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Olivaras

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Re: Olivaras

MensagemFranca [#148686] por Stuart Heaffrey » 03 Jun 2015, 00:46

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OH, OH, IT'S MAGIC!
OLIVARAS

                
—⌘—


O cheiro similar a morfo mesclava-se ao de muitas outras velharias que impregnavam a atmosfera do interior do Olivaras. Julgava pertinente minha breve visita ao recinto tão popular entre os bruxos, julgando que, em semanas passadas acabara reconhecendo que um bom magista sempre deveria portar uma boa varinha. O condão mágico era a alma de um feiticeiro, em todos os aspectos. Minha ansiedade antes apenas em limite remoto, agravou-se periodicamente ao passo em que cada vez mais me embrenhava no fundo da maior loja de varinhas do mundo. Podia sentir uma espécie de energia mítica ser emanada no interior da localidade, ainda que não obtivesse habilidade para tal feito, uma sensação de puro poder; a presença da magia.

Amélia me ajudou segurando as sacolas de compras e sentou-se em um banquinho - um único móvel - disponível no hall do âmbito, deixando-me livre para localizar o fabricante daqueles inúmeros artefatos.
— Boa sorte, querido, sei que encontrará sua varinha ideal. — Incitou-me a prosseguir, sorridente, cruzando as pernas em uma pose um tanto elegante. Acenei em concordância, sentindo minhas pernas bambearem. Porque estava agindo como um tolo? Oras! Claro que iria ocorrer tudo bem, era apenas uma compra de varinha. Uma simples adesão de um condão mágico. Nada demais.

— Bom dia, senhor! — Saudei o vendedor assim que cruzei a saleta principal, dirigindo-me até o balcão onde um homem de aparência mirrada e pouco robusta se confortava, exibindo um sorriso cordial. — Preciso de uma varinha, sabe? Tenho de iniciar meus estudos mágicos em Beauxbatons e, dado o propósito, um bruxo sem varinha não é bem um bruxo. — Mordisquei o lábio inferior, nervoso, aproveitando para me estabilizar sobre o assoalho, descansando meus braços ao depositá-los sobre o balcão. O senhorzinho espremeu os olhinhos que transpareciam ser mais pequenos do que realmente deviam por trás dos óculos arredondados que ostentava na face enrugada, repleta de traços castigados pelo tempo.

— Oh! Sim, sim. Todos os alunos primeiranistas passam por aqui antes de rumarem às suas escolas mágicas. Porém não há o que temer, meu rapaz, vejamos uma varinha para o senhor, venha, venha... — Convidou-me o velhote gentil a segui-lo mais para os fundos da loja, resmungando palavreados inaudíveis à minha audição. O interior do Olivaras era recheado por caixotes e estojos por todos os lugares; as prateleiras estavam abarrotadas, assim como as estantes e alguns espaços estratégicos nas vitrines. Até mesmo caixotes e mais caixotes espalhados pelo ambiente abrigavam mais condões em seus interiores. Imaginei se todos aqueles objetos mágicos haviam sido confeccionados pelo senhorzinho que agora me prestava auxílio, estendendo-me uma caixinha emadeirada devidamente lacrada.

Abri o estojo, recolhendo do seu interior um condão mágico bastante flexível; a madeira era um tanto enegrecida e porosa, além da estrutura ser longa o suficiente para que pudesse empunha-la com as duas mãos - não que fosse preciso fazê-lo, claro. Suspirei profundamente, erguendo-a em direção a um jarro ornamental estabilizado em um canto do cômodo e realizando um movimento simples, bastante abrangente, tal como pedido pelo vendedor. Não sabia muito o porquê de toda aquela cerimônia, deveria apenas ser um método simplório de testar a varinha, portanto o fiz. Um risco vibratório irrompeu da ponta da varinha, explodindo o jarro em vários fragmentos. Arregalei os olhos, encabulado e envergonhado, devolvendo a varinha para o senhorzinho.
— Ops!

O vendedor voltou ao trabalho como se nada houvesse acontecido, tornando a murmurar algum mantra que me era desconhecido. Fisgou mais uma caixinha de uma prateleira mais alta, deixando-a cair em minhas mãos. Em seu interior, outra varinha estava resguardada, dessa vez, um pouco mais saliente e elegante - bonita em seu aspecto físico; a madeira era polida, brilhante e de uma coloração clara. O tamanho a primeira vista me pareceu ideal, perfeita. Pesquei o condão em minha destra tomado por um desejo súbito de experimentá-lo, e assim que o fiz, o ar à minha volta tornou-se mais quente, tangível. Uma sensação de preenchimento se apossou de meu âmago, deixando-me maravilhado.

— Esplêndido, esplêndido! Sem muito trabalho, não é mesmo? Parece que tem uma nova amiga, senhor Glendower. Trate-a bem, muito bem. — Congratulou-me o velhote, exibindo uma linha de dentes esbranquiçados moldados em um sorriso bastante carinhoso. Retribui a afeição, agradecendo-o com um aceno de cabeça. Somado à varinha, um estojo fora complementado à compra, assim como busquei instruções de como deveria ser feita a limpeza de meu mais novo condão mágico. Quitei a dívida ao término da transação, depositando alguns galeões sobre a bancada e tomando novamente em meus braços minhas sacolas. Amélia me aguardava, orgulhosa.

