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La Cave

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Re: La Cave

MensagemRomenia [#125873] por Lizzie Lior » 30 Ago 2013, 01:34

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    ...

    Enquanto estava sentada no colo de Thomas, Lizzie sentia o desejo por ele aumentar a cada segundo. A romena queria beijá-lo, sentir o toque de suas mãos por seu corpo inteiro, o calor vindo dele. Tantas sensações e vontades que até a deixavam sem fôlego. Nunca pensou que ficaria nessa situação com o morrigano e já que ambos estavam bêbados, ela iria aproveitar quanto pudesse. Por mais que a situação fosse estranha, a garota de cabelos roxos não pensava em mudar um só segundo. Nem seus melhores sonhos chegavam perto da realidade de estar com o morrigano. Depois dessa noite, provavelmente sonharia coisas muito melhores do que antes, afinal, sentir o toque do garoto em seu corpo era uma das melhores sensações do mundo. A melhor provavelmente seria beijar seus lábios, mas o joguinho entre eles estava bom demais para ter fim.

    Lizzie olhou para os olhos azuis do morrigano quando ele fez uma pergunta. A curiosidade estampada em seu rosto a fez abrir um sorriso encantador. Tanta coisa ela sabia sobre ele. Tantos detalhes que ela poderia ficar horas contando a ele. O sonho da romena sempre foi ser jornalista, então aprendeu a realizar pesquisas de todas as formas. Conseguir informações sobre tudo o que lhe era interessante. Então é claro que ela sabia praticamente sobre a vida inteira de Thomas. Escolheu bem as palavras, mas antes de responder tomou um pouco da bebida do loiro. Menta. Agora seria a hora perfeita para beijar os lábios dele.
    - Sei que você é primo da loirinha que saiu antes de você, que você conseguiu o contrato de quadribol por ter deixado uma garota inconsciente, que tem uma queda pela Porter e que... _Liz fez uma pausa e levou seus lábios até os do loiro - você deve ser uma delicia nu. _quando terminou de falar devolveu a garrafa para ele com um sorriso perverso nos lábios. O jogo estava ficando quente.

    A excitação tomava conta do corpo da romena e ela desejava mais do que tudo roubar o garoto dali. Ninguém sentiria a falta dos dois e se alguém sentisse dele, provavelmente saberia que ele estava com alguma garota. Os dedos de Thomas eram atrevidos e em nenhum segundo ela achou ruim o caminho que eles faziam. A noite só estava começando e já estava bem interessante. Pegou a garrafa mais uma vez e deu uma golada, sentindo o líquido verde descer por sua garganta enquanto ouvia as próximas perguntas. Ergue uma sobrancelha e um sorriso erótico tomou conta do rosto de Lizzie. O sorriso do loiro e o brilho nos olhos dele fizeram a garota entender bem o sentido das palavras dele.
    - Sinceramente? Gosto de fazer as coisas sem pensar, ou no melhor dos casos, improviso. _falou com um tom sedutor na voz e abraçou Thomas pelo pescoço novamente.

    Conforme os conterrâneos conversavam, Lizzie percebeu que era não era a única ficando excitada. Colou mais seus corpos e esfregou seus seios no peito nu do romeno. Seus lábios se roçaram e ela riu quando ambos desviaram do beijo. Quando Thomas a puxou pela bunda, sentiu um volume embaixo de seu corpo. Ergueu uma sobrancelha e passou suas unhas pelas laterais do corpo do romeno. Uma garota normal daria um tapa no rosto do morrigano e sairia dali, mas Lizzie não era uma garota normal. Ao invés de se levantar, a garota apenas apertou a cintura do loiro e sorriu. Ela não sentia vergonha nessa noite e não se importava com qualquer outra pessoa que pudesse estar vendo aquela pegação. Liz não é nenhuma criança e iria aproveitar a noite como uma adolescente comum.

    Com o toque de Thomas, começou a rebolar de forma sensual, fazendo sua intimidade tocar o membro duro do morrigano. Os movimentos de Lizzie eram controlados pelos dois, seguindo o ritmo da música. A romena passou as mãos no peito de Thomas e beijou seu pescoço, depositando algumas mordidinhas enquanto sentia o membro do morrigano crescer. As palavras dele a fizeram rir e sentir-se molhada. Lizzie agradeceu por estar de shorts e não de saia. Voltou a olhar nos olhos do loiro e encontrou um olhar safado.
    - Acho que podíamos ir para algum lugar aproveitar esse 'despertar'. Mas antes, quero fazer uma coisa... _suas palavras sairam carregadas de malícia e desejo. Lizzie pegou as mãos do garoto e as passou por seu corpo. Começou pelas coxas, levando-as para sua bunda, subindo por sua cintura, chegando em seus seios e os apertando, mas jogando os braços dele em suas costas. Viu o desejo estampado nos olhos de Thomas e se levantou, mas quando o garoto fez menção de levantar, ela o empurrou de volta para a cadeira.

    Liz possuía um plano em mente e como por desejo do destino, uma música mais quente começou a tocar. Timing perfeito para começar sua dança especial para Thomas. Ficou alguns passos a frente dele e começou a passar as mãos por seu corpo, chegando aos cabelos. Deu meia volta e começou a rebolar, descendo até o chão e subindo bem devagar. Voltou a ficar de frente para o loiro e colocou um dedo na boca, enquanto passava a outra mão por sua barriga, chegando até seu short. Ameaçou abri-lo e fez sinal negativo com a mão. A romena deu uma volta em torno do morrigano, tocando em seu peito, voltando a ficar em sua frente. Coloca uma perna na cadeira que Thomas esta sentado e passa as mãos em suas cochas, quando vê que o garoto ia tocá-la tira rapidamente a perna dali. Dá mais uma volta rebolando e chama o garoto com o dedo, tendo uma cara totalmente safada estampada em seu rosto. Agora era hora de um show a dois.


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Postado Por: Nara.


Re: La Cave

MensagemInglaterra [#125876] por Auriel Suliver » 30 Ago 2013, 02:53

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Dançar não era uma de suas habilidades, e isto já era algo conhecido. Ainda assim, contentou-se ao lembrar que o Fraco não conseguiria fazer metade das coisas que tinha feito até então. Mudou o foco de sua atenção para Wendy, seu cabelo ruivo dançando ao vento enquanto a garota dançava. Auriel sorriu, deixando-se levar pelo entusiasmo de sua parceira, enquanto tentava alguns passos ruins. “É o melhor que pode fazer? Parece um chimpanzé aleijado fazendo a dança da chuva.” Estar com Wendy era maravilhoso, mas tinha seus “efeitos colaterais”. Um deles era o surto de coragem do Fraco, que o tornava mais irritante ainda do que de costume. Revirou os olhos rapidamente, resistindo ao máximo a vontade de agredi-lo; se o fizesse, estragaria a noite toda. “Se importa de tentar fazer melhor? Não? Claro, você não consegue. Agora, que tal ficar na sua ANTES QUE VOCÊ ESTRAGUE TUDO?” Sentiu sua outra metade encolhendo-se num canto. Sabia que não iria mais ser incomodado.

