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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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O trevoso!

Descrição: A trama do trevoso.

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Re: O trevoso!

MensagemAlemanha [#178290] por Alisson Jules » 02 Ago 2017, 18:53

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O cheiro por ali estava beirando ao insuportável. Não tive sucesso ao identificar algum corpo, todos estavam carbonizados. Minha preocupação agora é em apenas conseguir caminhar sem danificar nada por acidente. Suspirei levemente colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.
- Jules... - franzi o cenho assim que uma conhecida me chamou. Como não senti alguém se aproximando de mim? Me virei para ver quem era.- Anne! - eu disse espantada ao reconhecer a jornalista do Lummus.- Mas que droga! Você me assustou. - Tentei disfarçar a minha raiva momentânea. Impressa do mundo mágico numa hora dessas é um péssimo acontecimento. - Você... Por acaso a Vicky sabe que você está aqui? Ou foi ela quem mandou você vir? - balancei a cabeça- Quer saber? Deixa pra lá, vamos sair daqui. Não aguento mais esse cheiro.- falei puxando Anne pelo braço. Voltei para perto do me chefe, Denny e os outros. Denny me fazia perguntas com o olhar, nada que eu pudesse responder no momento. Mas a verdade é: não engoli nenhum pouco essa história de uma jornalista presente. E na primeira oportunidade vou tirar essa história a limpo.

⥊ ❇ ❉ ❊ ❈ ⥋


Horas depois todos estavam reunidos novamente no Ministério da Magia da Ucrânia para uma nova reunião, incluindo a jornalista – e minha conhecida – Anne. O que me fez lembrar de ligar para a dona "Sem noção" vulgo Vicky Clark. Peguei meu celular, procurei na agenda por "Criatura" e fiquei esperando ela atender.
- Vicky? É sou eu Alisson – eu disse com ar de poucos amigos – Me diz que você não mandou uma jornalista pra atrapalhar meu departamento? (...) Não interessa cara, você é a vice diretora do Lummus agora, você tem o poder de vetar decisões de jornalistas. (...) E daí? Eu te conheço. Você pode ter sido contra, mas tenho certeza que no fim das contas você deu permissão para ela vir. (...) Lasse? Você tá preocupada com o meu chefe aos invés de se preocupar com a sua amiga de infância, criatura? (...) Aff Viky, ta bom, depois a gente conversa melhor. Tenho que ir pra reunião, que graças a sua jornalista só vai ser pior ainda agora. - No final do corredor avistei outros funcionários e o senhor Lasse entrando na sala e torci para não estar atrasada.

O senhor Kriev, o chefe de departamento do Ministério local, foi bem direto. Basicamente ele também odiava o fato de ter uma jornalista nos acompanhando. Cada um dos nossos colegas de equipe expuseram o que tinham conseguido como informação e logo chegou a minha vez.- Bom pessoas, eu e Lasse não conseguimos juntar muita coisa. Nós íamos em busca de mais informações, porém fomos interrompidos com a notícia do atentado de onde estivemos ontem. Kristof e Sigmund ficaram desconfiados o tempo todo e quando finalmente mandaram o Denny ajudar aconteceu a emergência. - eu disse calmamente. Anne parecia nem piscar, não perdia nenhuma informação que ela pudesse usar. Kriev mostrou um rastro sombrio e negro de magia com o endereço anotado abaixo no relatório. - Eu acho que vi algo parecido com isso ontem, senhor.
- Acho que vocês já imaginam o que devemos estar enfrentando.– disse ele seriamente olhando a todos que estavam ali. Infelizmente depois de ontem eu também tirei minhas conclusões e esperava estar errada. Não. Eu não estava. Infelizmente teríamos que enfrentar um obscurial. De todos os problemas com a magia e casos que já trabalhei, esse era de longe o mais difícil. Nunca vi um obscurial em toda a minha vida, e a pior parte disso é saber que se trata de apenas uma criança. Cabia a nós agora ir até umas das raras casas que ainda se encontravam intactas em busca do garoto. Ao fim da reunião tentei de novo ligar para Vicky, talvez dessa vez eu conseguisse falar melhor com ela (com menos raiva também) antes de ir encontrar Alec.

- Você não tem aquela amiguinha sem noção do jornal? Por que não fala com ela pra tirar a intrometida daqui? - Disse Gwen surgindo atrás de mim. Por enquanto eu não tinha nada contra ela, então respondi casualmente. - Eu já tentei ver o que eu podia fazer. Mas, sem sucesso. - dei de ombros. - Ao que parece vamos mesmo ter que trabalhar junto com a jornalista. - se ela já estava com raiva assim, imagina se soubesse que eu e Anne também éramos conhecidas?

⥊ ❇ ❉ ❊ ❈ ⥋


Segui ao lado de Anne e com alguns da minha equipe em direção ao local que Kriev tinha instruído. A jornalista pareceu relaxar um pouco enquanto caminhávamos e puxou assunto comigo.
- Sabe Anne, não é medo de você, na realidade. Todos só estão preocupados que a sua presença agrave as coisas.- disse a ela da forma mais gentil possível. - Sim, eu sei que você pode ajudar se for necessário. Para ser sincera, e você que eu costumo ser bem sincera com você, o melhor seria se você não estivesse aqui. Apesar da gente se conhecer e eu também conhecer a Vicky, achei que vocês não se envolveriam nessa história... É perigoso. Eu liguei para ela, falando nisso. - soltei um sorriso torto e envergonhado – Mas não se sinta mal, você já está aqui, não temos mais muito o que fazer a não ser encontrar o menino. - continuei tentando apaziguar a situação.

