Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

Últimas publicações do Livro Vermelho:

Título Autor Visitas Data
22/02/2020 Duncan Cullen 76 22/02/2020 às 15:27:50
Diário do Josh - Últimos dias antes da escola. Joshua P. A. Nolan 4238 17/01/2019 às 11:12:01
Chegada à Durmstrang Mihail Weylin 3677 22/11/2018 às 18:19:24
É LUFA - LUFA!! Oh Ha Na 4771 08/09/2018 às 18:24:13
Indo para Hogwarts! Oh Ha Na 3868 08/09/2018 às 18:20:17

Central de Ajuda Zonko's:



Entre em contato por: [email protected]

Cobertura da Revolverheld

Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#139174] por Isabelle Revolverheld » 24 Set 2014, 22:32

  • 1 Pts.
  • 10 Pts.
  • 47 Pts.
- - - - - - - - - -
c a s a d a f a s h i o n i s t a m e t i d a a m o d e l o
paris--frança--isabelle revolverheld
v i v e s o z i n h a t e p r a t o d o s v i v e r e m e m s u a c a s a
- - - - - - - - - - - -


Imagem
Rua D'Alesia, 189 - La Traviatta - Cobertura
Editado pela última vez por Isabelle Revolverheld em 24 Set 2014, 22:40, em um total de 1 vez.
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem


Imagem
Isabelle Revolverheld
Professor Beauxbatons
Avatar do usuário
Miranda Kerr
Super Top Model
 
Reg.: 23 de Nov de 2008
Últ.: 28 de Feb de 2020
  • Mensagens: 764
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 1 Pts.
  • 10 Pts.
  • 47 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#139175] por Isabelle Revolverheld » 24 Set 2014, 22:37

  • 7 Pts.
  • 8 Pts.
  • 126 Pts.
Imagem

- - - - - - - - - -
m u s i c i s o n i a m w a k i n g u p w e s t o p t h e v i b e a n d w e b u m p i t u p
is everybody's on the floor acting crazy getting lurker to the lights out
a n d i t i s o v e r n o w w e g o t t h e l o v e t h e r e i s n o s e c r e t n o w n o s e c r e t n o w
- - - - - - - - - - - -

“Sempre temos maravilhosas pessoas para entrevistarmos e hoje não é diferente. Na verdade é um privilégio ter uma pessoa tão linda e vivaz! Seja bem vinda, Isabelle Revolverheld!” A câmera 2 virou para ela, que sorriu e acenou para aquele aparelho que prometia mostrar ao mundo seu rosto em questão de segundos. Bella preferia pensar que, na verdade, aquela era uma máquina que precisava ser melhorada, quem sabe pudesse ver a reação das pessoas, não tornaria a máquina mais agradável? “Ela é uma top model muito famosa! Está na lista das 50 top model mais famosas do mundo, lista preparada com muito carinho pela Revista Vogue” O entrevistador virou para a morena que sorrira para ele, era melhor que as entrevistas bruxas que do nada podia aparecer um berrante com uma nova fofoca do mês! As tecnologias trouxas podiam se tornar boas com o passar do tempo que se convivia com elas “como se sente, com 18 anos tendo esse reconhecimento em seu trabalho?” Belle cruzou as pernas e sorriu.


- É uma experiência muito recompensadora – sua voz havia mudado um pouco ao longo dos anos que havia ido para a França, decidindo reavivar seu sotaque alemão e dando um charme especial para a morena – mostra que com esforço no que desejamos na vida, poderemos ter qualquer coisa, desde que seja boa né? Complica um pouco, se é algo que não goste! – riu do comentário e o entrevistador também. Era um homem muito bonito, mas Belle não conseguia vê-lo além de como ficaria melhor com uma gravata em tom rosa chiclete com um terno cinza grafite elaborado com detalhes pontuais e simples nas bordas do que ele seria ótimo para sair com ele.
“Olhem rapazes! Ela é cômica, bonita, e inteligente! Projeta suas próprias roupas, mesmo usando modelos especiais feitos pelas melhores estilistas do mundo! Podem convidar ela para sair” e Belle riu.


- Com certeza meu namorado não vai gostar disso! Viu querido? – ela virou para a câmera que ela iniciou sorridente para a mesma, mandou um beijo na tela – amo você! – e todos no estúdio tiveram uma comoção emocional. Ela não iria permitir que falassem dela sem namorado. Só por que não carregavam um anel como a tradição trouxa manda, não quer dizer que ela não ame. E ela tinha o pensamento em Ethan sempre! “Nossa! E eu próprio estava pensando em pegar seu telefone no fim da entrevista!” com um breve aceno e um sinal de coração novamente para a tela, Belle conseguiu desviar-se do assunto. Não gostava de colocar o nome de Ethan em assuntos trouxas, seria muito difícil depois o Ministério da Magia resolver este problema, então somente dizia isso. “Mas, quando terminar, me liga!”


- Um dia posso te apresentá-lo, mas com certeza não vamos terminar tão cedo – mais uma comoção amorosa. Belle amava essas expressões amorosas, mas estava se sentindo desconfortável já – passamos por muitas coisas juntos, e agora faço questão de continuar ao lado daquele que eu amo – Belle havia observado que os relacionamentos trouxas duravam menos que a troca de roupa dela pela manhã quando ia para uma reunião, ou sessão de fotos. Era muito complicado, e não entendia como eram tão volúveis. Precisavam aprender mais com os bruxos, se eles conseguissem ter um relacionamento duradouro com sua varinha, seriam capazes de ter um relacionamento duradouro.
“É verdade” concordou o entrevistador, mas Belle duvidava que ele sabia exatamente o que ela estava falando, mas quem ligava! Ela estava na televisão trouxa! Precisava avisar seus pais depois sobre isso! “E então, a pergunta que não quer calar: o que fará este fim de semana para comemorar estar entre as top 50?” e ele aproximou-se como se ela fosse fazer um segredo e Belle riu achando-o muito engraçado. “Vai viajar para o Caribe! Não, você tem cara de que gosta de cidades!” Bingo! Ele havia acertado uma! Ela confirmou com a cabeça! “New York? Ou Paris? Mas, pelo seu espírito romântico, você está provavelmente para Viena com seu lindo namorado! Precisamos de uma foto desse príncipe e deus grego!” Belle começou a duvidar da sexualidade do homem, ou provavelmente, Cacá estava mais próxima do que ela podia imaginar.


- Nenhum destes, eu amaria estar neles, mas – mexeu no cabelo, colocando suspense – [i][color=#E0465D]meu namorado e meus amigos terminaram a escola, e combinamos de irmos a uma balada para comemorarmos! – ergueu os ombros em sinal de que aquilo parecia não importante, mas por dentro a morena parecia estar pulando de alegria – [i][color=#E0465D]é uma idade importante, a maioridade para nós, onde somos responsáveis por nós mesmos e podemos ir a uma balada e se divertir muito! – o entrevistador bateu palmas e riu como se fosse um macaco entretendo as pessoas. Belle pensara que bebera muita cerveja amanteigada para começar a alucinar mesmo!
“E onde será essa ilustre comemoração, nós, humildes mortais, podemos saber?”
- Fangtasia


----- ~~ ------


- FESTA! FESTA! – Eu tenho o completo direito de ser feliz hoje! É muito chato sair com o pessoal do trabalho. Por que estou trabalhando! Aqui não eu posso dançar até a hora que eu quiser. O som estava alto na casa e levei as mãos a cabeça, tomando cuidado, por que fiz as unhas hoje, e dancei um pouco, rebolando devagar – Cacá, nem acredito que vocês terminaram a escola! Nossa! Vamos fazer tantas coisas juntas agora! Fazer compras, fazer as unhas, fazer o cabelo, aliás amiga, que pontas duplas são essas aqui?

