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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Alemanha || Berlim

Re: Alemanha || Berlim

MensagemEscocia [#131222] por Ryan Suliver » 20 Dez 2013, 02:14

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“Life is a waterfall
We're one in the river
And one again after the fall

Swimming through the void
We hear the word
We lose ourselves
But we find it all...”

[“Aerials” – System Of A Down]

A respiração, pesada, formava uma pequena névoa diante de seu rosto enquanto caminhava ao lado de Miriam. Quanto mais avançavam na maldita floresta, mais perdido ele se sentia. Olhou para o céu mais uma vez, grato pelo fim da nevasca, mas ainda irritado com a falta de progresso até então. Continuou em frente, árvores estendendo-se em todas as direções. Prometeu a si mesmo que, assim que resgatasse Zoey, colocaria aquela floresta toda abaixo. Deixou mais um suspiro longo escapar por suas narinas enquanto observava Miriam ao seu lado. A chinesa, de feições delicadas e ar misterioso havia se provado a única pessoa em quem ele podia contar até então. Ravn, por mais que fosse um velho amigo, tinha agora suas próprias preocupações, e não lhe cabia questioná-las. Deu de ombros, ainda tentando encontrar qualquer coisa que lhe fizesse sentido, quando um ruído estranho o colocou em alerta. Parou, estendendo o braço para sua companheira auror. – Ouviu isso? – Sussurrou, e a garota respondeu-lhe com um rápido aceno de cabeça. Tomou a dianteira do grupo, a varinha firme em sua mão direita. Seus instintos diziam-lhe que haviam sido emboscados. E não poderia estar mais certo. Quando o primeiro dos inimigos surgiu, trajando o negro dos Kham, ele deixou uma praga escapar pelos lábios. “Cara, como eu odeio esses putos...”

Durante seus primeiros dias como auror, Ryan havia aprendido bem como escapar das mais diversas situações, desde simples emboscadas até tramas excessivamente elaboradas para colocar um fim à sua vida. A primeira da qual havia escapado foi ainda em Lyon, quando era um novato no Ministério Francês: depois de desmantelar uma quadrilha de traficantes de ovos de acromântula, o escocês decidiu que já era passada a hora de ir atrás do líder da quadrilha e seguiu seu rastro até um palacete abandonado na região de Bordeaux. Quando enfim adentrou o local, trajando suas tão peculiares vestes negras, um grupo de quinze bruxos mercenários surgiu de lugar nenhum e, em poucos instantes, a propriedade estava cercada. Escapou, ainda que por muito pouco, mas não sem antes destruir o prédio no qual sua emboscada ocorrera. Apesar dos danos, obteve sucesso em capturar o criminoso. Graças a isso, Antoine Pierrot agora mofava em Azkaban.

Sorriu, encarando cada um dos oponentes. Em sua mente, um plano começava a se formar. Em seu coração, apenas o ódio e a ira. Sem tirar os olhos de seus alvos, comunicou-se com sua parceira.
– Cinco meus e cinco seus, pode ser? – Apontava a varinha para o primeiro de seus oponentes, a intenção de atacar evidente em seus olhos azuis. Em seu peito, a ira ardia, e Ryan não conseguia mais conter seu ódio. Queria matar a todos, fazer com que sofressem infinitamente pelos seus atos. Queria derrubar o castelo e deixar os corpos daqueles Kham para os corvos comerem. Queria destruir todo e qualquer portador daquele nome maldito que ousasse profanar o mundo que ele, como descendente de uma antiga ordem, jurou defender. E ele o faria, nem que consumisse sua vida toda nisso. – Senhores, eu não faço a mínima ideia de quem são ou do que querem, mas acho justo deixar claro que, dadas as atuais circunstâncias, minha paciência não me permite ser piedoso ou gentil com suas senhorias. – Sorriu. Os malditos não lhe responderiam mesmo. – Trocando em miúdos: eu to doido para matar e vocês estão doidos para morrer. Vai dar certinho hoje.

Avançou na direção do primeiro Kham em seu campo visual mas, ao contrário do que o bruxo poderia ter esperado, Ryan não atacou com um feitiço: deixou que sua telecinese fizesse o serviço, disparando uma rajada invisível na direção de seu alvo. Só esperava que a raiva não o tivesse cegado.
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There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
There is no chaos, there is harmony.
There is no death, there is
the Force.
Ryan Suliver
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemChina [#131249] por Miriam Wu » 21 Dez 2013, 20:15

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tell me would you kill to save a life?
TELL ME WOULD YOU KILL TO PROVE YOU’RE RIGHT?




                Passos calculados, sentidos alertas, fora isso que Miriam aprendera em anos de treinamento com seu mestre e pai adotivo. Algo que nem pensara em usar fora de seu próprio mundo, juntamente com sua “família”, mas que agora era algo comum em seu trabalho. A morena ao terminar a escola optou por se tornar auror por causa de suas habilidades em combate. Porém teve que estudar muito para conseguir uma boa “colocação”, afinal nunca fora boa em poções, pelo menos não como Denvers que a ajudará como pode.

                A morena ainda lembrava-se das aulas, das risadas no campo de quadribol, a surpresa quando fora chamada para um time profissional, afinal esperava isso para Aaron que foi o melhora batedor. Tanta coisa aconteceu. Muita coisa mudou, mas Miriam sabia que seus melhores momentos foi ao lado de quem ela considerava amigo, – e algo mais, não que isso a pessoa citada soubesse – como também nos momentos mais tristes de sua vida, o fato de ter seguido tantas pistas falsas sobre seus pais biológicos. Cada falha e o inglês sempre esteve ao seu lado, a jovem chinesa desejava estar no julgamento, ao lado de Denvers, apoiando-o, mas não podia, e não deveria estar pensando nisso, tinha uma missão a fazer.

                Os olhos esverdeados analisavam o local, mas algo estava errado. Wu podia sentir isso. Estavam adentrando demais a floresta. Aquilo estava errado, ou ela estava errada? Estava indo para o lugar certo? Não era isso que a intuição que sempre salvou a jovem nos seus momentos difíceis lhe dizia. Para confirmar suas suspeitas um som um pouco alto, e diferente do que esperaria em uma floresta se manifestou, a oriental virou-se para falar com Ryan, mas este havia ouvido o som questionando-a o que ela perguntaria a ele. Num movimento rápido a morena ergueu sua varinha – e por precaução uma de suas facas de arremesso. – observando os movimentos do que ela tinha certeza tinha sido uma emboscada.

