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Descrição: O forte

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MensagemFranca [#121417] por Mestre de Beauxbatons » 14 Mai 2013, 19:30

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No litoral mais ao norte, onde às pedras desgastadas pela erosão cobrem o chão, ergue-se um forte à beira mar. Seu design é rústico e medieval, parecendo ter origens muito mais antigas que o próprio castelo, com seu esqueleto de pedra negra o lugar totalmente abandonado quase nunca é visitado. Raramente alguém vai ali, o lugar foi evacuado há anos e o motivo se perdeu no tempo. Uma escada alta rodeia a parede no hall de entrada, tão ruida e avariada quanto a estrutura do forte. Sua entrada é simples e arredondada e uma pequena e gasta porta de madeira impede a entrada dos bisbilhoteiros, o lugar possui varias janela quadradas localizadas alto do segundo andar do forte e uma visão perfeita mostra o grandioso mar que protege a Ilha. Para aqueles que não tem aracnofobia ou medo de altura, aquele é um ótimo lugar para se conhecer, existem lendas que dizem que aquilo era um artifício para monitorar navios trouxas que se aproximavam, mas agora, o grande forte não passava de mais um lugar sombrio e abandonado.
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#125926] por Thomas Constantine » 31 Ago 2013, 23:05

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NOITE DE FESTA – CAP.6


As coisas haviam ficado quente e eu precisava deixar aquela festa o mais rápido possível. Tocar os lábios de Lizzie havia sido algo esplendoroso, porém, meu desejo apenas havia aumentado. Motivo? Não sei dizer bem... Talvez seja o fato de fazer um bom tempo desde a última vez. Na realidade, se quer me lembro desta última vez. Porém, aquilo já não importava. Deslizei meus dedos pelo corpo da veterana e entrelacei minha língua na dela, intensificando o ritmo do nosso beijo. Senti meu corpo estremecer com seus toques e deslizei minhas unhas por suas costas. Maldade? Imagina. Sou um santo.

A necessidade de deixar aquela caverna crescia cada vez mais dentro de mim. Sorri para a menina, respondendo sua pergunta. Havia adotado uma postura misteriosa, mas sabia que não daria certo. Lizzie parecia me conhecer melhor do que qualquer outra pessoa. Tomei uma longa golada da menta contida da minha garrafa e brinquei com os cabelos da moça. Sentia um imenso calor e se quer lembrava onde havia largado partes da minha roupa. Estava completamente alucinado.
– Conheço um bom lugar. – Falei, segurando a menina pela cintura, a fazendo andar em minha frente, conduzido a mesma na direção da saída.

Já fora da caverna, respirei o ar puro. A brisa suave que batia em minha face, esvoaçando meus cabelos dourados fora de grande ajuda. O vento me despertou, sumindo com um pouco da minha bebedeira. Havia arejado a mente, então, já conseguia raciocinar um pouco melhor de que antes. Caminhávamos em direção à praia, meus dedos estavam entrelaçados no dela, como se fossemos um casal de namorados. Aquilo era estranho, mas o que havia sido normal naquela noite?
– Agora já estamos sozinhos. Diga-me, como sabe tanto de mim? De onde me conhece? Estudou em Hogwarts? – Havia sido direto, uma vez, que definitivamente perder tempo não era a cara de Liz. Porém, desta vez eu esperava respostas sinceras, afinal, nunca gostei de mentiras. Sempre preferi a verdade, por mais dura que fosse.

Enquanto a moça ia falando sobre a minha vida. Isso mesmo, minha vida. Era incrível como ela me conhecia. Chegamos ao antigo forte de Beauxbattons, um dos meus lugares favoritos dentro da ilha. Sempre amei a solidão que existia naquele lugar e poucas eram as pessoas que eu havia levado naquele lugar. Louise e Melanie poderiam sentir privilegiados por isso, embora, a segunda apenas tenha sido para uma conversa entre primos.
– Como assim você tem um pôster meu vestindo um uniforme dos Arrows em sua parede? Isso deve ser raro. Lembro que menos de dez foram colocados a venda. – Tinha uma cara surpreso, ou melhor, não compreendia o que acontecia ali. Se Liz era uma fã, era diferente de todas as outras. Parecia realmente gostar de mim pelo quadribol, não pela fama. Estava me precipitando? Talvez.
Com um pouco de dificuldade, afinal estávamos bêbados, conseguimos entrar dentro do forte. O lugar era sombrio, ainda mais durante a noite. Mas, nunca o temi. Ergui minha varinha e pronunciei um feitiço de luz, iluminando o lugar. Sorri para veterana e me encostei na parede. Era verdade que gostaria de já estar se pegando com ela, porém, o jeito da moça havia despertado o meu interesse. Estava curioso para saber quem era aquela garota. O que ela escondia. Queria desvendar os enigmas de Lizzie.
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Thomas Constantine
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#125957] por Lizzie Lior » 02 Set 2013, 01:38

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    ...