Finalmente no lugar certo, procurei ao redor da casa, no lado externo, em busca de alguma pista ou indícios de que o menino ainda estava por ali. Enquanto isso Anne já lançava o feitiço de proteção na área. - Talvez seja mesmo útil ter mais uma varinha conosco, não é? - impliquei com ela falando baixinho. Senhor Lasse chegou nesse exato momento e se juntou a nós a procura do menino. Sem sucesso com pistas, entrei na casa junto com meu chefe, deixando Anne lá fora por um tempo. E lá estava ele no porão, sentado no chão, com alguns corpos ao redor e as escrituras de runas. Ele parecia bem confuso. Suas lágrimas deixavam uma linha fina e branca em seu rosto sujo e triste. Foi a pior cena que eu tinha visto ao vivo até hoje. Vê-lo daquela forma, me fez lembrar da minha irmã Sarah, além dos dois aparentarem ter a mesma idade, ela também teve dificuldades com seus poderes, mas nada tão extremo quanto Alec.

Me aproximei com o máximo de cautela possível... Antonella parecia ter achado ele primeiro, Anne, que agora já se encontrava novamente ao meu lado, implorava ao Lasse pela vida do menino. Honestamente, também senti como se ele estivesse tramando algo, mas acho que ele não será tão radical ao lidar com o caso, por se tratar de uma criança, pelo menos ao meu ver ele era uma criança. Respirei fundo conforme ia chegando mais perto de Anne que se aproximava demais do garoto enquanto tentava acalmá-lo. Lasse também pareceu notar a aproximação exagerada de Anne e a segurou pelo braço. Eu que estava a poucos centímetros ao lado dela, me movimentei lentamente me posicionando na frente dela, sem tirar os olhos de Alec. Ela cutucou minhas costas e eu entendi aquilo como uma reclamação por ter ficado em sua frente, mas eu não liguei para isso, afinal temos que proteger a jornalista e na realidade, eu estava protegendo uma amiga.
- Sim, Alec. A gente só quer te ajudar – eu disse da forma mais calma possível - nós somos amigos. Somos do mesmo jeito que você. - tentei fazer com que ele confiasse em nós. Talvez ele pensasse que era o único "estranho" nesse mundo. - Sabemos que você não teve culpa, pequeno.


Mentioned: Kriev, Denny, Kristof, Alec, Sigmund, Lasse Løkken Matberg, Annegrieth P. Holmes, Vicky Clark e Sarah Stromfield | Listening: Tokyo Ghoul - Unravel | Notes: Narrando a ação de tentar acalmar o Alec
Alisson Jules
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Re: O trevoso!

MensagemFranca [#178359] por Antonella Carbeshôn » 06 Ago 2017, 01:54

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    A parte chata de trabalhar é ter que trabalhar, mas em compensação, largar a parte burocrática e partir para a ação era a melhor em fazer parte do departamento de catástrofes.

    O ministério parecia chocado com todos os recentes acontecimentos e já era de se esperar com tantos trouxas morrendo carbonizados pelo mundo e sorte nossa deles não saberem que a causa "sobrenatural" na verdade era mágica. A sala de reunião me pareceu pequena em para tanto furdunço e a presença do digníssimo ministro da magia fez cair a real de que aquela missão em especial colocaria o de alguém na reta, então, me restava bancar a moça comportada para o chefinho de traseiro enorme antes que sobrasse para a loira aqui. Toda a situação me faria por os caros scapins na sapateira e calçar os novos coturnos que comprei na passadinha conturbada pelo território americano e o sobretudo vermelho magicamente ajustado para realçar minhas curvas seriam mais que essencial naquela missão. Caso alguma coisa desse errado, eu pelo menos cairia com estilo, contudo, era melhor pesar sempre que as coisas terminariam bem.

    A Ucrânia não era um dos lugares que eu gostaria de viajar antes de morrer, no entanto, enfrentar um obscurial também não estava em meus planos, mas fazer o quê quando o destino me levava para aquele fim de mundo. Sorte minha de estudar o caso direitinho e levar para o chefe informações cruciais que estavam no momento me servindo muito bem. Pensei na pobre criatura que enfrentava aquele distúrbio e me veio em mente que talvez meu filhote estivesse naquela situação se pela desventura acontecesse alguma coisa em sua vida. Eu jamais me perdoaria.

    A viagem seria mais interessante se Leon se mantivesse no time de linha de frente, mas talvez fosse a hora de o deixar seguir suas políticas e eu as minha, logo dei um leve beijo de despedida em suas bochechas que pareceram corar e me afastei com saudades para o que com certeza seria uma guerra. Ter em companhia aquelas mulheres do departamento de catástrofes quase me causou náuseas e melhor seria uma companhia masculina para me distrair nas poucas horas vagas que teríamos até o local de maior suspeita do caso. O vilarejo incendiado e o único suspeito em uma casa aparentemente vazia, no entanto, as luzes acessas denunciavam que alguém à habitava.

    O diálogo não pareceu muito favorável e alguns membros do departamento já preparavam o terreno com as defesas e ilusões necessárias para que tudo ocorresse conforme a visão trouxa. A hora da ação havia finalmente começado e não me restava mais alternativas além de dançar conforme a dança, logo eu que adorava quando as coisas começavam a ficar quentes. Após adentrar a casa e reparar o quão conturbado o garoto parecia estar notei que a varinha em minha mão não seria a melhor escolha para tentar confortá-lo, entretanto poderia ser a minha única salvação caso algo saísse dos conformes e naquele momento, apesar das ordens de aniquilar o alvo na melhor das ocasiões – sendo aquela – a cena me comoveu ao ver o quão indefeso a criatura parecia ser.



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Sorry a bagunça, o post curtinho e mal revisado, mas achei melhor uma introdução antes que tudo comece ou não a explodir.
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Re: O trevoso!

