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Travessa do Tranco

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Re: Travessa do Tranco

MensagemInglaterra [#156358] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:23

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Um 'crac' ecoou pelas ruelas empoeiradas e irregulares, junto do surgimento de duas figuras que, devido ao aspecto comum que tinham, exatamente por isso atraiam atenção naquele lugar tão pouco visitado por pessoas regulares. Ambos eram rapazes, altos, de boa aparência e traços relativamente similares – em especial no que dizia respeito aos cabelos castanhos e à singular coloração mista de azul e verde dos olhos. Um deles ajeitou os óculos de grau, carregando um largo sorriso satisfeito, enquanto se ocupava em observar a si mesmo e ao acompanhante, tal como se tentasse se certificar de que nada estava faltando. O outro, que aparentava ser mais novo, diferente do primeiro, carregava uma expressão entontecida e um aspecto um tanto quanto pálido na face.

– Viu só, Len, eu disse que a gente ia chegar inteiro. –
comentou o mais velho, satisfeito, girando os olhos para os arredores, enfim admirando a paisagem – Apenas... Ok. – murmurou, ligeiramente surpreso – Este não é o Beco Diagonal. – constatou, observando a situação precária do lugar no qual se encontravam, ponderando por um momento, lembrando de histórias, ainda que ele próprio nunca tivesse ido até ali – Ah, essa deve ser a Travessa do Tranco. Lugar bem... Estranho. Enfim, droga, isso significa que errei por... Len? – disse, notando que o mais novo parecia cada vez mais branco – Você está...? – e antes que pudesse finalizar a frase, viu o moreno correr em direção a uma esquina, curvando-se junto à sarjeta, no momento em que um barulho nada agradável e bastante característico se elevava – Tudo bem aí, primo? – questionou, meio preocupado, meio divertido, puxando a varinha para conjurar um lenço, entregando-o ao parente.

– Olha, Drew, –
disse o Spencer mais novo, limpando a boca com os olhos estreitos em uma irritação visivel – a próxima vez que você falar 'confia em mim, vai ser tranquilo' e eu falar 'no fucking way', faça questão de levar pro pessoal, porque será. – afirmou com certa acidez mal-humorada, fazendo o mais velho rir, divertido – Eu sabia que a gente devia ter vindo de trem. – acrescentou, respirando fundo, o que, dado o ar fétido que o cercava, não pareceu ser de grande ajuda, pelo contrário.

– Você é um mal agradecido. –
constatou Andrew, erguendo uma sobrancelha – Venho ser o primo legal que te faz companhia e de quebra quer facilitar o caminho e essa é a gratidão que você me demonstra... – observou, fazendo o mais novo lançar um olhar estreito, deixando claro que podia sentir qualquer coisa naquele momento, menos gratidão – Ok, já entendi que você não gostou das minhas habilidade de aparatação. A gente volta de trem, sem problemas. – replicou, divertido, dando um tapinha nas costas de Len – Agora vamos sair daqui vai. Esse lugar parece ser interessante de se explorar, mas prefiro fazer isso com alguém que possa se defender magicamente. – observou, fazendo com que o mais novo revirasse os olhos antes de andar, a fim de procurar onde infernos era o Beco Diagonal.

Interaction: Andrew Spencer (NPC)
Date: Agosto de 2015
Off: Deu vontade de ver esses dois juntos. <3
Leonard Spencer
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Postado Por: Meriu.


Re: Travessa do Tranco

MensagemPolonia [#161511] por Jasper Specter II » 23 Abr 2016, 04:47

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Invalidado por motivos pessoais: Essa trama nunca ocorreu


Spoiler: Mostrar
      O homem caminhava lentamente pelo Beco Diagonal, após ter sacado uma quantia generosa de seu cofre em Gringotts. Vestia um sobretudo capa, mesmo assim o frio sobrevindo e lhe causando arrepios. Apesar da camiseta de manga comprida e a calça forrada por dentro, o vento chicoteava seu corpo, queimava. Não se lembrava de qualquer momento no qual tivesse estado em uma quase geada daquela força. A neve diminuía seu campo de visão, mas também lhe proporcionava uma vantagem: Não era reconhecido por ninguém. Por isso não se importou quando caminhou em direção à Travessa do Tranco, onde seu informante se encontrava. Fazia cerca de uma semana que pedira demissão de seu trabalho no Ministério da Magia e estava um pouco diferente de sua habitual aparência. A barba já estava começando a crescer, seus olhos carregavam veias acentuadas, e em seu rosto olheiras eram aparentes. Seus cabelos se encontravam em total desordem. Não parecia o Jasper de outrora.