    Quando saíram da caverna, Lizzie sentiu-se melhor. Seus pensamentos faziam sentido e ela conseguia organizá-los facilmente. Enquanto caminhava com Thomas, a garota percebeu o quanto estava sufocante ficar dentro da caverna. O vento brincava com os cabelos coloridos da romena, numa dança divertida e calma. Sentiu quando os dedos do loiro se entrelaçaram aos dela e um sorriso suave abriu em seu rosto. Agora que conseguia pensar, percebeu a loucura que havia feito dentro da caverna. Por mais que estivesse apaixonada por Thomas, jamais havia feito algo dessa magnitude, porém a romena não se arrependia do feito, principalmente porque agora estava andando com o morrigano igual a um casal de namorados. As coisas haviam mudado muito desde o inicio daquela noite.

    A pergunta do morrigano não chegou a assustar Liz. Ela esperava por essa pergunta desde que beijou os lábios do garoto. Abriu um sorriso e pensou nas palavras certas para dizer. Nada daquilo seria fácil.
    - Bem, eu nunca estudei em uma escola, mas não precisava estar numa escola para saber quem você era. Thomas eu conheci seu pai e ele foi um grande auror, o melhor em minha opinião e meu pai também diz o mesmo. Não me lembro de você pequeno, porém o seu nome nunca me foi estranho, e quando seu nome apareceu nos jornais eu já sabia quem você era. _a romena falou de forma calma e suave. Não tinha pressa em contar a ele tudo o que conhecia sobre sua vida, só queria aproveitar ao máximo o tempo que estava ao lado de Thomas. Desejava isso há algum tempo.

    - Quando você aceitou a jogar quadribol pelos Arrows, eu já possuía uma quantidade imensa de informações sobre você, principalmente por conta de meus primos, que fizeram o favor de me mostrar algumas coisas sobre o esporte. Comecei a jogar quando vi um treino seu em Beauxbatons e devo dizer você é muito bom mesmo. _quando o elogiou, Lizzie deu uma piscadela e abriu um sorriso maior ainda. Por algum motivo a romena havia aberto seu coração e contava coisas que jamais contou a outra pessoa. - Sei tanta coisa sobre você que consegui até um pôster seu vestido o uniforme dos Arrows em minha parede do quarto mas eu... _a frase da romena foi cortada pelo loiro que parecia surpreso por suas palavras. Lizzie deu uma risada e olhou em volta, eles estavam num lugar diferente e bonito. Havia seu charme ali.

    - Eu consegui porque devo ser sua maior fã. Entenda Thomas, eu não me importo com fama, dinheiro ou essas coisas, pois não preciso. Não sou uma menininha que quer ser a popular, posso dizer tranquilamente que não sou superficial. Gosto de você porque sei a verdadeira história sobre sua família. Conheço você de uma forma que nenhuma fã conhece, pois eu não gosto do Thomas Constantine jogador profissional de quadribol. Eu gosto do Pirado, que se preocupa com os amigos, prima e estudo. _quando terminou de falar, Lizzie andou até a parede que o garoto estava encostado. Tocou seu rosto com uma mão e olhou nos olhos azuis do romeno. - Posso ter uma família, mas sou totalmente sozinha e nunca tive o apoio que eu precisei. Você tem sorte por ter padrinhos que te amam e uma prima que se preocupa com você, mesmo ela negando isso para todos. E sim, eu conheço a Melanie, tive uma conversinha com a loirinha. Thom, eu quero conhecer você de verdade, agora só falta eu saber se você me deixa fazer isso. _Lizzie terminou de falar quando tomou os lábios do romeno para si. Iniciando um beijo suave e delicado. Sincero e apaixonado, como sempre quis fazer.


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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126018] por Thomas Constantine » 04 Set 2013, 23:49

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NOITE DE FESTA – CAP.7


Ouvir Lizzie falar de meu pai me balançou. Jamais havia conhecido uma pessoa quanta tantas informações como ela parecia ter, aliás, eu mesmo não sabia muito de meu falecido pai. Porém, as palavras dela aumentaram ainda mais o meu orgulho. Auror? Essa parte eu sabia, mas dessa fama de grande, o melhor, era novidade. Abri um sorriso arrogante em minha face e retirei um fio de cabelo dos meus olhos. – Os Constantines costumam serem bons no que fazem... – Brinquei, abrindo minha garrafa e tomando um novo gole da bebida verde.