A música mudou e, aproveitando o ritmo mais lento, Auriel tentou algo que já havia visto Ryan fazer com sua namorada: enquanto dançavam, não era raro ver o primo erguendo sua garota pela cintura e rodando com ela pelo salão. Sempre dava certo, e os dois acabavam rindo, logo avançando para um beijo.
“Se dava certo com eles, por que não pode dar certo com a gente?” Sem aviso, enrolou seus braços ao redor da cintura de Wendy e então tentou o mesmo movimento, erguendo-a o suficiente para que seus pés parassem de tocar o chão. A facilidade com que conseguiu erguê-la foi um pouco surpreendente, mas decidiu deixar para pensar nisso depois, preocupando-se apenas em não tropeçar nos próprios pés enquanto rodava com Wendy em seus braços. Num primeiro momento, o gritinho da garota o fez pensar que tinha assustado ou, pior, machucado sua acompanhante. Os olhos azuis arregalaram-se, e Auriel começou a xingar-se mentalmente, interrompido apenas pelo sorriso da garota e por suas palavras. Será que tinha ouvido direito? Ela realmente disse “isso foi incrível”? Deixou um sorriso nervoso escapar por seus lábios e, instintivamente, seus braços puxaram a ruiva para mais perto de si. – É você que faz tudo ser incrível... – Havia pensado em mais coisas para dizer, mas, quando sentiu os lábios de Wendy nos seus, todas as coisas em que estava pensando desapareceram, como fumaça no ar. Tinha um sorriso imenso no rosto quando pararam de se beijar, e os olhos brilhavam como um par de estrelas azuis. Mas era o sorriso de Wendy que iluminava sua alma, e eram os olhos azuis dela que o tiravam de seus medos e agonias. Pensou, por um segundo, em revelar a existência de sua outra metade, já imaginando a reação da ruiva. “Não, péssima ideia. Ela nunca...”

– Eu te amo, Auriel. – As palavras o pegaram de surpresa. Em sua mente, ele e o Fraco travavam em seus respectivos lugares, sem saberem exatamente o que fazer. “Ela me ama...” Sorriu, sentiu suas bochechas em chamas e aquele sentimento esquisito no estômago, tudo ao mesmo tempo. Seu outro lado parecia sentir a mesma coisa, e ele repetiu suas palavras. “Ela me ama!” Ignorou o que ouviu, ainda perdido em seu devaneio. Os olhos azuis retomaram o foco, e ali ele percebeu que o momento de hesitação – ainda que involuntário – havia lhe custado muito: Wendy corou, e então afastou-se dele, antes que sequer pudesse dizer algo. Correu atrás dela, desviando-se dos outros participantes da festa e temendo perdê-la de vista.

“É tudo culpa sua, seu idiota!” Caminhava apressado, desviando-se de um casal e de alguns alunos bêbados. Trombou em outro aluno mais novo, distraído pela resposta do Fraco. “Culpa minha? Culpa SUA, que ficou ali parado que nem um imbecil! Custava ter...” Sem dar atenção ao outro aluno, Auriel desferiu um tapa no próprio rosto e passou a fitar o vazio. Em sua mente, ele via sua outra metade com a mão na bochecha direita, os olhos cheios de água. Qualquer outra pessoa, no entanto, veria um garoto loiro olhando feio para o nada, com uma bochecha vermelha. Retomou a caminhada, os passos mais apressados dessa vez. – Wendy, espera! Wendy! – Berrava a plenos pulmões, fazendo o possível para ser ouvido por cima da música. Gritou pelo nome de sua namorada mais algumas vezes, e então a encontrou próxima à mesa de bebidas, com um copo em mãos. Divertiu-se por alguns segundos, enquanto ela entornava o copo. Imaginava que ela nunca tinha bebido nada alcoólico antes, e, se realmente estivesse certo, ela teria uma reação um pouco “adversa”. Acertou em cheio quando Wendy engasou-se.

– Ei, vai com calma. Essa porcaria não é pra beber assim. – Ajudou a ruiva a desengasgar, e então sorriu-lhe novamente. Tomou as mãos dela nas suas antes de falar. – Não precisava ter saído correndo daquele jeito. Eu também te amo. – As palavras saíram com uma facilidade que ele jamais achou ser possível. Seu sentimento, apesar de forte, era simples: amava Wendy mais do que qualquer coisa nesse mundo. Amava seu sorriso, seus olhos, o jeito com que ficava envergonhada, sua timidez e, acima de tudo isso, amava o fato de que ela não o temia, desprezava ou escarnecia, como as outras pessoas faziam. E, por conta disso tudo, ela era a pessoa mais importante em sua vida. – Eu sei que eu sou estranho, e eu também sei o que as pessoas dizem de mim, mas eu não me importo...eu só me importo com você, Wendy. Eu te amo. – Trouxe-a para mais perto de si, arrependendo-se de ter dito que era estranho. Era tarde demais. Remediou a besteira envolvendo seus braços na cintura da ruiva e então puxando a garota para mais outro beijo. Nada mais importava agora.
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Re: La Cave

MensagemWales [#125882] por Lucy M. Dorren » 30 Ago 2013, 10:51

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Olhava intensamente para o espelho pensando em um penteado adequado para a minha volta para Hogwarts. Sentia-me ao mesmo tempo em que animada para mais um ano no instituto de magia, parte da minha mente relutava em voltar para aquele lugar de pessoas falsas e esnobes... ok, eu também era uma... De fato, mas a diferença era que eu criara essa imagem para afastar más companhias. Ninguém merece ter que aguentar gente mal encarada, realmente estupida, e ainda ser simpática com ela? imagine se ela quisesse passar o ano ao meu lado! A distância e a frieza era o melhor escudo para afastar gente desse tipo, assim passo o maior do tempo sozinha estudando, me concentrando, treinando, em vez de forçar assunto com pessoas que não tem um intelecto compatível com o meu.

Voltando ao espelho, não pude deixar de notar a minha pele, como ela estava linda, não precisava mais usar base para esconder aquelas espinhas malvadas. Meu cabelo ainda estava desarrumado, e a maquiagem ainda tinha que ser escolhida para a ocasião. A roupa? Depois penso nisso, o rosto é o artificio mais importante para ser notada, não só pelos garotos, como também pelas meninas, sim, causando inveja estarei me colocando em um lugar acima delas, ou seja, todas pensam que são melhores que as outras, mas ao me verem passar, ficarão espantadas pela beleza de meu rosto mais bonito de todas essas burguesinhas de baixa categoria. Cabelo feito, maquiagem pronta e vestido escolhido, estava na hora de ir. França era uma bela cidade, o que me deixava realmente triste era que meu pai se recusara a me acompanhar no aeroporto. Até pensei em aparatar, mas ele me proibira usar em mundo de trochas.... tão antiquado.

A festa estava animada, pessoas dançando no meio do salão, outros tímidos sentados, e os apaixonados se beijando nos cantos. Parecia um ambiente adequado para conhecer novas pessoas..... só um momento! O que eu acabei de pensar? Conhecer pessoas? desde minha entrada à Hogwarts até ano passado eu me recusava de qualquer interação... o que estava acontecendo comigo? balancei de leve a cabeça e coloquei a mão sobre meu rosto, estava com febre? Não. Acho que chega certo momento da vida que precisamos procurar companhias e manter um padrão social. Não precisaria necessariamente ser falsa com as pessoas, apenas ser agradável e ser agradada..... Isso conclui toda a minha fuga por falar com os outros, mantendo distância que seremos respeitados, acho que não.... se mantermos distancias seremos excluídos... Não teríamos contatos para manter caso precisaríamos de algo no futuro.

