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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemRussia [#141742] por Hermes Pollock » 24 Nov 2014, 23:46

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    A ideia do leilão havia vindo de Barbra, era óbvio. Era a primeira noite depois que os Langstons haviam assumido a diretoria do jornal, e o casal desfrutava de uma taça de vinho sentados na aconchegante varanda de sua mansão. Donald, que vinha tentando encontrar uma maneira de reatar antigos laços políticos e sociais, levando-se em conta os interesses do jornal, acatou a ideia de imediato, depositando um longo e carinhoso beijo nos dedos delicados de sua esposa.

    Albert havia comentando durante o café da manhã daquele dia que alguns jogadores de seu time – Grande parte composto por medibruxos do Theophrastus von Hohenheim – estavam discutindo acerca das condições atuais do hospital em tratar da mutação de vírus que desenvolvia a gripe do Hipogrifo. Num primeiro momento Don estava mais interessado em seu ovo frito com bacon, mas Barbra? Barbra nunca deixava escapar nada.

    Era exatamente por isso que Donald fazia questão de que todos começassem juntos a mesa.

    Enquanto sua esposa tratava com o Hospital, Don fez um levantamento de todos os bruxos e bruxas que deveriam ser convidados. Seu critério estava longe de ser quem possuía mais ouro para disponibilizar, mas quem, de fato, seria importante para o futuro no jornal.

    Cassandra Viveut era uma dessas pessoas. A única coisa que a mulher possuía a mais que os anos de vida – Ela tinha cento e dezessete anos, e negava para quem perguntasse que usufruía de elixires feitos a partir de uma pedra filosofal. – eram os contatos no submundo bruxo. Cassandra era uma das principais negociantes de artefatos roubados de toda a Europa, e durante muito tempo possuía uma aliança com o Lummus Jornal. Em troca de sigilo absoluto acerca de seus negócios pouco lícitos, o jornal receberia informações de outros negociantes de ramo e faria o que bem entendesse com o fato.

    Era lucrativo para ambas as partes: O jornal foi o principal veículo de denúncia e o responsável pela prisão de duas dúzias de criminosos, enquanto Viveut lucrava mais e mais, já que a procura só aumentava com o afastamento de outros negociantes. O trato havia sido desfeito quando Wylliam Finnick assumira o jornal, mas os documentos referentes as negociações ainda existiam, ele descobrira numa conversa com Sarah Devon Wright, sua antecessora.

    Não foi difícil encontrar esses arquivos, mesmo sem a ajuda de Cassie, sua secretária. Passou uma noite inteira se inteirando sobre tudo o que ocorria por debaixo dos panos no jornal e ficou bastante surpreso com o que descobriu. Perto de amanhecer já tinha um pergaminho inteiro com duas dúzias de nomes, dois maços de cigarro vazios e uma profunda satisfação proveniente de um dever perfeitamente cumprido.

    (...)

    - Confesso que não esperava pelo convite, Donald. – Disse uma Cassandra Viveut recém-chegada, mas já de posse de um copo de champanhe cheio até a boca. - Como está o seu avô? O velho Archbald Langston, me deu muito trabalho em Hogwarts. Ele vivia me pondo em detenção por... – E ela parou meio em vão, como se se recordasse que os motivos não eram exatamente conversáveis. Donald riu e aproximou-se um pouco mais de Cassandra. Não por que o que iria falar era sigiloso, - Todos sabiam da carreira ilícita da mulher. – mas porque Cass já não estava escutando muito bem.

    - Por que você levava logros dos mais diversos para dentro do castelo. Meu pai me contou!– Revelou Don, para a surpresa da matusalêmica. Aproveitou para levar a mão esquerda ao ombro flácido da mulher e dar-lhe duas palmadinhas amigáveis. – Os tempos são outros, Madame Cassandra. Eu não sou meu avô, muito menos o tonto do Finnick. Antigas alianças podem ser refeitas, não acha?

    Mas a mulher jamais respondeu. Não quando a voz precisa e cortante de Barbra agora se materializava perante os convidados. A medida que ela ia avançando no discurso mais aplausos vinham reafirmar o sucesso do evento. A não ser pela cara feia de alguns médicos, que certamente não entendiam o porquê do jornal se envolver num assunto como aquele se não para próprio benefício, todos pareciam particularmente contentes. Seus jornalistas também estavam ali, ao menos os remanescentes. Ao chegarem, os Langstons encontraram uma pequena manifestação à frente da Mansão Kaufmann, organizada pelos jornalistas e funcionários indignados pela demissão repentina. Barbra, elegantemente, mandou que alguns dos garçons levassem alguns petiscos para que os manifestantes não ficassem com fome.

    Mais uma leva de palmas e Donald viu seu filho aproximar-se. Albert estava atrasado, como sempre. Estava acompanhado por uma das funcionárias do jornal, o que deixou o ex-batedor particularmente irritado. Albbie sabia muito bem que seu pai não tolerava esse tipo de envolvimento e parecia fazer isso só para afrontá-lo. Que a mãe tratasse disso com ele. Aquela noite era de Donald, e nada, nem as travessuras de seu único filho, iriam atrapalhar o seu sucesso.

