundo que nem havia notado a presença de Phelipe. Eu devia mesmo ter tomado alguma coisa que afetou meu cérebro. Abri um sorriso e fui até seu lado, deixando os outros de lado. Pouco me importava o que Porter e Lilla iriam fazer, agora eu tinha alguém interessante e confiável ao meu lado. Olhei para o lado tentando encontrar sua irmã Cecille e a vi com um garoto. Não o conhecia, mas também nem me importei. Mantendo essa doida longe de mim, é o que importa. Assim eu não corria risco de ficar com o vestido todo molhado ou manchado. Cecille é doida e por alguma razão a garota me odeia. Sinceramente, ela não bate muito bem da cabeça, mas vou fazer o que? Ela é doida e ponto final, mas enquanto estivesse longe de mim, estava tudo numa boa.

Assim como eu, Phelipe estava com um copo na mão, mas pela cor, parecia algo bem mais forte do que a mistureba que eu havia feito com kiwi. Abri um sorriso em meu rosto e fiz uma reverencia.
– Oi Phel! Finalmente te encontrei. _tudo bem, eu não o tinha procurado, mas também nem conseguiria encontrá-lo. A caverna estava lotada de gente e seria meio difícil procurar alguém que eu não sabia como estava vestido. Em falar em vestuário, o morrigano estava lindo. Mas isso ele sempre esta, então nem iria perder tempo falando isso a ele. Ou iria. Ah sei lá, não consigo pensar muito bem ao lado dele. E temo dizer que eu devo ter bebido coisas a mais do que eu realmente precisava. Tenho que me lembrar de não tomar algo que eu não sei o que é ou o que pode me causar. Só espero não vomitar em meio a todos. Isso seria horrível e totalmente humilhante.

Olhei em volta e me senti totalmente excluída. Por mais que eu adorasse Lilla e Thomas, eles são mais velhos. Possuem gostos diferentes aos meus e para ser sincera, jamais conseguiria me divertir estando ao lado deles. Sentia-me totalmente presa e vigiada. Odeio me sentir assim. Voltei minha atenção para Phel e foi como se tudo tivesse mudado. Estar ao lado do príncipe sempre me fazia esquecer as coisas ao redor.
– Que tal se nós fossemos dançar? As coisas aqui estão meio... estranhas... _eu queria terminar a frase, mas preferi ficar calada. Eu confiava cegamente no morrigano, mas estando ao lado desse povo mais velho, bom, não queria falar certas coisas e provocar confusão. Queria também conversar com Phel, desde o baile tribruxo, mal tive tempo de encontrá-lo. Estava preocupada com ele principalmente por conta das provas.

Não sabia ao certo como é o relacionamento de Phelipe com os outros alunos, mas talvez ele até pudesse recusar o meu pedido, mesmo eu duvidando disso. Nessa hora me senti totalmente excluída e a novata. Por que tudo é tão errado e injusto? Detestava ser a mais nova, principalmente porque todos sempre mudavam o jeito quando eu estava por perto. Tentei me controlar para não ficar tão nervosa e não deixaria nada estragar minha noite. Se o príncipe não quisesse me fazer companhia, sairia dali e procuraria alguém do primeiro ano. Talvez até encontrasse com Matt, isso se ele tivesse vindo. Nunca me senti tão mal por ser nova. Ah, como eu queria ser mais velha.
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Re: La Cave

MensagemAlemanha [#125698] por Lilla Vanderhoff » 24 Ago 2013, 21:22

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get on your dancing shoes
you sexy little swine


                – Ui ui, de onde surgiu esse Garreth dançarino? – Como acontecia na maioria das vezes, foi preciso apenas um pouco de álcool para que o rapaz sério e reservado se soltasse e com certeza aquilo só significava uma coisa: diversão. Deixei-me ser levada até perto dos outros mais uma vez, terminado de tomar a bebida que havia em meu copo para poder dançar com maior liberdade. Ao meu lado, Cacá se mexia de uma forma beeeem estranha, forçando os meninos a dançar com ela. O único que não estava se divertindo muito era Robert, ou pelo menos ele não estava aparentando. Até pensei em ir animá-lo, quando Cacá surgiu me dando um beijo na bochecha e afirmando que “Tcháspir” ficava mais bonito de perto. Meus olhos se arregalaram e tentando demonstrar naturalidade, olhei para onde a menina indicou. O garoto realmente estava se aproximando, e boa coisa com certeza não estava por vir. – É, vamos ver. – A verdade é que uma parte de mim queria evitar ele a noite toda, enquanto outra sentia necessidade de saber o que ele queria, vindo até nosso grupinho.

                Enquanto o garoto ainda se aproximava, aproveitei para voltar meu olhar para Robert, não só para fingir surpresa quando o outro chegasse, mas também para ver como o morrigano iria reagir. Como Jasper estava vindo mais ou menos pelas costas de Walker, este só percebeu sua presença quando o mélusino começou a falar e sua cara não foi das melhores. Tudo bem que eu não o culpava, Bertolle já chegou provocando Thomas, lembrando da última partida de quadribol entre nossas casas e do paintball. Aproveitando o copo vazio, coloquei esse na frente da minha boca para esconder o sorriso que tinha se aberto em meu rosto. Aquelas duas datas realmente foram memoráveis, tudo bem que a gente perdeu o quadribol, mas a balaçada que Constantine levou foi sensacional, e quanto ao paintball, a surra que os roxinhos levaram foi tão épica.