Fui para o meio das pessoas dançando e me deparei com vários meninos bonitos, uns até dava receio de olhar de tanta beleza. Olhei para o alto e respirei fundo, desejava encontrar alguém que conhecia. Voltei a olhar para os lados e me deparei com um menino loiro, seu rosto era amigável, e bonito... Muito bonito. Desviei o olhar ao perceber que também estava olhando para mim. Voltei a olhar, mas agora apara analisar o seu corpo, nada mal. O problema era que ele tinha percebido e saído do seu canto indo em minha direção. Arrumei rapidamente meu cabelo e olhei para o lado tentando ignorar o que estava acontecendo. Uma abordagem direta com um garoto em uma festa, tão rápido, não sabia que era tão boa nisso, mesmo não sabendo direito o q eu tinha feito.

Ele me deu um leve abraço com um braço pois no outro estava um copo de bebida alcoólica. Dei um leve sorriso amarelo e olhei fixamente para seus olhos, me pareciam familiar, eu o conhecia?
– oi.– apenas disse isso a espera de que ele dissesse algo.


interação: Lucian, acho...Jean o/
roupa: here!
obs: não revisado :)
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Postado Por: Gaby.


Re: La Cave

MensagemRomenia [#125905] por Thomas Constantine » 30 Ago 2013, 21:15

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Fala
Narração

NOITE DE FESTA – CAP.5


As coisas já não estavam mais estranhas, estavam eram perigosa. Afinal, quem era aquela garota? O que queria de mim. Bem, essa era a pergunta que eu devia fazer a mim mesmo, porém, o álcool já não me permitia raciocinar da forma que deveria. A garota de cabelos roxos era deliciosa e seu jeito sensual me fazia subir pelas paredes. Senti o volume de minha calça aumentar e soltei um doce gemido em seu ouvido. – Sabe bastante hein... Mas, não tenho uma queda por Porter. – Menti, brincando com minhas mãos nos seios da menina. – De onde me conhece? – Quis saber, mas logo já não era mais necessário. A frase da menina havia me deixado surpreso, sem palavras. Mas não perderia aquele duelo. – Você também deve ser uma delicia nua. – Rebati, colocando um sorriso canalha em minha boca.

Senti os seios da estranha em meu peito, acho que ela chamava Liz, se não chama, assim se chamará. Como eu dizia, senti seus seios tocarem meu peito e fiquei ainda mais aceso. Liz havia percebido minha excitação e usava aquilo a seu favor. Colou ainda mais nosso corpo e rebolou em cima do meu membro rígido, o fazendo pulsar suavemente. Fiquei doido naquele momento. Desejei arrancar a roupa dela ali mesmo, fazer dela minha mulher naquela noite.

Os lábios da jovem tocarem meu pescoço e me arrancou um novo gemido. A coisa estava se complicando, o jogo estava completamente a favor da estranha. A olhei com um sorriso safado, com um brilho sapeca em meus olhos e deslizei meus dedos por sua face. Lizzie era uma menina bonita, digna de chamara atenção de qualquer um. Mas, naquela noite ela seria minha e esse fato não seria mudado. Apertei sua cintura com convicção e levei meus lábios até sua orelha, dando uma mordida suave na pontinha da mesma, passando minha língua por seu pescoço em seguida.
– Menina travessa... – Sussurrei... – Claro que podemos ir para um lugar qualquer.. Principalmente se você for ficar nua...


A luxuria e a malicia era evidente nas palavras da menina e aquilo me agrava. Muito. Lizzie pegou minhas mãos e começou a deslizar por seu corpo. Senti sua bunda entre meus dedos, suas coxas. Por fim cheguei aos seus seios, momento que abri um sorriso perverso, envolvendo os mesmos entre meus dedos. Eram durinhos, gostosos de apalparem. Seria um convite? Se fosse eu estava dentro. Tentei me levantar da cadeira, mas fui impedido pela mesma. Ao que parecia alguém faria um show. A menina de cabelo roxo começou a dançar na minha frente, de forma sensual, sedutora. Pirei! Queria levantar, dançar com ela, pegá-la de jeito. Mas, aquele era o momento da romena. Observei ela rebolar conforme o ritmo da musica exigia, ficando completamente hipnotizado pelo remexido de sua bunda. – Gostosa! – Disse, dando uma piscadela para a menina, a qual brincava com suas vestes, ameaçando tirar seu short. Uma cena linda de se ver.

O dedinho pervertido de Liz me convidou para brincadeira, acho que agora o show seria em dupla e também gostei daquilo. Sem hesitar, saltei da cadeira, agarrando a romena pela cintura. A girei, deixando-a de costas para mim. Meus braços envolveram sua cintura e minhas mãos percorrerem por todo seu corpo. Novamente senti seus seios entre meus dedos e gemi em seu ouvido. Mordisquei seu pescoço e o beijei de forma quente, sentindo cada pelo do corpo da menina se arrepiar. Lizzie estava tão excitada quanto eu e aquilo apenas dava um tempero especial para o jogo. Senti que o final da música se aproximava e girei a jovem novamente para mim. Nossos olhos se encontrá-lo e um novo sorriso brotou em minha boca. Minhas mãos passearam uma vez pelas curvas dela e a puxei para mim, colando meu corpo no dela. O jogo já havia chegado final. Meus lábios estavam colados nos de Lizzie, em um beijo quente e recheado de luxuria.
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Re: La Cave

MensagemInglaterra [#125908] por Yanick Reymond » 30 Ago 2013, 23:49

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Festa... Nunca havia ido a uma festa. Nem mesmo em Hogwarts. Aparentemente sempre que havia uma festa, algo o tirava das proximidades do evento. Daquela vez não. Naquela ocasião não havia nada nem ninguém que o impedisse. Até mesmo porque era um evento clandestino, como a própria Joanna e o próprio bilhete em seu colchão descrevia. O dia amanhecera rapidamente. Rapidamente para Lucian que fora dormir por volta das três e meia da manhã, porque para os que se deitaram cedo a noite foi longa. Por sorte o lufano pode descansar por horas após a alvorada.

Eis que é chegada a hora. Banho tomado, todo cheiroso. Era o momento de Lucian mostrar o seu lado mais sociável para a sociedade estudantil. Colocara sua calça jeans preta um tanto justa, sua camisa da Saint Kidd por baixo de uma camisa de manga xadrez e uma jaqueta jeans. Como de costume, pegara sua tiara e prendera o cabelo. Sentia-se bem daquela forma. Nada de roupa de gala. Era o seu estado rebelde que queria aflorar naquele momento. Saiu do acampamento de Hogwarts, indo em direção contrária das proximidades de Beauxbatons. E lá estava, depois de passar por uma estrada de pedras, chegara à caverna. Eis que era exatamente o que imaginava que poderia ser. Uma festa CLANDESTINA DE FATO. Bebidas, mulheres, até bad boys.

