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Florean Fortescue's Sorveteria

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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemDinamarca [#155747] por Anne Marie Schleswig Holstein » 26 Jan 2016, 12:04

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    Bom... Como dizem... Quanto mais, melhor! Não queria nunca mais voltar a ficar confinada em um quarto por conta da minha saúde frágil e sem nenhuma descoberta sobre, mas queria ter paz e tranquilidade. Sobretudo, nada melhor que fazer amizades. Alguns diziam em Hogwarts que eu era até chata porque queria todo mundo falando comigo, mas creio que eles não devem ter noção do que é ser presa por anos sem direito a passar as férias com os irmãos e graças a minha tramoia, agora tinha conseguido minha liberdade condicional.

    Ao receber o convite, puxei uma das cadeiras e fiquei ao lado da garota. – Obrigada!– Assim que disse imediatamente o funcionário chegara com uma taça de sorvete de Ovomaltine com mini sapos de chocolate por cima e já abocanhei um pedaço. – Hmm! – Abri um largo sorriso ouvindo Layla.– Não? Eu não tinha, agora lá na escola passei a ter até um grupinho!– Comentei animada e ainda me divertindo com a expressividade da garota.– Bom... Eu sou a irmã do dono daqui aí consigo!– Soltei calmamente e fiquei um pouco sem graça ao ouvir que ela teve de chorar. Soltei um pouco a colher sobre a taça. – Desculpe... – Soltei baixinho e educadamente ficando altamente vermelha para a garota.

    Sem conseguir disfarçar muito, encarei fixamente a garota que ronronara igual um gato. MEU DEUS que FOFA! Entreabri meus lábios e fiquei admirando a pequena rapidamente. – Quer mais? – Soltei automaticamente sem resistir aquele charme que logo se tornou um evento de caretas. Ao vê-la reagir de uma maneira tão exagerada e diferente do meu normal, não aguentei e comecei a rir. – Nha, tudo bem... Pode rir Layla! Acho que sei bem como é não conhecer os outros. Dizem que eu sou muito frágil e por isto me mantinham presa em um quarto, mal podia ver meus irmãos... Ai... Sabe o que fiz? FUGI! Fugi para Hogwarts disfarçada de uma plebeia e só fui descoberta depois de algum tempo porque meu irmão é da mesma casa que eu!– Comecei a rir espontaneamente e de maneira distraída.

    - Bom... Desculpe pelo funcionário não querer ter atender, estou fazendo uma festa para um amigo meu...– Soltei um tanto sem graça. – Mas... Você gostaria de ficar? Aí pode comer sorvete de a vontade e de graça! – Soltei na tentativa de conquistar a menina.– EITA! – Mordisquei meu lábio inferior e arregalei os olhos para Layla.– Vim falar com você e esqueci-me da Amélie!– Olhei para a menina vestida toda de boneca e de aparência mais velha que eu. – Mélie!– Chamei e acenei para a garota se aproximar. – Você se importa? Ela é minha veterana e minha amiga. Ela é muito legal!– Soltei com um enorme sorriso.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#155749] por Layla Waste » 26 Jan 2016, 12:39

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A garota me contou um pouco sobre a sua vida e devo dizer que se fosse ela eu também iria fugir, claro que antes pensaria naquelas maneiras mirabolantes que nem sequer Merlin acreditaria que daria para fazer. Não que eu tenha pensando nisso alguma vez enquanto tinha que aturar as pessoas da minha família e meu pequeno “amor” por todos eles (papis, mamis e papis da mamis eu amo vocês viu), mas como eu iria morrer de fome resolvi ficar no mesmo lugar sozinha e isolada com meus amados livros lindos e maravilhosos que eu tanto adoro e com as aulas de luta com o meu avó que insiste em dizer que se eu quero ser uma boa bruxa tenho que me defender sem a varinha.
Foi quando a mesma me convidou para uma festa e eu me animei, nunca fui numa festa. No meu aniversario eu fazia questão de ir para a casa dos meus avós na Corea e ficar por lá com eles e meus pais comendo e brincando longe das pessoas.
Antes que pudesse dizer alguma coisa à mesma pareceu entrar em desespero lembrando-se da amiga dela e quase me fazendo rir, mas como sou mais desesperada e dramática resolvi ficar na minha e continuar aproveitando meu sorvetinho lindo... Será que ele quer casar comigo?
- Oi? – perguntou Anne me encarando com uma cara engraçada.
- Desculpe – disse corando e a fazendo gargalhar quando uma garota se aproximava da gente – Estava falando com meu futuro marido sorvete – contei.
Era engraçado como parecia que a conhecia há muito tempo, talvez pela história dela lembrar um pouco a minha, mas era realmente impressionante em como em tão pouco tempo eu já gostava da ex-fugitiva Holstein. Acho que hoje vai chover canivetes eu estou me socializando!!!!
Como eu acho que a maluca aqui esta fazendo caretas e ronronando pelo sorvete maravilhoso que eu amo... Espera ronronando? Não acredito que fiz isto de novo! Droga, como eu pago este mico na frente de uma amiga em potencial?!
- Ai! – exclamo quando bato a mão na minha testa pela burrice de sair fazendo aquilo que não se deve.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#155831] por Sarah Scarlett Maison » 27 Jan 2016, 16:29