MensagemNoruega [#179763] por Lasse Løkken Matberg » 19 Set 2017, 12:44

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    O que poderia dizer de um obscural? Sequer fazia a menor ideia de como derrota-lo além de mata-lo e fora isso a resolução que pedira à minha equipe. A pressão de ter a missão bem sucedida pela equipe só fazia aumentar mais ainda a tensão em meu corpo. Obviamente não era uma fucking missão de assassinato ao Bin Laden como acontecera no mundo trouxe, mas parecia ser algo um pouco mais complexo pelo fato de poder tirar nossas vidas de maneira catastrófica. Não que me importasse muito com isso, mas a reputação para com meu tio, estava pesando muito!

    Continuei seguindo mais atrás da minha equipe e fortalecendo a barreira de proteção ao nosso redor. – Tomem cuidado, não confiem nele e podem ir na frente. – Estava pronto para atirar da maneira trouxa caso necessário ou de agir da maneira bruxa mesmo. A pistola no cós da minha calça, já estava pronta e a varinha em minhas mãos estava armada. Observei ao longe as meninas tentarem acalmar o garoto, mas naquele momento, lembrava-me do que Kriev dissera sobre Leon: um covarde fugitivo que se aproveitara da situação para não ir conosco à campo. De fato, não iria lhe obrigar para tanto, mas tinha a certeza de que ele viria a ser demitido por não ter mais o perfil adequado. Não poderia existir fraquezas. Fraquezas comprometem a vida dos meus companheiros e jamais perdoaria tal fato.

    - Andrew, tome cuidado e não confie na criança. –Avisara vendo que o mesmo estava mais próximo de mim do que das mulheres. Ele sabia que minha ordem era clara e como um príncipe, também sabia que estava disposto à arriscar tudo para poder matar o obscural de qualquer forma. Aproveitei-me uma quina enquanto permanecia mais na retarguarda e me posicionei estrategicamente. No menor descuido da criatura, iria dar-lhe um avada ou um tiro. Com a mão direita estava minha varinha e com a esquerda, minha arma. Algo aconteceria naquela noite, mas não deixaria nada passar batido.

    Jamais perderia uma missão ou algum amigo... Ou eu não era Lasse Glucksburg!

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Re: O trevoso!

MensagemLiechtenstein [#179885] por Narrador » 22 Set 2017, 21:16

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    Em algum lugar, não muito longe dali...


    O mundo é sempre visto como injusto, a vida não é boa o suficiente e sempre existe algum culpado pela incompetência que insistimos em não assumir como nossa. De fato é mais fácil culpar segundos e terceiros a ter de assumir a incapacidade de encarar os fatos como eles realmente são. – A voz rouca e sinistra ecoava pela floresta iluminada apenas por alguns poucos raios de luz que conseguiam adentrar a densa copa das arvores, não dava para saber de onde exatamente vinha o som, a verdade é que ele parecia vir de todos os lados e de lugar nenhum. O cheiro forte de morbidade era tão presente quanto à sensação de impotência ao sentir-se envolvido por uma maldade quase palpável.

    Falhas não serão toleradas... – Disse a voz masculina que apesar de nitidamente enfraquecida ainda era banhada por uma imponência horripilante. – Essa é todo o poder que preciso para mais uma vez galgar minha vingança...


    ***


    Kiev, Ucrânia - 9:00 AM
    Chuva e vento forte, pouca visibilidade.


    A chuva passou assolar com força aquela manhã nada comum, os ventos fortes rodopiavam e a visão aos poucos foi se tornando cada vez mais dificultosa, não precisava ser nenhum expert em magia para saber que aquela tempestade não era nada normal. Dentro da casa não sentia-se frio, pelo contrario, a temperatura parecia estar “a quem” do clima no lado de fora. – Como vocês vão me ajudar? – Perguntou o jovem já deixando suas lagrimas caírem em abundância enquanto caminhava em direção a Alisson, a mulher resplandecia uma postura afável e totalmente confiável, tudo o que Alec não tinha há muito tempo. – Eu não posso descansar. – Disse o menino fitando seus olhos vermelhos na direção da jornalista que tentava mantê-lo calmo. – Ele quer me...me matar. – O pequeno pela primeira vez demonstrou uma face de medo, Alec realmente parecia temer alguma coisa e mesmo o menino estando mais calmo era difícil entender as coisas que ele hora ou outra dizia em uma língua estranha.

    Do lado de fora, Gwendoline mantinha-se atenta as possíveis adversidades, contudo, algo fora do normal passou a acontecer. O ar tornou-se pesado e frio, no chão criou-se uma fina camada de gelo e a pouca grama restante murchou, a felicidade pareceu algo inalcançável e Gwen lembrou-se de todo a tristeza que já havia sofrido no passado. Repentinamente uma criatura encapuzada bateu na barreira protetiva criada pela jovem, logo em seguida outro fora repelido, mais outro e mais outro. Cerca de dez criaturas forçavam fortemente o protego da mulher que agora se via em uma posição totalmente desvantajosa, seu protego havia sido conjurado com muito poder, mas a força que as criaturas aplicavam nas investidas a faziam ter certeza de que aquilo não os impediria por muito tempo. Stankovački precisava tomar UMA decisão importante, ela não tinha muito tempo.




OFF:

Spoiler: Mostrar
Bom, vocês devem suspeitar de qual criaturas estamos falando né... então não enrolem para tomar as decisões. Lembrem-se que são vários “bichos” e ainda têm um Obscurial para lidar. No meu primeiro post tem informações que podem ajudar vocês caso haja a necessidade de um combate, mas tudo deve ser feito em ON e sempre com a máxima de APENAS UMA AÇÃO POR RODADA.