    Após o jantar, Donald beijou a mão de Barbra e subiu num pequeno palanque flutuante no centro do grande pátio onde se encontravam. Nem precisou de qualquer encantamento para aumentar o tom de sua voz, não quando trabalhara tanto tempo como narrador esportivo e conhecia a extensão de sua fala como ninguém.

    - Boa noite, senhoras e senhores.– Uma leva de palmas irrompeu imediatamente, encabeçadas por Barbra, que sorria satisfeita para o marido de perto. – Vamos dar início ao nosso leilão beneficente. Para quem não me conhece...
    - Qual é Don? Todos aqui te conhecem muito bem! – Gritou um dos convidados, antes de mais uma onda de palmas invadir o lugar. Donald sorriu e deu de ombros, antes de emergir com a resposta:
    - Vocês me conhecem, não é? Aposto que a maioria de vocês já apostou que eu iria levar um balaço na cara durante um jogo não é? Mas infelizmente isso nunca acon... Ops, exceto por aquele amistoso, havia me esquecido. Mas eu já estava aposentado, senhoras e senhores. - As risadas foram instantâneas. Donald era um verdadeiro anfitrião. Gentil, elegante e com um ótimo senso de humor. Seus atributos o haviam levado longe na carreira esportiva, será que surtiria o mesmo efeito na jornalística? – Agora, sem mais delongas, vamos começar o leilão!– Dois funcionários contratados para a ocasião surgiram ao lado trazendo uma pequena bandeja coberta por um lenço muito alvo. - O primeiro item, meus caros, é esta maravilhosa Bússola Rastreadora doada pelo nosso querido Alexander Neveu, da famosa e tradicional loja de artigos mágicos. Esta bússola possui um dom especial: Além de nortear quem a utiliza, ela é capaz de dar a localização de qualquer pessoa que a tenha tocado. Maravilhoso não é? Tão maravilhoso vamos começar com um lance equivalente. 500 goldens! Quem dá mais?


Spoiler: Mostrar
Informações em Off

Para se dar bem em um leilão e levar um item valioso para casa você precisa ser rápido e nada pirangueiro. Os lances precisam ter uma soma do anterior de, no mínimo, 50 goldens. Nesse caso, a primeira pessoa a dar o lance tem que oferecer, no mínimo, 550 goldens. Leva o item quem não tiver sua oferta coberta por outra pessoa. Um outro player terá o intervalo de 24 horas para cobrir um lance de outra pessoa, caso isso não ocorra o item será dado como vendido para a última pessoa que fez o lance. Boas compras!

Itens Utilizados:

  • Bussola Rastreadora

    Usou um Bussola Rastreadora.

Hermes Pollock
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Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#141747] por Headlines » 25 Nov 2014, 00:42

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Quando a estranha figura encapuzada aparatou nas ruas de Vaduz, os gatos de rua imediatamente deram o alarde. O bruxo deslizou sorrateiramente pela estrada, tendo o máximo de prudência para não ser visto por ninguém, muito menos por aquele casal que trocava beijos e carícias num beco próximo.

Não foi difícil se esgueirar pelos fundos da Mansão Kaufmann, não quando a maioria dos bruxos encarregados da segurança do evento estavam ocupados pelos manifestantes em frente a edificação. A figura oculta arqueou sua varinha e murmurou meia dúzia de encantamentos que revelaram uma porta em meio aos tijolos maciços. A porta real, posta exatamente ao lado, permanecera intocada. O invasor sabia que teriam guardado aquela entrada com vários feitiços de proteção, mas sabia também que poucos conheciam aquele acesso alternativo.

Minutos depois, estava dentro da casa. Agora era só uma questão de tempo até uma isca aparecer no seu caminho.

Estava escondido atrás de uma porta próxima ao banheiro, enquanto ouvia a voz de Donald Langston ao longe anunciar o início do leilão beneficente. Sorriu quando viu um vulto passar pelo corredor e rapidamente o seguiu. Não poderia dar tempo para o bruxo reagir. Tinha que estuporá-lo imediatamente. E foi isso que fez.

- Estupefaça! – Murmurou bem no momento em que viu que sua vítima o olhou através de um espelho pendurado na parede, mas já era tarde demais. Ergueu o corpo através de um feitiço de levitação e levou-o pela passagem onde havia entrado. Não poderia correr o risco de ser descoberto, não agora quando estava tão perto de alcançar o seu objetivo.

Arrancou alguns fios de cabelo do bruxo desacordado e jogou dentro de uma infusão que levava consigo numa pequena garrafinha prateada. Segundos depois, sorveu-a toda em um gole.



Informações em Off:
Qualquer um pode ser o bruxo estuporado, desde que seja mais rápido e poste antes do coleguinha. A qualquer momento pode haver uma atualização do narrador com os próximos passos de nossa figura misteriosa. Fiquem atentos! O leilão continua normalmente
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Postado Por: Lumminho.


Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemEstados Unidos [#142263] por Scarlett Adams » 11 Dez 2014, 21:20

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Querido Andrew,

Você está intimado a ir comigo no leilão beneficente. Mais detalhes sobre o evento estão no convite. Caso não apareça na minha casa no horário, saiba que estarei aparecendo em Beauxbatons para te arrastar pelos sedosos cabelos vermelhos. E não, você não tem escolha.

Com carinho e delicadeza,
Scarlett.


                – Estava começando a achar que teria que cumprir minha ameaça, senhor Schleswig. – falou assim que abriu a porta, deparando-se com o ruivo bastante arrumado. – Gostaria de entrar e tomar alguma coisa enquanto se recupera da viagem ou prefere ir direto? – questionou, abrindo um pouco mais a porta para deixar claro que ele estava convidado a entrar. – Como se pegar um copo de água fosse durar uma eternidade, né… E por favor, sua sede é mais importante que o tempo. – disse, já se encaminhando até a cozinha, onde rapidamente encheu uma taça com água gelada, entregando-a para o dinamarquês. – Agora, me permite saber o motivo de ter mudado a ideia sobre as flores? – questionou, abrindo-lhe um sorriso um tanto destacado por conta do batom avermelhado. Scarlett nunca foi uma fã de flores, uma vez que esta são tão descartáveis quanto bonitas, por isso esperava uma resposta baseada nesse detalhe, só que a justificativa de Andrew foi um pouco além, fazendo com que a estadunidense risse.

                – Então essa é a imagem que você tem de mim? Por favor, eu sou um amor de pessoa, não saio jogando coisas no rosto dos outros. – afirmou, já se aproximando do outro. – Vamos? Pode colocar em qualquer lugar, Abraham logo dará um jeito nisso. – disse, se referindo à taça, que logo foi colocada sobre a mesa. Então, entrelaçando seu braço ao do ruivo, para que pudessem aparatar. Assim que chegaram à Liechtenstein, a primeira coisa que fez foi checar se nenhum fio de cabelo estava bagunçado, afinal, precisava parecer impecável perante a tantas pessoas importantes do mundo bruxo. Na verdade, a mulher não se importava tanto com opiniões alheias e a coloração rosada que usou nos cabelos por anos era uma das provas, entretanto, não seria muito bom para a reputação do príncipe da Dinamarca ser visto com uma criatura desleixada. A casa onde aconteceria o leilão aparentava ser gigante e luxuosa, porém, sua arquitetura parecia um pouco “antiga” demais para Adams (sem contar que a manifestação que ali ocorria não favorecia nem um pouco). O interior não diferia muito, com sua beleza clássica.

                – E agora que não estamos dependendo de cartas para manter uma comunicação decente, preciso dizer que sentia falta de te ver pessoalmente. Os outros também, acredito. – afirmou, fazendo uma pausa para cumprimentar um ou outro conhecido que aparecia em seu campo de visão. – Afinal, qual a necessidade de ficar enfurnado naquela escola? – indagou, esquecendo os demais e encarando o ruivo ao seu lado. – Seu pai mandou que você não saísse? Então ele não deve saber o quão infernal é conviver com uma série de crianças o tempo todo. – comentou, aproveitando a proximidade de um garçom para pegar uma taça de champanhe. – A propósito, você devia começar a agir pensando um pouco mais em si, Andrew. Além disso, uma visita mensal ou bimestral a Hogsmeade não faria nenhum mal. – verbalizou, erguendo a taça em um brinde imaginário antes de sorver um pouco do líquido contido nessa. – Claro, qualquer lugar do mundo poderia ser nosso destino, sabe que aqui não tem frescura, tendo bebidas e diversão, já está valendo. – disse, abrindo um sorriso maior, acompanhado de uma piscadela. Em seguida, dirigiu-se a uma mesa onde doações estavam sendo feitas, deixando ali uma pequena parte do que tinha reservado para o evento, esperando contribuir melhor no momento do leilão.

                – Acho que nem metade dessas pessoas sabe o que é uma gripe do hipogrifo. – sussurrou assim que chegaram ao pátio, onde diversas mesas estavam dispostas. Assim que recebeu o convite para o evento, a primeira coisa que Adams fez foi pesquisar sobre a principal motivação daquela arrecadação de dinheiro, tomando ciência da real necessidade daquilo. – Então, onde gostaria de se sentar? – perguntou, para o caso do dinamarquês ter avistado algum amigo e quisesse se juntar a ele, o que não foi o caso. Acomodaram-se então próximos a um canteiro de flores amarelas e sequer tiveram tempo de retomar a conversa, uma vez que Barbra Langston chamou a atenção de todos, cumprimentando, dando explanações sobre a doença foco do dia e por fim, introduzindo o jantar, que logo começou a ser servido. – Não sei qual é o problema comigo, mas olhando para todos esses pratos finos, só consigo pensar no quão delicioso seria um sanduíche recheado com bacon nesse momento. – segredou, baixo o suficiente para que apenas ele escutasse. Apesar da repentina vontade de comer fast food, serviu-se do prato sugerido por Andrew, não podendo negar que estava delicioso. – Não é a mesma coisa, mas é bom sim. – concordou.

