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O Expresso de Hogwarts 2019

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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemIrlanda [#191657] por Gael F. Lockwood » 25 Mai 2019, 19:15

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Pirraça!
#01


Mamãe não pode ir. Eu fiquei chateado. O ano anterior ela fez questão de ir comigo na estação e me lembrou de checar o malão três vezes pra garantir que nada faltava. Esse ano ela disse que estava trabalhando e que Eithan me levaria... quer dizer... eu sabia disso. Eu pedi pra ele ir, mesmo sabendo que ele trabalhava na outra escola cheia de frescura. Eu não estava triste nem nada eu só queria os dois ali. No fundo, foi suspeito. Mamãe passou a semana toda me enchendo a paciencia pela volta a escola e agora que acontecia, havia aparecido uma cirurgia de emergência. Era estranho, mas não muito. Ela queria me deixar sozinho com ele e eu não... sei como me sentia sobre isso. Estava nervoso, e por mais que a tentativa fosse válida e muito válida, meu coração ainda parecia pesado. Ele, por outro lado, estava sorridente. Empurrava meu malão como se eu fosse uma criança e não sabia o que pensar sobre isso, mas eu gostei. Algo dentro de mim gostou.

Por outro lado, a parte birrenta dentro de mim e ainda raivosa - sem qualquer motivo aparente no momento, quis alfinetar. - Você não precisa carregar meu malão... eu posso fazer isso. - Desviando o olhar pro chão, tomei o lugar dele empurrando e então respirei fundo. Não parecia esforço da minha parte, mas eu precisava fazer algo. - Mas... obrigado por... vir comigo.... pai. - Era estranho usar o adjetivo, mas não pareceu errado. Me senti bem e com isso, eu olhei o movimento de todos na plataforma. Eram pais deixando seus filhos e um monte de gente correndo feito loucos. Senti saudades antes mesmo de embarcar. Subitamente, girei meu corpo e o abracei. Não porque todos estavam fazendo, mas porque eu quis e aproveitei que ninguém me julgaria por isso. Nosso único outro contato foi na casa da mamãe quando o chamei de pai pela primeira vez e não imaginava nunca usando esse termo pra ninguém mais. No mais ou no menos, eu só conseguia me inspirar em um homem pra ser melhor. E era em Eithan.

xxx


O expresso sempre parecia lotado. Gente correndo por todos os lados e, devido as notas baixas do ano anterior, eu não sabia se estava muito empolgado com as longas horas de estudo que vinham pela frente, ainda mais quando estava na mesma mansão que minha mãe havia pertencido e se destacado. Uma vez a visitei no hospital e era... incrível. Ela era respeitada e tão jovem e mesmo assim, eu sempre fui prioridade pra ela. Por isso não entendo quando hoje ela me deixou sozinho. No fundo, eu sabia que poderia ser algo pensado pra me deixar sozinho com ele, mas isso me fez parecer manipulável e eu não gostei. Era difícil pensar em algum momento em que ela estivesse longe, mas eu não estava chateado. Por mais que tudo estivesse sendo diferente agora, ainda parecia bom tê-lo por perto. Me fez parecer em casa e pertencendo a uma família completa.

O grande problema ali, no entanto, seria encontrar uma cabine vazia ou com algum conhecido. O primeiro ano não me serviu para fazer muitas amizades, levando em consideração que a grande parte dos meus colegas de casa pareciam estar mais focados nos livros - o que eu também deveria, não me enturmei. Isso me deixou deslocado boa parte do ano letivo e me fez repensar se estar ali era mesmo o que eu queria. Quer dizer... se eu fosse pra escola cheia de frescura onde Eithan... onde meu pai trabalhava, ao menos, eu teria ele pra me dar suporte. Ficar onde minha mãe estudou estra diferente. Eu gostei de usar magia e ter uma varinha me fazia ficar ansioso por usá-la, mas eu nunca podia. Em casa, mamãe a guardava o mais longe possível de mim e parecia ser algo muito grave tocá-la. Eu conhecia as regras e as leis, tudo isso. Claro que sim, mas era muito irritante ter que arrumar minha cama manualmente.

Enquanto corria pelas cabines, alguém esbarrou em mim com a força de um furacão menor. Encarei como se o mundo estivesse desabando e fiz uma careta em puro desagrado. Seguindo a narrativa, eu sentei numa cabine com apenas duas pessoas e recomei meu costume de caras feias. Saber que estava com mais duas pessoas na cabine, me deu obrigação de cumprimentar e respirar fundo, antes de sentar para começar a escutar sobre suas vidas animadas e férias incríveis. Eu não via nada de incrível em voltar para a escola, quer dizer... quem gostava de estudar mesmo? Gostar de ler e estar interessado sobre historia de feitiços não significava que eu gostava de estudar e até hoje ainda não conseguia entender como havia ido parar na mesma casa em que minha mãe pertenceu. Não me via sendo medibruxo como ela ou mesmo docente como meu pai. Não me via fazendo nada além de ser um fardo. Grande vida a minha.


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Gael F. Lockwood
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemCoreia do Sul [#191658] por Oh Ha Na » 25 Mai 2019, 19:20

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THE BOYZ

Estação King’s Cross, eu estava quase com saudade de você. Aliás, eu estava sim! O monte de gente, tantas histórias… E na nossa plataforma, muito amor, a volta pra escola!! Sim, eu sou uma pessoa animada com a volta pra escola, enfim. Eu e minha família chegamos na Inglaterra ontem, mas fomos pra Coréia antes, então pense em como está minha cabecinha hoje. Agora são dez e alguma coisa, mas lá na coréia são seis e pouca, isso quer dizer que… Eu vou estar acordada quando devia estar dormindo! Meu deus, será que a imo colocou algum tipo de coisa energética nesses biscoitos? Por falar nela, imo teve que ficar na Coréia pra trabalhar, então só vieram appa, halmeoni e hal-abeoji, mas imo fez uma caixa recheada de biscoitos pra mim, que halmeoni colocou na minha mochila.