— Obrigado! — Deixei as desinências do Olivaras, bastante satisfeito. Terminara as compras de todos os materiais escolares requeridos em tempo recorde, o que me presentearia com horas livres para que pudesse finalizar os últimos preparativos de minha viagem até Beauxbatons - embora ainda não fizesse ideia alguma de como iria para lá. Sob os escassos raio solares e a brisa morna vespertina, parti da localidade, felicitado com o breve divertimento adquirido durante o trajeto pelo comércio bruxo, papeando banalidades com a minha mãe.

                
Citações: Amélia Glendower (NPC);
Observações: Compras no Beco;
Vestindo: Isso;
Número de Postagem: #04.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Azevinho, 24cm, Cabelo de Vella, Razoávelmente Flexível

    Usou um Varinha de Azevinho, 24cm, Cabelo de Vella, Razoávelmente Flexível.

Stuart Heaffrey
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Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#154594] por Hope Larson » 11 Jan 2016, 14:53

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= A good cake does a lot for a lot of people =


Oito bolos. Oito bolos pairavam a minha frente, digníssimos cheiros bons saindo de casa um deles. Dois de chocolate, dois de banana, um de milho, um de laranja e outros dois de baunilha. Havia aprendido a cozinhar com cinco anos, e era uma de minhas tarefas prediletas. Aos nove anos pessoas batiam em nossa porta perdido que fizesse pratos em específico, alguns até mesmo pagavam para isso. Agora aos onze anos ainda cozinhava, todavia não com a mesma agilidade e perfeccionismo de antes. Claro, o prazer não diminuíra, e continuava muito confiante de minhas habilidades, mas era mais complicado e menos preciso.

Sendo assim, quando vi os oito bolos muito gostosos em minha frente, não pude deixar de abrir um sorriso imenso. Eram pequenos, talvez pedaços de cada para um máximo de oito pessoas, mas também eram incríveis. - Mãe! Vamos logo! Acabei de terminar! Com alguma dificuldade equilibrei dois dos oito em uma bandeja, com alguma dificuldade movimentando-me para o carro. Papai e mamãe vieram atrás, cada um responsável por três. Para onde íamos? Para nosso lugar - Ok, meu e de meu pai - predileto da terra: O Beco Diagonal. Tinha um plano pra fazer amigos e passar mais tempo ali. Bem simples, vender os bolos! Talvez até dá-los se mamãe concordasse.


***


Minha quarta vez ali, quarta vez vendo as lojas incríveis, os objetos super divertidos, as pessoas locomovendo-se pela rua com vestes esquisitas. O local respirava magia e eu o amava mais do que tudo. Só não desejava termos uma casinha ali pois amava o rancho da família. - Filha, traga os bolos com seu pai. Iremos montar a barraca bem ali. - Observei minha mãe apontar para a frente da loja Olivaras, que por fora não tinha tantas pessoas andando, mas um número muito bom de possíveis clientes ainda. Sendo assim, minutos depois tinha uma barraca com os oito bolos de oito pedaços, e uma placa gigante escrita. =Bolos fresquinhos com sabor de casa! =

Talvez fosse complicado ou difícil fazer amigos do nada, portanto daquela maneira poderia chamar a atenção de pessoas por seus estômagos. E mamãe sempre diz que uma boa forma de conquistar alguém é pelo estômago. Eu discordo, mas ela diz e poderia dar certo. Que fosse, então. E que a diversão começasse.... com bolos!


Arco ABERTO. Quem quiser postar pode ficar à vontade. É essa é a Tiger, futura masterchef Júnior de um braço só, tentando conquistar amigos pelo estômago o/ Quem eu To postando com pode narrar que já a conhece, por ser a quarta vez dela no Beco
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Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#156361] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:25

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– Caramba... –
murmurou Drew, carregando na face uma expressão realmente surpresa – Eu não imaginava que meus pais tinham me deixado tanto dinheiro. – sentenciou, ajeitando os óculos, ainda descrente da quantidade de moedas que vira no cofre que se mantivera fechado desde o falecimento de Patrick e Florence, quatorze anos antes.

– Vê se não vai gastar tudo. –
comentou o mais novo, meio enjoado das piruetas do vagão de Gringotts, vendo o mais velho lançar um olhar cheio de entrelinhas – Eu sei que você não faria isso, mas só para me certificar, sei lá.– explicou com um dar de ombros – Mas e então, qual a próxima parada? – questionou, vendo o primo ponderar.

– Bom, a lista de materiais não mudou da minha época para agora, não é? –
questionou, vendo Len assentir, ainda que meio incerto, visto que não sabia se era realmente a mesma coisa ou não – Vamos então começar com o que for mais leve e depois partimos depois para as mais pesadas. Vou meter um feitiço para facilitar nossa vida, mas isso não nos impede de sermos lógicos. – disse, divertido – Só que antes, vamos dar uma passada ali no Olivaras. Ano passado lasquei minha varinha e de tempos em tempos fico me cortando com ela. – explicou, puxando o item mágico para mostrar o estrago na empunhadura – Não me pergunte como consegui essa proeza. – acrescentou, fazendo o mais novo menear a cabeça, dando de ombros antes de seguir o Spencer mais velho, rumo à loja de varinhas.

– Aliás, ideia eu até tenho. Acho, deve ter sido no duelo com o Yan no fim do ano. –
ponderou, adentrando a loja e não tardando a avistar a imagem de um senhor – Boa tarde. – cumprimentou o Spencer mais velho, sorrindo com simpatia – Eu precisava de uma ajuda com a minha varinha que... – disse, retirando o item mágico que, antes que qualquer outra coisa pudesse ser dita, logo foi pego pelo senhor, o qual o levou para perto dos olhos, girando o item em seu próprio eixo.

