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Sala de Reuniões Tribunal Internacional

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Sala de Reuniões Tribunal Internacional

MensagemDinamarca [#186103] por Gandalf o elfo » 23 Ago 2018, 09:45

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Sala de Reuniões do Tribunal Internacional



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                O local de reuniões dos conselheiros é amplo e bem ventilado, fica próximo ao Gabinete do Cacique Supremo e possui encantamentos de ambientação no teto e no tamanho da mesa. Local onde são discutido casos e assuntos importantes. A lareira ao fundo é uma saída especial de emergência que apenas os Conselheiros sabem onde irá dar e apenas os conselheiros conseguem usar tal portal.
Gandalf o elfo
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Re: Sala de Reuniões Tribunal Internacional

MensagemDinamarca [#190495] por Lilith Ambrew » 20 Abr 2019, 10:16

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"A base da sociedade é a justiça; o julgamento constitui a ordem da sociedade: ora o julgamento é a aplicação da justiça".
Aristóteles


Trama Oficial
Ano 2020



                    Os julgamentos que chegavam na Confederação Internacional Bruxa seguiam diretamente para o gabinete do Cacique Supremo, em seguida, durante uma reunião, era direcionado para os juízes competentes e suas equipes. Os casos vinham de diversos países juntamente com de Rheintal, local sede da CIB. Muitos ali eram novos rostos e com estrutura completamente diferente do Ministério da Magia de Liesch, aos que vieram transferidos comigo poderiam notar claramente tal mudança, mas aos novos, nada importava! – Bom dia Juízes. – Cumprimentava todos os presentes que acabavam de chegar à reunião daquela manhã. O relógio já dava onze horas e nem todos estavam presentes ainda. Uma vez por semana aquela reunião era feita para ter um relatório dos julgamentos e distribuição de novo. Assim era a recomendação do Cacique anterior que me dera bons conselhos. – Imagino que alguns daqui não me conheçam, sou Lilith Ambrew ex-Cacique do Ministério da Magia de Liesch... – Apresentava brevemente por ser oficialmente a primeira reunião como Cacique do CIB. – E dispensando apresentações ou festas, devemos seguir com nossa responsabilidade. – Explicava em poucas palavras que não iria fazer festas ou eventos para ser o centro da festa.

                    - Sejam todos bem-vindos e aos juízes novos também. – Dissera com um enorme sorriso nos lábios de maneira simpática e educada. – Apesar de termos adjuntos e titulares, tratarei todos em igualdade e espero que haja esse respeito entre vocês também. – Em alguns tribunais era notório o desrespeito pela diferença de idade e posto, algo que achava completamente injusto já que estávamos unidos por um único objetivo. – Vamos começar essa reunião com os casos em andamento. – Entrelaçara os dedos das mãos sobre a mesa e inclinando o corpo para frente enquanto encarava cada um dos rostos ali presentes. Aos poucos os juízes davam relatórios completos de seus casos enquanto outros ouviam calados. Alguns terminavam os julgamentos e pediam por novos casos e outros ficavam calados dando de espertinhos para se livrarem de terem ‘trabalho’.

                    Bebericara um gole de água que estava sempre disposta na mesa para cada juiz e cansada de ficar quase uma hora sentada ouvindo todos, levantara e começara a andar com as mãos no bolso ao redor da mesa. – Bom, Senhor Bonaventura, parabéns pela finalização do julgamento, espero que o Diplomata da Alemanha reconheça seu trabalho como nós reconhecemos. – Elogiava pelo seu trabalho relatado. – Senhora Strarrick, imagino que não é fácil quando recebes um caso desses em suas mãos, mas fico feliz que tenha ido para ti. Já ouvira falar de sua reputação e acredito bem nela. – Lançava-lhe um enorme sorriso de canto de rosto. – Juiz Kaminsk, tem algo faltando em sua análise, realmente parece confuso, recomendo ir pessoalmente para o local averiguar junto com aurores e sua equipe para ter melhor material. – Aconselhava enquanto continuava caminhando e já virava o outro lado da mesa quase dando uma volta completa no grupo. – Vejo que certos detalhes que são necessários precisam ser mais investigados. – Parara retirando as mãos no bolso e cruzando os braços encarando a todos. – Não quero que fiquem sentadinhos em suas poltronas apenas lendo papelada. – Criticara fortemente e respirara profundo ficando ao lado do meu acento.