Mais impressionante do que ela falar sobre meu pai, minha família, foi à menina mostrar o quanto me conhecia. Conforme as palavras sabiam de sua boca, eu ficava ainda mais impressionado. Liz tinha informações que eu jurava que ninguém conhecia. Segredos que eu achava que apenas me pertencia. Suspirei buscando encontrar a lua. Estava perplexo, sem palavras. Lunática? Não tinha como negar. Ela era de fato. Mas, era ainda mais espetacular.
– Você poderia ser uma espiã...

Senti os lábios quentes da jovem nos meus e sorri a olhando com certa ternura. Paixão? Ainda não sabia dizer. Tudo era muito novo para mim. Não sabia bem quem era a garota de cabelos roxos que me levava à loucura naquela noite. Mas uma coisa eu sabia. A desejava e isso era impossível negar. Encostado na parede deslizei meus dedos pela cintura da menina, brincando com seus lábios. Minha língua invadiu seus lábios, entrelaçando-se na dela. Era um beijo quente, cheio de desejo. Nossas línguas travavam uma a batalha da luxuria. Meu corpo pedia pela dela. Seus toques me enlouqueciam.

Nossos olhos encontraram-se novamente e sorri para a jovem. O que disse? Nada! As palavras me faltavam. Meus dedos escorregaram por seu corpo, brincando em sua cintura. O desejo crescia em mim a cada segundo e eu queria fazer dela minha. Colei ainda mais os nossos corpos e tornei beijá-la, ainda com mais fervor do que antes. Meus dedos hábeis procuravam livrar-se de sua roupa, assim como ela também não demorava a se livrar do que restava da minha. Eu sentia urgência em possuí-la.

Estávamos praticamente deitados no chão do forte, beijando-se de forma avassaladora. Meu coração estava disparado. O que estava acontecendo? Eu não sabia dizer. Senti o tesão crescer ainda mais dentro de mim e deslizei minhas mãos pelo corpo da garota. A olhava com desejo, sempre sorrindo de forma safada. Envolvi sua bunda com minhas mãos, dando um suave apertão, colando o corpo dela ao meu. Sua respiração quente em meu rosto me fez subir até o céu e voltar em menos de segundos. Eu já não podia mais esperar. Eu precisava fazer dela minha.
– Onde estávamos?
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126085] por Lizzie Lior » 10 Set 2013, 03:02

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    ...


    Lizzie percebeu que Thomas é bem orgulhoso e que leva a sério as coisas referentes a seu pai. Mesmo com o sorriso arrogante do garoto, a romena não ficou brava, pois sabe muito bem como é bom ouvir coisas sobre seus pais. O orgulho, ego, arrogância, tantas sensações e emoções juntas num mesmo momento, fazendo com que a pessoa esqueça um pouco a razão. E mesmo que isso não fosse motivo suficiente, ela jamais ficaria brava com Thomas. Simplesmente sorriu e continuou falando tudo o que sabia sobre o auror e sobre o jogador de quadribol. Riu com a idéia de ser uma espiã, principalmente por ela se quase isso. Uma jornalista sempre corre riscos e sempre precisa saber de tudo, isto é, se quiser ser levada a sério e ser considerada boa. Mas isso não é momento para explicações ou algo do tipo.

    O beijo dos romenos se iniciou de forma bem romântica. Sem pressa, desejo ou tesão. Igual a um casal de namorados que querem curtir a presença um do outro. Os dedos de Thomas passearam pela cintura de Lizzie e ela soltou um gemido de prazer. Abraçou o garoto e um beijo quente se iniciou. A romena desceu uma de suas mãos e arranhou toda a lateral do corpo do morrigano, sem deixar marcas permanentes em sua pele. Mais uma vez o jogo de prazer havia tido inicio, fazendo com que os conterrâneos aproveitassem um ao outro. O prazer, desejo, vontade, aumentava a cada toque, a cada suspiro ou gemido. Aos poucos Thomas foi retirando as peças de roupas de Lizzie e esta fez o mesmo com o restante da roupa do morrigano.

    Nada mais importava além de matarem esse desejo um pelo outro, que crescia a cada segundo. A garota de cabelos roxos estava ajoelhada em cima do corpo do morrigano, quase se deitando em cima dele. O beijo que agora eles davam mostrava o quanto um desejava o outro. As mãos de Liz eram urgentes, apertando os braços, cintura, peito e coxas do romeno. O desejo estampada nos olhos do casal e o sorriso erótico não abandonava nenhum dos dois. Lizzie sentiu seu corpo ser colado ao de Thomas após um apertão em seu bumbum e a respiração dela podia ser sentida no rosto do loiro. A pergunta do morrigano fez com que a romena risse, tanto de desejo como de graça. Empurrei delicadamente o peito do loiro para o chão e deitou seu corpo em cima do dele, como se Thomas fosse seu colchão. Seus olhos em momento algum abandonavam os do garoto e um sorriso sedutor tomou conta de seus lábios.

