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Ville de Paris

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Re: Ville de Paris

MensagemInglaterra [#181485] por Sarah Scarlett Maison » 25 Nov 2017, 18:33

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      I feel my heart beating
      I feel my heart underneath my skin

      Trama pessoal | 03


      - Uma festa exclusiva – repetiu em uma retórica. Sarah sabia que aquelas expressões estampadas nos rostos de Maddie e Nic não significavam que eram coisas do tipo “pular corda” ou “comer bolinhos” que lhes daria o tal convite. Embora ela também soubesse que os dois não a fariam perder completamente o juízo e o bom senso que lhes eram característicos logo na primeira saída. A ideia era se divertirem muito e não traumatiza-la. – Tenho certeza que vai dar certo, não é isso que me preocupa nesse momento – ela deixou uma risada mais leve escapar. A visão de John e os sermões de seu pai pareciam tão pequenos perto da vontade que ela estava para ir a uma festa realmente boa que a sua preocupação era em como seria sua vida quando voltasse para a Inglaterra.

      - Eu soube que esses festivais trouxas são muito loucos! – Exclamou já criando um monte de possibilidades na sua cabeça. Quando esteve sozinha em Miami ela já tinha visto de longe movimentações convidativas, mas por estar sem companhia apenas as admirou. – Aquele que eles jogam pozinho colorido para cima deve ser muito, muito irado. Eu tentei convencer Lola a ir comigo em um, só que ela não estava muito na vibe e o Lucca não gosta muito de multidões com música alta – balançou os ombros. Não se arrependia de não ter ido, nunca se arrependeu de ter amigos mais calmos. Só que Sarah estava a ponto de ebulição e precisava extravasar um pouco.

      - Eu conheci a Kai no intercâmbio, ela ficou comigo lá na Lufa-lufa. Ela e a June ainda estão juntas? Isso é incrível! – comentou realmente feliz. – Não sei por que as pessoas costumam conversar comigo sobre relacionamentos... Eu falo o que eu acho que deve ser feito, mas fico com medo de estar falando um monte de besteiras e deixar todo mundo ainda mais confuso – sorriu de novo. Ela não se importava com o que as pessoas pensavam ou deixavam de pensar, a única trava que impedia a ruiva de fazer o que sempre sonhou era ela mesma.

      Andar pelas ruas parisienses trazia uma sensação singular para Sarah. A torre parecia brilhar em um convite aos olhos da jovem, o clima extremamente agradável que lhe permitia usar roupas confortáveis tornava a aura ainda mais alegre. Vez ou outra observava a leveza de Maddie ao seu lado e o jeito que Nicolas olhava para ela com uma mistura de orgulho e desejo. As palavras da brigitiana ecoavam em sua mente. Estava desejando tanto ter uma mudança em sua vida que, de repente, o mundo lhe abriu tantas possibilidades que a deixou sem saber como agir. Precisava aprender com a garota o levar a vida sem medo, sem se prender a preocupações.

      - Isso faz muito sentido, Maddie. Sabe quando eu imaginei ter primos? E da minha idade? E vir para a França sozinha na cara e na coragem? E estar aqui com você? – A risada saiu do fundo do peito. Era notável a empolgação. Deu alguns passos para frente, se distanciando dos que a acompanhava e rodopiou. – O que falar dessa cidade que eu nem conheço e já amo demais? Minha amada Liverpool que me perdoe por tamanha traição, mas eu podia ser francesa se não fosse meu sotaque – virou para os dois e sorriu. – Não faço a menor ideia de onde estou me metendo, mas quero.

      - E seria muito legal se o Nic não ficasse me olhando como se eu fosse uma pessoinha que vai quebrar a qualquer momento – ela jogou um beijo para o primo. – Você prometeu que não agiria como John. E se eu quebrar, tenho certeza que Maddie tem um jeito de me colocar no lugar. Eu só espero não atrapalhá-los – deu de ombro de novo e voltou a se fazer de desentendida. Sim, Sarah era boba em diversos aspectos, só que mesmo não tendo experiências próprias, a ruiva tinha uma boa observação. A garota estava tão alegre com aquilo tudo que mal percebeu onde estavam indo. Quando se deu conta que estavam de frente para uma estação de metrô abandonada, ela franziu a testa para eles sem entender nada.