                Deixando Thomas de lado, o novo alvo do recém-chegado foi Robert e no momento em que o nome do rapaz foi dito, senti meu corpo ficar tenso, o moreno evidentemente não estava com humor para aquilo, ainda mais vindo de Jasper. Mas o que lhe foi dito não foi exatamente uma provocação, ele tinha comentado que não viu Walker saindo do vilarejo. Oi? Como assim? Desde quando os dois se encontravam em vilarejos? Até onde eu lembrava, eles sequer se gostavam, ainda mais depois do duelo que tiveram. Tentaria perguntar sobre aquilo depois., até porque, naquele instante, Roby estava se afastando. Nick e Garreth foram praticamente ignorados e realmente não gostei daquilo, mas achei melhor não intervir, não se quisesse saber as verdadeiras intenções de Bertolle. E então no grupo só faltavam duas pessoas, Cacá e eu. Obviamente, a menina foi seu próximo foco de atenção. A forma com que ele se dirigiu a ela me incomodou um pouco, ou melhor, mais, bem mais do que um pouco, mas apenas tentei não deixar isso transparecer.

                O comentário sobre a crise nervosa me deixou um pouco irritada, afinal, quem ele pensava que era pra chegar falando mal dos meus amigos? Enfim, sobrava apenas eu e por um instante, até achei que ele fosse me ignorar totalmente, aproveitando a desculpa de que naquele momento precisava se concentrar no cigarro que acendeu, só pra se mostrar superior, ou sei lá, mas não foi isso que aconteceu. E ao escutar sua voz, um sorriso falso logo se abriu em meu rosto. – Bertolle. – Com certeza mais de um poderia jogar aquele jogo e alguma coisa me dizia que ele já estava em desvantagem. O silêncio que ficou entre nós era praticamente palpável, mas Melanie surgiu para diminuir um pouco a tensão. Em sua mão, um copo, que logo entregou para Jasper e feito isso, dedicou sua atenção para elogiar meu vestido. – Obrigada. Você também está arrasando. – Dessa vez meu sorriso assumiu um tom de malicia antes que voltasse a encarar o mélusino, esperando que ele fizesse alguma coisa além de jogar fumaça na nossa cara.

                A única que conseguiu quebrar realmente a tensão desde a chegada de Jasper, foi o comentário de Cacá, que até conseguiu me roubar uma risada, mas tirando isso, o clima ali estava estranho e com certeza todos tinham percebido isso. Acho que foi justamente isso que motivou Porter a fazer o que veio em seguida, isso é, além do excesso de álcool em seu sangue. Uma de suas mãos se concentrou em minha nuca, me puxando para baixo até que meus lábios se juntassem aos seus. Sim, a garota estava me beijando e eu absurdamente surpresa com tudo aquilo. Era uma cena estranha? Com certeza, mas logo entendi o proposito por trás de sua ação e tentei reagir, ao invés de permanecer paralisada como estava. Enquanto me dedicava a responder o beijo de Cacá, apenas conseguia pensar na cara que os outros deveriam estar fazendo, afinal, ninguém deveria ter previsto aquilo. E mais importante, o que estaria Bertolle pensando?

                Assim que Cacá se afastou um pouco, seu olhar foi significativo, e em resposta, abri-lhe um sorriso, para mostrar que entendia que ela só tinha feito isso para atrapalhar o provável plano maléfico de Jasper. – E uma noite de ação será. Acho que está na hora de mostrar pro mundo nossos melhores passos de danças. – Esse final tinha sido dirigido especialmente para Garreth, juntamente com uma piscadela. – Bertolle, vejo que está sem amigos. Se quiser, sinta-se livre para compartilhar dos meus. – Dessa vez meu sorriso estava mais para vitorioso. – Agora se me dão licença, vou buscar uma bebida. Alguém quer algo? – Nem estava com sede, mas se iria ter que lidar com a companhia de Jasper por muito tempo, ia precisar de algo a mais, sem contar que aquela era a minha desculpa para ir atrás de Robert e saber o que diabos estava acontecendo com ele. – Já volto. Tentem não começar o “incêndio” sem mim. E a propósito, olá Phelipe.


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Re: La Cave

MensagemItalia [#125711] por Jasper Bertolle » 25 Ago 2013, 12:20

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      IN THE MIDDLE RIGHT NOW! #O4

                      É o que dizem, você tem que ter muita coragem para enfrentar seus inimigos no terreno deles. Eu sabia exatamente onde estava me metendo; chegar assim perto de Lilla e sua cambada, com todas aquelas insinuações e comentários maldosos era uma tática falida, visto que todos estariam bem confortáveis em seu “ninho”. Eu não ligava, não mesmo. Queria apenas aproveitar aquele momento e no máximo acabar com a diversão alheia. Eu era quem era... Jasper, o renegado (ou algo assim), mas isso ainda não me tirava o título de popular daquela escola.

      Algumas pessoas gostam de ser o zero a esquerda, e eu não admitia que essas mesmas pessoas tivessem qualquer tipo de relação comigo. Sim, eu era o juiz diante daquela sentença que haviam sustentado para suas vidas. Robert tinha essa tal mania de ser um mané, algo que já estava entranhado em sua pele por simplesmente pertencer a Morrigan. Contudo, algo naquele garoto sempre me chamou a atenção, creio que não apenas o fato de ter dado uns pegas na minha namorada nas férias passadas. Falando nisso, era tão lindo ver o casal novamente juntos ali, em público, longe dos arbustos ou arquibancadas que costumavam se encontrar. Ciúmes? Pode crer que sim.

      Sorri abertamente com o comentário da desconhecida que acompanhava o grupo. Ela realmente era hilária, algo como se estivesse com drogas pesadas rolando em suas veias. O resto do grupo ainda não chamava a atenção, como meros coadjuvantes numa cena empolgante de algum seriado desses colegiais.

      No entanto, como em qualquer trama decente em que o vilão confronta os mocinhos, algo se revela e muda completamente o roteiro da ação. O silêncio perdurou por muito tempo entre todos os presentes, como se um confronto psicológico estivesse sido instaurado entre Lilla e eu. Uma guerra de nervos onde esperamos que um ou outro dê um tapa certeiro e doloroso.