    Desceu seus lábios pela bochecha do garoto, até chegar a seu peito, passando por seu pescoço e ombro. Beijava a pele do morrigano, passando sua língua deixando um caminho de desejo. Suas mãos estavam nas laterais do corpo do garoto, deixando marcas com suas unhas. Subiu com seus lábios até o ouvido do garoto e mordeu sua orelha.
    – Acho que é nessa hora que nos tornamos um, não? _falou de um jeito completamente sedutor e erótico. Subiu uma mão e segurou os cabelos de Thomas em sua nuca, enquanto rebolava suavemente no colo do garoto. A brincadeira havia chegado ao fim.
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126128] por Thomas Constantine » 13 Set 2013, 19:24

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NOITE DE FESTA – CAP.8

APENAS ABRA O SPOILER SE REALMENTE ESTIVER PREPARADO PARA LER.
CONTÉM PARTES NC-18


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Não posso negar que ouvir a garota falar de meu pai me alegrava, causava certo orgulho. Me entendem? Sei que sim... Porém, alguma coisa me incomodava, embora não soubesse dizer o que era. Era verdade que havia herdado muitas coisas de meu pai, assim como de minha mãe, porém, as diferenças também eram enormes. Um verdadeiro abismo. Estudei em Hogwarts, onde meu pai também estudou, mas, o destino, ou o chapéu seletor, não quis que fossemos da mesma casa. Enquanto meu querido pai era um jovem corvinal famoso, dotado de mil talentos, eu não passava de um mero lufano atrapalhado, ou qual sempre estava metido em confusão. Era o excluído da turma, aquele que não foi expulso porque uma doce professora teve misericórdia no último momento e evitou que o pior acontecesse. A história voltou a se repetir em Beauxbattons, quando desta vez descobri que também era o oposto de minha mãe. Enquanto ela era uma vermelhinha, famosa por seu talento para as artes, uma verdadeira Brigit. Eu me tornei um morrigano, dando outra prova que sempre tive o espírito de guerra, ou melhor, dizendo, um talento indiscutível para confusões. Mas, é nessa hora que eu me pergunto. Se sou o oposto de ambos, afinal, quem sou eu?

Libertei de meus devaneios e encarei a menina a minha frente. Embora ela já tivesse falado um pouco de sua vida, ainda era completamente estranha para mim. Perguntava-me de onde ela havia surgido, ou melhor, como havia chegado até Beauxbattons e conseguido chegar até a festa na caverna? A verdade? Nenhuma daquelas respostas me interessava. Liz me despertava um turbilhão de desejo. Sensações que não me lembrava de que existiam, ou até mesmo se já havia aprovado. Tomei seus lábios com doçura, dando uma leve mordiscada. Era um beijo doce, com uma pitada de paixão. Minhas mãos deslizavam pelo corpo da menina, explorando cada milímetro de suas curvas deliciosas. Senti-me na lua, num paraíso de onde eu não queria voltar. Sorri de forma maliciosa e comecei a me livrar de suas roupas, lentamente, para que a magia não se apagasse. Um gemido escapou por meus lábios quando senti suas unhas passearem por meu corpo, me fazendo arrepiar por completo. Era uma sensação maravilhosa e pelo visto, o segundo tempo daquele jogo de luxuria havia apenas começado.

Entre beijos e carinhos consegui tatear o chão em busca de minha varinha. O corpo de Liz estava sobre o meu e o seu calor aumentava ainda mais o desejo que sentia. O prazer havia tomado conta de mim e minha alma desejava cada vez mais a garota de cabelos roxos. Sorri para a romena de forma carinhosa e movimentei minha varinha, fazendo uma violeta surgir entre meus dedos, a qual depositei em seu cabelo. Era uma cena linda de se apreciar.
– Acho que sim... – Brinquei, apertando seu corpo contra o meu, dando um leve gemido em seu ouvido. Estava nas nuvens.

Não precisaram de mais palavras, logo Liz e eu nos tornamos um só, como se fossemos uma única alma. Sorri satisfeito quando senti que estava dentro dela e apertei ainda mais seu corpo contra o meu. O suor surgia em ambos, nos unindo ainda mais. No inicio o movimento era em um ritmo suave, delicado. Era como um recém-casal pronto a compartilhar cada segundo do prazer que um proporcionava ao outro. Deslizei meus lábios por seu pescoço e o mordisquei com um pouco de força, me arrepiando ao ouvir um gemido mais intenso por parte da garota. Liz me levava à loucura e logo nossos movimentos se intensificaram, movíamos em um ritmo frenético.