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    Never felt like this before are we friends or are we more?
    As I’m walking towards the door I’m not sure

    × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × ×
    DESAFIO DO LUFANO

    A manhã não podia ser mais agradável. Aquela singela sensação de fazer algo clandestinamente ainda habitava em seu interior e fazia com que seu corpo produzisse o tempo todo descargas de adrenalina. Não que estivesse fazendo qualquer coisa fora da lei ou burlando regras sociais, desde que Lola tinha virado de verdade sua melhor amiga, fazer qualquer coisa sem compartilhar com ela era como driblá-la. Mesmo assim, Sarah tinha certeza que faria tudo de novo enquanto estivesse com Lucca.

    Duas coisas apavoravam a jovem lufana dos cabelos alaranjados: voar e estar no meio de uma multidão. Assim que ela e Lucca saíram da livraria mais famosa do mundo mágico, uma horda de pessoas agitadas resolveu tomar conta da estreita viela do Beco Diagonal, fazendo a menina se encolher um pouco. Era difícil ter uma reação controlada em meio àquela confusão. Seus pulmões começavam a arfar, implorando por oxigênio, suas pupilas dilataram em meio ao chocolate de seus olhos e ela não conseguia olhar um ponto fixo.

    Quando a sintonia é grande, sequer olhares são precisos para que as coisas fluam. Às vezes, Sarah se perguntava como Lucca a conhecia tão bem. Sempre foi bichinho do mato, quieta, introspectiva, embora ela precise admitir que, ao lado dele, era como se a melhor parte de si ficasse sempre à mostra. Numa sutileza ímpar, o rapaz tomou a mão da menina e a guiou no meio daqueles corpos. O que aconteceu depois, a ruiva não conseguia explicar. Era como se perdesse todos os sentidos alheios a situação que se encontrava. Só conseguia perceber o calor da mão de Lucca, o cheiro gostoso de perfume que ele usava e todo o cuidado que ele teve de não deixá-la só no mar de gente.

    Por alguns instantes a menina sequer conseguiu se lembrar para onde eles estavam indo. Estava atordoada, mas de uma forma gostosa, daquele jeito que faz você se sentir mais vivo. Assim que se deu conta que todas aquelas pessoas já tinham passado e que não estavam mais no meio da “muvuca”, não teve coragem de soltar a mão de Sartori. Estava se sentindo tão bem e completa, que não queria que aquele momento acabasse. Sarah teve receio, mas pela primeira vez em todos aqueles anos, resolveu ousar. Em vez de apenas dar as mãos à ele, entrelaçou os seus dedos e deu um sorriso brando, obviamente com as maçãs do rosto estupidamente vermelhas, assim que Lucca a olhou. Não precisavam dizer nada. E assim, nessa ausência de vozes, caminharam até a sorveteria.

    × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × × ×


    Lucca S. <3
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemDinamarca [#155833] por Anne Marie Schleswig Holstein » 27 Jan 2016, 17:42

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    Sem compreender muito o que a pequena poderia estar falando ou pensando, inclinei meu rosto em diagonal e analisei sem morder um pedaço do sorvete.– Oi? – Perguntei sem compreender a reação da criança.– Nha... Tudo bem – Abri um largo sorriso para a menina e logo voltei a comer meu sorvete. – Layla, já sabe para onde ir? Tipo... Para onde fugi, em Hogwarts, conheci meus grandes amigos... Quem sabe você indo para alguma escola não terá estes bons amigos? Por exemplo, eu sou da sonserina e fui muito bem acolhida... Aliás, não tive problemas em relação às casas... Só não tenho amigo corvino... Ainda... – Abri mais outro sorriso.– Quando você for para uma das escolas quem sabe?

