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Empório das Corujas

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155250] por Catherine Winlet » 18 Jan 2016, 02:53

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”Será que vão ter gatos na loja? Da última vez haviam vários, mas era época de compras escolares. Tomara que eles mantenham o estoque abastecido. Ain, que estranho pensar nos gatinhos em estoque. Tadinhos. Vou aproveitar para ver como eles cuidam dos bichinhos por lá. “ Eu pensava em mil coisas enquanto andava pelo Beco Diagonal. Claro que só o gato e assuntos envolvendo ele apareciam na minha mente. Passei pela loja de vassouras, pela livraria e não tinha parado ainda de pensar no animal. Nome, cor, tamanho, comida, tudo!

Quando eu estava chegando no Empório, quase correndo até lá de tanta animação, avistei Paul Foster, meu melhor amigo em Hogwarts, sentado cabisbaixo na frente da loja. Era aniversário dele e ele estava daquele jeito? Fiquei um pouco triste ao vê-lo assim. Seus pais não estavam por perto, o que provavelmente era o motivo da tristeza. Não era a primeira vez que eles o deixavam abandonado naquela data. ” Ele não pode ficar assim. Vou animá-lo, nem que seja fazendo ele rir da minha cara de boba alegre.”

Mesmo com o sonserino naquele estado, quando ele me viu, abriu um sorriso imenso, assim como o que estampava meu rosto. Era tão bom vê-lo depois daquele tempo longe. Tinha me habituado a estar com ele e com Anne e Naty o tempo todo, então aquele período longe fez uma saudade imensa crescer em mim. Corri e o abracei, expressando todo a felicidade que estava sentindo. –Paul! Como você faz falta! Não tinha ninguém para reclamar que eu estava lendo demais. – falei provocando risadas no garoto. Era isso que eu queria: sorrisos. Resolvi que não iria falar do aniversário dele, ainda. Uma ideia estava se formando em minha mente, mas para colocá-la em prática tinha de saber primeiro se Anne e Naty estavam no Beco também.

- Ah, eu vim comprar um gato! Lembra que eu te falei que queria muito um, mas que meus pais não tinham o dinheiro para comprar na época? Pois agora eles me deram o suficiente para eu comprar o gato mais incrível dessa loja. E você vem comigo. – respondi à pergunta que ele me fez, pegando logo em seguida o envelope na bolsa e mostrando para ele. Não tinha percebido, mas tinha uma gaiola com um morcego dentro e vi que era do Paul. Urk, bem... sonserino, mas combinava com meu amigo, ainda mais naquele humor que ele estava hoje. Ele pegou a gaiola e nós entramos na loja.

- To curiosa, por que exatamente um morcego? Nada contra ele. É até...engraçadinho. – perguntei ao cobrinha enquanto ia andando até onde ficavam os gatos.


Interagindo com: Paul Dark Side of The Force -qq
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155254] por Paul Foster » 18 Jan 2016, 03:37

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- Eu faço falta? Você não sabe o que não é ter alguém para te trocar por livros. - brincou o garoto, erguendo uma das sobrancelhas e sorrindo. A voz de Winlet o acalmava, seu jeito. A amiga estar ali parecia mais um grande presente daquele que tinha realmente tudo para ser o melhor dos aniversários. - É mesmo?! As coisas estão dando certo para você, então, Srta. Winlet? - o garoto ficou contente ao ouvir o relato da amiga e imaginou se seus pais tinham ganho algo ou se simplesmente deram um grande salto na vida através de muito trabalho duro e determinação, o que seria extremamente admirável. Paul e seu morcego entraram na loja junto com Catherine, tendo a previsão de que na saída a lista de seres aumentaria, já que um possível gato seria o novo membro da família. - Por que um morcego? A questão é “Por que não?”. Eles, principalmente esse, parece sombrio. Se eu treinar ele pode fazer o mesmo que uma coruja, além de gritar e voar de modo assustador durante a noite. O nome dele é Valor e provavelmente levarei ele no lugar da coruja para a escola, já que Ellie precisa de uma coruja e eu tenho Quinn. - explicou o garoto.

