Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
Diário do Josh - Últimos dias antes da escola. Joshua P. A. Nolan 3258 17/01/2019 às 11:12:01
Chegada à Durmstrang Mihail Weylin 2727 22/11/2018 às 18:19:24
É LUFA - LUFA!! Oh Ha Na 3817 08/09/2018 às 18:24:13
Indo para Hogwarts! Oh Ha Na 2919 08/09/2018 às 18:20:17
A súcubo do Apocalipse Lilith Ambrew 2849 08/09/2018 às 09:11:11

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: [email protected]

Friedrich's Palace - Grão-Ducado do Luxemburgo

Friedrich's Palace - Grão-Ducado do Luxemburgo

MensagemAlemanha [#126614] por Katherina Ayesha Friedrich » 09 Out 2013, 16:29

  • 19 Pts.
  • 19 Pts.
  • 57 Pts.
Imagem


Localiza-se na cidade de Colmar-Berg, no centro de Luxemburgo, perto da confluência dos rios Alzette e Attert, dois dos mais importantes do país. É a principal residência do Grã-duquesa de Luxemburgo.

Embora a propriedade em Colmar-Berg remonte ao ano de 1311, só chegou à posse dos grão-duques de Luxemburgo em 1845, quando o rei Guilherme II dos Países Baixos o adquiriu do barão Claude de Pasquier.

A atual Regente é Adrika Harriet Reichert Linsenbröder Lademacher Schneider Friedrich, viúva do Grão Duque Alphonse Derek Ziemann Von Habsburg Lademacher Schneider Friedrich.

Atualmente no Castelo vivem:

Imagem
Grã-Duquesa Adrika Harriet Reichert Linsenbröder Lademacher Schneider Friedrich

Imagem
Lord August Christopher Kiselev Haus Hüfner (Genro)

ImagemImagem
Príncipe Alphonse Derek Kiselev Hüfner Von Habsburg Lademacher Schneider Friedrich (Neto)

Imagem
Princesa Katherina Ayesha Kiselev Hüfner Von Habsburg Lademacher Schneider Friedrich (Neta)
Editado pela última vez por Katherina Ayesha Friedrich em 26 Abr 2019, 23:11, em um total de 10 vezes.
Imagem
Spoiler: Mostrar
Imagem
Spoiler: Mostrar
Imagem
Katherina Ayesha Friedrich
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Nina Dobrev
"Throw me to the wolves and I will return leading the pack."
 
Reg.: 16 de Mar de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 430
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 19 Pts.
  • 19 Pts.
  • 57 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemLuxemburgo [#126615] por Ayla Von Amsberg » 09 Out 2013, 16:30

  • 9 Pts.
  • 16 Pts.
  • 43 Pts.


                Um suspiro resignado escapou dos lábios de Alphonse ao ouvir as belas notas do piano. Podia imaginar as mãos delicadas da irmã gêmea, seus dedos longos e esguios tocando de forma suaves, no que seriam uma carícia íntima, as teclas do piano. Um sorriso se abriu nos lábios do moreno ao reconhecer “Allegro Vivace”, como sentira falta daquela música soando por todos os cômodos dando a eles certa vida. Era isso que Ayesha fazia quando tocava.

                Os olhos do moreno foram até o canto do seu quarto onde se encontrava uma estante com prêmios que ele ganhara desde os nove anos, mas o que chamara realmente sua atenção fora o violino em seu case. Ele também não tocava faz algum tempo, porém havia abdicado a música, uma escolha que lhe doía extremamente, mas preferia passar horas entre livros velhos e poeirentos do que voltar a sentir as cordas do violino embaixo de seus dedos. Abdicara esse prazer por algo maior e mais importante: Sua irmã.

                Era fato que o tempo dela poderia acabar a qualquer momento sem qualquer explicação plausível, Alphonse sabia que a menina procurava desesperadamente uma cura para uma doença que eles não descobriram qual era. Aquele fora o motivo para a menina tentar um estágio no hospital, não era pelo dinheiro. Não. Eles não precisavam daquilo, já viviam num luxo insuportável, não precisavam de mais. Porém o moreno sabia que o estágio despertara algo em sua irmã que havia estado adormecido. Sua paixão por poções e a habilidade que ela possuía a levariam longe. Ele queria que ela tivesse tempo para isso. Queria que ela vivesse ao máximo.

                Fora esse motivo que não o fez discutir com a menina quando ela decidira participar do Tribruxo. Entrara em pânico, obviamente, mas não demonstrou. Não lhe permitira demonstrar o medo que sentia ao ver a irmã na arena. Seu maior medo era perdê-la por qualquer motivo que fosse. Quando a escola russa desistira do torneio e todos os campeões foram levados a enfermaria, a primeira coisa que passara por sua mente fora que sua irmã estava ferida ou pior morta. Alivio surgiu em seu peito ao vê-la com apenas pequenos ferimentos, mas a tristeza que vira nos olhos azuis esverdeados o deixou temeroso que o pior ferimento era o que tinha atingindo espirito da irmã e não o físico.