      Acompanhei Robert se afastando, mas meus olhos voltaram a tempo de visualizar algo surreal, inesperado, excitante, contagioso, medonho e todos os outros adjetivos de surpresa e reação a um ménage encaminhado. Sem delongas, a garota que havia me feito rir estava deliciosamente beijando a Vanderhoff. O copo quase caiu da minha mão e a fumaça do trago escapulia por meus lábios sem controle. Por que diabos elas estavam se beijando? Lilla é... era... sempre foi... hã?... lésbica? Bissexual? Quando isso começou?

      Lembram-se do tal controle que estava tentando manter antes? Esqueçam. Meus olhos estavam arregalados, creio que juntamente com a maioria do grupo, se não todos. Não consegui entender o que estava acontecendo, digerir aquele beijo estava temporariamente fora de minhas ações. E quando ele acabou eu ainda olhava sem noção para ambas que mantinham uma espécie de dialogo forjado, ou não, poderia ser mais verdadeiro do que minha cabeça podia aceitar. Deixei que o conteúdo de meu copo fosse engolido rapidamente, mas nem a quantidade de álcool ingerida de uma vez só, me fez crer que aquilo era real.

      Lilla se voltou para mim venenosa, algo como se suas palavras escapassem com um silvo ofídico. Dentro de mim uma vozinha irritante que conhecia bem, começava a repetir uma frase várias vezes e em eco: o jogo começou e você está perdendo! Tentei revidar, mas as palavras não saiam. Eu estava preso no tempo. Beijo? Elas se beijaram? Ilusão?

      Foi só quando a Mélusina se afastou que consegui engatar a marcha e recuperar os movimentos para formar uma palavra, ou tentar.
      — Wow! — Sussurrei. Antes que parecesse um tolo (mais tolo ainda), me virei para a outra parceira do beijo. — Bom, agora podemos fazer um lance a três se não houver problemas pra vocês em me dividir. — Sorri. Tinha acabado de usar a pior cantada da minha vida. Sério, algo como se fosse uma espécie de profissional da construção civil (pedreiro) tentando conquistar duas mulheres quaisquer que estavam na rua. Fim de linha pra minha carreira.

      Lilla estava indo na direção de Robert, o que só confirmava a minha suspeita de que ambos ainda mantinham seu caso pelas minhas costas. Eu havia sumido por um bom tempo, e agora que estava de volta ainda não assimilava a ideia de estar realmente sozinho, sem amigos ou ex-namorada que estava namorando um Morrigano. Qual a maior traição nisso ai? Realmente não conseguia decidir.
      — Lilla não está disponível pelo que vejo, então eu deixo você escolher outra ou outro. — Era com ela (Cacá) que eu falava sem nem ao menos saber o nome, mas não importava. Eu estava bêbado!

      Minha cabeça girou e o corpo pesou. Beber muito em pouco tempo dá nisso. Enquanto dançava com Melanie, que também havia me abandonado, não sentia o poder da bebida. No entanto, parado ali, diante de pessoas que não estavam mais afim de brincar com um Jasper bêbado, não conseguia nem ao menos ficar em pé sem balançar. Puxei o copo da mão do novo participante, Phelipe era seu nome, foi o que ouvi – eu acho.
      — Você não vai precisar disso. — Falei com um sorriso idiota e comecei a tomar sabe lá Merlin o que era aquilo. Era bom ao menos.

      Fuck the world!


      INTERAÇÃO COM Melanie Marchand, Lilla Vanderhoff, Cacá Porter,
      Robert Walker, Thomas Constantine, Garreth Eledhwen, Nick Beaumont & Phelipe A. Schleswig.
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Jasper Bertolle
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Postado Por: Victor Marlboro.


Re: La Cave

MensagemInglaterra [#125757] por Sean Dewey » 26 Ago 2013, 13:15

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♪ "In another life, I would be your boy*
We'd keep all our promises, be us"♪
Katy Perry - The One That Got Away


Ao chegarem na pista, Sean colocou a mão em volta da cintura de Emma, sentiu um calor passar pelo seu corpo e aquele diabinho em seu ombro dizia muito bem rapaz é assim que se faz! Com tudo a seu favor, Sean ainda travava com Emma com muito respeito, parecia existir uma barreira entre os dois, não sabia o porquê, na verdade sabia, mas não gostava de pensar nas diferenças dos dois. Tudo estava tão ao seu favor, a música o clima entre os dois, aquela troca recíproca de olhares, mas ele tinha que manter-se em seu lugar, e a garota o ajudava com isso.

Sean ficou sem saber o que tinha feito de errado, será que estou com mal hálito foi o primeiro pensamento dele. Ela se afastava dizendo que a musica era chata e queria mais bebida, ele a conhecia, e sabia que aquilo não era nada bom, estranhou o comportamento dela, mas não estava lá para julgar. Emma se afastava e Sean ficava olhando para o corpo dela, as curvas e os pensamentos pecaminosos vinham à tona sem fazer o menor esforço.

Pensou em sair dali e deixar pra trás, mas ao olhar por cima do ombro não conseguia e assim foi ao encontro dela, deixá-la sozinha era errado, sentia como se fosse o seu protetor e logo estava no encalço da garota.

- Emma, você não está acostumada a beber tanto! Não vou encher de novo - Mas ela é insistente e o rapaz não consegue negar ao pedido dela e batiza mais um copo mais uma vez, contra sua vontade. Estava sério não sabia para onde caminharia aquela noite e não estava gostando para onde estava indo.

