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Estados Unidos Sophie Ysmanel [ 14646 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Sophie Ysmanel
  • 1° Ano Romanov
  • 1° Ano Romanov

  • NOME COMPLETO

    Sophie Ysmanel

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,60m

  • PESO

    39kg

  • OLHOS

    Cinza Opaco

  • CABELOS

    Preto Escuro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    11 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    01/08/1999

  • SIGNO

    Leão

  • NOME DO PAI

    Giorgos Ysmanel

  • NOME DA MÃE

    Hana Titova Ysmanel

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Trouxa

  • LOCALIDADE

    Durmstrang

  • CIDADE/PAÍS

    Scottsdale/Estados Unidos

  • RELACIONAMENTO

    Solteiro

  • NÍVEL

  • Animal de Estimação Animal de Estimação:

    Este personagem não possui um animal de estimação!

  • Feitiços Aprendidos Feitiços Aprendidos por este Personagem:

    Um total de 10 magias...

  • Inventário Total de Itens no Inventário:

    23 diferentes itens


    • 10 uso(s) de Vela de banha de hipogrifo
    • 1 un de Varinha de Sorveira, 25cm, Corda de Coração de Dragão, Meio Mole
    • 1 un de Terra dos Homens - Antoine de Saint-Exupéry
    • 1 un de Pilão
    • 1 un de O Príncipe - Nicolau Maquiavel
    • 1 un de Misturas Simples p/ Iniciantes - Nicolau Flamel
    • 1 un de Luvas de Couro de Dragão
    • 1 un de Kit de Frascos p/ Poções
    • 1 un de Katana
    • 1 un de Introdução às Artes Ocultas Vol.Único - Illyana Rasputina
    • 1 un de História das guerras Vol.Único - Alexandra Pajari
    • 1 un de Guia básico de feitiços - Fílio Flitwick
    • 1 un de Feitiços: da teoria à prática Vol.1 - Dragos Beran
    • 1 un de Feitiços básicos Vol.Único - Dragos Beran
    • 1 un de Estudo Básico Sobre as Ervas Mágicas - Neville Longbottom
    • 1 un de Conjunto de Facas de Prata
    • 1 un de Caldeirão de Estanho nº 2
    • 1 un de Bolsa de Couro de Briba
    • 25 uso(s) de Balança de Latão
    • 1 un de Abafador de ouvido
    • 3 uso(s) de Tinteiro
    • 2 uso(s) de Rolo de Pergaminho
    • 3 uso(s) de Pena de Escrita
  • Dados do Jogador Dados do Jogador:

    Isabela Coelho

  • Ajuda

    Abaixo você confere alguns links para tutoriais e textos importantes que vão te ajudar a entender melhor o funcionamento do nosso jogo!

    Em caso de dúvidas procure alguém da Staff ou algum jogador mais antigo para lhe auxiliar.


(Para entender a história de Sophie é preciso voltar um pouco no tempo, para antes de seu nascimento, época em que seus pais eram apenas jovens ambiciosos que lutavam por seus sonhos.)

Hana Titova nasceu em uma família cuja riqueza não lhes fazia milionários mas também não era de se desprezar. Cresceu com seus pais e irmão na cidade de São Petersburgo, porém mesmo convivendo anos com esses jamais concordou com os padrões da família (para o enorme desgosto desta): Afinal, por que lhe impunham tantas regras sem a mínima base ou sentido? E por que tinha de ficar ali parada, esperando que o destino viesse enlaçá-la em vez de correr em seu encalço? Eram questões que ela nunca chegaria a entender... O que mais a enraivecia, entretanto, era a quantidade de privilégios que enquanto lhe eram negados nem sequer tocavam no assunto com seu irmão mais velho, Rurik. Isso sim a enfurecia, queria ter os mesmos direitos dele, mas só o que lhe concediam eram deveres! Não é de se surpreender que não tenha sequer hesitado anos depois ao poder deixar o país (e consequentemente a família).