                Alphonse foi trazido de seus pensamentos ao perceber que a música havia se modificado. Uma expressão triste surgiu em sua face ao reconhecer “Nocturne” de Chopin, aquela música era a memoria da mãe que os dois mantinham discretamente. A morena só poderia estar tocando se avó não estivesse em casa, obviamente era o que parecia. Ele tentou ignorar as notas tão conhecidas, as mesmas que com tanta destreza ele tocava no violino. Ele não voltaria a tocar. Tinha coisas mais importantes a fazer. Os olhos esverdeados foram para os livros que estavam em sua mesa, livros que provavelmente não teriam nada para ajuda-lo. Queria tanto a cura para a irmã que mal prestava a atenção à escola, era provável que fosse repetir o terceiro ano, porém ele não se importava.

                Com um suspiro de desistência, Al caminhou até a estante pegando o case e abrindo-o delicadamente. O violino com as iniciais “A.C.K” gravadas em dourado. Ele imaginava que aquele fosse o nome de seu pai, ao menos o “K” ele achava ser Kiselev. Ele ignorou os pensamentos que começavam a brotar-lhe em sua mente, não era ora para pensar no pai ausente. Não naquele momento onde tudo queria era tocar ao lado de Ayesha.

                Com passos leves o rapaz saiu do quarto e seguiu pelo corredor até encontrar a escada para o primeiro andar. Enquanto caminhava ele testava o violino, estava afinado como da ultima vez em que o tocara. Enquanto caminhava ignorava a todos por quem passava, seus passos guiados pelas notas delicadas do piano, levando-o ao salão, onde normalmente iniciavam-se as festas que a avó preparava. Num canto estava o piano e sua irmã estava ali tocando. Ela não o viu chegar, seus olhos fechados e suas mãos acariciando as teclas tão bem conhecidas. Alphonse sempre a observava, não apenas para se mantiver a par de como ela se sentia, mas apenas para vê-la e tentar decifra-la, o que graças a Merlin ele era muito bom. Ele era o mais velho entre os dois, o sensato, mas ele não saberia se conseguiria viver em sua sensatez sem sua parte infantil e sonhadora, perde-la o amedrontava, mas aqueles pensamentos não eram propícios no momento.

                Com destreza a moreno ergueu o violino, apoiando-o da maneira correta, ele mesmo com algum tempo sem praticar conseguia faze-lo como se estivesse gravado em sua carne. Em movimentos tão suaves quanto o da menina ao piano, o garoto começou a tocar. Enquanto as notas soavam juntas delicadamente enchendo o aposento com todos os sentimentos que ambos sentiam. Enquanto se perdiam na melodia, Al pode perceber pequenas lágrimas escorrendo dos olhos da irmã, mas mesmo assim um sorriso mantinha-se nos lábios delicados como um botão de rosa. Eles não desistiriam, jamais. E eles queriam mostrar isso à mãe, onde quer que ela esteja. Eles ficariam juntos, lutariam juntos. E jamais desistiriam.


WEARING • Faço a mínima ideia.| MUSIC • Allegro Vivace – Bach and Nocturne - Chopin
TAGGED • Adrika Harriet Von Habsburg Lademacher Friedrich, Katherina Aleksandr Von Habsburg Lademacher Schneider Friedrich (NPC); | WITH • K. Ayesha Kiselev
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Imagem
Ayla Von Amsberg
7° Ano Morrigan
Avatar do usuário
Lili Reinhart
"I see it, I like it, I want it, I got it, Bitch."
 
Reg.: 15 de Aug de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 312
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 9 Pts.
  • 16 Pts.
  • 43 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemLuxemburgo [#135780] por Ayla Von Amsberg » 09 Jul 2014, 02:51

  • 16 Pts.
  • 5 Pts.
  • 27 Pts.
there's a fire starting in my heart
REACHING A FEVER PITCH, IT’S BRINGING ME OUT THE DARK


                - Vai dizer que não foi uma boa ideia? – perguntou Alphonse um tanto sorridente, algo que lhe era comum estar, mesmo que feliz ele não estivesse como era o caso, afinal o rapaz estava preocupado com o primo este que estava parado a sua frente, Henrique era seu amigo, entretanto era família, sangue do mesmo sangue e o garoto queria fazer algo por ele. – Vamos lá, não se acanhe, minha irmã não está, algo sobre se encontrar com alguém, minha avó, bem eu não perguntei onde ela foi, na verdade não me interesso. – deu de ombros delicadamente – Temos você, eu, alguns elfos e pessoas chatas que vivem trabalhando por aqui. Acho que daria até mesmo para fazer uma festa.

