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Slug & Jiggers' Apotecário

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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemEstados Unidos [#154852] por Sebastian Ramshaw » 14 Jan 2016, 01:53

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    – Assim que compramos todos os itens necessários da loja de Artigos mágicos que estavam listados no pergaminho contendo os itens escolares de Hogwarts, saímos da loja, indo em direção a calçada. – Deixa eu te ajudar com a sacola, essa balança pesa muito. – Apanhei o objeto, não que eu duvidasse da capacidade dela, muito pelo contrario, na verdade queria ajuda-la, afinal de contas era uma garotinha e não poderia dar conta de carregar tantos objetos. – Eu acho um pouco brutal quando as peças ficam se destruindo, na verdade me considero pacifico demais, meu Tio considera uma qualidade, eu penso que as vezes é um defeito. – Comentei enquanto caminhávamos, e era bem verdade, eu tinha um conhecimento em magia bem mais intensificado do que os idiotas da Sonserina que praticavam bulyng comigo, talvez se eu reagisse, poderia até ganhar um duelo.

    O problema era que eu odiava brigas, para me tirar do sério, somente algo muito grave ou que afete pessoas com grande importância para mim. Lembro que certa vez, na minha antiga escola nos Estados Unidos, um aluno me viu falar com uma cobra no ultimo mês do meu quarto ano. Não tardou para que toda a escola soubesse do meu dom, as pessoas cochichavam quando eu passava e os que me perseguiam, haviam parado de me bater. Mas eu trocaria de muito bom grade todos aqueles olhares assustados por toda perseguição de idiotas daquela escola. Na verdade eu meio que era invisível por lá, muita gente não me notava e de certa forma eu preferia assim, menos gente para implicar comigo.

    É aqui, vamos. – Adentramos o apotecario. A loja tinha um ambiente estranho, o cheiro de poções e ingredientes tornavam o lugar menos acolhedor, meu estomago até embrulhava um pouco. – Ok, aqui você vai precisar de um pilão, conjunto de facas e alguns ingredientes básicos para preparar poções. – Anunciei após ler a lista de materiais de Tiger. – Ajudo sim, pode deixar. – Fui até a prateleira mais alta e comecei a apanhar alguns ingredientes. Tomando cuidado para não deixar cair nada, ali não era um local muito bom para mim, pois sou estabanado demais e para onde você olha, tem frascos ou caldeirões com líquidos, o que tornavam grandes as chances de acontecer algum acidente por ali. – Gosto de panquecas, mas estou te ajudando porque você precisa de uma forcinha, não para obter comida em troca. – Comentei sorrindo. – Que bom que gosta de cozinhar, eu sou péssimo, até consigo me dar bem em poções, mas se precisar cozinhar algum tipo de comida, vou acabar passando fome.
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Sebastian Ramshaw
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemDinamarca [#155211] por Anne Marie Schleswig Holstein » 17 Jan 2016, 21:58

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    - Acho melhor irmos logo na loja esquisita... – Dizia enquanto seguia ao lado de Amélie. – Assim a gente despista ele, que tal? – Indaguei já puxando a garota para o caminho da loja que por sinal era realmente muito esquisita. – Ah! Olha isso aqui! – Abri o celular trouxa e coloquei na pasta de vídeos BEIJINHO NO OMBRO LEGENDADA.– Olha isto aqui, o que será que você lembra? Super divertido né?– Abri meus lábios para soltar uma enorme gargalhada e enquanto a garota via o clipe e a letra, começara a me chamar de cruel por entender sobre a quens aquela letra se referia. – Eu ri muito quando descobri isto e resolvi salvar pra você poder ver! Igualzinhos né? A letra é super certinha pra eles! – Continuava gargalhando até parar em frente a loja.– Isto me dá arrepios.

    Antes de entrar na loja uma pequena voz familiar ecoa pelas ruas. Viro-me de costas e encaro a Ratinha correndo ao meu encontro. Imediatamente a abraço e entramos na loja pra conversar. – Rati... Quer dizer, Cath, porque ratinha é um apelido carinhoso e especial que só EU posso dizer.– Expliquei. – Essa aqui é Amélie e mélie, esta é a minha amiga que falei... Que bom te encontrar aqui!– Abri um largo sorriso abraçando a menina quase que pulando sobre.– Sim. Sei do niver do Paul, mas o que tem?– A garota começou a me contar uma história que realmente fiquei incomodada. Não deixaria meu amigo, o nosso amigo e especialmente o Paul Foster sem uma festa digna. – Amélie, acho que até você já deduziu né? – Piscadelei para minha veterana. Como sabíamos que a sorveteria era, na verdade do meu irmão, a ideia seria fazer o aniversário lá. – Você poderia ir lá pela gente mélie? Porque vai que eu cruzo com ele na rua? E ainda preciso comprar aqui! Compro pra você! Me ajuda?– A garota compreendera mais ou menos a ideia de pedir um espaço reservado na sorveteria, mas logo cedeu aos meus pedidos. – Claro que você estará convidada! – Abri um largo sorriso agarrando a cintura de Amélie e a soltando logo em seguida.

    - Ah! Ratinha, fica assim: daqui duas horas leve ele e os amigos dele e o pessoal pra sorveteria tá? Faremos nossa surpresa lá! Agora você precisa voltar porque senão ele vai sentir falta!– Indaguei para minha amiga que logo a abracei novamente e voltei-me para o atendente do apotecário. – Isto aqui por favor! Obrigada! – Disse ao entregar a lista de pedidos já com o dinheiro certo e contado de todos os itens que precisava comprar ali. Bastaria apenas passar em algumas lojas e ir para a sorveteria que teríamos uma festa incrível!

Tai Maria e Lili
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Anne Marie Schleswig Holstein
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemFranca [#155466] por Amélie Lavoie » 21 Jan 2016, 10:35

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Amélie ainda pensava em quem poderia estar seguindo as sonserinas, assim, volta e meia olhava para traz enquanto Anne a conduzia para a tal "loja esquisita". E de fato era. O apotecário era demasiadamente estranho, chato, entediante. - boa... - respondeu Anne - talvez a gente até jogue uma poção no rosto dele se ele avançar em nossa direção. Não conheço muito dos líquidos mágicos, mas, algum deve dá um bom estrago. - sorriu ao imaginar a cena, delas correndo entre os corredores do apotecário, tendo o algoz de ambas em seu encalço. Elas jogavam as estantes ao chão, várias poções, de poderes diferentes se uniam, e juntas maculavam o homem que queria sequestrá-las. Ou até mulher. Afinal, também existe mulher sequestradora. E esperava que pelo menos ela não fosse vulgar. Odiaria ser sequestrada por uma pobretona que não sabe nem se vestir.

