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Sala de Reuniões

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Re: Sala de Reuniões

MensagemCanada [#169115] por Jonathan Campbell Moriarty » 10 Nov 2016, 16:06

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FIRST DAY, FIRST LESSON, FIRST MISSION, FIRST KICK

Após todo uma jornada para me esconder dos condados canadenses, me refutei em Liechtenstein, uma belíssima cidade e cortejada pela sede do Ministério Britânico. Desde que cheguei a cidade sempre pensei em como seria satisfatório servir este lugar tão grande, além de trabalhar para um dos maiores Ministérios do Mundo Bruxo com a base melhor organizada. Somente pela vontade de trabalhar e a pouco ter recebido a carta berrante justificando meu adendo a empresa Ministerial, acordo não tão cedo recebendo o alarme de uma segunda carta que Fowlks minha coruja trazia pouco depois do almoço, segurando-a pelas patas adentrando o cômodo do quarto pela janela semi aberta.

Não esperava por tanto, estou de calça social preta, camisa social branca com o primeiro botão desabotoado, sapatos enegrecidos e uma gravata com nó folgado até o segundo botão pendida ao colarinho bagunçado. Os cabelos amarrados num coque e um cigarro apertado por dentre os dentes, os lábios carnudos fazem a sucção do filtro do cigarro, puxando a ventosa e liberando aquela fumaça enquanto escuto a cartilha berrante. -Minhas salvas, Jonathan. Seja bem vindo ao setor de Reversão Mágica do Ministério Britânico, te espero para uma reunião a exatas Quatorze horas, ainda hoje, sábado. - Franzo o cenho preocupado com o horário, enquanto fito o tal no canto da penteadeira, mal passou o almoço e teria que estar presente de imediato a sala de reuniões no terceiro piso ministral. Com pouco tempo, corro até o Closet do quarto apanhando um sobretudo pondo-o cobrindo totalmente o torso. -Droga... primeiro dia... primeiro atraso. -Coço o queixo roçando o indicador para com a barba.

Não tenho tanta experiência com pó de flú, por estar situado em uma avenida trouxa minha única opção foi adentrar o Ministério pelo meio de pico funcional. Desaparatei próximo a avenida dos banheiros Grinckl's todos os funcionários usam aqueles becos para a movimentação dentro e fora do pátio Ministerial, apenas sigo o fluxo de homens que adentram um sobressalto toilete cruzando a avenida, adentro em um dos quartinhos do banheiro, soltando um muxoxo por ter de molhar os tênis novos. -Porcaria... -Adentro os pés ficando em posição anatômica com os pés dentro do vaso, puxo a descarga que serve como a chave de um portal, fazendo a sucção de meu corpo para baixo levando-me para o pátio Ministerial, altamente movimentado. Ao centro do pátio fico boquiaberto com a estátua dourada simulando a mão bruxa acima dos muggles e estes sendo monopolizados pelo poder mágico, andejo ainda fitando o enorme espaço com paredes com ladrilhos esverdeados intensos, além da movimentação ao elevador retrátil, ruborizo chegando pouco mais perto do tal enquanto um dos Ministrais sorri me fitando. -Primeiro dia? - Coço novamente o queixo. -Sim.. e acho que estou super atrasado. -Digo pouco acanho enquanto o rapaz sorri. -Tomara que você se saia bem. - Com dois tapinhas no meu ombro sorriu, então o maquinista, do elevador que se movimenta em tamanha velocidade, para em um dos andares gritando. -TERCEIRO ANDAR - Estico o punho para a frente saindo do elevador ainda ruborizado. -Obrigado... eu desço aqui. -Saio do mesmo carregando comigo uma maleta de couro a alcunha da destra, enquanto pigarreio arrumando a gravata atada ao segundo botão, puxando-a e deixando-a mais rente ao colarinho. -Odeio me atrasar... -Vocifero enquanto respiro em fundo adentrando a sala ao lado, indicando reunião iniciada - Reversão Mágica e Obliviação.

Adentro a sala me envergonhando por chegar ao término da reunião, onde o Chefe do Departamento, Lasse dá os últimos afazeres aos demais, e uma p*** comida de rabo em Henry, um dos Obliviadores que chegou atrasado, ruborizo enquanto franzo o cenho encarando-o e fitando os demais na sala com um olhar de gozação para com o novato atrasado. -Senhor... -Bato continência para o tal, pigarreio. -Me perdoe o atraso, senhor. Minha coruja atrasou e sou novo contratado. -Com a postura ereta e continência posta, abaixo a cabeça em sinal de vergonha enquanto espero a ordem do Chefe do Departamento.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemNoruega [#176046] por Lasse Løkken Matberg » 12 Abr 2017, 11:06

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– Ocorrido logo depois do jogo de Quadribol dos Tornados e das Harpias.
- A reunião irá acontecer dia 9 de outubro de 2017. Às 22horas sendo uma convocação emergencial.
- Todos os funcionários receberam um patrono/coruja/berrante em emergência.
- A estagiária desta vez não foi convocada, ainda.
- Tema da trama: o trevoso - registro: TRAMA OFICIAL


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    ...O TREVOSO...



                    O jogo tinha terminado com a premissa de todos nós pagarmos as horas atrasadas e enquanto isso, os demais teriam esses dias mais ‘leves’ por terem nos representados. A noite tão prometida de Marsh não acontecera como imaginava, onde poderia sonhar que eu dormiria com minha mulher sem fazer nada? Maya como sempre, estava compreensiva e de quebra ganhei suas tentativas de massagens. O mais importante foi de ver o dia amanhecer e sentir meu rosto inchado, meu braço dolorido e todo o corpo desejando hibernação como se quisesse dormir após alguns dias de missões... É, de fato, Quadribol era tão cansativo quanto! A carta imediata chegou da Academia de Acidentes e Catástrofes Mágicas e isso tudo por culpa do idiota do Sean. Acreditava muito naquele filho da p***, mas ele foi fraco o suficiente para pedir arrego e sair do meu departamento. Ótimo! Não tolero gente fraca comigo! E por conta disso, pedi para outros chefes encaminharem um novo agente, algo que nunca fizera, mas devido à falta de tempo, me aproveitei. O nome do novo agente do esquadrão era conhecido: Andrew. O Príncipe Dinamarquês viria a ser meu subordinado! Engraçado, não? Provavelmente mais um de seus hobbies... Bom, nada contra, nos dávamos bem em Durms, mas desde que ele seja competente, o manterei em minha equipe!

                    Além desta carta, em anexo um elfo aparecera entregando encartes do profeta diário, alguns jornais trouxas e um pequeno processo. – Nada não amor!– Gritei ao longe entregando um doce para o elfo como pagamento e retornei para a mesa do café da manhã. – O que foi?– Não percebera aquele ‘amor’ solto na frase e para disfarçar, apenas ergui o jornal e escondi meu rosto avermelhado para que Maya não pudesse vê-lo. A reportagem era um escândalo, como diabos não sabia exatamente destes fatos? Claro, estávamos concentrados no quadribol e os demais, pelo visto, não fizeram seu papel adequado. Respirei profundo. Havia dado setenta e duas horas de folga a mais para eu, Louise, Gwen e o Kennethy para poderem descansar totalmente e então repor as horas perdidas. Agora... Eu mal poderia comer. Os acontecimentos começaram no início desse mês quando fotos - vazadas -de uma suposta investigação trouxa começaram a circular pela tão famosa "web" trouxa. Desde então, diversas pessoas espalhadas pelo mundo começaram e entrar em chamas, de forma misteriosa e não explicada. Fontes seguras na Divisão Internacional de Paranormalidades - órgão trouxa que analisa fatos sem explicação científica - afirmam, que essas pessoas morreram após decifrarem os símbolos das imagens vazadas. O que a redação desse jornal não compreende, é porquê nada foi feito até a presente data. Estarão nossos "guardiões" aguardando que essa tal divisão trouxa consiga desvendar o segredo guardado a centenas de anos? - O Profeta Diário, Primeira página.