O prazer crescia cada vez mais dentro de mim. Era como um vulcão próximo a entrar em erupção e a sensação de que o ápice daquela noite estava cada vez mais próximo apenas me fazia delirar ainda mais por aquela garota desconhecida, embora, me conhecesse de uma forma que ninguém até hoje conheceu. Os gemidos da jovem ficaram ainda mais fortes e não restava duvidas que o prazer dela se aproximava. Apertei sua cintura e aumentei a velocidade que a invadia. Então, Liz espirrou, deitando-se em seguida sobre o meu corpo, completamente exausta. Estávamos deitados sobre o chão frio do forte e meus olhos vagavam longe. Ainda não tinha ideia do que acontecia, ou havia acontecido ali. Minha cabeça estava a mil...
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126181] por Lizzie Lior » 17 Set 2013, 03:02

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APENAS ABRA O SPOILER SE REALMENTE ESTIVER PREPARADO PARA LER.
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    ...

    Enquanto sentia o desejo aumentar a cada segundo Liz se perguntava como tudo aquilo aconteceu. A noite havia começado de uma maneira estraga para a romena e a sequência de ações e decisões tomadas resultaram na situação atual. Por mais que fosse uma garota sonhadora, jamais imaginou que estaria realmente com Thomas, muito menos que estaria prestes a transar com ele. Qualquer sonho que a romena sonhasse jamais seria capaz de chegar perto do que ela podia sentir ao lado do morrigano. O contato pele a pele, o cheiro do garoto que invadia suas narinas, o calor que ele transmitia, tantas sensações que nunca foram sentidas, agora dominavam por completo todos os sentidos da romena de cabelos roxos. Essa noite jamais seria esquecida enquanto Lizzie vivesse.

    Liz sentiu a mão dele em seu joelho dobrado subir pela lateral de sua perna até o quadril e a barriga. A romena sentia o rosto quente, tanto quanto o dele que parecia tão caloroso e diferente. Depois, ela voltou a se curvar para beijá-lo na lateral de seu pescoço até chegar ao lóbulo de sua orelha, dando uma mordida de leve, sentindo o corpo de Thomas estremecer ao toque. Partindo de sua orelha, os lábios dela deram um beijo carinhoso em sua bochecha para depois voltar à boca, e foi quando tudo pareceu se transformar em contos de fadas. A romena olhou nos olhos do morrigano e sentiu o coração bater tão rapidamente que pensou que ele saltaria de seu peito. A flor que Thomas fez aparecer deixou a garota sem reações, quando ele colocou-a em seus cabelos tudo pareceu parar e Lizzie sentiu o amor dela invadir seu corpo. Ela amava o morrigano como nunca antes amou alguém.

    Ela sentiu seu corpo inteiro ficar molhado e percebeu Thomas deslizar para dentro de si e se moveu, mexendo os quadris para frente e para trás, fazendo com que ele entrasse e saísse dela, provocando uma deliciosa fricção. As mãos de Thomas desceram até as duas curvas da bunda dela, guiando-a. Soltou um gemido abafado e deslizou as mãos pelo peito do morrigano. Sentiu as mãos quentes de o romeno subirem por seu corpo e chegarem até seus seios, acariciando-os. O simples contato fez com que Lizzie estremecesse, pelo prazer que isso lhe proporcionou. Thomas beijou delicadamente os seus mamilos fazendo-a inspirar profundamente e fechar os olhos, entregando-se ao prazer daquele contato. O morrigano curvou a cabeça e a beijou novamente, mas logo abandonou a boca, trilhando beijos até chegar aos seios. Carinhosamente, mordeu uma das pontas, fazendo Lizzie gemer. Ela lhe segurou a cabeça com uma das mãos, enquanto descia a outra até a parte inferior das costas, abraçando-o bem apertado. Ele a estava preenchendo por completo e ela queria mais, por isso mexia os quadris em uma sincronia que por várias vezes foi quebrada.

    Lizzie sentiu quando Thomas começou a aumentar o ritmo de seus movimentos até que ela estava fincando as unhas em suas costas com força para aprofundar ainda mais a penetração. Sua respiração estava acelerada assim como a do morrigano, ambas estavam em sincronia. Sentiu quando o garoto lhe apertou a cintura e soltou um gemido mais alto, ao mesmo tempo em que ele aumentava a velocidade com que a penetrava. O clímax estava perto para ambos e Lizzie sentia seu corpo ficar cada vez mais sensível. Finalmente o prazer chegou ao ápice, fazendo com que Lizzie espirrasse e corasse em vergonha. A romena também sentiu quando o garoto chegou ao extremo do prazer, pois seu gemido foi delicioso de se ouvir. Por fim, ela se deitou no peito do garoto. Ficou ali até que os batimentos dela se regularizassem e fechou os olhos, escutando em silêncio, sendo tomada por uma letargia preguiçosa e uma felicidade surreal. Parecia que o tempo havia parado dentro daquele forte e quando aquela sensação gostosa foi lhe abandonado, ela quis fazer-lhe uma surpresa.