AÇÃO EXTRA: Fora as ações de seus personagens, existem “ações extras” que seguem uma regra própria e devem ser postadas separadamente na rolagem de dados, mas deve estar amplamente destacada no post, também só pode ser feita uma por rodada. Segue as disponibilidades dessa rodada:

Identificar Magia: D1 + Int + Consciência + Identificar Magia OU Ocultismo + Médium
Notar o ataque externo: D1 + Observar OU Ouvir Ou Prontidão + Ouvido Absoluto + Sentidos Aguçados



PEDIR AJUDA: Caso o personagem tome a ação de pedir ajuda, ele deve seguir a seguinte está regra. Lembrando que deve existir contexto aceitável que convença o NARRADOR a permitir a aparição do NPC, ainda será necessário um total igual ou maior a 25 na ação “pedir ajuda”. Caso seja um personagem comum, não há necessidade de rolagem de dados, apenas justificativas ON para o chamado, além – é claro – de uma ação especifica pedindo a ajuda. Independente de ser NPC ou não, todas as ajudas chegarão depois de 2 rodadas do pedido.

D1 + Car + Sedução + Aliado Poderoso OU Companheiro Lobisomem/Vampiro OU Elfo Doméstico OU Familiar Prestigiado + Contatos e Aliados.



USO DE FEITIÇO: Já anexei a regrinha para uso de feitiços na rodada anterior, mas segue a ratificação já com a lista de possíveis características:

Habilidade: Acuidade com Varinha, Avarador, Duelista, Ocluador, Utilizar Múltiplas Varinhas.
Conhecimentos: Defesa Contra As Artes das Trevas, Feitiços, Magia das Trevas, Raciocínio, Transfiguração.
Qualidade: Anjo da Guarda, Aptidão Mágica, Autoconfiança, Concentração, Destino, Determinado, Mentor Espiritual, Médium, Percepção Dupla, Resistência a Magia, Sortudo, Treinado por Espíritos.

Dado 3 /2 + Inteligência + 1 Habilidade + 2 Conhecimentos + 3 Qualidade – DF = 2 Fraquezas



INFORMAÇÕES SOBRE AS CRIATURAS: Eles não podem ser destruídos, mas serão afugentados se chegarem a 200 pontos de dano ou forem afetados com o Expecto Patrono. A cada 40 pontos completos na jogada de feitiço, uma criatura será afugentada.

- Ataque: D3/2 + 5
- Dano: Sempre 20. Se um personagem receber 3 ataques consecutivos de dementadores, a vitima estará sujeita a o “beijo do dementador”.


DISPUTA: Em caso de disputas, ganhará o resultado mais alto entre os valores TOTAIS rolados dos integrantes.


DATA DA PRÓXIMA ATUALIZAÇÃO
29/09/17
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Re: O trevoso!

MensagemAlemanha [#180077] por Alisson Jules » 25 Set 2017, 14:39

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Meu coração parecia que estava na garganta. Um movimento repentino ali e estaríamos todos mortos. Apesar de saber o que a criança era, meu lado coruja de irmã mais velha só conseguia imaginar mina irmãzinha Sarah no lugar daquele menino. Ele não tinha culpa de ser o que era, talvez nem ele mesmo soubesse o que ele era, logo, não tinha culpa pela falta de controle emocional. Eu e Anne tentávamos de todo jeito acalmá-lo. Lágrimas voltaram a cair de seus olhos quando ele me perguntou como iríamos ajudá-lo. Ele caminhava em minha direção, a face toda molhada com a quantidade de lágrimas que ele já não podia mais conter.

Ao mesmo tempo que eu estava assustada, afinal era para mim que ele estava vindo. Me agachei lentamente e estendi os braços, dando a entender que eu iria ampará-lo se sele chegasse mais próximo. - Podemos te levar para um lugar bom, meu querido. - Respondi à sua pergunta – Um lugar onde você teria amigos, amigos que são iguais a você. Você não teria que se esconder ou fazer coisas que não queira. - Continuei – Mas para isso, você tem que se acalmar primeiro, não acha? Ninguém consegue fazer nada estando nervoso. - Eu disse sorrindo. - Você sabia que tenho uma irmã mais nova que é quase da mesma idade que você? - ele pareceu se acalmar um pouco e me respondeu em uma língua estranha, sem entender eu apenas balancei a cabeça afirmando e sorri novamente. Eu queria esquecer que aquela criança assustada e de olhar inocente era na verdade um mostro extremamente perigoso e fora de controle.

- Se você quiser, depois que a gente sair daqui, podemos tomar um sorvete. O que acha? - Olhei para Anne e para o senhor Lasse. Anne parecia concordar comigo na tentativa de acalmar o menino... Já meu chefe parecia ter outra coisa em mente. O olhar dele era de reprovação, como se tivesse nojo ou como se pudesse matar a criança a qualquer momento. Mas ele não faria nada de mal contra uma criança... Ou faria? - Não precisa ter medo da gente, eles são meus amigos também.- Aproveitei a atenção de Alec e indiquei o resto das pessoas que estavam por ali. Não sei quanto aos meus colegas de equipe, mas a minha intenção era sair dali o mais rápido possível e sem um combate ser necessário. Se isso acontecesse estaríamos vulneráveis, além do mais, Anne tinha entrado de gaita no navio e se algo a ferisse, a culpa seria do nosso departamento que não soube protegê-la.




Mentioned: Alec, Lasse Løkken Matberg, Annegrieth P. Holmes e Sarah Stromfield | Listening: Pop Evil - Footsteps | Notes: Narrando: Ação de continuar acalmando Alec.
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Re: O trevoso!