Foi então que Anne abriu aquele maquinário trouxa estranho para Amélie e mostrou para ela, o que a garota pensara ser fotos falantes. Afinal, as fotos mágicas se moviam, só não falavam.
- que fotos legais... e elas falam - disse Amélie enquanto ouvia as imagens. - Parece música... - e foi enquanto que se lembrou. Era uma música... Amélie já a havia ouvido em outras ocasiões. Uma música para os recalcados de plantão existentes pelo mundo a fora. - sim sim... Que mente, Anne - e as duas gargalhavam ao caminho do apotecário. - cai como luva a música... Mas, parece que a cantora não é muito boa, né!? Prefiro As Esquisitonas. - se referia a banda bruxa. - seria perfeito esta música ao som delas... talvez até mais dançante. - saltitava pelo caminho, querendo dançar, mas com vergonha de fazer em púlbico.

No caminho à loja, uma garota apareceu. Amélie nunca havia conversado com ela, embora sempre a visse junta a Anne e aos demais sonserinos do primeiro ano. Era lufana. Um exemplar de ratinha. Mas, até que era bonitinha. Só precisava de um trato no visual... um pouco de maquiagem e talvez mudar as roupas. Amélie pensou em dar o cartão da loja de sua família, a Lanvin, mas, achou que seria demasiadamente rude com a ratinha, e assim, tratou de se conter.
- Olá... - disse cumprimentando-a com cortesia, embora com certo distanciamento. Anne, em contrapartida, faltou pular no colo da garota. Ambas começaram a falar sobre uma festa que elas pretendiam fazer ao Paul. Festas... Amélie gostava de festas. Assim, poderia exibir seus "visus" novos, e fazerem as recaldadas e invejosas morrerm com suas roupas de grife e seu corpo delineado e poderoso. - Adoro sorvetes... Embora, eu os evite porque engorda. Mas, se tiver light, super apoio. - e foi então que Amélie recebeu o pedido de Anne para que a francesinha fosse até a sorveteria e combinasse com o dono sobre a festa urgente que fariam ali, daqui duas horas, pelo que ouviu da princesinha e da ratinha conversarem.

- Estou convidada? - Amélie sorriu - porque só vou lá organizar, se eu puder ir. Só que tenho que trocar de roupa. Não posso aparecer lá com roupas de andar na rua - disse para ambas. E saiu em retirada para a sorveteria, enquanto Anne e a garota lufana entravam no apotecário.
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Amélie Lavoie
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemBelgica [#156294] por Gaheris Hazard » 31 Jan 2016, 18:02

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Deixando a loja de caldeirões para trás, com o objeto de bronze comprado debaixo dos braços e, dentro dele, todas as outras coisas que comprara nas lojas anteriores, Gaheris, mais uma vez, estava na ruela do Beco Diagonal e, desta vez, não precisava nem ao menos checar o papel com os lugares que devia visitar, lembrava de cabeça, mas ainda assim queria riscar os lugares restantes, questões de paranoia.

Gringotts
Florean Fotescue’s
- Madame Malkin’s
- Empório das Corujas
- Floreios e Borrões
- Artigos Mágicos
- Loja de Caldeirões
- Slug & Jiggers' Apotecário


– Quase lá! Depois de comprar essas coisas, vou para a Gemialidades Weasley e depois, vou escondido para a travessa do tranco! HAHA! – deixou suas compras no chão para buscar apoio de uma parede e riscar o nome da loja de caldeirões e da slug & jiggers’s, o apotecário, lugar para onde o pequeno belga se dirigiu após concluída a tarefa de ticar os lugares por onde já passara.

Gaheris queria fazer algumas poções, para praticar, enquanto estivesse de férias, portanto, precisaria fazer um mini estoque de ingrediente eu seu quarto, inclusive já havia separado uma prateleira de sua estante para tanto. Hazard passou por algumas lojas até chegar no apotecário e adentrar no lugar, onde começou a socar mais e mais objetos de compra eu seu caldeirão de bronze. Quando viu uma seção com chifre de erumpente, ficou de olhos arregalados e deu três passos para trás. Se algum desavisado desse um peteleco naqueles chifres, o beco diagonal inteiro iria para os ares.

Sem muita cautela, Gaheris começou a correr por todos os lados da loja, apanhando tudo que podia para então ir até o balcão. Jogou tudo que comprou ali e foi logo perguntando para o vendedor quanto ficaria. Quando obteve a resposta, jogou as moedas douradas sobre o balcão, esperou pelo troco, algumas poucas moedas de prata e bronze, e saiu correndo do lugar, tomando como destino O Caldeirão Furado, para depositar suas compras e poder passear livremente pelo Beco Diagonal.
Gaheris Hazard
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemRussia [#156325] por Sasha Yuriev » 31 Jan 2016, 18:45

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-Tá ai mais uma lojinha interessante para se visitar... – Comentei com ninguém em especial, encarando a fachada do apotecário. Curiosamente antes quando eu pensava no que aquilo queria dizer, curiosamente tudo o que me vinha a mente era hipoteca, não que saiba o que a palavra queira... Ah, tudo bem. Eu sei sim, quem quero enganar? Sei que no final das contas eu seguia sim um pouco do estereotipo Nerd da Corvinal, mesmo que eu fosse completamente singular quando comparado as outras crianças. Eu carregava alguma espécie de estranheza particular que me descava mais do que o cabelo branco sozinho.

