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Sala de Louis D'Angelo

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Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126204] por Louis D'Angelo » 18 Set 2013, 18:26

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A sala era simples, composta por um papel de parede cor mostarda, e três janela magicamente enfeitiçadas,estas ficado localizadas logo atrás da mesa do Oficial. As janelas mostrava um lindo lago, com águas cristalinas. Margeando o lago diversas árvores, desde pequenas macieiras até grandes salgueiros, que, dependendo do humor do Bruxo, alterava as estações. Podendo em um dia estar com grandes flores, e no dia seguinte, árvores lisas e sem cores.

A sala não havia nada de exuberante, apenas uma mesa de Madeira simples, uma cadeira de couro marrom e duas grandes poltronas com encosto para os pés. Estas sendo extremamente confortáveis, pois serviam para realizar o interrogatórios dos interessados em efetuar os registros. O aposento, como um todo, havia sido protegido contra Lobisomens e Vampiros, assim como havia sido feito na Sala de Registro Especial.

Nas laterais da sala, diversos vasos com plantas ornamentais enfeitavam e davam um contraste com a parede mostarda. Toda a iluinação era através de diversos archotes, estes circundavam a pequena sala. As chamas crepitavam vivamente e haviam sido disposta para iluminar todos os cantos. Uma pequena estante de livros, contando com obras como Maquiavel até Sócrates.
Louis D'Angelo
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126233] por Louis D'Angelo » 20 Set 2013, 07:48

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- REGISTRO DE VAMPIRO "Rebekah Campbell Kham"

TRAMA ABERTA
-
Louis D'Angelo
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemAlemanha [#126301] por Rebekah Campbell Kham » 25 Set 2013, 04:10

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    Rebekah não entendia realmente o motivo de precisar realizar o registro, porém não iria desrespeitar as leis. Havia conversado com seu irmão Dimitrid, também vampiro, e esse explicou tudo o que aconteceria. Quando ele efetuou seu registro fora Zoey a responsável, porém a alemã seria registrada por outro Oficial. Louis D’Angelo era o responsável por seu registro. De acordo com Zoey, o italiano realizaria o registro tão bem quanto ela e que provavelmente não levaria muito tempo. “Assim espero.” Zoey também informou que esse registro é obrigatório com todas as criaturas mágicas para evitar que inocentes tivessem um fim trágico. Rebekah precisou concordar com isso e ficou mais tranqüila quando sua cunhada informou que ela não correria riscos. A alemã detestava usar de violência, mas ultimamente muitos humanos estavam testando sua paciência. Ela apenas torcia para que esse Oficial não inventasse de testá-la também.

    A vampira estava ansiosa e perdeu a quantidade de vezes que havia lido a carta que o Oficial havia mandado. Seu ‘encontro’ estava marcado para ás 23 horas daquele dia e assim que a noite surgiu, Rebekah acordou e começou a procurar o que vestir. Não que isso fosse realmente necessário, afinal a vampira chamava a atenção de qualquer homem com suas curvas e seu charme. Mas algo na cabeça de Bekah a fazia acreditar que precisava estar bem arrumada para impressionar o italiano.
    “Só espero que você não seja um idiota sem cérebro e que odeie vampiros.” Depois de virar o guarda-roupa inteiro decidiu que iria de forma básica. Havia vestido uma regata branca com um colete dourado e uma saia jeans. Colocou um colar também dourado e brincos com pulseiras que combinavam com o colar. Calçou um sapato de salto alto preto e deixou seus cachos loiros soltos. Como não conseguia enxergar seu reflexo, teve que se contentar com a opinião de Dimitrid, mesmo que não confiasse fielmente em seu irmão quando o assunto é moda.