- Acho que já bebi demais. A voz dela era mole, assim como o olhar, os olhos de Sean miravam o chão em negação - Vou buscar uma água. - só não sabia onde ela ia buscar, se estavam próximo as bebidas. Sean riu ela estava bêbada, ou pelo menos parecia, notou quando Emma deu um passo e cambaleou em meio a um passo pesado, -Vou jogar água na cara para aliviar isso. Parece que está tudo rodando. - escutou quando ela falava sozinha. Ela estava ali por ele, sentia-se responsável por isso, e toda e qualquer coisa que pudesse vir acontecer. - Que nojo!- disse ao ver as duas garotas se beijando, Sean fazia do tipo modos antigos, apesar de não ser tão mais velho do que aqueles alunos, reprovava a maneira deles curtirem a festa. Mais ao lado conheceu a garota que parecia conversar com outra, foi ela quem havia lhe convidado para essa festa, quem sabe se fosse até ela e dissesse ao menos um olá.

- Vamos lá, eu vou com você! - Sean coloca-se ao lado de Emma - não vou te deixar sozinha desse jeito! Ainda mais que fui eu quem te deixou assim.... - Passou a mão em torno da cintura dela e colocou a dela em torno da sua - Assim você não pende tanto para o lado! Falou em meio a uma brincadeira.

_ É impossível ficar estável ao seu lado... - fingiu que não havia escutado o que ela disse, do jeito que estava certamente havia dito da boca para foraVocê nem imagina como isso é difícil A idade e broncas do seu pai fez com que ele mantivesse os sentimentos por Emma guardado no fundo do peito e não demonstrasse sob qualquer pressão. - Estou sempre te dando trabalho – falou como se ele nunca tivesse dado trabalho à ela, eram sempre um para o outro como tinha de ser, mas nenhum dos dois assumiam o sentimento. Era algo proibido que cada um sabia que era e nunca comentavam. Por ele, ela podia sempre dar trabalho que ali estava ao lado dela.

- Pode dar trabalho dessa vez, é para compensar as outras que você me ajudou - sabia que podia aproveitar do momento, mas não faria isso, não era da sua índole e muito menos caráter. - eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu tinha que te pagar - ele estava descontraído e achando graça da situação.

- E os juros? - ela estava alterada, ainda mais pela maneira que falou ainda tropeçando nos próprios pés, mas sendo segura pelo rapaz, ela falou alguma coisa, mas totalmente sem sentido e ainda ria sozinha -Ah, que se dane tudo - falou alto, tirando a mão da cintura de Sean e a colocando em seu peito, cheia de coragem etílica começou um interrogatório. - Qual é o seu problema comigo? Por que me trata assim? Eu não sou de porcelana, e nem uma menininha mais...[o que ela está fazendo? Onde ela queria chegar, tudo aquilo era por não estar normal, sóbria ou...

Não tenho nenhum problema com você Emma, acha se tivesse estaria aqui? – fingiu não entender o sentido da pergunta, mas ela o encarava nos olhos e com a mão em seu peito, poderia aproveitar da situação, queria aproveitar, mas não tinha um caráter sujo para fazer isso, por mais que quisesse - Emma você bebeu demais, vamos para a casa.- Segurava as mãos dela, mas mantinha o olhar fixo nos olhos da garota, podia sentir o cheiro da vodka misturada com o morango, era algo tentador que Sean tinha que bravamente lutar - Vamos eu te deixo em casa. – falou sem se mexer 1 centímetro.
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Re: La Cave

MensagemReino Unido [#125759] por Cacá Porter » 26 Ago 2013, 14:35

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ELA SORRIU! ELA ENTENDEU! Espera. Será que ela entendeu, ou ela gostou do negócio? Se não tivesse que manter as aparências, até daria de ombros. O importante é que a missão fora cumprida. HÁ. Nick a olhava de forma estranha. Disfarçou cobrindo com o copo um sorriso malicioso, mas deu pra entender o clima de surpresa no ambiente.

- SIM! Vamos, por favor! Cara! Não aguento mais falar francês. Traz uma água pra mim? Valeu! E é impossível sem você, Lil, a ação só começa com as duas juntas! – Assistiu-a sair e a acompanhou até perder de vista. Voltou-se para os garotos com o seu melhor sorriso apaixonado - Além de gostosa, ainda é caridosa! Não tem como não se apaixonar, né?

Devia sorrir daquele jeito? Naquela relação imaginária ela era o garoto ou a garota? Como é que fazia isso? Devia ter dado um tapinha na bunda de Lilla, quando ela saiu, ou isso era forçar de mais a amizade? Droga. Não conhecia nenhuma garota que se relacionava com garotas pra se inspirar! Socorro! OK. Aquela relação delas era só delas e era do jeito que elas quisessem que fosse! Isso. O primeiro passo pra parecer convincente era acreditar na coisa. Lilla e ela eram um casal, se pegavam no dormitório e estavam juntas desde o dia 27 de setembro. Isso.

- Phelipe! Parabéns, campeão! Daqui a pouco ia sair pra te caçar! – Aproximou-se dele, contente. Estava feliz por poder vê-lo numa data tão importante. As coisas ficaram estranhas, quando chegou perto o suficiente e o abraçou, meio sem jeito. Nunca tinha feito isso antes, mas achou que seria a coisa certa a fazer.

- Ok. Nos vemos depois. – soltou Phelipe e se despediu de Nick, que partia em busca de Gerrard, não sem antes lhe entregar seu copo. - Obrigada. Vê se não some por muito tempo. Sentirei saudades.

- Quero um convite para essa festinha das duas... De preferencia vip. – a voz de Thomas estava esquisita, mas resolveu ignorar. Provavelmente a causa era seja lá o que ele tava bebendo de dentro daquela garrafinha misteriosa. Riu em resposta, como se fosse uma coisa rotineira e alisou o tutu de bailarina, desconfortável.

Jasper parecia bem alterado quando falou com ela. Preocupou-se, como não? Não o conhecia nem um pouco, não sabia nada a respeito dele a não ser que tinha algum passado sombrio com Lilla, mas não estava na sua melhor condição. Riu pra disfarçar. Era a melhor resposta.