      Aproveitou que a noite descia sobre Londres, e tirou o capuz de sobre a cabeça, rapidamente sentindo o chicote do vento em sua face. Acelerou o passo e foi se aprofundando em um dos pequenos corredores que levavam até a loja que era seu destino. Não ia ali para comprar artefatos das trevas ou algo do tipo, não. Com um pequeno tranco empurrou a porta e adentrou no ambiente mal iluminado e abafado, contrastando com o clima exterior. Desenrolou o cachecol do pescoço, deixando-se respirar um pouco e dirigiu-se até o balcão rustido, desviando-se de um objeto que parecia ter vida própria. Tamborilou com os dedos na madeira um pouco apodrecida e por fim tocou no sino, “sinalizando” sua chegada.

      Uma cortina foi empurrada e um homem aterracado apareceu detrás dela. As suas feições eram um pouco grotescas, e as atitudes dele demonstravam a educação em falta.
      – Sir Jasper. – Este fez uma mesura exagerada, causando um suspiro profundo no polonês, que se inclinou por cima do balcão e deu-lhe um tapa no rosto. – Não ouse me ridicularizar, miserável. Vim até aqui por quê você disse que tinha soluções para mim, soluções para o problema que lhe expus. Então seja breve, pois quero ir embora desse lugar o mais rápido possível. O ar é pegajoso e nojento, como você. Anda. – Ele falava com uma pressa velada em seu tom de voz, o olhar anojado. Estendeu a mão prateada sobre o balcão, o anel de noivado bem visível. Não se importava que Victoria tivesse o largado, não tiraria a aliança. Ela representava todos os momentos em que fora feliz e não deixaria que isso sumisse. O homem resmungando caminhou até a porta da pequena loja, quase um cubículo, e fechou-a, movimentando a tranca.

      Retornou ao balcão e agachou-se para pegar algo por trás dele. Levantou-se e entregou ao Jasper um pequeno arquivo, com o nome de Victoria sobre ele. Dentro do arquivo, como o polonês acabara de constatar, havia fotos da princesa. Atuais.
      – Ela se encontrou com alguns diplomatas ontem... – A voz rude do homem foi ouvida pela primeira vez. O polonês examinava cada foto com carinho e um aperto no coração. – Estava vestida impecavelmente e não parecia sentir falta de ninguém... Sir. – Os olhos do ex-conselheiro acertaram o dono da loja como flechas incendiárias e o homem encolheu-se um pouco antes de recompor-se e continuar seu relatório. – Er... Continua com sua agenda normal, mas não se encontra em nenhum momento acompanhada por ninguém. Exceto... – A mão esquerda de Jasper rapidamente pegou a gola da camiseta do homem e o puxou para frente, fazendo-o se inclinar de maneira dolorosa sobre o balcão. – Não me esconda nada, verme. – A voz de Jasper tinha a ameaça explicita. Os dois sabia o que existia em jogo.

      - Ela se encontrou com alguém em um bar de estudantes, acompanhada de um jovenzinho ruivo. Não consegui ver o rosto da pessoa, mas sei que ela ficou muito tempo por lá. – Jasper sentiu o coração fechar e a raiva começar a tomá-lo. Deu um pequeno grito de raiva e soltou o homem. – Você não serve de nada, imbecil. Quero melhores informações da próxima vez que vier até aqui, ou já sabe... A casa onde você mora, o emprego que sua mulher trouxa mantêm, essa loja de merda, serão arrancados de suas mãos. – Irado, deu as costas para o homem e colocou as fotos no bolso interno do sobretudo capa, jogando a capa que as protegia no chão. Caminhou até a porta e virou a tranca. Enrolou o cachecol de volta e respirou profundamente. Abriu a porta e saiu para a Travessa do Tranco, adentrando ao clima frio novamente. Iria ao Caldeirão Furado, tomar um chocolate quente, antes de voltar à sua casa. Os seus pensamentos estavam longes dali... Em uma tal de Victoria. Faria de tudo para tê-la de volta.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Pessegueiro, 26cm, Escama de Basilisco, Aderente

    Usou um Varinha de Pessegueiro, 26cm, Escama de Basilisco, Aderente.