                    - É muito fácil receberem tudo de mãos beijadas não? – Soltara mais incisiva. – Vocês são representantes da justiça, devem se atentar à cada detalhe e à cada movimento de forma minuciosa e meticulosa. É possível contar nos dedos quantos de vocês vão à campo! – Dera de ombros e gesticulara as mãos rente a altura dos seios com a palma da mão para cima. – Absurdo isso! – Pirragueara levemente nervosa.– Espero que essa cultura mude e que os novos não sejam tão ‘descansados’ assim. – Advertira abertamente. – As pessoas contam com nosso bom senso, os líderes de cada país contam conosco e devemos fazer jus à carga que nos é imposta. – Explicava. – Devemos ser diferentes dos demais tribunais, devemos ser o modelo para os menores e nacionais; precisamos ser os mais precisos! Um detalhe à mais ou menos pode nos prejudicar em um veredito, uma parcialidade pode prejudicar a veracidade e confiabilidade do julgamento. – Apoiava o braço direito na lateral da cadeira em que deveria estar sentada. – Gandalf, por favor. – Pedia ao meu elfo de confiança para conjurar os novos casos que iriam ser distribuídos. Rapidamente uma quantidade enorme de processos foi colocado à minha frente sobre a mesa.

                    - E com isso, espero que todos nós possamos ser os melhores, não mais que os outros, mas do que podemos ser de nós mesmos. – Terminara apontando a mão esquerda para a quantidade de processos que seriam distribuídas enquanto o elfo ficava mais discreto e distante da mesa. – Vamos finalizar logo tudo isso porque imagino que vossas excelências estão com fome. – Caro Gtemberg, jurisdição de corrupção internacional em suas mãos... – E assim distribuía os casos, para alguns perguntava quem gostaria de ficar e para outros, apenas entregava direcionado já sabendo de suas especialidades, perfis e personalidade. –Sartori, Hatzimichalis e Vanderhoff. – Os processos eram levitados com a magia de Gandalf para frente dos nomes supracitados.– Prática de Magia. – Dizia o tema empregado do caso. Respirava profundo enquanto voltava a sentar na cadeira e a distribuir os demais processos.

                    O relógio datava quase uma hora e meia da tarde, a fome já anunciava em meu corpo e os olhares cansados de alguns dos juízes evidenciavam que todos estavam com vontade de sair daquela sala. Os antigos que não gostaram das críticas pareciam ser os mais indignados e apressados; os que haviam gostado, ou aceitado de maneira construtiva, apesar do cansaço tentavam disfarçar seus humores. – Pronto. – Encarava cada um dos membros da corte e bebericava um gole de água. – Corte, dispensada. – Umedecera os lábios finalizando e observando todos irem embora.

A T E N Ç Ã O !

- Gandalf é o elfo da Lilith que fica no CIB com os juízes, é bem conhecido e é quem repassa tudo para a Lilith, podem usá-lo à vontade também!
- Em on, a reunião começou às 11h e terminou às 13h30 aproximadamente.
- Além de vocês, tem outros novatos, bem como tem alguns juízes antigos, NPC (até se quiser inventar alguns, fiquem à vontade, será bem divertido)
- Temos 2 semanas para postar a introduçãozinha aqui, ou o quanto antes postarem, distribuirei mais detalhes do caso.


J U L G A M E N T O !

- É aparentemente um caso simples.
- Lembrem-se que precisam se organizar para ter uma estrutura: Juíz, Defesa e Acusação.
- Para cada um de vocês será dado uma atividade específica para o que escolherem, portanto deixem claro no OFF quem será quem (juiz, defesa ou acusação).
- Caso abaixo.
- Sejam criativos, não darei regras etc; além disso, quero brincar! E quero que se divirtam! Sejam criativos e me surpreendam nas etapas, pensamentos, tudo!


Spoiler: Mostrar
PROTOCOLO: 00402F50679 – Rheintal/2020.
Nome do réu (responsável): Ivan Jaspian Hyrikaiojy – pai de Calvin.
Nome do envolvido (réu primário): Calvin Harrys Hykrikaiojy – menor de 17 anos.
Acusação inicial: prática de magia.
Acusação secundária: Homicídio culposo.