                O primeiro adversário surgiu, seguido por mais outros, no total eram dez homens trajados totalmente de preto com um símbolo em suas roupas, um brasão de família, era o que a chinesa suspeitava algo que Suliver parecia saber perfeitamente se era verdade ou não.
– Como quiser. – comentou a morena sem expressar nada em sua voz. – Apenas não exagere, precisamos de informações. – essa última parte parecia ser inútil, ao ouvir as palavras seguintes do chefe dos aurores, algo que, quase fez um sorriso surgir nos lábios da jovem ao lembrar-se de seu irmão de armas – e adotivo – de certo modo os dois homens tinham uma personalidade parecida.

                Uma respiração funda escapou dos lábios da morena, seus olhos se fecharam por um momento enquanto ouvia os primeiros passos dos atacantes, seu corpo então se moveu com precisão enquanto seus olhos esverdeados se abriam e seus músculos se movimentavam numa esquiva e depois numa sequência de ataques quase que felinos. Um soco desferido em defesa de um ataque, um ataque desferido com a adaga em sua mão está acertando a mão que segurava uma varinha. Um feitiço em sua direção, e mais uma esquiva rápida, vendo a árvore atrás de si ser atingida, Miriam acertava os oponentes, mas apenas para desnorteá-los um pouco. A morena parou praticamente entre dois atacantes a varinha apontada para e adaga para outro. Um novo suspiro escapou dos lábios da menina, seus olhos analisando para ver quem se moveria primeiro, e quando isso foi feito, em movimentos rápidos, que levou anos de seu treinamento mais seu instinto das ruas, a jovem lançou a adaga em um dos seus oponentes, nos próximos segundos – sem perceber se o atingira – sua varinha movimentou-se rapidamente.
Thundara Nerus ! – gritou esperando que seus dois ataques tivessem surgido efeito, seu corpo pronto para qualquer movimento seguinte.


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| WITH • Ryan Suliver; Inimigos | NOTES • Os primeiros movimentos de Miriam foram puramente interpretativos, os que são válidos forma o lançamento da adaga em um oponente e o feitiço no outro.
Feitiço: Thundara Nerus[dano: -30]; [dificuldade: 20]; [confusão: 2];
Descrição: Uma variação do feitiço Thundara, mais potente que o seu antecessor, esta magia libera uma estrondosa quantidade de energia em forma de raio negro. Pode causar sérios danos no alvo se o contato for direto.
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Miriam Wu
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemRussia [#131290] por Lana Shuisky » 23 Dez 2013, 01:49

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Quando a voz irritada de Dimitrid se ergueu, constatando o que parecia óbvio após minutos vagueando, Lana limitou-se a lançar um olhar de esguelha ao homem cativo, sentindo que sua própria paciência para com ele vinha se tornando cada vez mais limitada, afinal, aquela andança sem sentido começava a se tornar incrivelmente chata. Tendo em vista o cenário que ali se apresentava, não foi com surpresa que, após mais um local infrutífero, a jovem diretora viu o vampiro perder a pouca paciência que tinha e dar um belo soco no 'guia', fazendo-o voar. Com rapidez a russa se moveu, colocando-se entre os dois com um olhar firme e a varinha em riste na direção do amigo, que elevou a voz, mostrando os caninos afiados.

“Com ele é ruim, sem ele é igual.”
– disse a Shuisky com um tom quase monótono, sentindo que dizia aquilo mais para convencer a si mesma do que ao amigo de uma possível utilidade do homem – “Dê mais uma chance, Dimi, e se falhar... bem, ele foi avisado.” – afirmou, dando de ombros enquanto lançava um olhar rápido ao bruxo caído, tendo as orbes cinzentas faiscando em expectativa de algum acontecimento mais interessante. A concordância, ainda que relutante, não tardou e, assim sendo, continuaram a seguir as indicações do guarda, que meneava a mão para mostrar os caminhos que os bruxos deveriam traçar. Quando, enfim, o dedo trêmulo indicou uma porta, Lana achou que enfim teria ao menos um vislumbre de algo ou alguém, contudo, o que viu foram troféus em meio a penumbra de um grande salão – “Oh mer...” – e antes que a frase fosse completa e terminasse de girar o corpo, sentiu Kham se movimentar, carregando consigo o prisioneiro.

Ainda que se encontrasse levemente preocupada com as consequências do ato de seu amigo, a diretora, vendo o loiro erguer sua 'presa', suspirou, dando as costas para se afastar, apoiando-se em uma parede com certa casualidade nos movimentos. Os olhos claros se voltaram mais uma vez para a cena, ciente de que sim, poderia tentar interferir, mas que fazê-lo seria apenas um desperdício de forças, afinal, tendo em vista a ameaça que ela própria proferira, se não fosse o vampiro a mostrar o quão sério eles falavam, seria ela a fazê-lo. Poupar o esforço mágico naquela situação parecia ser a melhor pedida, visto que sabia que necessitaria dela mais cedo ou mais tarde.

“Dimi?”
– chamou, notando que o ímpeto do ataque do amigo diminuíra e que, tal como um animal que pressentia algo, a cabeça do vampiro se virara, movendo as narinas com os olhos abertos, proferindo o nome da noiva pela qual eles procuravam – “Ei, qual é o problema?” – questionou, desencostando-se de onde estava para se aproximar do pálido loiro que não apenas soltara o guarda, como caíra de joelhos, estendendo-se pelo chão, inconsciente, quase que ao mesmo tempo em que o cheiro de fumaça preenchia o ambiente em que estavam – “Ótima hora para isso, amigo.” – observou, revirando os olhos ao concluir que havia fogo em algum lugar e que, justo seu colega vampiro, estava fora de combate – “Ei, gata, me dá uma mão aqui.” – pediu, começando a erguer o imortal por um braço, sentindo o peso do corpo gélido que, mesmo com a ajuda da outra bruxa, era demasiado para ser carregado.