A festa parecia já ter começado a algum tempo. Observava por todos os lados alguns casais. Todos desconhecidos. Buscava algum rosto que pudesse ter um contato, falar sobre algo comum. Tipo ALGUÉM DE HOGWARTS. Procurava pro Joanna, mas pelo visto ela não estaria ali. Talvez estivesse dando ‘uns pegas’ em alguma menina. Por vezes viu Alyssa por ali junto a outro grupo de alunos mais velhos. Certamente não seria o tipo de contato que Lucian gostaria de ter. Fora para próximo das bebidas. Coquetéis, batidas, Whisky.. Refrigerantes...
“Ah cara... Se estamos aqui, vamos extravasar.” Lucian pegara um copo com um coquetel. Pegara outro. Pegara mais um. Enfim a festa começava a ficar boa. A movimentação aumentava, as danças começavam a serem mais sensuais. A boy band começava a fazer o clima esquentar naquela caverna.

Os olhos azuis do jovem Thor ainda buscavam alguém conhecido. E lá, no meio dos que dançavam estava ela. Era familiar seu rosto. Havia uns dois anos, sim exatamente dois anos que o próprio Lucian deixara de ir à escola que não a via. Mudara um tanto. Começava a ser mulher. Atributos que os garotos começavam a observar. Vestia-se para isso e isso atraia a atenção. Certamente deveria ser uma das mais, senão a mais, bem vestida e apresentada da festa. Seu vestido branco com alças sobre os ombros faziam com que a mente do lufano maquinasse a respeito dela. Lucy... Lá estava ela. Talvez ela não lembrasse muito dele, mas, um garoto jamais esquece uma beleza como aquela. Olhava-a com certa pretensão, analisando cada movimento seu. Qualquer sinal que indicasse que ela estava abrindo espaço para que ele se aproximasse.

Uma música um tanto sensual começara a tocar. Alguns casais formados ousavam a dançar de modo lascivo. As meninas dançando de costas para os rapazes, algumas até se esfregando. Por algumas vezes os olhares dos dois se encontraram. Movimentou-se um pouco indicando que sairia do lugar. O fato era que, se você estiver flertando com uma mulher e ela ficar ajeitando o cabelo, meu amigo, esse é o sinal de que você pode se aproximar dela. Por mais que ela tente disfarçar, olhar para o lado, tentar ser difícil, mas ela deu brecha para começar o jogo de sedução e conquista. Afinal, ali era um baile clandestino, onde o organizador deixou bem claro que poderia ali sair pessoas completamente desprovidas de seus pudores e libidos. Lucian tinha em mente que deveria ter moderação em sua libertinagem, porém deveria agir e tentar.

Aproximou da garota com cautela, porém ousadia. Uma de suas mãos estava com um copo de batida de qualquer coisa batizada com vodka ou... Tanto faz, era alcoólico. A outra mão que estava desocupada, Lucian levou a cintura da garota e a abraçou, trazendo delicadamente, deixando claro para ela que caso não quisesse poderia desvencilhar-se. Mas os olhos dela demonstravam que ela estava ali para se divertir. E ele certamente daria a diversão que ela queria. Quem sabe mais? A diversão que ela poderia ter curiosidade de ter. O olhar da menina procurou o dele no momento em que falou, buscando alguma resposta dele.
– Oi. Você quer dançar? Me chamo Lucian... Já estivemos na mesma sala, Lucy. A voz do garoto saiu suave. Aproximou o rosto do dela, buscando o ouvido dela. – Você ta muito sexy e bonita nesse vestido. Posso dizer com categoria que é a melhor nesse salão. A mão que segurava a garota pressionou levemente o corpo dela contra o seu. A proximidade de seu rosto fez com que sentisse a garota ruborizar e esquentar o corpo. Talvez ele estive se apressando demais... Talvez... Ali era só uma chamada para uma dança e um elogio, nada além disso...


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Postado Por: Jean Bispo.


Re: La Cave

MensagemRomenia [#125909] por Lizzie Lior » 30 Ago 2013, 23:57

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    ...

    Essa noite estava sendo totalmente diferente do que Liz poderia ter imaginado. A romena tinha tirado a sorte grande e agora via o morrigano andar em sua direção. A dança sensual havia dado o resultado esperado, principalmente pela rapidez que o garoto se levantou e chegou a sua direção. Lizzie abriu um sorriso sedutor quando sentiu as mãos de Thomas em sua cintura. Agora as coisas ficariam ainda melhores, da forma com que a romena havia imaginado. Enquanto sentia o prazer aumentar junto do tesão, Lizzie imaginou se haveriam outras pessoas vendo aquele pequeno show sensual, no momento em que ia olhar em volta, foi impedida por Thomas que a fez girar, ficando por fim de costas para ele. Sentiu o corpo do romeno e empinou o bumbum por um momento. As coisas estavam ficando quentes entre os conterrâneos.

    Os braços do morrigano envolveram a cintura de Lizzie e ela aproveitou para arranhá-los com suas unhas cumpridas. Suas mãos acompanharam os do loiro por seu corpo e ela abriu um sorriso malicioso quando novamente as mãos do garoto chegaram a seus seios. A romena já havia percebido que o loiro tinha uma queda por seios e em particular pelos seus. Alguns pensamentos pervertidos passaram pela mente da garota que jogou o pescoço para o lado assim que ouviu o gemido do romeno, seguido de um beijo delicioso em sua pele. Esse toque a fez se arrepiar por completa e acabou soltando um gemido baixo de prazer. A excitação da romena estava cada vez maior e ela não sairia dali sem pelo menos um beijo do garoto. Novamente se empinou e se esfregou no membro rígido do garoto, fazendo esse jogo se tornar mais prazeroso para ambos.

    Desceu seu corpo e subiu encostada no corpo do morrigano, brincando com as mãos dele por seu corpo. Percebeu que a música estava chegando ao fim e beijou o pescoço do garoto enquanto esse apertava sua cintura. Mais uma vez foi girada, mas dessa vez o loiro a deixou de frente. Os olhos azuis de Lizzie encaravam os olhos de Thomas. Não era preciso nenhuma palavra para ambos entenderem o que aconteceria a seguir. O sorriso que o loiro abriu fez à romena rir, ela estava apaixonada por esse sorriso e também pela boca do garoto. Seu desejo de beijar seus lábios aumentando a cada segundo. Quando foi puxada por ser par e sentiu seu corpo colado ao dele, Liz jogou seus braços em torno do pescoço do garoto, diminuindo a distancia entre suas bocas. Tocou a nuca de Thomas e fechou seus olhos bem no momento em que o jogo havia terminado. No momento em que finalmente o beijo aconteceu.

    O beijo que se seguiu foi quente e erótico. As mãos de Thomas apertavam o corpo de Lizzie com urgência e tesão, fazendo-a gemer algumas vezes. A romena também aproveitou e desceu as mãos pelas costas de seu par, arranhando-a com desejo. O beijo era completamente feito de luxuria, desejo, excitação. Os conterrâneos se agarravam em meio a festa, mas pelo jeito nenhum deles sentia vergonha. Lizzie empurrou o corpo do romeno até a parede da caverna e tirou a capa do garoto. Apertou seus braços e começou a descer seus lábios pelo pescoço dele. Deu uma mordida em seu pescoço e voltou para os lábios do garoto. Deu-lhe um selinho e sorriu quando encontrou os olhos azuis do garoto. Lizzie estava sem fôlego e sentia necessidade de sair dali com o garoto.