Declaração apreensor: O menor envolvido fora rastreado pelo uso de magia em lugar trouxa pondo em risco a Lei de Sigilo à Magia; a magia fora ocultada pelo pai do menor, impedindo das autoridades de identificar qual fora o feitiço executado, tornando-o réu e responsável legal do elemento. A defesa apresentada pelos envolvidos fora de ter sido um evento acidental e discussão privada entre pai e filho.
Contudo, enquanto a equipe executava a perícia ao redor do parque, entre as folhagens, fora encontrado um corpo trouxa e a perícia bruxa executada identificou rastros de magia como principal motivo do homicídio. O corpo é de um trouxa com identidade de: Gustav Janyary, menor de 17 anos, dado como desaparecido pela família trouxa e autoridades trouxas locais, já há setenta e duas horas.
Pelas circunstâncias presentes, os elementos pai e filho, negaram qualquer envolvimento com o corpo, porém são considerados suspeitos primários ou autores de tal homicídio. As provas apontam que durante a hora da morte do trouxa, ambos estavam no local.


Anexos: *fotos do menor, fotos do corpo, laudo anexado do medibruxo perito criminal;
*fotos das varinhas dos elementos, foto do local em que foram flagrados e nome do auror que fizera a abordagem inicial
*depoimento dado pelos elementos inicialmente



Sejam Criativos! Demais detalhes serão dados após esse momento!
Lilith veste esse conjuntinho social com scarpin vermelho: AQUI OH
REGISTRO TRAMA OFICIAL
consultas: viewtopic.php?f=666&t=12440
Editado pela última vez por Lilith Ambrew em 20 Abr 2019, 10:35, em um total de 5 vezes.
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Lilith Ambrew
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Re: Sala de Reuniões Tribunal Internacional

MensagemAlemanha [#191028] por Max Vanderhoff » 10 Mai 2019, 14:02

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Trama Oficial: Suprema Corte - #01


Um emprego novo que deixou uma das Sra's.Vanderhoff - sua mãe - muito feliz. Era estranho pensar que Max estava voltando a sua rotina de ternos, gravatas e diplomacia. Quando saiu do Iraque, ele havia afirmado a si mesmo que demoraria a seguir esse caminho novamente, ainda mais por se tratar de um rumo desgostoso e, portanto, o deixando infeliz. Todavia, sua mãe sempre conseguia o que queria e ele se via incapaz de deixá-la triste ou preocupada, conclusão disso, agora era juiz da suprema corte dos bruxos no ministério da magia. Seu peito parecia se encher de dúvidas quanto a continuação daquele serviço, de modo que poderia reavivar sua mente quanto a atrocidades vividas no passado, mas estava controlando-se ao máximo. Suas cabelos revoltosos e acobreados agora estavam soltos, porque sua vaidade era mais do que apenas cuidar deles. Sua mãe, por outro lado, continuava insistindo que o cortasse. Um sorriso surgiu nos lábios dele ao lembrar da resposta que deu a ela uns minutos antes de entrar em sua lareira para seguir na direção de sua reunião.

O local estava apinhado de pessoas. Não era diferente da embaixada na qual viveu por alguns anos, mas só em não se ouvir os barulhos de bombas e gritos, era um grande avanço para sua sanidade. Ele jogou seu charme para uma das jovens secretárias que ficavam nos corredores da suprema corte e caminhou na direção da sala. A mão esquerda escondida dentro do bolso de sua calça, perfeitamente passada, enquanto a direita passava por sua barba e cabelos numa tentativa de deixá-los mais alinhados. A mesa era bem longa e já tinham muitos dos juízes ali. Max se permitiu olhar cada um deles de modo mais demorado, enquanto caminhava até o canto oposto da mesa, para ficar mais atento a cada um dos presentes. Ele era novo no recinto, precisava saber como funcionava toda a hierarquia, assim como eram os métodos de trabalho de sua chefe exigente. Max conhecia todas as normas, conhecia todas as leis, conhecia também as diretrizes do ministério para com sua maneira de lidar com todos os casos - mas internamente, era uma situação completamente diferente.