Já abri minha gaveta de coisas para cabelo e comecei a tirar alguns (60) produtos. Todos eles desaparecem com as pontas duplas! Como ir a uma festa, com um cabelo destruído deste jeito? Puxei a cadeira que a Cacá estava sentada – a quanto tempo começamos isso? Há 3 minutos né? – e penteei com cuidado o cabelo dela, para que pudesse ficar sensacional, e com alguns produtos no cabelo começaremos a maquiagem! Mas ela ainda resistia ao tratamento, segurando seu cabelo e eu tentei sorridente tirar a mão dela dali, mas as vezes ela pode ser agressiva, e eu prezo as minhas unhas!

Cacá! Diz pra mim, começou a usar aquele rímel que eu te dei? – ela continuou relutando, mas eu coloquei minha mão na cintura. Eu estava totalmente armada para fazer aquela mudança para melhor na vida dela! Ela nunca usara uma maquiagem tão perfeita quanto a que eu estava fazendo desde que entrei no mundo da moda, de verdade – Amiga! Isso não é desculpa! Como vai achar um emprego top da balada deixando as unhas sem esmalte! Lembra daquele feitiço que eu te ensinei que pinta suas unhas e esconde que você não as fez? – peguei suas unhas e olhei para elas e quase comecei a chorar – o lado bom que você não rói as unhas!

Eu estava evoluindo com Cacá! Ela usava sapatos, gente! Não tenho do que reclamar! No começo eram só feitiços, e agora sapatinhos! Se bem que agora ela está sem nenhum desde que chegou aqui, mas não vou deixar de dizer que os pés dela estão bem cuidados, então é o que importa! Depois de lutar contra o cabelo, e a sobrancelha (gente, não quero ficar roxa, mas ela quase me bateu quando comecei a definir a sobrancelha dela!) e então unhas, uma massagem relaxadora, e a maquiagem! – amiga, você está um arraso! Até deixo você mexer nas minhas coisas trouxas!

Eu moro em uma casa diferente dos outros bruxos. Sei lá, nunca mais visitei a casa de ninguém mesmo! Eu decidi morar em um bairro trouxa, com todas as proteções necessárias para uma bruxa que mora sozinha! E ainda por cima com todas as tecnologias trouxas melhoradas para os bruxos, sou demais né? – olha, essa TV mostra jogos de quadribol do mundo todo! Eu amo assistir! NEM VEM! NÃO VAI COMER PIPOCA AGORA NÃO COM CERVEJA AMANTEIGADA! –gritei para ela – você está usando um batom lindo, e não quer ter que escovar os dentes depois para ir a balada! Aliás... – com um aceno de varinha abri as gavetas e armários da cozinha – sem doces nessa casa, sem nada gorduroso e nada alcoólico que aumente gordura imediata e te deixe inchada! Não quer que sua roupa fique flácida depois, ou que pareça gordinha, quer? Eu queria ela em forma pelo menos até a balada! E então Cacá contou o que ela queria ver de verdade. Ri enquanto caminhava para a sala, enquanto pegava o controle pelo que eles chamavam de tablet, e liguei a televisão e coloquei em um canal chamado Disney – as crianças trouxas gostam desse canal, por que usam coisas fantasiosas que eles chamam de contos de fadas – falei pensativa e percebi que era um desses – acredita que eles fazem fadas com varinhas? Mas são fadas gordas! Eu estou em forma! E linda! Por que gordinha? Não é engraçado?

Mas de que adianta falar, quando sua amiga já se vidrou em um filme cheio de leões? Ri da cena e voltei para o quarto, começando a me arrumar. Cuidar da Cacá exigia tudo do meu ser, e logo, eu estava com os cabelos mais lisos, e com as pontas só um pouco mais claras, o que os trouxas chamam de californianas. Gosto! Minhas unhas estavam prontas, meu cabelo pronto e a maquiagem reforçada para poder dançar e jamais desaparecer da minha pele. Era um processo que valia a pena e que era diga de uma diva, da rainha da Raven! Estava prestes a arrumar meus sapatos e ver se o vestido estava no lugar e tudo perfeito, percebi que estávamos quase atrasadas! E eu não tinha certeza se os meninos iriam nos ver ou não. Olhei novamente no espelho e fiquei orgulhosa da produção! O salto 15 era perfeito, o Ethan havia crescido muito! Estava lindo e alto, e era melhor não parecer uma anã na frente dele! Sem falar que né, acho que ele pode precisar de um pouco de matificante na pele dele, e é bom só passar bem rápido, e só vai dar se eu tiver alta. Olhei as costas para ver se o vestido estava curto demais e agradeci que não!

- Cacá! – gritei, andando até a sala, onde a vi quase pulando do sofá de alegria – minha amiga – me aproximei, na tentativa de uma conversa franca e sincera – pare de pular, o sofá tem proteção pra isso, menos sua roupa de amassar! – eu estava preocupada de ela estar bagaçada na frente de todos os nossos amigos, porém, como de propósito, ela parecia piorar a situação – Cacá! – chamei desesperada – por favor! Fique direito! Vamos para a balada! Lá vai ter dança, e musica de gente grande! – tentei novamente e só ouço o som da televisão falando e ela vidrada. Era pior que Imperius isso! bati o pé e eu não ia estragar as minhas unhas para vê-la. Onde está Nick e Nicholas para me ajudar nessa tarefa? Ouvi a campainha tocar, e olhei para a porta com a sobrancelha erguida – você! – falei para Cacá, que parecia estar em outro mundo – vou cortar suas pontas duplas! – mas não surtiu efeito – VOU COLOCAR BATOM VERMELHO NA SUA BOCA! PRA SEMPRE! – sem efeito – VOU... FAZER VOCÊ USAR SALTO 15! TODOS OS DIAS! – sem sucesso.

Cacá pode simplesmente fingir que não te ouviu e continuar pulando e fazer algo maluco. E foi exatamente o que aconteceu! Ela levantou-se e pulando alegremente, enquanto cantava uma música trouxa acredito que com tons africanos (pelos estridentes provavelmente indianos) e segurou minhas mãos pulando também. E eu tive que sorrir não entendendo o que acontecia. Ela começou a pular e pular e girar e eu precisava girar também, e eu estava ficando enjoada – CÁ! PARE DE ME GIRAR OU EU VOU VOMITAR NA SUA ROUPA! – eu nem ia, mas quem sabe assim ela não parava com esse ritual maluco! E eu me sentia como naquelas danças que a gente fazia quando queria que a poção desse certo nas aulas! Não que fizessem parte de um ritual, mas parecia mais divertido depois que você fazia a dança da vitória, ou da concentração, algo parecido – OK! – ela parou e sentou-se novamente, ainda elétrica! E eu não dei cafeína ou álcool a ela! A campainha tocou e eu olhei para a porta – por que você não fica quietinha aí! Seria ótimo os vizinhos pensarem que eu não tenho filhos ainda!

Caminhei em direção à porta, que continuou a tocar a campainha, e abri a porta. Quando fitei os olhos de Ethan sorri. Ele estava mais alto, com um estilo homem de arrepiar, ele havia se tornado melhor do que já era. Eu não consegui nem sequer expressar uma reação além de #OMINHANOSSA, sempre com ele eu era meio sem reação às vezes. Sei lá, ele só me deixava sem fala, o que é muito raro – Oi – e senti os braços dele me envolverem e não consegui resistir em rir. Minhas mãos envolveram seu pescoço e meu corpo foi colado ao dele, sendo invadida por seu perfume. Não sei exatamente como, mas eu estava prensada na parede. Nossas pernas estavam entrelaçadas e subi sensualmente uma de minhas pernas nas dele – parabéns pela graduação! – consegui elaborar e sorrir – fico feliz que meu garanhão é agora um grande bruxo! Muito orgulhosa – senti as mãos dele subirem pela minha cintura e pela minha perna e eu ri com a cena – estava com saudade – e o ouvir falar e ri da nossa situação naquele momento. Passeei meus dedos pelo seu tórax, até achar sua gravata, puxando-a para mim, e então com um último olhar, e uma malícia em ambos, nos beijamos.

