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Honeydukes [Dedosdemel]

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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemEstados Unidos [#182697] por Beverly C. Harrison » 20 Jan 2018, 11:05

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Finalmente a primeira visita a Hogsmead. Sair do castelo parecia o mesmo que lhe tirar um peso das costas e ela agradeceria por isso pelo resto do ano. Como se não bastasse a monitoria, se manter fora do radar de Vicenzo estava ficando difícil. Por que ela fazia isso? Nem ela mesma sabia... Mas ficar perto do italiano deixava seu raciocínio embaraçado, as palavras pareciam fugir da sua cabeça. Seu estomago revirava, seus joelhos perdiam a força... Não eram sensações agradáveis e o fato de ela não saber qual era a causa de tudo lhe dava calafrios. Então qual foi a melhor solução encontrada? Se afastar do monitor. Mesmo o castelo da escola britânica sendo enorme, manter distancia não era fácil, ainda mais se levarmos em consideração que eles estavam na mesma casa, no mesmo ano e eram monitores juntos.- Mary, vamos!- Chamava a garota do pé da escada que levava até o dormitório feminino. Mary Poll era uma outra terceiranista corvina com quem Beverly tinha feito amizade com o fim do tribruxo no ano anterior. Não era a mesma amizade que ela tinha com Sarah, não chegava nem perto, mas estava sendo ótimo para evitar se sentir sozinha e compartilhar toda essa confusão dentro de sua cabeça.- Tô indo.. Aqui, você já ia deixar seu casaco pra trás.- Novembro já tinha chego e com ele as temperaturas baixas que tanto desagradavam a corvina.- Ah, obrigada... Vamos? Acho que todos já devem estar indo.Por mais que não precisasse usar as vestes da Corvinal ela gostava do tom azul, por isso tinha preferido uma saia no mesmo tom de suas vestes escolares, um tricô de gola alta, meias grossas e sua bota preferida, até um pouco acima dos joelhos. Gostava de finalmente poder usar algo que não fosse o uniforme, então aproveitava essas raras ocasiões para usar todas as roupas novas que havia trazido de suas férias na casa dos avós em NYC.

Guardou uma pequena bolsinha cheia de moedas douradas dentro da mochila preta, assim como sua varinha, uma escova de cabelo, creme para as mãos, um batom claro e mais um cachecol, arrancando um olhar de espanto de sua amiga.
- Como você consegue fazer caber tanta coisa dentro de uma bolsa tão pequena? E nem faz esforço para fechar?- Vicky tinha alertado a garota para não mostrar as bolsas expandidas para ninguém, mas ela nunca lembrava desse pequeno detelhe.- É só ajeitar direitinho que fecha... - Respondeu ela, com um sorriso culpado no rosto enquanto puxava a garota para fora da casa dos corvos.

O caminho até o vilarejo bruxo foi uma pequena para a garota. Ela não gostava do frio e, apesar de ainda não estarem no auge do inverna, ela já desejava uma lareira e litros de chocolate quente. Mary, ao contrário, parecia muito feliz com a neve que já começava a se acumular no chão. Andava fazendo pressão maior do que o necessário no chão, deixando pegadas que, segundo ela, serviriam para guiar o caminho de volta para casa.
- Como se fosse necessário.- Talvez fosse o frio também que mexia com o humor da americana. Londres por si só já era um lugar triste, se tivessem três dias inteiros de sol no ano era algo a se comemorar, sempre lembrando a loirinha dos verões na Flórida e de como ela sentia saudades dos parques de Orlando nessa época do ano.- Mary! Hey! Volta aqui!Gritou Beverly, enquanto corria para puxar sua colega pelo braço.- Eu quero passar na Dedosdemel, meu corpo precisa de chocolate para se manter quente.- Mary sabia que era somente drama, no fundo a monitora só estava arranjando uma desculpa para comprar um pouco de seu doce preferido, mas quem era ela para discutir, certo? A inglesa acenou positivamente com a cabeça e as duas entraram pela porta da loja preferida dos estudantes de Hogwarts, ouvindo o habitual sino anunciado as novas clientes.- Eu vou ali no fundo pegar um sapo de chocolate, você quer?- Perguntava a garota, enquanto seguia pelas prateleiras da loja até o ultimo corredor.- Não precisa! Eu vou pegar um dos que tem aqui.- Beverly fez um sinal positivo com a mão, mas não confirmou se Mary tinha conseguido ver. Simon, um quintanista também corvino, tinha lhe dito que os sapos da ultima prateleira, lá no fim da loja, sempre vinham com os melhores cartões colecionáveis e ela ainda precisava de alguns raros para sua coleção.