    A romena olhou nos olhos azuis que a deixavam sem ar e abriu um sorriso encantador.
    - Tenho uma coisa para você! _sussurrou as palavras enquanto se sentava ao lado do morrigano. Sem nunca deixar os olhos do garoto, Lizzie fez uma brisa suave cercar os dois, fazendo com que o cabelo de ambos brincasse com o vento. Vendo a surpresa no olhar de seu par, Lizzie girou sua mão, fazendo com que algumas chamas surgissem sobre sua pele. Com mais alguns movimentos com as mãos, as chamas começaram a criar letras em pleno ar. Uma a uma, as letras foram surgindo formando uma frase. "Eu te amo Pirado!" Era essa a frase que Lizzie fez aparecer na frente dos olhos do garoto. A romena ainda não estava satisfeita e fez algumas gotas de água surgirem, formando a imagem de uma tulipa. Após alguns segundos fez com que as letras e a flor sumissem e aguardou alguma reação do morrigano. Ela não sabia o que esperar, mas não conseguia ficar tranquila. Havia algo errado ali.

    - Thomas, não sei o que isso significou á você, mas pra mim isso foi a melhor coisa do mundo. _soltou as palavras de uma forma quase infantil. Cruzou as pernas e abaixou sua cabeça, fazendo com que seus cabelos escondessem seu rosto. O silêncio era doloroso para ela e isso a fazia temer. Liz não queria ter estragado tudo e fechou seus olhos. Pegou a violeta de seus cabelos e a segurou, sentindo os olhos arderem e a vontade de chorar. - Não quero que me ache uma louca, mas eu amo você Thomas... E eu realmente queria que você me conhecesse melhor para saber que o eu que eu sinto por você vai além de fama e dinheiro. Mas vou entender se você não quiser o mesmo. _Lizzie havia posto seu coração e amor naquelas palavras. Ela sabia que talvez fosse difícil para Thomas acreditar em seus sentimentos, mas faria tudo para provar que era verdade. Mas isso se apenas o morrigano quisesse. Agora só faltava saber o que ele tinha a dizer.
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126227] por Thomas Constantine » 20 Set 2013, 00:09

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Narração

NOITE DE FESTA – CAP. 9


Liz era uma garota espetacular e sempre arrumava um jeito de me surpreender. Quando a menina de cabelos roxos brincou com os elementos eu praticamente surtei. Primeiro senti um vento gostoso tocar meu rosto, fazendo meus cabelos dançarem. Depois foram as chamas que surgiram no corpo da romena, o qual me hipnotizou. Tive que me conter para não colocar minhas mãos nas chamas, embora, o desejo fosse mesmo era de tocar Lizzie. Porém, quando as chamas formaram “Eu te amo Pirado!” senti meu coração quase sair pela boca. Perdi as palavras, fiquei completamente desconcertado. Junto às letras também formou uma tulipa, uma das flores que mais gosto de desenhar. Segundo meus livros, a flor vermelha significava o amor eterno. – Eu não sei o que dizer... – Falei com muito esforços, embora, aquelas não fosse as palavras que gostaria de dizer. – Você é incrível.

As palavras de Liz não fizeram sentido para mim, afinal, tudo era muito novo. Mas, ao mesmo tempo era tão bom ouvir aquilo e de alguma forma, eu acreditava naquela garota. Sorri de forma serena para menina e a puxei para mim, dando um beijo gostoso naqueles lábios deliciosos. Depois a deitei em meu peito, brincando com meus dedos em seus cabelos roxos, buscando encontrar as melhores palavras. A romena havia sido sincera, merecia uma resposta a sua altura. – Eu não costumo acreditar em qualquer pessoa... Ainda mais quando não as conheço bem. Porém, parece que te conheço desde sempre... Acredito em seu amor... – Tinha uma expressão serena, mas minhas palavras eram dotadas de sinceridade. Enrolei os cabelos da menina e depositei um beijo em sua testa.

Jamais havia sentindo algo tão profundo e poderoso, como Lizzie despertava em mim. Aliás, já havia sentindo uma vez. A única vez em que foi feliz nesse mundo. De alguma forma a romena me fazia se lembrar de Jenny e isso me agradava muito, era como se a minha garota houvesse renascido, mas isso ela loucura, Liz era mais velha que Jennifer. Porém, quando vi a jovem repousar em meu peito, percebi que era diferente. Era mais forte do que a primeira vez, mas, era ainda mais saboroso. Era amor? Talvez ainda fosse muito cedo para dizer. Mas uma coisa era certa, era paixão a primeira vista. Lizzie começava a tomar conta do meu coração.