– Nogueira-negra, corda de coração de dragão. Trinta e quatro centímetros, inflexível... –
sentenciou o dono da loja, avaliando o estrago – Uma varinha difícil, muito difícil, mas que se mantem fiel até hoje... – analisou, girando os olhos para o bruxo mais novo – Não devo estar errado em dizer que você se manteve uma pessoa bastante firme em caráter, do contrário, já teria perdido esta varinha há muito tempo. – observou com um olhar arguto – Um instante que tentarei arrumar este problema na empunhadura. – disse, antes mesmo que qualquer um pedisse o que fosse.

– Viu só, sou um cara firme em caráter. –
observou Drew, abrindo um sorriso largo.

– É porque ele não convive com a desgraça que você é. –
replicou Len, ligeiramente sarcástico – Eu sempre tive problemas com essa loja... – comentou, observando as várias caixas empilhadas que, por algum motivo, sempre traziam ao moreno uma sensação de aflição, talvez pela impressão constante de que, ao menor toque, alguma daquelas pilhas cairia em sua cabeça – Foi você que veio comigo pegar a varinha, não foi? – questionou, lembrando do dia em questão.

– Aham. –
concordou o mais velho, divertido – Lembro até o que ele disse: “Bordo e pena de fênix, trinta e um centímetro, inflexível. Uma varinha ambiciosa... Você terá de fazer grandes feitos para alimentar esta daqui”. – enunciou o moreno com um ar solene, logo abrindo um sorriso divertido – Tem feito grandes feitos, pequeno Leo? – questionou, jocoso, fazendo o mais novo revirar os olhos.

– Quem tem mania de grandeza são, sei lá, sonserinos ou grifinórios. Aquele v... –
e engoliu a fala, ciente de que poderia ser ouvido – Eu não sou uma pessoa feita pra “grandes feitos” e minha varinha continua ok comigo.” – alegou com um dar de ombros, pensando que, ao longo de sua vida, seu maior feito envolvendo a varinha fora aparar a queda de duas amigas suas, durante a pane de vassouras do ano anterior e olhe lá. Meneou a cabeça, vendo então o velho bruxo retornar, entregando a varinha com um aviso rápido de que talvez ela ficasse mais leve, mas que nada mudaria.

– Está perfeita. –
concluiu o Spencer, girando o punho esquerdo, mal sentindo qualquer diferença. Uma pequena discussão se fez enquanto Drew fazia questão de pagar e o fabricante de varinhas se negava, até que enfim o corvino se mostrou irredutível e sorriu – Obrigado mesmo. Boa sorte com as vendas nessas férias. – disse, animado, caminhando para a saída – É impressão minha ou ele continua o mesmo de quando a gente era mais novo? – questionou em um tom baixo enquanto saiam, fazendo o primo negar, ainda que carregasse em si a mesma dúvida.

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Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#156929] por Alexis Galestorm » 06 Fev 2016, 23:15

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Desbravando o mundo bruxo - The First Wand ~~





A empolgação era tamanha, que a inquietação tomava conta de seu corpo todo. Aquele seria seu primeiro contato com o mundo bruxo.

- Pai, pai, falta muito?

Claro que os tios bruxos, por parte de mãe visitavam sua casa vez ou outra, mas ainda era muito pequeno para lembrar-se do contato. Estranhamente, nos últimos anos, não receberam mais visitas de parentes bruxos, apenas trouxas.

- Mãe! Posso tomar cerveja amanteigada quando a gente chegar?

Desde que recebera a carta de Hogwarts, tudo que conseguia pensar era nas histórias dos pais: o salão comunal, as mesas que se enchiam de comida magicamente, as crianças brincando – essas, diga-se de passagem, estava contando os segundos para conhecer, nunca tivera um amigo que fosse da mesma idade. Qual seria a sua casa? Pelo que ouvira dos pais, só havia uma escolha óbvia: Lufa-Lufa, assim como seu pai. Não se julgava corajoso o suficiente para ser um leão, muito menos ambicioso como a serpente – na verdade, não tinha a menor ideia de qual era o significado daquela palavra – inteligente para pertencer ao corvo? Não, não havia ninguém mais inteligente do que sua mãe. Conseguia apenas se identificar com a bondade do pai, por quem tinha um enorme carinho. O texugo era perfeito para ele.

- Não, mãe, mãe! Eu quero sapos de chocolate e feijõezinhos de todos os sabores primeiro!

- Calma Alexis – a mãe sorria, com uma tranquilidade que há anos não demonstrava – a primeira coisa que faremos é conseguir a sua varinha.

A varinha. Que coisas maravilhosas poderia fazer com uma varinha. Não via a hora de pegar a sua varinha e correr apontando para todos os lados, transformando mesas em cachorros. Teria um monte de cachorros em casa!

- Pai, eu vou transformar todas as nossas cadeiras em gatos e as mesas em cachorros quando a gente chegar em casa!

Sorridente, o pai trocou um olhar de cumplicidade com a mãe: - não filho, crianças não podem usar magia fora da escola. Você ainda terá que aprender muitas coisas antes de poder transfigurar, e essa é a palavra, objetos em animais. Nada do que o pai disse foi suficiente para esmorecer o seu ânimo. Na verdade, perdera o interesse ao saber que era proibido praticar magia fora da escola.

- A gente já chegou?