Seguiu entre o mar de alunos, se espremendo entre os maiores até finalmente alcançar a ultima prateleira.
- E agora... Qual eu escolho?- No fundo, ela queria gastar todos os goldens em chocolate, mas além de espinhas, ganharia uma bronca enorme de sua mãe e, principalmente, seu pai. Dinheiro trouxa era muito desvalorizado perto da moeda bruxa, então, mantê-la em Hogwarts não era nada barato. No fundo, Noah só tinha concordado com o fato de ela estudar em uma escola bruxa porque assim ela aprenderia a controlar os poderes que tanto assustavam seu pai. Mas isso não o impedia de brigar com sua filha e seus problemas com dinheiro.

- Esse aqui!- Afirmou ela para si mesma, enquanto puxava uma das caixinhas azuladas dentre tantas. Seu coração palpitou um pouco, torcendo para o cartão ser o de Rowena Ravelclaw. Mas ela não poderia abrir ali, não aguentaria passar pela ansiedade sozinha, precisava compartilhar com Mary. Mas onde estaria sua colega? Ficou na ponta dos pés, tentando enxergar os cabelos cacheados da garota, mas não a encontrava. Deu um passo para trás, tentando ganhar um plano de visão maior, porém, suas costas bateram em algo inesperado.- Santa Morgana... Desculp... Vicenzo?- Obviamente era o outro monitor da casa azulada. Aquele mesmo quem ela tentava tão inutilmente ignorar.- Desculpa... Não tinha te visto.- Ela conseguia sentir todo o seu sangue se concentrando no rosto, aquela altura tinha certeza que estava mais vermelha que o uniforme dos griffos. Novamente, seu estomago parecia dar um nó, seu coração quase saia pela boca, sentia seus dedos vacilarem ao segurar o chocolate, assim como seus joelhos ao sustentar seu peso.- Tudo bem? Tá um pouco frio, não?- As palavras simplesmente saíram de sua boca, completamente impensadas, fazendo com que a garota quisesse mais do que nunca cavar um buraco no chão e se esconder, nunca mais olhando para aqueles enormes olhos claros do italiano.- Tempo Beverly? Sério? Só nisso que você conseguiu pensar?

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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemItalia [#182903] por Vicenzo de'Lavezzo » 04 Fev 2018, 20:13

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                    Apesar de todos os acontecimentos em Hogwarts, os finais de semana em Hogsmeade ainda não haviam sido privados, o que era uma sorte imensa para todos os terceiranistas, inclusive eu. Durante quase quatro anos mergulhei nos estudos da escola escocesa e, no ano em que consigo a liberação escolar e familiar para deliciar-me no vilarejo próximo da escola, diversos acidentes ameaçam a aprazível sensação de por os pés as ruelas cheias de lojinhas e casinhas miúdas, porém tão perfeitas que chegava a provocar o anseio de mudar para ali, afinal como dizem os livros "É um dos poucos vilarejos unicamente bruxos do mundo". Dentre todas as maravilhosas atrações que Hogsmeade poderia oferecer, de longe a Dedosdemel era a melhor. Comer os doces contrabandeados provindos da doceria mágica havia se transformado num péssimo hábito que adquiri nos anos anteriores. Este ano, no entanto, eu não precisaria procurar algum terceiranista para comprar sapos de chocolate, lesmas de gelatina e a minha preferida: tortinha de abobrinha. Naquele domingo em questão, em que havia visita à vila, meus pés me conduziram involuntariamente até aquele estabelecimento. Não existia nada melhor do que se empanturrar de doces após um salgado almoço. Eu chamava isso de um péssimo hábito, pois para um futuro jogador de Quadribol ou auror - sim, a indecisão já me batia a porta -, era sempre bom manter a forma.