    Saiu do apartamento de seu irmão e correu até o Ministério, seguindo todas as direções que Zoey havia lhe dado. Sem muito trabalho chegou ao prédio e sem prestar muita atenção nos detalhes, entrou.
    – Boa noite, sou Rebakah Campbell e tenho hora marcada com o senhor D’Angelo. – a vampira falou com um tom simpático na voz e um sorriso encantador. A recepcionista informou o andar e a loira logo se pôs a andar. Pegou o elevador e assim que chegou ao andar de destino começou a procurar pela porta do oficial. “Oficial Louis D’Angelo. Até parece nome de policial.” Parou em frente à porta e mordeu o lábio. Tudo dependia desse registro. Bateu na porta e ouviu o som de passos. Alguns segundos depois um homem abriu a porta e fez com que Rebekah sorrisse. – Sim, sou eu mesma. Obrigada! – falou enquanto adentrava a sala. Correu os olhos pela sala e percebeu que seus poderes ‘falhavam’ ali. “Isso é apenas para a proteção dele. Nada contra você.” Seguiu em direção a uma das poltronas com apoios para os pés e se sentou cruzando as pernas.

    – Estou impressionada, Sócrates e Maquiavel? Ambos são bem interessantes, não acha? – perguntou com um sorriso sincero nos lábios. Sempre que se sentia nervosa, Rebekah começa a falar sobre coisas aleatórias, mas não era apenas por esse motivo que havia citado sobre os autores de alguns dos livros. A alemã realmente se interessava por esses escritores e possuía muitas obras de ambos em sua residência oficial, porém há muito tempo não ia até lá, afinal, ela ainda não tinha interesse em levar uma estaca em seu coração.


    Roupas da Rebekah: http://www4.images.coolspotters.com/photos/798544/rebekah-and-mike-gonzalez-hattie-sequined-tank-gallery.png
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126305] por Louis D'Angelo » 25 Set 2013, 08:43

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- Registro de Vampiro. Cap. 1º
A vida como ela é.
-


A luta diária havia iniciado, trabalhos e mais trabalhos durante toda a manha e a parte vespertina ocupara o nobre Oficial, não dando espaço para efetuar as preparações necessárias para o registro que viria a fazer em breve. Sua coruja Trovão havia efetuado a entrega esperada da carta, onde continha o horário e todo detalhamento, desde o local até mesmo do Oficial responsável.

A vampira deveria chegar no horário marcado, caso contrario perderia grandes pontos com o Italiano. Louis se preocupava com o fato do comprometimento com o horário, deixando claro e esplicito isso na carta na qual encaminhara a linda Senhorita Kham. Próximo do registro o ex-Sonserino rumou à sua sala carregando uma pilha de papeis em um dos braços e na outra sua maleta de couro, e nela continha desde pastas de registros antigos até artefatos mágicos, como uma adaga contra lobisomem e uma faca com a lamina serpenteada.

Sentado em sua cadeira com uma Caneca de café D'Angelo aguardava, logicamente ofereceria uma xícara mesmo sabendo que Vampiros raramente aceitam comida ou bebidas humanas. Seria explicitamente por educação. Próximo das 23h, horário marcado para o registro iniciar uma batida na porta foi o sinal que em breve Louis conheceria a loira que muitos haviam comentado.
- Por favor, entre! -

Sem qualquer sinal de resposta do outro lado da porta, o Italiano levantou-se e caminhou com passos firmes até a porta, abriu e parou. A vampira era linda, e toda a armadura do Oficial desabou. Sem dúvidas seus olhos verdes estatelaram-se e deixaram uma expressão de bobo em seu rosto fino e elegante. Obviamente ele esperava uma mulher bela e fina, mas Rebekah era mais do que isso, sem precisar de roupas extravagantes ou qualquer acessório ela estava linda, com roupas simples e demonstrava não ter demorado para se arrumar, pois parecia tão espontânea.

- A senhorita deve ser por quem estou esperando... Por favor entre e fique a vontade. - Após a vampira adentrar em sua sala, Louis fechou a porta e sentou-se. Em todo esse trajeto não desfez a conexão do seu olhar com aquela mulher. Mulher essa que aparentava não ser uma fonte de perigo e fome incessante, uma fonte fria e desumana, talvez ela até não fosse, e pelo visto D'Angelo estaria pronto para testa-la. Foi cortado pelo seu devaneio por uma pergunta peculiar, ela havia visto sua fonte literária, pelo menos um dos autores mais famosos contidos ali.

