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Madame Malkin's

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Re: Madame Malkin's

MensagemInglaterra [#156363] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:26

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– Olivaras é ótimo. Ela parece nova. –
comentou Drew, girando a varinha, conjurando passarinhos sobre a cabeça do primo, enquanto caminhavam pela rua do Beco.

– Por Merlin, Drew! –
exclamou, abanando as mãos acima de si, a fim de espantar as criaturas – Ah...! – murmurou, recaindo o olhar sobre uma das vitrines – Preciso ver um uniforme novo. – comentou, revirando os olhos – Essa última crescida que dei acabou com qualquer chance de usar os antigos. – comentou com um franzir de cenho, incomodado por mais aquele gasto tanto quanto estranhando a nova altura que adquirira nas férias, fazendo o primo rir.

– Ainda posso te chamar de baixinho, –
constatou o mais velho, enfim guardando a varinha restaurada – só não sei por quanto tempo. – acrescentou, passando o braço por sobre o ombro do primo – Engraçado pensar que até uns anos você era um moleque chato de um metro e meio e agora aqui estamos, você prestes a começar seu quinto ano, grande e bonitão, e eu formado. – comentou, ajeitando os óculos enquanto entravam na loja, suspendendo rapidamente o diálogo para conversar com a costureira e se colocarem para servir de modelos, visto que Andrew precisaria de novas vestes para trabalhar.

– Aliás, está tudo certo para a sua mudança para Paris? –
questionou Len, sinceramente curioso, como apenas ficava com relação à vida de pessoas seletas. Viu o primo assentir, quase no momento em que a costureira mágica retornava, trazendo consigo alguns materiais – Vai ficar mesmo na casa dos conhecidos do Sr. Dernach? – acrescentou, recebendo um novo aceno positivo, enquanto ele próprio arrumava a posição, a fim de facilitar o trabalho a ser feito.

– Inclusive, conheci eles... semana passada. –
replicou, pensativo – Tive que passar na empresa e aproveitei, aí Mills foi comigo, já que ela conhece a Sra. Bounfleur e o Renard. Baita casa enorme e de bom gosto. – comentou, sinceramente impressionado, ajeitando os óculos – O Sr. Bounfleur nem parece ser quase um cinquentão e acho que ele deve ter alguma descendência veela, porque olha... até a Mills que é toda controlada dava umas olhadas de esguelha que me fizeram rir. – comentou, divertido, recebendo um sinal da bruxa que ele parasse de se mover – Desculpe. – pediu com uma rápida careta – Fora isso, – prosseguiu – eles são todos envolvidos com arte. Ele é curador em uma galeria de arte e a Sra. Bounfleur é violinista numa orquestra francesa. – comentou, realmente divertido.

– Parece interessante... e diferente. –
considerou Len, pensando que a anos não ia a um museu, fosse bruxo ou trouxa – E as crianças? Você ia aproveitar e ajudar a cuidar de alguém, não era? – questionou, lembrando de algo sobre isso ter sido citado quando Drew comunicara os avós e o pai de Len.

– Vou cuidar da Madeleine. –
lembrou Drew, abrindo um sorriso largo – Linda de morrer aquela menina e tem quase um ano. Loirinha, pequena e toda simpática. – comentou, divertido – Tem também o Renard. Ele tem a sua idade, aliás, e vai pro quinto ano de Beauxbatons. Contudo, ele é todo educado e tem cara de ser bonzinho, bem diferente de você. – disse, abrindo um sorriso de canto, recebendo um xingamento mudo, surgido na forma de um estreitar de olhos – De qualquer modo, são legais, pelo o que deu para notar, fizeram questão de me mostrar toda a casa, o lugar que eu vou ficar e tudo. – afirmou, pensativo – Talvez seja uma boa experiência. – comentou, admirando a agulha pular ao redor de si.

– Acredito que será mesmo. –
concordou Len, pensando que era estranho imaginar o primo morando com outras pessoas, tanto quanto era bem possível, visto a facilidade que ele tinha de se relacionar com as pessoas de modo geral – Vai ser bom para você. Conhecer novos lugares e pessoas, escapar do convívio com o meu pai... – comentou com um sorriso ligeiramente divertido e com um quê de sarcasmo implícito.

– Eu gosto do seu pai. –
replicou com um suspiro – O tio sempre foi legal, cuidou de mim como se eu fosse filho... O problema é que nos últimos anos ele tem me associado demais com o meu pai, aí começa a querer reavivar as disputas que eles tinham e isso não está sendo legal. Nem pra mim, menos ainda para o vô e a vó. – comentou, fazendo uma leve careta de cansaço.

– É, eu vejo. –
assentiu o corvino – Ele faz sem querer, mas mesmo assim, não é legal nem para você, nem para ele, porque ele nunca vai ter a mesma resposta. – comentou com sinceridade, suspirando – Apesar que no fim, acabo ficando com um pouco de pena, sei lá... – sentenciou, pensativo. O silêncio pairou pelo resto do tempo, enquanto com a habilidade de anos a bruxa-costureira finalizava se trabalho com os dois morenos que, quando satisfeitos, viram a mulher se afastar para embalar os itens – Eu vou conversar com ele uma hora. Ver se faço ele ver que você é você e que tio Patrick... era tio Patrick. – disse, parando ao lado do primo que o fitou, surpreso, abrindo um sorriso largo.

– No fim, você pode ser um chato do caramba, mas também é um bom garoto, não é, Len? –
questionou, bagunçando o cabelo do primo.

– Sai, Drew, saco. –
resmungou, empurrando o mais velho que riu, caminhando na direção da bruxa, que voltava com os embrulhos de pano pardo, pronta para receber os devidos pagamentos.

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Re: Madame Malkin's

MensagemFranca [#157442] por Avalon Roussel » 13 Fev 2016, 05:12

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O dia tinha apenas começado para a pequena e seus pais, pois ainda precisava comprar outras coisas da sua lista de compras. No momento apenas havia comprado os livros que precisava para o seu Ano Letivo, ficou bastante animada com os livros no local, pensou até em comprar algum livro de literatura bruxa para poder ler, mas o dinheiro que tinha naquele momento estava praticamente contado, então deixaria isso para uma próxima vez, talvez no próximo ano tivesse dinheiro para isto, mas ainda esperava que poderia ler na Academia, pois normalmente tinha uma Biblioteca e nela teria livros com certeza.