Os lábios dele ainda eram inebriantes, deixando-me inerte em seus braços. Mordisquei seu lábio inferior, sorrindo por sentir minha perna ainda mais alta e o corpo dele prensando ainda mais meu corpo contra a parede. A coisa estava ficando cada vez mais interessante. Acho que não precisamos ir a festa. Dispenso a Cacá, com ela assistindo uma tal de Peppa, e eu e o Ethan vamos nos divertir em outro lugar. Ele chamou meu nome e eu gemi em resposta, tentando beijá-lo novamente, ele então me beija e retorna a conversa. Ele afastou os seus lábios e virou para a direção da sala, me fazendo olhar para ele – Eu acho que é esse tal de Rei Leão sim, a Cacá está assistindo! – Ele abaixou minha perna e seguiu para a sala caminhando hipnotizado. O QUE ESSE LEÃO EM DESENHO TEM DE BOM?

Ele pegou minha mão e começou a me puxar. Corri um pouco para não ficar muito para trás e sentei ao seu lado, que agora não largava minha mão por nada. Olhei para a TV e não me parecia nada atraente aqueles animais em desenho! Podemos ir á África! Usar roupas estilo Katy Perry na música dela Roar e está tudo bem! Mas não ver em desenho! – Sério Ethan! Você também? – ele não respondia, virando para Cacá e falando algo sobre o filme! É pior que IMPERIUS esse troço! Cruzei as pernas bufando, enquanto minhas mãos estavam entrelaçadas nas deles – Ethan – eu comecei e ele resmungou – por que não vamos fazer outra coisa? – ele resmungou de novo algo incompreensível – O Ethan – ele resmungou de novo – eu vou passear tá? – ele falou tudo bem – vou sair com essa roupa na rua, e vou pegar o primeiro homem gostoso que eu ver na rua – ele olhou para mim! ELE OLHOU PARA MIM, e eu sorri com olhos brilhantes por causa da minha interpretação ter funcionado. Porém, ele viu que era mentira e voltou para o filme. DORGAS! E a campainha tocou – Ethan, eu preciso atender – e tentei sair, e ele me abraçou – Ethan... amoreco da vida da Bells, eu preciso sair – e tentei de novo, e ele não deixou. Rolei os olhos, com a campainha tocando. Peguei minhas mãos e fiz um gesto que pareciam de garras de um leão – RAWN! – eu fiz em seu ouvido, fazendo-o lentamente se afastar e eu não acreditar que só fazer isso me libertava.

Fui atender a porta, já esperando que o próximo não gostasse de TV. Ao abrir já falei – ESPERO QUE NÃO GOSTE DE TELEVISÃO! POR QUE EU ACABEI DE SER TROCADA POR UMA PELA MINHA MELHOR AMIGA E NAMORADO! SE GOSTAR NEM ENTRA! – Ah, era o Nicolas! Ele vai me salvar dessa! Só pode, por que é o único bruxo nesta casa que pode me ajudar! Quando ele chamou a televisão de bugiganga eu fiquei ofendida. Eu transformei ela! Levei 4 dias seguidos para prepará-la magicamente para não ter que usar energia, para poder transformá-la em uma penseira e um espelho que dá para conectar com minha família. Não foi um trabalho à toa – Oi! Nicolas! TELEVISÃO! repete vai! – ele respondeu de forma dura depois que mostrei meus dotes de professora! Mas prefiro fazer meu cabelo antes de entrar em uma sala de aula! Muitos cabelos brancos - Hey! A bugiganga aí faz coisas boas bruxas tá! – sorri. Não consigo. Ele é muito legal. Fechei a porta – Bom, será que você pode me ajudar? – virei para ele – então tem 2 viciados em bugiganga trouxa na sala, será que você com sua sanidade no lugar –apontando para a cabeça dele – pode fazer eles ficarem prontos pra festa? O Nick? – respondi sua pergunta com outra. Olhei para o relógio da casa – ele está atrasado... será que eu jogar a TV pela janela funciona?

Nicolas respondeu de forma simples. Não ia trazer Nick, mas pelo menos iria fazer todos ficarem prontos e não gritando: HOJE A NOITE AQUI NA SELVA QUEM DORME É O LEÃO! – Ah sim, eu sei – confirmei e sorri para ele – quer algo para beber? Ou para comer? – ergui os ombros em sinal de que eu já estava quase desistindo – penso eu que iremos à festa sem os formandos, por que dois deles resolveram ter uma infância depois de adultos – ergui a sobrancelha – minha infância foi diferente mas né... quer algo?

Foi então que Cacá começou a gritar alguma coisa sobre carne e comida e sobre o Ethan ser comido. Não parecia nada de mais até a Cacá colocar o nome do MEU NAMORADO! HEY! Eu posso estar brava com ele, mas ele não é carne a venda, tá bem entendido? Eles pulavam e dançavam e ergui a sobrancelha olhando para Nicolas. Acho que ambos tinham entrado em um surto provavelmente envolvido com a dança! Assombroso... – NINGUÉM COME O MEU NAMORADO NÃO! – empurrando Ethan para o lado e não deixei mais ele perto dela – querido, pode dançar aí... mas do lado dela que parece um açougueiro vendendo sua carne não vai não!

Ouvi Nicolas falar e olhei para ele que havia conseguido uma bebida. Um real, pelo menos. Tive que rir, Cacá continuaria sendo essa criança, e ativaria a criança de Ethan, e eu ainda assim, seria a namorada chata. Mexi em meu cabelo e ouvi Ethan falar algo sobre javali e não porco – Nicolas – gritei e sorri para ele – espero que você esteja se divertindo – e ergui os ombros saindo do espaço que criei ente ambos e subi para o lado de Nicolas – quer ir pra balada? – eu não consigo entender, e nem quero. Desde que ninguém coma meu namorado. Aí está tudo bem. Ele ergueu a taça para mim e me ofereceu uma proposta impossível de pagar – eu quero que eles vão, você sabe como eu sou com amigos – sentei no banco ao lado do dele e cruzei as pernas e olhei para ele – não estou me divertindo ainda, estou me estressando! Daqui a pouco tenho cabelos brancos de tanto estresse que estou passando neste momento! Tem noção do que isso pode acarretar?

Ele me ofereceu um drinque. Ri com ele. Como tudo era antes. Antes de todos se separem, antes de eu mesma fugir da escola, antes dele terminar a escola. Antes de todas as coisas terem acontecido – espero que sim, acho que está quase no fim, eu espero! Quero poder dançar pelo menos uma música! – peguei o copo e bebi, e até pensei em oferecer algo a eles, mas não me lembro se já ofereci – Hey! Cacá, Ethan, vocês querem beber algo? – aproximei meu rosto para perto de Nicolas – acho que podemos usar isso para os fazer pararem de ver o filme!

Era melhor usar um batom vermelho. Peguei um espelho e realmente um batom vermelho ia ficar um charme na minha roupa – Nicolas! Vou pegar um batom vermelho para passar, falta o Nick ainda né! – olhei para o relógio. Ele está atrasado! Eu não estaria passando a isso se aquele moreno tivesse já chegado! – um vermelho berrante, pra me aproveitar dessa insanidade ali – ao ver ambos brincando de algo quase tribal pensei em criar um vestido de tigre e quase meus dedos formigaram por um pergaminho, pena e tinta. Mas não era o momento – quem sabe a TV explode! Com a sorte que eu estou hoje, pode sair até faíscas! – mandei um beijo para o ar e comecei a seguir ao meu quarto.