                    Naquele domingo não havia sido diferente. Me deparei com aquela atrativa fachada do comércio. Na vitrine havia vários bolos, chocolates e doces dos mais diversos tipos e efeitos organizados harmoniosamente. Tal demonstração era devidamente intencional do proprietário, afinal uma grande gula crescera dentro de mim ao avistar a famosa cascata de chocolate. Meu bolso tinia, com minhas moedas doidas para saltaram para a mão da atendente detrás do balcão. A boca salivando não deixou-me sequer esperar mais um segundo, então logo tratei de entrar no lugar e realizando um aceno de cabeça animado para a moça da loja. No canto, ao lado esquerdo, várias mesas estavam organizadas de forma a atrair os casais e deixar o local mais romântico. Felizmente só havia um casal naquele momento, pois era bem raro haver romantismo em Hogwarts, os casais que tinham ali procuravam fazer outras coisas das quais eu sequer tenho coragem de mencionar. Era chato ficar observando os outros se esfregando quando você estava só. Entretanto eu não tinha o que reclamar. A Doceria realmente era um local voltado principalmente para jovens apaixonados e apenas eu, estupidamente, tive a ideia de ir lá sozinho. Não sabia explicar muito bem esta minha atitude. Esse clima romântico era algo que sempre detestei, não o clima em si, mas o fato de estar fora dele. No fim, eu ia ali apenas para comer os doces.

                    Caminhei lentamente buscando não esbarrar no pequeno contingente de alunos que havia ali e, enquanto me esgueirava de um ou outro discente ia analisando as estantes abarrotadas dos mais diversos chocolates. Atrás de mim, a fonte de chocolate jorrava fazendo um barulho agradável. Diziam que se tratava de um chocolate encantado, permitindo fazer previsões amorosas de quem o bebe, bastando para isso analisar as formas dos restos de chocolate que ficavam na xícara. Ao lado da fonte estava uma caixa rosa, bastante chamativa com seu laço em forma de coração. Dentro dele estava o famoso Doce do Amor que faziam os sentimentos vir à flor da pele. – Hey presta a aten... – Balbuciei um pouco grosseiro quando senti algo batendo em mim forçando meu corpo ir alguns centímetros para a frente. Todavia, quando percebi de quem se tratava eu não pude terminar a frase e qualquer sentimento inútil de raiva passara instantaneamente, afinal Bev estava em minha frente mais linda do que nunca. A verdade é que ela era linda sempre e ser monitor junto com ela não ajudava em nada esconder meus sentimentos e, sim, eu já estava bastante grandinho para reconhecer o que eu sentia. Me esforcei ao máximo para não corar, mas não teve jeito. – Bev... Oi, tudo bem, não se preocupe. Tem muita gente e é difícil não esbarrar em alguém. – Sorri como um bobo e que diabos eu estava falando? Sou um verdadeiro trouxa, no sentido ruim da palavra.

                    Enquanto olhava a corvina pude perceber seu rosto se avermelhar, obviamente por ter esbarrado em mim, mas eu já havia dito que não precisava se preocupar. Além do mais, éramos amigos, sim? Fazíamos rondas sozinhos - acompanhados por um gigantesco silêncio - , então não havia motivos para tal, mas quando ia novamente informa-la que estava tudo bem mesmo, ela me questionou acerca do tempo. Bom! Eu confesso não ter reparado nas nuvens, reparei em muitas coisas e isso eu devo admitir, mas não no céu. – Realmente, um pouco frio. – Olhei de canto tentando desviar o olhar e pensar no que fazer. Minha mente dizia para convidá-la para se sentar comigo, mas e se ela dissesse não? Enquanto confabulava comigo mesmo, quase a perdi, pois uma outra amiga estava a sua procura, mas chega Vicenzo você precisa virar um homem de verdade, até barba já está lhe cobrindo a face (o player chama isso de penugem mesmo). Era hora de tomar coragem, lembre-se do baile. E então saiu. – Beverly você quer tomar um chocolate quente comigo?... Tipo agora? – Meneei a cabeça para o lado abrindo um sorriso nervoso enquanto aguardava a resposta da loira.