Enquanto acomodava-se melhor, deixando suas costas bem apoiadas na cadeira, aproximou-se mais da mesa para apoiar o cotovelo e prestar bem atenção. Ela não parecia feliz com o rumo que alguns dos casos pareciam tomar, assim como também não estava satisfeita com a conduta de seus juízes. O homem então, começou a se perguntar, se em todos os julgamentos haveriam inquéritos ou se ela era apenas meticulosa com cada uma das ações atribuidas. Ele não julgou uma falha, ao contrário, era interessante de ver alguém tão empenhada em mostrar-se a frente de seu trabalho, muito embora ele tivesse a consciência de que um erro poderia custar a imagem errada ao ministério e o emprego dele se esvaindo pelo ralo. Era notável que cada um ali tinha suas ressalvas, mas poucas foram realmente faladas. Max conhecia aquele sentimento de impotência, principalmente quando vinha de alguém acima de si. Era horrível não poder expressar opinião claramente, mas ali não parecia - exatamente, com uma diretriz muito autoritária. Ele voltou a prestar atenção para suas futuras conclusões.

Com o decorrer da reunião, ele entendeu o motivo das reclamações e das broncas. Suspirou por um longo tempo e então prendeu os cabelos no alto de sua cabeça, estava começando a ficar com calor, maldito terno. Ele precisava comprar novas peças, aquelas estavam começando a ficar pequenas e o deixando desconfortável em muitos lugares errados. Lilith redistribuiu os casos e Max endireitou a coluna para receber sua pasta, que levitou até onde estava. Seria seu primeiro caso e ele tinha certeza de que não seria em larga escala, muito embora sua experiência o fizesse ser apto do contrário, ela ainda não conhecia seu trabalho - nesse caso, era justificável que estivesse começando com algo mais leve de se compreender. Max leu bem rapidamente todo o relatório. O que o surpreendeu foi o caso em si, pareceu ainda mais simples de se resolver do que o ela lhe atribuiu durante a entrevista para o cargo de juiz. Seria muito mais simples fazer uma investigação pelas varinhas ou mesmo, sabendo onde ambos estiveram de fato. A não ser que as provas fossem forjadas ou adulteradas, o caso parecia já ter uma conclusão bem óbvia na visão dele.

Logo que a corte foi dispensada, ele fechou a pasta e seguiu na direção até onde estava sua chefe - ela parecia cansada ou impaciente. Ele não saberia afirmar com certeza, desde as interações entre os dois haviam sido bem limitadas até aquele momento. Com o caso entre os dedos, ele esperou que ela terminasse de falar com um rapaz mais jovem que parecia ter recebido um quase igual em prática de magia e então um sorriso ainda maior surgiu nos lábios de Max. Era bom ver alguém mais novo interessado naquela área, e o fez lembrar de si mesmo quando tomou as decisões de seguir o rumo diplomático. - Com licença, chefe. - O tom de diversão que usou foi para descontrair, mas ele pararia caso ela desaprovasse em algum momento. - Gostaria de ficar na acusação. - Enquanto saiam da sala, ele a observou comentar sobre o caso em específico e começou a se perguntar se era realmente grande ou se era um caso mais recente. Não parecia passar de magia para encobrir magia, no entanto - ele melhor do que ninguém, sabia que toda vida era sagrada.


Notes: Max lindo. *-*
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Postado Por: Joyce Dayanne.


Re: Sala de Reuniões Tribunal Internacional

MensagemGrecia [#191048] por Milo Hatzimichalis » 11 Mai 2019, 12:24

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Trama Oficial
Suprema Corte - Post 1
Ano 2020




Milo já sonhava com o almoço delicioso que teria quando chegasse em casa naquele dia, quando finalmente chegou à sala de reuniões do Tribunal Internacional. Sua dedicada esposa Hera, era uma exímia cozinheira e não havia nada que ela cozinhasse que não lhe parecesse ter sido preparado para os próprios deuses de quem era devoto. Os anos de casamento o faziam admirar cada vez mais a mulher que o escolhera para ser seu e, por isso, para ele era um exercício desafiador manter-se por tanto tempo longe de casa. Por sorte, amava a carreira que escolhera ainda muito jovem, assim como à sua deusa patrona. Era a sua maior paixão desde muito jovem, mesmo antes de conhecer sua bela esposa. Milo era devoto da deusa Têmis e isso o impulsionava a dar o melhor de si, tanto pela família quanto pela justiça.