Só então o garoto reparou no “engraçadinho” e acabou parando no meio da loja, contrariado. Seus olhos focaram o animal noturno dentro da gaiola em suas mãos com cuidado em busca do adjetivo, mas nada fora encontrado de engraçadinho. - Você acha ele engraçadinho? Essa não era bem a intenção. - Ainda olhando para Valor, Foster acabou tendo que concordar. Talvez com luz sob ele e pouca disposição para se mover e suas asas cobrindo sua pequena face, ele não parecesse tão assustador. - Talvez tenha até razão… espero que seja assustador de noite. E seu gato, como será, quer alguma ajuda? - perguntou ele. Depois de ver sua amiga sonserina levar um ovo de animal sem sequer saber o que havia dentro, ficou curioso para saber o gosto da lufana que pelo menos já tinha a ideia de um animal na cabeça. Estava disposto a ajudar mesmo que sua noção não fosse ótima e até agora seus dois animaizinhos de estimação fossem noturnos e de cor escura.

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155255] por Catherine Winlet » 18 Jan 2016, 04:06

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Paul pareceu ficar meio encabulado por eu ter falado que o morcego era” engraçadinho”. - Bom...Eu só usei essa palavra porque fiquei sem saber o que falar dele. Mas pode ter certeza que ele é assustador. Dá até para imaginar a reação de uma menina tipo a Amélie dando de cara com ele no meio da noite hahaha Hilário. Ah, e eu gostei do nome. É diferente, e isso é bom. – com toda a animação, minha tagarelice estava maior que de costume. Ainda bem ele já estava acostumado com isso, depois de um ano inteiro convivendo comigo, nada mais natural.

Olhando para como ele estava vestido e pensando nas roupas que Paul usava em Hogwarts, fazia sentido ele ter comprado o Valor. Quinn tinha a mesma cor. - Sabe, eu gostava de pegar sua coruja emprestada. Pelo menos não levava mordidas com ela, mas Ellie ficará feliz com o bichinho. – e sempre iria existir a opção de usar uma das corujas da escola.

Enquanto eu olhava os gatinhos da loja, percebi que haviam vários deles ali. Eu dera sorte, mas ainda não sabia qual escolher. Quando Paul me ofereceu ajuda, imaginei ele escolhendo o pretinho que estava num canto da gaiola maior lambendo a pata dianteira esquerda. - Aceito sua ajuda sim, mas SÓ se não for um preto. Essa cor só combina com você. Eu pensei em um que pareça mais calmo. Estou em dúvida entre o branquinho que está dormindo e o mesclado ali da direita. O que acha?- se ele queria fazer coleção de animais pretos, que não incluísse os meus nessa parada.

Observei o gato branco que dormia confortável de lado e me abaixei para dar uma olhada mais detalhada nele. Parecia tão preguiçoso daquele jeito, mas pelo menos não aparentava ser agressivo. Comparei ele com o manchadinho que me fizera ficar em dúvida. Esse era mais alegre e arteiro. Pulava e brincava com uma bola de lã que estava ali junto de outros brinquedinhos para os gatos. Olhei de um para o outro. O quieto ou o agitado? Qual deles se daria melhor na Lufa-Lufa e lá em casa? Papai não ia gostar muito se eu levasse o mesclado... Seria melhor mesmo o branquinho. ” Vamos ver o que Paul acha. Aposto que ele vai tentar me convencer a levar o preto.”