- Além de bela é inteligente. Sim, ambos são bem interessantes. Sócrates pelas contribuições renomadas no campo da Ética, alguns outros autores relatam que Sócrates também é o criados da Dialética, e eu, como um jovem estudante, admiro uma das profissões dos trouxas, o Direito. A profissão de advogado me cativa, e a dialética é obviamente um dos ramos desse estudo. Já Maquiavel, sem palavras, seu livro ,"O Príncipe", roubou longas horas de minhas noite. - Deu um tempo até que a loira absolvesse toda aquela informação, até que o Italiano olhou para aqueles olhos e novamente cortou o silencio.

- Precisamos iniciar o registro, portanto iniciaremos de forma objetiva para agilizar. Pode me dizer o seu nome completo, local de trabalho e residencia, e sua idade. Caso precise de algo, por favor me diga. - Enquanto falava o Oficial retirava de sua gaveta um pergaminho, pena e tinteiro, agora sim começaria.
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemAlemanha [#126311] por Rebekah Campbell Kham » 26 Set 2013, 03:38

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    Rebekah não precisava usar seus dons para saber que havia impressionado o Oficial. A forma com que ele a olhava deixou claro que Rebekah não era quem ou o que ele esperava. Isso pareceu divertir a vampira que cruzou as pernas e se endireitou na cadeira. Desde que havia recebido a carta a intenção da alemã era apenas uma: impressionar o Oficial e conseguir sua licença, mas quando olhou nos olhos do italiano, teve certeza de que queria impressioná-lo não apenas para seu registro, mas para outras coisas também. "Você parece alguém que eu conheci."

    Se ainda pudesse corar, Rebekah o teria feito, graças aos elogios vindos do Oficial. Uma das coisas que a alemã mais sentia era corar. Um simples ato para todos os seres humanos, mas que torna tudo mais gostoso. Saber que a pessoa gostou e ficou sem graça sobre algo dito é a melhor sensação que alguém pode sentir. Mas ao se tornar uma imortal, essa e muitas outras coisas 'banais' para um humano, deixam de existir e só ai que você pode se dar conta de como é doloroso ser um vampiro. Prestando atenção em cada palavra do homem, a vampira percebeu que ele seria um ótimo companheiro, isso é se ainda fosse uma humana. São poucos os que aceitam ter uma vida ao lado de um ser imortal e provavelmente, Louis não seria um deles.

    A alemã percebeu que a vontade do Oficial era discorrer sobre os autores que ambos admiravam, porém ao olharem nos olhos, o senhor D'Angelo tomou uma postura já esperada pela vampira. O sorriso não abandonou a face da loira, mas essa simples mudança de 'personalidade' fez com que Rebekah se sentisse mal, como se seu coração ainda batesse e ele desse uma atrapalhada em seus batimentos.
    "Coloque na sua cabeça, você é um monstro para ele." A alemã não respondeu ou comentou sobre tudo o que o oficial havia dito e o silencio que havia tomado a sala era horrível. Por sorte, o italiano cortou o silencio e assim deram inicio ao registro.

    Perguntas e mais perguntas. É o que Zoey havia dito que aconteceria no registro e Rebekah havia se preparado para isso, mas nem toda a preparação do mundo serviria para estar pronta para responder todas as perguntas. Mesmo que quisesse, Bekah jamais poderia ser uma garota normal. Seu corpo de dezessete anos estava paralisado e a cada ano a dor só aumentava.
    "Jamais envelhecer, jamais dar continuidade a minha família. Estou fadada a ficar assim eternamente." Pelo menos o inicio do registro parecia bem simples. - Se não se importa, eu gostaria de um pouco de vinho. - a vampira pediu um pouco sem graça. Não que ela tivesse sede, mas o álcool a ajudaria nas próximas perguntas que ela sabia que viriam a seguir.