MensagemCroacia [#180185] por Gwendoline Stankovački » 29 Set 2017, 12:15

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- Mas que merda é essa? - Um pingo bem no meio da minha testa interrompeu me pequeno transe de pensamentos. - Isso só pode ser brincadeira. - Limpei o pingo com a mão livre, enquanto admirava o pequeno diluvio que se formava na minha frente. De onde tinha vindo toda aquela chuva? Apontei a varinha para cima da minha cabeça, conjurando um pequeno guarda-chuva para evitar ficar encharcada, mas era quase impossível. Junto com a chuva vieram ventos fortes, me deixando com frio, em contraste com a temperatura emanando daquela casa. Conseguia sentir minhas costas quentes, enquanto minhas mãos sentiam frio. Um frio anormal... Seguia dos ossos das minhas mãos até minha espinha, acompanhado de um arrepio estranho...

Foi então que percebi na encrenca em que tinha me metido. O frio já estava absurdo, conseguia ver minha respiração condensar bem na minha frente. O que restou da vegetação ganhou uma fina camada de gelo, assim como as poças de água que já se formavam congelaram.
- O que é isso? - Meus olhos pareceram perceber uma perturbação na bolha de proteção, mas com toda aquela chuva eu não conseguiria enxergar de longe. Caminhei na direção da barreira mágica, sentindo cada vez mais frio, me sentindo sozinha, cada vez mais sozinha...

De repente eu estava na sala da mansão, vendo os rostos de todos. Meu pai atônito, assim como Kenny e Larry. Pruddy chorava inconsolavelmente em um dos sofás, enquanto Willow se mantinha calada próxima a janela. Sim, aquele era o dia... Conseguia sentir as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, enquanto era consolada pela velha louca. Minha mãe tinha nos deixado... Minha avó me dizia que agora ela era uma estrela no céu, mas eu sabia que não era verdade. Não a veria mais, nunca mais... Meu coração parecia ter sido arrancado a força de meu peito, dentro de mim só existia tristeza e solidão naquele momento...

Fui despertada novamente pela chuva, batendo mais fria do que nunca na minha pele. O guarda chuva já não existia mais, a água escorria por todo meu corpo, fazendo meus ossos tremerem de tanto frio. Eu já estava a poucos centímetros do fim da barreira, mas não parecia existir nada do outro lado. Me aproximei mais um pouco, acompanhando a respiração que se condensava cada vez mais rápido, aquele sentimento horrível de solidão e tristeza ainda presentes... Até que ele veio.

Uma figura escura e encapuzada se chocou contra a barreira, me derrubando no chão e arremessando minha varinha alguns centímetros longe de mim. Dementadores... Sim, isso explicava todo aquele frio, toda aquela tristeza. Sentia meu coração disparar, minha respiração acelerar, todas as memorias ruins de minha vida virem a tona. Eu estava me afundando, me afogando, mais e mais fundo, assim como o número de criaturas não parava de aumentar. Eu não iria conseguir sair de la com vida, não... Eu não queria sair de lá, eu queria que me levassem, queria ver minha mãe...

Sim, minha mãe... Repousei a mão no peito, segurando com força aquele pequeno pingente. A última lembrança de felicidade que ela havia me deixado, o pingente de água marinha que carregava consigo sempre. Havia sido seu presente por eu finalmente estar indo para a escola. Mamãe sentia que eu não queria ir, não queria ter de ficar sozinha. Em Zagreb tinha todos os meus irmão, mas em Hogwarts não teria ninguém, até receber aquele pingente. Ela havia me dito para segurar com força o pingente toda vez que me sentisse sozinha que ela estaria comigo em pensamento, nunca me deixaria sozinha, mesmo sem sua presença física. Lembro de sentir meu coração transbordar de felicidade e calma, afinal, agora eu tinha alguém. E naquele momento não era diferente... Ela estava comigo, eu só tinha que segurar o pingente com força.

Puxei a varinha para perto de mim, enquanto me segurava aquele pingente da mesma maneira que havia feito naquele dia em King's Cross, precisava daquela sensação de tranquilidade e felicidade novamente. Gritei com toda a minha força, apontando a varinha na direção do dementador.
- EXPECTO PATRONUM!

___________________________________________

Off: se defender dos dementadores com o patrono

[feitico]Expecto Patronum[/feitico]
Feitiço: Expecto Patronum[dano: 35]; [dificuldade: 18];
Descrição: Ser de luz que protege o bruxo de Dementadores e Mortalhas-Vivas. É branco-prateado e sua forma varia de acordo com cada bruxo. O encantamento para sua criação é Expecto Patronum e o bruxo tem de estar pensando numa lembrança muito feliz para conseguir executá-lo. Sendo assim, o Patrono é uma reprodução da felicidade da pessoa, mas como não é um ser humano, os Dementadores não podem vencê-lo.

Itens Utilizados:

  • Varinha de Mogno, 26cm, Escama de Basilisco, Retorcida

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Postado Por: Ana C..


Re: O trevoso!

MensagemNoruega [#180211] por Lasse Løkken Matberg » 29 Set 2017, 20:59

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    Os soldados em campo não eram apenas peões de um jogo em que poderiam ser descartáveis. Essa era a verdadeira realidade de espírito. Quando combatemos algo, vamos juntos em equipe e quando atuamos, justos somos. E honestos, nos tornamos os heróis. Meu tio não acreditava totalmente naquela falácia e muito menos aceitava que eu acreditava naquilo, obviamente sabia que tinha os maus-feitores e por isso, não podia nunca deixar uma donzela ou um soldado em guerra em perigo. Assim era meu grupo que de início não curtira muito, sobretudo, todos ganharam um pequeno espaço nesse coração cabeludo do ogro. Jamais lhes abandonaria custe o que custar! Jamais o obscural iria detonar minha equipe!