O Beco Diagonal era impressionante, ainda mais aquela coisa legal que seu pai havia feito com os tijolos para entrarem ali. Corujas, uniformes, penas, guloseimas: de todas as lojas com vitrines interessantes que poderiam ter entrado, seus pais entraram justamente na que era mais sem graça: a da vitrine vazia, exibindo apenas uma grande cortina vermelha e velha. Lá dentro, o cheiro também não era dos melhores. Era algo como cheiro que tinham suas meias quando molhava seu pé em poças d'água, só que um pouco mais suave. O interior da loja era confuso e escuro. Milhares de caixas empilhadas até o teto, espalhadas pelo chão, nos mais diferentes tamanhos e estados de conservação. Sua vontade era de abrir todas e descobrir o que cada uma delas continha, mas conteve-se pois o senhor que estava atrás do balcão não lhe tirava os olhos.

- Bom dia jovem. Qual é o seu nome?

Hesitou. Não era comum que um estranho lhe dirigisse a palavra. Ainda mais um velho que parecia ter um milhão de anos.

- Responda ao senhor Olivaras, filho. – tranquilizou o pai, com seu sorriso amigável.

- Meu nome é Alexis, tenho 11 anos, acabei de receber a minha carta para a Grifinória. O que o senhor guarda nesse montão de caixas?

- Hahaha – riu o velho, baixinho, aparentemente divertindo-se como há muito não fazia- Veja só, temos um jovem promissor e curioso! Nessas caixas, jovem Alexis, estão as varinhas, o objeto mais importante que um bruxo poderia ter!

- O senhor é bruxo?

- Alexis! - interrompeu a mãe - é indelicado fazer esse tipo de pergunta aos outros!

- Hahahaha – Olivaras estava realmente se divertindo com aquilo tudo– ora, ora, não tem problemas senhora. - Dirigiu-se a Alexis – sim, meu jovem, eu sou bruxo sim. E, melhor ainda, eu sou uma das pouquíssimas pessoas que pode lhe ajudar a encontrar a sua varinha. Espere um momento.

Alexis estava em êxtase. Aquilo tudo era real, e logo, ele teria a sua varinha. Seus pais pareciam inquietos, talvez pela expectativa do momento importante e decisivo que viria a seguir.Para alívio dos pais, Olivaras fora rápido o suficiente para evitar que Alexis abrisse a oitava caixa que estava empilhada no chão. Talvez pelos anos em que passara auxiliando os bruxos a escolherem seu principal instrumento mágico, retornou com apenas uma caixa em sua mão.


- Aproxime-se, Alexis. - disse, depositando a caixa negra sobre o balcão - Abra a caixa, e pegue a varinha. Apenas relaxe e deixe que ela faça o que tiver que ser feito.

A empolgação, de súbito, transformou-se num nó na boca de seu estômago. Aquele seria o momento com o qual vinha sonhando há semanas. Sob uma espécie de transe, focou naquela caixa e dirigiu-se, a passos lentos ao balcão. Já não mais sentia-se senhor da própria vontade, era mais como um animal agindo por instinto. Era como se a caixa o chamasse. Ou o que quer que havia ali dentro. Lentamente, ergueu a tampa do recipiente e encontrou ali o objeto mais bonito que já vira.

Ainda instintivamente, deixou as mãos repousarem sobre a varinha por alguns instantes, e a ergueu respeitosamente, com as duas mãos.


- Ouça meu jovem– Olivaras se dirigia a ele, num ecoar distante – aponte a varinha para algum lugar e apenas relaxe.

Como se despertasse do transe, Alexis segurou com firmeza a varinha em sua mão direita, apontou para a cortina que cobria a vitrine, e que tapava o lado de fora da loja e um jorro de luz prateada saiu de sua ponta, transformando a cortina vermelha em um verde intenso, quicando por entre as caixas, adicionando tons de roxo elétrico, rosa chiclete, fúcsia, amarelo-ouro, azul profundo por toda a loja.


- Hahahahahaha - Olivaras realmente se divertia com aquilo tudo - Eu sabia que essa varinha seria perfeita! Ébano, 24cm, cílios de leprechaum, rígida. Apenas um leprechaum poderia ser compatível com uma criança como ele!

- Pai, pai, pai!! Você viu o que eu fiz?? Olha lá!- apontou para o feixe de luz, que ainda transformava as caixas nas cores mais berrantes possíveis.

O pai apenas ria, e a mãe transmitia alívio em seu olhar. Alexis saíra correndo da loja, com a varinha em punho.


- Filho, agradeça ao senhor Olivaras – a mãe gritava, tarde demais.

- Não precisa senhora, as crianças são assim mesmo. Fico feliz por termos achado a varinha tão rapidamente.

- Obrigado senhor Olivaras.


Do lado de fora, o pai apenas observava Alexis correndo e apontando a varinha.

- Faz muito tempo que não somos felizes assim, não é Angeline?

- Sim, Edward, é praticamente o mesmo tempo que não vemos Alexis ficar tanto tempo sem dizer uma única palavra.


Entreolharam-se, cúmplices na felicidade que sentiam naquele momento.
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Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#157272] por Alexis Galestorm » 11 Fev 2016, 10:55

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A Menina que Vendia Bolos


Poucas coisas serviam para deixar Alexis sem palavras. Principalmente no dia em que conseguir a sua primeira varinha. Logo ao irromper da loja do senhor Olivaras, a felicidade era tanta que tudo que conseguia fazer era apontar para o alto com a varinha, na esperança de que as nuvens também se tornassem coloridas, assim como fizera com as caixas da loja. E, claro, a loja agora estava muito mais divertida e seria muito mais interessante para qualquer um que entrasse lá.