                Friedrich piscou delicadamente para o loiro que negou a necessidade de uma festa, o que fez o moreno rir ainda mais, ele e Henrique eram completamente diferentes, mas a verdade era que ele estava se esforçando ao máximo para fazer o outro esquecer dos problemas que passavam por sua mente, não que fosse fácil, entretanto tentar esquecer não era um problema. – Bem vindo ao meu quarto. – disse ao chegarem à porta e esta fosse aberta rapidamente, os dois entrando, parecia um aposento normal de um garoto, uma bagunça clássica no canto, alguns livros de escola, uma vassoura, um pôster de um time de quadribol numa das paredes, alguns troféus de competições infantis, o que o moreno tinha mais orgulho era seu violino este que diferente do resto de suas coisas jogadas pelo quarto, estava sempre bem guardado. – Pode colocar suas coisas em qualquer lugar... – comentou um pouco constrangido pela bagunça.

                O lufano retirou o casaco que vestia jogando por cima de uma cadeira displicentemente, seus olhos esverdeados logo encarando o loiro.
– Então, sei que não a mesma coisa que estar na sua própria casa, mas espero que goste... Se quiser posso pedir para os elfos arranjarem arrumarem um quarto de hóspedes para você, mas... E... – ele riu um pouco nervoso passando a mão pelo cabelo já bagunçado, algo que era extremamente normal. – Achei que gostaria de conversar, ou fazer qualquer coisa, ou que dividir o quarto seria uma boa ideia, sei lá... – Alphonse não sabia realmente o que fazer, afinal ele e Rique tinham se afastado um pouco, e ele não sabia como poderia ajudar o primo e amigo.


WEARING • Ah... vei, seilah... uma calça, camisa e um casaco .q| MUSIC • Rolling in the Deep – Adele
TAGGED • Adrika Harriet Von Habsburg Lademacher Friedrich, (NPC) Ayesha Friedrich; | WITH • Henrique San Renard
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Imagem
Ayla Von Amsberg
7° Ano Morrigan
Avatar do usuário
Lili Reinhart
"I see it, I like it, I want it, I got it, Bitch."
 
Reg.: 15 de Aug de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 312
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 16 Pts.
  • 5 Pts.
  • 27 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemReino Unido [#135785] por Noah Hargreeves » 09 Jul 2014, 13:52

  • 2 Pts.
  • 15 Pts.
  • 50 Pts.
Imagem

{ Henrique Matthew Reinhardt San Renard
4º ano Hufflepuff, e o primo de Dean Löwenstein }



    “Não foi uma boa ideia”– O garoto pensou, ainda que preferisse não expressar-se em voz alta sobre aquilo. Da mesma forma como Henrique não poderia imaginar o motivo que levara Alphonse a convidá-lo pra dormir em sua casa naquela noite, também não era capaz de imaginar o porquê de ele haver aceitado. Nos últimos tempos, havia se afastado dos antigos amigos, desde que tivera uma briga feia com Sebastian, e tomara Dean e Reyes como suas companhias constantes. Deveria ter continuado assim. –Não acho que seria uma boa ideia dar uma festa– Disse, um tanto cabisbaixo ante as palavras de Alphonse. Reconhecia que o primo estava fazendo o possível pra animá-lo, mas a verdade é que nada seria capaz de animá-lo naquele momento. O loiro suspirou internamente, e apenas continuou seguindo o outro, até que chegassem ao seu quarto.


    O menino não perdeu muito tempo reparando na decoração, apenas acenando positivamente com a cabeça em resposta as palavras do amigo, e indo postar-se um canto qualquer abraçado com sua mochila. Sabia que estava sendo uma péssima companhia, mas não podia impedir-se de lembrar tudo que havia acontecido nos últimos tempos. Não podia impedir-se de ficar triste por isso. –Eu não tenho uma própria casa.– Disse, antes que pudesse conter-se. –Eu tive, você sabe, há muito tempo atrás. Quando o meu pai e a minha mãe ainda estavam juntos, e eu e minha irmã podíamos morar com eles. Mas desde que os dois sumiram, vamos pulando de uma casa pra outra. Com o nosso avô, com o Jeff, com os pais do Dean.– E suspirou, antes de prosseguir. –E eu não me importo de dividir o quarto.


    Ficou em silêncio por alguns instantes depois daquilo, e o primo veio sentar-se perto dele também sem dizer uma palavra. Passaram-se alguns segundos, e por fim o loiro achou que devia-lhe uma explicação e acabou despejando antes que pudesse se conter –A minha mãe voltou. Você sabe que ela tinha sido sequestrada por um ou dois anos. Todos da família sabem. Bem, ela voltou. Mas não voltou pra gente. Pra mim e pra Alicia. O meu pai continua sumido e ela se casou de novo. Com o tio do Sebastian, dá pra acreditar? Ele ainda agiu como se isso fosse ótimo, e nos acabamos brigando feio. Depois disso eu... Eu não sei bem o que fazer. Não sei o que houve com meu pai. Minha irmã está longe e minha mãe parece que arranjou filhos novos.– E calou-se então, mas uma expressão tão triste e desemparada tomava o seu rosto, que poderia ser de partir o coração para qualquer um que visse.