      - Vocês estão falando sério?! – Ela esticou a mão para pegar o ticket. Ao ver que os dois afirmaram com a cabeça ela não acreditou. – É aqui? – Deu uma risada um pouco nervosa. Aquilo parecia um pouco mais sombrio e perigoso que ela realmente imaginava, completamente avesso às suas expectativas. Aquela sensação misteriosa do ambiente fazia com que a ruiva tivesse que desconstruir seu raciocínio e adentrar no breu do desconhecido. Era isso que mais lhe dava medo. Só teve coragem de mudar porque teria pessoas ao seu lado e porque já conhecia Beauxbatons (pelo menos um pouco). – Por Merlin! Já não sei se estou tão preparada assim... Acho que falei demais. – Suas maçãs do rosto ficaram rosadas por ela estar brincando. Respirou fundo e seguiu Maddie para dentro da estação. Seu coração palpitava forte àquela altura. - Bom, vamos logo! - ela ultrapassou Madeline e Nicolas e os puxou pelas mãos.


      Informações adicionais:
      Citados: Clarence Maison, Nicolas Maison (todos NPCs) e Madeleine Wolters ♥ e Woody
      Notas: Mil perdões por taaaaaaaaanta demora, Dih. Espero que não seja tarde. ♥
      Música título: Adventure of a Lifetime @Coldplay
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Re: Ville de Paris

MensagemEstados Unidos [#182454] por Madeleine Wolters » 06 Jan 2018, 00:02

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Como uma boa brigitiana que sou, amo a arte. A arte corporal, beijos, abraços, perfume natural e é claro, traquinagens. Naquele dia, levar Sarah para o submundo dos trens parisienses não era, de forma alguma, uma maneira de fazer com que ela fosse zoada de alguma forma. Era muito mais do que isso. Ali dentro tinha algo que ela jamais esqueceria e eu sabia que começar por debaixo da terra poderia ser uma forma divertida de mostrar a minha visão do mundo. Como também das uns pegas no primo gato dela, já que quando você fica um tempo com lésbicas, mas é a hetero do grupo, é preciso de um pouco mais de sustância. Mas, tirando tudo isso, o convite para a lufana era também uma forma de saber se ela estava disposta a arriscar tudo mesmo para poder viver além do limite por ela estipulado. Era claro que eu não iria facilitar sua vida e também não a deixaria sem graça, como muito menos sem adrenalina. Se eu vivesse para isso, dando a cada pessoa a chance de ser quem quisessem por um dia e prover tudo o que pudessem absorver, eu faria. Não é essa uma arte? Um anseio ou algo a se buscar?

- É claro que eu falei sério, Sarah! Achou mesmo que a entrada especial seria aonde? Na frente da Torre? - O tom divertido da minha voz fez com que o corpo se movesse graciosamente em sua direção em uma leve sedução. Seus olhos, levemente assustados, como também cheios de expectativa mostravam a batalha que eu estava acostumada a assistir. Renny, Fred, Isla e tantos outros, que começaram como ela: sem saber para onde ir, ou onde navegar, até a insanidade tomar conta. Os minutos pareciam passar com lerdeza, mas não me importava muito, já que parecia que a inglesa começava a tomar alguma atitude. Suas palavras, tão honestas e vívidas me fizeram rir, jogando os cabelos para trás, me entregando completamente ao momento tão intenso que se instalara. Voltei a olhar para a menina, percebendo a espontaneidade de suas bochechas vermelhas e quase apertei, pensando em como dentro de Hogwarts não haviam tantas festas assim. um descaso com a sociedade - Pode falar o que quiser, estamos aqui para nos divertir, e ai?