No mesmo mês em que completaria seus 18 anos de vida um simples encontro pôde dar a Hana sua tão sonhada liberdade, e esta veio em forma de um homem: Giorgos Ysmanel. Era um indiano que viera passar as férias na Rússia e também tinha esse mesmo desejo, e mais do que isso: Um plano e duas passagens. Os dois já se conheciam há algumas semanas, mas o retorno do rapaz a sua terra estava cada vez mais próximo, então, um dia antes de viajar e infeliz em deixar sua companhia, ele lhe fez uma proposta: Mudar-se-iam para um novo mundo, onde poderiam ser livres e irrestritos, mudar-se-iam para a América! A primeira reação de Hana foi dizer que ele havia enlouquecido, que sequer passaporte tinham, mas ao fim deixou-se convencer.

Combinaram, planejaram e cerca de três meses depois se encontravam num aeroporto dos EUA. Decerto foram tempos difíceis, esses primeiros tempos na nova terra, a diferença de temperaturas era tão gritante que não é hipérbole dizer que Hana quase morreu de calor, além do que tinham de trabalhar dia e noite para sustentarem-se - ganhavam por hora e não trouxeram um mísero dólar consigo. É claro que dessa parceria surgiu uma amizade que logo se transformou numa paixão, e em pouco tempo finalmente nascia a pequena Sophie, num hospital público de Scottsdale. Ela foi motivo de grandes alegrias para o casal, mas mais ainda de preocupação: Como criariam a menina se mal conseguiam se sustentar? Não fosse a cidadania americana provavelmente teriam morrido de fome, mas graças ao auxílio do governo conseguiam viver (preenchendo o que lhes faltava em luxo com o amor intenso que envolvia a pequena família).

Os problemas sempre existiam, é claro, mas os Ysmanel passaram por uma fase de feliz calmaria após as primeiras controvérsias do nascimento de Sophie, e as maiores dificuldades apenas recomeçaram quando anos depois Giorgos contraiu meningite, doença altamente contagiosa, quase tanto quanto letal. Sabendo que já estava condenado, ele mesmo pôs um fim em sua vida, atirando-se num rio. Hana, em desespero, viu-se obrigada a pedir auxílio à família, mesmo esta estando tão distante, principalmente ao descobrir que contraíra a mesma doença. Não pediu por si, mas sim por sua filha, e talvez tenha sido este fato que amoleceu Rurik ao ponto de aceitar cuidar da criança enquanto a mulher se tratava.

Infelizmente, apesar de ter conseguido curar-se, Hana acabou sem condições de continuar com a filha - mal conseguia cuidar de si mesma! A mesma benevolência que seu irmão teve com Sophie foi-lhe negada, entretanto ("você traçou seu destino, já sua filha não: Foi apenas vítima de suas más escolhas", dissera-lhe). O máximo que fez para auxiliá-la foi pagar sua internação em um hospital particular de Phoenix para que ao menos sobrevivesse. Quando isso ocorreu a criança tinha 7 anos, e não foi a melhor das experiências de sua vida ser separada da mãe logo após perder o pai, mas as condições não lhe davam alternativas - era ir com seu tio ou parar num abrigo.

Poucos dias se passaram e Rurik, já não aguentando o clima da região, providenciou sua mudança para Nova York (local significativamente mais frio) enquanto Sophie ainda não tinha seu passaporte e todas as outras burocracias para uma viagem internacional, e esse foi o começo do inferno. A pequena nunca fora de muitos amigos, e agora via todos os seus laços cortados de uma só vez. Não melhorou muito quando, apenas alguns dias depois, seus poderes começaram a se manifestar. No começo foi algo simples, quase ignorável: Todas as plantas do quarto em que se hospedara morreram na mesma noite em que chegou. Foi uma coincidência estranha, visto que há poucas horas apresentavam exímia saúde, mas nada apontava a menina como culpada, entretanto estranhamente ela sabia que havia alguma ligação, podia sentir dentro de si: Era como se sua mente estivesse tão sobrecarregada de melancolia que despejasse parte desta em forma de destruição. Esse foi o primeiro de vários outros desastrosos incidentes que sempre ocorriam quando Sophie estava por perto. Era óbvio para os mais próximos que havia alguma relação com a garota. Mas como culpar a criança por coisas como a explosão inesperada de uma vidraça? Ou da queda de uma cristaleira que estava no canto oposto do cômodo? Não havia como afirmar, mas também não se podia negar. Seu tio, apesar de supersticioso, fazia o possível para ignorar os acontecimentos, mas a cada dia ficava mais difícil o fazer.