Interagindo com: Paul Dark Side Foster e seu Batman morcego Valor
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155294] por Paul Foster » 18 Jan 2016, 14:32

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- Ah, então, perfeito! - disse ele ao ouvir a garota falar sobre como achava que Amélie reagiria ao morcego. A tagarelice da amiga era real, mas Paul achava tão normal que a única coisa que sentiu ao ouvi-la falar tanto foi um pouco de alegria pro tê-la por perto de volta. Era tudo tão silencioso em sua casa que nada era melhor do que a sua grade amiga ao seu lado para passar um pouco daquele tédio que as ferias eram. - Ellie pode comprar uma se você quiser Quinn. Eu não sou obrigado a dar nada à ela, ela receba mais que os meus pais, acho. Só daria por não usar tanto ela para entregas, mas se você quiser, é sua, ela gosta bastante de você! - disse o garoto, feliz pela ideia de poder presentear Catherine. - Além disso, eu confio mais em você para cuidar dela do que de Ellie. É sua!

Quando aceitou a ajuda, Winlet destruiu os sonhos de Foster, que conseguira pela primeira vez entender as crises de fofuras alheias com os animais quando vira um gatinho preto no canto de uma gaiola. Ele ficou distraído olhando para o felino por um tempo antes de ter sua atenção chamada pela lufana que falava com eles. - Ah, o branco, acho. Ele parece mais fofinho e tranquilo. E só pra constar, eu nem cogitei a ideia de gato preto, okay? - disse o garoto, soltando uma risada no final da frase, pois sabia que a amiga não teria a menor dúvida de que estava blefando. Ao observar novamente os que a garota falara, realmente percebeu que seu palpite chutado era certeiro, pois o gato branco era calmo e o mesclado, mais ativo. Ele achou igualmente fofo, mas em sentidos diferentes, cada um dos dois. Mas seu olhar parou sobre o pretinho novamente, ele era muito mais legal que os outros.

- Por mais que ainda prefira o branco entre os dois, confesso que acho que o preto nem é tão preguiçoso quanto o branco, nem tão arteiro quanto o mesclado. Ele é perfeito… - e com isso o garoto abriu os braços, como se mostrasse o quão inevitável era a superioridade do felino escuro, e então se virou, dando dois passos na direção da porta antes de voltar. - Brincadeira, não vou usar minha saída dramática com você.

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155750] por Layla Waste » 26 Jan 2016, 13:19

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Entrei na loja pensando em seriamente comprar um bichinho domestico normal e que não faria tanta sujeira. Já no começo das enormes fileira eu vi um gato, pode não ser bem o que eu realmente estava procurando – não que eu estivesse procurando algo especifico – mas poderia ser.
Enquanto andava mais pela loja com o objetivo do gato preto em mente eu avistei um corredor com animais um tanto mais exóticos tinha até mesmo um morcego ali sendo vendido. Acredito que o pessoal deva adorar ter aquele bichinho diferente e fofo.
Andei mais um pouco em direção ao balcão quando eu finalmente vi uma coisa que chamou minha atenção. Ali em uma pequeno aquário estava uma linda cobra que olhava em meus olhos praticamente implorando para que eu a leva-se dali logo, a mesma era pequena indicando que era jovem.
Estava tão concentrada em ficar encarando aquele animalzinho encantada que nem sequer percebi o atendente se aproximar e tomei um enorme susto quando ele falou:
- Vejo que gostou dele – comentou – Acabou de chegar os pais da pobre cobrinha foram comidos – comentou.
Meus olhos se encheram de lagrimas ao pensar que aquela coisinha estava só e afinal quem é o maluco que tem uma cobra de estimação? Eu é claro! Não pensei duas vezes em colocar a mão no aquário antes que o atendente me impedisse e a cobrinha veio na direção da minha mãe se enfiando em baixo dela e ganhando meu carinho.
- Nossa! – surpreendeu-se o atendente – Ela não deixava ninguém chegar perto – comentou espantado – Vai querer levar ela senhorita?
- Mais é claro! – gritei animada fazendo o outro rir e a cobra subir pelo meu braço se aconchegando em volta de meu pescoço e fazendo cócegas com a língua em minha bochecha – Oi amiguinho meu nome é Layla – sorri para a cobrinha.
- É apenas G$100,00 – disse o atendente rindo da minha nova amiguinha de estimação.
Eu paguei e antes de sair da loja parei encarando minha querida amiguinha nova que parecia perceber que a encarava fixamente e parecia perdida em pensamentos.
- Que tal te chamar de Jormungandr? É o nome de uma grande cobra da mitologia – contei a vendo acenar... OK ela acenou – Que bom que gostou.
E assim saímos da loja felizes da vida.
Editado pela última vez por Layla Waste em 13 Fev 2016, 11:49, em um total de 1 vez.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155755] por Catherine Winlet » 26 Jan 2016, 14:35