    - Não é apenas seu corpo que é gostoso então..._suas palavras saíram de forma sensual e apertou a cintura do garoto. Seus corpos ainda estavam colados quando desceu sua mão chegando até o membro rígido do morrigano, apertando-o por cima da calça. Abriu um sorriso pervertido e riu de forma calorosa. - Que tal se formos aproveitar fora desse lugar? Algo mais a dois... _perguntou com uma malicia imensa na voz. Agora era hora dos dois aproveitarem de forma mais íntima. Ouviu as palavras do romeno e o brilho de seus olhos aumentou. Ficou de costas para o garoto e andando conforme era guiada. As mãos do garoto não largavam sua cintura e ela andava rebolando apenas para deixar o jogo mais excitante. Não importava para onde o garoto poderia levá-la, se estivesse com Thomas, Lizzie iria até para o inferno.


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Smiles to Bacchus. Chapter 01.

MensagemItalia [#125914] por Ikarus Mythology » 31 Ago 2013, 02:32

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Smiles to Bacchus
Chapter 01.


                O italiano segurava nas mãos o convite que encontrara destinado ao “Sr. Mythology” sobre a cama. Bailes são uma demonstração de poder. Bailes são como a classe governante mostra que tem coragem, Belerofonte!– a frase que seu avô costumava dizer veio à cabeça do menino tão logo ele leu as primeiras palavras que estavam escritas ali. Embora a ideia de ir a um baile clandestino não agradasse à mente politicamente correta do corvino, não havia como negar que aquela poderia ser uma experiência interessante. Mesmo sabendo que os bailes modernos, muito menos os clandestinos, não eram tão grandiosos quanto aqueles a que seu avô costumava se referir, o menino sabia que festas eram sempre ótimos lugares para conhecer pessoas e criar laços que lhe poderiam ser úteis em algum momento futuro. O tal Baile Clandestino estava sendo organizado pela “Dupla Real”, que o corvino não fazia ideia de quem poderia ser, mas suspeitava que não pudesse se tratar de alguém de Hogwarts, afinal, nunca havia sequer ouvido falar da mesma nos seus dois anos na escola de magia. – Seja lá quem for, precisa aprender algo sobre a data em que convite devem ser mandados. Como podem fazer algo tão em cima da hora?– falou consigo mesmo numa voz que era quase um sussurro e jogou o envelope em cima da cama. Precisava se apressar, pelas suas contas, tinha menos de duas horas para se arrumar e encontrar o local da festa, La Cave.Onde, pelo Estige, existe algo com o nome de ‘Le Cave’ aqui? – a memória do Mythology tentou buscar algo que o fizesse se lembrar de algum lugar assim, mas nada foi encontrado: ele ainda era um completo perdido nos terrenos de Beauxbatons. Contudo, sem se preocupar tanto com isso, deixou o convite sobre a cama e, após pegar seus pertences de banho, seguiu para o banheiro, que, por sorte, estava vazio.

                Quando saiu à praia, o choque térmico entre a agradável temperatura no interior da tenda e o calor do verão francês atingiu em cheio o corpo do garoto e o fez arrepiar, e essa sensação lhe pareceu estranha. As altas temperaturas que encontrou na ilha francesa fizeram Eric esquecer as peças de roupas mais pesadas no fundo de seu malão, mas, para aquela noite, resolveu “desenterrar” uma camisa e uma calça jeans claras de lá. A manga comprida da vestimenta superior estava dobrada até pouco abaixo do cotovelo e alguns acessórios de corrente complementavam a simplicidade da calça, os tênis pretos escolhidos finalizam o look festivo, porém simples para o baile. Escolhera usar algo mais despojado naquele dia, embora preferisse vestir-se mais formalmente, sabia que todo bom bruxo deveria se adequar ao ambiente em que estava e não imaginava que o baile da “Dupla Real” fosse importante o suficiente para valer o trabalho de buscar seu traje a rigor no meio de tantas outras peças mais fáceis de serem encontradas. Recuperado do choque das temperaturas, o menino seguiu o caminho em direção ao castelo, sua intenção era perguntar a localização da tal caverna a alguém que estivesse passando. Antes de chegar ao castelo, contudo, ainda na praia, ele avistou uma estudante de cabelos dourados caminhando em sua direção. Ela carregava um broche roxo no peito – Beauxbatons! – o pensamento foi rápido e Eric se apressou na direção dela. – Pardon. Comment je fais pour aller à La Cave? - a estadia na França havia contribuído significativamente para a melhoria do francês que o garoto treinava desde pequeno por conta da família materna. Ao pronunciar a frase em que perguntava como chegar ao lugar chamado de “La Cave”, o italiano tentou ao máximo disfarçar o sotaque nativo, mas, a julgar pela expressão de riso da menina, a tentativa foi frustrada. A garota indicou a direção que o corvino deveria seguir e complementou dizendo que não precisaria se preocupar, pois acabaria encontrando alguém no caminho que seguiria também para o baile. Eric agradeceu e ensaiou um sorriso gentil para a menina, que continuou seguindo o trajeto que fazia antes de ser incomodada. O aluno de Hogwarts, por sua vez, resolveu seguir o caminho oeste, na tentativa de encontrar a referida caverna.

                No momento em que entrou na caverna, após ter seguido um grupo de garotas que se dirigiam ao mesmo lugar, o italiano concluiu que aquela “Dupla Real” possuía, no mínimo, bom gosto, isso era indiscutível. A música estava alta, mas nem um pouco desagradável; a iluminação estava otimamente disposta e permitia uma visão ampla do lugar, Eric não deixou de reparar que haviam pontos estrategicamente deixados sob a escuridão nos cantos daquele cenário; quanto às pessoas: Vamos ver o que esse lugar me reserva! – ainda parado à porta, o corvino ajeitou a roupa e passou a mão levemente no cabelo, preocupado em não desarrumar o penteado que fizera. Enquanto atravessava o salão, o garoto reparava nas pessoas à sua volta, alguns mais extrovertidos dançavam com ou sem ritmo no centro do “salão improvisado”, outros se reuniam nos cantos e conversavam despreocupadamente, mas havia ainda aqueles que se agarravam nos cantos escuros da caverna, desses só era possível serem vistos os vultos de seus corpos ou uma ou outra mão que acabava sendo flagrada pela luz. O moreno se surpreendeu com o comportamento razoavelmente normal dos ali presentes, afinal, para um baile clandestino, ele esperava uma atmosfera muito mais... "Encantada pela magia dos poderes de Dionísio". Até chegar à mesa, Eric cumprimentou com um sorriso cordial aqueles que já conhecia e passavam por ele no caminho, contudo a maioria ali ainda lhe era estranha, mas aquela era a oportunidade para mudar isso. Quando chegou à mesa de comes e bebes, ele percebeu que a parte que se referia aos “comes” havia sido propositalmente esquecida pela “Dupla” organizadora e revirou os olhos com isso. Graças à rígida criação, ele havia se acostumado a enxergar o mundo sob a ótica do pensamento conservador e a ideia de estar junto a jovens bruxos irresponsáveis e bêbados dentro de uma caverna não lhe pareceu algo muito conveniente para a reputação que estava tentando construir, mas já estava ali e não iria voltar para a tenda sem tirar ao menos algum proveito de sua ida. Encheu um copo com um líquido azul gelado e levou o drink à boca, o gosto acre do álcool queimou sua garganta e já se sentiu um pouco enjoado. Ele não estava acostumado a beber, nas poucas ocasiões em que havia ingerido algo do gênero, fora vinho diluído em água. Contudo, não jogou o resto do conteúdo do copo no chão, sabia que poderia aguentar beber aquilo, bastava não ir com muita sede ao pote.