    Notes: Arco se passa nos primeiros dias de aula de Hogwarts, onde não havia proibição quanto às saídas para Hogsmeade.
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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemInglaterra [#188905] por Lola Rousseou » 23 Jan 2019, 23:04

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Não era possível que, com tantas pessoas no mundo, logo ela recebesse aquela missão. Por um lado, não seria tão ruim se fosse levar em consideração o quanto poderia ser benéfico ao seu currículo, por outro, uma vez que se achasse no lugar de ''garotas dos doces'' nunca mais conseguiria se ver livre disso. Os jogadores que seu departamento tinha acesso eram viciados em doces, o que ela achou terrivelmente mal administrado. Um atleta raramente precisa de açúcar no sangue, e isso é dito em todo e qualquer treino, mas aqueles pareciam não se importar. Ela odiava atletas. Apesar de saber que um surto de adrenalina poderia ajudar em alguns casos específicos, não era sempre que se tinha algum proveito daquilo. Um dos possíveis motivos de estar ali, buscando doces, era porque sua chefe queria agradar os times e o departamento de esportes do ministério não poderia se dar ao luxo de ter o desgosto dos principais nomes do quadribol. Era complicado? Muito mais do que ela poderia prever, mas não se daria ao luxo de negar o pedido de sua chefe, não quando precisava tanto daquele estágio.

Colocando seu casaco ainda mais contra seu corpo, ela começou a respirar fundo e seguiu na direção da loja mais badalada de Hogsmeed, ao menos, para as crianças. Raramente se via um adulto ali dentro, a não ser que seu filho estivesse junto. Lola não podia culpa-los, ela mesma adorava doces e tinham épocas específicas do mês em que todos os funcionários do local a reconheciam. Um sorriso genuíno surgiu nos lábios da morena, enquanto colocava os fios de cabelo para trás da orelha e observava com atenção cada uma das opções. Lembrava-se de ter escrito uma lista com as preferencias dos atletas, mas no meio da aparatação, acabou perdendo como uma boa desleixada. Não era do feitio de Lola acabar por perder coisas importantes, ou mesmo que relevassem de alguma forma seu trabalho, mas acabou se deixando levar pela distração de ver seu ex-namorado. Todo lindo e loiro, em sua glória maravilhosa no ministério. A corvina se pegou pensando o que July diria ao saber dos sentimentos da morena ou mesmo o que Kiara falaria se contasse sobre o rapaz. Com toda certeza Sarah iria lhe dar um sermão de, no mínimo duas horas sobre como ele não era digno dela ou dos sentimentos dela, mas quando se gosta de alguém é muito mais complicado esquecer do que deixar pra lá. Ela sabia bem disso.

Ver Lucian, dois dias antes, saindo do trabalho com uma loira qualquer deixou os nervos da menina a flor da pele. Suas emoções ficaram tão bagunçadas quanto seu malão, quando procurou pelo seu lembrol na semana anterior. Lembrava-se de sentir uma dor tão intensa em seu peito que foi preciso sua amiga lhe tirar do topor de estar na tristeza profunda. Lucian e ela haviam terminado há mais de dois anos, portanto, sofrer por ele era completamente infundado. Ainda mais quando se tratava de algum tipo de sentimento antigo. Claramente o loiro havia seguido em frente e ela precisava fazer o mesmo, a questão era como. Não tinha a menor ideia de como ''desgostar'' do cara que havia sido tão importante, pois era seu primeiro namorado. Lola odiava ainda se sentir tão vulnerável, mas ao mesmo tempo, era bom pra aprender a amadurecer. O estágio no ministério e toda a situação com sua irmã iriam exigir dela uma atenção redobrada, cheia de cobranças mesmo que sua avó não quisesse, ela mesma iria tentar seguir com sua vida para uma predestinada e longa jornada. Lola reconhecia todo o esforço que precisava fazer e estava dando o máximo de si, nas aulas e no estágio para se formar com honras e com um emprego integral. Ela precisava fazer o que podia por si e sua irmã. Ela sabia que, mais cedo ou mais tarde, a guarda de sua irmã seria sua. E sua mãe não poderia fazer nada para impedi-la.