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Olhei para Paul enquanto ele falava e eu permanecia abaixada. Era verdade que Ellie podia comprar uma coruja sozinha. Pelo que o garoto comentava, ela vivia bem e tinha como se cuidar, por isso eu não achei uma ideia muito ruim acabar aceitando o pequeno animal. Sairia do Beco não com um, mas com dois companheiros, ao menos na teoria. Fiquei tão feliz, mais ainda do que já estava. Levantei e dei um abraço de agradecimento no meu amigo.

-Ahhhh eu aceito sim Paul! E pode deixar que vou cuidar dela muito bem, dar comida sempre, o que vai ser fácil lá em Hogwarts, já que vivo na cozinha mesmo. Meus pais também vão cuidar muito bem dela, não precisa se preocupar.- falei para que ele soubesse que seria uma boa dona para Quinn e que não deixaria nada de mal acontecer. A única coisa que eu não poderia garantir era se meu gatinho, que eu ainda não havia escolhido, iria se dar bem com ela. Bom, se eles brigassem, eu teria de lidar com isso. Deve haver algum feitiço para separar animais que estão brigando, só tinha de achar. Voltei ao mundo real e deixei os pensamentos meio que em stand bye quando Paul deu sua opinião sobre o gato. Escolheu o branco também, mas dava para perceber que só o fez porque eu disse que não levaria o preto. Estava explícito qual ele preferia, o que não era novidade, mas claro que ele disfarçou e não admitiu isso. Ri desse jeito dele.

O gato branco continuava meio sonolento, mas agora já tinha levantado e estava indo beber água. Olhei para ele e vi que tinha uma mancha preta no pescoço, bem pequena e em formato de triângulo, que só aparecia quando esticava o pescoço. Ele era tão novinho que tudo que fazia se tornava fofo. Acabei me apaixonando pelo gato. E Paul tinha razão, ele parecia bem mais tranquilo. Se isso era por causa da cor ou do jeito lento dele, eu não sabia. Ainda assim, Paul preferia o preto e deixou isso bem claro ao destacar as qualidades de seu preterido. Confesso que eu ri quando ele se rendeu e deixou a pretensão à vista. Aquela expressão foi engraçada, mas parei de sorrir quando o palhaço fingiu que ia embora da loja, mas acabou voltando.

- Seu bestão.- falei fazendo um bico de raiva e dando um empurrão de leve nele. - Mas você tá certo. Ele é fofinho, fofinho demais. Tipo você quando fica com vergonha ou quando a Anne ta toda carinhosa contigo. Vou levar ele! Vem. - falei enquanto puxava o cobrinha pela mão. Não virei para ver se ele tinha ficado vermelho por eu ter mencionado a Anne, mas tinha quase certeza que ele estava corado. Deixar o Foster com vergonha era meu trabalho, e nisso eu era boa.

Fomos até o balcão falar com o dono da loja. Aproveitei para perguntar tudo sobre como se criava um gato.- O que eles comem? Tenho de levar pra passear pra ele fazer as necessidades? Tenho de dar banhos toda semana? A unha dele tem de ser cortada? Ele pode acabar fugindo? Aliás, vocês cuidam direito dos bichos daqui?- uma enxurrada de perguntas que saíram da minha boca para deixar o atendente atônito e meio confuso. Ele acabou por decidir ignorar algumas das minhas perguntas e me disse apenas como eu devia cuidar do meu amiguinho. Enquanto saíamos da loja, comentei sobre isso com Paul.