                    - Acho que meu urso terá de esperar sua hibernação. – Soltei baixinho folheando o profeta diário e terminando de tomar café. – Já volto. – Dali, peguei tudo e segui para o quartinho/escritório que tinha no apartamento. A investigação sobre o caso do Ministério da Magia Inglês que encaminhava para nós podermos investigar já que era um assunto ‘internacional’... E naquele dia não dormi ou apareci no departamento, apenas foquei em coletar as informações e organizar o material. Faltando poucos minutos para as vinte horas da noite, convoquei o novo agente para um encontro no departamento. Mal Maya voltou para casa e já saia.– É uma emergência, preciso ir... – Beijei-a calidamente e segui para o Ministério com minha malinha.

                    - Andrew...– Cumprimentei-o ainda no corredor. –Desculpe o horário, surgiu emergência e gostaria que você conhecesse o mínimo do local. O elfo irá lhe mostrar os locais e alguns agentes...– Explicava. – E espero que não trate isto aqui como uma brincadeira para ficar longe do castelo. Espero sua seriedade.– Esbocei um pequeno sorriso demonstrando sinceridade e simpatia, como dissera, estudamos juntos e tínhamos bom relacionamento. Sobretudo, como chefe, deveria deixar algumas coisas bem claras. Dali me enfurnei na sala dos comissários. Após vários bocejos, boas garrafas de café em muitas montagens e colagens, consegui completar tudo. – Isso pode dar merda... – Indaguei analisando a situação. – Talvez deixarei o departamento de criaturas e/ou de mistérios pré-avisados.– Conclui. - Expecto Patronum! – Conjurei meu Leão pomposo e robusto. – Convoque os agentes que ainda estão aqui, diga que é uma emergência. – Preparei as cartas e os berrantes pedindo uma convocação de última hora na sala de reuniões.

                    O relógio de bolso apontava já vinte e duas horas da noite. Sabia que aquele horário não iria agradar ninguém, afinal, nem eu estava contente... Contudo, tínhamos um problema que não poderíamos ignorar. Quando os filhos das putas que tinham ficado em horas extras para nos repor, não foram eficientes? Podia sentir o sangue subir à cabeça e o mau humor voltar. Não tinha dormido o tanto que desejava, ainda sentia dores no meu corpo e o material mais parecia palhaçada para com nossa equipe do que algo sério. Caminhei pesado e apressado até a sala de reuniões, perdera alguns minutos respirando profundo e me acalmando. Estava lotada, todos os funcionários estavam ali e não apenas os mais conhecidos.– Hoje não temos cerveja.– Joguei a papelada que tinha feito. Os jornais, as matérias, os óbitos... Tudo. Ainda em pé cruzei os braços. – Onde diabos vocês estavam quando essa merda aconteceu? ****, confiei em vocês! Pediram-me para ficar sossegado que não teria nada e que poderia ficar tranquilo... Olha aí o tranquilo! Primeira página da **** de um jornal... Acha que estou achando bonito?– Respirei profundo vendo que a equipe do meu turno me encarava um tanto quanto mais assustados. Tinha atenção de todos.

                    - Admito que também falhei em confiar-lhes tal responsabilidade para ficar atento ao jogo, mas isso? Por que não avisaram? Teria feito uma substituição, teríamos saído da merda do jogo e vindo para cá.– Respirei profundo mais uma vez. – Agora não importa, taí a merda. – Meus olhos estavam fuzilantes e o humor nada agradável. E tinha razão por isso! – Dito isso, aviso que ninguém irá tirar uma hora de folga até ter tudo isso resolvido. Enquanto não aparecer uma nova capa de jornal dizendo o quanto somos fodas, ninguém irá folgar.– Vociferei mais uma vez com a voz mais autoritária.

                    - Há cinco anos atrás, uma criança morreu misteriosamente carbonizada após entrar em contato com uns desenhos estranhos que o colega de classe fizera.– Conjurei um notebook modificado magicamente para o centro da mesa.– As imagens da escola confirma tudo, mas o autor não foi identificado... Depois, aconteceu novamente em um internato para meninos do sexto ano. A vítima se chamava Sebastian Brock, pré-adolescente e se olharem as fotos do centro da mesa, verão o estado em que seu corpo foi encontrado. O livro que ele lia era de seu amigo: Alec Climb. As testemunhas disseram que eles eram muito próximos. – Observava atentamente cada um. Sabia que alguns não tinham culpa e outros podia ver notoriamente suas consciências pesadas. Enchi os pulmões de ar: - A polícia trouxa achou uma série de escrituras no dormitório de Alec, encaminharam para a equipe especializada e horas depois, todos estavam mortos. – Caminhava de um lado ao outro passando pelos agentes que estavam sentados à enorme mesa oval. –Para piorar, as fotos das escrituras caíram na internet... Não preciso comentar que aquele que traduz tudo, morre né?

                    - O dormitório continua isolado, o quarto trancado, mas ainda assim, existem muitos curiosos trouxas e bruxos que agora ousam encarar as escrituras como um desafio. Temos de isolar esse quarto, dar um jeito de remover essas escrituras.– Explicava inicialmente como poderia ser nossa missão. - Denny Yamashita* está como um dos funcionários da DIP. Ele será nosso contato no mundo trouxa e irá nos ajudar a impedir que a DIP se aproveite das escrituras. Ele também informou que tem um hacker que publica estas escrituras na internet, precisamos contê-lo antes que torne proporção alarmante. – Caminhava para o outro lado, dando uma volta na sala de Reuniões. – Lembrem-se também que temos aqueles loucos religiosos que acham que isso é algo divino e poderoso aos olhos ‘comuns’.– Virei-me para a equipe de comissão de justificativa trouxas. – Inventem motivos e desculpas, se preciso obliviem tudo, mas não deixa eles saberem da verdade.

                    Por alguns minutos encarei todos ali em um pequeno silêncio. Alguns não tinham culpa. Respirei profundo voltando à minha humildade.- Desculpem-me, alguns não possuem culpa ou sequer sabem do que se trata, mas aos que pesaram suas consciências, espero que possam corrigir seus erros... - Suavizei diante os olhares de alguns intimidados. - Também se tiverem alguma ideia de como resolver as coisas, podem avisar, estou aberto à sugestões, mas precisamos começar isso no amanhecer... Ou agora se for possível. - Voltei ao meu estado calmo e paciente esperando que eles pudessem dizer algo.