“Vamos ajeitá-lo só para que nós possam...”
– antes que a frase fosse completa, contudo, Dimitrid se moveu, atraindo o olhar da Shuisky, que encarou ao amigo sem entender aquele desmaio repentino e breve por parte do mesmo – “Qual é o problema, Dimi?” – questionou, lançando um olhar de retaliação, sinceramente esperando que aqueles 'apagões' não fossem frequentes. A resposta, contudo, nunca veio e, tão logo o imortal retomou plenamente a consciência, pareceu também readquirir a racionalidade 'humana' – “Claro que vou. Alguém tem que assegurar suas costas.” – afirmou com um sorriso divertido, ajeitando os dedos ao redor do punho da varinha, ouvindo a estranha observação do amigo – “O que v... Ei!” – exclamou, tão logo sentiu seu corpo ser elevado com uma facilidade, que só podia provir de uma pessoa com habilidades tão especiais como o ex-medibruxo – “Depois você se entende com meu namorado.” – afirmou em tom de brincadeira, segurando-se em meio a corrida executada pelo alemão.

Após percorrerem diversos corredores seguindo para, pelo o que Lana compreendera, o foco do que parecia ser um incêndio, enfim a dupla de bruxos parou e a diretora se viu saltando para o chão. Os olhos claros correram o ambiente, fitando ao corredor belamente decorado e completamente vazio, o que permitiu que, por um instante, a russa se preocupasse em pegar na bolsinha que trazia consigo, um vidro com água e um pano, o qual foi devidamente umedecido, sendo então preso ao rosto da Shuisky, a fim de evitar uma eventual intoxicação pela fumaça ali existente. O som de algo se quebrando e de um calor súbito, fizeram os orbes cinzentos se voltarem, encarando as chamas bruxuleantes.

“Isso é péssimo.”
– observou com a voz abafada, sabendo que aquele fogo não estava ali por acaso e podia indicar muitas coisas, inclusive um resgate tardio por parte deles. Absteve-se, contudo, de proferir aquilo, limitando-se a assentir diante da pergunta a ela direcionada – “Vou tentar... ainda que a coisa aqui não esteja das melhores e há décadas eu não brinque com o fogo.” – afirmou antes de se voltar para o mar bruxuleante a sua frente – “Vamos, afaste-se.” – pediu em um tom categórico, erguendo as mãos para se endireitar – “Redigere Aestu!” – exclamou enquanto, com a sutileza que o feitiço exigia, moveu ambos os braços, tentando abranger a maior área possível e se concentrar naquela execução.

[ Interaction: Dimitrid Campbell Kham; Marichiella Blandert ]
[ Off: Não revisado e tenso como tudo que ando escrevendo, mas bora lá. :v ]
Feitiço: Redigere Aestu[dificuldade: 14];
Descrição: Feitiço para Congelar Chamas. Muda as propriedades do fogo de forma que o calor vire nada mais que uma cocegazinha suave e prazerosa.

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Lana Shuisky
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemReino Unido [#131413] por Tormento, O Dementador » 27 Dez 2013, 05:41

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Berlim - Alemanha
14/08/13 ás 04:10 em ON


Time A: Dimitrid
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Medo, apreensão, desespero. Tantos sentimentos que estavam dominando o corpo do vampiro e lembranças que apareciam na hora errada. Ao entrar na sala, o fogo já havia consumido quase o lugar inteiro e nem mesmo o feitiço da habilidosa diretora conseguiu conter as chamas perigosas. Será que Zoey ainda estava viva? Com força, Dimitrid tentou levar a parede ao chão, mas a estrutura frágil caiu com facilidade, derrubando em cima dos heróis toda a sala e também uma parte do corredor. Quando a sala parou de ruim, eles estavam cercados pelo fogo, que estava quase os tocando na pele. A passagem secreta? Não existia mais. E agora?
Dado: Dimitrid: 4 + Lana: 9 = Total: 6,5 = 7
Desafio: O fogo está chegando perto de vocês e não há passagem secreta. A sala esta destruida.


Time B: Ryan
Spoiler: Mostrar
Os aurores mostraram que não importa quantidade de homens, mas sim qualidade. Ryan e Miriam conseguiram acabar com aquela gangue facilmente, usando suas habilidades. Cada um ficou com um refém sob poder, já que os outros estavam mortos ou desacordados. O tempo que gastaram ali, fora o suficiente para que as chamas do castelo aumentassem, deixando claro a localização da principessa. O tempo é curto.
Dado: Miriam: 16 + Ryan: 17 = Total: 16.5 = 17
Pista Verdadeira: Cada um esta em posso de um refém, e vocês podem fazer o que quiserem com eles. O fogo do castelo mostra a sua localização.


IMPORTANTE
Spoiler: Mostrar
Vocês terão apenas mais duas atualizações, ou seja, mais duas rodas. O fogo está destruindo completamente o castelo e a estrutura está ficando frágil.
Zoey continua desacordada dentro de uma sala (cela) sem janelas. O fogo ainda não chegou ali, mas esta quase. Mas acrescentarei 2 coisas.

Usarei o dado 2 de vocês para saber se o fogo chegará nela ou não. (Aqui usarei apenas dos meninos, Ryan e Dimitrid)
Fórmula:
Dado2 + Dado2 = ou > 30 - o fogo não a atingiu.
Dado2 + Dado2 < 30 - o fogo atingiu o lugar onde ela está.

Usarei o dado 2 de vocês para saber se a Zoey acorda ou não. (Aqui usarei apenas das meninas, Lana e Miriam)
Fórmula:
Dado2 + Dado2 = ou > 30 - Zoey acorda.
Dado2 + Dado2 < 30 - Zoey permanece desacordada.

