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Krauz&Familie

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Re: Krauz&Familie

MensagemInglaterra [#157274] por Layla Waste » 11 Fev 2016, 11:11

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Este ano eu iria para Hogwarts e esperava poder entrar na casa da garota que conheci quando fui tomar sorvete. Realmente estava muito empolgada com tudo que vinha acometendo que nem sequer reparei quando meu pai parou em frente uma loja me fazendo bater nas suas costas.
- Ai – reclamei massageando minha testa – O que foi papai?
- Nada minha querida, mas temos que comprar algumas coisas do seu material aqui – apontou para uma loja de artigos esportivos me fazendo rir por saber que ele queria mesmo era dar uma olhada nas novas vassouras.
Entramos na loja que parecia estar um pouco cheia com algumas pessoas comprando de tudo o que se pode imaginar para esportes. Meu estomago revirou por estar em um lugar com tantas pessoas e já podia sentir que a claustrofobia batia a minha porta apesar de ter espaço no local. Reparando que eu estava a ponto de ter um treco meu pai me arrastou até chegarmos a um vendedor um tanto idoso que parecia extremamente simpático e me fez querer pular nele pela fofura.
- Em que posso ajudar o senhor e a senhorita? – sorriu o velhinho me olhando.
- Bem eu quero um óculos de proteção e um estojo de manutenção para vassouras para minha filha – disse meu querido pai de olho em um Gole atrás dele me fazendo assim segurar a risada.
O senhorzinho percebendo que eu estava a ponto de rir da carinha de cão abandonado do meu pai que foi proibido pela mamãe de não comprar nada para ele o atendente logo nos guiou para um outro local mais afastado da loja onde algumas crianças da minha idade pegavam os itens que havia sido solicitado.
- Podem pegar o que quiserem e se depois é só passar ali no balcão e pagar – sorrio o senhorzinho se despedindo e indo em direção a outro cliente.
Pegamos tudo que havia sido pedido no material e nos dirigimos ao balcão para pagar e sair indo comprar meu uniforme e o resto das coisas que foram pedidas na lista de material e os livros deixaria para compara em outro momento com a minha querida mamãe que é mais viciada em leitura que eu.
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Re: Krauz&Familie

MensagemJapao [#157346] por Akishino Ulysses » 12 Fev 2016, 07:55

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    Uma coisa que preciso deixar claro: meu maior prazer é que meio mundo se exploda principalmente que leve a Lizzie junto.
    Sério, ela era como aquela p*** arregaçada que ninguém mais a quer e que fica se metendo onde não é chamado. Lembro que em beaux, naquela escola cheio de bicudos pareciam mais fazer a bitoca pra beijar a shana de Lizzie do que serem alunos de verdade...
    Não que eles a conhecessem, mas creio que seria algo do tipo.

    Arthur era meu irmão/namorado/puto/ficante, sabe a gravidade disto? Sabe como é descobrir tal coisa depois de você alisar o pepino ou bater nas beterrabas?
    Aquela historia nunca desceu em minha garganta e francamente, creio que nem Arthur também não. A questão é que ele me compreendia perfeitamente quando disse que não me adaptaria no castelo da barbie como aquele...
    Eu precisava ir para Durms, lá era muito melhor, lá as pessoas morriam de verdade e não tinham acusações de roubos ou frescuras. Era o estilo velho oeste, mata e depois pergunta.

    Girei meus olhos ao ouvir Lizzie dizer aquilo. Realmente o atendente teria um pequeno trabalho com a gente ali e outra coisa... Ela não sabia... Ahm...
    Realmente ela não sabia que eu era sua irmãzinha e aquilo me fez ter um sabor mais gostoso na boca. Abri um largo sorriso maligno como o demônio sorria para sua presa.
    – É-aquela-que-está-vendo-a-puta-diante-de-mim. – Soltei em um tom provocativo e mau humorado.