Estava em dúvida entre dois batons, mas escolhi o mais chamativo. Passei lentamente e quando terminei sorri ao ver que estava impecável. Comecei a voltar para a sala e fiz um feitiço para que durasse em meus lábios toda a noite. Ao entrar na sala vejo um feixe de luz atingindo a parede. Penso ser a parede. Da minha manga tiro a minha varinha e logo há um barulho estridente, e uma variedade de explosões. Nada exageradas, mas com isso, a luz da casa acaba e então eu descobri o que havia acontecido – Lumus – a luz irradiou seguindo em direção a TV que agora estava estatelada no chão e sua parte elétrica, pelo cheiro danificada. OLHA O ESTRAGO! EU HAVIA PAGO CARO NAQUELA TV! E AGORA EU TERIA QUE COMPRAR OUTRA! Ao mesmo tempo, precisei esconder o sorriso. Se isso não nos livrasse daquele vídeo infeliz, não sei o que faria! – valeu – murmurei de onde eu estava.

O salto do meu sapato ecoava pelo ar e o silêncio me acometia como boas vindas à minha casa novamente. Procurei por Nicolas, mas ele devia ter ido para outra parte da casa com o barulho, não sei. Quando estava a me aproximar mais da parte onde Cacá e Ethan estavam ouvi o som de um feitiço. A extensão do mesmo como um tecido quase imperceptível se fez rapidamente e abaixei-me perto da bancada central da cozinha – Cacá! – gritei! – o que você fez? Cacá! – o estrondo surgiu, fazendo com que eu me encolhesse ainda mais e após o barulho desaparecer, levantar-me e olhar tentando me acostumar com o silêncio novamente e também com a escuridão, localizando Cacá. Ainda com o lumus comecei a andar em sua direção – ETHAN! ETHAN! – eu me preocupei, pois eu somente via um vulto e não dois, onde estava Ethan?



NOTES Nossa, quando se faz tempo que não escreve até fica enferrujada! Olha como tá triste esse post! <3!
TAGS Cacá Porter, Ethan Holzer, Nicolas McGregor e Nick Beaumont!
OUTFIT Tá no post! mas é essa aki ó #baladabásica !
BANNER CREDIT CREDIT HERE EVEN IF IT'S YOUR OWN!
TEMPLATE CREDIT MAKE A SCENE HANNA ! of CAUTION 2.0!
[/quote]
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem


Imagem
Isabelle Revolverheld
Professor Beauxbatons
Avatar do usuário
Miranda Kerr
Super Top Model
 
Reg.: 23 de Nov de 2008
Últ.: 28 de Feb de 2020
  • Mensagens: 764
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 7 Pts.
  • 8 Pts.
  • 126 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#163514] por Johann Revolverheld » 18 Jun 2016, 00:21

  • 11 Pts.
  • 12 Pts.
  • 26 Pts.
    O jovem andava lentamente sobre a faixa de pedestre como se não tivesse uns trinta carros esperando por sua passagem. Ele andava como se estivesse numa passarela. Em seu rosto um sorriso travesso, as mãos nos bolsos da calça jeans preta. Tudo parecia perfeito e... – Anda Johann! Quer morrer? – A voz de sua irmã gêmea já no outro lado da avenida interrompeu seu andar de glória e o alemão levantou um dos dedos na direção da loira, como retribuição. O jovem Revolverheld fazia aquilo de propósito, pois sabia que aquelas atitudes tiravam Lidell do sério. Aumentou o sorriso e apertou o passo, escutando algumas buzinas e xingamentos. Virou o rosto para os motoristas e arregalou o olhar em uma expressão maluca. - Ich werde diese verdammte Welt blasen¹! – Gritou para o homem grisalho que estava dentro de uma BMW conversível e começou a gargalhar. Sentiu o tabefe na testa e rapidamente olhou para a irmã gêmea com uma careta.

    - Mamãe e papai não estão aqui e eu duvido que o cara da BMW saiba falar alemão. Estamos na França, besta. – Balançou a cabeça com cara de injustiçado e finalmente subiu na sarjeta, voltando seu olhar para frente. – Somos irmãos dela, Lidell, se ela não nos receber de surpresa é problema dela. – Falou com um tom estilo muxoxo e deu alguns passos a mais para então levantar a cabeça e visualizar o edifício residencial que Isabelle Revolverheld morava. A irmã mais velha dos dois tinha dinheiro suficiente para comprar todos os apartamentos do prédio de luxo e Johann achava um absurdo saber que ela não havia comprado nenhum para ele ou para Lidell assim que havia escutado que os irmãos mais novos se encontravam em Paris em busca de um lugar para ficar. – Você pergunta ou eu pergunto? – O jovem apontou para a entrada do lugar trouxa, uma guarita inteira de vidro com um homem vestido de segurança dentro. Sorriu quando a loira foi em frente e apenas a acompanhou silenciosamente.

    - Quase tirei a varinha do bolso para mostrar o que éramos de verdade. Olha para mim, Lidell, tenho cara de quem quer uma entrevista com Belle? – Johann bufava enquanto subia os dois degraus que os levaria até o hall muito bem decorado do edifício. – Ei! – Socou a jovem nas costas por causa da resposta. – Você havia dito que meu cabelo estava bom! – A voz do alemão era quase desesperadora. Começou a mexer os fios de cabelos com os dedos e a procurar algo espelhado no hall onde pudesse visualizar seu visual. Tinha um hábito que era praticamente de pessoas que sofriam TOC – odiava que seu cabelo não estivesse em perfeita ordem. Na verdade seu quarto era uma ordem completa, tanto é que suas roupas eram arrumadas e catalogadas por cor. O menino bufou e abaixou as mãos quando ouviu Lidell novamente e acompanhou a risada da irmã, mas sem nenhum pingo de humor. – Por que você faz isso? – Tinha um quê de ressentimento em sua queixa. Apertou o botão do elevador com força e olhou para a loira com irritação.

    - Cacatua é a minha mão na sua cara. – Ignorou o olhar de Lidell enquanto entrava no elevador e sentia-se aliviado por ver que a caixa metálica era totalmente cheia de espelhos internos. Ajeitou seus cabelos da maneira habitual e fez uma careta para a irmã. – Aperta logo o andar da Belle. – Obviamente o andar seria o último. O passeio com aquele troço de metal parecia nunca acabar até que o súbito trepidar de metal contra metal e a gravidade empurrando Johann um pouco para baixo anunciou que haviam chegado. – Você precisa emagrecer, Lidell. O elevador quase não aguentou você. – Deu um sorriso vitorioso e saiu correndo por através das portas metálicas por pouco não levando outro tapa, mas desta vez nas costas.

    - Esse corredor poderia ser de ouro né? – Comentou mais para a parede do que para qualquer outra coisa e foi até a única porta existente no andar. Levantou a mão direita e fechou-a, com os nós dos dedos começou a batucar na madeira uma música que só fazia sentido em sua mente. Mesmo escutando a voz de Isabelle dizendo que estava indo, Johann não parou, tornando as batucadas mais fortes e insistentes. O jovem ignorou as tentativas de Lidell de impedi-lo com um sorriso permanente no rosto até que a porta se abriu com uma Isabelle com uma expressão brava. – Podemos te entrevistar, Srta. Revolverheld?

Interagindo com Lidell Revolverheld e Isabelle Revolverheld.


¹Eu vou destruir esse seu mundo de merda!
Imagem
Johann Revolverheld
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Insubmisso, não curvado, não quebrado.
 