    E brevemente fora interrompida pelo funcionário que se aproximara do outro lado em que Amélie se chegava. – Tá bom, sei que já está quase na hora... – Levantei-me.– Desculpe Layla, preciso arrumar, se quiser pode ficar aqui e comer a vontade e quem sabe você também não conhece meus amigos? Mas olha, o aniversariante não sabe de nada tá?– Expliquei para a menina e logo me afastei um pouco mais do local e segui para o centro da sorveteria vendo que só tinha a Layla de cliente lá.– Okay, põe a decoração em um estilo mais de lutinha né? Creio que ele deve gostar disto... Afinal, é menino e já vi fazendo aquelas coisas de filmes trouxas de luta...– Cocei meu queixo analisando a entrada da sorveteria.

    Aos poucos a sorveteria tomou cores verdes e com tons preto e prata, em seguida alguns enfeites foram postos como armaduras de samurais ou roupas de lutas. Em um espaço mais ao canto, foi criada a famosa piscina de bolinhas. Tudo estava ficando lindo inclusive o bolo que fizeram por encomenda. – Agora só falta o povo e o aniversariante! – Soltei em um tom nervosa misturada com ansiedade. – Legal Layla? – Perguntei a minha nova amiga e em seguida voltei-me para Amélie: - Está bom? Mesas okay, brinquedo okay, bolo okay, decoração okay e funcionários a postos! – Finalizei fazendo um check list mental.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemBelgica [#156286] por Gaheris Hazard » 31 Jan 2016, 17:54

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Deixando o enorme prédio branco com o alvorecer da luz no fim do túnel, Gaheris se viu de volta ao Beco Diagonal que, conforme a hora ia passando, mais e mais pessoas apareciam para ocupar a ruela torta, que dava entrada para as mais diversas lojas de artigos mágicos da Grã-Bretanha. Hazard pegou a lista que de lugares que fizera e olhou-a de cima a baixo mais uma vez, apenas para certificar-se de qual lugar iria primeiro.

Gringotts
– Florean Fotescue’s
- Madame Malkin’s
- Empório das Corujas
- Floreios e Borrões
- Artigos Mágicos
- Loja de Caldeirões
- Slug & Jiggers' Apotecário


O pequeno belga olhou para os lados e foi até uma parede, onde apoiou o pergaminho e apanhou uma pena, sem tinta, do bolso frontal de seu jeans. Apesar de não ter tinta na ponta de sua caneca, Gaheris forçou-a no papel, de forma a fazer um pequeno rasgo na palavra “Gringotts”. O primeiro lugar estava para trás e, apesar de ainda não ter dado início às compras, era a hora de uma pausa para uma das sete maravilhas do mundo mágico: a Florean Fortescue’s.


– Um picolé espacial, por favor! – Gaheris jogou algumas moedas de prata no balcão e saiu da sorveteria abrindo a embalagem do picolé que comprara. Deu uma lambida lenta e saborosa, sentindo o gosto levemente azedo do sorvete penetrar em sua boca e estremecer sua espinha, enquanto ele fazia uma leve careta de prazer. Na segunda lambida, a bolha mágica já surgia ao redor de sua cabeça e, a partir daquele momento, ele era um astronauta chupando picolé. Antes de voltar para suas compras, decidiu sentar-se nas cadeiras de fronte a sorveteria para desfrutar com tranquilidade do sorvete, ficou ali, sentado, com as perninhas balançando – já que não alcançava o chão enquanto estivesse na cadeira – lambendo de forma coordenada o sorvete enquanto pensava com ansiedade no jogo que a Nintendo anunciara para os smartphones, uma pena que equipamentos eletrônicos não funcionavam em Hogwarts. – Sei que faltam poucos meses, mas se eu conseguisse um vira-tempo, traria o jogo pro meu eu do passado. –
Gaheris Hazard
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#156366] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:28

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– Inferno, Drew, dá pra parar de me arrastar? Saco! –
exclamou, forçando o braço para fazer o primo parar, tão logo se distanciaram da loja, vendo a expressão irritada do mais velho.