    Coloquei minhas mãos em minha cintura e a observei por alguns segundos. Ela podia até ser mais velha que eu, mas era até mais baixinha e pelo visto mais fraca.
    – Fica quietinha, senão vai ter de pedir pra correr.– Provoquei mais ainda e a ignorei quando o homem me trouxera o pomo de ouro.– Obrigada senhor. Tem como colocar em um embrulho mágico para presente?– Abri um largo sorriso angelical e gentil para o atendente e o mesmo foi providenciar. Iria me divertir muito com aquela garota... Enquanto ela não souber que era eu quem prendia Arthur das putas bicudas e não souber que era minha irmã, irei me divertir muito.
    Devo admitir que tinha sentimentos por ela, afinal, realmente nos parecíamos um pouco...
    SÓ QUE NÃO c******!

testando.
e agora?
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Re: Krauz&Familie

MensagemFranca [#160706] por Melanie Blanch » 05 Abr 2016, 16:24

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Maldito dia que eu havia aceitado sair para fazer comprar com mamãe. Por que raios eu, Melanie Blanch, a filha mais velha e mais gata de todas tinha que vir naquela porcaria de cidade para fazer compras? Estava frio, eu estava com dor de cabeça e parecia que mamãe queria comprar a cidade inteira, principalmente quando viu uma loja com casacos que seriam usados na moda, segundo a loja. Claro que eu duvidava totalmente de que Claire Blanch usaria aquela coisa falsificada e com cara de que um trem havia passado por cima dele para ir em algum lugar realmente importante. Sim, pois conhecendo minha mãe e todos os seus ataques de loucura como eu conhecia, ela só estava mesmo com frescura e fogo para torrar dinheiro por ai.

- Mamããããeee! Eu quero voltar pra casa não estou com paciência de ficar andando por ai e tá todo mundo nos olhando. Vamos voltar para casa! - Disse com tom manhoso torcendo para que meu pequeno apelo infantil fosse o suficiente para convencer a madame loira a voltar para meu lar quentinho. Mas claro que não iria funcionar, principalmente quando (já dentro da loja) ela viu alguns pares de sapatos e simplesmente me ignorou totalmente. Girei os olhos, bufando de raiva e seguindo para uma das poltronas que tinham ali, para possíveis pessoas que esperariam horas e horas. Amava minha mãe e também amava fazer compras, mas não quando eu estava com dor de cabeça e sem vontades de sair por ai esbanjando dinheiro alheio. Gostava quando tinha paciência e tempo, bem diferente do que estava acontecendo naquele dia.

Talvez a única coisa boa daquela situação era que minha irmã Isabelly não tinha vindo conosco, o que eu agradecia imensamente. Aguentar as duas chatices no meu pé, reclamando e mandando em experimentar coisas, definitivamente era a ultima coisa que eu queria que acontecesse, principalmente porque era capaz de acabar matando a garota e minha mãe com um feitiço de fogo. Sentada na poltrona, olhei para o lugar, tentando encontrar algo que me chamasse a atenção e depois de alguns minutos passeando os olhos pelo local, encontrei. Mas felizmente não era nada de dentro daquela loja, mas sim a loja da frente, que era de artigos esportivos. Sem me preocupar muito se minha mãe sentiria ou não minha falta, levantei-me da poltrona e segui pela loja, na intenção de sair e ir para um lugar que talvez não fosse me fazer sentir o tédio que já sentia.

Atravessei a rua rapidamente e entrei de uma vez na loja que parecia ser minha salvação. Dei uma olhada nos objetos que estavam na frente do balcão antes de finalmente chegar perto do atendente.
- Olá boa tarde! Eu gostaria de saber sobre as novidades de vassouras e também seus valores. Esse ano terá campeonato de quadribol na escola e queria ter o melhor de tudo o que você tiver. - Falei para o vendedor que pareceu abrir um sorriso gigantesco na cara e seus olhos começaram a brilhar como dois diamantes. Talvez não tenha sido uma boa ideia sair da minha poltrona e vir as compras.
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Re: Krauz&Familie

MensagemFinlandia [#160985] por Ariel Enkelis » 10 Abr 2016, 03:11

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A sports trip!