Tá um calorzinho aqui fora, mas não tão quente quanto lá em casa, mas como sou MONITORA (isso mesmo, gente!), já estou de uniforme, pra todo mundo me identificar, e essa capa esquenta bastante! Assim que consigo pegar todas as minhas coisas, já começo a andar pra dentro da estação, recebida pelo muito bem vindo ar condicionado. Eu amo os trouxas! Aliás, tá bem cheia a estação, eu sempre esqueço que a volta às aulas não é só das escolas bruxas, os trouxas também estão voltando agora aqui na europa, lá na coréia já é o segundo semestre, que começou em agosto.

Tento desviar de vários alunos e pessoas aparentemente atrasadas, mais uma coisa que não vejo muito lá no meu país, temos um sistema bastante rigoroso. Andando na direção da pilastra que sinaliza as plataformas 9 e 10, avisto um grupo muito característico. Aperto os olhos pra fazer a visão melhorar e reconheço a figura menor. É A YURI! Saio correndo até ela e mais perto percebo que também estão Hyun e Alyssa, além da família deles! — ANNYEOOONG~~! — Grito já me preparando pra pular nas costas do Hyun, que muito habilmente me segura. Um amor de pessoa. Eles me cumprimentam de volta e depois de descer das costas do Oppa, falo com cada um dos adultos e esse é o tempo da minha família chegar.

— Omo, vocês não se conhecem ainda! Este é meu pai Hyun Jeong e meus avós Tae Yang e Bok Joo. — Indico cada um, mostrando pros pais dos meus amigos, que eu também já conheço. Talvez eu seja uma pessoa muito viajada nas férias, talvez. O que me lembra que não vi os pais de Aly no distrito, se bem que eles são trouxas… — Família, eles são Baek Jo e Min Ah Jung, pais do Hyun e da Yoon Rin, e Māui e Rohe Aramoana, pais da Alyssa. — Faço o inverso do caminho anterior, apresentando os pais dos meus amigos à minha família.

Durante todo esse falatório, alguém coloca a mão no meu ombro e quando me viro… PAN! É a Biah com as gêmeas e meus Zahariev fofinhos. Dou um abraço meio de lado na Biah por causa do carrinho e também um beijo na sua bochecha, comentando o quanto ela está bonita. Pergunto do tio Magnus mas logo lembro que ele trabalha em Beauxbatons e provavelmente já está lá. Depois brinco com Florence e Venezia, que já estão disputadissimas por todas as outras pessoas que estavam comigo antes. Em seguida abraço Lily e levanto ela um pouquinho do chão, mas a menina já cresceu tanto que jajá não vou mais conseguir fazer isso. Coloco ela no chão e pulo no pescoço de Klav, que sei que odeia essas demonstrações de afeto, mas ela já me conhece há um bom tempo e somos amigas pra sempre, pacto de sangue! Mihail revida o que fiz com a irmãzinha dele, e me levanta do chão. — Maldade isso. Você é gigante e eu sou pequenininha. — Faço bico, gesticulando sobre nossas alturas.

De volta ao solo, pego minhas malas e essa multidão de conhecidos se organiza pra passar pela pilastra. Aly e os pais vão na frente, seguidos por Hyun, Yuri e o casal Jung. appa vai com meus avós, porque eles são trouxas e apesar de viverem com a gente, é só a segunda vez deles indo pra plataforma, confesso que dá um medinho passar por uma pilastra assim. Assim que eles somem, direciono meu carrinho com as malas e corro em direção aos tijolos.

Off: || With: Appa (NPC), Hal-abeoji (NPC - Trouxa), Halmeoni (NPC - Trouxa), Yuri (NPC), Hyun (NPC), Aly (NPC), Jung Baek Jo (NPC), Jung Min Ah (NPC), Māui Aramoana (NPC), Rohe Aramoana (NPC), Biah, Gêmeas da Biah, Mimi (NPC), Klav (NPC) e Lily (NPC) | Tagged: Imo Yoon Ji | SAP: Imo = Tia // Appa = Pai // Halmeoni = Avó // Hal-abeoji = Avô | Note: Post 01/?; NÃO aberta a interações (ainda); Não revisado ||
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemIslandia [#191663] por Travis Brunworn » 25 Mai 2019, 22:03

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Cumprindo com o meu dever para com a escola, como monitor, me certifico de que os discentes se encontram preparados para uma viagem tranquila. Designado a orientar os alunos novos, mantenho a ordem nos vagões do trem, auxiliando os pequenos com suas bagagens, as organizando em compartimentos no comboio e perpassando instruções básicas aqui e acolá as quais, a esta altura, estou cansado de repetir. “Evite perambular pelos corredores sem necessidade”, advirto a um calouro que de tão animado sequer para quieto em seu lugar, me enchendo de perguntas sobre Hogwarts. “Você verá com os seus próprios olhos, agora sente-se e fique quieto. Já estamos partindo”, me desvencilho do interrogatório, deixando-o só. Não sou muito bom em lidar com crianças, e para minha sorte, este é meu último ano escolar. Tudo o que eu preciso é aguentar um pouco mais; a monitoria me renderá bons pontos no currículo, e meu tão sonhado cargo no departamento de execução das leis da magia, no ministério, estará no papo.

Ainda procurando por Annie, com quem compartilho as responsabilidades da ronda, transito pelo interior da locomotiva resolvendo pequenos problemas que surgem em meu caminho.
— Que aconteceu agora? — De cara amarrada, viro para encarar Claire após ouvi-la chamar meu nome. Reconheço a garota como monitora da Sonserina, e apesar de muito bonita, audaciosa e compenetrada com o trabalho - meu tipo ideal, não nego - ela não me parece ser uma boa pessoa; depois de meu término insuperável com Samara, passei a ter esta visão de todas as garotas acolhidas por Slytherin, então não a culpo pela primeira impressão. — Ora, ora, o que temos aqui? — O caso desperta meu interesse conforme a sonserina delata o acontecimento. O jovem em suas garras é da casa das cobras, também, e embora seja veterano não recordo de já tê-lo encontrado na escola.

