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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Finlandia Ravn M. Stephensson [ 14307 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Ravn M. Stephensson
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Ravn M. Stephensson

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,77m

  • PESO

    79kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Preto Intenso

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    25 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    21/09/1987

  • SIGNO

    Virgem

  • NOME DO PAI

    Sven (Stephen) Maerlyn Tollsson

  • NOME DA MÃE

    Freya Sigürd Tolstad

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Ivalo/Finlandia

  • NÍVEL

  • Animal de Estimação Animal de Estimação:

    Este personagem não possui um animal de estimação!

  • Feitiços Aprendidos Feitiços Aprendidos por este Personagem:

    Um total de 209 magias...

  • Inventário Total de Itens no Inventário:

    11 diferentes itens


    • 4 uso(s) de Tinteiro
    • 3 uso(s) de Rolo de Pergaminho
    • 4 uso(s) de Pena de Escrita
    • 1 uso(s) de Orbe de Profecia
    • 1 un de Varinha de Bétula, 32cm, Pelo de Barba de Fauno, Retorcida
    • 1 un de Luvas de Couro de Yéti
    • 2 uso(s) de Essência de Murtisco
    • 1 un de Vassoura: Nimbus 2500
    • 1 un de Vassoura: Cleansweep 70
    • 2 un de Luvas de Couro de Dragão
    • 2 un de Óculos de Proteção
  • Dados do Jogador Dados do Jogador:

    Gabriel

  • Ajuda

    Abaixo você confere alguns links para tutoriais e textos importantes que vão te ajudar a entender melhor o funcionamento do nosso jogo!

    Em caso de dúvidas procure alguém da Staff ou algum jogador mais antigo para lhe auxiliar.