Para a surpresa de Rurik, Sophie era o oposto do que ele esperava. Imaginara a filha de sua irmã tão rebelde quanto a mesma, principalmente considerando o ambiente em que fora criada, mas a criança lembrava-lhe mais um animal assustado - quieta, calada, parecia que alguém alfinetava-a a cada vez que lhe dirigiam a palavra. Não esperneara nem uma vez desde que fora separada da mãe, guardava toda a agonia para si, encolhendo-se em seu canto e chorando em silêncio. Seus olhos eram constantemente contornados por profundas olheiras (frutos das lágrimas que corriam incessantemente por seu rosto), e a cada vez que encarava aquele rostinho amargurado Rurik apiedava-se imensamente. A verdade era que ele gostava da garota, mas seus jeitos de demonstrar isso eram um tanto atípicos. Ele o fazia sempre cobrando mais e mais da pequena, coisa com que ela não estava acostumada. Tudo isso apenas dificultou a adaptação de Sophie, enclausurando-a mais ainda em suas próprias agonias.

Eles passaram cerca de dois meses em Nova York, e nesse tempo a relação entre os dois não progrediu. A garota parecia estar constantemente conformada com o que lhe ocorria, mas apenas isso. Não agia, apenas reagia, era como se estivesse imersa em torpor, nada parecia animá-la. Guardava tudo em seu peito, absorvendo, ignorando, era como uma panela de pressão: Aparentemente nada ocorria, mas em seu interior uma bomba se formada. E essa só foi realmente explodir uma semana antes de sua viagem para Rússia, quando seu tio finalmente informou-a da mudança. Era uma tarde tranqüila e nublada, a neve em breve cairia sobre os inúmeros edifícios erguidos sobre o solo que deveria cobrir. Sophie, como sempre, encarava o céu pela janela de seu quarto, rabiscando o contorno das nuvens com uma caneta esferográfica em seu braço. Quando ainda vivo seu pai dizia-lhe que os céus escondiam segredos, coisas tão magníficas e poderosas que atraiam inconscientemente o olhar. Ela lembrava-se perfeitamente de quando ele lhe falou isso pela primeira vez, lembrava-se de ter questionado qual era esse segredo, afinal, mas um sorriso travesso foi sua única resposta. Insistiu mais vezes ao longo do dia, até receber um infeliz ”não sei. Ninguém sabe. Caso o contrário não seria um segredo”, “e se eu descobrir?”, questionara com os olhos a brilhar, e Giorgos, rindo um pouco, pediu que lhe contasse quando o fizesse. E ali estava ela, um ano depois da conversa, encarando as nuvens, implorando para que lhe revelassem seu segredo, e, mais uma vez, apenas obtendo o silêncio como resposta. Ainda estava parada, encarando-as, quando Rurik aproximou-se.

_O que tanto olha, pequena? – Questionou, sentando-se a seu lado. Ela engoliu a seco, sem saber como responder. Não era normal o tio puxar conversa, e agora que o fazia a menina ficara sem reação. – Ora, vamos! Você faz isso o dia inteiro, deve haver um motivo.

_O que você quer? – Suas palavras saíram num sussurro rude, mas direto. Há quanto tempo não falava? Seria possível se esquecer de como o fazer? Arrependeu-se imediatamente do tom usado, mas o que fazer? Já estava dito.