- Meio mal-educado não achou? Custava responder minhas perguntas? Eu hein. Vamos comer Paul? To com fome. Por favorzinho, vamos, vamos?- fiz uma cara meio apelativa. Eu nem estava com tanta fome assim, só queria achar a Anne ou alguém para por meu plano em prática. Além disso, quando eu agia assim meio boba, meu amigo ria, por saber que eu não era assim. Como era o dia dele, tinha de deixá-lo feliz, não importa como.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#155859] por Paul Foster » 27 Jan 2016, 21:20

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O garo braco era o escolhido dentre os três pretendentes. Não que o escuro tivesse alguma chance, mas o voto de Paul ele tinha. Definitivamente, contudo, o branco era o único que agradava os dois jovens bruxos com igual intensidade e, talvez, a sugestão do garoto tenha pesado na escolha da garota. Com seu novo morcego em mãos e o gato por perto, o garoto seguiu a futura dona de Quinn pelos caminhos da grande loja ouvindo-a tagarelar muito. Era divertido tê-la por perto e ouvir sua voz, principalmente com tamanha empolgação. - Eia! Fale isso não, Cath… eu não sou fofinho, nunca fui ou serei… - o menino empina o nariz e faz uma expressão de extrema superioridade e frieza, tentando esconder que se sentia envergonhado só pela lufana citar o nome da princesa. As palavras fluíram da boca da menina também quando chegou ao balcão e fez muitas perguntas ao homem em sua frente. Levemente atordoado pela surra de questionamentos recebida, o homem apenas ajudou Winlet com o que tinha relação com o cuidado do animal. Foster apenas sorriu com a cara de decepção da amiga antes de saírem dali.

- Ah, talvez um pouco mal educado sim. - disse ele, em resposta ao comentário da ratinha. - Mas eram perguntas demais para responder sem acabar esquecendo, talvez. De qualquer forma, ele deveria ter tentado e depois perguntado quais eras as dúvidas, foi meio negligente da parte dele o modo como te atendeu. - a cada segundo sentindo menos sua dependência da família e sua solidão, o menino se sentia mais perto do que sentia na escola. Estava bem, tranquilo e livre. Logo a fofura da sua amiga passou os limites com aqueles gestos e expressões.- Claro, por que não? - disse ele, sorrindo bobamente ao ver Catherine fazendo aquela pequena ceninha. A cada segundo tinha mais certeza de que fizera certo em se aproximar dela tanto quanto ao se aproximar das cobrinhas que andavam ao seu lado. Anne e Naty nunca seriam esquecidos por Paul, tão pouco Cath seria. - Mas eu acabei de sair do caldeirão furado, vamos à outro lugar, comer algo diferente…. o que me diz? Tem alguma ideia ou ainda é novata por aqui?

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Re: Empório das Corujas

MensagemBelgica [#156289] por Gaheris Hazard » 31 Jan 2016, 17:57

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Pela terceira vez naquele dia de compras, Gaheris procurou o apoio de uma parede para poder riscar sua lista de lojas, desta vez, riscando a Madame Malkin’s e checando seu próximo destino, mas antes de concluir esta ação teve a atenção chamada por um homem que estava vestido em roupas de mulher e com uma maquiagem extremamente carregada, um perfeito andrógeno ridículo.

[quote] – Gringotts
Florean Fotescue’s
- Madame Malkin’s
- Empório das Corujas
- Floreios e Borrões
- Artigos Mágicos
- Loja de Caldeirões
- Slug & Jiggers' Apotecário[quote]


– Próxima parada: Empório das Corujas! – a visita à loja de animais se dava ao fato de precisar comprar mais rações para Noctowl, sua coruja de estimação que comprara no passado. Aliás, acabara não trazendo o animal consigo, deixou-o livre para caçar ratos e explorar melhor a cidade de Liège, onde residia Gaheris e sua família. Aliás, a coruja mostrava um comportamento afetuoso estranho, uma vez que, para qualquer ser humano, acordar com ratos mortos e ensanguentados na cama não era uma visão agradável.