— Kawonin James, certo? — Repetindo o nome do rapaz, o observo atenciosamente. Não há traços de rebeldia em suas feições, entretanto, sendo um afiliado à Sonserina, não é preciso encontrar mais evidencias de que é realmente culpado. Precedendo a reputação da casa e, confirmado o delito por Claire, dou o meu veredicto. — Obrigado, Zlatarov. E antes que eu me esqueça, procure controlar o seu pessoal, okay? Basta os novatos causando confusão, não queremos a Sonserina incentivando a balburdia por aí. Até mais ver. — Alfineto a moçoila apenas para minha própria satisfação, e antes de ouvir uma resposta a altura, arrasto o garoto pelo braço, percorrendo a extensão do corredor da locomotiva com a maior calma do mundo. Minha ideia é fazer o momento durar o máximo possível, torturando o garoto psicologicamente sobre qual seria o seu castigo.

Por fim, ao final do comboio, encontro um vagão vazio, arejado e silencioso, indiferente a barulheira do restante do trem. É, vai servir. Pescando de meu bolso uma braçadeira vermelha, colo-a no braço de James e o empurro para dentro sem a menor gentileza. Se ele quer agir como um delinquente, então será tratado como um. E o fato de ser sonserino apenas aumenta o meu prazer em fazê-lo se sentir desse jeito.
— Se eu fosse você, não tentaria tirar essa coisa do seu braço. O último que tentou, acabou canhoto e acho que você entende o que estou querendo dizer. — Minto, lançando a ele uma piscadela maldosa. A braçadeira nada mais é que um adesivo informativo, usado por mim para marcar os alunos infratores que serão inseridos em detenções. Porém, Kowonin não precisa saber disso. Uma solução eficaz diante tantos adolescentes problemáticos que encontro na escola.

— Você ficará recluso aqui na cabine e não tem permissão nenhum para sair, certo? Assim que chegarmos em Hogwarts, irei repassar seu caso para a inspetora e veremos qual será a detenção. — Meu tom autoritário é firme, e tudo o que exijo é que o garoto me obedeça. Caso ele o faça, talvez eu amenize a pena e ou até esqueça de aplicar o susposto castigo. Hahaha, até parece. Ele vai sofrer sim! — Aproveite a viagem. — Um sorriso cínico aflora em meus lábios, e dou um tchauzinho a James antes de deixá-lo sozinho refletindo sobre suas ações. O encargo de monitor, às vezes, não é tão ruim. Estes momentos me divertem a beça e fazem com eu repense sobre meus últimos meses na esc...

— EI! O QUE É ISSO NA SUA MÃO? — Grito, demandando atenção e estarrecido com a atitude de uma garota - desconheço sua identidade - que ergue uma bomba de bosta acima da cabeça, pronta para arremessar a granada contra um grupo de crianças. — NEM PENSE NISSO, SENHORITA! — Piso forte, cobrindo a distância que nos separa, pronto para dar um fim em seu mau comportamento. Chego a tempo de retirar o objeto em sua posse e puxá-la para um lugar onde eu possa ter uma conversa séria com a mocinha. Okay, retiro o que eu tinha dito antes. Desejo desesperadamente minha formatura. Para ontem! Ou que o trem vire e me poupe de passar por tamanho estresse o resto do ano. O que vier primeiro, agradeço.



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Annie Gray, Claire Zlatarov (NPC da Carol), Kawonin James ♥
Ps: Cumprindo as obrigações e apresentando o novo galã da Raven, rs.
Interações fechadas, babys. Esta é minha última postagem com ele, acredito.
                
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemJapao [#191664] por Gales Miyamoto » 25 Mai 2019, 22:08

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Kaworu Shin 14 anos Rússia Transferido de Durmstrang (Romanov) 4º ano


II
NPC


Não era uma companhia desagradável a que estava ao seu lado enquanto caminhava pelo corredor do expresso de Hogwarts. Nathan Park parecia um garoto inteligente, embora não fosse de muitas palavras coisa que definitivamente o japonês nascido russo era. Ele falava sobre tudo o que podia e lhe dava vontade. Comentava desde as formas engraçadas como as pessoas seguiam desengonçadas e um tanto quanto desordenadas pela plataforma até os doces que eram vendidos livremente pelo local. — No navio de Durmstrang não temos permissão nem de sair de nossas cabines. O fantasma que é capitão da tripulação nos jogaria para fora. E não estou falando figurativamente não. — Comentou com Nathan ao ver um casal de mais ou menos a sua idade circular juntos de mãos dadas sem nenhuma preocupação. — Em compensação encontrávamos as cabines de forma muito mais ágil. Também... Não tínhamos muita opção com o Rasputin gritando no nosso ouvido para nos apressarmos o tempo todo. — Deu de ombros parando em frente a um carrinho de doces que era empurrado por uma senhorinha.

Nathan duvidava das coisas que Kaworu dizia e o garoto não se surpreendia. As histórias sobre Durmstrang eram realmente complicadas. Se ele se assustava com o que acontecia com o navio imagina se soubesse o que acontecia nas aulas, nos treinos e nas feiras que a escola promovia? Provavelmente mijaria nas calças. Kaworu prendeu uma risada.
—Vou te falar a verdade, eu nunca vi o Rasputin jogar ninguém no mar porque ninguém era maluco o suficiente para pagar pra ver e acabar peitando ele. Mas eu ouvi as histórias... E, sinceramente? Se você conhecesse o Rasputin como conheço não duvidaria que ele teria dado um jeito de fazer o doido que o enfrentou cair na água de um jeito ou de outro. — Deixou uma breve risada escapar quando ele comentou sobre os alunos de Hogwarts serem mais complicados de lidar e que provavelmente Rasputin teria problemas com eles ou as águas estariam cheias de alunos, resultando em uma Durmstrang mais vazia.— Olha, tenho certeza que Rasputin não está nem aí para o número defasado de alunos que a escola teria se ele por ventura carregasse os alunos de Hogwarts...

Enfiou a mão no bolso e pegou alguns goldens que tinha guardado, analisando as opções de doces que a senhorinha tinha para oferecer. — Você me recomenda qual? Estou confuso. Aliás... Quer algum? — Ele tinha dinheiro suficiente para pagar para dois e seria legal fazer uma boa ação e alimentar seu mais novo colega de escola. O garoto lhe pareceu ainda mais perdido do que ele no que se referia a escolha de doces e Kaworu quase riu uma segunda vez. Mas segurou a mão dele no segundo exato em que ele tentou colocar a mão no próprio bolso alegando que era obrigação dele pagar o doce para o japonês nascido russo, uma vez que ele era o novato. — Eu insisto. Encare como um presente por estar me ajudando a me enturmar. — Sorriu seu sorriso de sempre, caloroso e convidativo. — Essas varinhas de alcaçuz me parecem uma boa ideia.