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Jasper Specter II
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Re: Travessa do Tranco

MensagemCanada [#169548] por Jullie H. Lancaster » 18 Nov 2016, 21:52

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Revenge!
Ato #001

Retornar a Europa muitos anos após o confinamento nas América, não seria nada fácil. Após largar Hogwarts em seu quarto ano de ensino mágico, a canadense Jullie seguiu seu rumo de volta para a América do Norte, aconselhada por sua madrinha Saphira Beckhan. Matriculada na escola de magia e bruxaria americana, a jovem descendente dos Lancaster’s concluiu seu ensinamento mágico e já ingressou com maestria na MACUSA, no cargo de Auror. Espera, volta a fita! Essa é a mesma Jullie que costumava brincar de surrar os nascidos trouxas nas masmorras da escola inglesa? Sim, é! Jullie Hans Lancaster cresceu e com isso seus gostos peculiares se refinaram. Não deixou de lado o sadismo e a energia que sentia ao torturar alguém, a insanidade quando o sangue subia por sua cabeça. Suas habilidades e gostos peculiares que muitos bruxos recriminam… Não. Não deixou de ser a Jullie que todos conheceram, apenas amadureceu e aprendeu a controlar seus instintos. No sangue da nossa nobre protagonista ainda corre o veneno que ela tanto venerava quando menor.

Entrar na MACUSA, mais especificamente, como Auror foi o divisor de água. Aprender a lidar com disciplina e segurando seus instintos mais insanos foi a grande dificuldade da ruiva. Mas aprendeu e, por essas e outras, ganhou alguns prêmios como funcionária modelo e miss Auror. Se ela liga para isso? Nem um pouco, apenas estava fazendo seu papel e, ambiciosa como ela só, a filha de Salazar - como gosta de ser conhecida - estava com novos rumos e planos para sua vida. Pediu dispensa do trabalho no ministério americano e tentou a vaga livre em um ministério europeu. Sua vontade? Retornar à Europa e reencontrar com o passado que deixou para trás isolar-se nos EUA. E, era por isso que a bruxa estava de volta. Mais determinada do que nunca em resolver seus conflitos internos e externos - dívidas desde o tempo da escola - e dar prosseguimento à sua carreira. Agora, como mão de ferro do Ministério de Liechtenstein. Pois bem. Com ajuda de sua prima Rosalie e a madrinha - que estava sumida pelo mundo e seus objetivos com a ordem secreta -, Jullie retornou e agora encaminha-se para acertar uma das últimas contas em seu caderninho de pessoas más.

Um estalo seco foi ouvido por todos os bruxos de vestes negras ali naquele corredor. Hans tinha desaparatado algumas ruas antes de seu real destino, não queria alarmar e sim pegar seu alvo desprevenido. A face pálida da jovem bruxa contrastava com o enegrecido das ruas daquela Travessa do Tranco. Lancaster andava com um salto alto que ecoava a cada passada sua. Seus vastos e cacheados cabelos vermelhos saltitavam a cada metro que a auror percorria por aquela região. Um sobretudo negro cobria seu corpo, dando maior destaque aos seus cachos, lábios e par de olhos azulado. Jullie parou de frente a uma velha porta de carvalho, na qual possuía uma plaquinha informando que aquele estabelecimento estava fechado. Os olhos de alguns bruxos daquela rua recaíram sobre a ruiva, que sorriu em desdém, umedecendo os lábios com a ponta da língua. Retirando a varinha de oliveira de suas vestes, mirou na fechadura daquela velha porta. Uma luz formou-se e, em um clique, ela abriu-se. Adentrou. O cheiro pútrido impregnou as narinas refinadas da jovem canadense. Seus olhos vasculharam o local, parecia tudo abandonado. A não ser o resquício de magia que pairava naquele ambiente. E magia das trevas, na qual a garota tinha total conhecimento e apreço.