Uma viagem de esportes!

Season Two: #Trigésimo Sexto Post!


Durante o final do último ano letivo, corria-se um boato que haveria um campeonato intercolegial de quadribol, comentário este, que se seguiu durante as férias por parte de alguns amigos que Ariel encontrara no Beco Diagonal. Por conta justamente deste motivo e, é claro, do desejo do pequeno Enkelis em voltar a jogar, mas desta vez, representando Hogwarts e não apenas a Grifinória, Miguel e seu filho desaparataram das ruas de Londres, para uma cordilheira de grandes altitudes e bem desabitada – Tanto lugar para se ter uma loja de esportes! Porque não no Beco Diagonal? – bradou inconformado, encolhendo seu corpo, procurando se esquentar do frio que fazia naquele momento – Não é nada diferente do que já vimos na Finlândia, Ariel. – Miguel sorriu com uma feição divertida no rosto – Vamos, vamos logo se não a gente se atrasa e a mamãe briga conosco. – o plano inicial, era apenas fazer uma viagem até as ruas de Londres, mas acabara se estendendo até a Rússia, aproveitando o momento de compras em terras britânicas, para finalizar o dia com os itens esportivos em território russo.

- Do beco diagonal para a Rússia, assim rápido. – comentou enquanto caminhava com seu pai até uma pequena loja que se destacava dentre as demais edificações – Bem que... A gente podia ficar um pouquinho mais... – um pouco distraído, olhou para o horizonte, vendo uma bela paisagem gélida – Okay papai, o frio dá para se adaptar. – se rendeu ao patriarca Enkelis, afinal, se nascera em um país como a Finlândia, frio não deveria de ser o problema. Mas após alguns minutos de caminhada, risos e conversas, tanto o filho como o pai chegaram ao destino final – E aqui, a loja de esportes. – o finlandês mais velho respirou e soltou o ar lentamente, todo orgulhoso de si em trazer seu filho que queria seguir a mesma posição que o pai no mais famoso esporte bruxo – O papai parece tão feliz. – olhou de canto para o auror, esboçando um sorriso no rosto, mas como estavam com pressa, continuou – Acho que precisamos de óculos, bastão, luvas... – foi falando enquanto institivamente, seus olhos corriam pelas vassouras penduradas na parede, mas Miguel lhe interrompeu – Vou te dar minha vassoura para usar, pode ficar tranquilo... – os olhos do representante de Godric Gryffindor se arregalaram – Usar a vassoura do pai? – e como se estivesse lendo os pensamentos do mais novo, houve o complemento da conversa – Mas não se esqueça de acertar alguns balaços nos seus adversários, tudo bem? – piscou em um tom cúmplice, sorrindo e recebendo o mesmo gesto de volta de seu filho, que balançou a cabeça positivamente, concordando com seu pai.

Alguns minutos se passaram e ambos já estavam com todos os itens que pretendiam comprar. Ariel, já bem mais animado do que estava no começo do dia, comentou para Miguel – O que o quadribol não faz, não é mesmo? – sorriu, todo feliz, levando consigo os itens que pretendia comprar – Acho que é isto. – depositou uma pequena caixa com os itens, olhando de seu pai para o velho senhor que administrava a loja. Enquanto o auror finalizava a compra, o grifinório correu os olhos pelos itens do balcão, parando por alguns segundos em alguns colares, em especial, o de um pomo-de-ouro – Posso comprar, pai? – raramente o mais velho negava uma compra a seus filhos, inclusive sugerindo – Pode pegar mais de um, caso queira dar de presente para alguém. – o pequeno Enkelis fez uma feição de confusão – E para quem mais eu daria? – mordeu o lábio pensativo e o nome de seus irmãos lhe vieram em mente – Vou comprar um a mais. – pegando então seis colares, um para cada membro da família, sendo um extra, colocou-os no cesto de compras – Coloca mais estes na conta. – se direcionou ao vendedor, recebendo um olhar curioso por parte do Enkelis mais velho – Ah... Vai que eu quero dar de presente para alguém além da família? – se remexeu todo sem graça, mas esboçando uma risada no rosto. O representante de Godric Gryffindor, na verdade, não tinha ninguém a mais para dar de presente o colar, no entanto, se surgisse a oportunidade, porque não se precaver? Por fim, todos os itens comprados, era a hora de partir e voltarem para as ruas próximas da Mansão Enkelis em Londres.