    Respirei profundo observando o véu de proteção sendo feito e a minha feiosa falha executada. Não estava totalmente concentrado. Queria matar aquele garoto que Alisson dialogava, queria adormecer a jornalista por um tempo e desejava salvar meus soldados. Estávamos em combate desde o momento que entramos na Ucrânia e como dizem, o que é uma espada ensanguentada para quem já está banhado dê!? – Vamos pessoal! – Comentei em um tom mais moderado para que não pudesse assustar o garoto, mas que a equipe pudesse ‘se tocar mais’. Alisson e os demais finalmente conseguiam mais a atenção do garoto que parecia estar confuso. Era o momento certo para atirar nele ou lhe lançar um feitiço... Não fosse pela sensação estranha que sentira...

    Sim. Os malditos dementadores.– Como diabos! – Xinguei baixinho em Norueguês analisando Gwen ficar do lado de fora. Estremeci. Ela era a minoria, ela estava sendo uma vítima dos dementadores e... Desde quando eles aparecem ali? Meu tio por ventura estivera por perto ou... De todo modo, alguém deveria saber.– Andrew! – Chamara-lhe atenção.– Anne ou Antonella, chamem ajuda. Não é normal dementadores aqui dessa forma! – Avisara rapidamente já recuando para a barreira e me aproximando de Gwen. Ela não. Não a deixaria de fora! – Gwen! Eu vou te salvar! Prometo. – Soltei determinado. Nessa hora levantei a varinha aos céus concentrando-me o máximo que podia. Alisson e Anne estavam com o garoto, Andrew parecia ter uma ideia rápida e Antonella agia em seguida. A prioridade era matar o obscural, sobretudo, com a Gwen ali... Jamais deixaria um soldado desprotegido ou indefeso... Jamais deixaria de ser o seu herói.

    - Expectro Patronum – Conjurara o feitiço, o meu enorme e majestoso leão para conseguir proteger minha soldado e minha equipe. Aguentaria o tempo que fosse, por eles! O leão era o meu símbolo e não apenas pela sua majestosidade, mas também pela sua forma serena e justa. Não importa qual o perigo, ele é o predador topo da cadeia, o rei da floresta e o líder de todos. Se meu tio era uma espécie de Mufasa, eu seria o Simba (?)


    Ação: proteger a gwen, vide os dados lá no rolador de dados -q.

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Re: O trevoso!

MensagemIsrael [#180279] por Dalia Jones » 30 Set 2017, 22:41

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катастрофа #003


O ambiente começava a ficar abafado demais para os poros da russa, que começava a suar, fazendo o cabelo colar na nuca. Anne já estava um pouco mais afastada de Alec, deixava Alisson agir, estando alguns poucos passos atrás da amiga, mas a frente de Andrew e Antonella. Encorajava e concordava com as palavras de Jules, observando atentamente as reações do menino que, por enquanto, parecia contido. A mulher fazia realmente um bom trabalho, a melhor ideia era realmente convencê-lo a ir com o grupo para um lugar mais seguro, ali não era, nem de longe, o melhor lugar para uma conversa. Annegrieth quase admirava Alisson por manter a calma naquela situação, mas precisava ser rápida. Já se preparava para auxiliá-la quando Lasse gritou para que pedissem ajuda. Olhando rapidamente o lugar, deu falta de um membro do grupo. - Cadê a pirralha? - Questiona um pouco alto ao ver que o Matberg já deixava o cômodo. Ia saindo atrás dele quando Andrew segurou seu braço. Inicialmente imaginou que a atitude dele era para impedir que ela fosse atrás, mas o homem começa a sussurrar, dizendo que há ago estranho, que estava com um pressentimento ruim. - Como assim? - Indaga, já percebendo que o cheiro da fumaça se intensificava. Como sempre, sua pergunta fora ignorada, mas no lugar, uma advertência: Precisavam de uma rota de fuga. Pensou por alguns segundos e rapidamente se lembrou de um acampamento muito próximo de onde estavam, no meio da floresta. - Há uma floresta aqui perto, ela não é muito movimentada nessa época. Mas como como iremos? Somos muitos. - Sussurra, para não atrapalhar o andamento da conversa de Alisson e Alec.

O transporte, segundo Andrew, não era uma solução difícil já que ele poderia fazer uma chave de portal que todos poderiam utilizar. A essa altura o calor já estava beirando o insuportável, se todos não agissem rápido, morreriam tostados e asfixiados. - Certo, façam isso então, saiam e levem o garoto, estamos logo atrás de vocês. - Se soltou e colocou a mão na porta. - Floresta. Não se esqueçam! E não nos esperem. - Mandou já seguindo atrás do norueguês. Ela tinha algum cacife para mandar naquele grupo? É claro que não, nem mesmo era uma ministerial, mas esperava que fossem inteligentes o suficiente para seguir a ordem e darem o fora assim que possível. O que estivesse acontecendo do lado de fora, não poderia esperar e provavelmente não seria muito fácil, a julgar pelo tom do líder. A esperança agora era que Alisson fizesse um bom trabalho. Ouviu a voz de Antonella protestando contra a ida, mas a russa já estava fora.