Haviam acabado de sair da livraria, os pais da garota aparentavam estar meio confusos, o silêncio predominava naquela hora, isso estava deixando a menina um pouco confusa, não se sabia para onde iriam agora, passados cerca de umas meia hora, o seu pai Oliver falou:


- Filha e agora o que você quer comprar? Nesse momento a menina estava um pouco confusa por causa dos seus pais, mas após pensar um pouco, ela olhou para o seu querido pai e na mesma hora respondeu:

- Que tal agora irmos comprar as roupas que usarei na Academia? Soltei um sorriso naquele momento, pelo menos agora iriamos sair do lugar, já fazia meia hora que estávamos parados no mesmo lugar na saída da Floreios e Borrões, acho que dava para perceber que éramos turistas e que com toda a certeza seriamos trouxas que não fazia a menor ideia do que faziam naquele lugar. Começávamos a andar em direção da loja para comprar as roupas, Oliver então falou:

- Boa ideia minha querida filha, então vamos até a loja, com certeza não é muito longe daqui. Realmente não era muito longe de onde tinha saído que era a Floreios e Borrões, as lojas no Beco Diagonal eram próximas umas das outras, então não demorou muito para chegarem na próxima loja, a caminhada tinha sido até que agradável, Louis carregava a sacola com as primeiras compras de Avalon, eles adentraram na loja compraram as coisas que precisavam naquele lugar e saíram novamente para irem em outro lugar.

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Re: Madame Malkin's

MensagemHolanda [#157576] por Angeline Forbes » 14 Fev 2016, 23:52

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Uma semana antes do início das aulas


Por quem estamos esperando mesmo, mamãe? perguntei eufórica, alisando a cabeça do gato branco que dormia em meus braços. Aquela era minha última semana de férias e, bem, eu não podia dizer que estava realmente empolgada por voltar à Hogwarts. Por que? Ainda preciso dizer? Mais um ano sem Ephraim como Diretor de nossa amada casa escarlate e, ainda por cima, sem saber quem seria o próximo a assumir o seu posto. Não preciso dizer que, por essa razão, andava cabisbaixa. Outra razão que me desmotivava a manter a empolgação do ano interior na mesma época era a saída do meu melhor amigo: Dante. Desde que meu irmão mais velho e eu nos distanciamos, o menino tinha se tornado muito próximo a mim e era com ele que compartilhava meus segredos e vivia minhas aventuras. Uma escola sem Ephraim e Dante é um prato cheio pro meu sofrimento. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando um pouquinho. Um amigo da mamãe pediu que eu levasse a filha nas compras conosco. Ele queria acompanhá-la, mas teve de resolver umas pendências no Ministério. Ela é um ano mais nova que você, meu amor. o sorriso contagiante de minha mãe me levou a sorrir também. Ela estava tão feliz ultimamente que era praticamente impossível ficar deprimida ao lado dela e, vale lembrar, a promessa da mamãe de nos levar à sorveteria no fim do dia. Nada como um gostoso sorvete para animar as coisas.

Olhava para os lados, afagando a orelha de Castiel enquanto procurava indícios de rostos conhecidos. Já era meu segundo ano em Hogwarts, portanto, era normal que reconhecesse alguns dos alunos que também passeavam por ali com seus pais. Acenei para alguns, companheiros de casa ou não, quando fui surpreendida pelo comentário da mamãe. Ficou bem popular heim, Anie? nós duas rimos e então ela continuou a falar. Veja querida são eles. mamãe apontou na direção de um homem alto e bem bonito - não tanto quando o Sr. Scott - e uma garota que aparentava ser mais alta do que eu. Por que todos tinham de ser mais altos do que eu? Soltei um muxoxo e olhei para baixo, beijando o topo da cabeça de Cas que ronronou alto e satisfeito com tal carinho. Onde está o papai? perguntei baixinho. Não era bem sobre meu pai que eu queria notícias. Você sabe, Anie. Ele foi com o Ariel à loja de vassouras. Meu irmão e seus assuntos "de adulto". Fechei a cara automaticamente. Anie!! repreendeu mamãe com aquele tom de voz melodioso. Não sei o que deu em vocês dois. Eram tão unidos. Ainda está brigada com Ariel? por que ela sempre sabia o que se passava em minha cabeça? Ah, claro, mamãe me conhecia muito bem. Não estamos brigados, mamãe. revirei os olhos, impaciente e visivelmente desconfortável com aquele assunto. Aham. Sei. naturalmente, ela sabia das minhas intenções em enganá-la e mudar o tópico da conversa.

Para minha alegria e sorte, mamãe se calou assim que o seu amigo auror e a filha pararam diante de nós. Eles começaram a conversar e minha atenção foi desviada instantaneamente para a menina. Estiquei uma das mãos, segurando meu gato com apenas o outro braço - ouvindo um miado em reclamação por tirá-lo de uma posição muito mais confortável -, me apresentando animadamente. Sou Aniela Enkelis e esse é meu gatinho Castiel, mas pode chamar ele de Cas e pode me chamar de Anie também! Todos me chamam de Anie. Sou da grifinória! Mamãe disse que é seu primeiro ano em Hogwarts, né? Sabe para que casa quer ir? Espero que vá para os leões! Assim podemos ser amigas! parei de falar, tomando fôlego. Desculpa. Eu falo demais! Eu sei! ri de mim mesma e esperei pela resposta da minha possível futura amiga.
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Re: Madame Malkin's

MensagemBulgaria [#159006] por Isadora A. Balakov » 03 Mar 2016, 17:16

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– Bom dia minha princesinha. – foi assim que minha mãe me acordava para o último dia de compras no beco, antes de iniciarem as aulas, levantei ainda meio tonta e desorientada sobre o que iria fazer neste dia – Bom dia mãe. – ela me olhou levando um sorrisinho e jogando a bagunça do dia anterior em cima da minha cabeça – Filha levanta, vamos temos que comprar seu material e não vamos tomar café em casa hoje. – estava relutando ainda contra meu sono, indo em direção ao banheiro para jogar uma água na cara – A para você não atrasar, sua roupa já está em cima da cama e te espero na frente da lareira – soltei algum ruído perto de alguma coisa que se assemelhasse a um “sim” e fui me trocar para encontrá-la na frente da nossa lareira. Estava com um vestido de renda cinza simples, uma sapatilha preta e um coque de lavandeira feito as preces – Filha está linda – nem me dei à oportunidade de responder, ela ergueu a minha mão colocando o pó de flú e me jogava para de baixo da lareira, olhei tudo aquilo e bradei em alto e tom som – BECO DE DIAGONAL! – fogo consumiu meu corpo em questão de segundos e fui levada para o lugar em questão.