O PASSADO; Os senhores de Merlin.
Nunca foi efêmera a busca da família finlandesa por outras formas de magia. Ainda mais quando se dizia sobre manter a sua própria magia em segredo através de tantas gerações.
Para começar, o seu sobrenome. Muitos o tinham como a marca dos escolhidos, mas até isto tinha uma história por trás. Alguns acreditavam que essa família descendia desde os primeiros viajantes varegues - como eram chamados os vikings que viviam na Rússia. Todos gostavam de contar vantagem e partilhar do mesmo sangue de Ragnar Lothbrok, o mais impiedoso viking de todos os tempos. Seus três filhos foram os devastadores de toda a Inglaterra e os responsáveis por quase a fazerem cair perto do Século X, terra que fora salva pelas mãos do Rei Alfredo, o Grande. Dizia-se que até mesmo o descobridor da América fora um parente um pouco mais distante desta família. O verdadeiro descobridor do Novo Continente se chamava Leif Eriksson, e era islandês.
Heróis e lendas à parte, a história não morreu. Finlândia era mesmo a terra dos verdadeiros heróis, mas nunca foi parte integrante da Escandinávia, composta por Noruega, Suécia e Dinamarca. Durante os tempos mais árduos, sempre foi ela a segurar os ataques mais hostis de todos os lados, até, finalmente, ceder. E é daí que vem a origem do sobrenome desta família; os nórdicos não tinham sobrenome. Seus nomes compostos davam-se pela união do nome do pai com o sufixo "sson". Mas ainda chegaremos a falar melhor do herói atual, ou como podemos chamá-lo, "Ravn, filho de Sven".
Sua composição de nome veio junto com o Cristianismo. As terras nórdicas tiveram de cair e poucos professores de história remontam o cenário daquela época, em que a magia fora quase aniquilada. Bretões morreram, os gauleses foram assassinados, florestas celtas foram queimadas e o pior de tudo, os heróis estavam morrendo, como cantavam as lendas sobre alguém com uma espada chamada Excalibur, há tempos passados.
Quando a Cristandade chegou ao norte da Finlândia, os antepassados de Ravn converteram-se falsamente e resolveram esconder a magia, mas criar um código entre eles. O código de Maerlyn, ou Merlin. Hoje, ter esse sobrenome nada significa, em termos de sangue. Não significa que tal pessoa é parente do próprio sacerdote, dado os fatos que, até hoje, sua existência não tenha sido provada nem mesmo como um humano. Ter esse sobrenome é o mesmo que alegar que um trouxa é "filho de Deus", sendo um absurdo levar isso de maneira literal. Criaram esse sobrenome, que mais age como um codinome, para que estes bruxos não fossem perseguidos e mortos, levando isso a sério através dos séculos.
Os Maerlyn foram os primeiros bruxos da Fino-Escandinávia a reestruturar o cenário do norte mágico. Não eram apenas os parentes de sangue que recebiam essa nomeclatura, e sim qualquer bruxo que viveu na época, podendo ou não passar para os seus futuros entes, guardando a história dentro do próprio sangue.
Outro problema, porém, os nórdicos nunca puderam prever; este que veio nos dias de hoje. Os vikings e varegues não tinham uma história escrita, tampouco artes ou esculturas. Guardavam toda a história nas vozes, nos contos dos escaldos (os bardos, contadores de histórias), na cultura oral. Não há registro sobre isso em qualquer livro ou arquivo, pois os que sabem também sabem que tal história não deve ser escrita, já que existem hoje tantas discrepâncias que é impossível montar apenas uma versão de toda a jornada passada. No entanto, há uma grande diferença entre não publicar a estória e deixá-la morrer. E isso os bruxos de hoje em dia estão fazendo.
Nada é tão eficaz ou preciso quanto uma varinha, mas esse artefato é um grande manipulador de magia. Nem sempre é culpa da varinha, mas quando o bruxo a usa demais, acaba esquecendo que a magia não está dentro dela, e sim dentro do tambor que bate dentro do peito de cada um de nós. Os Maerlyn eram, acima de tudo, músicos. Bardos cuja voz tinha uma magia não tão certeira quanto a de uma varinha, mas tão poderosa quanto um fio de cabelo de uma veela, ou tão complexo quanto os dedos de um fauno sobre uma harpa.
A história, no final, é como a magia. Ela deve ser sentida, deve tocar, para fazer efeito. Sem isso, ela não é nada. Existem contos-de-fadas e contos, existem histórias e histórias de ninar. O que faz a diferença é a emoção. Os Maerlyn sabem que devem guardar isso, resgatar a magia, espalhá-la com os seus irmãos pelo mundo, e Ravn não vai descansar até encontrar o que ele quer. Às vezes, o que ele quer, nem ele sabe. Ele não consegue saber nem lendo as runas que joga, ou tendo as visões que têm. Ele sabe apenas que não deve deixar a música de seus antepassados morrer, ele sabe que não pode deixar tudo ser em vão. Mas ele não precisa saber de nada; porque ele sente.