Era uma pena Noctowl não ser inteligente como o Pokémon que lhe dava nove, e mais pena ainda ele não ter os ataques da coruja animada. Ele poderia fazer muitos estragos em sonserinos chatos e valentões que gostavam de cometer bullying com o pequeno Hazard. O cheiro de titica de aves era eminente no empório, podendo ser sentido mesmo antes de entrar na loja. Gaheris entrou no ambiente com o nariz torcido e foi até o balcão para falar com o atendente.


– Oi! Eu queria alguns petiscos para coruja, sabe? Pra ver se a minha para de ficar levando ratos mortos para a minha cama todos os dias. O que você tem aí? – O atendente deu algumas opções para Gaheris, o garoto ficou em dúvida entre os biscoitos com formatos de corujas e os que tinham formato de ratos estilos Walt Disney. – Me vê um pouco desse aí dos ratos. Seria estranho uma coruja comendo outra – instantes depois, o vendedor voltou com o saco que foi pedido por Gaheris, que o pagou, agradeceu e tomou seu rumo para fora da loja.
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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#156364] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:26

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– Pronto. –
disse Drew, tão logo saíram da Madames Malkin’s, cada qual carregando suas próprias roupas novas – Cara, é um saco ter que renovar guarda-roupa. – constatou, sentindo o peso do pacote que tinha consigo – Época de Hogwarts era tão mais fácil. Uniforme quase todo o dia, roupa comum quando dava na telha... – comentou com um suspiro.

– Sério que você prefere? –
questionou Len, erguendo uma sobrancelha, sinceramente surpreso – Acho tão ruim usar aquela roupa toda formal o dia todo. Especialmente a gravata. – constatou, revirando os olhos – Sempre me aperta aquela porcaria, isso quando sem querer alguém não me faz o favor de meter a mão nela sobre a mesa, bem quando vou me levantar. – observou, passando a mão pelo pomo de adão, só de lembrar das vezes que aquilo acontecia, o que pareceu divertir o primo, ainda que, de repente, estivesse adquirido uma expressão assustada, fazendo o mais novo franzir o cenho – Drew? O que...

– NOSSA! –
exclamou o moreno, levando a mão à cabeça – Caramba, você reclamar da gravata me lembrou de outro ser que vive reclamando disso e, enfim... foi aniversário do Fritz. – comentou, vendo o mais novo arquear as sobrancelhas, lembrando-se da figura do Dernach grifinório – Pois é, dia primeiro de agosto. Nossa, esqueci totalmente, isso porque no fim do ano letivo ele tinha reclamado que odiava ter nascido no meio das férias e etc.. – disse, levando a mão à cabeça, pensativo – Acho que vou comprar alguma coisa e pedir pra Mills entregar. – ponderou, pensativo.

– A gente divide alguma coisa. –
disse, dando de ombros – Assim você pode falar que estava esperando a gente conseguir sair junto e não fica a chatice de ‘esqueci completamente o aniversário do loirinho’. – comentou o corvino, vendo o primo sorrir – Enfim, alguma ideia? – questionou, vendo a mão do mais velho se erguer.

– Vamos dar uma olhada no empório. Vai que eu acho algum bicho legal. –
comentou, recebendo um aceno positivo de Len. Seguiram para a loja, sentindo o cheiro típico e tão pouco agradável – Tinha esquecido como essa loja era meio caótica. – comentou, ouvindo alguns bichos piarem – Só olhando, obrigado. – sentenciou para a atendente, sorrindo, enquanto o primo observava os animais.

– Considerando que é o Fritz, se for um bicho muito parado, –
e os olhos azuis-esverdeados pararam, encarando um peixe que nadava em um aquário – ele vai achar um tédio. – comentou, franzindo o cenho – Por outro lado, se for muito agitado e caótico... – ponderou, desviando o olhar para Andrew – Você sabe como são os pais dele – se eles aceitariam um animal de estimação? E sabe se a casa é grande o suficiente? – questionou, ponderando internamente.