Sai escorregando da rede de flú e logo atrás vinha mãe linda e bela com seus cabelos jogados ao vento, ela me pegava na minha mão em questão de metros já estávamos no beco, aquele lugar são uma feira livre de objetos, apetrechos, roupas, animais e tudo que você imaginava ou não. Não sabia andar em meio às multidões, na verdade eu nunca soube
– Aonde vamos? – questionei-la e ela fitava as pessoas – Vamos ao seu uniforme primeiro? – frei ela com toda força e retorci meu rosto o mais indignada possível – E o café da manhã? – ela se assustou e sorriu com toda graciosidade, me puxando para uma barraquinha que vendia caixinhas de suco de aboboras e as bolachas salgadas que são minhas preferidas, agradeci ao feito e fomos em direção a loja da lista que se chamava madame alguma coisa, pensei se era a loja da minha avó, pois parecia ter parado no tempo.

Transpassamos a loja coberta de manequins e com uma vitrine nem tão pouco chamativa, estava “ligeiramente” lotada e qual era a surpresa nisto? Escorregava entre minha mãe, pessoas, minha comida que era a prioridade no momento, até uma “jovem senhora” nos atender, ela nos questionou nosso objetivo no lugar, quase respondi que era para comprarmos móveis, me contive, pois meu humor de manhã era bem búlgaro mesmo. Ela nos levou até a sessão da Beauxbatons, ela perguntou se já tinha sido selecionada– Então eu sou da Brigit, já tive uma veste antes, porém minha mãe queria comprar uma nova. – ela voltou as perguntas e desta vez é sobre minha idade, porém, meu foco era nas suas rugas que gritavam por socorro – É 12 moça – ela disse que eu era linda, me levou até o provador para provar uns dez conjuntos, provei a saia, mais a camisa social de pulôver, a calça, a bermuda, a gravatinha de seda, a maia até o joelho e alguns acessórios como tiarinha, presilhas para o cabelo e afins.

Passamos uma hora e meia naquela indecisão da minha mãe e a vendedora mais confundia que ajudava a todas presentes no momento; minha paciência já estava em casa e ali não gostaria de ser grossa como de costume – Mãe acha que essa ta boa, em? – ela concordou com a vendedora, perguntou aonde era o caixa para concluirmos a venda, não aguentei naquele momento e soltei – Viva, pensei ia passar mais uma hora aqui. – ela me olhou de canto de olho, com a capacidade de me fuzilar mentalmente enquanto a vendedora comentava o quanto eu era “engraçadinha”. O termino da compra foi efetuada, ela me deu uma das sacolas e fomos em direção da busca dos caldeirões.


Isso ai na sua cara, é uma ruga? (único)
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Isadora A. Balakov
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Re: Madame Malkin's

MensagemIrlanda [#159274] por Elise Marie Bertrand » 08 Mar 2016, 21:35

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Era um dia nublado e frio na cidadezinha onde ficava o orfanato que Elise estava já há algum tempo. As meninas começavam a acordar uma a uma e a se preparar para o dia de aulas. Elise achava bastante inútil assistir ou prestar atenção a essas aulas já que era uma bruxa e começaria os estudos na tal escola de magia francesa, então ela fazia de tudo para acabar sendo retirada de sala ou apenas ficava atoa no fundo da sala lendo quadrinhos ou ouvindo música. Ter um celular com músicas e aplicativos era uma das muitas novidades na vida da bruxinha e ela já tirara proveito de algumas situações para escapar de seu inferno particular. Acabara conseguindo ir ao Congresso Internacional de Magia na Suíça, graças a seus apelos extremamente insistentes e estridentes ao funcionário do ministério que fora lhe dar a notícia sobre suas origens bruxas. Lá conheceu bruxos adultos que lhe ajudaram: Anthony, Lilith e Nuala.

Fora bastante astuta ao encontrar o casal e grudar neles para poder conseguir se livrar do responsável do ministério que a levara até lá. Mesmo achando os dois bem esquisitos - quem ficaria com pena de uma órfã como Elise, abusada e irônica? -, a menina gostou deles e criou laços de afeto. Ser ajudada por adultos e sem ser tratada como uma coitadinha era outra novidade para a francesinha. Conviver com a outra adulta, Nuala, foi como conviver com uma versão sua do futuro. Elise adorara a mulher e seu jeito e anotara todos os contatos possíveis dela.

Mas o Congresso acabara e Elise voltou para o orfanato e para a convivência com as meninas escrotas ou mimadas que ali viviam. Depois de algum tempo, recebeu uma ligação em seu celular, o que não era normal. As únicas pessoas que tinham seu número eram o casal de pombinhos, Lilith e Anthony. A garota pulou a janela do dormitório, sob o olhar das outras meninas curiosas, para poder ir ao jardim e atender a ligação. O visor mostrava o nome de Anthony.

-Eae carinha! O que manda? Vai me tirar daqui? – seria o paraíso para Elise naquele momento, assim ela evitaria o dia da inspeção e poderia manter seu celular e suas revistinhas escondidas por mais tempo. Para sorte da pequena, era exatamente isso que Thony tinha em mente. Ele ligara para combinar de ir pegá-la para fazerem as compras dos materiais escolares que ela iria precisar. Elise aceitou de prontidão e, depois de combinados dia e horário, ela voltou para o dormitório pela janela.

Nos dias que antecederam a chegada do mais velho, a bruxinha exalava animação. Estava tratando as funcionárias mais cordialmente e até mesmo obedecendo a certas ordens. Todas estranharam a atitude, é claro, mas ficaram felizes de estarem livres de preocupações por alguns dias. Suas colegas de orfanato não tiveram a mesma sorte. Elise falava o tempo todo de como tudo lá fora era incrível e de como ela era poderosa. Exibia também as amizades que fizera com os 3 adultos e contava como Anthony era lindo e Nuala esperta e incrível. As garotas já não aguentavam mais.