Eu não sabia quanto havia perdido no braço da garota de cabelo violeta. Aliás, já estava decidido. Liz seria a minha violeta, afinal, sua beleza era tão grande como a da flor. A puxei para outro beijo saboroso, deslizando meus dedos por seu cabelo. Estava começando a viciar no mel daqueles lábios vermelhos. Sorri para ela, porém, senti a preocupação me dominar. Alguns raios de sol invadiram a janela do forte, o que significava que estava atrasado. Precisava voltar ao castelo antes que os funcionários de Beauxbattons despertassem.
– Acho que preciso voltar para o castelo... – Sussurrei no ouvido dela, deslizando em seguida meus lábios até seu pescoço. Eu sabia que deveria partir, mas não queria. Também sabia que não poderia ser pego, afinal, a diretora havia sido clara. Mas uma advertência e estava expulso. Ser Pirado da trabalho. Mas, quando olhei dentro dos olhos de Lizzie, descobri que nada mais me importava. O risco tornou a me excitar e quando dei por mim, já estava em cima dela outra vez, aliás, já estava dentro dela. – Se eu for expulso da escola, a culpa será sua...
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Thomas Constantine
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Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126256] por Lizzie Lior » 21 Set 2013, 04:31

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    ...


    Lizzie entenderia se Thomas não quisesse mais falar com ela, mas não poderia negar que isso seria uma facada em seu coração. Quando sentiu os lábios do garoto a primeira vez, percebeu que tudo o que sentia por ele sempre fora amor e não um amor platônico, mas um verdadeiro. Se ela ouvisse palavras diferentes das que sempre sonhou em ouvir, tinha certeza de que começaria a chorar e não conseguiria se controlar. A romena sabia que precisava ser forte, mas não conseguiria, mesmo que tentasse. Amar Thomas foi a única coisa que ela sempre fez sem autorização de seus pais, é a única coisa que a fazia ser alguém. Não conseguiria deixar de amá-lo. Nunca.

    Quando Liz sentiu ser puxada pelo morrigano e sentiu seus lábios atingirem os dela, a romena percebeu que tudo daria certo. Fechou seus olhos e saboreou o gosto doce da boca do romeno e tragou o cheiro do garoto, como se fosse sua droga particular. Ao sentir o garoto brincar com seus cabelos e ouvir as batidas do coração dele, Lizzie desejou que o tempo parasse. A garota de cabelos roxos poderia ficar assim todos os dias de sua vida, por toda a eternidade, que jamais reclamaria ou se cansaria. Ouviu atentamente as palavras que Thomas dizia e sentiu seu coração bater mais rápido quando ouviu que ele acreditava em seu amor. Talvez essa fosse a melhor noticia de toda a sua vida. Um sorriso sincero e largo se abriu no rosto da garota e pelo jeito ele demoraria a deixá-la.

    O gesto de beijar a testa de Liz, a fez rir. Aos poucos a romena entendia que Thomas podia retribuir o sentimento que ela possuía. A esperança havia crescido em seu peito e isso foi o que ela sempre desejou. Conseguiu relaxar deitada no peito do morrigano e ainda brincava com sua flor. Mesmo que não soubesse, Lizzie guardaria essa flor para sempre, como prova do amor que havia vivido com o loiro. Não importasse quanto tempo se passasse. Thomas jamais deixaria de viver no coração da romena e ela nunca esqueceria os momentos íntimos e maravilhosos que ela havia dividido com o morrigano.

    Os conterrâneos haviam passado a noite juntos e ambos esqueceram suas obrigações. Quando os primeiros raios do sol surgiram pela janela do forte, Lizzie finalmente despertou. Tudo aquilo ainda parecia um sonho e mesmo quando Thomas sussurrou as palavras de 'abandono', o sorriso não deixou os lábios da garota. Lizzie saiu de cima de Thomas e o olhou dentro de seus olhos azuis. Mas antes que pudesse dizer uma só palavra, os lábios do romeno tomaram os seus para si, em um beijo apaixonado e quente. Dessa vez o morrigano ficou por si da romena e sentir o corpo nu do garoto em contato com o seu, foi o suficiente para excitá-la. Apesar de que, os toques do loiro também havia ajudado.