Com muito custo, Nathan aceitou o agrado e ele pagou a mulher, guardando o troco no bolso. Foi quando um outro garoto se aproximou dos dois e começou a conversar com Park. Se chamava Travis e era de uma casa chamada Corvinal segundo sua própria apresentação. Kaworu se apresentou para ele também, mas logo em seguida achou que seria uma boa deixar os dois amigos em privacidade para colocarem o papo em dia.
— Eu vou adiantar então. Não precisam se preocupar... Não está tão cheio... Devo achar uma cabine rápido. — Acenou para eles e se afastou após convencê-los de que ficaria bem.

Mas não ficou. Estava realmente se perguntando se havia sido uma boa ideia deixar Nathan e Travis, mesmo que permanecer ali significasse começar a fazer papel de planta, esperando que eles terminassem de falar para poder tentar entrar no assunto. Cogitava voltar até eles quando avistou um garoto que aparentava ter mais ou menos a mesma idade que ele. Possuía um olhar perdido e talvez realmente o estivesse. Bem... Ficar perdido com companhia era melhor do que permanecer perdido sozinho, não era?
— Oi, desculpe... — Aquele sotaque russo pesado em seu inglês mais uma vez o incomodou. — Estou procurando uma cabine, mas estou tomando uma surra feia nessa busca. Você é daqui, não é? — Perguntou tentando soar o mais claro possível e o mais simpático também. No fundo só queria sentar logo e que o trem partisse. Mais uma vez pensou em Hinoto. A irmã teria adorado aquilo tudo que ele estava vivenciando. E aquele garoto... Travis... Era cego, não era? Exatamente como Hinoto era. Antes de... Bem... Vocês sabem... Morrer. Mordeu o lábio inferior. Talvez aquele fosse o maior motivo para ter se afastado quando Travis chegou a companhia dele e de Nathan. Lembranças. Ele odiava estar preso a elas. Odiava se sentir como estava se sentindo naquele instante. Pois bem... Deixemos isso de lado, sim?


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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemPolonia [#191683] por Nathan Park » 26 Mai 2019, 13:45

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02. Tell me what to do


Nathan de fato não era a criança mais expressiva e acabava falando pouco. Especialmente quando não conseguia pensar em nada interessante para dizer. Olhou de soslaio para Kaworu quando ele começou a falar sobre como era em Durmstrang. Um fantasma jogando pessoas de um navio? Olhou-o com um leve ar cético.

- Como ele conseguia jogar alguém se era um fantasma? - perguntou baixinho, mas realmente curioso. Não devia ser fisicamente possível. - Durmstrang parece horrível. Não faz sentido quererem que crianças fiquem trancadas em cabines. Apesar de parecer mais prático... tem muita gente nesse caminho.- suspirou num ar levemente emburrado. Queria encontrar o restante dos amigos. Incluindo Kyoshi. Principalmente Kyoshi. Torcia para que ele continuasse ali ao invés de ser transferido. Se ele mudasse de escola... pediria para Élise transferi-lo o quanto antes!

- Esse tal capitão Rasputin teria problemas para lidar com a maior parte dos alunos de Hogwarts... A grande maioria aqui não é muito boa em acatar ordens sem questioná-las. Ou o mar ficaria cheio de crianças e Durmstrang ficaria vazia... uma das duas.- Nathan gostava das ordens de professores, mas era realmente problemático para obedecer algo que achasse injusto. E não sendo um professor ou alguém da sonserina... Talvez ele fosse um dos homens ao mar. Muito provavelmente.

Quando Kaworu ofereceu um doce, Nathan olhou para todas as opções açucaradas e engoliu a seco. Mesmo que mantivesse a expressão séria, era bem clara sua vontade e confusão para escolher algo.

- Os... sapos de chocolate são bons. Os docinhos de abóbora também. As varinhas de alcaçuz também são muito gostosas. Depende do que você gosta mais.- respondeu baixinho antes de olhar para o maior. - E... o certo é eu pagar. É seu primeiro dia aqui, então tecnicamente você é o novato.- puxou a carteira do bolso, ainda um pouco envergonhado por receber a proposta do mais velho. Kaworu insistiu e Nathan acabou... apenas aceitando a varinha, colocando-a na boca por fim, segurando-a entre os dentes. Maneou a cabeça em agradecimento enquanto experimentava o doce. Estava tão bom quanto se lembrava!

Quando viu Travis andando pelo caminho, acabou por chamá-lo para se aproximar, cumprimentando-o. O menino corvinal era realmente alguém ótimo para se ter perto e era uma boa chance de apresentar alguém para Kaworu.

- Kaworu, esse é o Travis. Travis, esse é o Kaworu.- apresentou-os após alguns segundos, mas deixou que eles se apresentassem antes de começar uma conversa com o amigo sobre as férias. Ao menos até o mais velho se despedir e Nathan ficar um pouco mais receoso se deveria ter tentado enturmá-lo melhor.

Limpou um pouco a garganta e maneou um pouco a cabeça para despedir-se e concordar com ele se despedindo. Colocou a mão cuidadosamente no braço do colega segundanista. Era uma forma mais fácil de conseguir ajudá-lo a se locomover, pelo menos.

- Ah, Travis, você já... encontrou alguma cabine?- mordeu e leve a varinha, arrancando mais um pedaço para desfrutar o doce que ganhara do novo conhecido. - Podemos procurar alguma juntos, talvez.
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemIslandia [#191696] por Travis Brunworn » 26 Mai 2019, 20:58

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Após um longo período de férias viajando e conhecendo o mundo com meus irmãos, é hora de retornar a Hogwarts. O verão acabou, infelizmente, levando embora memórias maravilhosas de momentos vividos ao lado da minha família. Os problemas encontrados em meu ano anterior acabaram perdendo a importância diante da verdade absoluta descoberta por mim durante este tempo precioso; meus pais me amam e continuarão me amando independente do quão diferente eu seja deles. Apenas o fato de se esforçarem para me entender tem me deixado imensamente feliz. Mudanças, mesmo as menores, são inevitáveis e demoradas, e eu tenho toda a paciência necessária para testemunhá-las acontecer.