- Vai querer o de sempre, Srta.Rousseou? - A pergunta quase a pegou de surpresa. Mas acabou assentindo em um sorriso mais animado, e terminou de colocar todas as exigências que lembrou na cestinha, além dos seus próprios doces e balinhas. Sua mente começou a se dispersar sobre possíveis reclamações em esquecer o que havia sido solicitado, quando seus olhos pousaram sobre o par de olhos que conhecia mais que seus próprios. Se seu pensamento sobre ele fosse algum tipo de ritual, poderia jurar que havia sido bem feito, já que não havia demorado. Seu coração, quase imediatamente, ficou em desespero absoluto e sua boca seca. Parecia ter treze anos novamente, e com isso, todas as sensações confusas voltaram com força total, assim como cada um de seus nervos. Não era uma coisa boa de se sentir, desde havia parado de pensar sobre o loiro em um longo e muito longo tempo. A aparição repentina a deixou sem reação imediata, então a primeira opção foi fingir que não o tinha visto, mesmo estando no mesmo alinhamento de seu corpo e seu corpo em claro reconhecimento da aproximação. Lola se viu confusa, se viu agoniada e seu instinto natural, foi fugir. Pegou tudo que viu na frente, nem mesmo ligando para o que era e correu para o caixa - sem realmente correr. Não estava pronta para encará-lo ou falar com ele sem querer chorar. Engoliu o seco duas vezes antes de fechar os olhos e respirar fundo, já ao lado do caixa. Agora era só esperar a fila e poderia sair dali sem danos.... talvez.


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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemFranca [#191856] por Matthieu R. Guittard » 30 Mai 2019, 18:49

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– Posso enfim dizer que a missão de hoje foi cumprida. – afirmou enquanto guardava todo o saco de compras com cuidado dentro da mochila. Tinha comprado tudo o que queria, quer dizer, quase tudo. Tinha uma bombinha específica que não conseguiu achar na Zonko’s, o que era uma pena, porque até tinha levado uma das suas (últimas, infelizmente) para mostrar ao vendedor e facilitar o seu trabalho. Mas tudo bem, estava satisfeito o suficiente, tanto que até já poderia voltar para casa. Todas as outras lojas existiam nas versões francesas, então poderiam simplesmente ir para a parte bruxa da cidade para encontrar tudo aquilo, ou seja, ao seu ver, não valia tanto a pena. Pena que para Théo não foi assim.

– Doces, sério? – perguntou assim que o mais velho afirmou que antes de irem, seria legal se passassem em mais alguns lugares, como a loja de doces. Considerando que o irmão não tinha feito absolutamente nada que fosse de seu agrado até o momento, apenas tinha acompanhado Matthieu, o garoto concordou que seria uma boa passar na Dedosdemel, assim pelo menos ele poderia aproveitar aquela “viagem” de algum jeito. – Acho que um estoque de doces não faz mal também, ainda mais se aqui eles tiverem algumas coisas diferentes. Inclusive, será que as chances de encontrarmos figuras britânicas nos sapos de chocolate são maiores aqui? – questionou, porque na sua cabeça, aquilo fazia todo o sentido. Bem, não custava nada testar aquela teoria, não é mesmo? Ou melhor, custava, mas Théo logo se prontificou a fazer mais um empréstimo, antes mesmo que o mais novo precisasse falar nada.

– O que aconteceu e o que você fez com o meu irmão? – indagou, realmente impressionado com toda aquela bondade proveniente de Theóphile. Não que o irmão fosse uma pessoa ruim, ele só não costumava ser tão... caridoso assim. A explicação do sextanista era que já que Matthieu enfim entraria em Beauxbatons, provavelmente passariam mais tempo juntos, então seria uma boa se construíssem melhor uma relação entre eles. Claro que poderia muito bem ser aquilo mesmo, mas na cabeça de Matt, aquilo provavelmente era medo, medo de ser alvo de todas as suas pegadinhas ou de acabar passando vergonha por conta dele. E esse pensamento, mesmo que pudesse ser errôneo, já estava gerando muitas outras ideias ainda mais erradas na cabeça do menino. Ninguém deveria ficar fora de seu radar, por mais simpático que fosse. Teria que cuidar daquilo depois.