    {...................................................................}



    {Word Count: 440 Words.}
    {Interaction With: Alphonse K. Friedrich.}
    {Tags: Dean Löwenstein. Reyes Lautenschläger (NPC). Brienne Löwenstein (NPC). Graham Reinhardt (NPC). Jeffrey Reinhardt I (NPC). Jeff Reinhardt. Leah Reinhardt. Henri San Renard (NPC). Thalia Reinhardt. Mikhail Molotov. Sebastian Ramshaw. Charlotte Ramshaw. Nico Ramshaw.}
    {Music: Não tem.}
    {Wearing: Tanto faz.}
    {Notes: Fiz por que me deu vontade, e pronto.}
Imagem
Noah Hargreeves
6° Ano Mélusine
Avatar do usuário
 
Reg.: 09 de Feb de 2012
Últ.: 29 de Sep de 2019
  • Mensagens: 424
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 2 Pts.
  • 15 Pts.
  • 50 Pts.

Postado Por: .


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemLuxemburgo [#135820] por Ayla Von Amsberg » 11 Jul 2014, 03:01

  • 1 Pts.
  • 16 Pts.
  • 55 Pts.
there's a fire starting in my heart
REACHING A FEVER PITCH, IT’S BRINGING ME OUT THE DARK


                Sentimentos nunca foi algo que ele fosse muito bom em expressar, mas de certa forma conseguia entender o que Henrique estava sofrendo, bem não exatamente pelo mesmo motivo, afinal ele ainda tinha uma mãe, mesmo que não a visse mais ou que achasse que ela não quisesse mais nada com ele, mas Alphonse não tinha uma mãe, a irmã vivia sempre longe, e tinha uma casa onde podia dormir, entretanto odiava o lugar que vivia, quase rezava, se ele tivesse alguma religião, para que as férias acabassem e pudesse voltar para Hogwarts, lá ao menos ele se sentia feliz, não que no ultimo ano fora deste modo.

                O alemão observava o primo enquanto este falava, queria fazer algo por ele, mas não conseguia pensar em nada do tipo, talvez a irmã soubesse, não, nem ela poderia ajudar o loiro.
– Por isso se afastou... Agora faz sentido, não que eu estivesse sendo parte do grupo de qualquer forma. – comentou dando de ombros – Sei que pode soar estranho, mas... Eu sei como é se sentir sozinho. “não da mesma forma que você, é claro.” pensou o moreno afastando o olhar do garoto ao seu lado, porém não conseguiu manter os olhos longe dele por muito tempo. Ele nunca se sentiu tão impotente enquanto estava ao lado do loiro. – Mesmo assim pode contar comigo, sei que não sou lá um primo legal, ou um amigo bom, mas pode falar comigo quando precisar, isso esta soando ridículo saindo da minha boca não é? – disse rindo sem graça.

                Nada explicaria a misturas de sentimentos que estava passando por Alphonse, muito menos uma justificativa para o que ele iria fazer, num momento suas mãos estavam ao lado do corpo, no outro uma delas se erguia e tocava a face de Henrique delicadamente, algo na mente do moreno dizia que aquilo era estranho, mas a verdade é que ele não estava ouvindo, principalmente quando o outro o olhou, parecendo surpreso. Todos achavam que ele não conseguia ser gentil? Porém, ele mesmo não sabia por que fez aquilo, para consolar o amigo? Mesmo assim não era tão estranho quando ele se aproximou de Rique colando os seus lábios ao dele por breves segundos, para logo se afastar, percebendo o que acabara de fazer, se erguendo tão rápido que acabou por derrubar algo. Seus olhos indo para o garoto ainda parado.


                - Que diabos... – começou, mas logo sentiu um calafrio passar por seu corpo, percebendo o que realmente acabar de acontecer, no fundo de sua mente sentia certa felicidade, mas por quê? Aquilo era totalmente errado, completamente. – Henrique... – falou com a voz tremula, tinha que inventar algo, o que ele pensaria? – Olha... Desculpe... Esquece isso... Por Merlin, eu devo estar bêbado ainda... – disse rindo sem jeito, sua cabeça estava prestes a explodir. Tinha mentir, aquilo não poderia estar acontecendo. – Desculpe... Eu... Cara... Eu não consigo explicar isso... É só esquecer... – repetiu, não sabia se para o primo ou para si mesmo. Ele estava sem entender, porque diabos havia beijado um cara? O que acabara de acontecer?


WEARING • Ah... vei, seilah... uma calça, camisa e um casaco .q| MUSIC • Rolling in the Deep – Adele
TAGGED • Adrika Harriet Von Habsburg Lademacher Friedrich, (NPC) Ayesha Friedrich; | WITH • Henrique San Renard
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Imagem
Ayla Von Amsberg
7° Ano Morrigan
Avatar do usuário
Lili Reinhart
"I see it, I like it, I want it, I got it, Bitch."
 