Continua valendo o dado1 para saber o que acontece com vocês.
Obs: A parte do dado2 é apenas para ajudar ou não vocês na ultima rodada que terá uma outra diversão. (Pelo menos pra mim >.<)


Spoiler: Mostrar
O objetivo da trama é tentar libertar a Zoey, descobrir quem é o sequestrador e torturar dela, como também descobrir quem é o responsável pelo sequestro.
Para conseguir uma dica, usaremos o dado 1, porém como estão divididos em "times" somarei o dado1 de todos e dividir pela quantidade.
Time A: Dimitrid - Lana - Marichiella
Time B: Ryan - Ravn - Miriam
Time C: Oficiais e/ou outros

Por exemplo: Time A: 15 + 2 + 7 / 3 = 8 (Desafio)
Desafio: 1-9
Pista sem muita ajuda: 10-15
Pista Verdadeira: 16-20
Cada rodada terá o prazo de 10 dias.
Duvidas enviem MP.Prazo: 07/01/14
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemChina [#131987] por Miriam Wu » 14 Jan 2014, 02:25

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tell me would you kill to save a life?
TELL ME WOULD YOU KILL TO PROVE YOU’RE RIGHT?




                Os movimentos de Miriam foram precisos, seu corpo movia-se com agilidade felina enquanto lutava. Não eram movimentos perfeitos, não para a morena, mas para quem visse de fora era algo quase que anormal. Afinal dada a constituição física da chinesa, todo pensariam que era frágil demais para se defender, mas era o oposto o que a jovem demonstrava naquele momento.

                Um dos desconhecidos o qual a auror desnorteara para atacar os outros começava a se erguer, um pouco recuperado do ataque que recebera.
Encarcerous ! – gritou lançando feitiço contra o oponente. Um pequeno sorriso surgindo em seus lábios, mas antes que pudesse se virar sentiu algo agarra-la por trás erguendo-a do chão, sufocando-a. – Então belezinha achou que ganhou é? – a voz veio baixa, soando ironicamente o que de certo modo irritou a chinesa. – Não... Achei.. Eu ganhei... Com certeza. – disse com a voz falha, mas a adaga que estava escondida em sua escorregou para sua mão para a manga, num movimento ágil Miriam enterrou abaixo de uma das costelas do cara, aproveitando que ele a erguera acertando o queixo dele com a cabeça e se afastando quando ele a soltara.

                - Zàijiànle, nǐ zhè húndàn.¹ – disse a morena antes de lançar uma das adagas na jugular do homem, virando-se a procurar de um novo oponente. Um dos seus seguia para perto de Ryan para pega-lo de surpresa enquanto terminava com um dos seus. – Ah não vai não. – disse a morena indo rapidamente até o homem e pulando em suas costas, trançando suas pernas no tronco do homem enquanto lhe aplicava um golpe que o deixaria inconsciente ou até mesmo leva-lo a morte se ela continuasse por muito tempo.

                Um suspiro resignado escapou dos lábios da morena ao ver tudo terminado, havia dois sob custodia dos aurores. Ryan estava perfeitamente bem, apenas irritado pelo atraso que haviam tido. Wu respirou profundamente e seguiu para aqueles que ela matou fechando os olhos deles e retirando suas armas daqueles que ela lançara contra, limpando-as e as recolocando em seus devidos lugares. Com isso feito, Miriam fechou os olhos seus lábios movendo-se com rapidez, as palavras saindo fluentemente como se tivesse sido memorizado há anos, a face transbordando pela primeira vez reações, mostrando certa incerteza e dor que era raro se ver num rosto jovem.
– Gāi lùjìng shì jiānjù nàxiē shuí zūnxún de xìntiáo, shén... – o que parecia ser as preces da jovem cessaram ao ouvir a voz do chefe dos aurores. – Perdoe-me estava apenas... Rezando. – comentou a morena delicadamente, sua expressão voltando a se tornar inexpressiva enquanto encarava o homem. – Não por eles. Estava rezando por mim. – disse simplesmente se afastando dos corpos. – Devemos interroga-los, talvez saibam de algo útil.

                Miriam estava um pouco receosa com que o chefe faria, mas ele era afinal o chefe e não importava a raiva que ele deveria sentir ele seria sensato, a jovem esperava apenas que os dois sujeitos fossem espertos o suficiente para não testar a paciência do auror. – Posso? – perguntou enquanto erguia a varinha de forma descontraída. Fractus ! – disse a garota apontando para os joelhos de um dos homens, o grito que ele dera cortando as falas baixas dos dois colegas de trabalho, suspirando Miriam agachou-se o observando. – Olha... Podíamos ter evitado isso, mas vocês quiseram ir pela parte difícil da coisa, espero que seja inteligente e responda as questões do meu amigo sem qualquer gracinha, isso se você quiser viver. –comentou a morena olhando para Ryan se erguendo, sua varinha preparada para qualquer ordem que o homem lhe desse, ou para caso de perceber algo vindo contra eles novamente.


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Re: Alemanha || Berlim

MensagemRussia [#132290] por Lana Shuisky » 23 Jan 2014, 15:14

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Uma vez feito o movimento, Lana sentiu as fagulhas de magia surgirem em seu âmago, gélido como o feitiço a ser executado, mas, ao mesmo tempo, com algo estranhamente errado naquela sensação. Muitas foram as ocasiões nas quais a Shuisky se vira obrigada a utilizar aquele encantamento. Claro, havia anos que não o fazia, mas ainda se recordava da sensação que, sem dúvidas, estava longe da brandura que ali se apresentava. Assim sendo, quando enfim o feitiço irrompeu da ponta de sua varinha, a russa soube que aquilo não seria nem perto de suficiente para conter o tanto de chamas que ali se apresentava. Além disso, como se não bastasse a frustração do momento, parte das estruturas, devido ao impacto causado pelo vampiro e o fogo incansável, veio abaixo.

“Cuidado!”
– exclamou, sem ter tempo de sequer erguer a varinha antes de ir ao chão, protegendo a cabeça contra o impacto dos escombros quentes que os atingiam, mas que, por algum motivo que a sangue-puro apenas podia suspeitar em meio ao frenesi do momento, pareceram afetar Lana de modo mais ameno do que deveriam. Após alguns segundos, quando, enfim, tudo parou de cair, sentindo sua lateral esquerda dolorida, o ombro machucado e uma parte da panturrilha queimada, com dificuldade a jovem bruxa se levantou, notando o vampiro ao seu lado segurar algo que, devido ao estado destroçado, ela não conseguiu ao certo identificar o que era, mas supôs ter sido usado como um escudo improvisado – “Valeu, Dimi.” – disse, limpando um pouco do sangue que lhe escorria pela bochecha, correndo os olhos pelo local para avaliar o estrago ali presente.