    - Meu nome Rebekah Campbell Kham, mas acho que esse ultimo não deve ser usado. Atualmente estou trabalhando como Mestre de Poções no Hospital Theophrastus von Hohenheim e moro com meu irmão e minha cunhada aqui em Vaduz. Ah sim, sou cunhada da senhorita Bloom, sua chefe. - quando falou, percebeu que o Oficial poderia entender isso da forma errada e levou a mão até e mesa dele como se pudesse impedir que as palavras fizessem sentido - olha não me entenda mal, foi apenas um comentário! Zoey é minha cunhada da porta para fora e não quero que você pense que isso fora uma ameaça. - as palavras saíram apressadas pela boca da vampira e ela sentiu uma necessidade imensa de ler a mente do italiano. Rebekah queria ter certeza de que ele havia entendido suas palavras, mas antes que piorasse tudo, tratou de continuar com o registro. - tenho cento e trinta e cinco anos, mas não se assuste, isso é considerado um bebê entre os vampiros. - tentou fazer uma graça, mas talvez tenha feito errado. Voltou a encostar-se à poltrona e fitou o chão totalmente sem jeito.A vampira nunca desejou tanto poder ler a mente de alguém como naquele instante.
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126312] por Louis D'Angelo » 26 Set 2013, 08:19

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Pelo visto a vampira talvez havia se interessado por Louis, mas ali não seria o local correto para isso, ali naquela sala era o local de trabalho do nobre Oficial. O registro havia "iniciado" quando a vampira pediu uma taça de vinho, D'Angelo havia muitas garrafas de vinho, de tinto ao branco, velho ou novo. Levantando-se e sacando a varinha ele caminhou próximo à lareira, e com um toque da ponta da mesma em uma especie de balcão sobre a fonte de calor daquela sala ministerial, uma pequena adega surgiu. - Será que ela prefere tinto ou branco? Vou pegar um dos meus preferidos. - De tanto desejo o ex-sonserino já começara a falar sozinho.

Caminhou até a mesa e depositou ao lado do pergaminho as duas taças e a garrafa de vinho tinto. O Italiano sentia-se vivo ao olhar para aqueles olhos à sua frente, e isso apenas o magoava, não sabia se poderia convida-la para sair, ou melhor, se ela aceitaria sair com um mortal. O coração palpitava fortemente, jorrando sangue para todo corpo, talvez ele corasse, mas seria difícil, pois havia tido um treinamento forte para não transpassar suas emoções a não ser que quisesse, e sem dúvidas, pelo menos por enquanto, Louis não queria que a Vampira soubesse o que estava sentindo, todas aquelas borboletas farfalhando o interior do seu peito.

Após servir as taças e bebericar um pouco da sua, a mão procurou a pena enquanto esperava Rebekah iniciar com as respostas. Ela falava, e a mão ágil transcrevia para o pergaminho. Ela morava com o irmão e a cunhada, a Senhorita Bloom, ele já ouvira esse sobrenome, e quando quase se lembrava de onde havia ouvido, a Campbell falou, a sua chefe, Zoey.


- Eu entendi, calma Senhorita, é senhorita correto? Espero que seja. - [narrracao] Os olhos da Vampira fitavam o chão, e Louis levantou-se um pouco de sua poltrona, e sua mão pousou levemente no queixo frio, mas não se importou com a falta de calor, apenas ela havia se tornado importante agora. Levantando o rosto daquela mulher até os olhos se encontrarem e o Senhor D'Angelo tentou ser o mais simpático possível.