Interagindo com: Miguel Enkelis.
OFF: Aproveitando a oportunidade para dar um gancho na trama já em desenvolvimento. =)
OFF2: A revisão não foi lá aquelas coisas, post à três da manhã, morrendo de sono... Não deu pra fazer melhor... .-.
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We'll represent the house flag of Gryffindor, Today we meet our destiny, All together... So who are we fighting for?

- - - - -

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Re: Krauz&Familie

MensagemSuecia [#160988] por Valerie Zolnerowich » 10 Abr 2016, 11:01

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O frio cortante não perdoava naquela primeira manhã de inverno, o vento forte passeava pelas ruas russas como facas afiadas prontas para ferir os desavisados e o sol fraco não servia de nada ao seu propósito. Victoria, cercada de três dos mais fieis guarda costas, perambulava por aquele local com seu olhar esnobe e sua postura soberba. Desprezada os olhares curiosos como se fossem apenas insetos irritantes perambulando próximos aos seus ouvidos. O humor da princesa, se fosse possível, estava pior que o habitual. Mais uma maldita briga com Jasper Specter II tinha conseguido tirá-la do sério - uma tarefa fácil nas mãos do polonês -, deixando-a com aquele semblante irritadiço e pouco convidativo. Cenho franzido e língua afiada, seus seguranças sabiam que aquela combinação não poderia levar à consequências boas e, portanto, mantinham uma distância segura das garras de Victoria que, naquele momento, só queria liberar sua raiva em algum deles.

Trajando um grosso casaco de pele verdadeira - a sueca, afinal, pouco se importava com os apelos ambientalistas de sua irmã mais nova -, Victoria protegia seu rosto com a gola das vestes, sentindo o ar gelado lamber-lhe parte do nariz e das maças tão pálidas. A loira estava acostumada às baixas temperaturas e, como diziam alguns de seus funcionários mais próximos, tinha incorporado a frieza ao seu próprio comportamento, a "rainha de gelo", como era conhecida entre ser servos. Naquela manhã, os pensamentos de Victoria eram completamente contraditórios à aparente indiferença de suas feições. Revia a discussão com Jasper passo a passo, ainda inconformada com a petulância do polonês. Quando ele aprenderia seu lugar? Por mais que o amasse, a loira não conseguia simplesmente baixar a cabeça e acatar suas ordens como uma noiva fiel. Definitivamente, não era esse tipo de mulher. Obviamente o pai da princesa notava certezas faíscas e insistia constantemente para que ela deixasse a loucura de casar-se com um plebeu qualquer e aceitasse, por fim, o marido escolhido desde sua juventude quando assumiu a frente da linha de sucessão.