O PRESENTE; A canção do bardo.
Muito tempo se passou desde que os primeiros Maerlyn se esconderam para permanecerem vivos, sendo estes os principais responsáveis pela reestruturação mágica do norte da Escandinávia. Logo tudo foi normalizado, e durante séculos novas vilas foram formadas e o sobrenome fora passado adiante. Mas embora o tempo passasse, o que é da terra é sempre reivindicado, pois dela nada escapa vivo. A história se repete e de tempos em tempos, apenas os nomes mudam, mas jamais os acontecimentos. Um novo líder subiu ao poder, e este, com poder de comandar tanto o mundo bruxo quanto o trouxa, com seu poder mais extenso do que o maior bruxo já conhecido e o maior ministro já vivo. Grindelwald auxiliou Adolf Hitler durante a destruição em massa gerada pela Segunda Guerra Mundial. A pequena cidade de Ivalo, pouco habitada e conhecida pelos trouxas, mas muito conhecida como sede secreta de vários bruxos nórdicos, fora quase varrida do mapa durante a investida da União Soviética, até então aliada dos nazistas. A cidade fora devastada, e como se não bastassem os tanques que rugiam como dragões noruegueses destruírem tudo acima do solo, bruxos das trevas encontraram as passagens subterrâneas e até mesmo as guardadas por Fidelius, saqueando as famílias e deixando um rastro de morte pelo caminho. O restante da história é muito bem conhecido. Este líder, chamado por Nostradamus de Hister, havia colecionado diversos artefatos mágicos para auxiliar em sua conquista mundial; a lança de Longinus, o cabo de Excalibur, e alguns boatos correm que até mesmo havia colocado as mãos sobre o Espelho de Ojesed. Partes destas relíquias foram restauradas e devolvidas, ainda em segredo, para a sua respectiva cultura tradicional. Os Maerlyn foram reconhecidos mais uma vez por isso, deixando na história mais uma marca de sucesso após uma visível derrota, marcando o nome não com força, mas com resiliência; ninguém derrubava um Maerlyn. Pelo menos, até as recentes épocas. O pai do pai de Ravn, Toll, havia contribuído para estas campanhas, junto com vários de seus conterrâneos, garantindo a estes uma alta grade na Ordem de Merlin. Seu pai veio a ser um tremendo caçador de dragões. Em sua antesala, residem até hoje as cabeças dos Dragões Gêmeos da Islândia. Veio Ravn ao mundo, e a nova lenda seria contada. Nascido e crescido como um orgulhoso Sonserino, jamais baixando a cabeça perante os desafios do inimigo mais tempestuoso; a própria vida. Durante todos os feriados, os Maerlyn voltavam para Ivalo e Helsinki, onde tocavam música, caçavam, e dançavam em torno de uma fogueira. Praticavam rituais centenários, mas não mais primitivos; ao invés do sacrifício animal, havia agora a caçada, o que gerava uma ótima refeição ao ar livre. Ravn na maioria das vezes tocava algum instrumento. Era um músico nato, dominando, principalmente, a flauta e o alaúde, e seu pai sempre dizia para jamais ceder à canção que toca no fundo da sua mente. Uma vez, ele não mais tocou, mas sim dançou. E notou o quão importante era o que seu velho pai havia lhe dito; os olhos amendoados de Brunna cruzaram com o dele através da fogueira, durante uma dança, duas danças, um feriado, dois feriados, e tudo o que ele procurava depois daquele olhar cheio de calor em um continente tão frio era seguir seu coração, a bússola de todas as missões da vida. Brunna Björn era filha de Rothgar II, tio de Sven, tornando a garota esbelta, magra, e de longos cabelos ruivos prima de Ravn. Isso não era problema nenhum; ali, esse tipo de romance não só era aceitável, mas incentivado. Os Maerlyn mais casca-grossa diziam que era o melhor jeito de manter a pureza do sangue, embora isso fosse um absurdo. Não havia sido seu primeiro amor, tampouco havia sido o primeiro amor de Brunna. Custava a esquentar corações tão gelados, embora esse gelo não remetesse à frieza. Eram duros, ao invés de frios, ensinados à base da educação a todos os modos. Contenção e educação, e a falta de uma deles resultaria em algo como um erro. Um erro? Apaixonar-se. Viam-se com mais frequência, e as danças ritualísticas eram meras confraternizações, com os antepassados, com os deuses, com uma ligação maior e mais alta. Era onde ele podia sentir aqueles olhos quentes novamente, e também, seus lábios. Mas a terra reivindica o que é dela.