– Depois de você. – falou enquanto abria a porta, permitindo a passagem do outro. Bem, dois poderiam jogar aquele jogo de ser simpático, ainda mais enquanto ainda pudesse se beneficiar com isso. E daquela vez, não saiu correndo de um lado para o outro feito um descontrolado, apenas deu sua opinião a respeito dos doces, deixando que Théo escolhesse todos os que levariam, afinal, quanto mais pedisse, maior seria sua dívida naquele momento. Dando uma olhada nos produtos, notou que muitos não eram tão diferentes assim, então apenas fez questão de chamar a atenção do mais velho para os que pareciam novos e para os sapos de chocolate, como não poderia deixar de ser. Esperava muito que dentro de uma daquelas embalagens estivesse a figurinha de Helga Hufflepuff, a única que faltava para completar a sua coleção dos fundadores de Hogwarts.


Off: post lixo só pra liberar a loja mesmo .fofo
Matthieu R. Guittard
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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemIlhas de Faroe [#193860] por Guinevere Eileen Mortimer » 09 Ago 2019, 23:24

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Norris Blackwood | 5º ano | Morrigan


    Até que Norris estava um pouco empolgado para ir à essa tal inauguração do distrito mágico. Afinal de contas, eram férias e seu irmão havia lhe falado que estava havendo muita repercussão, permitindo que ele fosse, pois assim, não iria se misturar com seus amigos trouxas, sumir por diversos dias e se enchendo de drogas. Pela primeira vez em muitos anos, Noah achou que Norris poderia visitar um ambiente novo que não fosse os hospitais em que sempre o enfiava durante as férias para limpar seu organismo dos entorpecentes. Sem contar que, o auror seria jurado de uma das lutas que ocorreria no evento, então, para ter que se estressar tanto com o mais novo, o levou junto, na condição de que ele tomaria conta de sua sobrinha. O morrigano sentiu vontade de rir do pedido do mais velho, cuidar de Liesel era uma tarefa que ele já fazia há anos, mesmo ela tendo uma babá. Mas, ele faria isso do jeito dele.

    Como o Zepelim sairia de Hogsmeade, o americano decidiu dar uma volta com a mais nova. O que não faltava ali era lugar para visitar ou lojas para olhar, não só olhar, comprar. Ele gostava de comer e não achava ruim gastar suas economias num bom hambúrguer ou em incontáveis sapos de chocolates. Geralmente gastava mais em cigarros, mas, não fumaria na frente de Liesel. A babá da mais nova foi em outra loja, enquanto eles entravam na tão conhecida DedosdeMel. Há anos atrás, Noctis havia lhe falado dessa loja e agora estava tendo oportunidade de entrar nela. Um sorriso surgiu em seus lábios ao ser recebido por diversas luzes coloridas ao fechar a porta que atravessou. A mão de Liesel estava quase soltando a sua, mas, ele a fisgou antes que terminasse de se desvencilhar.


    — TIO NORRIS, VOCÊ ESTÁ VENDO AQUILO ALI? — O morrigano nunca havia a visto tão animada. — ELA TÁ VOANDO! O SORVETE TEM ASAS E TE DÁ ASAS! — Ela segurou em suas pernas com força e depois deu algumas batidinhas. — A GENTE PRECISA DE UM IGUAL! VOCÊ TEM QUE VOAR COMIGO, POR FAVOR! — Norris não conseguiu prender a risada. — Olha, podemos comer o sorvete, mas, vamos olhar o restante da loja. O que não deve faltar aqui é doce legal. — Ela consentiu e o puxou para andar pelo local o quanto antes. A loja era muito organizada e o americano observou cada doce disposto à sua frente. Inclusive, riu sozinho quando olhou uma fileira de variados tipos de chiclete.

    — Isso só pode ser brincadeira. — Ele estava desacreditado ao ver um chiclete que fazia o corpo ser eletrocutado. Nem notou que Liesel havia soltado sua mão e estava conversando com uma atendente. — Hey, não sai de perto de mim, okay? — Disse assim que se aproximou. A garota se chamava Madison e disse que apresentaria a loja toda para eles. — Nós não temos muito tempo agora, porque a gente vai viajar para o novo distrito. — Ela consentiu com a cabeça, muito animada, dizendo que eles haviam ido ao lugar certo para comprar coisas para curtir numa viagem. Nisso, ele concordou. Em uma de suas mãos, havia uma caixa de chicletes do Beijo Elétrico. — Quero ver se isso é real mesmo… — Resmungou para si, enquanto seguia a atendente para a parte dos bombons.