Contrapondo o calor do interior, do lado de fora fazia um frio completamente anormal. A surpresa era realmente desagradável: Dementadores. - Mer**... Expecto Patronum! - Conjurou rapidamente, se juntando à dupla. Da ponta de sua varinha saiu um majestoso Lobo do Ártico, grande e bonito, tão maravilhoso quanto o leão de Lasse e o leopardo das neves de Gwen - Tinha que ser você a ficar para trás, não é, Stankovački? - Reclamou, já próxima o suficiente para ser notada por eles. É óbvio que nenhum dos dois ficou contente com sua presença, mas isso também não era novidade alguma. A garota de cabelos azuis questiona sobre o motivo da russa estar lá. - Fiquei curiosa com a peculiar fuga do grandalhão. - Deu de ombros. - Perdeu o juízo, Holmes? Volte lá pra dentro! - Esbravejou o chefe, o que quase fez Annegrieth rir. - E perder toda a ação? Não eu, Milaya. - Rebateu. Logo percebeu que, por causa da conversa, seu patrono estava enfraquecendo, então deixou de tagarelar e se concentrou, deixando seu momento feliz ocupar toda a extensão da mente. Por um momento, pôde sentir novamente a emoção de segurar Dimitri e Ania nos braços pela primeira vez. Aquele que havia sido o dia mais feliz de sua vida, o nascimento dos filhos, com o marido sempre ao seu lado. Naquele momento nascia um amor maior que tudo dentro de si, e foi esse calor que esquentou suas veias diante do frio produzido pelos dementadores.


Off: || Tagged: Dimitri Holmes; Ania Holmes; Rodric Holmes | With: Lasse Matberg; Gwendoline Stankovački; Alisson Jules; Alec Climb; Andrew Schleswig; Antonella Carbeshôn | Wearing: Click Me! | SAP: Milaya = Sweetie/Querido; | Note: A floresta e o acampamento citados são de conhecimento mútuo de Annegrieth e Andrew, embora em ON não tenha ficado clara a certeza, mas se trata do mesmo lugar | Music: Abigail's Song – Katherine Jenkins, Murray Gold ||
Feitiço: Expecto Patronum[dano: 35]; [dificuldade: 18];
Descrição: Ser de luz que protege o bruxo de Dementadores e Mortalhas-Vivas. É branco-prateado e sua forma varia de acordo com cada bruxo. O encantamento para sua criação é Expecto Patronum e o bruxo tem de estar pensando numa lembrança muito feliz para conseguir executá-lo. Sendo assim, o Patrono é uma reprodução da felicidade da pessoa, mas como não é um ser humano, os Dementadores não podem vencê-lo.

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Re: O trevoso!

MensagemLiechtenstein [#180307] por Narrador » 01 Out 2017, 02:20

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    “Pode-se encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se a pessoa se lembrar de acender a luz.” - Alvo Dumbledore



    O desespero é na verdade o início dos fins mais dolorosos, as mortes que seguem a linha clara das decisões impensadas ou não estruturadas da forma correta. Talvez, tudo fosse reflexo da incompetência de Lasse em comandar seu próprio departamento, talvez o homem fosse apenas o amontoado de músculos que o delimitavam como um grande jogador de quadribol. O fato inegável é o desejo latente de fazer o certo, sempre nublava os pensamentos jovens do príncipe norueguês. Quem em sã consciência ousaria sacar uma varinha diante de um Obscurial? Colocar a vida de toda uma equipe em detrimento de um único agente, era de fato a forma mais inteligente de se agir? Óbvio que não.


    Os olhos do pequeno Alec, vislumbraram o item nas mãos do chefe de departamento, o menino afastou-se de Alisson e mais uma vez mudou seu semblante. - Eu sei o que é aquilo!- Gritou ele pondo fogo em um armário próximo. - Vocês vão me matar, não é? - Disse Alec distorcendo sua voz para algo horripilante e assustador. - Saiam daqui eu terei de vê-los queimar.- A frase era lançada em meio a risos medonhos, toda a confiança que Alisson havia adquirido parecia se esvair gradativamente. Alec mais uma vez dava sinais de descontrole, contudo, a equipe tinha ainda mais problemas para se preocupar.


    Gwendoline não era uma bruxa medíocre, ela sabia exatamente como lidar com as criaturas que insistiam em tentar derrubar sua defesas, entretanto, nunca foi fácil lutar contra as próprias mágoas e tristezas existentes em um coração tão jovem. Lasse e Anne saíram do casebre no exato momento em que a defensora local tentava inutilmente afugentar os dementadores daquele local, a dupla esforçou-se para igualmente tentar alcançar o mesmo objetivo de Gwendoline, mas aquele não era um bom dia para ninguém. O vento e a chuva forte atrapalhavam a visão, o chão estava coberto por uma fina camada de gelo e o sentimento de que toda a felicidade havia desaparecido tornou-se ainda mais presente. Pôde ser ouvido um impacto e logo em seguida os destroços mágicos do protego se misturaram a tormenta nitidamente anormal, eles haviam conseguido ultrapassar as defesas de Gwen.

    Diversas criaturas encapuzadas sobrevoavam em círculos a casa e seus arredores enquanto os patronus mantinham os seres afastados, contudo, bastou um mísero momento de distração de Anne para que três sugadores avançassem contra a equipe de obliviadores. Os dementadores voaram velozmente para baixo com um objetivo já traçado. O leão prateado ainda tentou barrar a passagem das bestas famintas que já exibiam suas bocas horrendas na direção de Lasse, mas nada foi capaz de para-los. O homem teve cada um de seus momentos felizes rasgado como se um braço estivesse sendo arrancado, a visão do ato era algo grotesco e quase nauseante, os gritos de Lasse podiam ser ouvidos ao longe enquanto aos poucos ele tombava totalmente enfraquecido.

    Dentro da casa, a tensão passou a aumentar, todos puderam ouvir os gritos de Lasse e sentir a infelicidade invadir seus corações. Alec parecia não entender o que estava acontecendo, seu olhos em chamas evaporava o que de certo eram lágrimas. - Eu matei todos! Eu sou culpado! - Disse ele pouco antes de criar uma redoma de fogo ao seu redor. - Senhora, Senhora! Socorro! - Clamou ele abrindo os braços para que Alisson pudesse abraça-lo, mas como passar pelas próprias defesas criadas pelo menino? Talvez ele fosse a luz daquela escuridão, talvez mais de uma vida pudesse ser salva.