No dia que fora buscar Elise, Anthony aparecera e agira formalmente com a diretora e arranjara tudo para que a viagem fosse possível. Depois de tudo pronto, fora ao pátio buscar Elise. As meninas que ali estavam na hora ficaram boquiabertas em perceber que alguém viera mesmo pegar a garota problemática e que era um homem realmente tão lindo quanto ela havia falado. Elise foi buscar suas coisas e riu quando viu que todas olhavam e comentavam. - Eu falei suas trouxas! – deu língua para elas e saiu dali com Anthony.

Eles teriam de ir à Londres para fazer as compras e chegariam lá por meio de aparatação, coisa que Elise realmente odiava. Quando chegaram lá, foram direto à uma loja chamada Madame Malkin’s para comprar o uniforme. Assim que experimentou, a menina já foi pensando em jeitos de mudá-lo e acrescentar uma calça no vestuário. Anthony achou graça da cara que a garota fazia. - O quê? Isso não combina comigo, né? – ela lhe perguntou tentando parecer como se estivesse fazendo uma piadinha, mas na verdade querendo mesmo saber a opinião dele. Ela não se sentia bem com saias e sempre que podia usar calças, optava por elas. Saíram da loja e o mais velho ainda ria da garota, que agora estava andando na frente com cara de brava.
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Elise Marie Bertrand
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Re: Madame Malkin's

MensagemEstados Unidos [#159557] por Anthony Thompson Hearst I » 15 Mar 2016, 11:06

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Lilith pode manter as coisas em ordem na minha ausência? perguntava a dinamarquesa sentada em sua mesa com aquela expressão interrogativa. Revirei os olhos impacientemente, seria possível que ela já tivesse esquecido da nossa conversa do dia anterior? Lembra-se da pequena Elise? Prometi levá-la às compras escola... - mas tinha sido rudemente interrompido por um olhar severo, tão familiar. Não precisava utilizar minhas habilidades de legilimente, eu sabia exatamente o que ela pensava e o porquê me repreendia. Não comece com outro sermão, Lilith. Eu sei exatamente o que vai falar. Só cuide de tudo até meu retorno, tudo bem? virei as costas e sai de seu gabinete antes que a conselheira pudesse me responder. Enquanto percorria o caminho até a saída do ministério, onde eu poderia aparatar até o orfanato, meus pensamentos me levaram à Angeline, afinal era inevitável não pensar na garota. Suspirei profundamente, mordendo o lábio inferior e ponderando sobre a ideia recorrente de visitá-la. Mas como faria isso? O que diria? "Olá, sou seu pai e tenho negligenciado sua existência há 12 anos"? Agitei a cabeça para os lados, afastando aquele plano absurdo. Ella jamais permitiria que eu me aproximasse da menina, afinal, tínhamos um acordo. Em algum lugar em minha consciência questionava-me sobre meu súbito interesse em Elise. Seria uma forma de me redimir? Uma maneira, mesmo que capenga, de descobrir minha aptidão paterna. Perdido em minha própria mente, mal percebi quando meus pés tocaram o concreto. Olhei para os lados e aparatei.

Não foi difícil encontrar o orfanato da menina, afinal, um local tão mal tratado pelo tempo e com aquela aparência tão decrépita era facilmente detectável. Aproximei-me da entrada, procurando uma campainha e tocando-a. Esperei pacientemente ser atendido por uma mulher de meia idade que se dizia a diretora do tal lugar. Bastou uma conversa rápida para que tudo estivesse acertado e logo estivéssemos andando em direção ao pátio onde Elise nos aguardava. Não consegui evitar a risada ao ver a pequena vangloriar-se pelo meu aparecimento. Estendi a mão para ela. Vamos, querida. O dia será bem cheio. Gostaria de dormir em minha casa essa noite? Creio que ficará tarde para trazê-la de volta. Não tem problema não é, Srta. Giordana? perguntei para a diretora que rapidamente autorizou meu pedido, me deixando com aquela impressão ruim. Ela estava feliz em livrar-se da menina? Olhei de soslaio para Elise e juntos rumamos para saída do orfanato. Na rua, longe dos olhares curiosos, murmurei a ela. Precisaremos aparatar. Já fez isso uma vez, lembra? Segure-se bem firme em mim. sorri amigavelmente e então partimos dali com aquele puxão no umbigo familiar e extremamente desagradável.

Ao chegarmos no Beco Diagonal, precisei de alguns minutos para recuperar-me do enjoo repentino causado pelo meio de transporte. Eu também odeio isso, Elise. comentei à menina com um riso contido, observando sua expressão nauseada tal como a minha. Vamos comprar seu uniforme primeiro, que tal? ela concordou, visivelmente maravilhada com aquele lugar tão novo e incomum aos trouxas. Andamos até a aconchegante loja da velha Srta. Malkin. Não conseguia entender qual era a fórmula mágica que mantinha a dona do estabelecimento viva durante tantos anos. Empurrei a porta, ouvindo o barulho da sineta responsável por anunciar recém-chegados. Uma mocinha bonita e simpática logo correu para nos atender. Bom dia, bem vindo! era realmente necessário tantos sorrisos? Apenas meneei a cabeça, um comprimento seco e educado. Em outros tempos, obviamente, me aproveitaria da situação facilmente. Precisamos comprar o uniforme dela. apontei para elise, colocando a mão em seu ombro paternalmente. Hogwarts? agitei a cabeça negativamente. Beauxbatons a mocinha saiu apressada, quando voltou trazia consigo as vestes correspondentes a Academia francesa.

Elise vestiu-se e logo estava em minha frente exibindo seu novo modelito, visivelmente desgostosa. O que foi? Estão apertadas? indaguei preocupado, mas caí na gargalhada com sua resposta, definitivamente não esperando por aquilo. Elise, irá precisar bancar a mocinha! São as regras da escola. Você é bonita de qualquer forma, fica bem com calça, saia o que for, está bem? sorri amavelmente, notando um leve deslumbro da atendente diante de meu comportamento de "pai". Você deve ser um ótimo pai. Sua filha é muito sortuda. percebi a aproximação da loira e seu visível desinteresse na menina, bem como seus olhos vorazes em minha direção. Desviei o olhar, arrumando o punho da camisa, sob o paletó de azul marinho. A mãe dela também é bem sortuda por ter se casado comigo. retruquei. Eu realmente estava dando um fora na mulher? O que diabos Lilith tinha feito comigo? Elise, vamos? Se essas vestes são do tamanho adequado, irei pagar e vamos para outra loja. apressei-me na direção do caixa, livrando-me da atendente. E com uma sacola nos braços, saímos dali em direção à Floreio e borrões.