Spoiler: Mostrar
Introdução – É os detalhes que estão na mesa, os jornais, etc.
Poderia parecer um ato impensável do profeta diário anunciar diversas mortes pelo mundo trouxa e acusar o Ministério Internacional de incapacidade no controle e sigilo da magia, contudo, morte por combustão automática não é algo comum de se acontecer quando se lê as inscrições de uma reles máquina trouxe de informação. Dependeria exclusivamente do departamento de catástrofes magicas identificar, esclarecer tais ocorridos em território trouxa e ainda abafar os "acidentes". Os fatos apresentados pelo famoso jornal bruxo levavam a acreditar que o Ministério de Liechtenstein estava negligenciando a lei criada pela Confederação Internacional de Bruxos para salvar a comunidade mágica da Inquisição promovida pelos trouxas, escondendo sua existência através das normas criadas no Estatuto de Sigilo em Magia.

Os acontecimentos começaram no início desse mês quando fotos - vazadas -de uma suposta investigação trouxa começaram a circular pela tão famosa "web" trouxa. Desde então, diversas pessoas espalhadas pelo mundo começaram e entrar em chamas, de forma misteriosa e não explicada. Fontes seguras na Divisão Internacional de Paranormalidades - órgão trouxa que analisa fatos sem explicação científica - afirmam, que essas pessoas morreram após decifrarem os símbolos das imagens vazadas. O que a redação desse jornal não compreende, é porquê nada foi feito até a presente data. Estarão nossos "guardiões" aguardando que essa tal divisão trouxa consiga desvendar o segredo guardado a centenas de anos? - O Profeta Diário, Primeira página.

Parte I - Os Fatos

A tragédia começou a cinco anos atrás, com a morte misteriosa de uma criança carbonizada ao decifrar os desenhos estranhos criados por algum colega de classe. A filmagem da escola infantil confirmou o ocorrido, mas o autor dos desenhos não foi identificado, um mistério sombrio esquecido com o tempo. No início do mês, um evento semelhante aconteceu em um internato para meninos, os alunos do sexto ano da escola presenciaram a morte por carbonização de Sebastian Brock, um pré adolescente que lia o livro de anotações de seu melhor amigo Alec Climb. As crianças relatam que os garotos nutriam uma ferrenha amizade e dividiam o mesmo dormitorio e que Alec desapareceu após o ocorrido.

A polícia esteve no local, fazendo investigações que pudessem explicar a morte de Sebastian e o desaparecimento de Alec. Dois peritos da cidade vistoriavam o dormitório dos garotos quando um deles achou - por detrás do papel de parede - diversas inscrições simbólicas e seus significados, após registrar em fotos as 4 parede as imagens foram enviadas para o setor de criptografia local, para que pudessem traduzidas. Cerca de oito horas depois, todos os envolvidos na tradução morreram carbonizados.

Não precisou de muito tempo para que as imagens tiradas pelos peritos caíssem na "internet" e centenas de mortes passasem a acontecer, sempre depois que o leitor decifrava os símbolos. Os esforços conjuntos do poder bruxo e trouxa, conseguiram diminuir o compartilhamento das imagens, contudo, isso não resolveu o problema. Mistério e pânico tomaram conta da pequena cidade, e relatos dos cidadãos repercutiram nas redes sociais, chegando ao topo da lista dos assuntos mais comentados no Twitter em todo o Mundo. O prédio do internato foi evacuado e selado pela polícia, mas curiosos não param de tentar invadir o local, agentes da DIP já assumiram o caso e prometem desvendar o mistério.


Adicionais:
- Podem sugerir outras formas de resolver o caso, podem dialogar, tudo, ele sempre dá essa brecha, também quero que pensem e que seus personagens expressem como eles lidariam com o caso.
- Quem quiser tomar as dores, podem ficar à vontade, quem não quiser, também fiquem à vontade! xD
- Denis é esse NPC: viewtopic.php?p=175863#p175863 – Nesta trama irei mestrá-lo com ajuda da criadora (para não fugir do que ele é).
- No Spoiler tem o texto original do que o Lasse disse e do que tem nas reportagens, colagens, etc.
- A sala de reuniões está lotada, ele realmente acordou todo mundo!
- Esta é a inscrição da trama, é a única parte em que obrigatoriamente precisam postar.
Prazo: 22/04/2014
(será de 10 dias, por ser a única parte obrigatória.
ou o quanto antes postar, irei começar.)
Feitiço: Expecto Patronum[dano: 35]; [dificuldade: 18];
Descrição: Ser de luz que protege o bruxo de Dementadores e Mortalhas-Vivas. É branco-prateado e sua forma varia de acordo com cada bruxo. O encantamento para sua criação é Expecto Patronum e o bruxo tem de estar pensando numa lembrança muito feliz para conseguir executá-lo. Sendo assim, o Patrono é uma reprodução da felicidade da pessoa, mas como não é um ser humano, os Dementadores não podem vencê-lo.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemAlemanha [#176055] por Alisson Jules » 12 Abr 2017, 17:03

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Fim do jogo de quadribol. Isso significava também o fim da minha vergonha, ou melhor, o fim da vergonha que Vicky estava me fazendo passar. Será mesmo que ela não percebe que tem hora que as brincadeiras dela podem me prejudicar? Pior ainda falar daquele jeito com todos meus colegas de trabalho por perto e olha que ainda tinha gente que eu não conhecia. Com certeza eu ia falar com ela depois sobre isso. Eu estava cansada e ligeiramente tonta por conta das cervejas que tomei durante a partida, no momento só desejava a minha cama quentinha, meu travesseiro de penas de cisne e uma boa e longa noite de sono.

Cheguei no apartamento, tirei meu salto alto deixando-o em um armários de sapatos na entrada do apartamento. Eu tinha aprendido há muitos anos com o idiota do Denny Hiroshi, um amigo japonês dos meus tempos no mundo trouxa, que não era bom entrarmos em casa com o mesmo sapato que íamos na rua. Depois disso decidi seguir seus costumes no que eu pudesse, mesmo nos pequenos detalhes... Como será que aquele doido estava hoje em dia? Infelizmente perdi o contato com ele depois de eu começar minha busca pela Sarah, minha meia irmã. Acabei ficando um pouco fixada com isso que acabei não tendo mais cabeça para nada, infelizmente. Eu gostava dele, mas na época eu não tive oportunidade de falar nada, então só espero que hoje em dia ele esteja feliz, mesmo que seja casado com alguma outra mulher.

Respirei fundo tentando afastar esses pensamentos nostálgicos e segui para a cozinha. Um chá de camomila é tudo o que eu precisava para me fazer dormir tranquilamente essa noite. Bom, pelo menos era isso o que eu pensava. Minha noite tranquila de sono foi perturbada por um Patrono.

- A senhorita está sendo convocada para uma reunião urgente no ministério da magia! Venha para sala de reuniões o mais rápido possível. Caso de vida ou morte e não, não é um treinamento ou algum tipo de trote, VENHA!- escutei a mensagem de olhos arregalados. Eu nunca vi esse patrono antes, do meu chefe não poderia ser por que eu estava há pouco com ele e os outros funcionários lá no jogo. Talvez algo estivesse acontecendo e ele não tinha tido tempo de avisar a todos, já que eu já estava longe da sede e a mensagem foi repassada. De qualquer forma, vesti bem rápido uma calça jeans e blusa azul, peguei minha varinha e segui para o ministério.