A resposta, só começou a aparecer quando eu dei o primeiro passo em direção ao local, quase chegando perto das grossas correntes que guardavam o portão. Sem esperar muito, Sarah nos ultrapassou, puxando em direção ao local, que foram abertas as correntes e logo descemos as escuras escadas. Quando a luz externa não nos ajudava mais a enxergar, luzes neons surgiram nos degraus, iluminando com diversas cores, dando um ar elétrico ao chão. Pareciam infinitas, mas não muito, já que se a inglesa olhasse para trás, não veria mais nada, além da escuridão. A festa, obviamente não era bruxa. Gostava de me divertir em meio aos no-maj pelo belíssimo prazer em conhecer ainda mais sua cultura festiva, e quem falava de franceses, ali era o local perfeito. Quando tocamos o chão, que se iluminou em uma passarela, onde as paredes cheias de grafitti, pichação e mensagens em francês estavam insanas e sorri, sentindo a adrenalina começar a subir pelo corpo como sempre. Aos poucos, a música pesada eletrônica tocava ao fundo, e era somente seguir o que estava ali - Pronta, Sarah? - Perguntei em um tom normal, em frente a uma porta que tinha um símbolo Iluminati.

Para mostrar como fazia, peguei meu próprio ingresso, batendo na porta, onde um segurança abriu uma janela velha, antigona, que só faltava a poeira subir - Aqui - Em um francês bem divertido, entregando ao homem que carimbou uma parte, depois minha mão e então me liberou para entrar. Alguém normal, teria pedido nossas ID, mas como aquela festa era para menores de 18 anos, não era um problema, ainda. Esperei que ambos estivessem prontos e logo abrimos a pesada porta, sendo recebidos pela poderosa Katy Perry, que tocava ao fundo - Pronta? - Encarei ela, segurando a mão de Nic em um sorriso sugestivo, enquanto íamos em direção para a pista de dança, que parecia ser em um dos túneis do metrô. A iluminação florescente, cheia de imagens psicodélicas, me dava a impressão de ser ao ar livre, mas ainda assim lá dentro tinha ar, temperatura perfeita e diversão garantida. Talvez ali fosse a hora que a menina tivesse de tomar a primeira bebida. Nada alcoólica, mas logo a deixaria solta...

- Sarah... - Gritei, tentando estar em cima da música - Quer tomar algo?


Para Marj, com amor.
Esse é o Woody e Maddie usa isso.
A base de Blow - Kesha
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Postado Por: Dih.


Re: Ville de Paris

MensagemHolanda [#184212] por Arthur von Wangüuk » 14 Jun 2018, 21:36

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    Em busca de uma algema adequada um anel de noivado - Parte II



    Às vezes nos temos prioridades. E Lizzie que fale que só penso com a cabeça de baixo o quanto quiser, ou em como iria virar o bichinho de estimação de uma patricinha ou o Diabo a quatro, eu tenho as minhas. E se elas giram em torno de sexo, benefícios sexuais diversos, não ter filhos tão cedo ou de ter a paz de uma Mel não gritante em minha cabeça, ****-se! Não tinha esperanças de viver muito tempo para adquirir prisão perpétua mesmo. Talvez apenas um regime semi-aberto, um pouco de placebo para acalmar o sonho de princesa idiota de Melanie (como se um casamento realmente fosse me transformar em um príncipe encantado imbecil). Ou apenas, era isso que eu repetia a mim mesmo.