- Magia deixa rastro… Não adianta se esconder, eu vou te achar! - Disse, erguendo a varinha e murmurando um encantamento. - Homenum Revelio! - Uma onda azulada emanou da ponta de sua arma mágica. - Ai, sua v*dia! - A presença de um bruxo franzino foi mostrada do lado direito de onde nossa protagonista encontrava-se. - Petrificus Totalus! - Um baque surdo foi ouvido e aquele velho caiu no chão, petrificado. Lancaster tratou de ser rápida, recolhendo a varinha do outro e amarrando-o com algumas cordas que trazia consigo em sua pequena bolsa. Desfez a magia para que pudesse conversar cara-a-cara com aquele sujeito. Um sorrisinho sarcástico brotou na face de porcelana da ruiva. - Então, caro Bourbage, sabe muito bem porque eu vim, correto? - Sua voz tinha um misto de frieza e mistério, no qual foi capaz de arrepiar cada parte do corpo daquele velho. - O que você quer de mim, Lancaster? - A voz do bruxo falhou. Alisando seus longos cabelos vermelhos, Jullie ergueu-se até as janelas, fechando todas as persianas e selando magicamente a porta. Voltou a fitar o senhor de idade, com a varinha do mesmo em mãos. Quebrou-a. - Você realmente não sabe o que quero de você? O que estou fazendo aqui? - Seu sangue já começava a ferver, lembrando-se de detalhes que vinham a sua mente. Lembranças de quando ainda estudava em Hogwarts.

- Você aproveitou que eu era uma simples garota de doze anos de idade e me violou! - Cuspiu as palavras com total asco. - Aquilo ainda está entalado em minha garganta, seu velho nojento. E, eu poderia muito bem acabar com você aqui e agora, mas prezo pelo nome e reputação que construí. Contudo, também não deixarei por aquilo. - Ergueu a própria varinha.- Lembra-se daquele dia? Quando me perdi dos meus amigos e achei essa rua por acaso, fui atraída por alguns feitiços de fogo… O fogomaldito. - Umedeceu os lábios, mais uma vez, respirando fundo. - Tudo começou com o fogomaldito e acabará com ele…. - Agitando a varinha por cima de todo o seu corpo, desfez as amarras que prendiam o velho bruxo, vociferando o poderoso feitiço. - Fogomaldito! - Uma serpente formadas por chamas enegrecidas emanou da ponta de seu artefato mágico, queimando os pertences dentro daquele recinto. - NÃO FAÇA ISSO, POR FAVOR! - Implorou o velho. Com uma expressão que beirava a insanidade em sua face e um riso falso em seus lábios. - Divirta-se! - Em um estalar seco, Jullie desaparatou deixando o Ernest Boubage preso com as labaredas do fogomaldito consumindo tudo.

    With: Ernest Boubage (NPC);
    Tagged: Saphira Beckhan e Rosalie Hans von Bückler;
    Notes: Voltando a postar com a Jullie depois de anos, muito tenso, MUITO MESMO, mas só dando o desfecho que começou quando ela tinha doze anos e foi violentada por esse bruxo (NPC). Pra fins de esclarescimentos ele não morreu, conseguiu sair com ajuda de alguns amigos, mas deixou a Europa indo traficar menores na Ásia.;
    Music: Beep, The Pussycat Dolls.

    ..................................................
Feitiço: Homenum Revelio[dificuldade: 14]; [revelar: ];
Descrição: Revela se existe algum trouxa ou bruxo em determinado espaço ou local.
Feitiço: Petrificus Totalus[dano: -7]; [dificuldade: 6]; [perde rodada: 1];
Descrição: Esse feitiço faz com que os braços e pernas da vítima se juntem ao corpo e a pessoa fica rígida como pedra, impossibilitada de mexer um só músculo, apesar de completamente consciente.
Feitiço: Fogomaldito[dano: -60]; [dificuldade: 35]; [fim: 1];
Descrição: É um resultado de um feitiço avançado que gera labaredas de fogo de tamanho anormal. Ao mais leve toque, o fogomaldito transforma tudo em fuligem. Ele age como se estivesse vivo, consciente, muito decidido de seu objetivo. Esse fogo também muda de forma, virando serpentes flamejantes, quimeras e dragões. Só é possível se defender com um proteção poderosa (Totalum ou Nerus) e, mesmo assim, destrói as barreias mágicas ao simples toque.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Oliveira, 29cm, Cílios de Leprechaun, Maleável

    Usou um Varinha de Oliveira, 29cm, Cílios de Leprechaun, Maleável.

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Jullie H. Lancaster
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