    Quando sentiu Thomas invadi-la mais uma vez, Liz soltou um gemido abafado e safado. As palavras do romeno a divertiram por um instante e ela não conteve o riso.
    - Mas eu não fiz nada! Você que me prendeu com seu jeitinho perfeito. - falou com uma voz inocente, mas o sorriso malicioso entregava suas verdadeiras intenções. Mais uma vez os dois estavam se amando, porém dessa vez haveria uma coisa diferente e especial. Uma coisa que apenas os dois dividiriam. Com uma das mãos, Liz fez algumas gotículas de água surgirem, e em contato com a luz do sol, um arco-íris apareceu dentro do forte. - Esse será o nosso símbolo. - suas palavras foram simples mas carregadas de amor. Fez outro movimento com a mão e fez uma letra T e uma letra L surgirem dentro do arco-íris. Abriu um sorriso enorme e abraçou forte o morrigano, trazendo o corpo dele para o seu. - Eu te amo, Pirado! - disse antes de tomar para si os lábios doces de Thomas.
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Lizzie Lior
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Postado Por: Nara.


Re: Il Terréfie

MensagemRomenia [#126336] por Thomas Constantine » 27 Set 2013, 21:04

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Fala
Narração

NOITE DE FESTA – CAP.10


Para ser sincero, não tinha a menor vontade de ir naquela festa e apenas decidi ir porque Porter havia me enchido o saco dias antes. Ela havia sido bem clara, ou aceitava, ou teríamos que treinar por uma noite toda. Claro que não fora a ameaça que me fez aceitar o convite, tenho os meus motivos, mas isto era assunto para outro dia. O que importava de fato era que a festa tinha valido apena. Por mais que odiasse admitir, tinha me divertido naquela noite. Havia dançado, bebido e o principal, conhecido uma garota muito interessante.

Movimentamos em perfeita sincronia, como nos conhecêssemos a um milhão de anos. Eu sentia meu corpo vibrar a cada toque da menina em meu corpo e a cada vez que a invadia, sentia cada pelo de meu corpo se arrepiar. Era como estar em um sonho. Tive vontade pegar o meu caderno naquele instante, mas infelizmente, o mesmo estava em meu quarto. Lizzie seria uma linda pintura. Mas, isso eu teria que fazer em outro momento.

A cada movimento eu ficava ainda mais excitado, queria mais e mais. O suor já havia dominado meu corpo, me unindo ainda mais a romena. Nossos lábios mantinham-se junto e nossas línguas dançavam a canção da luxuria. Apertei a cintura da jovem e a fiz movimentar-se ainda mais depressa em meu colo, a fazendo galopar de modo frenético. Seus gemidos me encantavam me davam um enorme prazer. Era música para meus ouvidos. Não demorou e o espirro foi ouvido novamente, havia entendido. Era sua marca. Ela havia desmanchando-se de prazer em meu braço, principalmente após que meu néctar a preencheu. Estávamos ambos dominados pelo cansaço e eu precisava dormir. Alias, tinha que voltar para o castelo.


– Não sou perfeito... Sou o Pirado. – Tinha um som bravo em minha voz, porém, meu sorriso me desmentia. Fazia apenas algumas horas que havia conhecido Liz, porém, já sabia que não poderia ficar bravo com ela. Ou melhor, jamais poderia lhe negar um desejo. A beijei de forma doce e carinhosa, sentindo um misto de sensações que jamais senti em minha vida. Estava confuso e não sabia exatamente o que estava se passando naquele forte. Mas sabia exatamente que queria outra vez. Desejei Liz como jamais desejei outra menina. A queria em meus braços, a queria para mim. Não queria me separar dela.

Mas, nem sempre nossos desejos são realizados e eu tinha deveres a cumprir naquele dia que se iniciava, embora, estivesse precisando dormir por um longo tempo. Após muita luta levantei-me e vesti minha roupa. Estava com uma aparência horrível, mas era o que havia sobrado daquela festa. Perguntei-me o que havia acontecido com os meus outros companheiros, mas logo desisti de querer saber a resposta. Havia me perdido nos lábios de minha romena uma vez mais.
– Descanse aqui... Ninguém costuma vir aqui... Assim que puder, parta.... – Orientei, afinal, não queria que ela se metesse em confusão por minha causa. – Desculpe partir assim amor...Mas estou atrasado para o treino... – Sussurrei, mas a romena não ouviu nenhuma palavra. Estava entregue a Hypnos. Como prometido, arranjei dois pedaços de pergaminho e fiz um autografo, deixando uma dedicatória especial. Também escrevi um bilhete, pedindo que ela me escrevesse uma coruja sempre que pudesse, assim como também prometi que a visitaria assim que o ano letivo acabasse, o que por sorte estava próximo de acontecer. Deixei o bilhete junto às roupas da menina e dei um beijo suave em sua face, fazendo um leve carinho em seus cabelos em seguida. Queria ficar, mas o dever me chamava. Sendo assim, partir, ansiando desesperadamente pelo próximo encontra com a minha romena.
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