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Re: Madame Malkin's

MensagemIrlanda [#159639] por Nuala Ajiha » 16 Mar 2016, 11:42

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    - Como assim ele vai sair com ela? Sério? Oun vai virar mamãe e papai! – Gargalhei enquanto ouvia rosnados e latidos escandalosos pelo telefone. Não conseguir me conter ao saber que Anthony veria a pequena. Aquilo era um tanto quanto curioso principalmente pelo fato de ter uma filha bastarda no mundo. – Madrasta e mamãe junto!– Soltava mais gargalhadas enquanto botava o telefone no viva-voz e conseguia ver meu pai rolando no chão de tanto rir. Estávamos brincando com a Duquesa de tal maneira que ela nem imaginava. Deveras engraçado quando a Conselheira não aguentava minhas provocações que muitas vezes eram influenciadas pelo meu pai. – MITCHELL SEU CRETINO – Foi a última coisa que ela disse antes de respirar profundo do outro lado e... – Nuala, vai lá vai... Sei que você está doidinha pra ver a Elise. Enrola eles, ainda não terminei a comida aqui...– Sim... Irei... E como irei!– Desliguei o telefone e agilizei minha saída trocando de roupa, colocando vestes mais neutras e discretas nada que pudesse me deixar à mostra. Brincaria de espiã pra Lilith e encontraria a guria.

    - É serio, preciso tirar ela do Tony e trazer para cá. Por isto quero morar sozinha. Espero que entenda... Eu sei que ela vai ser minha irmã mais nova e não é igual criar um gato ou cachorro, é bem mais difícil... Mas... Eu sinto algo sobre ela e... Ela era eu quando pequena, talvez, se tivesse tido o apoio e os conselhos igual estou lhe dando, não sofreria muito na vida e não quero ela sofrendo. Isto é mais forte que eu pai... Vou procura-la e fazer o possível para tê-la comigo. – Inquiri em um tom sério e decisório. Depois das nossas conversas e estadia no Iglu, resolvi que estava mais do que na hora de buscar alguma atitude sobre aquilo. Até mesmo Leon que algumas raras vezes comentavam sobre como criar crianças, não me desanimara sobre o que tinha em mente. – Se é o que seu coração manda... Mas lembre-se que você ainda tem um assunto inacabado com Phelipe. – Avisou meu pai antes de partir do quarto.

    ***


    - Tigresa para Gatuna, estou no encalço deles, câmbio. – Desligava o telefone e seguia Anthony e Elise com uma boa distância para não ser notada. Prendi meu cabelo dentro da boina e continuei seguindo-os. Até então, não tinha sido percebida. A parada interessante fora a loja de uniformes, bela nostalgia que aquele lugar me trazia por culpa de Brooke e de Phelipe. Agachei-me escondida atrás de umas tralhas próximas a loja. – Meu Deus! A mulher ta pulando nele Lilith. – Ouvia os pequenos múrmuros bravos da minha amiga atrás do telefone como: por quê você tá seguindo eles? Quê diabos você tá fazendo isto? e terminou com um silêncio seguido de: safado, galinha oportunista, todos homens são iguais e blá, blá. blá; agachei-me perto das tralhas e analisei melhor. As ações seguintes foram reveladoras, a mulher pulava nele e de repente o mesmo já evitava. Por sorte dali consegui ouvi apenas o “a mãe dela também é sortuda por ter se casado comigo” -... Eita ****, “a mãe dela também é sortuda por ter se casado comigo”. ELE DEU UM FORA NELA.– Soltei mais sem notar o meu próprio tom de voz.

    Os dois viraram para trás e olharam em minha direção. Eita Peigas. Fui descoberta! Claro que depois de tanto tempo ali, abaixada naquela posição, não notara o mundo ao meu redor, não notara que aquelas tralhas que faziam um muro me protegendo eram perigosas o suficiente para alguém desastrada como eu. Pisei em falso sobre uma das tralhas, saí saltando em um pé só, pisei em seguida na entrada da loja e talvez fosse ordem dos deuses aquele desastre e... PUFF Minhas costas caíram no chão, metade do meu corpo estava dentro da loja, meu cabelo se abriu após o chapéu ser lançado para dentro da loja e o celular também voou. Antes que pudesse fazer algo ninja só pude ver a Menina me encarando. – SHIT!– Levantei-me rápido e Anthony já estava perto demais para notar minha presença.

    - Ai que desastre né? Olha, vocês aqui! Oi gente!– Soltei na maior desconfiança do mundo enquanto levantava-me e olhava os dois me encarando enquanto o celular já estava nas mãos de Anthony. – O que diabos você tá aprontando?– Ouvia ao longe os gritos bravos de Lilith saindo pelo telefone. E... Só tinha uma palavra para descrever aquilo: FUDEU.

Espionagem falha de Nuala sobre Elise e Tony .corre
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Nuala Ajiha
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Re: Madame Malkin's

MensagemIrlanda [#160740] por Elise Marie Bertrand » 06 Abr 2016, 11:09

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A viagem da fracesinha até Londres estava sendo uma grande aventura para ela. Mesmo na vez em que fugiu de um dos orfanatos e passou algum tempo sozinha perambulando pela cidade ela não encontrara tanto a se ver e admirar quanto naquela visita ao Beco Diagonal com Anthony. Elise tinha uma curiosidade nata pelo estranho e incomum e se sentiu em casa em meio aos bruxos e bruxas excêntricos que por ali caminhavam com seus mantos e capas longos, chapéus e cajados de várias formas e tamanhos, pacotes e embrulhos contendo toda a sorte de materiais e utensílios que a garota sequer sonhara existir. A menina até pensou que valia a pena passar por aquele tipo de transporte nojento e escroto que era a aparatação e ter de experimentar e comprar saias se fosse para estar em meio ao povo daquele lugar. Ainda teria o bônus de não precisar pagar por nada e ter um lugar melhor e mais limpo que o dormitório do orfanato para passar a noite, mesmo tendo que aguentar o mais velho que a acompanhava agindo de forma estranhamente paternal com ela.