Empurrei a porta com cuidado, erguendo os olhos para o sininho que tocou, mostrando que alguém entrava na loja. –Boa tarde... – respondi ao senhor atrás da bancada e levei até ele uma pequena lista de coisas que eu iria precisar para refazer o meu estoque de ingredientes. – Eu queria completar o meu estoque pro Segundo ano de... Durmstrang. – O nome da instituição Russa ainda me era estranho. Soava até mesmo esquisito... – Eu era de Hogwarts, então acho que deve ter algumas coisas diferentes. – Ergui os olhos para o senhor que me perguntava o motivo da mudança e dei de ombros.

Qual era a necessidade das pessoas de quererem sempre saber mais do que aquilo que queremos contar a elas? – Mais perto de casa, eu acho. E a Grã-Bretanha é quente demais. – Brinquei, arrancando um sorriso simpático do homem. – Hum... Eu estava pensando, moço... Será que pode... embalar um pouco de poção do Amor pra mim? Só um pouco mesmo... eu queria fazer alguma especial... – E a vermelhidão tomou conta das minhas bochechas branquelas com a pergunta que o senhor me fez e eu sacudi a cabeça, arregalando os olhos.

- N-não... não tem nenhuma garota... uh, ainda. É que... Bem, o dia dos namorados deve ser logo e nunca se sabe quando a gente vai mesmo precisar de um pouco de Armotentia... – Respirei fundo, deslizando a mão pelo cabelo. – Digo.... não quero pegar peça em ninguém é só que... eu... Ahhh deixa pra lá. Eu preciso só de uma dose bem pequena... – Céus, o que era esse nervosismo todo? Digo, eu realmente não tinha nenhuma garota em mente, ou garoto.... Enfim... Adultos intrometidos. Qual que era a graça de enfiar o nariz nesses assuntos só para ficar chateando a gente com essas coisas ‘envergonhentas’? E depois ainda perguntavam se tínhamos vergonha na cara... Oras....


Narrador,, -Outros- , -Falas - e doces "Pensamentos" .
Tagged: -
Interagindo com: Moço da Loja.
Imaginação: -
Imagem de Titulo (se presente): -
Notas: 53
Imagem


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Código: Selecionar todos
[centro][fonte="Engravers MT"][size=120]Titulo I[/size][/fonte]
[fonte="Engravers MT"][size=90]Titulo II[/size][/fonte]
[off]Parte I[/off][/centro]

[justificar][narracao] [/narracao][/justificar]

[esquerda][narracao]Narrador,[/narracao], [falaoutros]-Outros-[/falaoutros], -[fala]Falas[/fala]- e doces [pensamento]"Pensamentos"[/pensamento].
[off][b]Tagged:[/b] -
[b]Interagindo com:[/b]  -
[b]Notas:[/b] -[/off][/esquerda]
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemInglaterra [#156368] por Leonard Spencer » 31 Jan 2016, 20:30

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– Apotecário? –
confirmou Drew, enquanto se encaminhavam para a loja em questão – Sei que você gosta de andar com umas poções por conta dos seus problemas de saúde, mas se quiser, chegando em casa eu posso fazer essas poções. Em geral a receita delas é bem tranquila e eu tiro de letra. – observou, ajeitando as sacolas que levava consigo.

– Eu sei e, realmente, agradeço, Drew. –
concordou o mais novo com sinceridade – Mas o cheiro que fica no ambiente às vezes é terrível e eu só preciso de algumas doses, não um caldeirão inteiro. – explicou o moreno, dando de ombros – Além disso, a gente tem que comprar aqueles ingredientes que a vovó pediu. – comentou, lembrando o primo que assentiu – E aproveitar também para dar uma olhada nos caldeirões. Preciso de um novo. – comentou, revirando os olhos antes a lembrança indignante.

– O que houve com o seu? –
questionou o mais velho, surpreso. Afinal, Leonard era sempre tão cuidadoso com os próprios pertences.

– Minha amiga pediu emprestado o caldeirão, porque ela queria estudar uma poção, mas ela errou fantasticamente na hora de fazer. –
explicou suspirando pesadamente ao lembrar da cara completamente sem graça de Pamela, notando o franzir de cenho de Drew, curioso – Ela DERRETEU meu caldeirão. – explicou, fazendo o mais velho arquear as sobrancelhas, surpreso.

– Wow... –
comentou, abrindo a porta do estabelecimento com as costas, ajeitando os óculos – Esse é um novo nível de ‘desastre em poções’. – alegou, realmente impressionado com o feito da colega de casa.

– Pois é. Até hoje não sei como ela conseguiu. Lembro que o Shad, sacana como é, até perguntou se ela usou fogomaldito ao invés de fogo normal. –
constatou com um sorriso de canto, um pouco divertido, mas também com pena de Pam, que ficou realmente mal com aquilo tudo – Ela disse para que eu comprasse um novo que ela pagaria. Depois cobro ela. – afirmou com um dar de ombros.

– Justo. –
concordou o mais velho, ainda parecendo um pouco abismado com o feito da amiga do primo. Caminharam pela loja, pegando alguns itens antes de solicitar outros em específico – Vou aproveitar e também pegar algumas coisas. Falar em desastres em poções me fez pensar que é bom eu relembrar alguns tópicos mais antigos. No jardim, para não empestar a casa. – acrescentou com um sorriso descontraído, antes de se voltar para as compras. Percorreram a loja, conversando com o atendente de tempos em tempos, até em fim angariarem todos os materiais que precisariam.

– Esse apotecário às vezes me lembra uma feira. –
comentou Len enquanto saiam da loja, observando as várias frutas ali dispostas – Não sei se é o normal, mas... – sentenciou com uma leve careta, antes de dar de ombros, concluindo que não tinha nada a ver com aquilo.

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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemFinlandia [#156487] por Ariel Enkelis » 02 Fev 2016, 01:17

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I will be an auror!

Eu vou ser um auror!

Season Two: #Vigésimo Primeiro Post!


