JORNAL LUMMUS

VADUZ, Outubro de 2021

O curioso caso da falta de magia
Névoa misteriosa acarreta no fechamento da mais prestigiada escola do mundo bruxo

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Inúmeros problemas poderiam e podem causar o fechamento de uma instituição de ensino. Pandemias, falta de verbas, assassinatos… por que não? Causariam um grande impacto, fazendo-a fechar suas portas por sabe-se lá quanto tempo. Mas, para além destes motivos, há outros como irregularidades na administração, descumprimento das leis de seguranças e acessibilidades, quedas excessivas de matrículas, tudo isto pode afetar e prejudicar seriamente o andamento de uma escola. No entanto, nenhum dos agravantes citados é o caso da tão conceituada Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o que não quer dizer que o problema que aflige a academia é grave, porque é.

Há alguns meses, a escola bruxa vêm passando por uma adversidade incomum. Nunca antes se ouviu falar sobre a falta de magia num liceu mágico, uma vez que a magia é imprescindível. Têm-se relatos de que no ano letivo passado quadros não se moviam, passagens ficavam intransponíveis, escadas não movimentavam devido a presença de uma névoa, de origem desconhecida, que alojou-se nos terrenos hogwartianos. Porém, o que estava ruim, tornou-se muito pior e não podia ser visto como um mero defeito. Corte de verbas não era algo bom, mas, corte de magia era algo ainda mais assustador e obviamente, a Rede Lummus de Comunicação foi em busca de respostas.

Numa entrevista com Alexander Neveu, ex-diretor da escola bretã, atualmente, empresário e também um dos colaboradores nesta busca implacável para a solução dos problemas mágicos, conseguimos alguns esclarecimentos a respeito da situação atual. A primeira pergunta foi a respeito do não funcionamento da escola, algo que não iríamos cansar de ouvir. Como surgiu aquele nevoeiro e como andavam as investigações. Em resposta para o jornal, o francês disse que a não abertura da escola foi por precaução. “Há perigos desconhecidos dentro daquele lugar que todos nós tentamos entender ainda. As crianças já se arriscaram o suficiente, por isso, não era prudente mantê-las aqui. Não temos certeza ainda do que o causou, mas temos hipóteses e suposições que estão sendo analisadas.”

Por não ser um membro oficial da instituição mágica, Alexander preferiu não afirmar com total certeza a respeito da origem do mal que acometia Hogwarts, mas que toda a staff estava trabalhando para resolvê-lo. Devido a tais circunstâncias, foi necessário perguntar se Hogwarts voltaria a ser a mesma, se os alunos estariam realmente seguros ao voltar. O francês respondeu que “Sim, com certeza. Hogwarts já passou por muita coisa, essa seria só mais uma história a ser contada no futuro. Sobre a segurança, há sempre a tentativa de questionar isso, mas trabalharemos para trazer de volta a confiança tanto dos alunos, quanto de seus pais”. O que será um trabalho árduo, pois o status quo não é o dos mais favoráveis. Por já ter conhecimento a respeito da escola, perguntamos também se o Neveu considerava que o prestígio seria devolvido à academia após um ano inteiro com as portas fechadas e ele disse que:

“Costumava acreditar que uma escola que está ativa há mais de mil anos tem muito a oferecer. A magia daquele lugar, quando devolvida, tenho certeza que será mais forte que antes. Hogwarts já foi sobrepujada antes, mas, quando caímos, sempre levantamos mais resistentes. Nikolaus saberá lidar bem com isso.” Vale ressaltar que recentemente, Tyler Han, um dos radialista da Lummus, entrevistou o diretor que está em vigência, Nikolaus Lothringen, e pode-se perceber que tanto o belga, quanto o francês compartilham da mesma opinião. Quanto ao intercâmbio, perguntamos ao Neveu se era uma boa ideia realmente deixar os alunos tão distante e este retrucou que “Sim, pela segurança dos alunos, era importante mantê-los longe. As escolas europeias têm uma boa relação, então foi prudente mandá-los para Durmstrang e Beauxbatons.”