Quando chegara ao Beco Diagonal com seus pais, apenas pôde ver de relance as vitrines anunciando trajes de gala, materiais escolares, caldeirões e outras parafernalhas bruxas que jamais imaginaria que pudessem existir. Mas seus olhos logo repousaram sobre a loja de animais. Aquele gato, marrom, de pelo malhado, tão lindo, olhava-o vividamente. Logo percebeu que estava com o rosto grudado na vitrine. Aquele era o animal mais bonito que vira em toda a sua vida. Porém tinha consciência de que os gastos com material escolar seriam grandes, e sabia que os pais não gozavam de boa saúde financeira. Optou por não pedir nada a eles. No fundo, tinha bom senso e não queria chateá-los justamente agora que pareciam tão felizes com ele.

Em meio a devaneios, notou, ainda que tardiamente, algo que chamou sua atenção. Era algo familiar, mas demorou a perceber que era o mesmo cheiro doce que exalava da cozinha de sua mãe. Era, como gostava de chamar, o cheiro do amor. Sim, para Alexis, amor tinha cheiro de chocolate e, aquele cheiro era inconfundivelmente o cheiro de um bolo delicioso de amor.

Virou-se e percebeu algo que a euforia inicial não lhe permitira perceber: a menina que vendia bolos. Não só havia uma pilha com 8 bolos, dentre eles os deliciosos bolos de amor, como havia uma bela menina ruiva e sardenta. Por alguma razão achava sardas engraçadas e fofinhas. Mas, ao mesmo tempo que se deu conta que salivava pelo bolo, tinha receio de se aproximar, sem saber exatamente o motivo. Talvez o pouco dinheiro que tinha no bolso era insuficiente… talvez o bolo não contivesse tanto amor quanto o bolo de sua mãe, ou talvez… não, não era possível. Nunca teve problemas para conversar com ninguém. Não seria aquela bela garota ruiva quem lhe faria ter esse problema.

Lutou contra a sensasção de que tudo daria errado, que teimava em permear seus pensamentos e aproximou-se relutante
- “Oi, eu sou o Alexis” - o belo sorriso da garota e o seu nome foram suficientes para que disparasse no sentido contrário, de volta aos seus pais. “Tigerlilly, puxa que nome lindo!”, pensou. Aquela seria a primeira vez na vida que sua mãe lhe diria que estava muito quieto. Conseguiu retomar sua fala apenas com a promessa de que iria para a atividade de férias bruxa. Ainda que tivesse ficado num canto de sua memória, Tigerlily ainda seria um nome que lhe faria corar por muito tempo.


Interagindo com: Tigerlily Whipple
* Não é flood, juro, estou apenas dando continuidade a trama, num segundo momento.
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Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#157587] por Sarah Scarlett Maison » 15 Fev 2016, 09:43

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    ______________________________
    Let me introduce you to my new friend
    I got a new friend

    POST 1 | TRAMA PESSOAL


    Incomum, mas não menos agradável, Sarah marcou de ir acompanhada de seu pai ao Beco Diagonal. Especialmente naquela semana, John teve que se ausentar do chalé por conta do seu serviço. Toda a agitação das criaturas mágicas na Bulgária fez com que o grupo responsável pelo trato delas se encaminhasse com urgência para lá. Com isso, os treinamentos da ruivinha foram interrompidos, e ela pode voltar a se dedicar às suas ervas e plantas. Para variar, teria que ir ao Beco Diagonal fazer mais uma visita ao Sr. Jigger.

    - Você precisa que eu a acompanhe em algum lugar em especial? – Paul olhou para Sarah com ternura.

    O amor dela para com ele sempre foi incondicional. Tinha uma admiração enorme por ele, só que o relacionamento entre eles era marcado por algumas barreiras. Kate sempre esteve presente fazendo essa mediação, ao lado dela, Paul sentia-se mais seguro para lidar com a menina. Talvez, os anos difíceis por causa da frágil saúde de Sarah tenham aprisionado na mente do pai que ela é frágil demais. Agora, após a morte da matriarca, os dois tentavam romper suas próprias barreiras para estreitar esse relacionamento. Até o momento, estava funcionando.

    - Não precisa, papai. Normalmente – ela ponderou as palavras, sabia que Paul tinha ciência que ela já andava sozinha, mas para não criar problemas para o seu irmão, ela achou melhor explicar -, John me deixa na porta do Sr. Jigger, que é a loja que eu mais vou, e vai resolver seus problemas. Como hoje não está muito movimentado, se o senhor quiser, pode ir resolver suas tarefas. Podemos nos encontrar na Florean’s ou aqui mesmo.

    - Tudo bem então – ele deu um sorriso amistoso.

    - Sarah! – Ouviu uma voz suave e fina lhe chamar. Assim que virou a cabeça, encontrou Tigerlilly, uma menina adorável que conheceu há alguns dias ali mesmo.

    - Tiger! – exclamou de volta e acenou para ela. – Pai, se importa se eu ir ver um pouco minha amiga? Prometo que não demorarei.

    - Fique à vontade, Sarah. Eu vou ao Gringots – ele repousou seus lábios no alto da testa da ruiva e deu um beijo delicado em sua caçula. – Eu amo você.