Reg.: 15 de Aug de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 312
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 1 Pts.
  • 16 Pts.
  • 55 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemReino Unido [#135837] por Noah Hargreeves » 11 Jul 2014, 23:39

  • 11 Pts.
  • 13 Pts.
  • 16 Pts.
Imagem

{ Henrique Matthew Reinhardt San Renard
4º ano Hufflepuff, e o primo de Dean Löwenstein }



    Durante longos momentos, o silêncio se manteve e Henrique permitiu a sua mente viajar. Foi até um tempo distante, lembrando-se de como era ter sua própria casa. De como era estar com seus pais e sua irmã. Lembrou-se de Henri tentando ensiná-lo a tocar e desenhar, e de como Alicia sempre tivera mais talento pra isso do que ele. Lembrou-se de como sua mãe adorava sentar-se com eles, e contar-lhes toda sorte de histórias a respeito de Hogwarts e do tempo que lá passara. Recordou-se do cheiro daquela casa, da sensação de sua cama, e da liberdade de correr e brincar como quisesse. Todas coisas que haviam ficado pra trás, e que agora ele sabia que jamais voltariam. Suspirou em desânimo, e então permitiu-se voltar ao presente ao escutar a voz de Alphonse próximo a ele. Sim, talvez o primo já houvesse se sentido sozinho em alguma ocasião, mas isso era diferente. O loiro não se sentia sozinho simplesmente, ele realmente estava. Porém o amigo estava tentando ajudá-lo e não seria educado mencionar isso. –Não é ridículo. E eu agradeço à preocupação. Você é um dos poucos amigos que eu tenho afinal, e fico contente por isso.– Ele tentou sorrir para o outro garoto, mas sabia que sua tentativa deveria ter parecido patética e mal sucedida.


    Permaneceram em silêncio por mais alguns momentos, e então inesperadamente o primo tocou seu rosto, encarando-o profundamente. Henrique ficou surpreso, mas sequer teve tempo de esboçar uma reação, antes que o outro se aproximasse ainda mais e colasse seus lábios, deixando-o ainda mais estarrecido. Ele poderia até talvez ter aproveitado o gesto, porém não teve tempo suficiente para tal, visto que tão rápido quanto o fizera, Alphonse já se distanciava, balbuciando desculpas incompreensíveis. O loiro piscou, por uns instantes sem saber o que dizer. Não por que estivesse ele próprio embaraçado, mas devido ao estado alterado do próprio primo. –Tudo bem.– Ele disse por fim, se levantando com as mãos pra cima como que em sinal de rendição, embora não soubesse exatamente o porquê o fazia. Ao menos pra ele, um simples selinho não era motivo pra tanta preocupação.


    -Hey, se acalme. Não tem problema, eu não me importo.– Ele disse, em tom tranquilizador. –Não precisa explicar nada, se te faz feliz, já me esqueci do que aconteceu aqui.– E tentou sorrir, resistindo com todo seu ser ao impulso de mencionar que o primo não parecia estar nem um pouco bêbado. Henrique tentava ser solidário e entender que aquilo deveria ser confuso pra Alphonse, afinal ele não sabia que tipo de criação o primo tivera, mas era difícil pelo fato de a criação que ele próprio havia recebido ter sido tão liberal. Sua própria mãe já havia ficado com algumas mulheres na adolescência, circunstâncias especiais levaram seu pai a trocar um beijo com seu tio Jeff uma vez – algo sobre um dos dois estar morrendo e uma poção estranha – e sua irmã já tivera uma namoradinha na infância. Ele crescera sabendo que poderia gostar de quem quisesse e ainda assim teria o amor e apoio de sua família. Por tudo isso, não se importava nem um pouco de receber um beijo de – ou de beijar ele próprio – um rapaz. No entanto, não parecia ser o mesmo com o primo. –Então...– Ele começou, em tom alegre, tentando aliviar o clima subitamente estranho –Já que não aconteceu nada demais aqui, onde é que eu vou dormir?– Perguntou, acrescentando em um impulso antes que fosse capaz de deter-se –Eu imagino que você não esteja pensando em dividir a cama comigo– Ele falou aquilo em um tom de piada, mas arrependeu-se tão logo as palavras deixaram sua boca, e mordeu firmemente os lábios antes que acabasse dizendo mais alguma besteira.



    {...................................................................}



    {Word Count: 635 Words.}
    {Interaction With: Alphonse K. Friedrich.}
    {Tags: Jeff Reinhardt. Leah Reinhardt. Henri San Renard (NPC). Thalia Reinhardt.}
    {Music: Não tem.}
    {Wearing: Tanto faz.}
    {Notes: Por que o Rique é amor <3.}
Imagem
Noah Hargreeves
6° Ano Mélusine
Avatar do usuário
 
Reg.: 09 de Feb de 2012
Últ.: 29 de Sep de 2019
  • Mensagens: 424
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 11 Pts.
  • 13 Pts.
  • 16 Pts.

Postado Por: .