– Saco digo eu, m*rda! –
replicou Drew, surpreendendo o mais novo que, mesmo entre as brigas que tinham entre si, nunca via o primo tão bravo quanto naquele momento – Caramba. – murmurou, respirando fundo e parando de andar – Desculpa, Len. – pediu, tirando os óculos por um instante, apertando a área entre os olhos – Sei que é sua mãe, sei que você não liga, mas... nossa... que ódio eu sinto sempre que a vejo. – resmungou, soltando o ar com força, deixando escapar toda a raiva, notando o olhar de confusão – P*rra, ela abandonou você e o tio! Vocês podem ter perdoado e tal, o que é normal, mas eu não. Nunca. Nem ferrando. Foi uma p*ta sacanagem dela. Desgraça para o sangue corvino. – alegou, de forma tão enfática que Leonard não sabia se ficava um pouco indignado, afinal, era a mãe dele, ou se ficava admirado com o primo e o quanto ele sentia.

– Respira, Drew. –
disse, abrindo um sorriso, por fim – Vamos tomar um sorvete vai, assim, como você sempre diz pra mim, você esfria a cabeça. – comentou, divertindo-se com aquela irritação toda do primo, caminhando em direção ao Florean Fortescue’s, logo indo para o balcão, a fim de pedir um sorvete cítrico para si e um de chocolate para o primo – Eu não sabia que você ficava assim quando via a minha mãe. – comentou, organizando as sacolas em uma cadeira próxima antes de se sentar.

– Eu me segurava bem, confesso, mas hoje... Vendo ela lá, toda sorrisos como se nada houvesse nunca acontecido... Não rolou. –
comentou com um suspiro, mordiscando o picolé – Acho que eu ainda tenho muito nítido a cara do seu pai quando contou pro vô e pra vó. Não bastava a tristeza, ainda tinha aquela vergonha, mais a preocupação com seu estado de saúde e... Sei lá, foi muito tenso e ela foi muito... Argh. – resmungou, revirando os olhos – E eu tô parecendo você. Acho que não dá MESMO pra negar o parentesco. – comentou, divertido e aleatório, como era bem típico do Spencer mais velho.

– Eu entendo, acho. –
replicou, suspirando – Ninguém perdoa ela. Eu só perdoei porque, bom, é minha mãe. – replicou com um dar de ombros – Mas até meu pai comentou outro dia que estava pensando em falar com ela. – comentou, vendo o primo o fitar com surpresa – É sério. Ele ia tentar marcar de se encontrar com ela para conversarem, só que ele não sabia muito bem o que dizer, já que da última vez, quando ela veio atrás dele, minha mãe ganhou uma bela de uma patada que a fez concluir que era melhor nem tentar. – explicou com uma careta, lembrando-se do pai contando o ‘feito’ dele.

– Ok, eu não gosto da sua mãe, –
sentenciou com um suspiro – Só que acho bom isso. Digo, são seus pais e você ali no meio dos dois brigados é complicado, acho. – comentou, vendo Len assentir, enquanto Drew pensava – Não deve ser tão difícil. – ponderou – É só ele ir e dizer algo como: “Olá, sou eu.”. – disse, sério, encarando ao primo – Eu estava pensando se depois de todos estes anos você gostaria de me encontrar. – explicou, abrindo um sorriso calmo – Para superarmos tudo. – acrescentou com um tom firme – Aí como tio Ralph é mestre na sinceridade, provavelmente ele emendaria algo como: – e parou, pensando – Dizem que o tempo supostamente cura, mas eu não fui completamente curado. – completou, divertido.

– Meu pai nunca diria algo poético e bizarro como isso. –
replicou Len com uma careta meio divertida, imaginando de onde o primo tirava aquelas maluquices – Mas é... – suspirou, cansado – Ver se ele baixa um pouco a bola, controla o temperamento e vai falar com ela. Problema pode ser meu padrasto, que é ciumento a ponto de não ME querer perto da minha mãe, quem dirá meu pai... – comentou, pensativo.

– Seu padrasto é um dos raros casos de grifinório genuinamente babaca que eu já ouvi falar. Ter ciúme do ex e do filho da esposa... vai entender. –
disse, revirando os olhos – De qualquer modo, ele é meio doido, não é? Outra vez sua mãe comentou que ele parecia estar mais aberto, não? – comentou, franzindo o cenho.