A comitiva real parou na entrada da loja de artigos de esporte e um dos seguranças, Henri, abriu a porta e deu passagem para sua alteza que, rapidamente, adentrou ao lugar abrindo o casaco, feliz por poder andar sem se preocupar em congelar. - Vamos logo com isso, quero ir embora. - murmurou ao chefe da guarda real, que entrou logo atrás dela, com uma voz autoritária e firme. Apressado, Henri avançou em direção ao balcão solicitando a vassoura desejada, um possível presente de reconciliação, afinal, pedir desculpas estava completamente fora de cogitação. O atendente prestou seu serviço com agilidade e, em questão de segundos, partiram dali com o grande embrulho nos braços de Henri.
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Re: Krauz&Familie

MensagemEstados Unidos [#161022] por Thérèse Neveu » 10 Abr 2016, 19:08

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    Passear com seu primo não era uma notícia boa para sua mãe, ainda mais quando ela sofria de preocupação extra para com relação a sua pessoa. Andar pelo vilarejo russo era algo novo para os dois, como também para sua mãe, e isso trazia algo realmente bom dentro de si. Você via em toda a esquina a oportunidade de escapar de alguma forma, criar uma aventura e puxar o primo para ir consigo. Rainier sempre foi o tipo de pessoa que aceitava qualquer tipo de proposta, ainda mais quando vocês possuíam apenas doze e treze anos, respectivamente. Estava em seu segundo ano em Beauxbatons e Rainier em seu terceiro, e nunca imaginariam que visitariam a Rússia para comprar itens esportivos em uma loja tão desconhecida. Estranhava o linguajar utilizado, ainda mais quando atravessaram a soleira da porta, ouvindo o sininho tocar, e começou a rir junto de seu primo enquanto recebiam olhares de desaprovação de Palmira.

    Shiu, vocês dois! Temos que comprar os itens das garotas... – Ela disse, e isso foi o suficiente para te fazer bufar sonoramente.

    Rainier sabia o que você nutria pelas irmãs. Sendo o quinto filho de um casal português em uma família grande, era difícil conciliar a culpa que empregavam a você sobre sua debilitação quando criança e do ciúme que surgiu dentro de cada uma das garotas. Além da inveja devido a sua habilidade metamorfomaga, algo que veio por causa do sangue, e que seu primo também tinha – motivo que o fez ganhar tamanha afeição para com o garoto de cabelos azulados. Após o aborrecimento, você decidiu que seria melhor se afastar da mulher, indo para a seção de vassouras. É claro que ali fizeram a escolha de suas primeiras vassouras enquanto a mãe selecionava as luvas das garotas, tal como seus óculos e coisas relativas. Você queria se afastar, apenas, mas sentia o olhar da mais velha por cima de seu ombro.

    Olha! A nova nimbus! – Você ouviu o primo exclamar, apontando para uma das vassouras. – A gente devia testar, né?

    E a ideia pareceu formidável a seus olhos. Até por que, seria, de uma forma ou de outra, um jeito de fugir das garras de Palmira – não que ela fosse uma bruxa megera, mas, em sua fantasia, ela sempre seria a culpada pelo ódio que as irmãs tinham por você. Sorriu de um jeito que só um aluno de morrigan sorriria, e isso já disse tudo. Não tardou para que você resolvesse que faria justamente aquilo…

    Um minuto depois, era possível ver, mesmo muito longe, o vulto verde sobrevoando o vilarejo, montado em uma vassoura, com uma torcida composta por um indivíduo de cabelos azulados e uma mulher histérica, pronta para sacar a varinha e estourar a vassoura em que você estava montado, apenas para terminar com aquela ideia absurda que você teve. Mais uma de muitas.


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Postado Por: Teka.


Re: Krauz&Familie

MensagemCoreia do Sul [#161606] por Kim Joon » 25 Abr 2016, 10:33

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Minha vida após saber que teria a chance de poder fazer da minha vida o que eu realmente gosto novamente fez com que eu pudesse sorrir novamente e tentasse seguir mais uma vez. Então decidi começar pelo mais importante, Preciso ir ao Beco Diagonal e foi o que eu fiz, em questão de minutos já estava no meio de bruxos que, assim como eu, procuravam produtos com preços acessíveis e de boa qualidade. Precisava adquirir um óculos de proteção para que pudesse estar bem protegido durante os jogos, pois não queria ser surpreendido com uma chuva enquanto estivesse no alto e no final minha visão fosse prejudicada por isso.