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemLuxemburgo [#136059] por Ayla Von Amsberg » 14 Jul 2014, 21:46

  • 6 Pts.
  • 6 Pts.
  • 63 Pts.
there's a fire starting in my heart
REACHING A FEVER PITCH, IT’S BRINGING ME OUT THE DARK


                Tinha aqueles momentos que qualquer coisa poderia ser uma hesitação, melhor dizendo pequenos detalhes poderiam ser percebidos até mesmo a maneira como algo é dito pode ser levado em conta. O desespero de Alphonse estava praticamente palpável, algo que parecia ser ridículo, na verdade estranho, afinal era o rapaz que sempre tinha uma resposta para tudo, nunca se abalava com qualquer coisa. Nem mesmo quando estava conversando ou chamando uma garota para sair.

                Esse rapaz no quarto não era nem de perto o garoto que ajudou Saw a tomar coragem a falar com Kamille, que aprontava na escola mesmo tendo que ser aquele que colocava espertinhos bagunceiros de detenção, estava com medo do que havia feito e da reação de Henrique que parecia calma perante aquilo tudo, na verdade parecia que eles acostumara-se a aquilo, como se fosse algo certo, mas não era, era? Pelo menos o alemão foi ensinado que aquilo era estranho.

                Friedrich não sabia o que estava acontecendo com ele, estava nervoso, mas de certo modo não podia negar que aqueles simples selinho, como o loiro havia dito, fora diferente e bom, de certo modo. O moreno passou a mão pelo cabelo nervosamente tentando com aquilo retirar aqueles pensamentos de sua cabeça, era errado, o amigo esqueceria, ninguém ficaria sabendo acabou. Fim da história. Aquilo poderia ter dado certo se não fosse as palavras do outro que fez o rapaz respirar profundamente, sentindo seu rosto esquentar em vergonha ao pensar que dormiriam na mesma cama, na verdade no mesmo quarto estava começando parecer uma péssima coisa a se fazer para o alemão.
– Pode... Ficar com a cama se quiser... – disse nervosamente seus olhos indo de Henrique para outro cômodo do quarto onde estava a cama que poderia facilmente suportar os dois. Por um momento, Al amaldiçoou o tamanho daquela coisa.

                - Bem, podemos dormir... Juntos... Se não tiver problema... – começou ele delicadamente um pouco nervoso – Somos primos afinal... – deu de ombros delicadamente enquanto olhava para longe de onde estava Rique. Ele não sabia o que estava havendo com ele, sentia que algo estava errado, mas não sabia o que realmente. – Sabe... Sei que aquilo não foi nada... Mas... Porque não se assustou? Ou ficou com raiva? – perguntou voltando a olha-lo. – Isso não é algo normal, pelo menos... Não é para ser... – o que estava fazendo? Era para simplesmente esquecer isso, entretanto não conseguia deixar passar aquilo, talvez o loiro poderia lhe responder o que estava havendo consigo mesmo.


WITH • Henrique San Renard]
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Imagem
Ayla Von Amsberg
7° Ano Morrigan
Avatar do usuário
Lili Reinhart
"I see it, I like it, I want it, I got it, Bitch."
 
Reg.: 15 de Aug de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 312
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 6 Pts.
  • 6 Pts.
  • 63 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemReino Unido [#136266] por Noah Hargreeves » 17 Jul 2014, 00:00

  • 20 Pts.
  • 16 Pts.
  • 98 Pts.
Imagem

{ Henrique Matthew Reinhardt San Renard
4º ano Hufflepuff, e o primo de Dean Löwenstein }



    Henrique esperava não ter ido longe demais com seu comentário impensado e acabado com a paciência de Alphonse – que conhecidamente não era muito grande – mas, felizmente, o primo limitou-se a adquirir um tom chocantemente escarlate diante de suas palavras jocosas. Ele precisou morder os lábios com mais força ainda pra não rir diante do obvio embaraço do outro. Alphonse embaraçado, vejam só. Devia estar chovendo lá fora. Notou que os olhos do menino iam dele para a cama, e de volta pra ele. O que estaria pensando? –Eu não tiraria você da sua cama.– Comentou ante a proposta do primo, que, com muita hesitação, acabou dizendo que não veria problemas caso eles precisassem dividir o móvel. “Eles eram primos afinal”, mas, como já dizia o ditado trouxa, Deus inventou os primos para não pegarmos os irmãos. O que era risível na verdade, considerando que “pegar os irmãos” era algo um tanto quanto... Comum, em sua família.