Já havia algum tempo que ele estava trabalhando no Tribunal Internacional na Inglaterra mas ainda não havia atuado com tanta frequência quanto em seu país de origem. Até aquele momento poucas reuniões como aquela foram feitas e, por isso o grego desconfiava que finalmente as coisas iriam ficar bem agitadas. Já começava a sentir falta de suas funções nos julgamentos, o momento mais sublime, onde a lei era colocada em prática. Ele adorava aqueles momentos de batalha entre defesa e acusação e, apesar do peso de dar a palavra final nos julgamentos, ele adorava poder exercer aquele trabalho. Era um homem justo, isso era inquestionável e após anos de estudos, treinamento e dedicação, ele supunha estar preparado para o que quer que sua carreira lhe desafiasse.

Sentou-se entre os colegas, muitos deles completos desconhecidos pois não faziam parte da equipe que já trabalhava com a senhorita Ambrew, e esperou que a reunião tivesse início. Como ele já desconfiava, ali seriam passados os casos às equipes. Essa era a forma de trabalhar da chefe de seu departamento e ele já estava acostumado com seus métodos.

Observando melhor os colegas ao redor, Milo notou ser um dos mais velhos ainda em atividade. Não que ele fosse um velho. Longe disso!! Contava com apenas 45 anos e, na verdade, apesar da contagem dos anos, sentia-se com energia igual à de sua juventude, no início de sua carreira como Juíz. Apesar disso, olhava com respeito a cada um dos colegas, pois ainda se lembrava da sensação que o início de sua carreira lhe trouxera. Se estavam ali é por que eram aptos a estar e isso era suficiente para que o pai dos Hatzimichalis os respeitasse com igualdade. Ainda que fossem qualquer um de seus colegas em um cargo menor, ainda assim, acreditava na importância do papel que cada um tem a designar, portanto, para ele, nada daquilo interessava.

Ouviu com atenção as críticas de sua chefe ao desempenho dos trabalhos realizados até aquele momento e os seus anseios para as funções que desempenhariam dai por diante e não pôde evitar um leve sorriso. Odiava ficar apenas preso à papelada, ainda que concordasse que, às vezes, fosse inevitável. Gostava da maneira de trabalhar da jovem Ambrew, ainda que visse nos rostos de alguns uma certa insatisfação pelas palavras ditas pela mulher.

Milo recebeu com satisfação a pasta com o caso o qual deveria trabalhar. Segundo Ambrew designara, ele deveria trabalhar com Sartori e Vanderhoff num caso de Prática de magia quem em muito lhe lembrava um acontecimento com um de seus próprios filhos, num passado não muito distante. Ficou sentado por algum tempo após ler todo o caso ponderando que papel deveria assumir dentro daquele episódio e lhe pareceu que, no calor de algo tão vívido em sua memória, poderia prejudicar mais que ajudar caso assumisse a defesa dos acusados. No entanto, caso demonstrasse paixão demais em acusá-los, poderia se tornar extremamente injusto e fechar totalmente os olhos ao ponto que deveria ser mais importante: a imparcialidade.

Quando se decidiu, mais da metade dos colegas já haviam dispersado e comentavam em grupos, que deveriam ser as suas equipes, sobre os casos em que deveriam trabalhar. Então, se aproximou de Ambrew e com um sorriso amistoso se dirigiu a ela, que acabava de falar com quem ele identificou ser o senhor Vanderhoff de forma que o colega de equipe também pudesse ouvi-lo:



- Se não houver objeções, gostaria de julgar o caso.


Depois de finalizada a reunião, Milo sentia-se mais confiante. Sabia que em um ponto neutro, poderia investigar os dois lados do caso sem se prender demais aos sentimentos e manter seus impulsos longe da decisão do que viria pela frente. Tinha plena consciência que a balança devia pender para o lado mais justo e ele estava disposto a levantar todos os pontos para evitar qualquer tipo de erro.

Por motivos de motim das fraudas, não pude revisar o texto, desde já perdoem os possíveis erros.
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Ανακατέψτε με ένα από το ορυχείο και θα είναι ένας νεκρός άνθρωπος
(Pronúncia: Anakatépste me éna apó to orycheío kai tha eínai énas nekrós ánthropos)
(Tradução: Mexa com um dos meus e será um homem morto.)

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Milo Hatzimichalis
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Postado Por: Cléo.



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