    De qualquer forma, Lizzie durante todo o caminho pela rua até a loja de joias não parava de repetir o quanto eu era idiota e tecer comentários dignos de… Bem… Dignos de minha irmã mais nova. E fazer imitações bem mal feitas de Mel enquanto agarrava meus braços me chamando de puddinzinho entre risadas ou repetir cenas de filmes trouxas nojentos de romance (que com certeza ela devia ter assistido apenas para me zoar em uma oportunidade como aquela. -Sabe como é ridículo você me chamando assim, “duquesa”?- Soltava de forma ácida, vez ou outra, a empurrando ou fazendo-a quase tropeçar com força o suficiente para que o demônio vingativo deixasse marcas de unhas quase sangrastes em minha pele do braço toda vez que me desvencilhava. Não que me importasse. Muito pelo contrário, aquele tipo de dor apenas me excitaria caso não fosse a ruiva ali do meu lado. Talvez mesmo se fosse, em outros tempos.

    Enfim, passaram-se quase meia hora até que conseguíssemos entrar em uma loja de joias que não quisesse extorquir meu rim e fígado apenas de olhar a vitrine (aquela ali levaria apenas meu pâncreas, se ainda restava algo dele em meu corpo), e ainda assim o vendedor não parecia satisfeito ao nos encarar com roupas comuns e sem a pompa normal e azeda que com certeza atingia os clientes comuns dali. O homem em si era um daqueles franceses nojentos de nariz fino e erguido e olhos de desprezo e cheios de si, como os amigos que frequentavam as festas particulares de papai, com os podres escondidos por baixo do terno. Ah, ótimo. Aquele era exatamente o tipo de pessoa que eu odiava.

    Mas daquela vez eu não liguei, ou tentei armar uma travessura ou pegadinha que poderia me fazer ser expulso dali (por mais que parecesse divertido). Também não armei qualquer plano de vingança para uma pessoa que havia odiado apenas por encarar. Não. Eu apenas desviei o olhar, encarando as joias e os anéis. Procurando os que parecessem mais a cara de Mel e tivessem o preço mais em conta (o que era realmente difícil, considerando de quem falávamos). - O senhor só tem esses modelos de anel de noivado? - Perguntei, observando a careta de Lizzie perante um modelo que havia selecionado com o preço muito mais fora da curva que deveria.

    Por instantes, novamente o homem nos encarou com certo desprezo e podia jurar que minha irmã estava prestes a jogá-lo pela vitrine da loja (ideia que de certa forma eu compartilhava). Mas após alguns segundos, ele apenas foi para o fundo da loja, em concordância e trazendo algumas bandejas com certa demora, talvez tenha pensado em ligar para polícia, e mais variedades (ainda insatisfatória), o que não tornou minha escolha mais fácil.

    Os novos modelos em Lizzie (ou ao menos os que estava disposto a pagar), não ficavam tão bem, e os mais caros eram detalhado demais para meu gosto. Por fim, após quase uma hora e eu ter praticamente desistido daquela loja, optamos por um modelo mais simples mas ainda assim delicado. Não tão barato quanto gostaria, claro, mas também pagável sem eu ter que recorrer ao mercado negro de órgãos. E também cedo o suficiente para que eu e Lizzie não perdêssemos nossa saúde mental em programas de compras para menininhas.

    -Você me deve dez garrafas de vodka por manter o alto controle e não ter colocado cupins de metal dentro daquelas caixas do “Sr insuportável”. - Lembrou a menina enquanto caminhávamos por Paris de volta a seção bruxa da cidade. - Você me deve dez garrafas por não ter te deixado ir para Azkaban, lá você não consegue roubar minhas garrafas de vodka. Retruquei observando a caixa com os anéis dos quais com certeza Mel reclamaria antes de assustar. - Se bem que, como uma duquesa, você seria nobre demais para ser mandada para lá. Prisão domiciliar providenciadas por “sua namorada” e cercada por coelhos, ursinhos e vestidos rosas talvez? -Provoquei de forma implicante apenas para levar um chute e ser empurrado em direção a um muro, mas não com força o suficiente para que batesse nesse, embora ainda recebesse uma ameaça de morte, embora ela ainda tentasse agarrar a gola da minha camisa com violência e me encarar de forma ameaçadora e fofa. Ah. Como minha irmãzinha era adorável. Só que não. E era por isso mesmo que eu gostava tanto dela.

    With Lizzie.
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