- A Senhorita é a mais bela mulher que já conheci, sua idade é o que menos importa para mim. Sei que isso será um pouco antiético, mas não importa. A Senhorita gostaria de sair para tomar um café ou um vinho? Seria uma honra te-lá como companhia. - Sem dúvida alguma agora Louis havia corado, e sua cor deveria ser um vermelho tomate, mas ele não se importou, permaneceu com a mão no queixo da Vampira, precisava saber da resposta, precisava saber se ainda podia ser desejável. E ainda mais por uma mulher que o abalará tanto, uma mulher que o fez desejar tornar-se alguém mais difícil de ser morto.
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemAlemanha [#126318] por Rebekah Campbell Kham » 27 Set 2013, 03:51

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    Rebekah não conseguia acreditar no que havia dito. Sem conseguir ler a mente do italiano, mil pensamentos começaram a rodar a cabeça da loira."Por que eu nunca consigo me controlar?" A alemã se arrependia de cada palavra proferida dentro daquela sala e se pudesse voltar no tempo, ela o faria sem pestanejar. Sua vontade era de que pudesse usar seus dons e apagar a memória do italiano, pelo menos a parte em que fala sobre Zoey, mas isso seria impossível. A sala em que se encontrava, dificultava as coisas para a vampira e se pudesse sentir alguma coisa, provavelmente estaria se sentindo presa, vermelha e com vontade de vomitar. Ouviu quando o oficial se levantou e pegou o vinho que havia pedido, mas não tinha coragem de olhar nos olhos do homem. Rebekah se sentia mal e fechou as mãos em punhos para tentar se controlar.

    Quando o senhor D'Angelo começou a falar, a vampira precisou de muito controle para não sair correndo dali. Simplesmente balançou a cabeça concordando enquanto ainda fitava o chão. Se o coração de Rebekah ainda batesse, ele estaria em uma euforia enorme, pois ao sentir os dedos quentes do italiano em seu queixo milhares de lembranças passaram-se na mente da loira. Lembranças de quando ainda era humana e as pessoas não tinham receio de tocá-la, de sentir sua pele e olhar em seus olhos.
    "Você me faz parecer uma pessoa normal." Ao levantar a cabeça, seus olhos vermelhos como sangue encontram os do Oficial. Esse seria o momento em que ela perderia o fôlego e seu coração pararia de bater, e esses eram os maiores desejos de Rebekah, mas o que conseguiu, foi apenas um leve piscar de olhos.

    A alemã não conseguia acreditar nas palavras que havia ouvido. O italiano estava convidando-a para sair. Rebekah sequer conseguia lembrar a ultima vez que um humano havia convidado-a para sair, pelo menos sabendo o que ela era. Piscou mais algumas vezes para ter certeza de que não estava sonhando acordada e teve sua duvida confirmada com a cor do oficial. Louis havia corado, ficando num tom de vermelho que realçava seus olhos azuis. Com um pouco de atenção, Rebekah conseguiu ouvir as batidas aceleradas do coração do italiano e por alguma razão desconhecida, a loira sentiu um prazer percorrer por seu corpo gélido, como uma descarga de adrenalina. Ainda sentia os dedos do homem em seu queixo e sem se mover abriu um sorriso encantador em seus lábios.


    - Eu iria adorar ser sua acompanhante, mas infelizmente só posso sair depois de escurecer e devo retornar antes do amanhecer. - as palavras saíram com um tom de brincadeira, mas por trás delas existe uma verdade dura. Tombou um pouco a cabeça de lado e precisou morder o lábio por um segundo. Rebekah havia se perdido dentro dos olhos do oficial e quando deu por si já estava em pé, com uma de suas mãos no peito do oficial. Por um segundo nada mais importava e a alemã só queria aproveitar o momento, porém como se algo estivesse estalado, Rebekah percebeu o que estava acontecendo. - Ahn.. acho melhor continuarmos com o registro, não acha? - perguntou completamente sem graça enquanto voltava a se sentar em sua poltrona. Pegou sua taça com vinho e tomou dois goles. Sentindo o liquido descer por sua garganta enquanto tentava entender o que havia acontecido. Mas principalmente, como ela poderia ser desejada por alguém.
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126322] por Louis D'Angelo » 27 Set 2013, 08:38

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Rebekah fazia o coração do Italiano quase saltar do seu peito, pulsando fortemente e rapidamente, no entanto ele ainda tentou se controlar. Louis não havia saído com mais ninguém desde quando sofrera uma forte perda, o trabalho tornara-se o grande amor, uma distração constante na qual fizera-o conhecer a mulher que mesmo à pouco tempo, já lhe arrancava suspiros e transformava tudo em algo melhor. Se não fosse pelas barreiras limitativas de poder, certamente poderia ser alguma hipinose ou fascínio causado por uma Vampira. Mas ali naquela sala isso não poderia ocorrer. O que o Italiano sentia ao olhar para aqueles olhos azuis, tão claros quanto o mar do caribe, era sem dúvida algo que uma hipinose ou fascínio poderiam proporcionar.