    - Também amo você – ela sorriu com as maçãs do rosto coradas e seguiu apressada em direção à menina. – Tiger! Hm, que cheiro delicioso, o que é isso? Você quem fez? – Ela apontou para os bolinhos que a menina estava expondo em sua barraca. Ao lado da menina, uma mulher e um homem estavam. Sarah não os conhecia, mas sorriu cumprimentando-os também, julgando serem os pais dela.


______________________________
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Citados: John Maison [NPC], Paul Maison [NPC] e Tigerlilly W.
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Re: Olivaras

MensagemFranca [#158192] por Avalon Roussel » 22 Fev 2016, 08:01

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O encontro na sorveteria tinha sido épico digamos assim, mas após ele acabar a garota se lembra que ainda faltava algumas coisas importantes para comprar, mas naquela hora poderíamos dizer que já estava tarde e eles estavam cansados daquilo tudo, então o que eles fariam agora? Isso era uma boa pergunta para se fazer naquele momento, claro que algo como este poderia acontecer naquele dia, afinal havia conhecido pessoas legais e que estudavam no mesmo lugar que a pequena, isso ás vezes fazia esquecer de algumas coisas importantes. O único jeito que tinham naquele momento eram voltarem para o Caldeirão furado e descansarem por lá.

O sol já começava a querer se pôr, eles voltavam para a hospedaria o mais rápido possível, pois não queriam se arriscar ficar naquele lugar após escurecer, quando chegaram na hospedaria cada um foi para o seu quarto, a pequena estava um pouco cansada, mas não o bastante para dormir. Pegou um dos quadrinhos que tinha trazido na viagem e começou a ler, era um dos X-men ela sempre gostou de histórias em quadrinhos principalmente os de Heróis, após a sua leitura começou a abrir sua boca e tenta dormir, não demorou muito ela já estava dormindo na cama.

Outro dia havia começado e a pequena toma banho, escova os seus dentes, troca de roupa e desce para tomar o café com seus pais. Parecia que eles estavam esperando a menina acordar, pois já estavam sentados em uma mesa, após comerem eles voltaram ao beco diagonal, pois aquele lugar sempre estava cheio, precisaria comprar apenas duas coisas, a varinha dela e o animal de estimação. Após andar um pouco por aquele lugar, eles conseguiram achar a loja para comprar a varinha da pequena, uma pessoa atendeu eles e disseram:


- Oi senhores, já sei vieram comprar a primeira varinha para da sua filha? Vieram ao lugar certo. O Atendente saiu por uns instantes, pegou uma caixa e voltou, entregou para a menina e disse:

- Teste essa por favor. É uma varinha de Abeto vermelho,25 Cm, pelo de unicórnio, rígida. A garota testa, mas não foi o efeito desejado, na mesma hora o atendente pega e diz:

- Não é essa, acho que tenho uma perfeita para você. Ele demorou mais um pouco, mas voltou com outra caixa dizendo:

- Eu acho que dessa vez dar certo, é uma varinha de ébano,24 cm, pelo de Pégasus, razoavelmente Flexível. A menina testa e surgi um grande clarão nela, foi uma sensação incrível, deu até um pouco de frio na barriga, na mesma hora o atendente diz:

- Parece que a pequenina está destinada a essa varinha, isso é muito bom. Avalon ficou um pouco curiosa e na mesma hora pergunta:


- Por que Senhor?
Ele então responde:


- A pequenina garota, acho que você não sabe ainda, mas toda varinha escolhe o bruxo.
Após isso eles pagaram e saíram da loja.


Tagg: Oliver, Louis e Atendente.
Roupa: Clica

Itens Utilizados:

  • Varinha de Ébano, 24cm, Pelo de Pégasus, Razoávelmente Flexível

    Usou um Varinha de Ébano, 24cm, Pelo de Pégasus, Razoávelmente Flexível.

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Avalon Roussel
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Postado Por: LSD (Littleseed).


Re: Olivaras

MensagemInglaterra [#158360] por Layla Waste » 24 Fev 2016, 15:32

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Finalmente iria receber minha adorada varinha e como queria tornar o dia mais especial ainda mandei uma carta via coruja para meu vovô vir e ir comigo ao Beco Diagonal comprar a mesma na loja mais famosa do mundo bruxo: A Olivaras.
Quando o vovô e a Vovó chegaram sem esperar um minuto sequer para os mesmos se acomodarem peguei meu avô e o arrastei rumo a porta que daria para a lareira onde já estava preparada para ser utilizada como transporte.
Com um belo sorriso o senhorzinho praticamente trocou de lugar comigo me arrastando com o que parecia ser uma maquina de fotos em mãos. Rindo, nos dois gritamos juntos totalmente alegres acenando com a mão livre um tchau para a mamãe e a vovó que riam da nossa cara.

- Beco Diagonal! – gritamos jogando o pó esverdeado e dando a mão.
Em um piscar de olhos já estávamos andando em meio a bruxos de diferentes idades correndo feito retardada para chegar à antiga loja mais conhecida pelos povos mágicos e a que todas as crianças de até onze anos sonham em entrar.

- Olá!– chamei vendo pilhas e pilhas de caixas com varinhas.
- Olá minha criança – respondeu o velhinho conhecido como Olivaras me fazendo sorrir para o mesmo e o vovô bater uma foto – Vejo que veio procurar sua varinha antes de muitas crianças.
- Minha neta não gosta de amontoado de gente em pouco espaço – explicou o vô Taeyang rindo da minha cara emburrada.
O senhor atrás do balcão me analisou de cima a baixo soltando uma risadinha e murmurando que tinha aquilo que se encaixaria completamente ao meu núcleo magico. Ele veio com a varinha e assim que eu a toquei explodi um vaso que havia ao meu lado e ganhando uma foto para o mural da vergonha dos Qiaolins.
Após quebrar muitas coisas e arrancar piadas do meu avô que fazia todos do cômodo rirem com as besteiras ditas finalmente já estava me cansando e ficando chateada por não ter nenhuma varinha que me queira.