“Holy fucking shit.”
– exclamou a bruxa, entendendo então o motivo do ardor nas partes expostas de sua pele. Ali, em meio aos restos de moveis e escombros, o fogo queimava de maneira arredia, dominando praticamente todo o espaço no qual se encontravam – “Isso não é nada...” – e o olhar correu para o amigo ao seu lado, o vampiro, tal como sua mente pareceu fazer questão de ressaltar – “E é nessas horas que amaldiçoo sua maldição.” – observou a Shuisky com um olhar sério, sentindo em seu âmago a preocupação pela vida do Kham que, por mais imortal que fosse, não era imune ao fogo.

Respirou fundo e, a despeito da situação, fechou os olhos, sentindo o calor insuportável e as chamas lhe beijarem a pele. Deixou que, por um instante, toda sua mente se esvaziasse e que cada um dos ensinamentos de Durmstrang lhe penetrassem. Não tinha medo, nem da dor e nem da morte, visto que há muito ultrapassara aquilo, contudo, invariavelmente pensou em Alex e no sofrimento que este sentiria se algo acontecesse a ela e em como ela, por aquele motivo e em prol da busca do outro loiro que encontrava ao seu lado, não podia falhar. Os olhos de prata se abriram e observaram o ambiente de maneira avaliativa, ignorando as queimaduras eventuais em suas roupas e pele. Ainda que fosse a diretora do instituto russo e tivesse orgulho da magia que possuía, sabia que era loucura querer dominar aquele lugar sozinha, então, se ao menos conseguisse traçar um caminho a salvo para que ao menos Dimitrid conseguisse escapar... seria suficiente. Assim sendo, concentrando-se o máximo que podia, Lana segurou firme o cabo de sua varinha, mais uma vez.

“Redigere Aestu.”
– repetiu com firmeza na voz, girando o objeto em suas mãos, enquanto traçava em sua mente o caminho que os levaria para fora daquele mar de chamas e, com sorte, para a noiva de seu amigo.

[ Interaction: Dimitrid Campbell Kham ]
[ Off: Uma boixta de texto e com o 20 da Dandy, agora vai vir um dado baixo, certeza. Ou seja, phodeu... ahuahuahuahua ]
Feitiço: Redigere Aestu[dificuldade: 14];
Descrição: Feitiço para Congelar Chamas. Muda as propriedades do fogo de forma que o calor vire nada mais que uma cocegazinha suave e prazerosa.

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Lana Shuisky
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemEscocia [#132344] por Ryan Suliver » 25 Jan 2014, 02:37

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“Words, playing me deja vu
Like a radio tune I swear I've heard before
Chill, is it something real
Or the magic I'm feeding off your fingers?”

[“Come Undone” – Duran Duran]

Aqueles homens jamais se provariam um desafio para qualquer bruxo, independente do nível de experiência, e menos ainda para dois aurores. Quando o primeiro Kham foi arremessado longe, Ryan voltou-se para os outros, vendo o pânico em suas expressões debiloides. Deixou o ar escapar ruidosamente pelas narinas enquanto guardava a varinha, seus olhos azuis varrendo o cenário ao redor. Aguardou pelo ataque simultâneo dos quatro que o cercavam e, quando este veio, ergueu rapidamente uma barreira e deixou um sorriso escapar por seus lábios. – Agora eu entendo porquê nunca pegaram o vampirão. Vocês são todos uns incompetentes. – O sarcasmo contido naquela provocação – talvez mais afiado que as facas que trazia consigo ou que os punhais de Miriam – surtiu o efeito desejado, e o auror agora via o ódio estampado no rosto de seus adversários. Eram fracos, todos eles, mas iriam pagar caro por terem se colocado em seu caminho.

Deixou que eles o atacassem mais uma vez, defletindo os feitiços para o céu escuro. Quando se cansou do joguinho, expandiu a barreira telecinética arremessando, com o máximo de violência possível, os Kham para longe. Se não estivessem mortos, estariam inconscientes e, se resolvessem levantar-se antes que o escocês aplacasse sua ira, então desejariam estar mortos.
– Eu acho que esses caras...o que está fazendo? – Aproximou-se de Miriam, e ao ver a chinesa entoando um tipo de prece, sentiu uma leve irritação. Não que discordasse dos métodos de sua parceira auror ou de sua religião oriental, mas vê-la ali rezando pelos inimigos caídos soou quase como um insulto a tudo o que tinham passado até então. – Esses desgraçados não são dignos de perdão ou de qualquer misericórdia, seja ela minha, sua ou dos deuses que servimos. – Apesar disso, a resposta da moça foi calma como tudo o que havia feito até então, e Ryan deixou escapar um sorriso preocupado. Talvez um dia questionasse Miriam a respeito de certos eventos “obscuros” em seu passado.

Sacou sua varinha e caminhou até o Kham que havia abatido no começo da luta, seguindo a sugestão de sua parceira. Num movimento rápido, conjurou o incarcerous e logo o outro “sobrevivente” estava amarrado. Abaixou-se e encostou o indicador e o dedo médio no pescoço do homem, sentindo seus batimentos cardíacos. Estava vivo, felizmente.
– Acorda, vagabundo. – Acertou um tapa na bochecha direita do oponente caído, e este remexeu-se, como se estivesse acordando de um sonho ruim. Outro tapa, acompanhado da mesma frase e então o homem estava de olhos abertos. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, o auror começou a vociferar suas perguntas, sua voz ecoando no vazio daquela floresta maldita. – Não me interessa quem você é, eu só tenho uma pergunta: onde é que vocês enfiaram a Zoey? – Ele, no entanto, parecia não querer colaborar com Ryan, e achou por bem dar uma cusparada de sangue no rosto do impaciente escocês. – Resposta errada. – E, com um solavanco, ergueu o pobre diabo pela gola da camisa, batendo-o contra a árvore. Talvez ele não quisesse mesmo falar mas, ao menos, Ryan descontaria sua raiva estilhaçando cada osso do corpo daquele maldito. Ele se arrependeria de não ter contado nada aos aurores, mas aí já seria tarde demais. Miriam parecia partilhar da ideia e, assim que sua voz se elevou, o escocês afastou-se do suspeito e, num movimento rápido, a chinesa conjurou uma azaração que partiu a perna do homem como se fosse um graveto fino. Acenou positivamente à parceira, sentindo-se infinitamente grato por tê-la a seu lado ao invés de Albert Loren. Deu de ombros e voltou-se novamente para o Kham, preparado para prosseguir com o interrogatório. – Como o senhor já deve ter notado, nós não temos muita paciência ou tempo, então eu só vou perguntar mais uma vez, seu saco de bosta: onde está Zoey Bloom? – Sentia a ira tomando conta de cada centímetro de seu corpo mas, mesmo assim, não podia se permitir o descontrole. Aguardou qualquer tipo de resposta do homem mas, quando nenhuma veio, Ryan ergueu-se pronto para ordenar a Miriam que desse um fim naquela alma, mas algo à distância chamou-lhe a atenção. Instintivamente, voltou seu olhar para o castelo, e as chamas o fizeram repensar seu plano de ação.