E finalmente as tão esperadas férias de final do ano letivo chegaram, o que fazer a partir de agora? Férias com a escola? Férias na casa do avô na Finlândia? Comprar material para o próximo ano? Bom, na verdade, nada disso estava programado ainda, Ariel Enkelis estava em seus primeiros dias após o término das aulas de seu segundo ano, indo agora, para o terceiro era sua única certeza no exato momento – Papai, estou indo para o terceiro ano, mais responsabilidade, não é? – o finlandês arregalou os olhos, coçando o cabelo enquanto caminhava ao lado de Miguel Enkelis em um ensolarado dia que se fazia no beco diagonal, o local de comércio mais famoso do mundo bruxo – E tem os maninhos, eles não vão estar mais nas mesmas aulas que eu... – ao terminar de falar, parou de andar, fazendo com que seu pai fizesse o mesmo, e neste instante, abaixou a cabeça, ligeiramente cabisbaixo – É difícil, responsabilidades, virar um auror, cuidar dos irmãos, como o pai conseguiu? – e com isto, o pequeno grifinório confessou ao Senhor Enkelis, qual era sua principal preocupação em passar de ano. Estava ganhando mais responsabilidade, estava mais próximo de ser um auror e ainda, precisava fazer mais amigos do seu novo ano em Hogwarts, do contrário, iria ter mais peso em sua mente para resolver e não ter com quem se distrair de tudo isso, já que além de tudo, ainda tinha que conversar com Aniela Enkelis – E tem a Anie... – falou tão baixo, que talvez nem chegou a ser ouvido, mas a loira também era uma das preocupações do menino, não queria ficar distante da irmã que mais gostava e tinha que arrumar algum jeito de se reaproximar dela.

Vendo a situação do moreno, Miguel Enkelis se aproximou, com um sorriso no rosto e tentou tranquilizar seu próprio filho, dando uma risada do comentário que o pequeno finlandês havia feito segundos atrás – Como eu consegui? E quem disse que consegui? – Ariel levantou as sobrancelhas, surpreso com o que seu pai havia dito – Maas... – e foi interrompido pelo mais velho – Ariel, não se preocupe tanto com suas responsabilidades, com seus irmãos. É claro, não vá deixar de falar com eles, ou então se tornar relaxado nas aulas, mas... Viva o momento... – o auror abriu um sorriso ao ver que o menino iria começar um protesto ao que estava ouvindo, porém, o mais novo foi interrompido antes de começar a falar – É verdade Ariel, pense mais em você. Você não quer ser um auror? – o pequeno Enkelis acenou com a cabeça, prestando a atenção em cada palavra que lhe era dita – Então! Pense nisso! E se divirta também, faça novos amigos! Depois disso? Aí você pode se preocupar com os outros, do contrário, você, não vai aproveitar seus anos em Hogwarts, você está crescendo, mas não precisa se preocupar tanto com as coisas de adultos. – o mais velho dos irmãos fixou o olhar nos de seu pai, concentrado, como se estivesse repassando tudo que lhe foi dito e sentou em um banco próximo, retomando a fala – É, é verdade papai, mas tem uma coisa que o senhor concorda comigo, na Bellia a gente tem que ficar de olho, não é? – assim que terminou de falar, soltou uma risada divertida e que foi acompanhada pelo patriarca da família Enkelis – Mas é verdade! – bradou em resposta, se defendendo antes de qualquer coisa que lhe fosse dita. Mas depois do discurso de aconselhamento que havia recebido, o futuro aluno do terceiro ano na escola de magia britânica, pareceu se animar ainda mais para o restante do dia, levantando de um pulo e conversando bem mais animado com a pessoa que mais admirava, seu pai.

- E papai! Eu quero ser um auror mesmo! – respirou fundo e se relembrou da última atividade que participou em Hogwarts, com a temática de medibruxaria – Não dá mesmo para ficar calmo se você está cuidando de um paciente. – balançou a cabeça negativamente, como se estivesse enfatizando seu comentário – E para piorar! Um paciente agitado! Inquieto! Não parava quieto de jeito nenhum! Pai, era pior que cuidar da Bellia! – a cada exclamação pronunciada, mais ênfase o Enkelis dava, gesticulando as mãos agitado, deixando notório que estava inconformado com tudo aquilo que passou – Mamãe deve ser bem calma mesmo, para cuidar das crianças de Beauxbatons. – terminou de falar, empolgado e agitado para fazer algo em alguma loja do beco diagonal – Ei, filho, esquece disso tudo e olha a loja do apotecário ali, sei que você gosta de ir lá, tudo bem que só vende poções e coisas assim... Mas você pode achar alguma coisa da lista de material lá... – o senhor Enkelis abriu um sorriso, já que estava oferecendo algo que era exatamente o oposto que seu filho havia acabado de dizer – Okay, ver algumas poções não vai me fazer mal, mas que eu não gosto mais da área médica, eu não gosto não. – mordeu o lábio, reforçando suas últimas palavras e fazendo uma feição ligeiramente brava com sua conclusão, mas despediu-se de seu pai mesmo assim – Já volto pai, vou entrar lá um pouquinho. – sorriu, deu um abraço no finlandês e caminhou sozinho na direção da loja que mais tinha curiosidade em todo o beco diagonal, a Slug & Jiggers’ Apotecário – E o ambiente aqui continua o mesmo, nada de mudar. – nos primeiros passos do representante de Godric Gryffindor no interior da loja, foi esse o pensamento lhe veio em mente.

- Olá, pequeno curioso! – o dono da loja surgiu por entre umas prateleiras, cumprimentando Ariel Enkelis – Olá! Será que compro algo hoje? – sorriu divertido para o senhorzinho que administrava o estabelecimento, o motivo desta saudação? Pois das muitas vezes que o pequeno finlandês aparecia por ali, era simplesmente pela pura curiosidade em conhecer um pouco mais sobre as poções disponíveis, mas comprar mesmo? O Enkelis não comprava nada, o que parecia incomodar o vendedor que já conhecia o hábito do menino – Está cheio até. – deu seus primeiros passos andando pelos corredores, notando que apesar de ligeiramente tenebroso, o ambiente estava bem movimentado – Seção de poções de cura... – repetiu consigo mesmo, as inscrições em uma prateleira, que dava continuação para uma enorme área do local – Muito mais opções do que da última vez. – o grifinório parou por alguns instantes, relembrando-se da primeira vez que ficara um bom tempo pegando frascos e vendo os nomes das poções do mesmo setor que estava agora, dois anos depois – Eu bem que podia ter comprado alguma desses para ajudar na atividade. – lamentou-se, correndo o olhar pelos líquidos das mais diversas cores, mas além dos itens à venda, o movimento de alguém lhe chamou a atenção – Quem é ela? – arqueou as sobrancelhas, vendo uma menina com longos fios de cabelo ruivos bem intensos e que aparentava ter a mesma idade que o moreno – Acho que eu já vi ela... – por alguns segundos, ficou ali parado, sem fazer muitos movimentos, enquanto via a garota mexendo nos frascos, aparentemente, procurando um em específico, mas ao mesmo tempo, ela também evitava olhar para os lados – Acho que foi na atividade. – tomando coragem de começar a conversa, o mais velho dos Enkelis caminhou até a ruiva, que percebeu a aproximação, olhando de canto para o finlandês, entretanto, mesmo assim, o moreno se apresentou.