- Tente esta – pediu o senhor Olivaras –Já havia me esquecido desta, faz muitos anos que ela esta na loja e foi meu pai quem a fez – contou atraindo minha atenção e do vô que quase caio por cima do balcão para ver a mesma – Ela é feita de Araucária, 26cm, núcleo de Pelo de Pégasus e farfalhante.
- Nossa – disse admirada.
Meio tremula levei minha mão a varinha fazendo uma linda luz prateada sair da ponta da mesma e rodear a todos ali. Sentia-me calma e totalmente alegre com meu feito. Pagamos a varinha e voltamos para casa do modo antigo... Não vejo a hora de finalmente poder fazer magia na escola.
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Layla Waste
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Postado Por: Carolina Linari.


Re: Olivaras

MensagemEscocia [#175202] por Ruadh Draoidheachd » 09 Mar 2017, 12:18

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Gràisgeil Geasan


Andando relaxado pelo álcool que ainda corria em suas veias gaélicas - somente por isso Red não arrumou muitos problemas durante o trajeto. Salvo um ou dois esbarrões, as pessoas ignoraram a aparência de, bem, onze anos do garoto. Mas o rosto fechado e marrento marcava que não gostava nem um pouco desta análise e muito menos de encostarem em si sem sua permissão. Ele podia, os outros não. O garoto resolveu se animar depois do desastre em "Floreios-e-alguma-coisa".

- "Seeking out the one whose time has come to take the blade!" - Cantarolou, a música pagã que respeitava, apesar de não ser seu panteão particular, enquanto entrava a passos arrogantes na loja pequena e abafada. Morrigan era uma belíssima deusa da guerra e isso era inspirador para o pequeno, principalmente porque estava calor demais. "Qual o problema desta aldeia?".

O velho, a versão decrépita de um ancião bondoso de uma vila ancestral na visão de Ruadh, tentou ser espirituoso, cativante e bondoso para o ruivinho. Mas tudo o que Thorn não queria era uma conversa delicada, cheia de sabedoria e blablabla. Estava em seu humor quase básico: pegar peças, humilhar e fazer jogo sujo. Mesmo que o o objeto fosse inocente e um velho, o escocês não se importava.

- Bem vindo à sua primeira varinha, pequeno senhor escocês.- A voz de Olivaras irritava Red. E o fato de ele afirmar, ou parecer saber, porque, "NOSSA, quem não ver que sou escocês pela minha cara é um bod ceann!"que Ruadh seria escocês era pior ainda. A ideia de cativar alguém por falar algo ou óbvio ou que acha que vai se aproximar por o "conhecer" enojava o pequeno. "Que cative direito, tolla-thon!".

A resposta não foi a que alguém comum - ou até incomum como o senhor das varinhas de meio mundo - esperava de um menino de onze anos. Muito menos o tom de deboche carregado, junto com o forçar de sotaque, para completar a jocosidade com "pequeno senhor escocês".

- Aye, velho. "A varinha escolhe o bruxo", não é um lema aqui? Tente-me. Lord Red Thorn se sentirá melhor com mais uma varinha.- O tom das últimas palavras não foram uma sugestão de que já tinha um objeto mágico. O que de fato tinha, mas não importava, por enquanto. Mas deu a entender outro tipo de varinha, quase que explicitamente de cunho sexual estampado no sorriso besta e arrogante dos lábios bonitos.

O senhor fechou o rosto. A intimidação e o tom desrespeitoso com o qual a criança se referiu a seu ofício era desagradável. Exatamente como Ruadh queria. Olivaras deu as costas ao menino e passou os dedos fracos, mas cheios de magia e conhecimento, por caixinhas. Por fim, não muito certo, puxou uma longa e entregou ao ruivo, que já esperava, impaciente e, ao mesmo tempo, se divertindo, de braços cruzados e sacolas no chão.

- Cerejeira, corda de coração de dragão. Vinte e sete centímetros, inflexível. - O artesão fora lacônico, entregando delicadamente o objeto nas mãos ágeis do menor. Ladino, preciso e cheio de destreza, Ruadh, girou o bastão de madeira, mas nada aconteceu. Nada, nenhuma magia correu, nenhum efeito, nenhum dos dois sentira absolutamente nada.

Com mais um giro maestral e o sorriso de deboche ainda mais alargado, Lord Thorn entregou a varinha à Olivaras.


- Acho, somente acho, que não serve. Tem algum palpite se serve ou não? Sou todo ouvidos, ancião magistral, feitor de varin... - Enquanto Ruadh iria completar a frase, o feitor mágico guardou o máximo de cuidadoso a varinha na caixa e foi procurar outra. Só que, depois de alguns segundos, parou o que estava fazendo e se virou, o rosto normalmente agradável em um olhar frio.

- Criança, você já tem uma varinha.- Apontou e, quando iria completar, Red riu alto, a mão sacando rápido de um dos bolsos do kilt, o objeto mencionado. O ruivo se debruçou como pôde no balcão, os dedos longos, deslizando pela madeira clara e gasta com todo um respeito venerável. Pequenas faíscas vermelhas muito vivas saíam da ponta da varinha e, misturando a magia caótica de sua natureza, o ar ficou ligeiramente mais quente.