Reg.: 29 de May de 2016
Últ.: 11 de Feb de 2019
  • Mensagens: 15
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 11 Pts.
  • 12 Pts.
  • 26 Pts.

Postado Por: M.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemHolanda [#163559] por Anastasia de Bourbon-Parma » 18 Jun 2016, 22:46

  • 7 Pts.
  • 19 Pts.
  • 16 Pts.
- Eu ainda não entendi como ir na casa da... – Observei que Johann não estava me retrucando e decidi virar-me para ver o que estava acontecendo. Encontro meu querido irmão, desfilando sobre a faixa de pedestre enquanto, pelo menos, trinta carros furiosos buzinavam para ele – Johann, se você quiser morrer hoje, me avise! Vou fazer questão de estar ali na outra esquina assistindo sua morte – Ergui a sobrancelha ao receber um dedo em minha direção – Entendo que o céu está agradável, mas isso não me impede de continuar pensando em sua morte lenta e sofrida – Ergui os ombros e quando me preparo para seguir em direção ao apartamento de nossa adorada irmã, Johann decide responder as pessoas em alemão. Rolei os olhos e, agindo impulsivamente, dei um tapa em sua testa - Wollen Sie mich in den Wahnsinn treiben? Stell dir vor, was Mama und Papa darüber nachdenken werden!1 – A careta dele não me incomodava. Se havia alguma forma de fazê-lo parar era distribuindo violência gratuita, a gente dava um jeito!

- Imagina se estivessem! Mamãe acharia lindo o filho queridinho dela sendo ofensivo com as pessoas, sem falar que falar alemão com pessoas que não entendem é ofensivo – Eu sabia que explicar era inútil, mas ainda assim, eu gostava de parecer útil – Claro que estamos na França, meu bem. Moramos aqui, lembra? Aprendemos francês por algum motivo! Para usá-lo, mesmo que francês não seja uma peça de roupa e sim uma língua com o qual podemos aprimorar... E se a Bells não estiver em casa? – E meu cérebro entrou em algum modo inconsciente, já que eu projetava em minha mente como seria o francês se ele fosse uma peça de roupa – Oi? Você falou algo? – Minha mente retornou à realidade quando o vi olhar para mim e apontar para a entrada trouxa do prédio de nossa irmã. Olhei para ele novamente e voltei meu olhar para o segurança lá dentro da cabine olhando para nossa movimentação confusa – Ah, você quer que eu pergunte? Por que não disse logo!

Aproximei-me do homem grisalho que agora fingia não ter nos visto, enquanto vasculhava algo em seu jornal puído – Bom dia! Gostaríamos de ir para a cobertura 1206, por favor – Quando terminei de falar ele começou a rir. Disse que nossa irmã não estava disponível para conversas com estranhos e sorri para o homem, tentando, de alguma forma, responder sua falta de educação – Nós somos Johann e Lidell Revolverheld, somos irmãos dela. Por favor, poderia abrir o que você chama de portão? Por favor? – Percebi que Johann começava a ficar incomodado, ainda mais quando o vi olhar ao redor e mexer em seu cabelo. O homem começou a expor que acreditava que éramos repórteres e que nunca havia visto os irmãos da Isabelle antes – Olha que incrível oportunidade – Sorri gentil, ou tentei. Não sei exatamente o que é ser gentil, é algo de comer? – Na verdade, sempre que estivemos tinha um outro segurança, chamado... Francis? Não é Johann, ele sempre liberava a entrada – Agradeci por minha memória estar cada vez melhor. Havíamos vindo algumas vezes com outro segurança e provavelmente por isso tinha sido mais fácil. Quando o segurança percebeu que não estávamos mentindo abriu as portas (sem magia, acredite) e pudemos entrar no saguão do prédio.

- Duvido que você sacaria sua varinha, Johann. Na verdade, duvido que você saiba algum feitiço que nos ajudaria nesse momento. Algum feitiço de alteração de memória, ou quem sabe de fazer as pessoas acreditarem em realidades – Devagar subi as escadas enquanto o acompanhava por trás – Sem contar que acredito que o pobre homem pensou que você era algum mendigo com esse cabelo que teve problemas com o pente! – Não resisti ao rir enquanto Johann se revoltava comigo. Ele gostava de tudo tão perfeito, que quando estava fora do lugar, meu querido irmão virava uma arara – Eu disse que estava bom? Me perdoe, querido irmão, você me perguntou de tantas coisas, que no fim, eu estava concordando com tudo, até mesmo com seus sapatos esquisitos. Está competindo com a Belle com relação à moda? – Na verdade eles eram bem parecidos com relação a aparência física. Normalmente eu não me importava, mas sabia que se eu não estivesse me vestindo bem, eu não poderia nem sair de casa. Tanto que Johann me fez trocar de roupa duas vezes hoje!

- Eu não tenho culpa que seu cabelo parece uma Cacatua! Hey! Os botões do elevador não merecem sua raiva e falta de força – Não conseguia resistir em incomodá-lo. Era como um veneno tão gostoso, eu poderia injetá-lo em minhas veias sem preocupações! Vi sua careta e ergui os ombros, resistindo perfeitamente à minha vontade de responde-lo a altura – Já vai, chefe! – Apertei à cobertura e silenciosamente estávamos esperando para chegar ao fim. Quando ele me chamou de gorda eu me incomodei! – Hey! – Gritei enquanto tentava lhe dar outro tapa, mas seria ridículo – Acho que você tem inveja do fato de que eu como muito e ainda estou em forma, enquanto você continuará comendo como uma Cacatua e será obeso!

E então, Johann fez aquilo que ele faz de melhor: Incomodar as pessoas – Você está fazendo um som rítmico aritmético, de pelo menos um compasso nisso, nossos ouvidos agradecem – Pude ver minha querida irmã pronta para brigar, ou algo parecido e Johann começar com sua pergunta insistente – Desculpe, Bells, ele resolveu achar que poderia invadir sua casa! Pelo menos ele bateu na porta – Ergui os ombros, vendo ela abrir a porta para nós e eu entrei primeiro, já que eu sabia que aqueles dois iriam começar a falar de roupas, cabelos e essas milhões de coisas – Eu vou assaltar a geladeira, você tem uma, não? Ou o armário de comida! Acredita que Johann me fez sair de casa sem comida?




1. Você esta tentando me deixar louca? Imagine se mamae e papai estivessem aqui o que iriam pensar sobre isso!
Imagem
Imagem
Anastasia de Bourbon-Parma
Funcionário do Hospital TvH
Avatar do usuário
 
Reg.: 31 de May de 2016
Últ.: 04 de Jan de 2020
  • Mensagens: 146
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 7 Pts.
  • 19 Pts.
  • 16 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#163661] por Isabelle Revolverheld » 21 Jun 2016, 17:29

  • 18 Pts.
  • 19 Pts.
  • 116 Pts.
- - - - - - - - - -
are you ready to party?
como nos velhos tempos
with Johann Revolverheld & Lidell Revolverheld
- - - - - - - - - - - -

- Bom dia, senhor Francois, como o senhor vai? – Eu estava dormindo em pé enquanto atendia o interfone. O treino de quadribol hoje havia feito até mesmo minhas pernas virarem gelatina e, às vezes, o senhor do turno da manhã gostava de me disser quantas pessoas tentaram entrar no prédio e me contar as mentiras que elas diziam. Eu nunca me importava, mas hoje, eu preferia ouvir essa conversa nos próximos dias, com direito a brioche e suco. Levei a mão a testa enquanto eu era monossílaba e meus olhos se fechavam lentamente. Senti meu corpo relaxar se apoiando no batente da porta da cozinha e ouvindo a voz monótona do porteiro.