Ela finalmente levantou o rosto, deixando possível agora ver os olhos, antes azuis, agora tornaram-se vermelhos. E a Vampira parecia ter percebido a rubra do Oficial, e isso só favorecia a deixa-lo com mais vergonha ainda. Com o sorriso mais lindo no qual Louis lembrava de ter visto em toda sua vida humana, ela lhe falou o que foi motivo de alegrar o seu coração.
- Eu iria adorar ser sua acompanhante, mas infelizmente só posso sair depois de escurecer e devo retornar antes do amanhecer. -.

" Ela ACEITOU! " Quase pulando de excitação o Italiano conseguiu respirar fundo, e quando ia iniciar sua fala uma mão tocava-o no peito, tão firmemente que nem se ele quisesse poderia sair, mas ele não queria. Mas quando seu cérebro assimilou a situação era tarde, Rebekah já estava voltando para a sua poltrona e bebericava da sua taça de vinho. A voz doce novamente saiu, e desta vez pedia para voltarem ao registro novamente. Logicamente ele o faria, mas precisava falar alguma coisa antes. Arrumando-se na sua cadeira extremamente confortável ele falou.

- Rebekah, há muitas coisas que podem ser feitas entre o inicio do escurecer até antes do amanhecer. E seria um prazer passar todo esse tempo ao seu lado. Mas voltando ao registro... Preciso saber como foi transformada, me desculpe falar assim, mas preciso saber para podermos terminar logo e sairmos desta sala. - Novamente pegara a pena e preparava-se para começar a escrever, completando aos poucos as perguntas das quais necessitaria que fossem respondidas, para assim poder tornar-se "Responsável" pela mesma. E mesmo sem todas as perguntas, ele sabia que podia confiar nela, que podia abrir-se.
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemAlemanha [#126341] por Rebekah Campbell Kham » 28 Set 2013, 07:13

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    As coisas estavam bem diferentes do que Rebekah poderia ter imaginado. De todos os pensamentos que a vampira teve, sentir-se atraída pelo oficial foi o que jamais se apegou. Para ela é bem difícil entender o que um humano, que pode ter uma vida normal, poderia se apaixonar ou ter algo com um monstro igual a ela. “O que você pretende de verdade? Isso não é normal.” Talvez quando estivesse deitada em sua cama, prestes a dormir, conseguiria entender o que havia acontecido, ou talvez os motivos que fizeram com que o senhor D’Angelo quisesse sair com ela, ou melhor, ter algum contato fora de seu local de trabalho.  “Isso é tão estranho! Parece que eu estou dentro de um sonho.”

    Rebekah pode sentir a empolgação do italiano. Mesmo que a sala pudesse bloquear seus dons, ela ainda possuía os sentidos aguçados, por conta de seu passado humano. Deixar a mente voltar algumas décadas poderia ser um grande erro, e para tentar afogar tais pensamentos, a alemã tomou mais um gole do vinho. A bebida não conseguiria deixá-la bêbada ou fazer com que qualquer efeito, que um humano normal sente, a atingisse. Já havia tentado ficar bêbada antes e na verdade a única coisa que conseguiu fora acabar com o estoque de uma adega. Fechou os olhos por um segundo, concentrando-se em tudo e nada ao mesmo tempo. Qualquer coisa que não a deixasse nervosa.