– Sim, mas pelo o que eu entendi, foi porque meus irmãos ficavam enchendo o saco perguntando de mim. –
observou, não conseguindo não sorrir com aquele pensamento – Não que, na época, eu tenha acreditado, mas depois de hoje... – disse, pensativo – Ainda que eu não entenda muito bem o porquê. Eu só brinquei com eles naquela ocasião, joguei água neles porque jogaram terra em mim e... – comentou, interrompido pela risada alta do primo.

– Tá passando a nossa tradição de vingança pros seus irmãozinhos, é? –
questionou o Spencer mais velho, divertido, fazendo o outro revirar os olhos – Mas falando sério, acho normal esse gosto deles, porque pensa, sua mãe trabalha o dia todo, seu padrasto também, eles não saem pelo o que você me disse, ficam só com babá ou professores particular... Ter visto alguém dar tanta atenção assim para eles, deve ter marcado os dois. – comentou, fazendo Len pensar e, ao fim, dar de ombros.

– Sei lá. –
concluiu, suspirando – Sei que é até bom. Não sou tão bom com crianças quanto você. Não tenho tanta paciência. – concluiu, erguendo-se, já com o sorvete devidamente terminado – Enfim, vamos deixar isso para lá. Com sorte não encontramos ela de novo nem anda. – alegou com um suspiro – Para onde agora? – questionou, vendo o primo sorrir.

– Essa de crianças me lembrou das geminialidades... Vamos dar uma olhada lá. –
comentou, divertido, vendo o primo assentir.

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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemItalia [#156467] por Matteo Romazzini » 01 Fev 2016, 14:28

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        Put our all in it
        Don’t want to be left with the questions, why?

        - POST 2 - WITH JENNYFER GWAINE

        Eu tinha certeza de que estava sendo enfeitiçado por aquela garota, pois minhas pernas estavam tão presas ao chão que eu tinha dificuldades de me mover. Tinha certeza que se eu arriscasse um movimento, beijaria o chão. Embora eu tenha cara, não sou tão idiota assim. A voz de Jennyfer adentrava os meus ouvidos e causava um misto de confusão com resolução dos meus problemas. Esquisito? Muito. Era como se eu estivesse me metendo na pior situação que meus onze anos permitiam ao mesmo tempo em que ela abria a boca e fazia todos os problemas se dissiparem e o mundo ser um lugar maravilhoso de se viver. Quanta ironia.

        - BB? – eu não fazia ideia do que ela estava falando. Como decidi que não mentiria e tentaria agir o mais normal que o meu cérebro permitisse, perguntei sem medo. – Ah! – Exclamei meio pateta ao reparar que ela estava com algo que parecia um uniforme. Não lembro de George Hallow mencionar o nome da minha futura escola. Sabia que era francesa e, pelo sotaque da menina, com certeza ela era de lá. – Sim, eu vou. E é ótimo mesmo – a última frase saiu cospida da minha boca. Não consegui me conter. – Quero dizer – cocei mais uma vez a minha nuca – pelo menos eu já conheço alguém - formei nos lábios aquele sorriso de lado de quem está sem graça.

        Esperei a menina terminar de lidar com todas aquelas moedas estranhas e me apressei para chegar até a porta antes dela. Não querendo ser galanteador, até porque eu não tinha condições para tal coisa no momento, era apenas para executar a boa educação que recebi dos meus pais. Sou “trouxa”, porém sou educadinho.

        - Deixa que eu abro – falei apenas para anunciar, pois já estava com a mão na maçaneta e puxando a porta. Esperei Jennyfer passar e a segui.

        Era claro que eu queria fazer alguma coisa com ela. Impossível negar companhia a uma pessoa estonteantemente (se é que isso existe) bonita e educada, o problema agora é que eu não conhecia nada daquele lugar e eu não tinha um centavo – ou seja lá qual seja o nome dessa moeda esquisita – em meu bolso. Olhei rapidamente por cima dos meus ombros, apoiando-me na ponta dos meus pés, a procura do meu padrinho. Quem sabe se ele deixasse algum trocado comigo eu pudesse me virar. Afirmei com a cabeça para não deixar a menina no vácuo – Sim, eu quero. Só que vou precisar da sua ajuda...

        Caminhamos pela viela estreita e esburacada do Beco Diagonal. Coloquei as mãos em meus bolsos enquanto ouvia a doce voz de Jennyfer tentando me explicar sobre o que eu encontrava em cada uma daquelas lojas. A ficha não tinha caído ainda. Por mais que eu estivesse vendo uma grande quantidade de coisas que não tinham o menor sentido lógico para o meu cérebro, até então não-mágico, eu ainda tentava buscar uma brecha de truques para manter minha sanidade. Eu só tinha uma pergunta naquele momento: como conseguem esconder um mundo dentro de um mundo? Leis próprias, vida própria, educação própria, eles tinham pensado absolutamente em tudo.