                Encostado em uma das paredes frias da caverna, com o copo na mão e se balançando um pouco no ritmo da música que tocava, o italiano observava todos à sua volta, em busca de alguém por quem pudesse começar a interagir de fato naquele lugar. Chegou a ver algumas pessoas interessantes, mas nenhuma delas parecia lhe chamar a atenção... A imagem da ruiva surgiu em sua cabeça e trouxe um pouco de tristeza ao garoto, a sonserina havia simplesmente desaparecido de Hogwarts desde o ano passado e ele não fazia ideia de onde ela poderia estar. Ele permaneceu perdido em seu devaneio por algum tempo, até ser de volta trazido à realidade pela cena que distinguiu de longe: duas garotas se beijando. Embora não as conhecesse, sabia que se tratavam das inconfundíveis campeãs de Beauxbatons: a morena Cacá Porter e Lilla Vanderhoff dos cabelos azuis. Um sorriso maroto percorreu os lábios de Eric e ele sentiu uma leve contração no baixo do ventre do corpo ainda infantil enquanto admirava as duas alunas da escola francesa. Apesar da rigidez com que sua família o criara, os Mythology jamais se interpuseram contra os relacionamentos homoafetivos, na verdade, reconheciam a importância dos mesmos para o autoconhecimento e descoberta da própria identidade de cada ser como indivíduo sexual. Obviamente, o comportamento não era encorajado publicamente e nunca foi dito diretamente, mas o primogênito da família foi capaz de chegar a essa conclusão a partir da leitura de alguns livros e das próprias histórias dos deuses que adorava. Contudo, essas experiências da juventude não deveriam ser mantidas para sempre, a Casa dos Mythology arranjava os casamentos de seus filhos, especialmente os primogênitos, entre famílias nobres e de boa reputação e, ao que parecia, não mudariam de postura tão cedo. Eric ainda não sabia julgar se aquilo seria um prejuízo em seu futuro, mas preferiu não pensar sobre aquilo naquele momento, afinal, seu copo já estava seco e ele sentia uma estranha vontade de dançar. Naquele momento, ele viu uma garota de cabelos coloridos em rosa passar por ele, mas não reparou se ela estava ou não acompanhada. Acho que vou pegar um pouco mais daquele negócio azul. Achei gostoso e não deve ter nenhum problema. E eu posso oferecer um copo a essa menina. Ela é bem bonita, eu achei. – o pensamento passava estranhamente embaralhado por sua cabeça enquanto ele seguia em passos meio embolados, mas não exatamente desajeitados, para a mesa central de bebidas. Não sabia por qual motivo, mas estava sorrindo despreocupado...


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Re: La Cave

MensagemFranca [#125925] por Garreth Eledhwen » 31 Ago 2013, 22:33

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– Oi? – Indagou quando Porter lhe perguntara se alguma vez já cheirara pó de flu. Arqueou as sobrancelhas e a garota respondera a sua pergunta, dizendo que agarrara Lilla devido ao clima pesado que sentiu. Mas Garreth não sentia peso, sentia tudo flutuar e em um vislumbre do álcool afetando sua visão apareceu, quando ele viu duas Cacás dançando graciosamente a sua frente. Tentava acompanhar o ritmo da música com a mesma graça da colega, mas a dança da garota era hipnotizante e somando a falta de prática com a bebida era difícil fazer qualquer movimento gracioso.

A inglesa rodeou o brigitiniando, passando a mão por seu peito uma segunda vez. Garreth não sabia se a pequena Porter tinha consciência do poder que exercia sobre a mente masculina. Sentiu o sangue correr mais rápido para dar forma a partes que faziam uso do líquido escarlate para ganhar forma madura. O queixo pareceu pesar e tudo ao redor de Cacá saiu de foco. A bebida afetava a audição, mas era bela a sintonia entre os movimentos de dança da garota e a música. Garota alguma chegava perto da graça demonstrada por Porter nas artes dançantes. Continuaram dançando com a campeã de Beauxbattons instigando o colega a acompanha-la com toques, e Garreth o fazia, embora sem consciência. Apenas mexia o corpo em ritmo aleatório para acompanhar a hipnotizante Cacá Porter.


– Subir no palco? – Parou com os movimentos de dança de súbito. Cacá lhe pedia para ir ao palco, levar as garotas à loucura. Poderia fazer isso. Devaneou por ínfimos segundos. Imaginou-se dançando apenas de cueca sobre o palco. As calças seguras pelas mãos e sendo arremessadas para um mar de garotas adiante. Entre elas, pode ver Cacá e Lilla, que lutavam com as demais para chegar até onde estava e ter uma lasca. Piscou duro e viu os olhos brilhantes da amiga, seria impossível negar-lhe um pedido com um olhar tão... intenso. Não soube de onde, mas arrumou mais um copo de bebida e virou de uma só vez. Girou nos calcanhares para que Porter não vise a careta que fizera ao engolir tudo e quase vomitar em seguida. Chacoalhou a cabeça, sentindo o efeito quase que imediato da bebida. Abriu um sorriso e já ouvia Cacá gritar por Phelipe no ambiente que parecia dançar mais do que aquelas que se encontravam em seu interior. Achou o colega de Tribruxo dançando com uma garota mais nova e puxou-o para junto de si.

– Sei que ela é bonitinha, mas é nossa chance de impressionar Cacá e Lilla. E eu sou muito mais elas, entende? – Juntou ambas as mãos e colocou-as frente ao tórax, querendo sinalizar que possuíam mais comitiva de frente do que qualquer garota mais nova que conseguissem arrematar naquela festa. Sentia o recinto traiçoeiro dançando sob seus pés, mas manteve a postura e sem cair foi como Phelipe até o palco. Seja lá de onde vinha o som ele parecia adaptar-se para os garotos. Uma música mais dançante e com uma letra bem condizente ao que se passaria a seguir começou a tocar e sem ter consciência do que fazia Garreth começou a dançar.

Começou batendo o pé direito a beira do palco, com o braço do mesmo lado fazendo movimentos horizontais. A musica começou a ficar mais solta mexia todo o corpo, a cintura, os ombros, ambos os membros superiores. Girava, aos poucos desabotoava a camisa, e na segunda vez que a canção passava pelo refrão já havia decorado essa parte. Despiu totalmente a parte de cima de suas vestes, deixando a mostra seu tronco magro, ausente de músculos e gorduras, mas com carne o suficiente para esconder os ossos das costelas. Com a mão direta segurava a camisa, que rodava acima da cabeça, para depois ser solta e lentamente planar para o chão.
– I’m sex and I know it!