    Ao ouvir as palavras do oficial, a alemã abriu os olhos e encarou os do italiano. Sentiu como se pudesse ser uma garota normal, voltar a ser a Rebekah que podia sentir os raios solares em seu corpo e se divertir com outras pessoas.
    “Caia na real, você é condenada a vagar pela escuridão pelo resto da sua vida.” Por alguns segundos, a loira esqueceu o motivo real de estar ali e quando Louis perguntou como ela havia sido transformada, sentiu como se seu mundo tivesse se tornado negro. Sua mente voltou para a cama de hospital e ela podia sentir as dores de sua doença. Viu seus pais e as lágrimas escorrendo por sua pele. Rebekah havia voltado para a última noite como humana.

    Da mesma forma que havia voltado ao passado, a vampira voltou ao presente. Há muito tempo havia guardado essa lembrança e podia sentir seu coração de pedra doer com tudo o que havia acontecido. Sentou-se ereta na poltrona e segurou a taça com uma das mãos, enquanto a outra repousava em cima de sua perna. Olhou para um ponto qualquer e fechou sua mão em punho.
    - Quando era humana eu possuía uma saúde instável, toda a semana eu acabava sendo internada no hospital e precisava tomar vários remédios, além de transfusões de sangue. Por mais que os médicos fizessem exames em mim, eles jamais conseguiam identificar qual era a minha doença. Na verdade eu nasci com essa doença misteriosa, e para ser sincera, eu fui considerada um milagre, principalmente por ter vivido por dezessete anos. - enquanto falava, a alemã lembrava de cada momento vivido. Dor, saudade, medo, aflição. Tudo estava acontecendo novamente.

    Rebekah se levantou e começou a andar pela sala. Precisava manter a calma e o controle. Era a primeira vez que falava sobre isso a alguém e ela se sentia vulnerável.
    “Se ao menos eu pudesse ler sua mente...” Acabou ficando de costas para o italiano e cruzou os braços. As palavras vindo a sua mente e a garganta bloqueando a saída delas. Mesmo não precisando, suspirou uma vez e fechou os olhos. - Foram anos de idas e vindas do hospital, e quando finalmente eu completei quinze anos meu pai proibiu que eu saísse de casa. Ele havia decidido que eu seria medicada em meu quarto, e assim aconteceu durante quase dois anos. Minha saúde piorou quando meu irmão Dimitrid fora transformado em vampiro. Meus pais mal se falavam e minha família queria a morte do alemão. De toda a minha família, ele fora quem sempre me apoiou e me deu forças, quando soube que meu pai havia dado ordens para matá-lo, todas as minhas esperanças morreram. Eu não comia, não bebia e só queria passar o tempo olhando pela janela, como se eu soubesse que meu irmão apareceria. Em uma noite, senti meu peito doer como se alguém o perfurasse e comecei a vomitar sangue. Eu sabia que meu fim estava próximo, mas, ainda assim, fui internada. Mas todos os esforços dos médicos foram em vão. - como se tivesse criado coragem, a vampira se virou e encarou os olhos do Oficial que parecia estar intrigado e fascinado com sua história.

    - Meu destino estava traçado e eu sabia que morreria a qualquer minuto. Não queria ver ninguém e eu só chamada por Dimitrid. Ele era o único que eu queria ao meu lado quando o momento chegasse. Lembro-me que nesse dia eu estava tão agitada que precisei ser sedada. Talvez isso fora o que me manteve viva por algumas horas, mas quando acordei, só encontrei um corpo sentada na cama em que eu estava. Dimitrid, meu irmão estava lá. Meu último desejo se realizaria. Ao olhar nos olhos vermelhos do alemão, eu senti a dor que ele sentia e a tristeza. Ele se levantou e me abraçou forte, como há muito não me abraçava. Eu sentia minhas forças me deixando e minhas últimas palavras foram 'Eu te amo Dimi'. Sei que devia estar morta, e de uma certa forma eu estou, mas não morri porque meu querido irmão me transformou. Enquanto eu sentia minha vida ser sugada, eu também sentia a dor de duas feridas em meu pescoço, naquele momento, não fez sentido e eu dormi ouvindo as palavras de Dimitrid em minha mente. 'Eu não posso viver sem você, Bekah'. Quando acordei, eu me sentia bem, como nunca antes havia sentido. Podia fazer coisas que antes eu não conseguia, mas uma coisa também havia mudado. Eu sentia sede. Foi ai que eu percebi que havia sido transformada em vampira. Pelo amor de meu irmão por mim. - quando terminou de falar, Rebekah já se encontrava sentada na poltrona. Se ainda pudesse, provavelmente a vampira estaria em lágrimas. Graças ao seu irmão, agora ela podia viver como nunca antes pode.
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Rebekah Campbell Kham
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Re: Sala de Louis D'Angelo