                – Finalmente a parte interessante. – comentou assim que avistou uma figura de cabelos grisalhos se encaminhando para o palanque. Para poder encarar melhor a figura de Donald, colocou sua cadeira ao lado do ruivo, já se preparando para o leilão. – Vamos ver se conseguimos algo… – falou, empolgada e com altas expectativas, embora ciente de que a concorrência ali seria grande, ainda mais se itens interessantes fossem oferecidos. Após um momento de humor do novo dono do jornal Lummus, o primeiro objeto a ser leiloado foi anunciado: uma bússola que indica a localização de pessoas, além de fazer o básico, mostrar onde está o norte. Langston mal terminou de fazer a clássica pergunta de leilões, quando a mão de Scarlett já estava erguida. – Ofereço 550! – disse alto o suficiente para que fosse escutada por todos, ou pelo menos pelo homem de cabelos brancos, que era quem realmente importava.


WITH: Andrew Schleswig; Donald Langston;
TAGGED: Barbra Langston
OUTFIT: Aqui
NOTES: Não revisado por pura preguiça.
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Scarlett Adams
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Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#142984] por Áyida Bernhard » 08 Jan 2015, 21:12

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BARBRA LANGSTON


      Por fim as vozes cessaram. Donald fazia seu discurso pontual, com um leve toque de humor e bastante entendível, o que a fez esboçar um sorriso satisfeito enquanto aguardava ansiosa a sua vez de subir ao palanque e anunciar o próximo item leiloado. Claro que o dinheiro seria doado para o tal hospital, uma vez que a promessa foi feita, e não era como se ela sentisse falta de mais galeões, mas... Não podia evitar pensar quem, em todo o mundo, venderia um item daqueles e quem compraria, se não para saciar o próprio ego e sair como um herói dos adoentados. Aquele era seu baile beneficente, não dos compradores, portanto deviam se colocar em seus lugares, doar a quantia desejada e se retirarem. Ela não deixava que os pensamentos transpassassem o olhar ou as feições. Barbra mantinha-se simpática, impassível e com uma postura exemplar, tal como haveria de ser, de forma a dar o exemplo para seus funcionários.

      Passando o olho por cima dos presentes, conseguiu notar poucos rostos familiares. Com familiares, refere-se a jornalistas, fotógrafos, secretária... Nenhum de seus subordinados estava presente e tão pouco parecia ter vontade de se juntar aquela festa. Não pode evitar se preocupar se aquilo era uma perfeita demonstração da repudia pela nova direção do jornal. Se estavam mesmo insatisfeitos ou aborrecidos com seus novos regentes, então por quê não pediam demissão e poupavam o trabalho de toda aquela preocupação ridícula e desnecessária? Ela não deveria ter que se importar com aqueles ratos nojentos no seu dia. Na verdade, aquele leilão era para ser justamente a capa da próxima edição do Lummus, mas aparentemente nenhum deles exercia seu trabalho com perfeição.

      Arrematado pela Sra. Adams ali! – A voz do marido a trouxe de volta de seus devaneios, de forma que ela sacudisse de leve a cabeça para afastar as besteiras mundanas, fingindo concordar. – Parabéns, Sra, pelo novo item adquirido!

      Dando passos cautelosos, Barbra retomou a atenção para si quando subiu ao pequeno palanque onde os itens eram mostrados. Sorriu de leve para o marido e sussurrou um agradecimento singelo, apenas para manter a aparência de boa moça. Aprumou-se em sua posição, batendo palmas para acompanhar os convidados, enquanto a encarava a mulher de cabelos rosados com certo interesse. Não gostava de pessoas que mudavam cor de cabelos, pele, rosto, ou qualquer coisa do tipo. Pessoas assim tendiam a falsidade. E de falsidade já bastava o mundo como ele era. Pigarreou, chamando os olhos para si.

      Sim, parabéns, parabéns! – Concordou. – Ao final do nosso leilão, peço que nos procure para tratarmos das burocracias, sim? – Sorriu para a ministerial e então voltou sua atenção a plateia. – Temos agora uma bela vassoura. Uma Nimbus 2500 que Donald Langston usou no campeonato de dez anos atrás. Uma bela peça para coleção, com autógrafos dos mais conhecidos jogadores de quadribol da década passada. – Com um gesto de varinha, que sacou de um bolso escondido em seu vestido, a vassoura levitou até o local indicado. – Começaremos o lance com G$ 3.900,00. Quem dá mais?



      INFORMAÇÕES
      Tags: Donald Langston, Scarlett Adams.
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      Extras: Barbra veste isso, claro.
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Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#143216] por Mark Scofield Troster » 12 Jan 2015, 12:03

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    Já era noite e o caminho ate o leilão era calmo, mas isso não faz a mínima diferença o melhor da noite ainda estava aqui neste quarto se arrumando tentando dar um nó na gravata. Apesar de sempre usar, gosto de deixar as minhas com o nó pronto, assim evito essa perda de tempo, era a quinta vez que tentava fazer o nó. Deveria contratar um alguém com essa função, já que coisas complicadas não fazem muito meu gênero, dinheiro é o que move o mundo hoje em dia e felizmente isso eu tenho de sobra.