        - Tudo bem, me deixa tentar entender. Não ria de mim – eu olhava sério no fundo daqueles olhos e lutava para não ceder a todos os encantos dela – isso aqui não é uma brincadeira de mau gosto comigo? Você e todas essas pessoas não são atores daquelas pegadinhas do canal de comédia? – Eu também acharia graça no lugar dela, por isso foi compreensível, mesmo eu pedindo antes para que ela não risse. – Ah, Jennyfer! É que... varinha mágica funciona mesmo? E eu posso comprar um caldeirão e vários ingredientes malucos como rabo de porco, asa de morcego, olho de dragão e criar algo para usar? Tipo, usar um líquido que vai provocar um efeito que não seja vomitar? - Inacreditável. Quer dizer que dá pra tirar algum proveito sendo esquisito.

        Paramos em frente a uma loja com muito mais cores que todas as outras em sua fachada e o cheiro que saía de lá era inebriante. Meu estômago logo protestou. Jennyfer comentou que essa era a melhor sorveteria que eu encontraria na minha vida, que existia todo o sabor de sorvete que eu desejasse. Por sorte, antes que eu voltasse a cogitar a hipótese de estar sem grana e pagar outro mico na frente da menina, o meu padrinho “apareceu”, pedindo licença para nós e me deu um saquinho de pano singelo com algumas moedas dentro e sumiu por entre as pessoas com a mesma rapidez que apareceu.

        - Agora as coisas melhoraram um pouco. Não sei quanto vale cada moedinha dessas, mas... – balancei os ombros já abrindo a porta da sorveteria. – É, ele parece ser um cara legal – falei a muito contragosto quando Jennyfer questionou-me sobre o rapaz que me deu o dinheiro. – Não estou acostumado a ter alguém sem ser meus pais na minha cola. – Assim que passamos pela porta da sorveteria e tomamos lugar em uma das mesas vagas, olhei nos olhos da Jenny. – Obrigado. Pela paciência e tudo mais...


        ________________________________________________________________

        NOTAS: JOY LINDONA <3
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemInglaterra [#156469] por Layla Waste » 01 Fev 2016, 15:35

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- Eu adorei tudo!
Respondi minha mais nova amiga totalmente entusiasmada com a decoração da festa. Tudo tinha um estilo que me lembrava da parte que eu gosto da minha família. A parte menor de apenas quatro pessoas (fazer o que se eu amo as duas pestes que chamo de tios).
- Eu espero que seu amigo aniversariante goste tanto quanto eu de tudo isto - disse sincera a minha nova amiga.
Ela se retirou com a outra garota, que parece ser legal, para resolver mais alguns detalhes e eu resolvi ficar ali apenas comendo e pensando no que ela disse.
Definitivamente quero ir para Hogwarts como meu pai e me tornar uma cobra para fica perto de alguém que me entenda.
Depois de um tempo sentada ali percebi que já havia comido todo meu sorvete e nem sequer tinha percebido. Resolvi me levantar e andei rumo ao balcão passando por um dos empregados a Anne e segui para meu objetivo final.
- Um Milk Shake caprichado de baunilha com um pouco de... - pensei no que ficaria gostoso e combinaria - com pedaços de morango e de mine sapos de chocolate para o final.
O atendente fez meu pedido me fazendo rir da sua cara de assustado com o meu pedido maluco. O pior, ou melhor no caso, é que ficou muito bom o treco que eu criei. Caso nada dei certo vou abrir um negócio próprio que vende comidas exóticas criadas por mim. Sinto que assim vou matar um monte de gente por intoxicação alimentar. Principalmente pelos meus sandubas malucos que aprendi a fazer com meu tio.
Eu gostava do tio Kwill ele era o irmão mais velho da minha mãe e como eu era a primeira neta de três irmãos acabei sendo mimada e me apegando a praga asiática que nasceu para atormentar. As vezes quando estava apenas eu, minha mãe, o Kwill e o meu tio mais novo, Kaito, a gente se divertia fazendo guerra de água ou então de almofadas colocando até mesmo a vovó Juno e o vovô Liang na bagunça.
E quando eu resolvi que seria muito legal falar com algum bichinho e achei na floresta perto da propriedade da família Waste um filhote de Cérbero e resolvi adotar e decidi que aprenderia a língua dele... Acabou com o Sr. Jhon Waste descobrindo e o entregando ao ministério. Minhas primas idiotas acabaram reclamando muito pelo pequeno e alegaram que eu era louca por falar com ele, na mesma noite elas "acidentalmente" acabei raspando os cabelos delas e libertando tanto seus elfos que sumiram na hora quanto as corujas caríssimas e raras que a família do subúrbio bruxo as amou. Nunca mais as criaturas olharam na minha amada face e muito menos muitos dos integrantes chatos da família Waste.
Editado pela última vez por Layla Waste em 05 Fev 2016, 09:49, em um total de 1 vez.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemReino Unido [#156495] por Cacá Porter » 02 Fev 2016, 10:41