Off: Post bosta só pra liberar a loja. ~ pas
Avec: Liesel Blackwood (minha npc) e Madison, a atendente. | Mention à: Noah e Noctis Blackwood.


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Postado Por: Lay.


Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemCoreia do Sul [#193923] por Han Jung Hatori » 12 Ago 2019, 11:33

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Sono. Uma palavrinha de quatro letras, mas que tinha um efeito assustadoramente forte no corpo humano. Hatori odiava ter de acordar cedo e, bem... Estivera o dia inteiro na rua resolvendo coisas aqui e ali quando tudo o que queria era apenas se jogar em algum canto e dormir de boca aberta até a baba escorrer e molhar sua roupa. Mas essa vida de adulto era mesmo um saco! Tá legal que metade de seu dia ele havia passado em uma loja de brinquedos negligenciando toda e qualquer responsabilidade que devesse ter, mas isso ele não colocaria na conta. Admirar as novidades da Bandai não era perda de tempo. Perda de tempo era ficar pra cima e pra baixo levando documentos chatos que ele nem mesmo lia para lugares os quais ele não queria nem fazer ideia da existência.

Ele queria um sorvete. Mas estava frio... Geralmente alguém lhe diria que tomar sorvete no frio lhe renderia um baita de um resfriado! Mas... Ele agora estava trabalhando, né? Não tinha as tias do orfanato para dizer o que ele tinha de fazer ou deixar de fazer. E seus bolsos estavam repletos de goldens. Ele colocou a mão no bolso para sentir as moedas. Estavam ali. Seus olhos se prenderam na barraquinha de sorvete. E depois nos papéis que tinha na pasta que carregava. Ele não precisava pensar muito para saber qual seria a sua escolha. Pousou os papéis em cima de uma mesinha próxima. Ah... Qual é, né? Ninguém ia roubar uma pasta cheia de papéis enquanto ele ia na fila do sorvete correndo rapidinho só para pedir uma casquinha de chocolate, certo?

Entrou na loja Dedos de Mel completamente focado na fila que começava a se formar no balcão para pedir o sorvete. Qual tipo de sorvete ele pediria? Estava feliz que tudo, absolutamente tudo estava em promoção! Talvez ele não comprasse apenas o sorvete... Tinham tantos docinhos interessantes a venda... Caramba! Será que ele teria dinheiro suficiente nos bolsos para tudo que ele estava querendo comprar? Esperava que sim... Mas... Aquele dinheiro... Por que ele estava com aquele dinheiro mesmo? Geralmente guardava o salário no banco... Por que estava com ele todinho no bolso naquele instante? Não conseguia se lembrar. Tinha realmente alguma importância aquilo? Claro que não! Ele gastaria todo o dinheiro que tinha ali na Dedos de Mel. Não conseguia pensar em melhor forma de gastar o que recebia do que ali.

Pensava no que faria quando chegasse no apartamento que havia alugado para poder passar as férias. Talvez terminasse de construir o robô-elfo-doméstico que começara uns dias antes para ajudar na faxina. Ou só se sentasse na frente da TV e jogasse Astro Bot por horas a fio. Céus! Como ele adorava robôs! Eram tão legais! Sorriu feito um idiota a simples lembrança de seus amiguinhos tecnológicos de aço e parafusos. Estava tão absorto em seus pensamentos que não percebeu que havia alguém atrás dele na fila e deu um passo para trás, pisando no pé do indivíduo sem querer. — Desculpe! Estava distraído. — Se desculpou voltando-se para a vítima de sua distração. Era um asiático. Como ele! Parecia... Coreano!!!! — Yaaaaaaaaaah! Você é de qual parte da Coreia? Eu não faço ideia de onde nasci e nunca visitei o país, mas eu sou de lá também! Você já visitou os pontos turísticos? — Seus olhos brilhavam enquanto ele falava com o desconhecido. Sem sombra de dúvidas era uma criança grande. — A propósito... Eu sou o Tori! Qual seu nome?