    Parado em frente ao espelho vejo o reflexo de um homem com face amigável e confiante sem deixar resquícios de dúvidas ou incertezas para o que pretendia fazer naquela noite, levo a mão ao frasco de perfume repousado ao lado, sobre a superfície de um móvel de madeira rústica e bem-talhada a mão da época setentrional italiana. Era bom estar em casa novamente, relembrar velhas lembranças do que um dia foi o movél preferido de alguém. O leve e fino jato de tom azul era disparado com delicadeza em direção ao pescoço, o terno de tom escuro, não totalmente negro, mas não cinza, já era repousado pelos meus ombros um relógio de prata em detalhes vermelhos em meu pulso era o toque que faltava, abotoo dois botões e em seguida saio.

    Descendo pela escada em passos lentos até o andar de baixo a música soando de um velho piano de calda encantado destaca-se com o rangido leve conforme meu peso é acionado nos degraus.

    - O Senhor vai querer que eu preparo a lareira para ir?- perguntou meu velho amigo elfo K.

    – Não, K. Obrigado. Um velho amigo vem me pegar nas velhas maneiras trouxas! – Disse ao elfo com um sorriso amigável agradecendo, como sempre, sua atenção. Saindo ao soar da buzina, sinto a brisa da noite bater em meu rosto, mesmo antes de entrar no carro. NO caminho negociamos algumas propriedades que queria para o império Troster. Deixei o preço que estava disposto a pagar agora Clin trataria da negociação.

    Já chegando ao lugar marcado no convite uma construção de arquitetura antiga, porém com uma luxuria e tamanho exuberante era aparente, com os jardins muito bem cuidados, flores escolhidas a dedo eram tantas que não me surpreenderia caso ouve-se uma muda de cada parte do mundo, Sophia amaria esse lugar, uma lembrança alegre passou pela minha mente, quem quer que seja que tenha promovido uma reunião desta magnitude não pensou em poupar nenhum centavo. Interior de beleza clássica com quadros gigantescos dos mais famosos pintores eram tratados a postura de cada um deles era como se estivessem na época e adornados para o evento, sempre com o intuito de ser os mais lindos do que já são. Os garçons impecáveis transitavam diante dos convidados,com ordens de não deixarem faltar uma gota sequer de bebida a ninguém. Os bruxos mais influentes estariam ali, sendo que o principal evento da noite já estava para começar.

    Cruzando o salão principal ao passar por um dos garçons pego uma taça de uma bebida qualquer, e sirvo-me lentamente, olhando ao redor cada um presente ali. O leilão começara e eu ainda nem tinha encontrado um rosto conhecido ou ao menos um lugar para sentar, o primeiro objeto,  uma bússola que indica a localização de pessoas, uma mão ergue-se entre as cadeiras com um lance de 550. Uma voz feminina mas em um tom não muito condizente com o ambiente, talvez ela queira se mostrar para alguém ou talvez ela seja a pessoa que o faça achar que aquilo é importante. Olhei dentre os arrematantes, estava próximo, um ou dois passos para frente e eis que vejo um rosto conhecido e um sorriso transparece no meu rosto.

    Não sei muito sobre bússolas, mas esta em particular eu conheço um pouco, para manter meu disfarce tive que usá-la com maestria e com cuidado para que ninguém percebesse que eu a usava. É uma peça especial para valer cada centavo, que ela oferecia, pensei em começar um jogo ali, mas deixei passar a oportunidade. O Scarlett queria com uma bússola dessas? Fiquei perguntando curioso.

    O segundo item, Uma Nimbus 2500 , um bom presente para meu sobrinho ou algum amiguinho dele. Bom já que isso é um leilão, vamos começar a brincadeira de compras impulsivas mesmo, pelo menos temos uma boa ação por trás, encher os bolsos do ministério de dinheiro.

    Estendi o braço, cobria aquele lance inicial. – Ok, Três mil novecentos e dez! – estendi a mão ao ar deixando meu lance.

    Caminhei entre os convidados, sentando ao lado da senhora de cabelos coloridos e seu acompanhante, a cumprimentando educadamente, com um beijo no rosto e um aperto de mão para o rapaz. – Boa noite Scarlett. Prazer sou Mark. - falei de maneira cortês aos dois.
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Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#143286] por Oliver Sartori » 13 Jan 2015, 00:57

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Logo que a iniciação do evento havia passado, Oliver – assim como os demais – decidiu sentar-se de volta à mesa e aguardar o dito jantar ser servido pelos garçons. Umedeceu a garganta com mais um gole de champanhe e voltou-se para a colega de trabalho – E então, senhorita Stevens, o que está achando de seu cargo no tvh? Já está se adaptando a rotina? – Direcionou as palavras como se de alguma forma quisesse quebrar o silencio que assolava a mesa. Chateava-se por não conseguir esquecer o hospital nem mesmo nas horas livres, mas fazer o que se boa parte de seu dia era enfurnado naquele prédio. Ouviu a resposta não muito interessada da mulher, que logo desviou o foco para a comida que acabara de chegar.