⥊ ❇ ❉ ❊ ❈ ⥋


A sala de reuniões estava completamente lotada. O caso era realmente mais grave do que eu tinha imaginado, principalmente pela cara do Lasse. Não demorou muito para que ele começasse a falar de forma muito irritada "Não temos cerveja". Ele jogou a papelada sobre a mesa fazendo alguns deles escorregar. Puxei um jornal que quase tinha caído da mesa e imediatamente pude entender o motivo de tanta raiva. O profeta diário tinha como título de matéria da página inicial a seguinte frase: Incompetência ministerial apresenta RISCOS para o Sigilo da Magia. Algo vazou para o mundo trouxa e agora sobraria para nós. Respirei fundo, completamente irritada com a situação e continuei a olhar para o Lasse enquanto passava o jornal para quem estava do meu lado na mesa. Dava pra entender o porque ele estava tão alterado, tivemos uma tarde boa lá no jogo e agora essa bomba cai em cima de nossas cabeças... Alguém poderia ter nos avisado o que estava acontecendo ao invés de deixar as coisas chegarem nesse ponto. Quando algo cai no internet trouxa, viraliza de um forma absurda e com isso várias teorias começam a surgir, dificultando o meu trabalho por exemplo. Felizmente muita coisa do que os trouxas postam não são verdadeiras, mas como saber se quem curtiu esse tipo de coisa realmente acredita ou não?

- Denny Yamashita* está como um dos funcionários da DIP. - ouvi ele dizer. O QUE? Denny? Não, não pode ser a pessoa que eu estou pensado que é, o sobrenome que sempre conheci era Hiroshi e esse cara era um trouxa, definitivamente nunca o vi usando magia. Se ele está trabalhando para o ministério então ele sabe sobre o mundo mágico... Se fosse o meu Denny ele não saberia de nada disso, porque se fosse verdade, se o meu Denny fosse bruxo, então eu poderia contar a ele que eu também era bruxa e as coisas poderiam ter sido diferentes... Respirei fundo novamente, tentando me acalmar dessa vez para prestar atenção no caso, que de fato era mais urgente do que minha paixonite mal acabada - Ele será nosso contato no mundo trouxa e irá nos ajudar a impedir que a DIP se aproveite das escrituras. Ele também informou que tem um hacker que publica estas escrituras na internet, precisamos contê-lo antes que torne proporção alarmante. - Lasse continuou a falar por mais alguns minutos, depois pediu desculpa pois sabia que alguns ali não tinha ideia do que estava acontecendo, incluindo a mim. Depois de um tempo de silêncio inquietante resolvi me pronunciar.

- Senhor? - Levantei a mão- Acho que poderíamos tomar como primeiro passo roubar parte da memória dos meninos do sexto ano que presenciaram a morte de Sebastian Brock, ou pelo menos só a parte do acidente. Talvez assim, revendo-as numa penseira poderemos ver claramente o que houve no local, já que eles apenas viram o corpo se carbonizar e não tiveram contato visual com o símbolo, é seguro para nós. Isso também evitaria que eles "espalhassem" o ocorrido para suas famílias ou para outras pessoas, pois não se lembrariam do que houvera acontecido.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemFranca [#176080] por Antonella Carbeshôn » 13 Abr 2017, 20:26

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    Deixei de lado a bolsa que carregava meu kit básico de sobrevivência para viagens curtas, pousando-a sobre o sofá ao lado da lareira pela qual eu acabará de sair. Com o cabelo desajeitadamente preso em um coque, óculos de leitura ainda descansando em meu rosto e a figura de uma intelectual cansada diante o espelho, me fez refletir se aquele seria um novo estilo ou se só serviria para a apresentação daquele chamado urgente do chefinho. Charllie havia me antecedido os fatos a mais tempo que a fofoca vazada no profeta diário, contudo, aqueles dias não foram suficientes para a resolução do caso que havia tomado proporções tão grandes quanto a possibilidade de cair em redes trouxas de comunicação. O berrador acabava de se desfazer e apesar de ainda estar usando o fone de ouvido do meu ipod que ocasionalmente carregava enquanto investigava o mundo trouxa, os gritos de Lasse eram quase ensurdecedores. O caso do Brasil havia me tomado bastante tempo, no entanto, o trabalho realizado pela equipe poderia de certa forma amenizar os estragos que vinham se desencadeando como um efeito dominó ao redor do mundo. O tempo de um banho poderia me atrasar, mas nem mortinha eu sairia de casa com aquele cheiro de suor, uma maquiagem decente era o mínimo para manter minha dignidade naquele departamento, enquanto projetava desculpas para o chefinho.


    Alguns momentos antes de adentrar a sala de reuniões, pensei que não seria realmente necessário bater na porta e preferi dar uma boa cheretada escutando atrás da porta, buscando se alguma daquelas "zinhas" do departamento falavam algo sobre eu não estar presente no início da reunião, mas - para sorte delas - estava tudo tranquilamente normal. Meu primeiro contato mostrou uma cena de tensão nos olhos de Lasse e a típica geladeira de cerveja não estava na sala. “Full-deoo, a coisa tá seria.” Pensei alto enquanto tentava chamar o mínimo de atenção. - Com licença pessoal. Desculpem o atraso chefinho, estava meio complicado fechar o... – Dei uma pausa e indiquei com a mão direita minha saia vermelha em corte clássico que propositalmente deixei o zíper aberto para que seu rasgado ficasse alguns centímetros acima do joelho podendo assim ser um atrativo a mais para minhas pernas. – Então, pelo visto todos já estão por dentro da primeira página de nosso pouco amado profeta diário. Eu hem... Eles parecem mais afiados do que revistas de fofocas, no entanto, isso é apenas metade dos problemas em mãos.– Indiquei o jornal e dei uma pausa ao me aproximar da mesa mais precisamente próximo de Léon, fiz questão de esbarrar minhas pernas no braço do loiro enquanto ele distraidamente ou propositalmente olhava para o lado. – Léon, pode me ajudar com o zíper? – Uma pergunta rápida que me fez ter vontade de dar pulinhos, mas logo voltei ao que realmente interessava.


    Pousando primeiramente a pagina do jornal sobre a mesa, em seguida comecei a iniciar o dossiê que havia recolhido sobre o caso, um a um em meio a papelada que se desprendia de meu colo esquerdo. – Bem... Vamos lá! Eu trouxe aqui comigo o que consegui reunir de um caso no Brasil. Charllie me deu uma forcinha quando essas imagens começaram a vasar através de uma rede de relacionamentos trouxa e se espalharam por todo o canto do mundo. Fiz minhas malas e fui ver do que se tratava. - Com o indicador, ajustei o óculos centralizando-o em meu rosto e prossegui. – Um trouxa surtou ao ver as imagens “incendiarias” dos casos espalhados pelo mundo e resolveu traduzir, contudo, não obteve sucesso e pateticamente criou seu próprio alfabeto utilizando as mesmas escrituras contidas na capa do profeta diário. – Respirei fundo e continuei. – Apesar de não ter acontecido nada ao garoto, segundo um dos agentes que levei comigo, as palavras não condiziam com o que estava escrito no que foi vazado no primeiro caso, logo... Cheguei a conclusão que precisaremos das imagens originais, todo o texto que começou tudo isso. - Pausei, dando um tempo para que todos pudessem assimilar minha postura mais ativa. - Pelo visto, nem todos conseguem decifrar as escrituras.