– Miriam, eu acho que tem alguma coisa errada aqui. – Os olhos azuis ainda fitavam o fogo se alastrando por aquela construção, mas nada daquilo parecia fazer sentido para o auror. Quem quer que tivesse sequestrado Zoey devia ter o mínimo de conhecimento sobre política bruxa e, sendo assim, sabiam que a garota era filha do Ministro da Magia da Itália e descendente de uma linhagem muito antiga de bruxos de sangue puro. Dessa forma, era mais do que óbvio que a saúde dela deveria ser de extrema prioridade para o sequestrador e deixá-la morrer nas chamas não era, exatamente, o melhor curso de ação a ser seguido. E aquilo o fez pensar sobre o verdadeiro sequestrador. “Porque, claro, não acho que o vampirão ia ser burro a ponto de sequestrar a própria noiva e depois atear fogo em tudo...a menos que...” Então tudo pareceu fazer sentido, pela primeira vez naquela maldita noite. Sentiu uma terrível sensação de urgência tomar conta de seu ser, e o interrogatório já não era mais tão importante. Voltou-se para sua parceira, tocando-lhe levemente nos ombros. – Escuta, a gente não tem tempo. Mesmo. Vê o que você consegue tirar desse cara e depois me segue. Eu acho que entendi tudo aqui... – Por mais que quisesse, sabia que não ia conseguir tirar nada daquele homem enquanto estivesse com a mente acelerada daquela forma, e a paciência da chinesa seria perfeita para aquela tarefa.

Enquanto deixava os dois prisioneiros sob a custódia de Miriam, o auror caminhou na direção do castelo, fitando o lado onde as chamas ainda não haviam atingido. Estava procurando por qualquer coisa que pudesse confirmar suas suspeitas, mas rezava para que Miriam tivesse mais sorte com o interrogatório do que ele próprio tivera. Algo lhe dizia que estava perto de encontrar sua principessa.
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There is no emotion, there is peace.
There is no ignorance, there is knowledge.
There is no passion, there is serenity.
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There is no death, there is
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemReino Unido [#132445] por Tormento, O Dementador » 29 Jan 2014, 13:15

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Berlim - Alemanha
14/08/13 ás 04:35 em ON


Lana
Spoiler: Mostrar
Dado1: 3
Dado2: 17
Parece que o fogo está causando mais danos do que a diretora gostaria. Sua pele esta machucada e a preocupação aumenta a cada segundo. Dimitrid precisava sair dali antes que morresse pelo fogo, mas pelo jeito a sua companheira não estava com sorte nos feitiços. Lana precisa salvar os dois, mas como fazer isso se o fogo está a atingindo? A bruxa precisa se proteger e sair dali o quanto antes, uma vez que a passagem não existe mais. Será que a responsável pela academia russa conseguirá usar a inteligência para sair dessa enrascada?
Desafio: O fogo está em cima da diretora e agora precisa se proteger.
Obs: o desafio é apenas para Lana, logo só ela poderá se proteger.


Miriam
Spoiler: Mostrar
Dado1: 20
Dado2: 17
A mulher mostrou ser mais perigosa do que qualquer um poderia imaginar e isso foi mais do que suficiente para fazer o homem começar a falar tudo o que sabia. - Eu conto tudo. A garota está no castelo, mas o chefe disse que devíamos matá-la, assim como o vampiro e o escocês. Só estou seguindo regras do chefe. - Será que aquilo era verdade? E quem seria esse tal 'chefe' que o soldado tanto falava e parecia temer? O chefe dos aurores deixou a chinesa sozinha com os reféns, mas o que ela faria com eles?
Pista Verdadeira: Foi dada a confirmação de que Zoey esta no castelo.
Obs: a pista serve para os dois, porém agora Miriam precisa decidir o que fazer.


Ryan
Spoiler: Mostrar
Dado1: 9
Dado2: 16
Parece que a mente do escocês trabalhava melhor em momentos de tensão. Além de deixar a chinesa com as respostas, Ryan conseguiu enxergar o castelo, assim como suas chamas. Mas enquanto ele corria para o lugar onde estaria sua principessa um problema surgiu. Não havia como entrar no castelo, uma vez que as chamas o haviam dominado e parecia que não havia como contê-las. O que será que o escocês fará agora, uma vez que a fumaça não o deixava enxergar?
Desafio: não há como entrar no castelo graças as chamas e a fumaça.
Obs: a pista do soldado serve para os dois, porém agora Ryan precisa arrumar uma maneira de entrar no castelo.


IMPORTANTE
Spoiler: Mostrar
Vocês terão apenas mais uma atualização, ou seja, mais uma rodada. O fogo está destruindo completamente o castelo e a estrutura já caiu quase que inteira.
Zoey esta acordando dentro de uma sala (cela) sem janelas. O fogo ainda não chegou ali, mas esta quase.
Continua valendo o dado1 para saber o que acontece com vocês, mas o dado2 não terá mais utilidade.
Usarei o dado 2 de vocês para saber se o fogo chegará nela ou não. (Aqui usarei apenas dos meninos, Ryan e Dimitrid)
Obs: Como o Dimitrid não postou, vou dividir o valor mínimo por 2.
Se for mais do que 15, o fogo não atingirá onde a Zoey está, mas se for menor que 15, o fogo a alcançará.