— Tchau, Andy. — Me despeço de Andros, meu irmão mais velho, com um forte abraço. Ele quem se encarregou de me trazer em segurança até a plataforma de embarque. Papai e mamãe estavam ocupados demais com o trabalho no ministério para fazê-lo. — Diga a mamãe que mandarei cartas assim que chegar, prometo. E não se esqueça de alimentar Medusa, cuide direitinho dela por mim, por favor. — Ele ri, retribuindo o carinho através de afagos em meu cabelo, os quais aceito de bom grado.

Passados os minutos trocando afeto, enfim nos separamos. Recolho a bengala em minha destra e apoio os óculos escuros no rosto, puxando o malão com a mão livre – minha experiência no ano passado ajudou a não encher minha mala com coisas desnecessárias, por isso, desta vez, diminuo a quantidade de objetos pessoais que levo para o castelo; excedendo os materiais escolares, livros indicados por colegas de classe e algumas guloseimas fazem parte da bagagem. Andros pede que eu me cuide e me comporte.
— Vou tentar. — Brinco, lançando a ele uma careta engraçada. Sinto saudades antes mesmo de ir embora.

A plataforma parece a mesma; ouço barulho de todos os lados, risos, choros, e os ruídos de animais de estimação sendo transportados por seus donos. Miados, latidos e chiados são os mais comuns. Uma pena não ter sido possível trazer Medusa comigo. A diretoria não permite a estadia de serpentes ou qualquer tipo de criaturas peçonhentas no castelo. Diferente dos outros de sua espécie, Medusa é inofensiva, claro. Torço para que ela não se sinta só, presa no aquário em meu quarto, e que meu irmão cumpra meu pedido e a trate com todo o amor, assim como eu o faço. Talvez consiga capturar camundongos na escola e enviar para ela. Por que não? Irei pedir ajuda a meus amigos nisso. Com certeza eles me darão uma mãozinha.

Consigo atravessar o aglomerado de pessoas e embarcar na locomotiva sem grandes problemas. Algumas pessoas abrem caminho para que eu ganhe acesso ao corredor, reconhecendo a coloração verde de minha bengala – cuja indicação adverte que sou completamente cego, embora possa ouvir muito bem. Há um outro tipo de bastão de cor vermelha usado por pessoas que são deficientes visuais e também auditivas, o que não é meu caso. Venho aprendendo bastante sobre o assunto graças a papai. Depois de tanto insistir, ele me permitiu adquirir obras literárias de autores trouxas. Com isso, pude conhecer instrumentos de acessibilidade dos povos não-mágicos, embora também não sejam muitos. O conhecimento e ou informações acerca do tema na comunidade mágica é escasso, no entanto. Pela bênção de Rowena, as coisas tem mudado, minha geração tem se incumbido disso.


— Eu? — Ouço meu nome ser chamado por alguém no interior do vagão. Giro os calcanhares, buscando localizar o responsável. — Nathan, é você? — Distinguindo a voz de meu querido amigo de ascendência oriental, um grande sorriso se abre em meu rosto. Percebo o quanto senti sua falta. — Ei, Nate! Tudo beleza? — O cumprimento com um abraço, circundando um de meus braços ao redor de sua cintura. Não o bastante, estalo um beijinho em sua bochecha. Sempre demonstro o quanto gosto de meus amigos, não tenho vergonha disto. — Faz um tempão, heim? Ansioso para mais um ano letivo? Tomara que tenham resolvido aquele problema com a magia na escola, do ano passado. — Começo a puxar assunto com Park, colocando o assunto em dia. Ele me apresenta a um amigo que o faz companhia, e o saúdo igualmente, limitado a um aceno rápido e um sorrisinho gentil. — Olá! Travis Brunworn, Corvinal, e é um prazer conhecê-lo. — Me apresento cordialmente, voltando ao rapaz mencionado por Nathan. Kaworu Shin, como se identifica. — Novo em Hogwarts? Espero que goste da escola. Se precisar de ajuda com qualquer coisa, pode me procurar.

Ofereço auxílio ao rapaz em caso de dificuldades, mesmo ciente de que talvez não seja preciso. Nathan deve conhecer o castelo melhor que eu, uma vez que passo mais tempo enfurnado na biblioteca, estudando, que em qualquer outra parte da escola. Porém, não custa nada ser educado. — Viu os outros por aí? — Questiono Nate sobre nossos amigos em comum. Seria divertido reunir o pessoal e descobrir o que aprontaram nas férias. É uma longa viagem de trem, passar esse tempo com eles viria a calhar. — Certo, vamos procurar uma cabine para poder colocar nossas coisas e conversar melhor. De preferência uma longe dessa barulheira. — Tenho ouvidos sensíveis e a gritaria provinda da animação dos estudantes ao meu redor começa a me dar dor de cabeça. Não fazem de propósito, sei bem. Também estou muitíssimo contente para regressar a Hogwarts, que se tornou minha segunda casa, e rever meus colegas.

— Que tal no vagão um pouco mais aos fundos do trem? As cabines mais sossegados ficam por lá. — Deduzo, incentivando Nate a rumar até os confins do expresso. Caminho ao seu lado a passos cautelosos, uma de minhas mãos apoiada em seu ombro para me orientar – já não necessito da bengala, retraindo e a guardando no coldre em minha cintura. Puxo minha mala com cuidado, tentando não esbarrar nas pessoas no corredor. — Então, o que tem feito ultimamente? Conte tudo. — Sorrio a ele, o incentivando a descrever seu verão.



tags, citações e adendos:
Andros Brunworn (npc), Nathan Park, Kaworu Shin (npc da Nick).
Embarcando no expresso e prontíssimo para a volta às aulas.
Aberto a interações, só chegar. ♥
Editado pela última vez por Travis Brunworn em 26 Mai 2019, 21:06, em um total de 1 vez.
                
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemInglaterra [#191719] por Thomas Wade Watson » 27 Mai 2019, 09:48

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Algumas coisas insistiam em pairar sobre os pensamentos de Thomas e o menino, apesar de já ter embarcado no Trem, ainda não tinha uma noção muito certa do que estava fazendo. Como se estivesse no modo automático, caminhava pelos corredores à procura de uma cabine sem nem ao menos se dar conta de que já passara por uma ou outra que poderia muito bem ocupar. A conversa com o tio Wade momentos antes o deixara ainda mais preocupado e com uma sensação de que a despedida era mais séria que das outras vezes. Um sentimento de perda enorme o acompanhava desde então e ele lutava para não entrar em pânico.