Ethan havia viajado à trabalho e eu ficaria sozinha nos próximos dias. Amava a companhia dele e muitas vezes era isso que me mantinha acordada e disposta. Gostava do mundo dele, de como as pessoas e experiências sob seu olhar eram mágicos. Mesmo depois de tantos anos juntos, eu não conseguia deixar de sorrir como boba quando ele intensifica seu olhar para mim, ou quem sabe perder a fala quando ele demonstra amor e carinho. Sem ele por perto, eu dormia quase em qualquer lugar, ainda mais o quão cansada eu estava.

- Oi, Senhor Francois? Desculpe, me distraí, tem alguém esmurrando minha porta, já ligo para o senhor – Ele tentou me interromper e eu, com cuidado esfreguei meus olhos (ainda tinha maquiagem ali, nunca, em hipótese alguma, destrua sua maquiagem com sono). Certifiquei-me que eu vestia um vestido roxo com detalhes em amarelo. Não era necessário usar sapatos em casa então comecei a procurar um batom para usar, quando percebi que a pessoa continuava insistentemente batendo na porta – Já vai! – Gritei e então piorou as batidas. Quando parei para ouvir o ritmo ri: Johann resolveu achar que era músico agora?

Abri a porta com um rompante, tomando cuidado para não levar uma batida em meu rosto – Você não consegue ser mais discreto, ou algo parecido? – Coloquei a mão na cintura, sentindo meu sono desaparecer. Quando os irmãos estão em casa, normalmente não veem para ficar assistindo televisão bruxa, mas para fazer questão de que você faça companhia para eles até que se cansem e vão embora. Olhei para o cabelo de Johann e franzi o rosto enquanto dava espaço para Lidell entrar – O que houve com seu cabelo hoje? Entre, vou arrumá-lo para você! E... Está muito bonito hoje, mesmo que eu trocasse esses sapatos por um tom mais escuro, o que acha?

Johann era muito parecido comigo com relação à moda. E isso me ajudava a ter uma conversa de coisas que eu gosto com alguém de casa. Sorri para meu irmão, abrindo espaço para que ele me acompanhasse até a sala – Lidell! Achou a geladeira? Eu descobri essa genialidade trouxa há alguns dias! Eu coloquei algumas coisas para comer ali e você quer... ajuda? – Lidell já voltava para a sala com dez pacotes de salgadinhos, minha salada de frutas, quatro pães já com manteiga e uma enorme jarra de chá. Olhei para Johann e murmurei – Só eu que fico impressionada com a quantidade de comida? Aliás, tem comida na casa de vocês? Ela me disse que você não a deixou comer! Não tem vergonha não? – Bati de leve em seu braço franzindo o rosto brava – Sente-se, vou buscar minhas coisas para dar um trato em seu cabelo... só não destruam o apartamento!
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem


Imagem
Isabelle Revolverheld
Professor Beauxbatons
Avatar do usuário
Miranda Kerr
Super Top Model
 
Reg.: 23 de Nov de 2008
Últ.: 28 de Feb de 2020
  • Mensagens: 764
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 18 Pts.
  • 19 Pts.
  • 116 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#163951] por Johann Revolverheld » 30 Jun 2016, 00:19

  • 4 Pts.
  • 14 Pts.
  • 84 Pts.
    - Que som aritmético o que, ogra! – O jovem alemão balançou a cabeça fazendo movimentos com as mãos, por um momento ignorando a irmã mais velha, indicando que Lidell estivesse com algum problema na cabeça. – Isso é de piano a fortíssissímo. Ou de macio para muito, MUITO alto! Tenho certeza que isso você não sabia. – Fez uma careta de sabe tudo - ele sabia aquilo por que praticava violino escondido de todo mundo nas madrugadas - e finalmente tornou sua atenção para a Revolverheld mais velha, transformando a expressão horrível em um agradabilíssimo sorriso. Apontou para a garota que era sua irmã gêmea que logo avançou para dentro do apartamento da morena e balançou a cabeça e se inclinou para Isabelle. – Ela é uma draga, Belle. Não a deixei comer por que senão teria de mendigar o pão nos semáforos. – Suspirou fundo teatralmente e deu uma gargalhada, dando um passo á frente, também adentrando na cobertura super cara e chique de sua irmã.

    - Não acredito que você também vai falar do meu cabelo! – Se olhassem para o rosto de Johann poderiam perceber que o semblante do rapaz realmente havia esmaecido, como se tivesse acabado de ouvir que as gêmeas das torres gêmeas haviam acabado de cair na Alemanha e toda a sua família se encontravam dentro de um dos aviões abatidos nas torres. Sua irmã mais velha para ele era como se fosse sua guru da moda e ela falar algo de seus cabelos daquela maneira era desesperador. Engoliu em seco e levantou a cabeça, tentando disfarçar o desalento de seu coração, observando o modelito que a morena vestia. Sorriu com a mesma animação habitual. – Segundo Lidell pareço uma cacatua. Acho que em todo o mundo não existe uma cacatua mais linda do que eu. Se existisse um espelho para dizer isso, tenho certeza que ele concordaria comigo. – Piscou para a irmã enquanto acompanhava-a para a sala, admirando a cobertura.

    O lugar era gigantesco e caberia possivelmente um pequeno país ali dentro. Ainda bem que Isabelle não era filantropa o suficiente para isso. O alemão começou a rir quando deparou-se com a irmã mais jovem segurando mais de cinco sacos de salgadinhos e escutando o que a modelo dizia balançou os ombros, animando-se de verdade. – Eu já disse para você que Lidell é uma draga, para não dizer uma ogra. Mamãe deve ter encontrado ela dentro de um covil de gigantes ou em algum laboratório trouxa abandonado de experimentos que deram errados. Lembra que ela sempre gostou de ajudar as pessoas? – Abaixou-se para se desviar de um saquinho de salgadinho voador o que lhe aumentou a vontade de rir e abraçou a irmã mais velha como um escudo. – Tudo bem, amor da minha vida. – Beijou a testa de Isabelle e mostrou a língua para Lidel, sentando-se em um lado do sofá enquanto a outra sentava no oposto. Depois de alguns segundos de silêncio voou no pescoço da gêmea. – Eu sou o Drácula e estou cansado de sangue. Me dê este salgadinho sabor requeijão AGORA.


Interagindo com Lidell Revolverheld e Isabelle Revolverheld
Imagem
Johann Revolverheld
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Insubmisso, não curvado, não quebrado.
 
Reg.: 29 de May de 2016
Últ.: 11 de Feb de 2019
  • Mensagens: 15
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 4 Pts.
  • 14 Pts.
  • 84 Pts.

Postado Por: M.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemHolanda [#164126] por Anastasia de Bourbon-Parma » 02 Jul 2016, 23:45

  • 7 Pts.
  • 20 Pts.
  • 141 Pts.
A cozinha da Belle era bem equipada. Tinha desde azeitonas à cerveja amanteigada. Não podia negar que isso era um paraíso. Ao mesmo tempo, poderia ser um problema: provavelmente eu não iria trabalhar se eu tivesse toda essa comida em casa. Coloquei as mãos na cintura enquanto procurava por algo prático de comer, que eu não precisasse usar feitiço e que eu poderia carregar. Carregar é o menor dos meus problemas, a coisa é comida. Não fora culpa do Johann que eu estava com fome. O turno da noite havia sido intenso e eu não havia conseguido comer nada, só tomar água. E quando eu cheguei em casa eu havia resistido à tentação de comer para dormir.