Obs.: Não revisado puramente por preguiça
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Garreth Eledhwen
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Re: La Cave

MensagemReino Unido [#125927] por Noah Hargreeves » 01 Set 2013, 00:03

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{ say anything you want i turn the music up cause baby we aint going no-oh-oh where i leave
IT ALL BEHIND TO BE WITH YOU TONIGHT AND EVERYBODY'S SCREAMING OH OH OH OH OH YEAH OH YEAH OH YEAH }


    Trancado. Ele estava trancado. Tão preso quanto um criminoso deveria estar, sem permissão de sequer ver o lado de fora daquele quarto. Era fácil mantê-lo assim. Ao contrário de sua irmã, ele não se rebelava. Não apresentava resistência. Ao contrário de sua mãe... Ao contrário de seu pai. Seu pai... As lágrimas quase abriram caminho por seu rosto ao pensar no pai. Ele não era o filho que Henri havia desejado, e sabia disso, por mais que seu pai o amasse. Ah, ele amava, sempre deixara isso bem claro, no entanto... Alicia sempre fora a “filha prodígio”, e ele sempre fora o que preferia abster-se de qualquer situação. Dócil, maleável. –“Você quer ser assim? Quer continuar sendo assim? Até quando?”– Perguntou a si mesmo, apertando as mãos em punhos como que por reflexo. Ele estava trancado em um quarto escuro, enquanto sua irmã estava em alguma espécie de festa, a qual ele não tivera permissão de ir por que não intimidava os demais como a garota fazia. Como ele nunca fizera. –“Nunca é tarde demais para começar eu suponho. O quanto você quer ver a sua irmã esta noite?”– Muito, ele supunha. Não a via há tanto tempo... Estavam os mantendo propositalmente separados, e ele não gostava daquilo. Sabia que ela também não gostaria. Sim, precisava vê-la. Verificar que ela estava bem. Verificar se ela estava bem? Por favor, era tão óbvio que estava. Ele deveria estar mais preocupado com quão bem Jerremy estaria. Bem, de qualquer forma, já se decidira. Decidira-se o suficiente para aceitar enfrentar a ira de seu avô mais tarde, quando ele descobrisse o que o neto fizera. Estremeceu por um momento pensando naquilo, mas não deixaria que o temor o fizesse mudar de ideia. Não daquela vez.


    -Asth– Chamou baixinho, temendo que pudesse ser escutado por alguém além do Elfo. Felizmente, não fora, e o servo rapidamente atendera ao seu chamado. –Está tudo bem? Você sabe... Lá em casa– Perguntou, com a voz tremendo levemente. A casa dos seus pais... A casa onde crescera, e da qual sentia uma imensa falta. Perguntou-se quando a veria novamente... –Tudo como deveria estar, Senhor.– A criatura respondeu, com uma leve reverencia. Henrique assentiu, levantando-se do canto escuro onde estivera sentado –Asth, você pode... Tirar-me daqui? Somente por algumas horas. Levar-me até onde a Alicia está. Preciso falar com ela...– Justificou-se, embora não precisasse, é claro. O Elfo assentiu prontamente, oferecendo sua mão a garoto, que aceitou-a embora sua própria tremesse. Sabia que o quarto estava vazio, mas ainda olhou ao redor várias vezes pra certificar-se de que não seria pego fugindo, até que desaparecesse.


    O Elfo deixou-o nas proximidades de onde a irmã supostamente estava, e o garoto – depois de agradecê-lo – seguiu o restante do caminho a pé. Aquilo não era típico dele, aquele tipo de atrevimento, desobedecendo a uma ordem direta e dando o fora de onde deveria estar. Era a primeira vez que o fazia, e, estranhamente, sentiu uma enorme sensação de liberdade preenchê-lo. Gostava daquilo. Sim, realmente gostava, e logo estava sorrindo enquanto adentrava ao local onde estava acontecendo a tal festa. Agora que já iria mesmo se meter em problemas de qualquer forma, não deixaria que fosse em vão. Identificou Jerremy a um canto, mas não aproximou-se dele, apenas seguindo o olhar apavorado – qual seria o motivo? – do mesmo, até deparar-se com a irmã. Alicia... Dançando... Com uma garota? Em que espécie de mundo paralelo ele fora inserido? Aquilo não parecia fazer muito sentido, mas hey, o próprio fato de ele estar ali também não o fazia, e, além disso, ela parecia estar se divertindo. Se divertindo de verdade, e ele realmente gostou de ver aquilo –Não vou incomodá-la então...– Decidiu, indo postar-se a um canto qualquer e servindo-se de uma bebida. Aquela parecia ser uma noite deveras incomum, e, por alguma razão, enquanto sorvia todo o álcool de uma só vez, teve a impressão de que até o amanhecer ainda haveria se tornar-se muito mais.



{...................................................................}



{Word Count: 668 Words.}
{Interaction With: Asth (Elfo Doméstico - NPC).}
{Tags: Henri San Renard (NPC). Leah Reinhardt (NPC). Jeffrey Reinhardt I (NPC). Alicia San Renard. Jerremy Sem-Sobrenome (NPC). Katherina Ayesha Kiselev.}
{Music: Oh Yeah - Big Time Rush.}
{Wearing: Não sei, nem quero saber.}
{Notes: Ficou muito ruim, tipo, muito mesmo, mas dane-se. Só fiz por fazer, não vou registrar por que eu não quero, mesmo que valha 12 goldens, e não conheço o personagem ainda, e não estou interagindo com ninguém, e é isso.}
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Noah Hargreeves
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Re: La Cave

MensagemItalia [#125947] por Jasper Bertolle » 01 Set 2013, 22:21

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      IN THE MIDDLE RIGHT NOW! #O6
      (WHEN YOU READY COME AND GET IT)

                      Existem muitos benefícios em ser um bruxo e conhecer bons encantamentos. Você pode fazer coisas rápidas e eficientes, coisas essas que podem melhorar qualquer empecilho que esteja lhe perturbando. Eu no momento precisava ficar limpo, tirar aquela cara de bêbado que acabou de vomitar, organizar as vestes e os cachos, além de conseguir estar disposto mais uma vez. Não aceitei o fato de estar ali fora de uma festa, jogado a um canto escuro enquanto as outras pessoas se divertem sem mim. Não, um Bertolle não aceita esse tipo de desaforo. Além do que, uma festa sem a minha presença, de fato não é apenas uma festa. É qualquer coisa um pouco acima dos aniversários de adolescentes bêbados, mas ainda na casa dos pais que saíram para deixar os filhos mais a vontade e não fazê-los “pagar mico”.

      Pois bem, com alguns movimentos de minha vara mágica, começava a recompor o visual. Diria até que estava novo em folha, o que não era totalmente verdade, pois a região em volta dos meus olhos estava funda, efeito esse que a bebida ocasionou. No mais, eu ainda estava com minha calça e os sapatos, a camisa fora inutilizada e meu moletom se perdera por dentro da caverna.