- Bom dia, moça. – estendeu a mão, com um sorriso no rosto, tentando se parecer simpático e confiante – Sou Ariel Enkelis, estudo em Hogwarts. – completou a saudação inicial e continuou a falar – Acho que já te vi na escola, na atividade de medibruxaria... – conforme falava, mais sua voz ficava em um tom mais pensativo, como se buscasse o rosto da jovem à sua frente em alguma lembrança do passado – Sim... Acho que você é lufana, não é? – sorriu, viu que estava falando demais e preferiu dar sequência à conversa de outro modo – Ah... Enfim, eu falo demais, desculpa. – descontraído, deu uma leve risada e finalizou – Procurando coisas para curar alguém? – perguntou a perceber um dos frascos na mão da loira que se demonstrou um tanto quanto curiosa por quem seria o finlandês. Tais ações, o grifinório com total certeza, não faria no passado, entretanto, o menino estava crescendo, tinha mais responsabilidades e também, deveria passar a se preocupar mais em si e viver seus momentos, então porque não, aproveitar a oportunidade que estava tendo? Se seus pensamentos e lembranças não lhe traíssem, poderia sair de uma loja com uma nova amiga, isso é claro, se não tivesse assustado a até então desconhecida com seu monólogo inicial.


Interagindo com: Miguel Enkelis e Sarah Scarlett Maison.
Citados: Aniela Enkelis, Bellia Enkelis e Imitiela Enkelis.
OFF: Maaarj! Eis o post de abertura do arco! *-* Está meio curto a interação, mas vai se desenvolver mais no restante. \oo/
OFF2: Vamos ver como vai sair a amizade dos dois.. =P Não ligue, Ariel é meio falantezinho mesmo.. >.<”
OFF3: E perdoe-me se passou algo desapercebido pela revisão.
# Ariel Enkelis #
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We'll represent the house flag of Gryffindor, Today we meet our destiny, All together... So who are we fighting for?

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Ariel Enkelis
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemInglaterra [#156509] por Catherine Winlet » 02 Fev 2016, 13:05

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Eu tinha deixado o Paul sozinho naquela barraquinha de trufas com a garota ruiva que estava lá. Assim que vi Anne e Amélie, saí correndo para falar com elas. Minha ideia de fazer uma festa surpresa para animar o sonserino não ia funcionar se só eu estivesse nessa. Anne sendo uma princesa e tudo o mais era a pessoa perfeita para fazer meu plano dar certo. Claro que eu não iria contar para ela que eu sabia do segredo real tão bem guardado por um longo ano. Ainda estava esperando que ela viesse me falar. Uma hora isso iria acontecer e eu iria rir na cara dela. Maldade? Não, bobeira de amigas.

Vi que as garotas haviam parado na frente da loja e estavam vendo alguma coisa em um celular. " Ué, elas conhecem celulares? Não vi muitos bruxos que conheciam coisas trouxas lá em Hogwarts. Acho que deve ser porquê elas convivem mais com isso. Sei lá." O Beco nem estava tão cheio quanto da minha primeira visita ao lugar, o que era um alívio, mas mesmo assim eu não consegui correr até lá mais. Havia ficado cansada da carreira e , apesar das lojas não serem tão distantes assim, eu não era do tipo atlético, então estava bem cansada. -ANNE! ANNE! - resolvi gritar quando estava chegando para que elas me vissem. Anne veio correndo me abraçar assim que me viu. - Eu tava com tanta saudade de você! Até desse apelido ! - falei para a menina que tinha quase me chamado de ratinha.

- Olá Amélie, prazer.- fui formalmente apresentada à monitora da Sly e não perdi muito tempo, já fui logo falando do que era mais importante.- Anne, você sabe que hoje é aniversário do Paul não é?- a garota respondeu que sim e então eu continuei.- Então, eu o encontrei e ele estava todo cabisbaixo, claro que ele disfarçou, mas dá pra perceber. Levei ele comigo para comprar meu gatinho e ele estava até com um morcego, mas mesmo assim ainda estava pra baixo. Acho que os pais dele o deixaram sozinho outra vez. Precisamos fazer algo. Daí pensei em uma festa surpresa. Estava torcendo para encontrar com você e o Naty para poder armar, o que acha?- falei colocando as mãos no bolso do meu macacão e pensando que não devia ter deixado o Fat Louie com o Paul. Tarde demais para voltar. Anne conversava com Amélie pedindo para ela ir na sorveteria. Acho que enquanto pensava no meu gato, eu acabei perdendo alguma parte importante da conversa. Quando a monitora da Sonserina saiu, nós entramos na loja e continuamos conversando enquanto a cobrinha fazia compras.

- Ah! Ratinha, fica assim: daqui duas horas leve ele e os amigos dele e o pessoal pra sorveteria tá? Faremos nossa surpresa lá! Agora você precisa voltar porque senão ele vai sentir falta!- a princesinha me disse.
-Okay, tenho de ir mesmo, meu gato ficou lá. Até mais tarde.- respondi antes de dar um abraço na minha amiga e sair correndo do local de novo. Minha animação e energia haviam só aumentado e correr parecia o mais legal naquela hora. Tudo estava correndo bem e como planejado, mesmo que eu não tivesse planejado quase nada na verdade. Eu só precisava fazer minha parte e ir buscar o aniversariante.