Entrei na primeira loja de artigos esportivos que avistei e acabei gostando do que vi.
- Nossa, quantas vassouras legais! - Nunca tive uma vassoura de ultimo tipo, pois não havia goldens o suficiente para isso. Mas o objetivo eram os óculos, então foi aí que avistei ao fundo da loja uma o óculos que eu procurava, e ainda por um valor muito acessível. - Espero que me traga sorte ao usá-la. - Falei de uma forma esperançosa, imaginando as partidas em que estaria no céu, voando o mais rápido que eu pudesse em direção à goles em busca do meu primeiro ponto para a minha nova equipe.

Peguei o óculos com a minha cabeça ainda no estádio de quadribol e fui em direção ao caixa para pagar o preço pelo objeto.
- Olá, vou ficar com o óculos. - "Krauz & Familie Artigos Esportivos" era uma loja que eu me lembrava no tempo em que estudava em Hogwarts, todas as idas ao Beco Diagonal eu ficava observando atentamente todos os artigos da loja juntamente com meu pai, ouvia até hoje na minha mente a fala de meu pai no meu sétimo ano falando que o meu futuro no quadribol seria promissor. Pois é, ele estava certo.
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Postado Por: Luciano Xavier Fernandes.


Re: Krauz&Familie

MensagemRussia [#161722] por Ivan Shuisky » 28 Abr 2016, 14:10

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Eu já havia ouvido falar que existia uma loja de quadribol f*da pra c*ralho localizada no c* do mundo em algum lugar da Rússia, mas nunca pude ir nela e, sendo bem sincero, duvido muito que um dia venha a ir, mas conheço um cara viajado que passou por tudo quanto é canto, incluindo por lá, e que em outra ocasião já citei: Jimmy Grayman – e para os que desconhecem esse bruxo, ele foi citado em outra ocasião em que a vaca da minha player precisava que eu comprasse algo em uma outra loja que na época não tinha visitado e que, assim sendo, não tinha como narrar meu lindo e gostoso eu ali, visitando, felizão.

De qualquer modo, devolvendo a quarta parede ao seu lugar, o ser em questão é um cara que conheci em um bar e cuja história, resumidamente, é de um pobre infeliz mestiço, lufano – perguntei qual era a casa do gato-barra-rato-barra-algo-assim-que-no-fim-era-um-texugo pro Sieg –, inglês, metamorfomago e filho de uma p*ta – literalmente –, que de tanto bullying ficou meio torto das ideias e passou a vida por aí, fazendo trabalhos aleatórios. Serviços esses que, vou falar, depois de tê-lo encontrado em uma certa ocasião mais recente, começo a achar que envolve algo muito obscuro, porque tenho quase certeza que o que ‘tava indo pelo ralo enquanto ele lavava a mão era sangue, não vinho que nem ele alegava.

ENFIM! Voltando.

No bar bruxo que a gente estava, ‘tava rolando maior auê com jogos de alguma liga de quadribol. Conversa vai, conversa vem acabou surgindo na pauta essa loja. Jimmy, entre um drink e outro, não me disse o porquê de estar na cordilheira em que fica a tal Krauz&Familie, ainda que tenha soltado que tinha procurado “um lugar bem isolado” – e isso, agora, só me faz pensar em desova de cadáver... c*ralho... –, mas disse que se perdeu lindamente e toda a vez que aparatava, acabava indo para outro lugar com mais neve e montanhas do que o ponto anterior. Assim, com frio, tremendo e já conformado com a morte, foi com uma surpresa do c*cete que ele viu uma construção singela surgir em meio às elevações.