Tudo está sendo resolvido, nada concluído, mas pode-se perceber que a equipe de Hogwarts está trabalhando energicamente para voltar o quanto antes para suas atividades. Em breve, teremos mais notícias atualizadas e esperamos que soem como músicas suaves em nossos ouvidos. Segundo Sêneca, a educação demandava cuidados devido a sua influência sobre toda a vida e o filósofo e humanista romano foi sábio em suas palavras, uma vez que sem educação não se transformava nações, sem educação, não se fazia o futuro.


Escrito por: Cassie McAllister

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13/01/2021 às 08:43:09



JORNAL LUMMUS

HOGWARTS, 30 DE MAIO DE 2021

Falta de magia em Hogwarts
A aparição de uma névoa misteriosa faz a escola adotar medidas alternativas

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Desde o final do último ano letivo, um evento, de certo modo misterioso, vem ocorrendo nas dependências da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Segundo relatos, os quadros estavam completamente estáticos, escadas paravam no meio do caminho, algumas passagens não abriam e, por vezes, as varinhas não funcionavam. Por conta desses fenômenos, uma específica pergunta era levantada por todos: estaria a magia dentro do castelo de uma das maiores escolas de bruxaria acabando? Tal questionamento causava temor e medo em diversas pessoas, principalmente nos alunos que de nada sabiam sobre o evento. Porém, durante o jantar de encerramento, o diretor de Hogwarts, Nikolaus Marcus Lothringen, realizou um discurso esclarecendo os acontecimentos e que medidas seriam tomadas para solucionar toda a situação, acalmando, ou pelo menos tentando acalmar, o desespero e aflição de alguns alunos.

No entanto, quando os discentes voltaram de suas maravilhosas férias, com o lançamento do novo distrito mágico, todos se depararam com uma misteriosa e curiosa névoa encobrindo inteiramente o sétimo andar de Hogwarts, local onde o salão comunal da Grifinória era localizado. Tal neblina causou curiosidade a todos, pois aquela nuvem normalmente não fazia parte das incríveis decorações da escola de magia.

Durante o jantar de abertura do novo ano letivo, o diretor de Hogwarts se pronunciou novamente, trazendo notícias um pouco desagradáveis aos ouvidos de todos: "nada foi possível fazer para solucionar o problema do ano letivo anterior". A névoa que rondava os andares superiores era a responsável por inibir a magia dentro do castelo. Essa afirmação fora um pouco preocupante. Uma série de questões sobre o funcionamento das aulas, principalmente com a inclusão da matéria de estudo dos trouxas, o uso de magia dentro da escola e o alojamento dos alunos da Grifinória também foram tópicos do discurso.

Com o decorrer do ano, pouco a pouco a névoa foi se movimentando, descendo do sétimo para o quinto andar, chegando a quase invadir o terceiro. Nesse dia, os alunos que estavam em aula tiveram que se arriscar para procurar uma saída e escapar com segurança. Por sorte, sabemos que ninguém saiu ferido durante a ação. No entanto, mais uma casa perdeu completamente o seu alojamento. Os alunos da Corvinal deveriam achar um outro local para se alojarem.

Tal evento está causando bastante comoção entre os corredores do castelo. Alguém deveria fazer alguma coisa antes que a situação piorasse. Se nem mesmo o próprio diretor consegue evitar todo esse desastre, o por quê os alunos ainda continuam a ter aula? Seria essa uma ação completamente imprudente por parte dos adultos, já que não conhecem nem a origem e a total magnitude daquela névoa? Como um objeto de total desconhecimento surgiu em terrenos fortemente protegidos como Hogwarts? Essas são perguntas que devemos fazer e exigirmos respostas por parte dos funcionários da escola de bruxaria. Enfim, esperamos que nada de mal aconteça e que tudo se resolva. Até a próxima.


Escrito por: KAWONIN JAMES

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29/03/2020 às 11:33:07

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