Ouvi meu estômago roncar e dei leves palmadas na barriga, na região esquerda do abdômen –
Calma, amigo, vamos te alimentar! Se eu comer como humana, pelo menos você terá mais comida do que transformada em coruja – Tive que lembrar disso. Uma vez tentei me alimentar enquanto transformada, mas não cabia muito no sistema digestivo e isso me deixava chateada. Pelo menos não era um rato cheio de bactérias. Encontrei, em um dos armários, alguns salgadinhos carregados de sódio, três garrafas de cerveja amanteigada. Quando estava de saída para a sala, deparei-me com uma barra de chocolate, que coloquei no bolso, equilibrando-me para não deixar nada cair. E eu precisava sair logo, já que eu não conseguiria sair daquela cozinha se eu encontrasse mais alguma coisa para comer e teria que então colocar na cabeça o restante.

Ao entrar na sala, pude ouvir Johann falando do susto que ele tem do quanto eu como –
Eu não sei por que você se preocupa tanto. Não sou eu que vivo preocupada com meu peso! – Sorri vitoriosa de minha frase de efeito. Enquanto comentava sobre gigantes coloquei todas as coisas ao meu redor e fiquei pensando sobre o assunto – Se eu fosse realmente filha de gigantes eu teria que ser, pelo menos, três metros de altura, sem contar que isso implicaria em uma situação complicada para o Ministério da Magia. Sem contar que se eu fosse algo de laboratório, isso me tornaria uma aberração? – Eu sabia que estava falando meu raciocínio em voz alta, não me importando exatamente em saber a resposta, na verdade. Rolei os olhos de sua tentativa ridícula de me fazer ficar incomodada. Abri o pequeno pacote com cheiro de queijo e comecei a comer enquanto ambos conversavam sobre alguma coisa. Estava prestes a terminar o pacote quando Johann apareceu para me incomodar.

-
Dráculas não existem, e os vampiros ficariam extremamente incomodados com sua assimilação trouxa referente a eles – Respondi seria. Isso me parecia realmente ofensivo – Segundo, eu não tenho nenhum de requeijão, e se tivesse, com certeza você não teria e terceiro – Eu estava prestes a me transformar em coruja se fosse preciso para ele se afastar da minha comida. Já disse que mexer com meu alimento é algo inadmissível – Vá fazer uma busca na cozinha, tenho certeza que seu cabelo achará a resposta! Até lá – Comi um salgadinho na frente dele, sem tirar os meus olhos dos seus. Sim, eu o estava desafiando – Vai... Ou quer que eu diga pra Belle que você anda tentando arranjar briga comigo por causa de comida?
Imagem
Imagem
Anastasia de Bourbon-Parma
Funcionário do Hospital TvH
Avatar do usuário
 
Reg.: 31 de May de 2016
Últ.: 04 de Jan de 2020
  • Mensagens: 146
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 7 Pts.
  • 20 Pts.
  • 141 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#165438] por Johann Revolverheld » 26 Jul 2016, 00:55

  • 4 Pts.
  • 12 Pts.
  • 61 Pts.
      - Eu não acredito que você não tem nenhum salgadinho de requeijão, sua mortal desprezível! - Johann movimentava as mãos sobre o rosto da irmã gêmea como se fossem garras, ignorando totalmente o que esta dizia sobre os vampiros. – Eu sou um Drácula totalmente diferente, meu vício não é sangue humano, meu vício é o requeijão. Na verdade eu acho um insulto você não ter nenhum alimento proveniente do sabor requeijão. Você deve estar aos meus pés agora, mortal energúmena. – O jovem alemão empurrou a garota levemente do sofá quase a derrubando e consequentemente quase também derrubando alguns dos potes de comida de seu colo, sujando suas vestes e um pouco da camiseta de Johann. – Merda... – O garoto suspirou profundamente e então voltou o olhar novamente para a irmã. - É horrível saber que você não vai dar nem um pouco de comida para mim, Lidell. E se eu estivesse morrendo? Você não tem coração? Se mamãe souber disso? Se papai souber disso? Eles vão te cortar imediatamente do testamento! – Johann fez um muxoxo com a boca e cruzou os braços.

      Finalmente percebendo que não conseguiria nada com a irmã gêmea referente a comida levantou-se do sofá e gritou por Isabelle.
      – SOCORRO, SUJEI MINHA ROUPA POR CAUSA DE LIDELL, ESSA MALIGNA. – Caminhou na direção que a irmã mais velha ditava, falando ser onde o banheiro se encontraria, mas um lugar pareceu mais apropriado. Uma porta, como as portas do céu, reluzentes. Ok, brincadeira. Parecia ser o closet de Isabelle e antes que essa pudesse chegar fechou a porta atrás de si, trancando-se no recinto e começou a vasculhá-lo em busca de uma roupa limpa. Apertou o que pareceu ser o receptor de luz, a lâmpada se acendendo e as prateleiras cheias de sapatos de todas as marcas sendo iluminadas. – UAU. ISABELLE, VOCÊ ESTÁ TRAFICANDO, VOU CONTAR PARA OS PAPAIS! – O homem da família Revolverheld tirou os sapatos dos pés por causa de um machucado no dedão e sentou-se em uma poltrona, começando a rir com as batidas nas portas. Curioso como sempre foi e levantou-se rapidamente, abrindo as portas corrediças dos armários que tinham alguns vestidos.

      Algumas ideias começaram a passar por sua mente e ele começou a rir feito doido. Uma voz surgiu por trás da porta do closet, fazendo-lhe uma pergunta.
      – Não, não comi bolinho estragado. – E voltou a rir feito doido. Em questão de segundos despiu-se e aproveitou-se de tudo que estava no closet, pegando alguns calçados, algumas perucas, aquele vestido que era perfeito para a sua silhueta. Depois de alguns minutos de silêncio dentro daquele recinto, abriu a porta. Um Johann totalmente transformado. Bem, era apenas uma brincadeira. Uma cacatua poderosa! – Isabelle! Eu estou pronto pro combate! - O alemão mais novo voltou a rir antes mesmo que a irmã mais velha entrasse no closet. Vestia um vestido em pedaços, transformando o que antes era um belo vestido de grife vermelho em uma vestimenta de índio e uma peruca amarela em um cocar. O sapato preto de saltos altíssimos estavam de tal forma transfigurados que Johann sabia que Isabelle teria trigêmeos com as feições de Lidell.

Interagindo com Lidell Revolverheld e Isabelle Revolverheld
Imagem
Johann Revolverheld
Mundo Mágico
Avatar do usuário
Insubmisso, não curvado, não quebrado.
 
Reg.: 29 de May de 2016
Últ.: 11 de Feb de 2019
  • Mensagens: 15
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Masculino

Rolagem dos Dados:
  • 4 Pts.
  • 12 Pts.
  • 61 Pts.

Postado Por: M.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemAlemanha [#165936] por Isabelle Revolverheld » 05 Ago 2016, 22:04

  • 8 Pts.
  • 19 Pts.
  • 29 Pts.
- - - - - - - - - -
are you ready to party?
como nos velhos tempos
with Johann Revolverheld & Lidell Revolverheld
- - - - - - - - - - - -


Quando esses dois se juntam, era sempre uma explosão de brigas e discussões. Papai achava que ao crescerem, deixariam de terem essas atitudes infantis, porém não era o que acontecia. Suspirei ao perceber que a briga ainda era a mesma: a inacreditável fome da Lidell. Meu desejo era dar um soco no braço do meu querido irmão, mas se eu queria que isso parasse, teria que manter a calma. Porém não podia deixar meu irmão com aquele cabelo. Precisava podar alguns fios de seu cabelo, de um pouco de cera e então um modelador alemão para fazer suas madeixas parecerem sedosas e que não havia dado tanto trabalho assim.