Após alguns minutos degustando o buffet de excelente qualidade que era oferecido pelo evento, o anfitrião – Donald Langston -, retomou as atenções para si, para enfim dar início ao dito leilão beneficente. A primeira peça ofertada pelo homem, era no mínimo curiosa, que por pouco não incitou Sartori a tentar a sorte na tal ‘Bussola Rastreadora’. Se seu nome condissesse com sua função, então aquele seria um ótimo item mágico, pelo menos se direcionado para um auror ou ministerial do tipo. Não sabia se realmente aquilo teria utilidade em suas funções. Receou erguer o braço e a presença de uma bela mulher de madeixas rosadas que se prontificou em ofertar um valor, logo foi o suficiente para ficar quieto na sua.

- Com sua licença, vou esticar um pouco as pernas. – Anunciou de maneira educada e com um sorriso ao canto dos lábios, para então erguer-se da mesa e dar uma volta pelo salão. Com certeza muita gente importante estava por ali, ou mesmo pessoas que fossem influentes em algum tipo de negócio do mundo mágico. Vez ou outra correspondia aos cumprimentos recebidos por um ou outro, mas dentre as faces visualizadas, procurava a de uma mulher na qual havia conhecido à muito tempo. E que havia perdido o contato com a mesma, mas só o destino poderia pô-la em seu caminho novamente, já que fazia um bom tempo que não dedicava momentos de sua vida a outra pessoa que não fossem aos pacientes do hospital.

Seus passos eram lentos e sua visão meio vaga, seus devaneios foram supridos quando um novo objeto foi apresentado por Barbra, e aquela era de bem mais destaque e interesse para o diretor. Não diretamente, já que analisava que o aniversário de seu sobrinho estava bem próximo, e uma Nimbus 2500 poderia ser um presente perfeito. Ainda mais se pertencida a um batedor famoso de quadribol, a mesma posição que o garoto jogava pela casa de sua escola. Ergueu o punho o mais alto que pode e assentiu com a cabeça quando o seu olhar cruzou com o da ministrante do leilão, pelo desenrolar das ofertas, a sua possivelmente estaria no valor de G$ 3.960,00 goldens, já que os lances tinham o padrão de G$ 50 goldens.
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Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemFinlandia [#143366] por Madisson Stevens » 15 Jan 2015, 00:35

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- Será? – Indagou para sua assistente assim que vira o convite sobre o tão comentado leilão. – Aposto que é apenas uma tática para não surgir comentários. – Riu baixinho e analisou o papel mais uma vez. – Aposto que o Sartori vai estar com a cabeça no mundo da lua, ou melhor com a cabeça no mundo dos papeis burocráticos do hospital. – Levantou-se e foi até seu armário pessoal retirou um vestido delicado e o colocou sob o corpo.– Perfeito, será este mesmo. – Colocou-o sobre a cadeira e colocou o dedo indicador no lábio inferior olhando fixamente para os vidrinhos coloridos em sua prateleira, perfumes os quais foram confeccionados pela própria doutora. – Acho que vou usar esse que é mais suave e com um leve toque amadeirado. – Sorriu de canto e o retirou da prateleira com cuidado.– Então é hora de festa! – Disse animada para a moça a sua frente. – Te vejo em trinta minutos para uma segunda opinião?- Sorriu amigavelmente após receber a resposta e seguiu para o banheiro para fazer a troca de roupa e a maquiagem.

No saguão havia poucos pacientes e próximo ali estava Oliver, seu chefe, como sempre estava mais preocupado em deixar diversas recomendações do que em alegrar-se com a breve folga e o leilão.– Por que isso não me surpreende?– Sorriu e aproximou-se de Sartori. – Olá. – Disse um pouco constrangido acenando sutilmente. – Pronto para se divertir? – Disse quebrando o gelo entre os dois, mas infelizmente soara de forma desajeitada como sempre acontecia quando tentava manter uma conversa informal com qualquer indivíduo que não fosse seu paciente. “Chega a ser humilhante, uma psicóloga que não consegue ter uma vida social socialvel. Humpf!” Meditou a respeito da situação e suspirou deixando o pensamento inoportuno de lado.

A decoração realmente estava divina, as mesas muito bem organizadas no jardim, os garçons muito bem distribuídos e a coloração espetacular, mais incrível do que a jovem poderia esperar de um evento beneficente organizado pelo jornal. Agilmente e delicadamente e moça sentou-se em seu lugar designado, sorriu de forma cortês para Oliver e o respondeu educadamente. –Na verdade senhor Sartori, não tenho do que arrepender-me já que minha companhia é mais do que agradável.–Acenou brevemente para o garçom e pegou a taça da mão do homem, bebericou rapidamente tentando disfarçar o tom mais corado de suas bochechas.– Parece que seu empenho perante o hospital está a gerar frutos. – Comentou a respeito de algumas pessoas que passavam e cumprimentavam além de parabeniza-lo pelo regimento do hospital, contudo a jovem percebera que não fora uma boa forma de puxar conversa, pois obviamente estavam ali para se distrair e não focar no trabalho, então diante do constrangimento pessoal evitou puxar assunto.