- Macieira, vinte e cinco centímetros. Fio de cabelo de ninfa. Artefato produzido pela mestre de confiança em meu país, perfeito para um ser obviamente superior e devidamente conciso com meu tipo de gente.- Os olhos dourados demonstravam divertimento sádico. -E quanto ao que iria completar, eu entrei aqui apenas para me divertir. Não pretendo gastar meu ouro, nem ter nenhuma varinha extra que, por razões óbvias, não iria funcionar. Tanto dado por não se adaptar a mim, quanto ao seu trabalho porco.

Com uma respiração que parecia funcionar para se controlar, Olivaras laconizou de novo, a expressão em feições e linguagem corporal, neutra.

- A porta está atrás de você. Tenha um bom dia.

Red gargalhou, se virando e dano de ombros. Guardou sua varinha amada no bolso escondido e foi em direção à saída, a passos pesados e despreocupados. A tensão que passou na "livraria" fora totalmente dispersada com seu exercício de petulância, mas o caminhar sempre seria pesado. Quando estava quase para partir, ouviu a voz do senhor, carregada com um fio de arrogância.

- Maleável.

O rapazinho parou, sorrindo ainda de costas, quase audivelmente. A resposta veio direta e debochada.

- Sério? Podia jurar pelos meus deuses que nunca iria descobrir, usando-a para fazer os truques vulgares que vocês, ingleses- e caprichou no desprezo pela última palavra -, fazem. Mas eu não juro pelas minhas devoções em vão, então, eu já sabia, velho.- Voltou a caminhar para sair da loja inútil em seu conceito, acrescentou. - Tentar envergonhar uma pessoa por não saber das propriedades de um artefato concebido pela minha tribo de confiança é algo muito baixo e arrogante para alguém que se mostrou bondoso e "sábio".- com os braços separados, obviamente para Olivaras perceber, fez as aspas com os dedos.- Melhore. Sou um pequeno escocês. E não tenho paciência para mais que outra laia arrogante no mesmo jogo de palavras que eu.

Com isso, Red Thorn, não esquecendo as sacolas que havia pego antes de deixar o balcão, bateu a porta com força, como se simbolizasse quem "mandava ali", em sua cabeça. Acabou sendo o gesto de uma criança mimada.

Olivaras apenas acenou negativamente com a cabeça e continuou a se focar em seu trabalho e vida, esperando que, quando crescesse, o jovem que nem sabia o nome, aprendesse respeito, pelo menos.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Macieira, 25cm, Cabelo de Ninfa, Maleável

    Usou um Varinha de Macieira, 25cm, Cabelo de Ninfa, Maleável.

Editado pela última vez por Hadagast Whittworth em 10 Set 2017, 19:05, em um total de 1 vez.
Razão: Ajustando a estética que estava desconfigurando o post.
Ruadh Draoidheachd
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Postado Por: Arikel Toreador.


Re: Olivaras

MensagemTurquia [#179391] por Derin Erdoğan Bellamy » 10 Set 2017, 11:39

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- Belle, querida. Varinhas quebrarem faz parte do processo natural da vida. Não que isso implique ao fator de que foram quebradas devido ao estresse do fim do tribruxo. Pense assim - Tentou o homem dizer a filha, mais uma vez, que não se importava de não ter sua varinha favorita mais. Infelizmente, ela havia sido quebrada em duas partes e, pobre Berka, tentara consertar para pelo menos auxiliar nos atendimentos dos pacientes, mas nada. Preferia não usar varinhas, mas gostava da ideia de ter uma nova. O que poderia fazer com ela? Como poderia viver com uma nova e ter mais aventuras - É uma nova que poderá decorar, sem gliter, brilho, peças de joias ou até mesmo algo bizarro. - Bateu de leve em seu ombro frustrado, que para esconder as emoções, somente jogou as madeixas para trás, provavelmente pensando na próxima mudança na varinha do pai. Ian não se importava. Amava os filhos mais do que tudo e dar a eles a chance de poder fazer parte de seu dia-a-dia, era mágico.

Adentraram a famosa loja Olivaras e não se demoraram em conversinhas ou brincadeiras à parte. Entre testes, tentativas e também explosões para todos os lados, rapidamente resolvidas pela adorável estilista, chegaram a uma. Nunca em sua vida pensou em ter uma varinha Pena de Fênix. Era brilhante, poderosa, com uma capacidade de alcance maior que a sua anterior e, de fato, isso era de se vangloriar - Varinha de Oliveira, 28cm, Pena de Fênix, Meio Dura. Gostei dela. Quanto custará? - Claro que gostaria. Se funcionava entre seus dedos, sem ter nada explodido, conseguindo também tirar a peruca estranha do cabelo do atendente sem que o mesmo percebesse, essa era a varinha. Após pagarem o valor, o comerciante mais uma vez questionou que pudesse ser feito mais um feitiço, confirmando que esta era a correta - Está bem. Quer ver bolhas? - Com um sorriso confidente, alegre e cheio de travessura, elevou a varinha em um circulo – Ebublio - Bolhas voaram por todos os lados e confirmaram: Ian Revolverheld poderia ser bem esquisito quando queria.


Ação: Obtendo varinha da Caça ao Tesouro. .wee
Feitiço: Ebublio[dificuldade: 1];
Descrição: Faz com que bolhas saiam da varinha do bruxo.
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Derin Erdoğan Bellamy
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