O menino já tinha consciência, à essa altura, de que sua família era composta em sua massiva maioria por bruxos seriamente inclinados à bruxaria das trevas. Nada declarado ou anunciado, mas Thomas não era bobo e conseguia encontrar indícios aqui e ali da índole de seus parentes. De sólido ele tinha que eram defensores do purismo e da supremacia bruxa. Havia algum ou outro tio que estava recluso em Azkaban, porém, o que mais o levava à constatação da veia de trevas que permeava sua família, eram os comentários e atitudes que muitos, inclusive seus pais, tinham de tantos determinados assuntos dentro do mundo bruxo. Apenas uns poucos como tio Wade e ele mesmo, abominavam essa ideologia. Mas eram muito mais fácil se calar e manter o foco longe de si mesmo do que atrair para si a fúria de toda uma família, afinal de contas, ele era só uma criança.

Thomas sacudiu a cabeça tentando afastar os pensamentos ruins. Não iriam matar Wade só por causa das escolhas amorosas dele, iriam? O menino estava convicto que não, mas temia pela vida da moça… quando queriam, os Watson poderiam muito bem fazer tudo parecer um acidente e não ter sequer seus nomes relacionados ao que quer que fosse.

O menino franziu a sobrancelha indignado. Não poderiam ser tão maus, poderiam? Tio Wade não deixaria. Ele protegeria a mulher que amava, ele tinha certeza.

Os pensamentos consumiam Thomas de uma forma que ele mal reparou no garoto japonês que se aproximava e, estranhamente se dirigia a ele com um carregado sotaque russo:

- Ahn… ah!! Olá!

O menino estava tão perdido quanto ele mesmo, mas a diferença era que, para Thomas, era só uma questão de desatenção enquanto para o outro, era falta de conhecimento. Ao que parecia ele era transferido de alguma outra escola e, pelo sotaque russo, Thomas podia apostar que era de Durmstrang.

- Sim sim, me chamo Thomas!- Estendeu a mão para o novo colega de escola– Seja bem vindo! Pode vir comigo, vamos encontrar um lugar para passarmos a viagem.- Ele sorriu para o menino de maneira cordial e amistosa. Gostava de ajudar e ainda mais de fazer amizades.
Não demoraram muito a encontrar um vagão vazio, o que era uma sorte enorme, já que o trem ficava mais cheio a cada minuto. Thomas colocou suas coisas no bagageiro acima dos acentos e depois ajudou o colega a se ajeitar com suas próprias coisas e se sentou diante do outro.

- Então, de onde você veio de verdade, da Rússia ou do Japão?- Iniciou com uma brincadeira sobre a nacionalidade do colega para puxar assunto.
Queria ser cordial e amistoso. Gostava que as pessoas se sentissem acolhidas quando estavam próximas a ele e, mesmo que às vezes o pensamento ainda vagueasse para tio Wade, ele estava feliz em ter a companhia de um novo amigo e ainda mais de poder voltar para a escola naquele início de ano Letivo.


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Quem mais quiser se juntar aos dois, tem vaga na cabine hehehehe
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemCoreia do Sul [#191728] por Oh Ha Na » 27 Mai 2019, 16:47

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Dreamcatcher

                Não preciso nem abrir os olhos para saber que a estação está super lotada. Aliás, nem parece que algumas pessoas se formaram ano passado, essa plataforma parece mais cheia que antes, como diz a Natasha, parece faculdade pública no Brasil, muita gente entra e pouca gente sai. Não entendo muito bem o que isso quer dizer mas acho que apliquei certo o exemplo, se não, apenas ignore. Saio da frente da pilastra porque no final das contas eu não quero ser atingida pelo carrinho das gêmeas, então me junto com meus avós e pai. — Aish que calor! — reclamo, tirando a capa e coloco ela em cima das malas, só tiro o broche de monitora e coloco na minha blusa, quero exibir isso pro mundo porque EU CONSEGUI! Enquanto faço isso, avisto um serzinho passando no meio das pessoas.

Corro até o ser, deixando minha família para trás e o agarro pelo pescoço. — Annyeong Matteo!! — Digo super animada! Meu deus cada vez que vejo um lufano eu surto, como eles podem ter ficado ainda mais bonitos em uma semana? Quer dizer, os vi no evento de férias! Aproveito para exibir pra ele meu distintivo de monitora e sou elogiada, bem, elogiada do jeitinho do Matteo que todos já conhecem. — Ah, se estiver procurando a Yuri ela está… — Paro por um momento. Cadê ela? — Com a Aly e os pais! — Completo sorrindo pra ele, claramente falhei em meu objetivo de juntar os dois dessa vez.

É o appa quem me salva, chegando do meu lado e, após cumprimentar Matteo, me pergunta onde pode colocar as malas. — Omo! Vou ajudar. Até mais Matteo, te vejo lá dentro! — Aceno freneticamente pro lufano e vou com meus coreanos pra onde as malas são entregues. Eu sei que nós escolhemos onde vamos ficar na viagem, mas os tios colocam tudo do lado de dentro e depois a gente se acha. Mas sabe quem eu encontro no lugar? A monitora chefe mais linda de todas! — Eonniiiii!! — Abraço Cath, pegando ela de surpresa. Claro que ela fica surpresa, é meio que nem o Matteo que não gosta muito de contato físico, mas acho que todo mundo já começou a se acostumar com esse meu jeitinho. Logo a eonni emenda dizendo que não sabe onde o Mike está, mas que elas podem procurar juntas por ele. Como ela sabia que eu ia perguntar?? Sinto minha bochechas arderem. — N-nee! Gomawo... — Vergonha? É, um pouco.

— Ah, parabéns pela chefia da monitoria! Chukahae! — Espanto a timidez pra beeem longe e puxo a animação de volta. Ela agradece e também me parabeniza pela monitoria. Meu deus, eu ainda nem acredito que sou monitora! Eu devo ter feito um bom trabalho ano passado, e tem também o segundo lugar no concurso de talentos, esse ano está tão lindo!! — Espero ser uma monitora tão boa quanto você, eonni. — falo com sinceridade e sorrio pra ela. Cath me conforta também, dizendo que vou ser uma ótima monitora e que só não posso dar ouvidos ao Matteo, o que me faz rir.