Fórmula:
30 / 2 = 15
Dado2: > 15 - o fogo não a atingiu.
Dado2: = ou < 30 - o fogo atingiu o lugar onde ela está.

Ryan: 16
O fogo não a atingirá.

Usarei o dado 2 de vocês para saber se a Zoey acorda ou não. (Aqui usarei apenas das meninas, Lana e Miriam)
Fórmula:
Miriam + Lana: 17 + 17 = 34
Zoey acorda.


Spoiler: Mostrar
O objetivo da trama é tentar libertar a Zoey, descobrir quem é o sequestrador e torturar dela, como também descobrir quem é o responsável pelo sequestro.
Para conseguir uma dica, usaremos o dado 1, porém como agora cada um está sozinho, as dicas serão dadas de acordo com cada personagem.
Desafio 1-9
Pista sem muita ajuda: 10-15
Pista Verdadeira: 16-20
Cada rodada terá o prazo de 10 dias.
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Re: Alemanha || Berlim

MensagemRussia [#132616] por Lana Shuisky » 05 Fev 2014, 17:42

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A concentração, o fluir da magia, o som de algo caindo, uma exclamação de aviso e, antes que o feitiço pudesse ser realmente executado, Lana se viu saltando por entre os escombros, a fim de desviar de uma prateleira em chamas que despencava. Sentiu uma leve dor em seu braço e os machucados antes obtidos se intensificarem, fazendo-a amaldiçoar todas as entidades que conhecia – bruxas ou não. Levantou-se mais uma vez, sentindo a ardência no rosto e nas palmas, fruto do fogo constante que, então, não mais apenas se limitava às paredes como também ao teto. Estavam em um forno e, mais um pouco, ela se tornaria um assado e Dimitrid, um punhado de cinzas.

“E eu que pensava que aquele vulcão era ruim.”
– resmungou consigo mesma enquanto limpava o suor da testa, lembrando-se da vez em que, por motivos que não vem a calhar, acabara em um duelo em um vulcão ativo. Suspirou, fechando a expressão, sem mais motivos para bom humor visto que sua pele ardia, seu corpo doía e, tinha quase certeza, deslocara o ombro esquerdo – “Certo, o que fazer, o que fazer... pense, Svetlana.” – disse para si mesma, correndo os olhos ao redor – “Você está fora de forma, claro, mas não pode estar tão fora assim.” – observou para si mesma, pensando em uma rota de fuga – “Pior que se eu abrir um buraco na parede, isso só vai aumentar as chamas.” – considerou, revirando os olhos.

Respirou fundo com a blusa sobre a boca, sentindo a fumaça tóxica lhe queimar os pulmões e fazê-la tossir. Se continuasse naquele ritmo, não teria muito tempo e, pelo jeito, contar com Dimitrid estava completamente fora de cogitação. Diante de toda aquela pressão, sem escolha, fechou os olhos, desligando-se de tudo e de todos, tal como aprendera em seus tempos de estudante, afinal, como lhe haviam ensinado naquela época, era nas piores situações que se perder se tornava mais fácil. Assim sendo, por aqueles breves instantes, mesmo com o calor insuportável e a dor lancinante, Lana se concentrou, ignorando o perigo no qual estava, pensando em Alex, nas meninas deste e em Margareth, que ainda lhe devia uma. Pensou no fogo arisco, na morte eminente que encarava e como era típico de si, não a temeu, pelo contrário, inconscientemente abriu um sorriso e, em seguida, os olhos de prata brilhante.

“Última tentativa e sem firulas dessa vez.”
– disse a si mesma, não conseguindo abandonar o objetivo que a levara impensadamente àquele mar de fogo – “Caso nada dê certo, creio que haverá tempo para o plano 'SE'.” – observou, firmando o punho que, sem perceber, continuava segurando a varinha – “Um real fogo maldito, em todo seu explendor e potência, não causaria machucados tão 'leves'.” – considerou, esperando que estivesse certa – “Assim sendo...” – e meneou a cabeça, sabendo que o feitiço que tinha em mente estava longe de ser o mais potente de seu arsenal, mas que se aquilo não combatesse de uma vez por todas aquelas chamas irritantes, ao menos a ajudaria a acalmar a pele ardida e os machucados que tinha, dando-lhe tempo para o próximo plano que, apesar de lhe forçar a fugir de sua busca, era o mais insano e estiloso em sua humilde opinião.

”GLACIUS!”
– gritou em um tom suficiente para chamar a atenção de quem estivesse por ali, deixando que toda sua raiva do momento e toda sua vontade fluíssem em uma última tentativa de salvar a gata de Dimitrid, estivesse ela onde estivesse.

[ Interaction: Dimitrid Campbell Kham ]
[ Off: Uma porcariazinha porque não tinha muito o que fazer e 'Komm, süßer Tod'! ]

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Re: Alemanha || Berlim

MensagemChina [#132839] por Miriam Wu » 13 Fev 2014, 16:32

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tell me would you kill to save a life?
TELL ME WOULD YOU KILL TO PROVE YOU’RE RIGHT?




                Paciência é uma virtude que poucos possuem, enquanto outros a tentam conquistar a duras penas, fora isso que Miriam aprendera com seu pai adotivo e mestre quando este ao quase ser roubado por ela a quisera adotar. Não importava quantas vezes que ele surgisse diante da morena – que na época era uma garota sem esperança ou sonhos, com seus nove para dez anos, com magia e raiva transbordando pelo seu sangue – a resposta dela sempre fora negativa. Mas a cada dia que passava a chinesa sentia-se eufórica com a visita daquele homem. Mesmo com a mesma resposta na ponta de sua língua, ela começara a desejar uma outra vida, pensando se seria tão ruim assim abandonar aquela e simplesmente dizer sim para uma pergunta tão simples e cheia de boas intenções como aquela.