OFF
Spoiler: Mostrar
- Então gente, é uma pena que tenham existido tantos erros, realmente me pareceu que vocês haviam achado a solução. Só gostaria que vocês dessem uma lida nos offs anteriores antes de postarem. Fora as ações “acalmar o Alec”, “usar feitiço” e “pedir ajuda”, ainda está valendo a de “Identificar Magia”. Lembrem que todas as ações devem ser roladas no tópico de “rolagem de dados”. Abaixo seguem as consequências avisadas no tópico de rolagem:

1 - O uso “indiscriminado” da varinha ME PARECEU desconfortante para quem antes estava evitando qualquer ação que pudesse parecer ofensiva. Isso não vai diminuir o que vocês já conseguiram, mas agora apenas a Alisson estará livre de possíveis ataques do Alec. Todos os demais que estão dentro da casa, correm sérios riscos.

2 - Nanda não fez a rolagem exigida para notar ocorrido do lado de fora, por tanto seu personagem recebeu 3 ataques dos dementadores e se algo não for feito na próxima rodada, ele estará sujeito ao “beijo do dementador”. Lembrando que a cada 40 pontos de Patrono, um dementador será afastado. Lasse recebeu 60 de dano a Player deve registrar sua última postagem para que os pontos sejam devidamente debitados, o personagem receberá -6 em todas as suas ações devido so efeito da dementação.

3 - Nessa rodada os dementadores poderão atacar qualquer personagem presente nesta trama, inclusive Andrew que já foi citado mais de uma vez. Tudo vai depender das ações dos players.



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Re: O trevoso!

MensagemAlemanha [#180469] por Alisson Jules » 05 Out 2017, 15:20

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Meu esforço foi em vão e o que eu mais temia aconteceu: Alec fora de controle. Eu não vi o que houve, tudo aconteceu muito rápido. Apenas ouvi o menino falar mais alto e apontando para alguém. Logo em seguida o armário que estava ao nosso lado explodiu em chamas. Olhei assustada para os olhos de Alec que tinha uma mistura de medo e raiva. A voz dele tinha mudado, estava distorcida, como se tivesse umas quatro pessoas falando ao mesmo.

- Não Alec, presta atenção em mim, foca só em mim. Você não quer nos ver queimar. Eu prometi que a gente vai cuidar de você, lembra? - Eu disse sem me afastar ou transparecer meu estado emocional. Olhei um pouco para trás e pude entender o que o assustou, meu chefe tinha pegado a sua varinha. Que beleza. - Alec, ele pegou aquilo para podermos tirar você daqui. - Menti - Nós podemos nos locomover com aquilo. Quando eu te ensinar você vai ser capaz de ter uma também. - Rezei para que ele pudesse aceitar isso como uma desculpa para ter pego a varinha.- Respira fundo, você tem que se acalmar de novo. - Eu disse enquanto Lasse e Anne saíram do casebre. Alguma coisa parecia estar acontecendo do lado de fora também, mas eu podia desconcentrar a atenção do Alec.

O menino continuava confuso, horas com um rosto macabro em sua face, horas o olhar de medo de quem estava prestes a cair no choro novamente. - Alec eu não vou a lugar nenhum sem você. Consegue me entender? Eu vou proteger você. - Falei da forma mais calma possível. Poucos segundos depois ouvimos um grito assustador. Aquela voz, só poderia ser do Lasse, ele saiu com a Annie, isso com certeza significava que ele, a jornalista e minha colega de departamento estavam em perigo e eu não tinha como sair dali no momento e ajudá-los. Senti um frio na espinha, instintivamente virei a cabeça em direção à porta de onde tínhamos entrado no casebre. Olhei de volta para Alec e me senti mais triste do que eu já estava, ficar impotente era uma das coisas que eu realmente odiava, eu queria ajudar ele, mas também queria ajudar meus amigos. Alec não merecia conviver com aquele fardo, ninguém merecia... Meus olhos se encheram de lágrimas, o que geralmente não acontecia tão facilmente. O menino ficou ainda mais assustado, liberando as lágrimas que ele segurava até uns minutos atrás. Por alguma razão ele se sentiu culpado, achando que ele tinha causado dor no Lasse sendo responsável pelo grito dele.

- Alec! - Arfei. Dei um passo para frente. O fogo agora surgiu ao redor dele. Eu estava tão apavorada quanto ele. O menino gritava por ajuda, estendendo os braços para mim. Eu não sabia o que fazer... Se eu virasse as costas para ele e saísse para ajudar Lasse e as meninas, ele poderia ficar mais nervoso ainda. Se eu pegasse a varinha para tentar apagar o fogo, ele poderia pensar que eu estava agindo da mesma maneira que meu Chefe. Mas com eu poderia abraçá-lo com tanto fogo ao seu redor? - Alec, me escuta. Presta atenção na minha voz. Preciso que você sente no chão. - Fazer ele ficar quieto em um lugar só parecia uma ideia mais plausível. Eu me agachei e também sentei no chão. Eu sabia que ia me arrepender disso, mas sem mais opções tomei a decisão mais burra que já fiz na minha vida. - Alec? Você con..Consegue ver minha mão aí? - Estendi meu braço esquerdo através das chamas, deixando meu antebraço completamente em contato com o fogo. A dor de ser queimada era extremamente desconcertante. Era como se meu corpo inteiro estivesse em chamas e não apenas uma parte.- Pode segurar, eu estou bem. - Menti- Lembre-se vamos sair daqui. Juntos. - Vacilei na tentativa de manter minha voz nivelada.
Alisson Jules
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