Atrás de mim, appa já despachou minhas malas e me chama pra falar um minutinho, além de entregar minha capa, que penduro no braço. Peço pra inglesa esperar um minutinho e vou falar com minha família, é a hora das mil recomendações! Hal-abeoji me fala pra comer direitinho e beber bastante água pois preciso me manter bastante hidratada. Halmeoni me abraça e mais uma vez me parabeniza pela monitoria, dizendo que está muito orgulhosa da mulher que estou me tornando, mas também me pede pra manter o bom desempenho nas aulas, que assim eu “vou longe”. Na vez do appa ganho mais um abraço e recomendações de cuidado. Contei pra ele como as coisas estavam no final do ano letivo e ele ficou bastante preopupado. Também me pediu para evitar o quadribol até as coisas se estabilizarem. Concordo e dou outro abraço nele e meus avós se juntam também. Aigoo! Já estou com saudades!

Off: || With: Matteo, Appa (NPC), Cath, Hal-abeoji (NPC - Trouxa) e Halmeoni (NPC - Trouxa) | Tagged: Natasha, Gêmeas da Biah, Yuri (NPC), Aly (NPC), Jung Baek Jo (NPC) e Jung Min Ah (NPC) | SAP: Appa = Pai // Halmeoni = Avó // Hal-abeoji = Avô // Gomawo = Obrigada // Chukahae = Parabéns | Note: Post 02/?; NÃO aberta a interações (ainda); Não revisado; Editado pra arrumar estética ||

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Jung Yoon Rin 12 anos Coréia do Sul Corvinal 2° ano
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Uma crise de asma bem na véspera da ida para Hogwarts, o suficiente para deixar seus pais em polvorosa mais uma vez, querendo barrar a ida da filha mais nova para a escola. Já não era velha demais para ter crises de asma? Aquilo, de certa forma, a frustrava. — Mas eomma, o Hyun sabe o que fazer se eu tiver uma crise, ele vai cuidar de mim, não é, Oppa? — Lançou o olhar como um pedido de ajuda para o irmão mais velho, que demorou um pouco para raciocinar, mas concordou e segurou Yuri pelos ombros, dizendo que cuidaria bem dela.

Os pais parecem ponderar, mas concordam com relutância. Yuri então abriu um sorriso que iluminou sua face pálida e expressão abatida. Logo a garota pegou suas malas e foi para a sala, onde, em menos de cinco minutos, viajaram por chave de portal para Niue, onde buscaram Alyssa e seus pais, antes de mais uma vez viajarem com a chave de portal para o Beco Diagonal.

O dia estava bastante agradável para a jovem coreana. Em comparação com o próprio país, a Inglaterra estava com uma deliciosa brisa fresca. Ainda assim, ao entrar na King's Cross, colocou a máscara que cobria seu nariz e boca, protegendo da fumaça dos trens e poeira.

Mal entraram na estação e logo Ohana surgiu atrás, com toda a alegria de sempre.


A estação estava tão cheia que, depois que Ohana e os outros se afastaram, Yuri não conseguiu encontrar mais ninguém conhecido. — Eonni, vamos colocar nossas malas numa cabine! — Pediu para Alyssa, que concordou rapidamente, Despediram-se então dos pais e junto de Hyun (que carregava uma bolsa da irmã), as meninas seguiram para o trem.

No meio do caminho, Matteo surgiu no meio da multidão, para a alegria da corvina. O garoto se aproximou e, parecendo bastante nervoso, perguntou se ela estava indo para a escola também. Uma pergunta bastante pertinente se levasse em consideração a conversa que tivera na parte da manhã com os pais.
— Sim! — Respondeu animada, somente então lembrou de tirar a máscara. Ao fazer isso, sorriu para o rapaz. — Annyeong Oppa! — Falou de um jeito fofo e ficou na ponta dos pés para lhe dar um beijo na bochecha.

Antes que o lufano pudesse responder, Hyun cutucou Yuri, dizendo em coreano que iria na frente com Alyssa e pediu para que a irmã recolocasse a máscara antes de pegar a mala sua mala e partir
— Nee... — Respondeu suavemente, fazendo o solicitado antes de voltar sua atenção mais uma vez ao italiano. Ele parecia tentar verbalizar as palavras coreanas anteriormente ditas, o que fez a garota rir e dizer que ele estava indo muito bem. Não demorou muito e começou a ser solicitado que os alunos entrassem no trem.

Sem perder tempo, Yoon Rin tomou a mão de Matteo, segurando-a de um jeito simples.
— Vamos, Oppa? — Questionou, e mesmo com a máscara, era possível saber que sorria pela curvatura de seus olhos. Ele ainda parecia estático, meio travado pelas ações da segundanista, mas a seguiu, por fim, parecendo extasiado. Ela abraçou o braço dele e juntos, seguiram para a cabine onde Hyun e Alyssa esperavam com um outro coreano.

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Off: || With: Jung Hyun Seong (NPC), Alyssa Aramoana (NPC), pais, pais da Alyssa, Matteo Romazzini | Tagged: Ohana | SAP: Olha no da Ohana -q | Wearing: Click Me! | [color=#BF80BF]Music: Pick Me - Produce 101/I.O.I | Note: Pra Marj <3 ||
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemEstados Unidos [#191729] por Kawonin James » 27 Mai 2019, 16:50

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Aquela visão do menino tentando desgrudar veemente seu calçado do solo causava uma sensação prazerosa no interior de James, como se o loiro gostasse de ver os outros sofrerem por sua causa. Tinha em mente que deveria punir todas as pessoas que impediriam sua caminhada de chegar ao topo. Tratar o jovem sonserino do jeito que aquele ser inferior tratou era uma afronta a sua superioridade e poder, por isso não poderia deixar de fazer nada em relação ao fato. Acenou para o menino preso, desenhando no rosto um belo sorriso maléfico. Até o próximo ano... Babaca! No momento em que Kawonin virou-se de costas para o menor, sentiu uma grande pressão na orelha, como se alguém estivesse a puxando, além da varinha sumir da mão como um passe de mágica.