Interagindo com:Anne Marie e Amélie Lavoie
Citados:Paul, Nathaniel, Fat Louie (miaaaaau)
Cath vesteesta roupicha >.<
Off: não tive tempo de revisar, sorry. agora é esperar o Leo lá no outro arco pra poder ir pra sorveteria de vez .what
Editado pela última vez por Catherine Winlet em 09 Fev 2016, 09:12, em um total de 1 vez.
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Catherine Winlet
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Não há nada que uma boa leitura não consiga resolver ou mudar.
 
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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemInglaterra [#156541] por Sarah Scarlett Maison » 02 Fev 2016, 22:05

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        Every new friend
        is a new adventure

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        ANO 5 | 001 | TRAMA PESSOAL

      Poucos dias se passaram desde o término das aulas em Hogwarts e a jovem Sarah já demonstrava os primeiros sinais de saudade. Embora seja uma pessoa bastante introspectiva, que se sente feliz no silêncio e no aconchego do próprio quarto, toda a bagunça que os seus amigos faziam no salão comunal já fazia parte da sua rotina. Vendo a irmã mais nova ficar amuadinha pelos cantos, John resolveu chamá-la para um passeio para que aproveitassem o agradável dia de sol.

      O destino era simples: Beco Diagonal. Nada fora da rotina, mas eis que se engana aquele que acredita que as visitas ao local são em vão. Somente uma beliscada no sorvete de pistache com gotas de chocolate na Florean’s já fazia qualquer dia valer à pena. Como Sarah não gostava nem um pouco de aparatar com o irmão mais velho, decidiram fazer as coisas a moda tradicional, pela rede flu. Em poucos instantes eles estavam lá.

      - Você deveria ter chamado alguém – falou John assim que se deu conta que a menina não poderia acompanhá-lo em todos os lugares que ia. O instinto protetor sempre falava mais alto, para o rapaz, sua irmã sempre seria uma criança – não sei como não pensei nisso antes.

      - Não tem problema, John. Eu sei me virar – Sarah exibiu um sorriso com lábios finos e covinhas nas bochechas.

      - Não tem mesmo como você falar com a Lola? – Ele franziu a testa relutando em deixar a menina sozinha. Desde que finalmente conheceu a única amiga que Sarah tinha fora de seu núcleo dos lufanos, o rapaz passou a confiar um pouco mais nela.

      - Lola está com a família, John! Já passou vários dias lá em casa, eles não a deixariam vir. Eu tenho vontade, mas não posso monopolizar a menina! Seria um abuso de nossa parte. – Ela hesitou por alguns instantes - Eu poderia ter falado com o Lucca, mas acho que ele está com a Vovó Sartori... ela deve estar com saudades dele – ela sentiu um aperto no peito. Também sentia falta do rapaz, só que tinha consciência que ele precisava ter um tempo para a família, assim como Lola.

      - Tudo bem - assentiu um pouco a contragosto. Naquele momento a garota dos cabelos vermelhos não soube explicar se a expressão de desagrado de seu irmão era referente a nenhum dos seus amigos poder acompanhá-la ou se foi o fato de ter citado Lucca, o que gerava um grande ciúme - qualquer coisa você pode me encontrar em Gringots, certo? Vou deixar avisado lá que é para me chamar em qualquer emergência sua.

      - E o que você acha que pode acontecer comigo, John? Eu me perder nessa viela? Vou fazer quinze anos, você pode confiar só mais um pouquinho em mim agora – seus olhos ganharam um brilho atípico e o sorriso que saiu de seus lábios era mais aberto e divertido. – Eu vou ficar bem mesmo, não se preocupe. Aliás, tenho que ir até o apotecário comprar algumas coisas para o meu estágio e também para a nossa pequena criatura.

      - Tome cuidado – frizou ainda com o coração apertado por deixar a irmã. Sarah, por sua vez, virou as costas e apenas acenou para ele, fazendo a típica reação de uma adolescente. Era difícil ver a menininha da família tão crescida e independente. John jamais imaginou que, com toda a infância conturbada da menina, isso fosse ser possível ser presenciado.




      - Olá, Sr. Jiggers – acenou com um balançar sutil de cabeça assim que o sino da loja soou assim que ela adentrou a pequena e abarrotada loja. O dono, um senhor com feições duras e muitas rugas de expressão, mas muito educado, cumprimentou de volta uma de suas melhores clientes. Não tinha uma vez que Sarah fosse ao Beco e não desse uma escapulida para comprar ingredientes.

      A mistura de cheiros fortes da loja fazia qualquer um que não estivesse acostumado torcer o nariz. Com certeza aquela não era a loja mais charmosa ou mais arrumada do Beco Diagonal e tampouco cheirava tão bem quanto a Floreans, mas Sarah apreciava muito aquele cheiro peculiar. Fazia com que suas memórias remetessem à época em que podia visitar o local com sua mãe. Foi com ela quem aprendera a gostar tanto de poções e ervas medicinais do mundo mágico e também do não-mágico. Nunca tiveram preconceitos quanto a origem sanguínea.

      - Precisa de alguma ajuda, Srta. Maison? Recebemos uma boa leva de pimenta de dragão e chegaram os novos frascos. Separei alguns para você. Quarto ano, não? – A voz rouca do senhor quase não era ouvida por conta do burburinho. Ele estava com os óculos encostados na metade do nariz e levava um saco de ingredientes verdes, que a menina não conseguiu identificar visualmente, para um dos rapazes no balcão – Eu já lhe ajudo!

      - Tudo bem, sem pressa – ela deu um sorriso de lado. A última coisa que desejava no mundo era incomodar. – Eu vou ver outras coisas também, pode atender os demais.


      Uma característica que a menina gostada naquela loja em específico, além dos produtos, era o fato dela ser a menos procurada. Vê-la tão cheia a fez sentir-se bastante desconfortável. Ficava com medo de esbarrar nos outros e ser obrigada a interagir com eles, derrubar algo ou simplesmente ser vigiada por tantos pares de olhos. Tinha esquecido que muitas pessoas utilizavam o recesso para atualizar seus estoques e que os pais aproveitavam que os filhos ainda não tinham saído com as férias escolares para fazer as compras para o próximo ano letivo.

      Estava tão distraída se recolhendo em seu mundo particular que seu corpo estremeceu assim que ouviu uma voz lhe chamar. Seus olhos se arregalaram e seu coração disparava no peito. Assim que viu as feições de um menino que era muito familiar, Sarah ficou com as maçãs do rosto tão vermelhas quanto uma pimenta e riu envergonhada de nervoso.