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Florean Fortescue sempre foi parada obrigatória, então naquele dia não seria diferente. Se bem que já andava tanto por aqueles lados, que daqui a pouco colocariam uma foto sua próxima ao balcão como cliente do mês e soltariam faíscas quando ela chegasse. Faíscas vermelhas e douradas de preferência. Aqueles funcionários praticamente acompanharam o crescimento de sua barriga, que para uma pessoa tão miúda, já estava grande demais.

- O pai é praticamente um gigante! – ela respondia sempre que comentavam. Aaron tinha seus quase dois metros, então era de se esperar que seria um bebe enorme, se bem que isso a assustava um bom tanto quando lembrava-se que, bem, sairia de dentro dela e, ah! Vocês entenderam. Simplesmente não parecia anatomicamente possível, já que estava apenas no sexto mês e ainda tinha mais três pela frente pro seu pãozinho crescer ali dentro. – Não, hoje não quero o de amoras. Quero o de iogurte com morango e o que você tem que faz croc croc? Ah! Pode colocar esse aí. E também aquele ali dourado e...o que? Éca. Não quero não. Coloca uma bola de coco também. Isso. Aqueles confeitos coloridos ali parecem bons. Ótimo. Ah! Não acredito que você vai me dar uma colher verde! Verde, Amarilis? Por favor! Agora sim! Vermelha! HAHAHA, Muito obrigada. Ah, acho que não precisa, devo conseguir levar sozinha. Posso me virar com as sacolas colocando elas pra cá e aí eu fico com essa mão livre e prontinho. Viu? Deu certo!

E desfilou com o seu vestidinho florido, totalmente veranesco, e suas mil sacolas até uma mesa que lhe pareceu ótima, bem pertinho da rua que estava bem tranquila pra um agosto. Apoiou as sacolas todas no chão e dedicou-se ao seu sorvete armada com sua colherzinha vermelha, rindo-se consigo mesma sobre a ideia de apoiar o pote na barriga, no lugar da mesa, o que lhe parecia muito mais apropriado e menos propenso a fazer sujeira.

- Will!- Exclamou surpresa, deixando pra lá suas ideias malucas e se levantando num pulo, um tanto menos ágil do que o normal. – Hey, vem pra cá! Já tomou sorvete hoje? Ah! Opa! – pegou um guardanapo na mesa e tratou de limpar o nariz – Sabe como é, se é pra comer, que se lambuze! Claro que sim! Já ia dizer que fazia questão que você se sentasse aqui um pouquinho comigo. Ia até fazer um draminha se precisasse – confessou seu plano maléfico – Corre lá. Volta logo que você tem bastante coisa pra me contar!

Estava realmente empolgada. Era engraçado como mesmo que o tempo passasse de fato, pra ela era como se nada tivesse mudado. Sentia-se genuinamente feliz todas as vezes que o encontrava, mesmo que fossem poucas. Ajeitou as sacolas pra abrir espaço e esperou que ele voltasse.