- Realmente seria muito difícil. As duas ficariam malucas com certeza. A única vez que rolou assim foi com o Gar. Né, Gar? E ficamos muito ciumentas depois. Não deu muito certo. Então não vai acontecer de novo. – deslizou a mão pelo peito de Garreth, tentando demonstrar intimidade.

Ó MEU DEUS, ONDE É QUE ELA ESTAVA SE METENDO? Era reconhecidamente uma péssima mentirosa. Devia estar tão vermelha quanto a bandeira Gryffindor. Pelo menos estava salva pela parca iluminação e pela segurança na voz. Em todo caso, ela era uma garotinha tímida com esse tipo de assunto, oras! Pra isso nem precisaria fingir. Por que é que Thomas a olhava daquele jeito? Ele podia parecer menos irritado e mais convincente, não?

- É realmente uma proposta tentadora, mas acho que é mais apropriado declinar. Lilla e eu chegamos à conclusão que ninguém é capaz de nos satisfazer mais do que uma à outra e... você não precisa saber mais. Informação de mais, eu sei.

Sua mente gritava pedidos por socorro. Por isso detestava mentir! Uma mentira sempre levava a outra e quando ia ver estava atolada até os cotovelos numa história bem estranha e sem sentido. Pior! Se alguém viesse a questioná-la sobre mais detalhes, não saberia o que dizer, nem se quisesse cooperar. O que diabos duas garotas faziam além de se beijar? Nenhuma das duas tinha...er...você sabe! Que graça teria? Tomou um gole pra se impedir de falar mais besteira e pra se distrair dessa dúvida perturbadora. ÉCA! Aquilo era forte de mais, pra ela.

Opa, Jasper não devia ter pego mais aquele copo. Ele já parecia estar acima do ponto da alegria. Aquela cambaleada só vinha a confirmar. Entregou o seu ao príncipe, como uma reposição e partiu em apoio do garoto. Posicionou a mão em seu ombro, como se assim o ajudasse a se firmar.

- Opa. Você está bem, Tcháspir? – manteve o sotaque francês pra falar o nome dele. Era só assim que sabia falar, afinal.

E aquele era Thomas com uma expressão que ela só podia classificar como raiva. Qual o problema dele? No lugar de virar as costas podia ajudá-la. O forasteiro era pelo menos uma cabeça mais alto que ela.
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Cacá Porter
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Re: La Cave

MensagemRomenia [#125769] por Thomas Constantine » 26 Ago 2013, 20:23

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Fala
Narração

NOITE DE FESTA – CAP.2


– Porter, já te falei para não beber essas bebidas. – Disse pela milésima vez enquanto seguíamos para junto de nossos companheiros, carregando copos de bebidas para todos. Mas a morena me ouviu? Claro que não. Cacá nunca me ouve. Fiz uma cara de decepção e continuei a seguir a menina. A festa estava boa, a banda tocava um som muito maneiro. Tinham alunos de todos os anos e escolas e a pegação também estava comendo solta. Senti inveja de alguns deles e pensei se no fim da festa me daria bem. Se eu queria? Queria, mas eu já tinha a minha eleita. Restava saber se ela compactuava a minha ideia.

Assim que chegamos ao grupo dos meninos, os quais não eram todos agradáveis. Afinal, não vou negar que não possuo amizade alguma com Walker e muito menos sei quem são os outros dois. Ajudei a menina a distribuir as meninas e passei a olhar a minha volta, procurando Melanie. Não havia gostado do fato dela estar com Jasper.
– Eu já tenho a minha... – Respondi para uma das meninas, levantando a minha garrafa metálica, a qual continha a minha preciosa vodka. Não sabia quem era o organizador daquela festa, por isso, não me arriscaria a tomar aquelas bebidas. Preferia me manter com minha garrafa, a qual tinha sua fonte conhecida e segura. Nunca havia me falhado.

A noite estava boa, porém, sempre tinha um chato para querer estragar. Assim que o loiro da casa azul se aproximou, fechei a cara. Sabia o quanto ele era idiota, mas não poderia admitir que ele zombasse de minha pessoa daquela forma.
– Achei que havia sido Angel que tinha pegado o pomo dourado no final. Mas acho que me enganei, Siena deve ter pegado, assim como nos outros. – Rebati as provocações com um certo tom de ironia de voz. Acho que não precisava relembrar ao rapaz que jamais fui derrotado por ele em cima de vassoura, dentro de um campo de quadribol. Robert e eu não éramos amigos, já havia dito isso, mas como batedores éramos uma grande dupla. Mas, devo admitir que tive que me segurar para não quebrar a cara dele quando se dirigiu para Porter, embora, a Leoa não precisasse de ajuda. Sabia muito bem se defender.

Mas, existia uma coisa que eu tinha que confessar. A chegada de Jasper havia esquentado as coisas. Não sabia bem o que havia acontecido entre ele e Lilla, embora, a menina de cabelos azulados estivesse bem melhor sem ele. Jasper tinha um jeito arrogante, ou era o álcool falando por ele? Não sabia dizer. Apenas sei que suas palavras geraram a cena que acredito que muitos não vão se esquecer.
– Mas o que? – Foi a única frase que consegui dizer quando percebi Cacá agarrando Lilla e dando um beijo daqueles de tirar o fogo. Uma cena sexy, até mesmo excitante. Admito que tive pensamentos pervos com as duas, ainda mais, por eu conhecer o sabor dos lábios de ambas. Certamente seria uma cena divertida e prazerosa de se vivenciar.