MensagemItalia [#126342] por Louis D'Angelo » 28 Set 2013, 08:35

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Naquela sala, e em outras também, Louis havia realizado diversos registros, havia rejeitado um Lobisomen pelo fato dele ser tão instável, havia aceito e tornado responsável por um vampiro. Mas nunca, em nenhum desses registro, concluídos ou não, ele jamais havia sentido vergonha em realizar as perguntas necessárias. Não queria mais faze-las, queria apenas abraça-la e beija-la, "protege-la" do mundo todo com seus braços, com o seu corpo se fosse necessário. Um urso Gigante e uma Vampira, acho que esse casal jamais seria atacado.

Segurando-se para não levantar da cadeira ao olhar aquele ombro caído novamente, aquela expressão de vergonha, vergonha por algo que não teve culpa. Vergonha talvez por uma doença na qual já nascera sendo portadora, pelo visto uma doença mortal, uma doença responsável por ela estar em sua sala. Sentindo um aperto no peito Louis levantou-se de sua poltrona, a historia o havia abalado, era sem dúvida uma prova de amor desse Dimitrid, D'Angelo queria conhece-lo, talvez até mesmo agradece-lo por ter salvo essa mulher, essa mulher no corpo de uma adolescente.

Olhando para a janela mágica na qual mostrava uma Tempestade se formando, as nuvens começavam a tapar a lua cheia. O Italiano começou a falar com um tom de voz pesado, embargado.
- Sinto muito ter que perguntar, ter que realizar tais perguntas para você. Para mudar um pouco o rumo irei contar a minha historia. - Com uma pausa longa, um suspiro fora o único som que o Oficial causara. O silencio fora cortado quando novamente Louis voltou a falar, a voz já não estava pesada, nem embargada, parecia ter sido destravado quando iniciou a sua historia.

- Eu sou Italiano, e a minha família é bem unida, na minha infância almoçávamos todos os dias juntos, só que eu cresci e meu pai queria que eu realizasse pequenas mortes. Começou eu tendo que aprender à ser o que sou hoje, um animago. Todas as vezes que eu errava alguma etapa da transformação meu pai me batia, me mordia, isso porque geralmente ele estava transformado também. Mas uma das muitas vezes que ele fez isso, ele queria que eu matasse diversos caçadores que nos perseguia na floresta. Nesta etapa estava conseguindo controlar melhor a minha transformação. Então, eu me recusei, e começamos a lutar, ambos transformados. Quase perdi minha pata, digo braço, pois ele conseguiu morde-lo. Portanto, desde esse dia não vejo mais minha família. -

Louis não sabia o que a Vampira iria achar daquela historia, não sabia o que pensaria sobre ele. Mas ele virou-se da janela, seus olhos não procuravam os olhos agora vermelhos de Rebekah, seus olhos estavam fixos nas chamas da lareira, bruxulheantes e vivas. Teria que começar o interrogatório para assim conseguir terminar o registro. Agora os olhos claros do Oficial estavam fixos na bela mulher ali presente, e ele começou a falar.

- Sinto muito, mas terei que lhe fazer mais algumas perguntas. Depois da sua transformação você matou alguém? Algum inocente principalmente? Pode me informar como você realiza suas alimentações? - Agora quem estava envergonhado era o Oficial, este não tirava os olhos do pergaminho que começara a ser preenchido com a historia de Rebekah.
Louis D'Angelo
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