- Qual a cor da sua colherzinha? – já perguntou, mesmo de longe, quando ele despontou pra área das mesinhas.
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Re: Florean Fortescue's Sorveteria

MensagemFranca [#156512] por Jennyfer Gwaine » 02 Fev 2016, 13:30

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- HD -


De volta a movimentação do Beco, e o vento logo tratou de me fazer experimentar meus cabelos. Usando a mão livre, coloquei os fios louros e soltos para trás, enquanto sorria desajeitada para o mais novo amigo. Nunca fui muito de de julgar as pessoas num primeiro contato, mas não posso negar que senti uma vontade imensa de rir quando vi os olhos do garoto parecendo um tanto perdidos pelo lugar. Um perfeito cavalheiro, claro. Me lembrava Renard, sempre abrindo portas e sendo gentil, mas ainda assim, bastante tímido. O que não era pra menos, ele deveria ter seus 11 anos e aquele era seu primeiro contato com o mundo mágico, propriamente dito. No entanto, a pergunta que ele fez depois me deixou surpresa e divertida.

- Como assim? - Será que HD nunca, de fato, tinha tido qualquer contato com bruxos? O fato dele estar tão na defensiva, confirmava minha suspeita e a pergunta não feita. Não contive o riso dessa vez, embora eu estivesse tentando fazer minha melhor expressão de desculpas por não querer ofende-lo, foi inevitável não rir. Ele era ainda mais perdido do que qualquer outro ali. - Mas é claro que tudo é real, HD. Olhe ao seu redor, não acha que são pessoas demais pra serem contratadas? - Coloquei a mão livre na cintura, fazendo com que o vestido de cetim do uniforme ficasse levemente amassado naquele lugar, o que não me importei muito. - Vem, eu vou te mostrar. - E não precisei mais do que isso pra fazê-lo me seguir.

Os passos eram mais lentos agora. - Está vendo ali? Vai comprar caldeirões, alguns ingredientes e até poções prontas. - Mais alguns passos e estávamos em frente ao muro que levava ao Caldeirão Furado - Isso aqui é uma passagem. Você a usa para chegar até uma estalagem chamada Caldeirão Furado, fica no centro de Londres. Aquela outra ali na frente, é a Madame Malkins. Eu adoro ir lá, as vezes. Vende todo tipo de coisa. A loja do lado se chama Artigos Mágicos... bom, o nome é alto sugestivo. - Dessa vez, o sorriso foi carregado com um tom de divertimento ao proferir a frase. Sabia que HD estava adorando tudo aquilo, mas também notei sua apreensão quanto a grande parte das coisas, principalmente o comentário sobre as poções. Parecia que ele era, realmente, alguém muito distante da realidade do mundo mágico. Me pergunto se ele não tinha um real parente que soubesse daquilo tudo.

- Olha só, as poções vão variar. Tem sim todos esses ingredientes, mas não juntos. São partes de várias coisas, e muitas delas ajudam as pessoas. Doenças do mundo mágico, a maioria pelo menos, chegam a ser piores do que a dos trouxas. Por isso temos de tudo. - Dei de ombros, esperando que ele entendesse, e foi então que tive uma ideia melhor. - Que tal um sorvete? Posso te ajudar lá. Conversamos e você tira suas dúvidas. Além do mais, é o melhor sorvete que vai provar na vida. Pode confiar em mim. - Uma piscadela depois, estávamos indo a caminho da Florean, até um homem interceptar o pequeno HD na rua. Por um momento, dei dois passos para trás, não sabendo o que ele queria e nem tive tempo de chegar a qualquer conclusão, já que ele foi embora tão rápido quanto apareceu. - Ele parece simpático. - Não sei se HD detectou a leve ironia em minha voz, mas também não aprofundei.

Já sentados, esperei que o rapaz que trabalhava ali viesse até nós, foi então que HD falou de novo. - Não precisa agradecer, eu também já fui uma perdida. Além do mais, é sempre bom fazer amigos. - Um segundo sorriso, então peguei minha varinha para que ele pudesse vê-la. - Logo logo vai comprar a sua. E elas funcionam de verdade. - A colocando entre os dedos, a girei na execução de um feitiço muito simples. - Avis! - E logo várias penas saíram da minha varinha para se transformarem em três lindos passarinhos azuis claros. Eu sempre fazia aquilo quando estava entediada, mas naquele caso em especial, fiz para mostrar a HD o quanto a magia era legal. - Quando começar a executar seus feitiços, vai adorar. Quem sabe até possamos duelar um dia desses...


With: HDantonV;
Notes: Prontinho Marj, meu amor. sz
Feitiço: Avis[dificuldade: 2];
Descrição: Conjura uma revoada de pequenos e pipilantes pássaros.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Olmo, 27cm, Cabelo de Vella, Lisa

    Usou um Varinha de Olmo, 27cm, Cabelo de Vella, Lisa.

JoshBentley.
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