      Perdão – ela estendeu a mão para o menino e fez uma expressão bem mais amigável assim que ele se apresentou. – Ah! Ariel! - Seu tom de voz mudou tanto quanto seu semblante - eu conheço você! De vista, claro. Da família Enkelis, como não saber quem são?! – Mais um sorriso, tímido, mais um pouco mais aberto que os outros. – Sarah Maison. Sim, sou da Lufa-Lufa e você é um filho de Gryfindor! – Ela soltou a mão dele assim que o cumprimentou. – Sem problemas, eu quem peço desculpas por... não ser receptiva. Não esperava que alguém falasse comigo... – Sarah mexeu em seus cabelos ruivos, colocando-os para trás da orelha. Era como um tique nervoso que ela tinha sempre que ficava constrangida.

      - Eu sempre venho aqui quando a estufa lá de casa está em falta e o meu irmão mais velho encomenda muitas coisas para mim com o Sr. Jiggers – iniciou Sarah baixinho. Não por medo que alguém escutasse, mais para não chamar a atenção de mais olhares além dos de Ariel – nós cuidamos das criaturas mágicas e não mágicas que encontramos machucadas na floresta perto da nossa casa. Eu quem faço as poções na maioria das vezes, por isso não é difícil me achar aqui.– Aos poucos a cor do seu rosto foi voltando ao normal e ela conseguia falar sem gaguejar ou embolar as palavras. – Estamos com um filhote de furanzão um pouco debilitado. Queremos deixá-lo em condições para devolvermos à mãe. Acreditamos que não está tão longe - ela percebeu que estava falando demais e ficou com receio que Ariel se entediasse com tudo aquilo. Quase todas as pessoas em Hogwarts achavam que Sarah era um pouco "avoada". - E você? Gosta de poções também?

      Sarah não era a pessoa ideal para puxar uma conversa, mas ao notar que o hogwartiano também estava sem companhia dentro da loja, resolveu fazer um esforço para conseguir se libertar das barreiras. Precisava aprender a se comunicar se continuasse a almejar um cargo dentro do hospital. Sabia que não era possível trabalhar com atendimento de pessoas sem se relacionar com elas. Respirou fundo, o mais discreto que conseguia, e tentou buscar coragem. Sorriu para Ariel. Do fundo do coração.

      - Ah, entendi. A lista de materiais esse ano não está tão cheia de coisas, eu imaginei que fosse ter mais. Meu irmão disse que agora teremos bem mais prática e que muitos dos livros a gente deve procurar dentro da biblioteca – ela olhou para Ariel, que parecia estar perdido ali. - Você precisa de alguma ajuda? - Ela ergueu as sobrancelhas involuntariamente. - Meu irmão foi resolver algumas questões em Gringots e eu tenho bastante tempo de sobra até ele voltar.


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          INFORMAÇÕES ADICIONAIS
          INTERAÇÃO: JOHN MAISON [NPC] & ARIEL ENKELIS
          CITADOS: LUCCA S. <3 E LOLA R sz
          OFF: SARAH É MEIO BOBA, MAS NÃO É MÁ PESSOA. SÓ UM POUQUINHO BICHINHO DO MATO, SE TIVER PACIÊNCIA, É UMA ÓTIMA AMIGA.
          EU REVISEI, SÓ QUE NÃO SEI ATÉ QUE PONTO MINHA SINUSITE PERMITIU QUE EU NÃO ENCONTRASSE ERROS.

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Re: Slug & Jiggers' Apotecário

MensagemFinlandia [#157076] por Ariel Enkelis » 09 Fev 2016, 13:45

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I’m not so good!

Eu tão bom!

Season Two: #Vigésimo Segundo Post!


A curiosidade de Ariel Enkelis lhe valeu a pena em algo, ele sabia que estava crescendo, estava mais perto de seus objetivos e tinha que deixar de se focar apenas nos seus irmãos, tinha agora, que se concentrar em seu próprio futuro e novas amizades. Por conta destas razões, o finlandês se aproximou de uma jovem ruiva que lhe era ligeiramente familiar e ao menos para o dia que se desenrolava, aparentou ser uma boa chance de ganhar mais uma amizade para se levar até Hogwarts, não somente para o momento em si – É cada oportunidade que estou perdendo. – piscou algumas vezes, enquanto encarava a lufana, prestando a atenção em cada palavra que era dita, mas com um certo ar de surpresa em como alguém podia falar tanto na primeira conversa diretamente um com o outro. Mas além disso, notava a facilidade com que a garota demonstrava sua timidez, lembrando um pouco, sua própria irmã, Aniela Enkelis – Ela me lembrou a maninha, mas, sendo ruiva. – enquanto a garota contava um pouco de sua própria história, o Enkelis inclinou a cabeça em um sinal de admiração à jovem. Mesmo sendo o primeiro contato direto com ela, o moreno viu uma simpatia difícil de se encontrar em outras amizades que o representante de Godric Gryffindor tinha.

Mas uma pergunta lhe interrompeu de seus pensamentos – E você? Gosta de poções também? – o questionamento repentino, assustou o finlandês, que ficou um pouco sem graça com sua própria reação – Erm... É... Eu fiquei tão concentrado te ouvindo... – deu uma leve risada levando a mão direita aos fios de seu cabelo escuro, fazendo uma clara feição de pessoa desajeitada e até mesmo, com um leve ar de timidez – Foco Ariel! Não vamos perder uma nova amizade não. – como se estivesse ouvindo alguém lhe dando uma bronca em seu ouvido, o pequeno respirou fundo e se inspirou a continuar, procurando não deixar transparecer a insegurança em suas atitudes – Olha, se eu gosto de poções? – mordeu o lábio, olhando para os frascos das prateleiras ao redor, pensando no que responderia – Eu gosto dos efeitos delas, de ver o uso... Ah! Eu sou um curioso sabe? Depois que elas estão prontas, eu gosto... – ergueu as sobrancelhas para a jovem e sorriu com sua própria resposta – Estou falando falando e não cheguei à conclusão nenhuma. – de certa forma, o pequeno Enkelis estava de fato quebrando suas próprias barreiras no que se diz fazer novas amizades, depois que conversara com seu pai minutos antes, sabia que tinha que mudar sua personalidade o quanto antes – Mas tudo bem, eu gosto de poções, porém, sou um zero à esquerda fazendo uma. – concluiu sua frase com uma voz desapontada e se justificou – Eu quero ser auror sabe? Então tenho que aprender direitinho, mas, tenho bastante dificuldade. – confessou para Sarah, que se demonstrou ser uma menina bem confiável de se conversar – E bom, eu não sei bem o que eu teria que comprar para o terceiro ano aqui, a lista de material está tão pequena este ano. – vendo o olhar da pequena à sua frente, como se estivesse percebendo que ele estava perdido na loja, procurou de alguma forma, justificar sua presença ali.