Enquanto deixava os dois em uma possível briga, abri a porta do meu ateliê enquanto pegava um kit de corte de cabelo, alguns produtos para modelagem e também um pouco de tinta. Coloquei-as em um cesto, puxando também mais alguns pentes e uma capa de proteção para as roupas – Johann? – Chamei-o, porém sem muito sucesso. Franzi a testa e segui em direção à sala, que parecia silenciosa. Como não estava preparada para a falta de barulho, aproximei-me com cuidado, já que não gostaria de tomar uma voadora ou ver uma guerra de comida. Isso seria demais para o meu coração.

Ao chegar na sala, encontrei Lidell sentada e comendo sem nenhum problema. Olhei ao redor a procura de meu irmão, esperando por qualquer coisa que poderia acontecer – Lidell? Onde está Johann? – A loira dissera que ele gritara sobre alguma mentira, e saiu do recinto, sem ser visto por pelo menos dez minutos. Sentei-me pensativa: Onde ele estaria? Eles não vinham muito em casa para conhecer cada pedacinho da mesma. Sem falar que Ethan não estaria aqui para me sugerir, como toda a sua masculinidade, onde aquele rapaz poderia estar – Acho melhor irmos procurá-lo, não? – Levantei-me enquanto seguia para o corredor, porém não ouvia os passos de Lidell atrás de mim.

- Ande logo, Silenciosa! – Falei, sem virar para trás. A loira riu, enquanto corria para ficar ao meu lado. Carregava consigo um saco de salgadinhos e ergueu os ombros como se não conseguisse impedir a si mesma de comer. Começamos a abrir as portas, mas ele não estava em qualquer lugar. Lidell comentou que uma das portas estava trancada. Ao me aproximar gemi, desesperada – É meu armário. JOHANN, O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AÍ DENTRO? – Gritei enquanto batia na porta. Ele iria destruir meu armário. Todas as minhas roupas, que foram criadas, as que foram compradas essa semana. Não acredito que ele estava fazendo isso comigo – Johann, por favor, não destrua as minhas roupas! Eu não tenho culpa das suas brigas com a Lidell! HEY! Eu não tenho mesmo – Minha irmã me beliscou e eu retruquei – Você tem ideia do meu esforço para isso aqui? Ele vai acabar com tudo! Tudo, tudo! POR FAVOR JOHANN, NÃO AS MINHAS MAQUIAGENS!

Ele abriu a porta e eu gemi. Meu Valentino agora estava sendo torturado pelo corpo de meu irmão. Trajava um de meus sapatos e também uma das perucas que ganhei em um dos desfiles no Japão. Ele fez um comentário sobre combate – Eu é que terei uma crise desesperada! JOHANN! ESSE VESTIDO É UM VALENTINO! Você quer me matar? Eu vou morrer! AHHH!
Imagem


Spoiler: Mostrar
Imagem


Imagem
Isabelle Revolverheld
Professor Beauxbatons
Avatar do usuário
Miranda Kerr
Super Top Model
 
Reg.: 23 de Nov de 2008
Últ.: 28 de Feb de 2020
  • Mensagens: 764
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 8 Pts.
  • 19 Pts.
  • 29 Pts.

Postado Por: Dih.


Re: Cobertura da Revolverheld

MensagemHolanda [#166155] por Anastasia de Bourbon-Parma » 14 Ago 2016, 00:26

  • 20 Pts.
  • 20 Pts.
  • 46 Pts.
Johann havia desaparecido após perceber que eu não iria ceder em nenhum momento. Quando terminei o quarto pacote de salgadinho, um pacote de bacon e três cervejas amanteigadas, Belle saiu com sua cestinha cheia de produtos de beleza, como também uma tesoura. Olhei ao redor torcendo para que a mesma não quisesse cortar o meu cabelo, estava muito bonito, por sinal. A morena encarou-me enquanto perguntava sobre nosso irmão e aliviei a tensão de pensar que não era eu a pessoa que seria a boneca do dia – Na verdade, não – Abri um pacote de bombom brasileiro – Ele gritou alguma calúnia falsa contra a minha pessoa e saiu por aquele corredor há... – Interrompi minha fala para olhar o relógio – Dez minutos! – Minha memória nunca falha, e isso às vezes era engraçado. A coruja é considerada como um dos animais com a melhor memória, abaixo do elefante.

Belle demonstrava sinais de preocupação e até pensei em lhe oferecer comida, mas desisti. Vai que isso afetasse as ideias dela e a mesma desejasse que eu desse uma mudada no visual? É melhor manter-me em puro silêncio e deixar a docente ministrar sua aula. Foi quando a mesma sugeriu que pudéssemos procurá-lo. Não me dignei a respondê-la, e minha querida irmã parecia ter decido seguir seu plano e começar a procurar pelo ser desaparecido. Ao ouvir meu apelido ri em voz alta, carregando comigo um pacote de salgadinho –
Assim eu até me impressiono que você tenha me apelidado com o mesmo nome de sua coruja – Sorri diante da ideia bizarra que ela tivera quando descobriu que eu era animaga e me transformava em coruja. Ergui os ombros diante do olhar de repreensão da Belle diante dos meus hábitos alimentares – Como eu disse, plantão difícil! – Tentei encontrar alguma outra razão, mas essa me era extremamente plausível.

Mesmo a casa da Belle sendo grande, não haviam tantas portas no corredor que Johann havia decidido se divertir. Era possível sentir a tensão no corpo da minha querida irmã, como um radar de que, provavelmente Johann estava aprontando algo daquelas, que com certeza iria ser difícil de esquecer. A única porta que não abriu era quase no fim do corredor –
Hey, Belle! Essa porta está trancada – Pelo tom de voz desesperado e falando sobre o armário dela, eu tinha certeza absoluta que o Johann iria ser morto à pedacinhos e eu iria continuar comendo meu salgadinho. Pelos gritos da morena a coisa estava preta, além do mais ele havia quebrado o bastão dela e agora o armário, ele não ‘tá bem na fita – Ele está com a conta negativa já... HEY! QUE CULPA EU TENHO SE ELE TEM ALGUM PROBLEMA COM AS SUAS COISAS? – Respondi com rapidez demonstrando que eu não tinha culpa nas atitudes bizarras dele e muito menos levaria a culpa nas burradas que ele faz – Deveria falar com a mamãe, isso sim!

Quando a porta se abriu eu vi a visão do inferno. Nem consegui controlar minha cara de espanto diante da cena deplorável de meu irmão vestido com uma das roupas da Belle –
Por favor, alguém me oblivie, isso é demais para o meu cérebro racional – Olhei ao redor, esperando que minha mente não conseguisse mais projetar, porém parecia impossível. Era um daqueles momentos que seus irmãos te envergonham e você só quer esconder-se debaixo do sofá e fingir que nunca os viu, não é? Mas não podia ignorar o choro manhoso de Belle. Depois do bastão, eu não queria minha irmã chateada. Enquanto eu ainda estava de costas para a cena, peguei minha varinha e logo apontei para ele – Levicorpus! – O corpo do garoto, provavelmente subiria no ar e eu ri divertida.

-
Belle, é uma boa chance de você fazer uma revanche, aliás... – Apontei a varinha de novo para meu querido irmão – Expeliarmus – Arrancando de suas possíveis chances de ter sua varinha para se defender – Eu acho, Bells, que é uma boa chance para você se vingar... lembra o que ele fez com o bastão.

Sim, estou sendo a digna irmã que bota lenha na fogueira.
Imagem
Imagem
Anastasia de Bourbon-Parma
Funcionário do Hospital TvH
Avatar do usuário
 
Reg.: 31 de May de 2016
Últ.: 04 de Jan de 2020
  • Mensagens: 146
  • Nível:
  • Raça: Humana
  • Sexo: Feminino

Rolagem dos Dados:
  • 20 Pts.
  • 20 Pts.
  • 46 Pts.

Postado Por: Dih.


Próximo

Voltar para Europa

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 0 visitantes