                Um suspiro escapou dos lábios da mulher que acabara por se perder por pequenos segundos em seus pensamentos, na verdade em lembranças de sua vida antes que fosse salva. Lembranças que foram deixadas em segundo plano quando estendeu sua mão para uma nova vida, – mesmo que essa memorias sempre aparecesse para lembrar-lhe de quem realmente era e do que podia ser. – isso tudo, porém, transformou a chinesa no que é hoje. Uma mulher decida com seus deveres acima de tudo e um deles estava bem a sua frente. A voz de Ryan, enquanto interrogava mais uma vez o prisioneiro, soava nervosa, mesmo que ele tentasse ao máximo não demonstrar, mas Miriam saberia diferenciar, porque, para chegar a inexpressividade, na voz calma e calculada que possuía, passou por tudo isso. Os gritos de raiva até que sua garganta secasse e doesse. Era um esforço o qual ela conhecia extremamente bem. Esconder tudo que sentia dentro de si, deixando apenas a mascara perfeita, ela era uma sombra, era isso que se tornara com anos de treinamento e estudos, e a oriental não se arrependia de nada disso. A verdade é que sentia orgulho de quem se tornara, mesmo que seus métodos para proteger as pessoas – os métodos que aprendera com sua família – pudesse soar errado, ou radical demais, mas o mundo não era justo e às vezes sacrifícios eram para ser feitos. Com esses pensamentos, quando terminou seus estudos em Hogwarts ela decidira se tornar auror.


                Wu observava o chefe dos aurores a todo o momento, e quando este se ergueu, a morena esperava uma ordem, sabia disso pela fisionomia que estava estampada na face do homem, e ela estava pronta, afinal já trabalhara dessa forma muito antes de se tornar um membro do ministério, tudo aquilo era como respirar para a jovem que apenas esperava as palavras de Ryan, mas estas não vieram, na verdade algo chamou sua total atenção, assim como chamou a da jovem chinesa. O castelo o qual procuravam estava em chamas, algo que não fez completo sentido para Miriam, o que os sequestradores ganhariam queimando o local onde faziam refém a chefe de um dos departamentos do ministério? Entretanto, algo parecia ter surgido na mente de Suliver que já detinha um novo plano e uma nova ordem para a jovem. A morena pensou em até discutir com ele que ir sozinho era loucura, mas não o fez, mesmo que algo dentro dela dissesse para manda-lo parar, afinal tinha prometido que protegeria o chefe a qualquer custo, entretanto, não podia ir contra uma ordem.
“Idiota, teimoso. Acha que é simplesmente entrar? Como se fosse tão fácil assim!.” – pensou a oriental irritada, mas não pode de deixar de pensar, se Ryan amava Zoey ele faria qualquer coisa para salva-la, mesmo contrariando a logica, e ela mesma não faria isso por Aaron? Mesmo que esses pensamentos tivessem passado por sua mente nada em sua face transpareceu, apenas aqueles que a conheciam perceber um certo brilho no olhar da garota enquanto observava Ryan se afastar, um brilho que poucos iriam reconhecer.


                Entretanto este brilho logo desapareceu, enquanto a morena se virava para encarar o prisioneiro, que nada viu além de uma expressão vazia.
– Acho melhor você começar a falar. – comentou sem qualquer expressão ou brilho no olhar, uma de suas mãos segurando a varinha enquanto a outra brincava com uma das adagas que ela carregava consigo. – Seja rápido, isso se quiser viver. – Algumas pessoas demonstravam alguma reação quando ameaçavam a vida de outras, uma expressão de raiva, ou um sorriso sádico, mas Miriam não demonstrou nada. Parecia não achar graça em mortes – o que era realmente verdade – mas, talvez, fora isso que fez o homem começar a falar sem pensar nas consequências disso. Podemos imaginar o que ele deveria estar pensando da auror, que a mulher parada a sua frente não detinha emoções e isso o assustava, na verdade fazia-o pensar se ela era humana, tamanha era sua inexpressividade diante de uma ameaça. Será que não demonstraria remorso ao mata-lo? Esse era um dos pensamentos que passava na mente do prisioneiro.


                Wu analisava as palavras do homem a sua frente, ponderando sua veracidade o mais rápido que podia em um tempo tão curto. Não podia ficar parada por tanto tempo, tinha que continuar, afinal no estado que ele se encontrava será que era capaz de mentir? E isso levantava outra questão na mente da oriental.
– Onde está esse chefe? – perguntou recebendo uma negativa rapidamente, mas desta vez Miriam pode perceber que o prisioneiro realmente não tinha como dar uma resposta, não sabia realmente onde se encontrava aquele quem ele chamara de chefe. – Parece dizer a verdade, mas isso não me ajudou em nada. – comentou vendo-o assustar-se e começar a implorar pela vida, algo que fez novamente uma série de lembranças surgirem na mente da auror, talvez devesse deixa-lo ser preso pelo ministério, mas ela não fora ensinada assim, não era assim que trabalhava. - O que prefere? - perguntou a mais nova, seus olhos verdes sem qualquer vida, nenhum brilho que pudesse indicar qualquer coisa ao homem. - Prefere morrer por minhas mãos com você confessando seus crimes e pedindo perdão ao seu deus, ou prefere ser levado para a prisão onde eles não lhe darão qualquer chance de ver o sol novamente, onde a cada dia que passa desejaria estar morto. Qual prefere?


                Miriam não se surpreendeu com o que o homem disse, nem com o escárnio com que ele a tratou, na verdade tudo que fez foi limpar o cuspe que este lançara em sua face sem qualquer emoção. - Você tinha uma chance... Uma pequena remota chance de apenas ir para a prisão. Poderia depois de alguns anos ser livre, mas você decidiu contra atacar a minha gentileza. -comentou delicadamente, observando a superioridade de o homem desaparecer. - Sabe o que vai acontecer agora... por isso quer começar a implorar, mas como eu disse... Você perdeu sua chance. - Num movimento rápido a jovem ergueu a adaga rasgando a garganta do homem que arregalou os olhos de medo e surpresa. - Boa viagem ao inferno, talvez um dia nos encontraremos nele. - Miriam se afastou puxando o prisioneiro que restou para longe do corpo do homem moribundo, amarrando este em uma árvore, logo seguindo seu caminho para o castelo, afinal ainda tinha trabalho a fazer, se encontraria Ryan no caminho era outra história, afinal ele a havia feito por e m prioridade o resgate da senhorita Zoey. A chinesa ao menos esperava que ele não tentasse qualquer loucura.



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