    Ele estava ponderando sobre o que deveria dizer a seguir, quando a pergunta de Alphonse o pegou meio desprevenido. Realmente, como ele havia imagino, parecia que as criações do garoto e a dele haviam sido um tanto quanto diferentes. O moreno inclinou a cabeça pra o lado por uns instantes, ponderando sobre como responder aquelas questões, e por fim acabou indo sentar-se próximo a cabeceira da cama e fazendo um gesto pra que o outro o acompanhasse. O primo pareceu hesitar por um breve segundo, antes de tomar o lugar indicado. –Você tem razão. Eu não me assustei. Nem fiquei com raiva. Surpreso, talvez, mas fora isso.– Deu de ombros com naturalidade, e então, com muita delicadeza, tomou as mãos do outro entre as suas, olhando-o nos olhos e falando em tom sério, querendo realmente fazê-lo compreender. –E eu não fiquei assustado ou com raiva por que, ao contrário de você, não acho isso nem um pouco “anormal”. Não sei o que ensinaram pra você, Alphonse, mas o que ensinaram pra mim a vida toda é que você vai muito além dos desejos que te movem. O fato de você se sentir atraído por um homem ou por uma mulher, não é o que vai definir quem você é, entende? E não existe nada de errado nisso. Ao menos... Minha família sempre me deixou claro que eu teria seu amor e apoio independe de quem eu gostasse. Por que afinal de contas, nos temos o direito de gostar de quem quisermos não é mesmo? Ninguém pode escolher isso no nosso lugar, ou nos julgar dizendo se é certo ou errado. Isso cabe somente a nos mesmos decidir.– E parou então, achando que já estava levando aquilo como algo filosófico demais.


    O garoto pensou por um momento, e então decidiu se arriscar. Aquilo poderia dar em merda e deixar o outro com raiva dele pra sempre, mas o garoto pedira uma explicação não pedira? –O que eu estou tentando dizer, mais simples do que tudo isso é...– Então se aproximou dele mais um pouco, com cuidado, depositando um novo beijo em seus lábios e depois se afastando novamente. –Você gosta disso? Pode mentir pra mim se quiser, mas não pode mentir pra si mesmo. Se gosta ou não... o problema vai ser somente seu. Por que no final é você quem vai ter que lidar com isso e mais ninguém, quer você queira quer não. Então.– Ele parou por ai, dando de ombros mais uma vez e se afastando, esperando que aquilo houvesse esclarecido algo e não apenas piorado tudo.



    {...................................................................}



    {Word Count: 585 Words.}
    {Interaction With: Alphonse K. Friedrich.}
    {Tags: Jeff Reinhardt. Leah Reinhardt. Henri San Renard (NPC). Thalia Reinhardt.}
    {Music: Não tem.}
    {Wearing: Tanto faz.}
    {Notes: Er, então... Eu não faço a menor ideia do que tenha sido isso '-'.}
Imagem
Noah Hargreeves
6° Ano Mélusine
Avatar do usuário
 
Reg.: 09 de Feb de 2012
Últ.: 29 de Sep de 2019
  • Mensagens: 424
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 20 Pts.
  • 16 Pts.
  • 98 Pts.

Postado Por: .


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemLuxemburgo [#136740] por Ayla Von Amsberg » 27 Jul 2014, 04:29

  • 14 Pts.
  • 18 Pts.
  • 19 Pts.
][/centro]
there’s a fire starting in my heart
REACHING A FEVER PITCH, IT’S BRINGINGME OUT THE DARK




                Alphonse não imaginava que aquela pergunta saísse de seus lábios, mesmo que esta estivesse rondando sua mente como abelhas e que se não questionasse ficaria com aquilo em seus pensamentos, mas a verdade é que o moreno não esperava que Henrique respondesse, talvez até desejasse que ele não o fizesse. Entretanto o alemão não detinha em seu poder um vira-tempo para mudar tudo que acontecera naqueles poucos minutos, pelo menos era isso que o rapaz pensava que era isso que desejava.

                Um pouco receoso do que aconteceria a seguir, o moreno se aproximou da cama, sentando-se ao lado do primo – como este o indicara a fazer – certo nervosismo percorreu o corpo do alemão ao sentir a mão de Rique na sua, ele não deveria ficar nervoso com tal ato, mas depois do que fizera, talvez, fosse justificável ficar deste modo, pelo menos era o que Al achava correto imaginar. O lufano prestava atenção as palavras do amigo que parecia calmo, na verdade mais que isso, estava sendo compreensível, algo que o menino não sabia como reagir as coisas que ele disse.
– Isso parece ser fácil quando você fala assim. – comenta sorrindo um pouco, seus olhos verdes se desviando por um momento do rosto do garoto ao seu lado. – Mas será que o é?

                Friedrich voltou a olhar o primo, observando-o enquanto ele terminava de falar, a verdade é que o alemão não sabia se entendia as palavras do garoto ao seu lado, era difícil modificar o que colocaram em sua mente desde que era uma criança, não que ele se importasse com a maioria das coisas que lhe foram ensinadas pela avó. Ele ignorava a maioria. Surpresa estampou-se na face do moreno quando sentiu os lábios deste tocaram os seus por breves segundos, do mesmo modo que ele mesmo fizera momentos antes. Alphonse tinha a impressão que seu coração sairia pela boca, ou que pelo menos Henrique pudesse ouvir os batimentos acelerados que fazia. – Eu... – começou nervosamente, tentando procurar as palavras que lhe escapavam, aquilo era ridículo apenas de se imaginar, se ver numa situação que não conseguia responder uma simples pergunta como aquela era inconcebível para o rapaz. – Não posso dizer que não gostei, mas também não posso dizer que gosto. – comenta suspirando pesadamente. – Ainda não consigo tirar da cabeça que isso é algo errado, mas... – o lufano respira profundamente seus olhos verdes encarando a face do outro seriamente. – Outra parte minha entende o que você quis dizer e que acredita nisso. – um sorriso surge nos lábios do moreno que parecia ter recuperado, ao menos um pouco, o seu jeito de sempre, parecia. – Sabe... De certo modo eu... Não ligaria se fizesse de novo. – comenta um pouco corado. O alemão não sabia o que estava dizendo, entretanto ele queria entender o porque sentia-se tão a vontade e ao mesmo tempo tão nervoso ao lado de seu amigo.