Mal sabia a garota que as coisa não aconteceriam da maneira como ela imaginava, a começar pelo comportamento do moreno. Com aparência de mulherengo e cretino, ao menos aos olhos de Elise, ver Anthony recusando uma cantada e colocando a mulher em questão no seu devido lugar em um fora magnífico, que com toda certeza faria Lilith morrer de amores, foi completamente inesperado. Sem deixar passar a chance de entrar na brincadeira também, Elise comentou, em um tom que soou mais irônico que infantil: – Claro papaizinho, vamos indo. Temos de encontrar a ma... – a menina segurou a mão de Anthony enquanto se encaminhavam para fora da logo e nem mesmo chegou a terminar a frase, pois um grito a interrompeu. Os três presentes olharam para fora da loja através da porta aberta e viram uma cena que provocou uma crise de riso instantânea em Elise.

Nuala, a mulher que havia dividido o iglu com Elise durante o Congresso Internacional de Magia, estava agachada no chão parcialmente escondida em meio à tralhas espalhadas perto da entrada da loja. Em uma das mãos ela segurava um telefone e parecia estar no meio de uma ligação. Sua outra mão estava apoiada no chão para que não caísse. Quando viu que havia sido descoberta, a moça tentou se levantar, mas acabou tropeçando e se estabanando no chão. O celular e o chapéu voaram para longe. Elise olhou a cena e começou a gargalhar alto enquanto ajudava a adulta desastrada a se levantar. – Carai Nuala, hahahahahaaha tu não consegue nem espionar direito. Ainda se esborrachou toda no chão HAHAHAHAHAHAHA. – depois de colocada em pé, a mulher pareceu sem graça por alguns segundos, mas logo se recuperou e começou a brigar com Elise por ter rido dela, o que provocou mais risos na garota. Não resistindo ao riso contagiante da francesinha, Nuala acabou rindo junto.

– Engraçado não é?– a voz séria de Thony soou em meio aos risos e gargalhadas das duas, que pararam para olhar para ele. Com uma expressão de raiva misturada com indignação (ou seria... vergonha?), o homem cruzou o braço e olhou diretamente para Nuala. – Xiii, a coisa ta feia pro teu lado. Olha aqui, vocês vão conversando no caminho pra loja de varinhas, ok? – ela não esperou respostas nem reclamações. Saiu de vez da loja e começou a andar. O clima entre os dois não ia ser nada agradável para a garota que só queria poder olhar as bizarrices que havia por ali. Foi caminhando pelo Beco, os dois adultos logo atrás conversando. A menina continuava fascinada com as diversas possibilidades que o lugar oferecia. Mapeou os caminhos alternativos que via para uma próxima visita pensando que talvez pudessem ser úteis, já que não sabia quanto tempo ia durar na escola e se teria de voltar a fugir do orfanato caso fosse expulsa de Beauxbatons. Ela pensava que nem sempre ia poder contar com os que a ajudavam no momento, assim como nunca pode contar e confiar de verdade nos adultos que a rodeavam e, por isso, ela tinha de aprender a se virar sozinha, estar preparada pra tudo. Pensando nisso, Elise decidiu tentar fazer suas compras sozinhas, mesmo sabendo que no fim Anthony ia ter de tomar conta da situação para poder pagar por tudo. Elise saiu correndo e ouviu os dois chamando seu nome e vindo atrás de si.


Então, enfim a resposta povo. Desculpe a demora e a falta de revisão do texto.
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Elise Marie Bertrand
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Re: Madame Malkin's

MensagemAlemanha [#164086] por Wyl Rietveld » 02 Jul 2016, 11:58

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# i know we only met but let's pretend it's love
and never never never stop for anyone #




        — Me dê uma razão aceitável do por que eu não posso comprar meus materiais escolares sozinhos. — Pediu o rapazinho, irritado, cruzando os braços na frente do corpo enquanto lançava um olhar furioso aos primos mais velhos.

        Pelo amor de Merlin, ele tinha acabado de completar doze anos. Isso mesmo, doze! Ele já era praticamente um adulto!

        Ok, então talvez nem tanto assim, mas...

        — Milhões de coisas podem acontecer, Christopher. — E, se o fato de Kieran estar chamando-o pelo nome não era um mau sinal, ele não sabia o que era. — Você pode se perder no Beco, alguém pode decidir implicar com você, podem roubar seu dinheiro e esse, como você bem sabe, é o único dinheiro que nós temos que já não é muito, alguém pode...

        — Eu já fui ao Beco com você e Tiberius no ano passado, me lembro perfeitamente como ele é! — Protestou, interrompendo o mais velho no meio de suas divagações. — Não vou me perder. Eu posso ir realmente rápido, não vai dar tempo de alguém implicar comigo. Kieran, por favor! Super heróis não vão comprar seus uniformes com os parentes.

        O rapazinho estava com uma expressão tão emburrada que era quase fofa. Tiberius jogou às mãos pro alto em exasperação.

        — Isso é por que super heróis não simplesmente vão a uma loja e compram seus uniformes! Isso arruinaria totalmente o propósito de um uniforme pra começar, já que acabaria com a questão da identidade secreta, pelo amor de Merlin. Imagine o Peter Parker chegando a uma loja e dizendo “olá, ficou pronto o uniforme de Homem Aranha que eu encomendei? Sim, eu sou o Homem Aranha aliás, como você deve ter notado pelo pedido, mas não espalha, tá?”

        O olhar severo de Kieran foi a única coisa que impediu o rapaz de continuar falando.

        — Kit... — Suspiro. — Você tem razão, e mais do que ter razão, eu não sou seu pai. E eu não posso querer ser. Se você quer ir sozinho, ok, você pode ir, mas, com algumas condições, certo? Você vai usar o pó de flu, ir direto para o Beco, terminar as compras e voltar direto pra cá!

        — SIM, SIM! — A criança praticamente berrou, sem conseguir conter a empolgação, e o primo mais velho igualmente não conseguiu conter o sorriso.

        — E também... — Kieran se abaixou, ficando de joelhos para encarar o rapazinho seriamente nos olhos azuis, uma mão em seu ombro. — Kit, de novo, esse é o único dinheiro que nós temos, e ele precisa comprar materiais pra todos nós. Pra você, pra mim, pra Ty e Livvy... Não gaste mais do que o necessário, certo? Eu sei que você não gosta da ideia de usar um uniforme que esteve vestindo o corpo de algum estranho que só Merlin sabe onde passou, e tudo bem, você pode comprar um uniforme novo, mas todo o resto...

        — De segunda mão, o mais barato possível. — Ele repetiu de forma quase ensaiada, já tendo ouvido aquilo um milhão de vezes antes. — Eu sei, Kier. Você não tem que se preocupar.