– Quero um convite para a essa festinha das duas... De preferência vip. - Uma frase fria, mas extremamente canalha. Sorri para Cacá, mostrando a ela que havia entrado em seu jogo. Afinal, Lilla também era minha amiga. Depois de as meninas esmagarem o loiro, não precisava mais dizer uma palavra. Embora, também não valesse apena. Jasper parecia completamente vencido pelo álcool, mal conseguia ficar em pé. Porém, isso apenas aumentaria a minha falta de simpatia por ele. Por que Cacá tinha que ajudá-lo? Aquilo me subiu a cabeça, me deixou irritado. Fechei a cara e encarei a menina, o meu silencio já dizia por mim. Não esperei por ela, apenas virei às costas e segui para um lado, longe do grupo.

Eu já não sabia quanto fazia desde que havia me separado do grupo, mas até onde eu sabia havia bebido muito. Minha garrafa já havia chegado ao final duas vezes, me obrigando seguir atrás de meu fornecedor. A bebida já fazia efeito e naquela altura, minha camisa já tinha seus botões abertos. Estava em uma vibe que jamais havia estado. Estava elétrico, contagiado pela musica. O que faltava? Nada mais... Quando achei que já havia chegado ao meu limite, a banda dedilhou as notas de uma de minhas músicas preferidas. Goes My heart me alucinava, me fazia perder o controle de meu corpo. Era como se meus membros ganhassem vida própria.

Quando me dei conta, estava em cima de uma mesa, rodeado por muitas garotas, a maioria minhas fãs, as quais gritavam enlouquecidas. O motivo? Eu não sabia. Deviam estar tão bêbadas quanto eu. Em cima da mesa, sem camisa, apenas usando minha capa e gravata, fazia os passos, assim como havia visto no vídeo da banda Pop. No inicio era algo simples, apenas um prá lá e outro para cá. Porém, quando a musica atingiu seu ápice eu já não sabia o que fazia. Tinha minhas mãos para frente, como se segurasse o guidão de uma moto, simulando uma dança sexy, fazendo movimentos cada vez mais sensuais.

Qual seria o desfecho daquela situação? Admito que não fazia ideia alguma do que seria. Ao que parecia, aquela noite ficaria marcada na história de Beauxbattons...



OFF: música que o thom está dançando: AQUI
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Re: La Cave

MensagemRomenia [#125782] por Lizzie Lior » 27 Ago 2013, 01:56

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      “Mamãe,

      Só precisa saber que estou, pela primeira vez, vivendo a minha vida do jeito que eu sempre quis. Não me sinto estranha e estou adorando cada vez mais essa mudança toda. Por favor, não se preocupe, não sou uma criancinha indefesa e sei bem como me virar. Assim que possuir novidades, eu aviso.
      Pretendo ir a uma festa hoje e amanhã descrevo tudo o que você quiser. Mas saiba que vou pular a parte de bebidas e garotos! E Tristan, se estiver lendo, tentarei arrumar o autografo dos promissores do Arrows. Mande beijos para Yvy e não a atente muito.

      Com amor,
      Lizzie”

    Liz terminou de escrever sua carta e dobrou-a. Selou com a vela roxa e deu para Tutty, sua coruja preta, levar a carta até sua mãe. Desde que havia saído da casa de seus pais, a coruja tem sido sua fiel e única companheira, não que ligasse muito para isso, mas seus dois irmãos faziam falta. Da janela do hotel, viu a criatura sumir aos poucos no céu francês, com uma liberdade invejável. A garota sorriu um sorriso triste e após alguns segundos, resolveu sair dali. Precisava ir as compras, mesmo que isso fosse o seu pior pesadelo. Mas infelizmente, suas roupas não faziam jus ao novo modelito e seu guarda roupa gritava por ajuda. Sem parar para pensar seriamente nesse assunto, Lizzie pegou sua bolsa e saiu em direção às lojas daquele país maravilhoso. Pela primeira vez, em muitos anos, poderia vestir as roupas de sua escolha, sem se preocupar com os olhares severos de seus pais. A vida estava cada vez melhor para a romena de cabelos roxos.

    Depois de algumas horas e muitas lojas, finalmente a romena havia decidido a roupa. Havia comprado um short jeans curto desfiado e uma frente única roxa que combinava com seu salto alto. Estaria básica e confortável. Não que ela fosse realmente se importar caso alguém achasse estranho uma garota estar de shorts ao invés de vestido. Agora que a garota podia usar o que bem entendesse, com toda a certeza mostraria ao mundo à verdadeira Lizzie Lior. Pagou por suas compras e voltou para o quarto. Ainda possuía um tempinho antes de poder se arrumar e decidiu ler algumas revistas. Dentro de uma semana ela teria uma entrevista no Lummus e queria estar antenada com as noticias do mundo mágico. Mais uma vez ela parou na capa onde havia os promissores jogadores do Arrows. Cacá Porter e Thomas Constantine. Se tivesse sorte, encontraria ambos e poderia pedir os autógrafos para seu irmão Tristan e é claro, conversar com o também romeno,

    Algum tempo depois, começou a se aprontar, não que tivesse muitas coisas para fazer. O maior de seus problemas era seu cabelo, que teimava em não ficar no rabo-de-cavalo. Mas depois de algumas tentativas inúteis de prendê-lo, resolveu deixá-lo caído em cachos em suas costas. Se maquiou rapidamente e logo pôs-se em direção a festa. Não havia dito para sua mãe que seria uma festa ilegal, esses pequenos detalhes não lhe desrespeitavam e se sua mãe soubesse, iria querer saber como descobriu desse baile e ai precisaria contar toda a verdade, e com toda a certeza sua mãe surtaria se soubesse que ela estava apaixonada por um jogador de quadribol. Informações demais para Suzanne e pouco tempo para explicar tudo. Quem sabe um dia a romena pudesse contar essas coisas.