– Ele mora em uma mansão. –
replicou Drew com uma cara de paisagem, enquanto Leonard abria uma expressão de puro assombro – Pois é. Também fiz essa cara quando eu soube – e foi o FRITZ quem me falou, não a Mills. – comentou, parecendo sinceramente indignado com a melhor amiga – Não parece, né? – observou, divertido, notando a face do primo – Digo, tudo bem que eles são todos bem educados e o Sr. Thomas tem aquele ar meio nobre e etc, mas daí a ser rico mesmo, ainda mais considerando que todos são tão ‘tranquilos’, trabalham pra caramba e... – meneou a cabeça – Enfim, Fritz. – disse, focando no assunto que precisava – Ele mora na mansão dos Dernach lá na Alemanha, então espaço é tranquilo. Agora os pais... Eu só conheço de cumprimentar e do pouco que ouço. A mãe dele parece tranquila, a avó também, o pai... Ele tem o ar ‘intimidador’, mas considerando que o Sr. Thomas também tem aquele jeito serião, mas de quem a gente tem que ter medo é da Sra. Mizumi, não sei... – constatou, pensativo.

– Um cachorro parece legal. –
comentou, observando um dos animais que brincava com uma bola estranha – Ou um gato, já que ele é da casa dos leões. – observou com um ar levemente sarcástico, fazendo Drew rir e menear a cabeça – Apesar que, antes de qualquer coisa, em Hogwarts tem uma certa restrição a bichos, não é? – questionou, puxando a lista de materiais que jazia em seu bolso, apenas para conferir – É, tem... apesar que o pessoal não segue, então... – e deu de ombros, guardando o pergaminho.

– Bom, se os familiares do Fritz forem todos certinhos como parece ser típico da família da Mills, acho que não vão deixar. Ainda mais se for, sei lá, um pastor alemão... –
disse, indicando o filhote que os fitava, animado – Que pode ser essa coisa bonitinha agora, mas vai virar um ser gigante. – comentou, passando um dedo na orelha do bicho – Acho melhor vermos outra coisa. – constatou com um suspiro, lamentando pelo pequeno cão que permaneceria ali – Qualquer coisa depois voltamos. – disse, voltando as costas para não fitar ao olhar choroso do animal que ficava.

– Você ainda tem problema com cara de pedinte, não é? –
questionou, divertido, vendo o primo estreitar os olhos – Faz tempo que não tento. – comentou, divertido, vendo o outro o empurrar de leve para a saída, tal como sinalizasse para o mais novo não começar com ideias.

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Re: Empório das Corujas

MensagemInglaterra [#157201] por Sarah Scarlett Maison » 10 Fev 2016, 17:42

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    POST 1 | APRENDIZADO DE FEITIÇO


    Sarah não estava mais tão desconfortável, claro que isso se dava ao fato de Ariel Enkelis não ser de todo um estranho em sua realidade e ela não sentir mais todos os olhares da loja sobre ela. Odiava ter que entrar em locais cheios justamente por isso. Ela deu uma risada divertida ao ver o menino se enrolar todo com a resposta. Já estava acostumada com esse tipo de resposta. Dentre todos os seus amigos em Hogwarts, exatamente nenhum gostava de poções. Era ela quem os salvava nas aulas e até mesmo se metia em encrencas por causa disso, como foi o caso de sua amiga Lola, que roubou ingredientes para fazer uma poção para Lucian. O problema é que quem fez a poção foi Sarah.

    - Desculpe-me, Ariel – ela sorriu para o rapaz e se recompôs. – Não tem problema. 5 entre 5 amigos meus não gostam de poções. É claro que sobra para quem ajudar? Mas eu não os culpo... Eu acho que só gosto de poções, pois além de ser péssima em feitiços e em esportes mágicos, eu passei a vida inteira isolada no chalé. Então não tive muito tempo para aprender outras coisas como eles.