    Caminhei pela sala e sentei-me em um assento vazio segurava apenas mais alguns papeis que finalizariam minhas conclusões e logo distribui entre os participantes, com um simples movimento de varinha. – Enquanto a turma se divertia no quadribol, tomei a liberdade de assumir alguns casos e ai estão eles. No Brasil, substituímos os códigos originais antes que a policia chegasse ao local de onde o garoto havia postado as imagens. Um dos ministeriais do Brasil, usou um código de escoteiro para substituir as runas, então não teremos mais problemas por lá e as imagens foram substituídas da rede social do garoto que ainda conseguimos capturar enquanto ele voltava para casa por ter esquecido a mochila, acreditam?- Perguntei retoricamente fazendo uma cara de indignação. - Ele está bem e vai seguir com as suas conclusões de existência de outros mundos enquanto trabalharemos para salvar o nosso, sendo assim, concordo com a queridinha ai, sobre investigar a casa do Alec, mas ainda temos os problemas com as outras mortes e materiais que os louquinhos decifraram.– Pausei mais uma vez, notando que ninguém parecia ter entendido onde eu queria chegar. - Em resumo, o único modo de solucionar o caso, é achar o fedelho e o dialeto maluco que ele criou. - Recostei-me na cadeira e cruzei as pernas, deixando o zíper em total evidência e dando espaço para que os demais pudessem ponderar.





Off:

Charllie : MEU BOY e comandante da Força Policial do Norte da Escócia (Northern Constabulary). Loiro escuro, olhos cinzas e 1,86 de altura. Cuidado, ele não morde, mas a mulher dele sim.

Antenolla foi ao Brasil e conseguiu ocultar os fatos existentes naquele país. O caso não está resolvido, logo precisaremos de muita ajuda para que as provas sejam ocultadas dos noticiários e redes sociais trouxas. Sem mais... É com vocês.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemCroacia [#176098] por Gwendoline Stankovački » 14 Abr 2017, 23:52

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Nem podia acreditar que aquele jogo havia acabado. Nem podia acreditar a hora que a chave de portal me fez parar no meio da sala de casa. - Weed!! Você tá vivo?? - Chamei inutilmente. - Willow! Pirralho!! - Mas ninguém me respondeu. Fiquei me perguntando onde Kenny estaria depois de 3 dias de jogo, porém de certo modo fiquei aliviada, tudo o que eu queria naquele momento era um pouco de paz e tranquilidade... E talvez alguma coisa a mais.

Não sabia exatamente como convidá-lo... Acho que na verdade nunca precisei convidar ninguém, Caleb principalmente. Aquele ruivo tinha o dom de prever quando sua companhia seria necessária, então ele meio que estava aqui sempre quando eu precisava. Acho que talvez por isso ele não estava no apartamento naquele momento, eu não precisava dele, precisava de outra pessoa.

Subi as escadas até meu quarto e joguei a mochila em cima de um monte de roupas no meio do closet, ouvindo o miado desesperado do gato para sair debaixo daquele peso.
- E não é que você tá vivo, bichano? - O gato se desvencilhou das meias e camisetas presas em suas patas e foi sentar na poltrona ao lado da cama, nem sequer vindo me pedir carinho. Fiz uma careta pra ele e peguei a varinha no bolso de fora da mochila. - Expecto Patronum! - Acenei com graveto feito de mogno e o leopardo das neves surgiu na minha frente. - Vá até Hades e o convide para vir jantar comigo amanhã. Acho que umas 20h está ótimo. - Assim que o leopardo sumiu fiquei me perguntando se era a melhor maneira de convidar alguém pra vir em casa. Talvez uma carta numa coruja fosse melhor, afinal, como ele iria saber que era eu? E desde quando eu me preocupava com isso... Com certeza aquele jogo tinha mexido com o meu psicológico, não estava nem conseguindo raciocinar direito. Só esperava que ele conseguisse entender quem era a dona do patrono e estivesse na minha sala no dia seguinte. Sim, no dia seguinte. Naquele momento tudo o que eu consegui fazer foi tomar um longo e delicioso banho quente e desmaiar na minha cama.



[...]



No dia seguinte eu tive certeza que minha passagem por esse mundo tinha acabado. Meus dedos estavam inchados, minhas costas e meus ombros competiam para ver quem doía mais e minha cabeça parecia que iria explodir a qualquer momento. Não sabia o que doía mais, ficar deitada ou tentar me levantar. Com um esforço imenso consegui levar meu corpo até o banheiro e preparar a banheira com os melhores sais e meu saudoso cigarro.

Não sei exatamente quanto tempo demorei, ou ao menos que horas eram, mas assim que voltei para a realidade constatei a escuridão que nascia no horizonte da minha janela. Com certeza eu já estava atrasada e nem havia pensando no que faria pra gente comer. O pior de tudo seria encontrar uma roupa no meio da bagunça eternamente reinante no meu closet. Depois de tentar inúmeras combinações acabei optando pela velha e boa saia de camurça marrom e uma camiseta cinza. Escolher o que usar nunca foi tão difícil quanto naquela noite e o resultado nem tinha ficado tão bom assim. Não importava, a intenção era acabar a noite sem roupas mesmo.

Desci pelas escadas chamando meus irmãos, mas mais um vez ninguém me respondeu. Eu não estava com tempo para descobrir onde eles estavam, só torci para estarem vivos e não aparecerem na hora errada. Na geladeira não tinha muita coisa, mas me virei bem com o que tinha sobrado da ultima compra de Galen. Nunca tinha cozinhado para ninguém além de meus irmãos, afinal, dificilmente nos encontrávamos naquele apartamento.

Eu tinha acabado de colocar a mesa quando a campainha tocou. Verifiquei se tudo estava no lugar pela última vez, ajeitei meu cabelo no espelho logo abaixo da escada e corri até a porta com o coração disparado. Sim, disparado... Mais um efeito da abstinência, ou cansaço, ou o que quer que fosse que estivesse me fazendo agir como idiota perto do grego. Abri a porta e lá estava ele, com aquele mesmo sorriso charmoso do dia em que nos conhecemos e uma caixa de bombons. Hades me cumprimentou com um beijo no rosto, fazendo aquela sensação maravilhosa do desconhecido percorrer meu corpo assim que seus lábios encostaram na minha pele.

A comida até que não tinha ficado tão ruim, acho que com mais um pouco de esforço até minha avó teria gostado, mesmo com toda aquela frescura sobre "harmonização dos sabores". Assim que os pratos estavam vazios os recolhi e levei até a pia. Coloquei a massa do sufle de chocolate no forno e quando me virei lá estava o loiro de novo... Estranhamente perto de mim, mas dessa vez eu não estava com medo, apesar de ainda não ter me decidido se ele era perigoso ou não.
- O que você tá fazendo... - Novamente meu coração disparava com o leve toque de seus dedos em minha nuca. - Nada de mais... - Ele me respondeu, com um sorriso malicioso.