      Não demorou até que já estivesse de volta ao ambiente, que estava mais tumultuado do que antes, e as pessoas cada vez mais alcoolizadas. Crianças, pensei, sempre abusando do que poderia deixa-las mais “descoladas” perante esse mundo cruel de popularidade. É claro que apenas isso não tornaria alguém legal ou a melhor pessoa para se encontrar no corredor. Definitivamente elas ficavam mais chatas e cheias de si, achando que podiam ser mais do que realmente eram. Era repugnante essa tentativa quase sempre falha de escalar a montanha social numa escola, não importa qual seja. Isso não vem ao caso, pois precisava melhorar a minha estima após meu pequeno incidente com o vômito lá fora. Já havia mastigado umas balas de hortelã, o hálito impecável novamente após meu segundo “banho”.

      Caminhei me movendo ao ritmo da música e novamente tomei o copo da mão de quem quer seja. Foi quando pude visualizar um dos “who?” que citei outrora, dançando no palco, junto com o segundo menino que havia tomado a bebida emprestada. O garoto que pré-álcool lembrava um pedaço de madeira no mar atingido por ondas, agora até que estava mais descontraído. Até quase sorri disso, mas avistava os cabelos azuis que conhecia bem, e eles estavam bem alegres. Seria egoísmo da minha parte querer que ela não se divertisse? De achar que a Vanderhoff deveria sofrer por essa traição? Sim, apesar de nosso relacionamento ter ido por água abaixo, e ela livre, eu não suportava o fato da garota estar com o Walker. Ambos haviam dado um tapa sem mão em mim, e isso não poderia ficar dessa forma. Eles tinham que pagar.

      Uma ideia passou por minha cabeça, não muito maluca no meu referencial, mas que poderia chegar perto do efeito que queria causar e mostrar o que ela estava perdendo. Entornei o copo todo e não conseguia mais sentir o gosto das bebidas. Continuava andando, agora mais ainda embalado pela música alta e as luzes psicodélicas. Cheguei próximo da mesa dessa vez, preenchendo um bom shot de tequila. Ergui o copo para que não fosse atingido por nenhum dançarino eloquente e passei pelos grupos até me aproximar do palco.

      Subi pelo lado contrário de onde os dois dançavam. Estava eu ali de pé novamente diante da festa que se desenrolava de uma forma animadora. Acabei fazendo uma nota mental de procurar saber quem eram os organizadores para parabeniza-los pelo evento bem sucedido.

      Mas como toda grande festa sempre tem um ápice, eu me achava no direito de dar de presente para todos o momento especial que não seria esquecido durante anos. Ainda me balançava durante a música, até que uma nova começou. Uma batida calma inicial seguida de um vocal árabe, creio eu. O fato de já estar sem camisa aumentou as expectativas para aquele momento. No auge dos meus quase 17 anos, tinha um corpo bem definido e sexualmente atraente. Me movi lentamente fazendo com que meu abdômen dançasse a introdução. Logo a batida chegou acompanhada de uma voz jovem e feminina. “When you ready come and get it, na na na, na na na, na na na”. De uma vez bebi toda a dose do liquido quente, deixando que seu veneno fosse destilado por todos os meus nervos. Mantive os olhos fechados, movimentando as mãos e deslizando pela extensão de meu peito liso e com um musculo perfeito. A mão direita desceu até alcançar o botão de minha calça que se abriu num movimento rápido, logo desci o zíper. Instantes depois a calça estava fora de mim.

      “I’m not too shy to show i love you, i got no regrets…” A batida era forte e o refrão grudava na mente, mas o que importava era que já estava apenas de cueca na frente de todos. Alguém gritava? Não sei, não importava. Me movia o mais sensual que podia deixando que minhas mãos fizessem o trabalho de chamar a atenção dos olhos de quem me observava. Merlin, eu me sentia um dançarino de boates, aqueles que esperavam que as mulheres enlouquecidas colocassem em suas cuecas – com a bunda a mostra – gorjetas gordas em dólares, euros... Mas a ideia de ter galeões por dentro de minha roupa intima não era agradável.

      Virei de costas para o público. “When you ready-e-e-e-e, when you ready-e-e-e-e”. Balancei a bunda, segurando firme na lateral da cueca e descendo bem devagar, parando antes que as nadegas bancas italianas em que mamãe passou talco ficassem disponíveis aos olhos famintos. Olhei para trás procurando rostos esperançosos. Ainda com a mão na veste e um olhar cínico no rosto, puxei para baixo ficando nu. Passei a boxe pelas pernas e levei-a para frente do pênis, cobrindo o Jasper II ereto antes que fosse visto por alguém – ou do resto que não estava pela lateral do palco.

      O refrão repetitivo se apresentou e eu dançava mais empolgado, uma das mãos segurava a cueca na frente do membro, e a outra subia e descia impulsionando a animação da galera. Um sorriso saliente se escancarou em meus lábios, enquanto eu, nu, dançava sobre o palco na frente de alunos das três escolas mais importantes de todo mundo mágico. Dignidade? Quem precisa disso?

      Por fim a música terminou e eu desci do palco ainda mantendo o pano à frente, mas já começava a sentir um pouco de frio atrás. Passei por alguns e até levei um tapa descontraído na bunda. Depois do que fiz não poderia esperar respeito de ninguém. Me aproximei da mesa de bebidas e ainda sorria, algo como se soubesse da merda que havia feito. Era o que havia dito antes: fuck the world! Procurei o grande recipiente que continha algumas bebidas geladas, mas não iria conseguir abrir a porcaria da tampa sem usar as duas mãos e no momento não estavam disponíveis.

      Frustrado, passei um olhar rápido até conseguir encontrar uma pessoa nova – como se tivesse conseguido analisar todos os participantes.
      — Eu reconheço um Italiano quando vejo um. — Foi como decidi puxar assunto com o jovem que estava encostado um pouco para o lado, com um olhar de censura para a minha pessoa. — Do sul certo? — Não importava, só queria que o merdinha falasse alguma coisa e logo em seguida fosse intimado a pegar uma cerveja para mim. — Ah, legal. — Não, não era. Uma palavra: entediante. — Então, você pode pegar uma cerveja para mim? Não consigo abrir, por que... Enfim, deu pra entender. — Sorri.

      Com o dente tirei a tampa cuspindo a mesma para o lado. Um grande gole foi necessário pra conseguir limpar a garganta corrompida por todas as bebidas destiladas que eu havia consumido. Ainda protegia meu companheiro que já estava menos rígido, agora conseguiria esconder sem problemas com a diminuição do volume.
      — Me da outra forcinha amigão? Faz casinha. — Disse rápido e fui para trás do mais novo, ficando entre ele e a parede. — Me cobre. — Passei minha cerveja para sua mão, virei e fiquei de costas para o garoto, de frente pra parede. Arrumei a cueca e coloquei no lado certo e vesti com o cuidado de manter JB II numa posição agradável. Uma dica, cuecas brancas não são boas para stripper.

      — A proposito, sou Jasper. — Peguei de volta e parei ao lado do outro, observando o movimento da festa que continuava sensual.


      INTERAÇÃO COM Lilla Vanderhoff, Robert Walker, Garreth Eledhwen,
      Phelipe A. Schleswig & Eric Mythology.
      TEMA Selena Gomez, Come and Get It.
      EDIT Lindo mesmo é meu teste de performance dando falha.
      Os dados sabem quando um bêbado ta dançando.
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Jasper Bertolle
Mundo Mágico
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Postado Por: Victor Marlboro.


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