O DESTINO;
A batalha contra o tempo.
— Acabou, Ravn! Acabou! Estamos amaldiçoados, p-pelos deuses! Meu pai, meu velho pai... Ela chorava, segurando o colarinho de Ravn e começando a sacudi-lo embora o resultado fosse ínfimo; já havia perdido todas as suas forças. O que restava agora era a tristeza, a lamúria. Estavam dentro de uma sala confortável, porém pequena. Havia cinco poltronas dispostas de maneira que todas voltassem uma para as outras, adequando o formato da sala, copiando, como sempre, a disposição circular de como as pessoas sentavam-se em torno de um contador de histórias. Um outro primo distante dos dois havia entrado na lareira diretamente atrás de Brunna, e desaparecido com um lampejo colorido, devido à rede de pó de flú. A mãe de Brunna estava no aposento com eles. Fazia-se de despercebida. Esperava que os dois se despedissem, mas se havia alguém ali que queria que os dois ficassem juntos, algumas vezes até na mesma intensidade do que os próprios envolvidos, era a tia de Ravn. Porém, embora incômoda, sua presença era necessária; não podia permitir que, no calor da situação, sua filha fugisse com o seu amor. — Meus pais podem oferecer socorro, Brunna. Eles voltarão da Irlanda em duas horas, eu tenho certeza que eles... tia, me ajude! — Eles não irão fazer nada, ninguém irá! Pelo amor dos deuses, querido, mataram meu pai! Alguém da nossa família entregou o segredo de nossa morada. Brunna Björn estava inconsolável. Não somente por seu pai ter sido morto na sua frente, tampouco por ela ter escapado por um triz do ataque graças aos ensinamentos de Hogwarts e aulas extras de D.C.A.T., mas sim pelo mais puro e impensável horror. Sigrun Björn, a viúva, chorava a uma distância segura do casal. Tinha um lenço sob o nariz, e tanto a mãe quanto a filha eram contidas, mas explodiam como nenhum outro membro da família jamais mostrara ser possível. Brunna havia quase desmembrado um dos bruxos invasores, mas todos saíram vivos. — Mas, Brunna, eu... eu quero ficar com você... Sua voz foi triste. Os olhos da sua amada, que eram mais água do que retina, começavam a agir sobre ele também. Não, não podia ser. Aqueles olhos! Aqueles olhos tão quentes agora estavam se apagando, molhados, desgastados. — Eu posso ir com vocês. Eu acabei de me formar, eu sei esconder um abrigo! — Não, não pode! O grito foi estridente, enlouquecido. Agora a fúria estava voltada para ele, embora ela o abraçasse diversas vezes, e depois soltasse, e depois repetisse o processo. Vendo que não podia olhar nos olhos dele e beijar seu pescoço ao mesmo tempo, por vezes dava tapas em seu rosto para alertá-lo quanto à realidade. Ele mal ligava; abraçava-a forte, como se temesse outra vez a primeira sensação de uma aparatação. — Não pode, meu amor... Pareceu ter repetido a frase, em um tom bem mais lento e meloso, de forma a fazê-lo entender que aquilo era um pedido de desculpas pela explosão. — Eles roubaram quase tudo do meu pai. Minha mãe veio correndo do Ministério, e agora estamos indo para lá... E a notícia que ele não queria ouvir, acabou sendo dita; — Não posso dizer para onde irei. Seremos direcionados pelo Ministro em pessoa e depois entraremos no programa de proteção bruxa. Nossos bens, meu querido, todos roubados. Alguém contou, alguém nos traiu, alguém nos vendeu e matou meu pai, e... quase me matou também. Embora em estado de choque pela atualidade da tragédia, mostrava que a fama dos nórdicos serem um povo "frio" não vinha, no entanto, de sua rudez ou indiferença. Mesmo sob um trauma, ao ver o pai ser morto em sua própria casa, Brunna conseguia pensar nos passos seguintes; os objetos roubados, a vingança a ser desdobrada, o seu destino incerto. — Eu irei atrás de você. Ravn segurou os dedos de Brunna de modo que estes se entrelaçassem com os dele, com as mãos juntas, unidas uma última