Aqueles olhos azuis me hipnotizaram tempo suficiente para ele fazer sua jogada de mestre e sua boca alcançar a minha. Senti a ansiedade daquele momento percorrer meu corpo inteiro. Sua mão passeou livremente pela minha cintura, pressionando seu corpo contra o meu, deixando claro o quanto ele também queria aquilo, o quanto me desejava.
- Alguém me parece desejosa... - Alguém na verdade parecia necessitada, ou louca, ou sei lá eu o que... Eu já não sabia mais como agir, minha respiração estava completamente descompassada e, definitivamente, já não estava no controle de mais nada. - Você não sabe como... - Sussurrei ao pé do seu ouvido. Quase que sem esforço ele me colocou em cima do balcão da cozinha, se posicionando estrategicamente entre minhas pernas. Meus lábios percorriam sua nuca, suas mãos foram sorrateiramente para baixo da minha saia, e aquela luz... Luz? - Mas que p*rra é essa... - Eu não tinha tomado vinho o suficiente para ficar bêbada e ver coisas, mas eu podia jurar que aquele era o patrono do Lasse e... - Sua presença está sendo requisitada com urgência no ministério. - Meu chefe não podia ter sido mais irritantemente pontual. Ele não podia ter aparecido uma hora depois?

As caricias de Hades sessaram assim que a voz do leão inundou a cozinha e junto com elas se foram as minhas esperanças de finalmente ter uma boa noite de sexo depois de três dias sentada em algo que não me proporcionava prazer algum. Aquele brutamontes iria me pagar, a se iria.
- Eu realmente estou detestando ter que te dizer isso, mas preciso ir até o ministério. - Ele não disse nada, apenas se afastou para que eu pudesse descer do balcão, mas sua expressão deixava claro que ele estava tão frustrado com tudo aquilo quanto eu.

Aquela altura eu já nem lembrava mais a quanto tempo o sufle estava no forno, apenas desliguei e torci para não ter queimado. Quem sabe depois daquela palhaçada do Lasse eu não poderia afogar minha decepção naquele chocolate todo.
- Me espera ali na sala, eu só vou pegar um casaco, já volto. - Corri pelas escadas e peguei a primeira jaqueta que estava minimamente passada no meio da bagunça. Joguei a varinha dentro da bolsa e voltei ao encontro de Hades, nada satisfeito com a companhia do sofá da sala. - Vamos? - Ele se levantou, ainda sem dizer uma palavra, me deixando mais aflita ainda. Eu tinha certeza que depois daquela ele não iria querer me ver tão cedo e as minhas chances de finalmente experimentar tudo aquilo que me tinha sido prometido agora eram nulas. Assim que fechei a porta, do lado de fora do apartamento, lá estava ele, me analisando novamente com aqueles olhos azuis. - Pelo menos posso te ver novamente? - Aquilo me pegou de surpresa, deixando claro, mais uma vez, o quão surpreendente o homem a minha frente era. Acredito que qualquer outra pessoa já passaria para a próxima, mas aquela não parecia ser qualquer outra pessoa. - Eu adoraria. Deixo a próxima vez por sua conta. - Um sorriso involuntário deu as caras, bem a tempo dele se despedir de mim com mais um beijo no rosto e ir embora.

Em instantes a imagem do grego deixando meu apartamento foi substituída pela entrada do ministério. Respirei fundo, ajeitando as mãos dentro dos bolsos do casaco, e me dirigi até a sala de reuniões do departamento. Aquilo realmente devia ser uma emergência, todos os turnos tinham sido convocados, eu nunca tinha visto aquela sala de reuniões tão cheia. Talvez fosse por isso que eu não tivesse visto nem sinal do pirralho. Me sentei numa das cadeiras ainda vagas próximo a um amontoado de funcionários quase que desconhecidos para mim.

Não demorou muito para que meu não tão querido chefinho aparecesse logo de cara com um "hoje não tem cerveja". Agora sim eu estava começando a acreditar que aquilo tudo era sério. Ele jogou a primeira página do Profeta Diário na mesa, revelando uma matéria nada amigável. No notebook nos mostrava casos de combustão instantânea em alguns trouxas. Quer dizer, para eles aquilo era uma combustão instantânea, para nós aquilo era magia... E eu suspeitava que era magia negra. Ao fim da explicação, Lasse deixou claro que ele também não estava nem um pouco feliz com aquela situação. Além disso ele tinha razão para ficar bravo, incompetentes foram os que ficaram para nos cobrir durante o jogo e não fizeram seu trabalho.

A primeira sugestão até que não foi de toda ruim, apesar de eu achar que localizar as testemunhas não seria fácil, a não ser que o informante ajudasse. Porém, nem bem digerimos a primeira parte já fomos interrompidos pela presença nada discreta de Antonella. A cara de pau daquela mulher era algo que me impressionava, queria eu ter pelo menos um terço do cinismo dela. Parecia que o caso apresentado por Lasse tinha uma "parte 2", mas agora no Brasil, deixando claro que aquela situação estava ficando mais do que fora de controle. Apoiei o cotovelo na mesa, dando sustentação a minha cabeça, e me virei para Lasse.
- Olha, se quiser eu posso me encarregar do tal hacker enquanto vocês procuram os garotos, assim a gente diminui as chances disso tudo se espalhar pelos trouxas. O pirralho pode vir comigo e me ajudar nisso. - Assim eu poderia descontar minha frustração em alguém e manteria o Kenny por perto, tentando evitar qualquer besteira que ele pudesse fazer.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemDinamarca [#176147] por Andrew A. Schleswig » 17 Abr 2017, 09:29

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    É engraçado como algumas coisas tendem a se repetir em um ciclo vicioso não importa quanto o tempo tenha avançado e as pessoas tenham crescido. A situação com meu irmão por exemplo, era uma daquelas constantes. Seus olhos verdes não haviam mudado de nenhuma forma nos últimos dez anos, muito menos sua mania acusatória e desejo de perseguição baseado no egocentrismo, que se expressava assim que havia anunciado que voltaria ao ministério. -O que é isso, está me espionando agora, Andrew? Isso não vai adiantar se acha que vou desistir de provar que sou melhor que você.- Podia ouvir sua voz dizendo, enquanto meus olhos encaravam o garoto de dezoito anos que se assemelhava tanto ao de oito afoito por receber uma coroa que pateticamente jamais conseguiria alcançar. Como das outras vezes, aquilo soava como hilário. Embora minha etiqueta completamente sem falhas e perfeita não permitisse rir na cara de meu irmão ou fazer nada diferente que não fosse manter a calmaria, enquanto balançava a cabeça. Ele já me odiava o bastante sem isso. -Na verdade, apenas desejo ser útil ao mundo bruxo...- Menti com uma expressão límpida e bela, embora o que realmente desejasse fosse me livrar daquela camisa de força que eram minhas atribuições como príncipe herdeiro da Dinamarca. -Não tenho qualquer interesse em competir com você, sinto decepciona-lo, irmãozinho.. -Até porque já era uma competição ganha, mas não diria isso ou usaria menos educação. Nosso relacionamento sempre foi complicado e competitivo desde que ele tinha nascido, e eu não precisava deixar seus olhos em chamas enquanto lhe jogava frente a frente a verdade.

    Pelo contrário, não devia explicações a Phelipe, ou precisava jogar álcool na fogueira. No momento só queria ganhar uma desculpa para tirar férias da Dinamarca e de meu pai, e a convocação de Lasse havia caído como uma luva, assim como o apartamento que havia comprado não tao inocentemente usando ela como desculpa. E, mesmo que minhas ambições para com um antigo colega de escola não fossem tão autruistas assim, como um bom funcionário ou jogador, eu não iria decepciona-lo. Era quase um costume ser excelente e perfeito em todas as áreas, mesmo diante do que soava como um mero hobbie para passar o tempo. Talvez realmente Lilith tivesse razão quanto ao meu chato TOC perfeccionista.