Interação para: Han Hyo Kyo
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Han Jung Hatori
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Re: Honeydukes [Dedosdemel]

MensagemCoreia do Sul [#194360] por Han Hyo Kyo » 01 Set 2019, 22:22

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Sweeter than chocolate

Kyo, o grande herdeiro da família mais poderosa e perigosa da Coreia do Sul, era um homem que vestia muitas máscaras para sobreviver em ambientes hostis. Claro, na maior parte das vezes eram suas máscaras e excesso de confiança que faziam com que as pessoas se afastassem dele ou o odiassem propositalmente. O que importava era que mostrar ao mundo que amava doces era algo completamente fora de questão para a imagem "máscula" que o filho da máfia queria passar.

Doces eram... sutis, macios, deliciosos de uma forma que somente alguém com coração mole conseguiria apreciar. Pimenta e o azedo eram o que sempre colocava como seus favoritos nas entrevistas quando colocava sua máscara de artista sedutor, maduro e "bad boy". Muitas fãs não acreditavam naquela farsa, mas era nela que o próprio Kyo gostava de acreditar.

Vez ou outra, no entanto... o desespero por doces tornava-se forte demais para resistir. Estava em Hogsmeade, com seus óculos escuros e casaco alto enquanto tentava disfarçar-se e misturar-se ao público para não ser descoberto — afinal, não era só na Ásia que seu rostinho era conhecido, mesmo que fosse muito mais difícil alguém notá-lo por ali — e adentrou uma de suas lojas favoritas. Honeydukes... aquele lugar que vendia um pequeno pedaço dos céus.

Um sorvete. Sim, queria deliciar-se com um dos produtos da Dedosdemel. Estava distraindo-se um tanto enquanto andava para mais perto do balcão, colocando-se na fila com o coração até mesmo acelerado em pensar nas delicias que o aguardavam, até que...

YAH! Meu pé!! — praticamente berrou assustado ao sentir o pisão em seu pé, tirando os óculos um tanto indignado. Aquele garoto sabia em qual divino pé ele estava pisando?! Como ele ousava pisar em seu pé? Ele sabia quanto aquele pé valia?! Bufou, olhando-o com mais surpresa e irritação até ele... parecer tão... absorto em outras coisas. Emburrou-se um pouco, com os lábios um pouco em bico quando o menino o falava sobre a Coreia. Ele era um coreano também e sequer o reconhecia? Logo ele, uma estrela?!

Parou por alguns instantes, fechando as pernas dos óculos e cruzando os braços para encará-lo de cima a baixo. Está bem. Aquele garoto certamente não entendia como pedir desculpas, mas ao menos reconhecera sua nacionalidade rápido. E se era um compatriota do outro lado do mundo, poderia tentar ser gentil por alguns segundos.

Sim, sou coreano, nascido em Seul. E.... sim, claro que visitei. Não todos, claro, já que eu posso ir a qualquer momento, mas... isso é um assunto estranho pra se começar na conversa... — ajeitou o cabelo, com um ar levemente mais arrogante. Era como uma criança mimada que encontrava um garoto excessivamente feliz e tentava manter sua pose de superioridade inutilmente. — Meu nome coreano é Han Hyo Kyo, uma das mais famosas celebridades da Ásia e herdeiro de uma das maiores famílias, mas pode me chamar apenas por Kyo.

De maneira ainda mais exibicionista, estendeu seu dinheiro vivo para a atendente Madison, que parecia segurar um pouco o riso pela cena que se desenvolvia com os dois garotos na fila.
Dois sorvetes. O meu é um sorvete voador. E o do garoto aqui... — olhou para ele, como se esperasse ele dizer o que queria para ser tirado do dinheiro dele e não do que o menino que estava na sua frente na fila teria.

Kyo era uma criança mimada que tentava se passar por um adulto másculo. Sua maneira de tentar fazer amigos era realmente ruim e distorcida, como uma boa criança "chaebol", nascido e criado pelos arredores do bairro de Gangnam.
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Han Hyo Kyo
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