Passara-se muito tempo e poucas palavras foram ditas pela jovem doutora, talvez por falta de oportunidade ou por falta de coragem, pois não sabia nem por onde começar a conversar com seu superior, na hora de intimá-lo para acompanhar-lhe pareceu-lhe fácil, pois tratava-se apenas de uma brincadeira inocente entre colegas de trabalho em uma reunião nada formal. Suspirou e terminou de beber o conteúdo da taça, mordeu o lábio inferior ansiosa até que ouviu o anuncio do jantar e em seguida iniciaria o tão esperado leilão. Ao lado de Oliver, Madisson apenas sorria e cumprimentava de forma gentil aqueles que se aproximavam, mas após sentar-se para que o jantar fosse servido não soube o que fazer, evitava olhar para o médico para que seus olhos não se cruzassem e tentava não falar para não ficar constrangida, pegou outra taça de champanhe e tomou um longo gole ao ouvir a voz encantadora de Sartori. – Sinceramente, estou adorando o hospital, principalmente a forma como ele é dirigido.– Sorriu um pouco sem graça. – Quanto ao meu cargo, bem, há casos muito interessantes e estimulantes que me instigam a continuar.- Sorriu e deu de ombros, pois não queria entediar o rapaz com falácias desnecessárias, mesmo achando sua profissão fascinante, tomou mais um gole da champanhe e sentindo-se um pouco mais solta olhou nos olhos do diretor do hospital e preparou-se para dizer algo além do trabalho, mas a comida chegara naquele exato momento e tanto Oliver quanto Madisson focaram em seus respectivos pratos depositados na mesa, cuja a aparência era deliciosa e então mais uma vez o silencio reinara na mesa pelos minutos seguintes até que o anfitrião dera início ao evento ofertando uma bussola mágica pela qual seu acompanhante mostrou-se interessado, ficou tentada em erguer a mão e ofertar um valor significativo pelo objeto apenas para recompensá-lo por ter-lhe acompanhado, porém sua timidez a venceu e a medica recolheu-se em seu aposento apenas para observar os demais.

O leilão prosseguiu com a devida calma a bussola fora arrematada e logo já apresentavam outro item, alguns membros do hospital davam lances, outros apenas conversavam, mas o mais importante era que a equipe organizadora do evento estava conseguindo arrecadar fundos para o hospital se prontificar contra a tão temida gripe do hipogrifo e em seu interior a loira tinha certeza de que Oliver iria conseguir administrar os fundos de forma exemplar.–Claro. Fique a vontade. – Sorriu para o diretor e levantou-se em seguida. – Vou aproveitar para ir ao toalete e fazer seja lá o que as mulheres fazem lá.– Deu de ombros e seguiu na direção oposta do rapaz, andava lentamente pelo salão observando as pessoas ali presente tentando reconhecer algum rosto familiar.
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Madisson Stevens
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Postado Por: Leticia Yanka.


Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#143408] por Mark Scofield Troster » 16 Jan 2015, 11:07

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    Estava tranquilo na cadeira, olhando para frente prestando atenção no leilão, percebi então que alguém cobria o meu lance, com cinquenta goldens a mais. Um sorriso charlatão apareceu no meu rosto, o leilão realmente tinha começado e, como disse, era um presente para meu sobrinho.

    Fixei meu olhar na ministrante, levantei a mão esquerda a meia altura, acenando positivamente para ela mostrando o número quatro no meu peito, aumentando o lance para quatro mil goldens. Continuaria naquele jogo até sair campeão. A não ser que valha a pena eu comprar uma nova e melhor. Tudo por uma boa causa e a gripe do Hipogrifo era uma. Uma boa desculpa para angariar lucros, causa beneficentes sempre comove o coração dos ricos e poderosos, não era o meu caso.

    Quer dizer, estava mais interessado, no jantar que deixei de servir-me. Era uma boa pedida para depois que arrematar essa vassoura. O ânimo do leilão era contagiante.

    – Vou ganhar essa! – falei para mim. Era um voto de confiança. Como sempre eu tinha uma inexpressão, era difícil até mesmo para mim saber se eu estava gostando do jogo ou estava em uma crise de fúria por terem superado o meu lance, sem deixar a elegância, compensei apressadamente. Aquela vassoura teria gravado o sobrenome Troster nela, isso eu tenho certeza.

    Quem sabe assim Paul não se interessava mais por ser um jogador do que seguir os meus passos como estava fazendo, podia ver meus erros naquele garoto. Desde ir para a sonserina ao invés da corvinal como seu pai, estar no conclave, isso meu irmão repudiou durante toda sua vida, mas acredito que era inveja. Estar de namorico com uma garota de costumes trouxas, ele logo aceitaria suas crenças como eu havia feito. Até mesmo estava mudando seu temperamento. Uma vassoura podia influenciar, mas acredito que não. Só falta nas férias ele ter companhia. Ri ao pensar nisso.

    Olhei para o lado Scarlett, estava acompanhada – Espero que não entre nessa disputa também! - disse sério a ela – Você me obrigaria a superar o seu lance... – distraí um pouco, até que por enquanto meu lance não era superado.
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Postado Por: Mari.


Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemInglaterra [#143486] por Headlines » 17 Jan 2015, 16:15

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Quando a misteriosa figura surgiu onde momentos antes havia travado uma luta covarde, contemplou-se no espelho e fitou sua nova aparência. As marcas do tempo eram visíveis nos seus olhos profundos e na sua pele flácida, tal como pela falta de cabelo em seu cocuruto. Ajustou a gravata borboleta, a mesma para todos os funcionários do buffet contratado pelos Langstons, e avançou pelo perímetro da mansão sem ser notado, segurando uma bandeja com aperitivos que havia arrumado numa das mesas de comes e bebes.

- O segundo item já está sendo leiloado. A vassoura do próprio Don Langston, pode imaginar? – O homem ouviu um jovem nitidamente recém-saído das fraudas comentar excitado com uma bruxa de cabelos muito loiros. Deixou que o casal passasse e, depois de cumprimenta-los com um sorriso amarelo, sumiu pelos corredores.

Não foi difícil encontrar a sala onde eram guardados os itens que seriam leiloados, e quando a encontrou ficou surpreso por vê-la tão desprotegida. Os dois bruxos ladeavam as enormes portas de mogno com cara de poucos amigos, mas quando viram-no se aproximar abriram logo um largo sorriso.

- Federido, nos trouxe aquele lanche? – Um deles perguntou. O invasor sorriu e avançou até os dois, imaginando que tirara a sorte grande ao achar o mordomo da Mansão Kaufmann sem rumo nos corredores.



Algum funcionário do hospital ou do jornal avista Federico avançar pelas dependências da mansão e sente que algo está esquisito. O chefe dos mordomos jamais andava com uma bandeja, servindo os convidados, quando sua principal função era a de supervisionar os outros garçons. Este funcionário resolve segui-lo apenas para verificar. Que perigo ele poderia representar?
Apenas funcionários do Hospital ou do Jornal podem assumir este papel, e este será o primeiro que postar tomando essa posição.
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Postado Por: Lumminho.


Re: Mansão Kaufmann [Liechtenstein - Vaduz]

MensagemEstados Unidos [#143568] por Morgan P. Niklaus » 19 Jan 2015, 11:47

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    A arte de manter-se quieto. Não era um papel difícil desde que você não assuma uma ação de se misturar com os demais, entretanto, não significava que poderia ficar sério e parado como uma estátua. Alguns sorrisos, alguns ‘galantes’ o suficiente para continuar às escuras. Beberiquei mais um gole do vinho enquanto conseguia ter uma visão satisfatória de onde estava localizado e voltei a observar Kroussi. Um antigo amigo que parecia se adaptar muito bem sem os anjos, ou melhor, sem ser um anjo. Precisava de uma nova formação e precisava de senhores e de confiança próximo a mim.

    Deixei a taça de vinho em cima de uma das bandejas e tornei a caminhar. Meus instintos de assassino e de um ser maligno latejavam em meu corpo avisando instintivamente que algo estava para acontecer. E, convenhamos, um igual reconhece o outro. – Licença. – Pedi para um grupo que impedia minha passagem e continuei rodando o local. A movimentação não estava normal e para piorar avistei um rosto familiar no meio de minha ronda. Andrew estava presente e estava acompanhado. Meu irmão havia dito que aquele sujeito tinha sido o culpado pela morte do Aaron, mas não consigo acreditar veementemente até que tenha provas.

    Apenas um olhar profundo em suas orbes, e um aceno sutil com a cabeça foi o suficiente para cumprimentar Andrew com certa distância. Mais outro apontando para uma direção em específico denunciava que gostaria de sua presença. Como se o requisitasse. Claro, nós anjos tínhamos alguns códigos de conduta e particularmente, possuía certo grau de respeito devido a minha tentativa de investigar a perda de um anjo e a ascensão de todas. O que até agora, estava procurando fazer de maneira sutil e cautelosa.

    Ajeitei minha gravata caminhando para a direção que tinha sinalizado para Andrew me encontrar e deixei uma das minhas mãos por dentro do bolso da calça que era onde encontrava minha varinha. Já matei muitos e para isto tive de me infiltrar em lugares lotados para diversas ocasiões e fantasias, principalmente para manter-me afastado do Ministério e de Azkaban; logo, era fácil reparar em uma movimentação e atitude suspeita vinda inicialmente de um homem que segurava a bandeja e passava por um casal.

    Diminuí alguns passos e resolvi seguir aquele homem. Ou roubaria ou mataria alguém. Ou lucraria com isto ou o ajudaria sem que ninguém percebesse. Tudo iria depender da atitude do mesmo e de minhas ações. Olhei para trás e vi que Andrew ainda estava preso em um rabo de saia. Apenas lhe dei mais um olhar convocando-o e voltei a seguir o homem com passos maiores, mais lentos e cautelosos tomando cuidado para não ser notado. Em qualquer suspeita, entraria no meio de um grupo ou pegaria uma bebida aproveitando o leilão como disfarce e logo o seguiria novamente.


Citados Andrew, Kroussi e suspeito.
-q
Morgan P. Niklaus
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Postado Por: Nanda.


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