vez em muito tempo. — Minha vida vai ser você. Vou recuperar os artefatos e perseguir quem fez isso, seja um Maerlyn ou não. Eu farei isso por você, eu farei história. Sua promessa foi interrompida por um beijo cálido; tinha o gosto salgado de lágrimas e não foi um beijo grandioso, mas foi algo apaixonante. Os lábios de Brunna tremiam de medo e pavor pelo que viria a seguir, os de Ravn tentavam morder os dela, em uma sincronia lenta, porém desesperada, como um coração bombeando sangue. Sigrun disse, com sua voz anasalada de choro, que era hora de se separarem. Insistiu, na verdade, não querendo tal coisa. Brunna abaixou-se para entrar na lareira, olhando sempre para seu amado primo. — Que Merlin, Odin, Tutatis e todas as entidades superiores o abençoem, meu querido, meu primo querido. Sejais forte. Eu te esperarei. As lágrimas no rosto do finlandês deslizavam suaves. Estava quebrado por dentro. — Eu te protegerei com estes braços, mas enquanto estes braços lutarem por você, não poderei te abraçar. Espera-me, e eu virei! Björn soluçou o nome de seu destino, e havia, pelo visto, uma grande chance de ir para um lugar totalmente diferente do planejado, porque o choro devorou sua voz, mas o destino dela não era o de se perder. Ravn e sua tia ficaram sozinhos, na sala, e o garoto - que era um ano mais novo que Brunna - se ajoelhou perante a lareira, chorando agora abertamente. — Esta é sua jornada, meu sobrinho. Sua voz se ergueu de onde menos se esperava. Olhou para sua imagem, um borrão que se movia em direção à lareira, e sem mágoa alguma, tendo o marido morto e a filha infeliz, Sigrun jamais havia baixado o escudo. Os pais de Ravn estavam para chegar, mas naquele momento, a sua figura salvadora foi sua tia, e mãe de sua amada. — Você nasceu para isso. Não chore pelo que já está traçado. Lágrimas e sangue depois de um tempo te fortalecem, quanto mais escorrem. Não ouse desistir de seu destino, garoto. Adeus. O estalo subiu novamente, e outro feitiço se deu após a partida da última viajante da rede de pó de flú; a lareira se acendeu com fogo comum, criando um disfarce, como se nunca tivesse sido usada. Em frente às chamas, Ravn escutava o tambor de seu coração, e a flauta de sua mente, soprando o ritmo que ele deveria seguir, novamente, para onde o Superior havia lhe comandado. Nada podia deter o destino, e as chamas em frente aos seus olhos esquentaram novamente seu rosto pálido, secando suas lágrimas e derretendo o gelo daquela fria noite, para revelar algo escondido no fundo daquela alma. — Jumala... Entoou Ravn Maerlyn, filho de Sven. Uma voz rouca, porque era a própria magia, ali, que ele via, que ele tocava. Que ele sentia.Vapauta minut kaikesta pahasta aikana minun pitkän matkan läpi tässä maailmassa. (Tradução: Deus, livra-me de todo o mal durante a minha longa jornada por este mundo.)


[Ojesed] - Maior Sonho: Ravn vê-se no passado. Numa terra gelada e cercado de árvores, com antepassados em torno de uma fogueira, ao som de uma flauta e um alaúde, e atrás, uma garota que espera pacientemente para dançar com o finlandês.
[Bicho Papão] - Maior Medo: Em um fanático religioso; vários membros da sua família foram mortos, no passado, por cristãos ortodoxos. Alternadamente, em um bruxo das trevas com o mesmo propósito, baseado em suas memórias.
[Dementador] - Memória: Ravn sempre foi apaixonado por sua prima. Depois da Segunda Guerra Mundial, sua cidade tornou-se um reduto de bruxos das trevas. Em um dos ataques, muitos anos depois, o pai de sua prima fora morto, gerando o afastamento repentino entre Ravn e Brunna.
[Testrálios] - Viu a Morte?: Sim, mas não se lembra se em visões ou em realidade. (Ravn é clarividente)
[Tattoo] - Marcas corporais: Nenhuma.

Este perfil já foi visualizado 1.079 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 30/06/2013 às 14:54:51