    Por todo o caminho, Lizzie se perguntava o que faria, com quem conversaria. Tirando as festas familiares, essa seria a primeira vez que encontraria garotas e garotos de sua idade. Será que eles iriam gostar dela? Liz não podia negar que estava nervosa, mas com um longo suspiro, mandou o nervosismo e as perguntas pra p*** que Pariu. Ela havia saído de casa para poder aproveitar a vida que nunca teve, deixaria a timidez de lado e faria tudo o que nunca fez. Beijar na boca, dançar, beber, fazer amigos. De tudo um pouco e um pouco de tudo. O resultado não importava desde que ela pudesse ser uma adolescente. Em toda a sua vida, os únicos momentos que se sentia uma pessoa normal era ao lado de seus primos Jonnathan e Will. E fora ao lado deles que ela aprendeu algumas coisas boas da vida e a beber. Tantas foram coisas que os garotos a ensinaram e que agora ela usaria. Com toda a certeza ela escreveria para ambos depois dessa noite.

    Quando Lizzie chegou a caverna que aconteceria a festa, a primeira coisa que sentiu fora o cheiro da bebida. Álcool e suor. Ela amava essa combinação e logo abriu um sorriso satisfeito em seu rosto. Podia não conhecer ninguém dali, mas a banda que tocava a ajudou a chutar de vez a timidez. Lizzie queria se divertir e nada a impediria. Tantas pessoas juntas, tão normais e tão confortáveis, uma visão diferente para a garota. Essa noite prometia. Seguiu em direção a uma mesa de bebidas e logo pegou um copo e vodca. Virou o copo e sentiu o liquido descer por sua garganta. Desde a ultima visita de seus primos que ela não sabia o que era algo alcoólico. Encheu novamente o copo e começou a olhar a sua volta. Casais se pegavam, amigos dançavam freneticamente e muitos conversavam. Da forma que sempre sonhou. Ao longe uma cabeça loira chamou sua atenção. Constantine. Ela reconheceria de longe aquele garoto, junto dele reconheceu Porter, vestida com um tutu? Não conteve o riso, ela agora tinha certeza que a menina era doida. Não reconheceu mais nenhuma pessoa a volta dele e ficou observando-os aguardando o momento certo para ir em direção do romeno.

    Enquanto esperava o menino ficar sozinho, dançou sozinha no ritmo da musica e sempre que seu copo ficava vazio, ela voltava a enchê-lo. Havia perdido as contas de quantas vezes esvaziou o copo e isso na verdade não era sua preocupação. Ela sabia beber e por demorar a ficar mal, sempre conseguiu se safar de broncas de seu pai. Quando ia chamar um garoto para dançar viu o jogador de quadribol subindo numa mesa e começando a dançar. Começou a rir quando viu sua dança e gritou com mais algumas garotas quando ele se livrou da sua camisa. Lizzie percebeu que ele já estava bêbado e pela forma com que dançava, sabia que não encontraria momento melhor. Virou o copo mais uma vez e partiu em direção ao romeno. Precisou empurrar algumas garotas para passar e com um sorriso malicioso em seu rosto subiu na mesa. Era hora do show de Lizzie.

    Começou a dançar com Thomas e puxou a gravata do garoto, trazendo seu corpo para perto do seu. A romena não sabia o que fazia direito e provavelmente jogaria a culpa na bebida, mesmo que esse não fosse o real motivo de seus atos. Estar ao lado do garoto por quem é apaixonada há algum tempo, a fez criar coragem para fazer coisas que sequer imaginou que faria. Se seus pais a vissem agora, provavelmente não a reconheceriam. Contagiada pelo ritmo da musica, Lizzie começou a passar suas mãos pelo corpo do romeno, sensualizando a dança de ambos.

    - I said I wasn't gonna lose my head, but then
    POP! Goes my heart.
    I wasn't gonna fall in love again, but then
    POP! Goes my heart.
    And I just can't let you go,
    I can't lose this feeling.

    _cantou o refrão da música com o morrigano sem errar o tom. Ela conhecia a música. Descia e subia o corpo, sentindo as mãos do garoto em sua pele. Era o melhor dia da vida da romena. Seus olhos azuis brilhavam de desejo e sempre que encontravam com os azuis do morrigano, sentia algo diferente. Não queria pensar naquele momento, queria apenas aproveitar e desejava que essa dança durasse eternamente. Havia esquecido todas as pessoas a sua volta e apenas ouvia a música tocando. Quando a melodia estava chegando ao seu fim, jogou seus braços em torno do pescoço de seu par, tendo um sorriso enorme em seus lábios. – Olá Thomas, me chamo Lizzie. _se apresentou no fim da música.



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Re: La Cave

MensagemDinamarca [#125788] por Phelipe Schleswig » 27 Ago 2013, 08:07

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      Inesperado? Parece-me que a simples ideia de uma festa para sair do comum fora ideia de gênio. E, embora algumas situações fossem inevitáveis, como o conflito entre o Melluisine e Lilla, não podia negar que o assunto tomou proporções um tanto divertidas e interessantes. Um beijo entre Cacá e Lilla? Mesmo para um príncipe aparentemente perfeito e cheio de princípios, alguns fingidos, aquilo era deveras excitante. Muito mais do que podia imaginar em alguns sonhos ou fantasias que não conseguia deixar de imaginar. Na verdade, talvez o choque do momento tivesse sido tão grande que pude sentir meu corpo congelar, meus movimentos pararem e os olhos permanecessem fixos, só voltaria ao normal quando Jasper tomou o meu copo de Uísque de fogo.

      Não iria reclamar. Isso não se fazia de uma atitude adequada, muito menos a do menino era, mas estava tão relaxado e cabeça fria que não liguei. Havia mais na mesa e, se tivesse acabado, lembro-me de um estoque especial de bebidas de primeira qualidade que havia guardado, perante a inadequabilidade de certos paladares sangues sujos. Só então meus olhos tocaram os da primeiranista, e um pequeno sorriso gentil surgiu. Ela estava incomodada e queria sair dali, sim, agora a memória me vinha mais claramente à cabeça. Qual seria outra função para um príncipe e anfitrião além de ajudar uma bela garotinha a obter sua diversão?