Ao entrar, foi com uma surpresa maior ainda que ele viu que aquela casa era, na verdade, uma loja cheia de materiais esportivos – a maioria, tão velhos quanto ele, mas isso era um mero detalhe. Claro que Jimmy achou aquilo estranho pra p*rra e ficou pensando se existia miragem de frio ou se tinha morrido e ido para um lugar tão bizarro quanto sua vida fora. Antes que pudesse chegar a alguma conclusão efetiva, foi então que um senhor surgiu, todo solícito e simpático, e ao ver o estado do pobre visitante, ofereceu uma dose de whisky de fogo, que mandou embora qualquer frio que o inglês sentisse.

Após aquilo, visto a ausência de fregueses e considerando o gosto por conversas do nosso metamorfomago e do meu chará-dono-da-loja, ambos logo começaram a dialogar na maior – e p*ta m*rda, o velhinho devia coisa pra falar, estando ali, isoladão. Jimmy me disse que ficou horas por ali e, com um riso meio sarcástico, contou que tudo o que ele se recusou a aprender sobre quadribol e afins ao longo de seus sete anos como aluno de Hogwarts, aprendeu naquele dia e de uma forma bem mais interessante: regada em bebida forte.

O Grayman disse que chegou uma hora que já não tinha mais certeza do que falava ou não, mas se lembrava vagamente de o dono da loja estar tão bêbado quanto ele, mas ainda ter a decência de insistir para que ele ficasse ali, enquanto o inglês alegava que tinha que voltar para casa, mesmo que não fizesse ideia de como voltar – bêbado então, nem se fala. Depois disso, ele não soube dizer o que houve ou o que deu na cabeça retardada dele, mas quando se deu conta, estava sobre uma vassoura, vestido com um p*ta casaco de frio grosso, tendo na bolsa de dinheiro uma boa quantia de moedas faltando – o que indicava que, pelo menos, ele não havia roubado o velho maluco – e sobrevoando algum lugar que, ele achava, parecia muito com Vladivostok.

No fim ele pousou por ali mesmo, dormiu numa pousada qualquer e só então voltou para a Inglaterra. A vassoura, ele me disse, tem até hoje e de tempos em tempos ele a usa para dar um trato na casa dele. Já a loja, nunca mais ele encontrou ou teve tempo para ir atrás, o que era uma pena, porque ele bem queria saber que magia o dono da loja fez nele, visto que, até então, Jimmy nunca tinha sido capaz de ficar um segundo que fosse sobre uma vassoura sem dar com a cara no chão de modo bem dolorido.

“Mistérios da vida insana de Jimmy Grayman”, disse-me ele, e eu só podia concordar, afinal, ô cara cheio das doideiras.

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Re: Krauz&Familie

MensagemInglaterra [#162061] por Aaron Denvers » 09 Mai 2016, 23:36

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    – Tarde de uma terça feira, Aaron deveria estar curtindo sua folga, mas após um pequeno desastre com seus filhos, onde eles decidiram jogar o bastão do pai para os explosivins, o loiro teve que partir para a loja de artigos esportivos do mundo magico, esta por sinal ficava muito longe de onde ele morava. Cacá Porter, sua esposa e mãe das duas pestinhas, decidiu acompanha-lo e levar as crianças, essas por sinal agiam como se nada tivesse acontecido, o que arrancava sorrisos do pai, mesmo ele estando um pouco irritado. – Eles vão destruir muita coisa ainda, agora entendo o lado da minha mãe, já quebrei tanta coisa naquela casa. – Aaron empurrava o carrinho duplo com uma mão, já com a outra, apertava a cintura da esposa. Porter estava linda como sempre, a moça segurava o bastão, ou melhor, os restos que conseguiram resgatar dele.