        — Eu sempre vou me preocupar com você, Kit Kat. — Disse o primo então, se levantando e sorrindo pra ele, enquanto bagunçava seus cabelos loiros de forma afetuosa. — Sempre.


        ###



        Estar sozinho no Beco Diagonal era como um sonho se tornando realidade.

        Pode não parecer grandes coisas, olhando aquilo de um espectro maior, mas para a mentalidade de doze anos de alguém que nunca tinha ido nem a esquina por conta própria... Era simplesmente o máximo! O senso de responsabilidade por si mesmo fazia-no querer andar pelas ruas com o peito estufado, pra mostrar o quanto de um adulto ele era.

        Tudo bem então que ele não tinha dinheiro pra gastar com todas as coisas incríveis que estava vendo e que gostaria de ter ou comer – como aqueles sorvetes enormes da Florean Fortescue que algumas pessoas ostentavam e que para ele ficariam para sempre apenas sendo parte de um doce e impossível sonho – mas ainda assim, a simples oportunidade de olhá-las, correndo de vitrine em vitrine por conta própria sem ninguém para obrigá-lo a se apressar ou querendo ver alguma outra coisa ao invés era simplesmente... Indescritível.

        Era bem verdade que nisso ele estava levando muito mais tempo naquelas compras do que o que seria estritamente necessário, mas... Quem poderia culpá-lo? Mesmo depois de um ano, ele ainda havia crescido no mundo Trouxa afinal, e toda aquela magica pra todos os lados em que se olhassem ainda não havia se tornado algo comum e tedioso para ele.

        Mas, como toda felicidade que se preze tem vida curta, logo ele já tinha praticamente tudo que realmente precisava nos braços – orgulhoso de si mesmo pelo preço que haviam custado, mal podia esperar pra mostrar a Kieran o quanto de um rapazinho responsável ele era! – e agora só lhe restava comprar o uniforme e voltar pra casa.

        Ao menos, olhando pelo lado bom, aquela era a única parte dos materiais que teria sido feita diretamente pra ele e não vinda de terceiros desconhecidos, e, com aquele pensamento alegrando-o, foi praticamente saltitando pra dentro da Madame Malkins.

        Ele pode ou não ter dado uma leve estufada no peito ao fazer seu pedido para a moça no balcão, como se dissesse “um uniforme da Ravenclaw, por favor, o qual eu estou vindo comprar sozinho, sim, sozinho, por que como você pode ver eu já sou grande o suficiente pra isso”, mas, mesmo que o tivesse feito você não teria provas disso.

        Por fim, foi postar-se de pé em cima de um banquinho, enquanto a moça ajeitava o que era necessário, fazendo medidas e espetando-o com agulhas irritantes o tempo todo, as quais ele bravamente ignorou. Super heróis não reclamam de coisas bobas como espetadas de agulha!

        Ou, ao menos, isso foi o que ele pensou, até a moça espirrar e no movimento reflexivo, acabar enfiando a agulha violentamente na carne macia de sua coxa, fazendo-o soltar um grito e mover-se instintivamente pra trás, esquecendo por um instante que o banquinho acabava ali e, portanto, não havia mais pra onde ir realmente, o que, é claro, acabou fazendo-o perder o equilíbrio, caindo por cima de um outro rapazinho que fazia sua própria prova ao lado, derrubando os dois no chão.

        Kit caiu por cima, e deve ter esmagado o rapaz um pouquinho, mas não era exatamente sua culpa, certo? Se ele não tivesse sido atacado com aquelas agulhas assassinas e sedentas de sangue, isso jamais teria acontecido...

        Ele se levantou de um pulo, vermelho da cabeça aos pés, mordendo os lábios em nervosismo, enquanto virava-se para olhar o menino ainda no chão.

        — Ah, meu Deus, me desculpe, foi sem querer, eu juro, você está bem?! — Perguntou, quase em pânico, estendendo a mão para ajudar o outro a se levantar, mas, passados alguns segundos, ele ainda não a havia aceitado, por qualquer motivo que fosse, o que só contribuiu ainda mais para aumentar o nervosismo do bruxinho.

        Ele não poderia ter ficado com tanta raiva dele assim, afinal fora claramente um acidente... Poderia?



# Interaction With: Uri Yuriev {♥}. Kieran Heronstairs. Tiberius Blackstairs.
# Tags: Lívia Blackstairs {NPC}.
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Re: Madame Malkin's

MensagemRussia [#164103] por Uri Yuriev » 02 Jul 2016, 18:15

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Parte I


Trazia comigo a tristeza de estar ali em parte sozinho. Seria meu primeiro ano em uma escola qualquer que fosse e mesmo durante a preparação para esse grande evento eu desejava ter meus pais em minha companhia, no entanto o dever sempre será mais importante do que a família quando se trata de situações fúteis, como simplesmente ir ao beco para comprar o uniforme, já que minha presença era completamente dispensável para adquirir o restante dos itens que seriam necessários durante o ano. –Endireite as costas. Seus pais não gostariam seus filhos andando feito mendigos. – Mordi levemente o lábio, endireitando as costas diante das palavras de meu tutor e acompanhando-o sem nada mais a dizer.

-Muito melhor. Iremos fazer uma visita a Madame Malkins primeiro e, enquanto aguardamos o pedido ficar pronto, irei continuar as compras enquanto você espera. – Suspirei um pouco, erguendo os olhos na direção do rapaz cujo a voz fazia parte de todos os meus dias desde os meus oito anos. –Não posso ir com você, Sor? – Indaguei, franzindo levemente o cenho. – Irá me atrasar, pequena alteza. Quanto mais rápido terminarmos aqui, mais rápido podemos voltar para casa. Você ainda tem lições a fazer e música para praticar.– E eu sabia exatamente que ele diria aquilo, sua mente já não era um lugar inalcançável para mim e a mente do Russo, geralmente, era alvo constante do meu praticar. Permiti-me então ser guiado, mantendo o braço firmemente preso contra o dele enquanto a bengala, na mão direita, era mantida levemente erguida, afinal de contas a mesma e nada dariam no mesmo naquela rua de pedrinhas em relevos irregulares.