    Se as coisas pareciam fluir numa boa, após o Sr. Jigger se meter todo o “fio da meada” se perdeu. A menina não entendeu nada do que Ariel queria naquele momento. Ele tinha acabado de dizer que não havia muito o que comprar ali e depois solicitou mais poções e começou a falar sobre elas. A garota piscou os olhos algumas vezes um pouco atordoada com toda aquela movimentação repentina e só voltou a si quando ele enfim se explicou. Ela arregalou os olhos em uma expressão divertida e balançou a cabeça negativamente como se aquilo fosse uma grande loucura da parte de Enkelis.

    - Nossa! Ainda bem que você se explicou. Eu não estava entendendo nada – ela sorriu mais tranquila. – Mas não precisava mesmo pedir nada, é que o Sr. Jiggers é muito calmo e introspectivo. Como hoje a loja está cheia, acho que seu bom humor, que normalmente não é muito à mostra, ficou ainda mais escondidinho. Mas ele é gente boa – ela olhou para o velhinho distante fazendo toda as suas coisas. – É que eu realmente passo mais tempo aqui que em qualquer outra loja.

    Só que se você quiser mesmo alguma poção básica de medibruxaria, pode tentar a essência de ditamno ou a de murtisco. São como analgésicos... bem básicas, fáceis de fazer também, mas é mais fácil ainda achá-las prontas. Basta algumas gotinhas e elas não são horrorosas. Misturadas no suco de maçã ficam top – ela sentiu suas maçãs do rosto corar por estar falando demais.

    Por sorte, o menino era mais empolgado que ela. Logo terminaram um assunto e já começaram outro. Sarah olhou para os lados. Por que não? Ela caminhou até o balcão, pagou o Sr. Jiggers e saiu com sua pequena sacola com os frascos e alguns ingredientes que durariam apenas até o término das férias.

    - Claro que eu ajudo! Adoro animais – ela sorriu empolgada. – Eu tenho o Fluffy, o meu coelho cinzento e muito birrento e também o Sr. Timmy, que é um suricate que ganhei da professora após a aula maluca com os leprechauns. Ela disse que eu me daria bem com ele... uma pena só poder levar um para Hogwarts. E vai ter que ser o Fluffy, senão ele morre de tristeza e acaba matando minha horta – ela comentou baixinho. – Sua irmã pode ter um coelho, ou um gatinho. São ótimas companhias e bem mais fáceis de cuidar em Hogwarts.

    Enquanto andavam pela viela estreita do beco, conversavam sobre o próximo ano. Era nítido que estavam empolgados. Toda a agitação do final do ano letivo fez com que Sarah ficasse eufórica. A possibilidade de ter uma invasão lufana no próximo ano, ou somente uma grande bagunça entre eles, fez com que a faísca de vida que ela tinha virasse uma grande chama. Superava a morte da sua mãe com mais vida. Tudo o que fazia tentava lembrar-se de forma positiva.

    - Eu passo longe de qualquer coisa que voa! Na verdade, eu só não fujo de hipogrifos, pois eles são muito leais – ela se explicou -, mas eu tenho pavor de voar. Eu aceito ajuda em feitiços. Eu sou péssima, horrorosa, um trasgo de varinha! Meu irmão dizia que, se eu não soubesse lidar com feitiços de reparo e tudo mais, com certeza acharia que eu era trouxa – ela riu ao lembrar disso.

    Assim que chegaram na frente da loja de animais, Sarah se lembrou do presente que Lucca havia lhe dado. Queria tanto retribuir, mas ela não sabia ao certo se o rapaz ficaria feliz com um bichinho. Ele sempre tratou fluffy muitíssimo bem, assim como sua coruja, mas não sabia se isso era o suficiente.

    - Olha, eu vou precisar da sua ajuda também – ela comentou bem sem graça. – Preciso comprar um presente para alguém também.


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CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Citados: John Maison, Lucca S. <3 [NPC]
Interação: Ariel E.
Notas: Eu queria ter feito algo melhor, mas você sabe da minha situação :(
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Sarah Scarlett Maison
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