    -Não se preocupe Lasse, deve se lembrar que, mesmo em jogos, eu nunca entrei em uma partida para perder. Não que esse seja o caso...- Balancei a cabeça para o troglodita norueguês que, muito mais que um colega de escola, havia sido alguém com quem costumava brincar devido à proximidade de nossas famílias quando não estava atrasado para alguma lição ou fazendo atividades nenhum pouco prazeirosas enquanto a guarda real me observava. O que não representava nem um mísero por cento de meu tempo. De qualquer forma, novamente, logo nossos caminhos se separaram, quando o loiro entrou em seclusão em sua sala e, calmamente eu segui o elfo enquanto ele me mostrava todas as áreas do departamento ministerial de Lichenstein. Um departamento bem diferente da seção de inominaveis, onde, outrora, eu havia sido escalado poucos meses depois de formar em Durmstrang.

    Quanto tempo durou a visita ou quanto tempo levei para estar a par das atividades do departamento quando tudo acabou e sentei em uma mesa qualquer na sala do esquadrão? Não sei ao certo, mas aquela sensação inicial de liberdade fazia até mesmo o tempo ficar ínfimo e curto até que fosse chamado de novo. Aparentemente Lasse faria uma reunião e, mesmo que não houvesse sido apresentado para todos oficialmente. Eu deveria aparecer para a discussão de uma pauta de extrema importância.

    Passos discretos e elegantes e um lugar mais afastado para sentar. Essa fora minha entrada um tanto discreta na sala vazia que logo se encheu, e depois disso não demorou para que as palavras de Lasse preenchessem o recinto. Primeiramente ele ralhava sobre a falta de atenção, e uma manchete. Aparentemente vários trouxas mortos e uma inscrição de magia negra que matava seus tradutores. Um verdadeiro desastre para o que a maioria chamaria de invasão ovini ou jogo mortal, tendente a virar um desastre de grandes proporções no futuro, ou pior, expor nossa comunidade aos olhos trouxas. Grande problema que teríamos que reverter? Com certeza, embora tivesse me mantido calado, pensativo e anônimo no início, antes que resolvesse erguer a voz. Percebendo então todos os olhares se volverem em minha direção, como se finalmente, notassem um fantasma.

    - Eu acho que um bom ponto de partida seria descobrir a origem dessa magia, sua natureza, origens, teor. Se pudermos fazer isso, é possível neutralizar sua fonte e quem sabe até encontrar seu criador?- Questionei calmamente com um sotaque um tanto puxado para o dinamarquês, então abrindo um sorriso belo, educado e gentil para todos os meus colegas. - Desculpe, não me apresentei, sou Andrew e fui recentemente escalado nesse setor. Prazer em conhecê-los.- E me levantando, fiz uma reverência quase formal demais. Não falaria quem eu era, ou meu nome completo ali, pelo menos por enquanto. Quem sabe assim não conseguia me manter algum tempo vivendo na normalidade, antes que algum jornal chato voltasse a infernizar minha vida?

    Off: Sorry o post lixo.
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Re: Sala de Reuniões

MensagemSuica [#176309] por León Nicolaj Orlov » 23 Abr 2017, 19:05

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Reunião Urgente e fendas perigosas

Fazer relatórios , organizar arquivos, verificar casos e denúncias. Esses eram apenas algumas das atividades que mantinham León ocupado naqueles dias em quem a maior parte da equipe se voltava para o torneio de quadribol. A princípio, o jovem Orlov torceu o nariz para para aquela distração. O trabalho que realizavam dentro do ministério estava diariamente se mostrando importante demais para deixá-lo assim, de lado, por causa do esporte. Além do mais, era responsabilidade demais para eles que já tinham suas próprias funções diárias, ainda ter que lidar com o duro trabalho que o chefe do departamento realizava dentro do ministério. Porém, os outros foram incisivos: O que poderia acontecer de tão ruim em tão pouco tempo? Houve até quem dissesse a León que deixasse de ser tão estraga prazeres.

Obviamente, Leon discordou daquilo. Sabia o quanto o mundo mágico poderia ser instável, às vezes, e o quanto era importante manterem uma vigilância cerrada sobre as coisas que aconteciam ao redor do mundo. Mas a paixão bruxa pelo jogo era algo completamente inexplicável e, além do mais, Lasse fora convicto: tinha uma excelente equipe que ficaria de olho em tudo enquanto ele e os outros colegas estivessem ocupados com o quadribol.

Assim, como era voto vencido, o bruxo apenas acabou se calando e não se envolveu mais naquilo. Principalmente depois que viu o sorriso e a empolgação de Louise com os jogos que ela teria a oportunidade de participar. Não que ele se importasse com o quadribol. O esporte, definitivamente, fazia parte de um período da sua vida que ele preferia esquecer. Mas era óbvio que León nutria pela rosada Louise, um carinho especial e definitivamente, vê-la sorrir tão empolgada o fazia se sentir bem. Tanto que, a certa altura dos acontecimentos, concordou intimamente de que ele era realmente um chato turrão.

Tinha de reconhecer que o departamento ficava muitíssimo mais tranquilo sem a presença de Lasse e seu humor intempestivo. O encarregado do trabalho de Lasse era, de longe, alguém muito mais pacato e ponderado. Mas León, as vezes, preferia a agitação do chefe e colega de infância que acabava por mantê-lo tão ocupado quanto ele mesmo gostava de estar, posto que, para ele, o trabalho era mesmo um meio de fugir de sua realidade feia e miserável. Estava, portanto cansado da calmaria que se apresentava durante todos aqueles dias.

Porém, os dias se arrastaram e nenhuma convocação foi enviada e o jovem Orlov acreditou que estava tudo realmente em paz, apesar de incomodado com a calmaria. Mas, logo depois, veio aquilo. Toda a tranquilidade se desfez tão rápido que a convocação de Lasse às 22hs não lhe causou nenhuma surpresa . Na verdade, León estava acostumado a ficar até bem mais tarde trabalhando em seu escritório. Assim, quando o leão de Lasse se apresentou em sua sala, exigindo sua presença na sala de reuniões, ele não pôde deixar de dar um breve sorriso satisfeito. Depois, apenas guardou a papelada com a qual estava lidando e, tomando a bengala para si, encaminhou-se para a reunião de emergência.

León nunca vira aquela sala de reuniões tão repleta de funcionários como naquela noite. Alguns já estavam na sala quando ele mesmo chegou, mas a maioria ia chegando logo depois, um atrás do outro com uma urgência evidente em seus semblantes preocupados. Muitos daqueles que foram convocados, ele já conhecia a longa data, porém havia ainda um grande número de pessoas as quais ele sequer sabia que existiam. No entanto, todas elas se apresentavam tensas e até mesmo insatisfeitas com a convocação urgente em horário tão pouco convencional.

A irritação estampada no olhar de Lasse não deixou León nem um pouco surpreso. Cauteloso como era, sabia que algo como aquilo poderia acontecer e...bem....ali estavam. Os encarregados deixados por Lasse haviam ignorado algo de suma importância e agora o homem cuspia cobras e lagartos, culpando a tudo e a todos pela falha, mas León não se sentiu intimidado. Lasse era tão culpado quanto as pessoas que ele deixara no comando e, por isso, o jovem Orlov apenas encarava o chefe com um olhar impassível e sereno. Era comum que o outro estourasse com algo como aquilo e León, jamais pegaria a culpa dos outros para si mesmo numa situação como aquela, apesar de, assim como outros que não tinham nada a ver com tudo aquilo, ter que pagar pelos erros cometidos. Os impropérios passariam e logo o homem estaria cometendo os mesmos erros novamente. Era assim com a maioria...