      Minha mão se esticou em sua direção, mas, antes que pudesse tocar a dela, os braços de Cacá me envolveram em um abraço. Parabéns? O que? Franzi o cenho em estranheza, embora o mesmo sorriso permanecesse em meus lábios. Como ela sabia? Não me recordava de ter contado sobre a data a ninguém dali. Estaria Cecille vendendo informações sobre mim? Balancei a cabeça esquecendo da ideia. Era mais fácil ela pular de uma ponte e faze-lo. –Obrigado, embora os parabéns devam ir realmente a mais bela dama essa noite. –Respondi em voz baixa e um pouco brincalhona, antes de pegar a bebida e toma-la em um gole.

      Talvez tenha exagerado um pouco. O gosto de frutas logo foi suprimido ao de Álcool em minha boca, e queimando esse desceu em minha garganta. Era algo bom, apesar de forte de mais. O que era aquilo? Cinquenta por cento de álcool ou uma garrafa de absinto derrubada em uma minúscula salada de frutas? Quem quer que houvera dado aquilo para a garota boazinha não tinha boas intenções. As luzes piscavam, a banda tocava e lembro-me de ter feito uma reverencia e segurado a mão de Melanie, afastando-nos do grupo para o meio da pista de dança. Era uma sorte que eu tivesse alta tolerância aquilo. Pelo menos conseguia pensar em clareza, embora não estivesse tão sério e formal como normalmente, efeito adverso.

      - Será uma honra. – Falei com um sorriso meio enigmático, puxando Melanie e começando a dançar com ela, com meus olhos fixos nos seus. – Então, permitia-me saber qual é sua musica favorita? - Perguntei de uma forma um pouco mais informal que de costume. O Alcool mostrava mais seus efeitos.
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Re: La Cave

MensagemFranca [#125791] por Garreth Eledhwen » 27 Ago 2013, 11:16

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Começaram a dançar. Garreth com passos desengonçados e mexendo os braços de maneira aleatória, era uma cena bizarra, mas a mente alcoolizada do garoto parecia não saber ao certo o que fazia. Para ele, estava dançando como qualquer um ali presente. A seguir, tudo pareceu passar rápido de mais para a mente de Eledhwen apegar-se a detalhes: Um rapaz apareceu com pose de “pica das galáxias” com um cigarro na mão. Uma pequena loira perguntava algo para Garreth, que respondeu apenas com um sorriso e em seguida, um copo de bebida.

Bebera mais e acabou por chegar ao ponto de que cada passo deveria ser milimetricamente calculado, pois o chão parecia dançar junto com ele. Decidiu ficar parado por alguns instantes, observando a movimentação feminina, com as mãos nos bolsos e um sorriso débil na face. Mas então o sorriso despenca, o queixo parece pesar toneladas, os olhos arregalam-se e uma excitação surge com a cena que observava.

Lilla Vanderhoff e Cacá Porter se beijavam. Ficou ali, estático, observando a cena. Tudo bem, não apenas observando, mas indo muito mais além do simples beijo das duas garotas. A mente masculina é promíscua, e com os hormônios querendo saltar para fora da roupa a cena transformava-se em um filme na cabeça do garoto. Ia desde biquínis até o nada.

Piscava duro quando os lábios das garotas separaram-se. E sendo despertado pela voz de Lilla de seu mundo imaginário de depravação, Garreth respondeu à perguntada da garota com um sorriso e o polegar direito levantado. O chão parecia querer libertar-se e atracar-se com o céu, como acontecera com as duas campeãs francesas, mas Garreth o manteve firme sob seus pés. Lilla saiu da companhia dos garotos, alegando ir pegar mais bebidas, e Porter, em um momento de masculinidade, disse que a companheira era gostosa. Garreth não aguentou e riu. Cacá com sua cara de boa moça falando daquela maneira era hilário.

Phelipe, o mais novo dos campeões de Beauxbattons surgira, e tão rápido que chegara saiu. Um garoto de Morrigan chegou e pediu um convite vip para uma festa que Garreth não tinha conhecimento. Eledhwen chacoalhou a cabeça, e tudo voltou a girar, mas ainda estava consciente de seus atos, embora seu corpo parecesse mais lento a seus comandos.

Um rapaz loiro apareceu para falar com Cacá, dizendo que lance a três. Porter respondeu que não seria uma boa ideia, já que ela e Lill atentaram uma vez com Garreth e não dera muito certo. Quando foi isso, Garreth perguntou-se arqueando a sobrancelha esquerda. Olhou para a garota e para o rapaz que ali continuava.
– É verdade...– Apenas concordou, desejando ser recompensado depois. Em seguida, um novo sorriso débil surgiu em sua face, imaginando um ménage à trois. Imaginação infinitamente ampliada quando a bela garota deslizou a mão pelo peito do rapaz.

Analisou a cena e parecia que o menino Bertolle, ouvia alguém dize que esse era o sobrenome do rapaz, estava passando do ponto considerado seguro para quem bebia. Embora a noção de Garreth fosse parca. Um bêbado analisando outro bêbado não poderia ser observação consistente. Olhou para Porter, que parecia segurar um cambaleante Jasper. Era a hora de agir.


– Me concede uma dança? Só por diversão, não quero apanhar da Lilla. – Não esperou por resposta. Pegou uma das mãos de Cacá e afastou-se do grupo. Pensando em cada passo enquanto andava quase tão cambaleante quanto Jasper. – Que negócio é esse de você, Lilla e eu? Não que eu não goste da ideia... – Ruborizou. Em sã consciência não seria tão direto assim, talvez nunca conseguisse falar se não fosse pela bebida. Apenas começou a dançar desajeitadamente com a companheira, aguardando por uma resposta.
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Garreth Eledhwen
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