WEARING • Ah... vei, seilah... uma calça, camisa e um casaco .q| MUSIC • Rolling in the Deep – Adele
| WITH • Henrique San Renard; |
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Spoiler: Mostrar
Imagem

Imagem
Ayla Von Amsberg
7° Ano Morrigan
Avatar do usuário
Lili Reinhart
"I see it, I like it, I want it, I got it, Bitch."
 
Reg.: 15 de Aug de 2011
Últ.: 29 de Nov de 2019
  • Mensagens: 312
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 14 Pts.
  • 18 Pts.
  • 19 Pts.

Postado Por: Dandy.


Re: Mansion L. Schneider - Luxemburgo.

MensagemReino Unido [#144721] por Noah Hargreeves » 19 Fev 2015, 13:00

  • 18 Pts.
  • 10 Pts.
  • 29 Pts.
Imagem

{ Henrique Matthew Reinhardt San Renard
4º ano Hufflepuff, e o primo de Dean Löwenstein }



    Ele precisava admitir que estava adorando muito tudo aquilo. Andava tão desanimado ultimamente com todos os problemas envolvendo sua mãe, seu pai, sua irmã e tudo mais, que era quase surpreendente o quanto estava se divertindo. Alphonse, de algum modo, despertara nele uma mistura estranha de maldade e malicia. De repente, ele queria brincar, queria provocar, e não fazia a menor ideia de como tal sentimento surgira.

    Observou a reação do primo ao seu segundo beijo com uma espécie de expectativa silenciosa. O que ele esperava? Não saberia dizer. Tudo quanto tinha consciência naquele momento era do fato de seu coração ter se acelerado, e sua respiração estar levemente mais difícil. Toda aquela situação, havia o excitado, em todos os sentidos da palavra.

    Alphonse parecia adoravelmente embaraçado, o que só tornava as coisas melhores. De repente, fantasias de como ele era um predador mal intencionado e o outro uma pobre alma indefesa começaram a percorrer sua mente. Oh, Merlin. Talvez sua mãe devesse ter dado a ele uma educação um pouco mais rígida, e então ele não estaria tentando “corromper o primo ao pecado”. E, por falar nisso, o fato de eles serem primos só piorava as coisas? Ótimo, melhor ainda.

    Apesar de todos aqueles estranhos sentimentos fervilhando em sua cabeça, o moreno fez o possível para manter uma calma inexpressiva em seu rosto. Não queria transparecer nada além de inocência e apenas o sincero desejo de “ajudar” o primo. –Você pode realmente acreditar no que eu disse, Al. É a verdade. Se a sua família deixaria de gostar de você simplesmente pelo fato de você estar com outro garoto, então eles não são uma família boa realmente. Sinto muito, mas é a verdade. Eles tem que gostar de você pelo que você é, e não pelo que querem que você seja, entende? Não é nenhum pecado seguir as suas próprias vontades...– Ele tentou, tentou de verdade, fazer sua voz soar o mais desinteressada possível.

    Talvez por efeito de suas palavras, ou devido às próprias, Alphonse corou. Corou de um jeito muito agradável. Aquilo acabou fazendo o moreno mandar as sutilezas as favas. Fora o primo quem começara afinal de contas.

    -Você não ligar que eu faça de novo é muito diferente de querer que eu faça de novo...– Ele começou, aproximando-se do primo novamente –Então, você simplesmente não liga ou você quer? Por que se você quiser... – Enquanto falava, seus lábios estavam a centímetros dos lábios do outro, e ele o encarava profundamente nos olhos – ...Então talvez eu possa mostrar a você como é um beijo de verdade.



    {...................................................................}



    {Word Count: 430 Words.}
    {Interaction With: Alphonse K. Friedrich.}
    {Tags: Leah Reinhardt. Henri San Renard (NPC). Alicia Reinhardt (NPC).}
    {Music: Like a Virgin - Madonna.}
    {Wearing: Tanto faz.}
    {Notes: Eu estava re-lendo esse arco, e então simplesmente me deu vontade de respondê-lo, por que nunca é tarde demais pra um yaoi .saf.}
Imagem
Noah Hargreeves
6° Ano Mélusine
Avatar do usuário
 
Reg.: 09 de Feb de 2012
Últ.: 29 de Sep de 2019
  • Mensagens: 424
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 18 Pts.
  • 10 Pts.
  • 29 Pts.

Postado Por: .


Próximo

Voltar para Europa

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 0 visitantes