Sarah Maison estava demonstrando ser uma pessoa ligeiramente curiosa e prestativa, como sua própria história que contara sobre ajudar os animais, justificava essa personalidade – Você precisa de alguma ajuda? – a atenção de Ariel se focou mais uma vez na menina, permanecendo alguns segundos em silêncio, sem saber o que responder – Acho que os materiais daqui, eu já tenho, se eu fosse dizer que preciso de ajuda... – torceu o lábio pensativo, para não deixar a resposta em branco, completou com algo – Só se fosse você me dizendo um pouco das poções que são as mais legais, que tal? – finalizou com uma voz empolgada, esperando que a menina lhe ”ensinasse” sobre algumas poções que estavam perto da dupla – Ah... E sim, eu vim com meu pai, mas ele também está lá na rua, vou ter um tempinho... – apressou-se à responder o comentário da lufana ao dizer que veio com o irmão. Porém, antes que ambos começassem a andar pelos corredores da loja que aos poucos, começava a se esvaziar, o dono do local, Sr. Jiggers, apareceu mais uma vez – Olá garotos. – o senhorzinho depositou um olhar mais receptivo à jovem e um olhar de censura ao mais novo – Ou eu começo a comprar coisas aqui, ou então, ele vai continuar achando ruim comigo. – o Enkelis bufou impaciente ao gesto que recebera e se pronunciou, para sua nova amiga – É, sim! Preciso de ajuda sim Sarah. – desviando a visão para a prateleira mais próxima, encontrou algumas poções que envolviam murtisco e ditamno, sendo estas, a que usaria para justificar sua compra – Preciso de algo para cura, medibruxaria, sabe? – apesar de não ser a verdade, que precisava comprar tais itens, procurou se mostrar confiante para ver se conseguia agradar de alguma forma, o homem que aguardava ao lado dos dois estudantes de Hogwarts.

- Muito bem... E a senhorita Maison, vai querer algo também? – Sarah então fizera seu pedido e o senhor Jiggers se retirou, voltando ao balcão da loja, onde parecia ter um depósito de várias poções – Sabe... – Ariel, vendo que o homem já se distanciara, aproximou-se da ruiva sussurrando quase que ao seu ouvido – Eu tenho medo dele e... Acho que ele não gosta de mim... – a menina, curiosa pareceu indagar do porquê disto – É que eu sempre venho aqui e não compro nada, por isso que eu falei que queria aquelas poções. Quem sabe assim, ele não acha ruim comigo? – sorriu de canto, acenando a cabeça em um gesto positivo e se afastou mais uma vez, retomando a conversa em um tom mais descontraído, como se não tivesse falado nada sobre o dono da loja – Então! Eu acabei de pensar aqui, a gente vai estudar juntos no próximo ano, não é? – sem esperar por resposta, continuou – Podíamos fazer dupla, ao menos na aula de poções, você parece gostar tanto e... Até faz poções para os bichinhos de perto da sua casa! – sem perceber, exclamava cada vez mais alto, até que levou a mão à boca, pedindo desculpa pela empolgação – Fiquei empolgado, desculpa... Mas é que... – parou por alguns instantes, cerrando os olhos e mordendo os lábios, pensando mais uma vez – Ela gosta de animais, ela gosta de poções e é tão simpática! Espero que ela tope me ajudar com o Castiel da maninha. – antes de terminar o ano letivo, o finlandês vinha procurando alguma forma de se desculpar com sua irmã mais nova por conta do seu afastamento, com isto, imaginou dar algum presente para o gato de estimação da jovem.

Empolgado então com a oportunidade, lançou a proposta à jovem – Você é boa em dar dica de presentes para animais? Já que ambos estamos com tempo, se você aceitar, poderíamos passar no empório das corujas, estou precisando de uma ajuda por lá. – respirou para recuperar o fôlego e concluiu – Você gosta de poções, eu gosto de feitiços, aula de voo, trato de animais, bom, eu poderia lhe ajudar em algo também quando voltarmos para Hogwarts, o que acha? – com uma feição bem alegre no rosto, terminou de fazer sua proposta, mas logo em seguida, um pensamento lhe correu pela mente – Só espero que ninguém ache ruim por isso, a maninha é meio ciumenta e se ela tiver um irmão ciumento, estou ferrado. – era uma preocupação válida, mas não poderia se deixar impedir por conta disto, então o Enkelis aguardou para saber se o que havia dito, seria aceito ou não pela garota, o grifinório não tinha a menor ideia qual seria a resposta, mas esperava ele que sim. A verdade, é que de uma forma ou de outra, o dia que estava começando de maneira descontraída, apenas como um passeio familiar no Beco Diagonal, poderia terminar em uma grande amizade para o finlandês que se tornaria um futuro auror com o tempo. Se tudo nessas férias desse certo, o moreno teria um excelente recomeço de ano, agora, sendo aluno do terceiro nível de Hogwarts.


Interagindo com: Sarah Scarlett Maison e Sr. Jiggers.
Citados: Aniela Enkelis, Miguel Enkelis e o irmão da Sarah.
OFF: Rapaz, acho que avancei bastante não? O.o
OFF2: Mas acho que dá para aproveitar bem o post.. *--*
OFF3: E sim sim, Ariel vai querer levar a amizade da Sarah para Hogs também.. =P
OFF4: E se passou algo pela revisão, me perdoe.. x.x
# Ariel Enkelis #
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