    Por sorte, se tratava de um bastão novo, que o loiro adquiriu pouco tempo antes de começar a jogar na liga profissional. O que ele usou na escola e que lhe rendeu até um titulo com a Elite Dourada, estava muito bem guardado em sua casa, localizada em Godric’s hollow. – Deixa o Fred bem longe deles, sério... Esses pequenos simplesmente decidiram que o meu bastão daria uma ração gostosa para os explosivins. – Lançou um olhar paterno para os dois, sorrindo um pouco. George e Jhonny descansavam em suas cadeirinhas, dormindo após brincarem durante o passeio. Ser pai não era uma tarefa tão simples, Aaron tinha que manter o laboratório trancado, manter suas criações longe do alcance dos bebês, acordar de madrugada para coloca-los para dormir (os dois sempre despertavam e George aprendeu a pular o berço, ou seja, seria uma questão de tempo até Jhonny aprender também).

    A família adentrou a loja, Aaron respirou fundo, sentindo o cheiro de vassoura nova. – Pena que aqui não vende aquelas vassouras de brinquedo, pequenas e que voam a meio metro... Acho que os gêmeos iriam gostar, uma vez levei o Jhonny pra voar... Você sabe, sem vassoura, ele não queria dormir de jeito nenhum.... Enfim, ele gostou muito. – Olhou para o pequeno da direita, que estava usando um suéter com um “J” desenhado bem no peito, um presente da mãe de Aaron para ajuda-lo na identificação dos filhos, já que eram idênticos. O homem se afastou e seguiu até o balcão. – Com licença, preciso de um bastão de quadribol. – Olhou para o atendente e o aguardou trazer o seu pedido.
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Aaron Denvers
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Re: Krauz&Familie

MensagemEstados Unidos [#162116] por Julie Reinheart » 12 Mai 2016, 08:52

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Julie vagava pelas ruas de Ek-tagh na Rússia sem um rumo aparente. Como ela havia chegado lá? Bem, nem ela mesma sabia ao certo, apenas havia aparatado para lugar nenhum durante uma crise de pânico que a acometera durante a noite.

As crises não eram tão comuns, mas as vezes elas vinham junto com os pesadelos que adoravam acomete-la quase todas as noites. Julie sabia que aquilo não era normal, que com certeza precisaria procurar um medbruxo algum dia, mas esse algum dia ainda estava longe de acontecer. Ela nunca imaginara que poderia acabar no fundo do poço dessa maneira, mas mesmo assim seguia sua vida, tentava mudar o rumo das coisas e vencer seus medos.

O grande problema de Reinheart era que ela se isolava do mundo, depois do que acontecera a sua mãe e principalmente aquele a quem ela amou uma vez, Julie perdeu a capacidade de se envolver com as pessoas, seu instinto lhe dizia para ficar longe, afastá-las de sua vida, assim as manteria a salvo.

A norte americana não sabia bem ao certo porque seu pai e o restante da trupe dele faziam isso, mas se alguém além dela precisava de um acompanhamento psicológico de um medbruxo, esse alguém era seu pai sem dúvidas. Desde que Julie se entendia por gente o pai era louco, praticava magia das trevas e matava qualquer pessoa que se opunha a ele. Como ele não havia sido preso até hoje? Julie também não entendia e se perguntava isso dia após dia.


Voltando o pensamento a Rússia, onde estava Julie começou a reparar no que havia ao seu redor, percebeu que estava em uma rua movimentada e que já amanhecia. “Que horas será que são?”. Se perguntou a morena assustada ao perceber que ficara a noite toda vagando por aí sem rumo.

Reinheart parou em frente a uma loja com um letreiro chamativo, era a loja de artigos esportivos e Julie se pegou observando a vitrine com curiosidade. Ela nunca fora fã de jogar quadribol, mas adorava assistir aos jogos de Hogwarts, principalmente os da Sonserina onde Ele jogava como artilheiro.

Julie balançou a cabeça em negação, pensar em Hogwarts e em seu antigo amor era doloroso demais, mas ainda assim a morena resolveu entrar na loja para olhar mais de perto os artefatos ali existentes. Já que a noite fora tensa, não custava torturar-se um pouco mais com lembranças dolorosas.
Julie Reinheart
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