- Como acha que é lá? – Perguntei, depois de alguns instantes, levantando a cabeça na direção do som do sininho que tocara com a nossa entrada na loja. –Onde? – E revirei os olhos, -Em Hogwarts, é óbvio. – Recebi uma breve e leve pancada na nuca em repreensão quanto a falta de educação, mentalmente agradecendo que estávamos em público, pois tinha plena consciência de que a punição seria pior em casa. – Seja mais educado, Czarevich. Creio que seus pais não gastaram tanto tempo tentando educa-lo em vão. E eu certamente detestaria dizer ao senhor seu pai que o filho dele ganhou um roxo por faltar, inteiramente, com seus modos.– Baixei a cabeça, dando de ombros.

-O senhor meu pai...– Mordi a língua, me segurando para não dar outra resposta malcriada. Que fique claro, jamais sou assim. Eu era, geralmente, calmo, quieto e extremamente educado, mas tinha meu coração ferido por uma horrível sensação de abandono. Queria tê-los ali. Engoli em seco, reprimindo qualquer sentimento que quisesse se tornar presente e, com a ajuda de Anton, subi no banquinho para que as minhas medidas fossem tiradas. –O senhor meu pai tem mais com que se preocupar, do que um deslize acidental dos modos de seu filho. – Conclui, depois de pensar alguns instantes, - Perdoe-me, Sor. Não vai se repetir, eu prometo. – Mais uma vez inflei os pulmões de ar, relaxando o corpo enquanto o cavaleiro fazia os pedidos.

Tinha mente a milhas de distância enquanto a bruxa trabalhava em tirar minhas medidas e a marcar e remarcar o tecido com alfinetes e cortar aqui ali com uma tesoura. Permiti-me então vasculhar as mentes ali presentes para, no fim, recair sobre a de Anton. Era engraçada aquela sensação, tal como mirar um espelho, mas de um ângulo completamente estranho. Via a velha bruxa trabalhar com ágeis mãos e dedos esguios e em certo momento me encontrei tão absorvido pela visão, tal como acontecia toda vez que queria ter um vislumbre sobre meus arredores. –Poderia ter chamado um de seus irmãos para vir...– Sai do transe diante das palavras do mais velho, dando de ombros. –Niet. Não seria a mesma coisa, Sor. – Respondi, mudando o peso de uma perna para a outra e...

No instante seguinte me vi no chão, com o coração acelerado quase saindo pela boca depois do impacto brusco de um corpo maior que o meu. Resmunguei alguma coisa quando bati com o cotovelo no chão, sentindo o choque percorrer o caminho inteiro até as pontas dos dedos. O susto me atacara de maneira tão repentina, que mal tive tempo de registrar direito o que acontecia, e só que ouvia Anton me questionando se eu estava bem, seguido de uma voz muito mais doce e jovem do que a de meu tutor. – Y-YA khorosho da...– Murmurei, demorando um segundo para me lembrar que falara na língua errada. –U-uhh p-perdão. S-sim, eu tô bem sim... F-foi só um susto...– E que belo susto fora, estava gaguejando ainda. Ergui a mão, levando-a ao peito em um reflexo de acalento, respirando fundo na tentativa de me acalmar.

- ‘T-tá tudo bem... – Assegurei-o, virando a cabeça de modo a, pelo menos, estar de frente para o responsável pela minha queda. Ouvi Anton murmurar qualquer coisa sobre o jovem cavalheiro a minha frente estar oferecendo ajuda para me levantar e arregalei um pouco os olhos, sentindo as bochechas esquentarem em um reflexo de vergonha e estiquei a mão, demorando um segundo para encontra-la naquele meu mundo de trevas. –U-uh... o-obrigado... – Agradeci, tímido diante da cena enquanto me erguia. – Você... você está bem também? – Questionei, inconscientemente me permitindo invadir a privacidade do rapaz com aquele singelo toque. Detestava quando isso acontecia, quando me fazia presente em mentes alheias por um descuido qualquer, mas por hora era inevitável. Ainda era um mero aprendiz e minha arte ainda precisava de lapidação. Demorei então um instante para soltar-lhe a mão e recolhe-la para mim, puxando as mangas um pouco em um habito nervoso.

-Você... você vai pra Hogwarts também?– Perguntei, tomado pela curiosidade que me era característica, quase dando um pulo com o toque de Anton em meu braço, me puxando de volta para o banquinho. – Podem continuar conversando enquanto terminam de tirar suas medidas.– O ouvi resmungar, dessa vez em inglês ao invés do Russo que usava para se comunicar comigo. Assenti brevemente, mordendo o lábio diante da súbita perda de localização do Inglês, esboçando um sorriso assim que ouvi sua voz e me virando um pouco na direção da mesma, apenas mantendo olhos com pupilas bem dilatadas na direção do rapaz. – E... é legal lá? Você ‘tá em que ano?– E pronto, iria provavelmente me deixar levar pela conversa o que, sinceramente falando, era muito melhor do que passear no entediante recinto que era a mente do cavaleiro que me servia. Ouvia, então, maravilhado qualquer coisa que o outro tinha a me dizer. Óbvio que eu havia bombardeado Alik com perguntas de mesmo calibre durante quase todo o verão sobre Durmstrang, logo não podia evitar. Estava ansioso para minha partida.

-Parece ser bem legal...– Comentei, incapaz de fazer sumir aquele sorriso bobo, cheio de expectativa, que me adornava a face. – Eu sou... Uriah, aliás. Qual o seu nome? – Perguntei, dessa vez optando por ser educado e deixar que ele respondesse a pergunta antes que sua mente fosse alvejada pela minha curiosidade uma vez mais. –Você tá em que casa? Meu pai me disse que tem quatro casas lá.– Comentei, ainda mantendo os olhos desfocados na direção geral do rapaz. –Pode descer, Uriah. Venha, eu te ajudo. – Ouvi Anton murmurar, mantendo a língua nativa do lugar onde nos encontrávamos enquanto pegava minha mão, me guiando para longe do banquinho irmão do que causara todo o acidente. –Ei, falta muito pra você terminar? Quer ir tomar um sorvete e... sei lá, me contar um pouco sobre Hogwarts?– Indaguei, juntando as mãos, de novo brincando um as mangas do casaco. –Por favor, não deve demorar muito... Eu te pago o sorvete.– Dinheiro nunca fora o problema e eu o estava convidando.


O que o garoto 'vê',, -O que o garoto ouve-, -O que o garoto diz- e o que o garoto "pensa" .
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Notas: http://zonkos.com.br/magia/viewtopic.ph ... 36#p164136
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