A chegada de Antonella na reunião trouxe uma mudança no estado de espírito de León. Até então, ele ouvia com calma e paciência aos colegas que tentavam ajudar com ideias sobre como poderiam lidar com o problema. Gostava de analisar em silencio o que cada um dizia para poder, com calma e racionalmente dizer o que pensava e ajudar de algum modo. Porém, Antonella, sempre ela, conseguia minar sua calma e jogar fora qualquer tentativa de permanecer centrado no que tinha que fazer.

Ela chegou atrasada, uma tempestade de verão, derrubando e destruindo a fortaleza que Leon construíra em sua volta para poder lidar com todos os problemas. Estava muito bonita com aquele ar mais intelectual, mas quando foi que ela na ficou bonita com qualquer que fosse o estilo que estivesse usando? Foi então que ela se aproximou dele, a vitima favorita de seus assomos sexuais . León olhou desconfortável para o lado, pensando que assim poderia fazê-la desistir de seus objetivos. Talvez se ela achasse que ele não havia notado sua presença... mas não, com naturalidade estranha demais, ela roçou as pernas no braço dele e pediu-lhe que fechasse o zíper de sua roupa... assim... na frente de todos, atraindo todos os olhares daquela maldita sala para ele que, como um idiota ficou lívido e, sem saída fechou a roupa da mulher totalmente desconcertado, embasbacado.

A partir de então, a única coisa a fazer foi simplesmente ficar totalmente mudo e acompanhar o restante da reunião como pudesse, deixando para os colegas a tarefa de pensar em ideias para solucionar o problema. Tímido como era, não teria mais animo para pronunciar sequer uma palavra.
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"Sou um urso sobrevivendo à tempestade de gelo no ápice do inverno."
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Re: Sala de Reuniões

MensagemNoruega [#176416] por Lasse Løkken Matberg » 01 Mai 2017, 12:12

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    Aos poucos podia ver o quanto os rostos dos demais membros do departamento também fechavam-se. Era de se imaginar, afinal, tinha vontade de dar uma boa dose de castigo e extremos treinamentos na academia como castigo... E sabia muito bem que tinha minha parcela de culpa até porque como chefe, deveria ter tido a responsabilidade absoluta em cuidar do departamento e de suas funções; mesmo como chefe jamais poderia confiar em meus homens... A verdade é que sempre confiei em meu esquadrão no mundo trouxa. Era o tenente-coronel respeitado por todos e que tinha profunda confiança em seus homens... Pois é, não estava no meu QG e pelo visto, jamais poderia lhes dar esse voto de confiança!

    O momento de cada um se pronunciar iniciou, até então, apenas podia ver o rosto de Andrew, Alisson, Gwen e Leon. Alisson dera sua sugestão. – Tudo bem, Alisson, pode cuidar disso? Fale com o nosso informante da DIP e veja se consegue alguma informação adicional.– Voltava a manter a calma e antes que pudesse pensar em qualquer outra ideia, Antonella chegara. Nada comportada, nada séria... Não que ela fosse uma mulher de poderio e corpo desejoso, mas naquele momento, mais parecia um insulto do que modos adequados de se comportar. Será que deveria impor regras de vestimentas? Bom, se lhe faltar bom senso, será o caso inventar algo e começar a ser um chefe chato. – Menos mal... – Comentei sobre a ideia dos códigos serem alterados para linguagem de escoteiros. – Faça essa visita à Alec, nem que interrogue seus familiares. Descubra seu paradeiro e reporte imediatamente. – Respirei profundo tentando me acalmar.

    - Convoque David Miller* para ajuda-la nisso, ele é do Ministério Inglês. Veja se tem mais casos por lá também e como está a repercussão. – Virei-me para Gwen que parecia ter ficado um pouco atrasada quanto à reunião. Não poderia culpa-la, estava extremamente cansada do jogo.– Não Gwen. Pelo que Antonella acabou de falar, o caso das informações da internet já foram ‘acalmadas’. Creio que podemos deixar para o Ricardo Aron* que é do departamento do Brasil, ele poderá conter isso e ajudar Alisson e o Informante se for preciso de algo a mais...– Explicava. – Porém...– Voltei-me para Andrew. – Gwen e Andrew, descubram sobre essas runas, traduzam elas. Preciso que vocês consigam isso o mais rápido possível assim iremos descobrir uma forma de reverter essas runas e evitar que mais pessoas possam morrer.– Não deixaria o novato sozinho e Gwen era sábia o suficiente para poder-lhe ajudar... Bem como, sabia da genialidade de Andrew em assuntos que envolvessem magias, rituais, runas, etc. – Alisson, irei contigo atrás de Sebastian e... Leon, vá com Antonella.

    - No mais, tentaremos ser rápidos e precisos, sem falhas, por favor...– Virei-me para Antonella. – Comporte-se.– Lancei um olhar pesado e severo, acho que não precisava mencionar suas vestimentas, precisava? – Recaptulando... Antonella e Leon, vão atrás de Alec. Levantem históricos sobre ele, tudo o que puder para localizá-lo. Interroguem amigos e familiares mais à fundo. – Virei-me para Gwen. – Andrew e Gwen, peguem as escrituras e traduzam o quanto antes, nem que seja preciso ir na África! – E virei-me para Alisson. – Nós dois cuidaremos desse Sebastian.– Respirei profundo observando todos.– Os demais dividam-se em colaborar com os demais casos, vejam nos arquivos se existiram casos semelhantes, analisem com os demais departamentos situações atípicas como estas e nos reportem... – Caminhava para próximo de Alisson. – Alguma objeção?. –Perguntara ao final.– Ótimo, podem começar.– Espero que não tenham achado que iriam dormir, certo?


É isso pessoal, finalizei aqui a parte da reunião. Em breve iremos iniciar a segunda etapa e desculpem a demora! Vamos contar com rolagens de dados e possivelmente surgirá uma surpresinha aí! Espero que curtam!

CONVOCAÇÃO ENCERRADA!
Apenas poderão participar da trama:
- León Nicolaj Orlov -
- Andrew A. Schleswig -
- Gwendoline Stankovački -
- Alisson Jules -
- Antonella Carbeshôn –

-NPCS-
Ricardo aron: - Tem cuidado da publicação e repercussão do caso na internet, tem combatido os hackers, etc. Possui informações que poderão ajudar a equipe.
Quest: 1 – Encontrar-se com Ricardo e ajuda-lo a pegar um item.

Hiroshi: - Informante que trabalha na DIP já há algum tempo. Precisa-se coletar mais dados com ele e ir atrás de Sebastian.
Quest: 1 – Coletar informações extras e ir atrás de Sebastian

David Miller: - Seja acompanhada por David para ver se existem mais casos por seu ministério.
Quest: 1 – use-o para ajudar a encontrar possíveis paradeiros de Alec

- Todos: arrumar justificativas que possam enganar os trouxas durante as quests.


CONTINUAÇÃO AQUI
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Lasse Løkken
 
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