QUE MERDA É ESSA?! Indagou indignado com o fato de Claire tê-lo repreendido. Era uma surpresa ver a garota possuir um broche de monitora, isso queria dizer que levaria uma detenção pelo seu ato impulsivo. Tentava se soltar e reclamar de toda aquela situação, mas a força da sonserina era mil vezes superior à sua, então não tinha nada a fazer a não ser ficar bravo. A mais velha não sabia o que tinha acontecido e nem tentou averiguar a situação, apenas levou James para perto de Morris e um outro garoto que desconhecia e discursava um sermão sobre o garoto não fazer jus a casa da sonserina. Como você pode ser uma monitora se nem sabe o que aconteceu e já foi me punindo? Porque não trouxe o garoto junto para tentarmos verificar a situação?... Esse trabalho que você está fazendo é errado, injusto. Parece que a culpa é toda minha. Acho que devem analisar melhor quem colocam como monitores! James estava afiado naquela manhã. Tudo o que tinha acontecido com ele nessas férias tinha vindo à tona naquelas palavras. Mas a garota Claire, com aquele jeito insuportável de ser, já tinha uma resposta preparada para o comentário de James. Mesmo o menor não concordando com o que a mesma dizia, ficara quieto só para não piorar a situação.

Fixou o olhar na figura do corvino. Não gostou do jeito que ele tinha falado com Claire, porém não iria se intrometer, se a garota não sabia se defender sozinha, então não tinha o porquê de ela ter sido escolhida para ser membro da casa da sonserina. Ficou calado o caminho todo. O monitor não lhe dava medo algum, só tinha medo de uma pessoa e ela já tinha se graduado. Apenas deixou o menino "curtir" seu trabalho e lançar-lhe algumas ameaças vazias. Em Hogwarts não poderia ter punições severas como em Durmstrang, por isso não sentiu medo algum enquanto o garoto falava algo sobre a última pessoa ter se tornado canhota. Sentou-se no banco do vagão vazio e lançou um sorriso irônico para o corvino. Que você também tenha uma boa viagem fazendo esse trabalho imundo! Sussurrou para si quando se viu sozinho.

Não ia mudar nada ficar sozinho na cabine "pensando sobre suas ações". James não era uma pessoa que se sentia errado no que tinha feito. Nunca se arrependeu de nada. Nem mesma do que tinha falado no treino de quadribol a respeito de Athena. Cruzou os braços pensando em como seria frequentar aquela escola sem Gales e como faria para derrubar todos os outros alunos que também gostariam de chegar no topo dos bruxos mais fortes da sociedade.


Interação: Claire Zlatarov (NPC da Carol); Octávio Munhoz (NPC do Lipe) e Darien Morris (NPC da Nick)
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Re: O Expresso de Hogwarts 2019

MensagemPortugal [#191730] por Lisa Cecile F. Romena » 27 Mai 2019, 16:53

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Marie Perrault | 4º ano | Gryffindor



O rosto dela estava vermelho vivo, quase num tom de púrpura de tão forte.

Mas que merda! Porque tinha acreditado que as coisas seriam fáceis? Ela não queria, não conseguiria pensar num jeito pior para morrer do que ver aqueles dois juntos, tão próximos. Pois é, elas eram namoradas, afinal. Deviam ter momentos a sós, principalmente na primeira viagem juntas à Hogwarts. As férias foram incríveis, repletas de amassos e juras ao luar, então, porque não estava dando certo? Porque aquela raiva do inferno corrompia suas vísceras e artérias até não sobrar mais nada? Marie encostou a testa na porta fechada de uma cabine aleatória, rezando para que o barulho não tivesse sido tão alto lá dentro quanto pareceu do lado de fora.

Respirando fundo, tentou apagar a imagem daquele infeliz curvado sobre a sua garota e o sorriso dela voltado à ele. Era uma visão do inferno, a pior das reações. Num puxão, abriu aquela droga de porta e se deparou com um monte de meninos sentados e numa conversa ávida. A loira não era muito feminina, então, ela até parecia um rapazinho de 13 anos, com a camiseta larga e a bermuda de jogar basquete, somada ao boné pra trás e cabelos curtos. Sem pedir permissão, empurrou a mochila na frente do corpo e se jogou num espaço vazio entre dois asiáticos. Um cigarro apagado saiu de dentro da mochila e girou entre os dedos como uma baqueta. Ela não acenderia, é claro, mas o movimento e a mera presença do objeto próximo de si era razão para acalmar os nervos.

A grifinória mastigou o filtro, prendendo entre os lábios, sem se importar com aqueles outros seres e suas impressões sobre ela. Quando percebeu que estava sendo muito mal educada, ergueu o pulso na altura do queixo e fez aquele símbolo clássico de hangloose, um por um, pacientemente, com um meio sorriso cansado nos lábios carnudos iguais aos do irmão. Eles tinham sido os únicos a puxar aquela característica da mãe e muito se orgulhavam de carregar algo da mesma.
- Tudo bem, meninos? Desculpa atrapalhar o momento de confraternização de vocês com o meu mau humor. - Num suspiro longo, a francesa mordeu os lábios e desviou aqueles grandes olhos azuis para a paisagem la fora. Ela tentou, inutilmente disfarçar a raiva, mas a mesma tingia as bochechas de sangue naquela pele pálida. Seu bastão estava saindo para fora do zíper da mochila, indicando o que ela fazia como terceiranista griffa de respeito.

- Mauricinho de merda. - O pensamento ainda estava em Matteo e Arthie... Será que conseguiria superá-los em algum momento? Todavia, antes que a resposta viesse, percebeu que havia falado rápido demais e alto o bastante para que todos escutassem. - Ah... Não foi com vocês, malz aê! - Passando o peso de uma perna de um joelho para o outro, estalou o pescoço quase em sintonia, levando os olhos ao rapaz que parecia ter a mesma idade dela. - As vezes a gente odeia as pessoas por serem imbecis.


Com: Nathan, Kaworu, Travis e Thomas
Editado pela última vez por Lisa Cecile F. Romena em 18 Jun 2019, 15:04, em um total de 1 vez.
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Postado Por: Leticia Da Silva Ferreira.


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