_Apenas conversar com você. – Respondeu-lhe após um pesado suspiro. Ela o encarou, os olhos indagativos esperando por uma continuação. – Eu sei que são muitas coisas acontecendo em sua vida, que você mal se adaptou a aqui, mas... Bem, vamos nos mudar.

Ela hesitou. Não era comum de seu tio tentar ser gentil, muito menos enrolar na conversa, sempre fora curto e direto, algo parecido com ela mesma após a morte do pai, então por que o fazia agora? Isso atemorou-a. Uma xícara estourou na cozinha. Inspirando profundamente, perguntou aonde iam. Rurik prendeu a respiração por alguns instantes, preocupado com a reação da menina, mas ao fim sussurrou “Rússia”, um pouco hesitante. E de repente a garota tremia.

_Eu não vou. – Afirmou num tom baixo, perigoso.

_Você tem de ir. – Disse seu tio, dando uma ênfase melancólica à segunda palavra.

_Eu. Não. Vou. – De repente cada superfície vítrea do cômodo também estremecia. Rurik realmente não sabia como fazer isso, estava tão perdido quanto ela. Nunca fora jeitoso com as palavras, e agora mais do que nunca essa habilidade fazia-lhe falta. Não queria aprofundar mais ainda os traumas da criança, mas o que fazer se sua reação parecia incontornável? Ele tinha de voltar à terra natal, seu visto venceria em cerca de dez dias!

_Não depende de você querer, tem de ir comigo.

_Eu quero minha mãe, eu quero minha mãe! – Ela berrou, e de repente copos, janelas, vasos, espelhos... Tudo o que antes apenas tremia agora explodia em cacos, esses se esmiuçando ainda mais até apenas o pó restar. E as lágrimas corriam por seu rosto, refletindo o brilho cortante que agora flutuava pelo ar. Rurik afastou-se, assustado, temendo não mais pela criança, mas a ela. – Não vai me deixar, não vai me tirar dela! – Os gritos continuavam, incessantes, cada vez mais altos, até fundirem-se ao choro.

Cessado o chilique, uma relação tensa estabeleceu-se entre tio e sobrinha, ambos atemorados e surpresos de mais para agir normalmente. Fora uma sensação maravilhosa gritar, por para fora todos os sentimentos que a atormentavam, mas Sophie não queria repetir o ato: Temia que alguém a ouvisse. Por mais que desgostasse daquilo sabia que não poderia voltar, não queria encarar a desgraça da mãe, preferia imaginá-la feliz, sorrindo, mesmo sem ela. Agora a menina voltava a seu estado inicial, um pouco mais queixosa do que antes, mas ainda assim conformada. Pouco depois os dois partiam para a Rússia, sem, é claro, trocar uma palavra. É preciso dizer que Sophie odiou o lugar? Não entendia uma palavra do que proferiam nas ruas, o frio era tão congelante que nem sequer o mais grosso casaco mantinha-a aquecida, a cultura diferenciava-se muito do que estava acostumada... E estes eram só alguns exemplos dos problemas que enfrentava - a adaptação estava longe de ser fácil, natural. O fato fechou-a ainda mais, e só foi voltar a reagir razoavelmente de modo normal cerca de seis meses depois, já com 8 anos de idade. Ela não estava feliz com a situação, apenas conformada, afinal para que lutar por uma causa perdida? Era mais prático aceitá-la. Nesse meio-tempo entre sua chegada e essa fase mais calma, entretanto, ela não foi das melhores companhias: Respondia a todos de forma curta, grosseira, despejava todo seu ódio sobre os que a circundavam como se os empecilhos de sua vida fossem culpa deles, mesmo nunca tendo os visto antes. Suas mágicas involuntárias também eram muito freqüentes (e a maioria destruidora), o que lhe dava uma má fama e afastava as pessoas rapidamente. Não fez sequer uma amizade no novo país, todos a associavam a maus agouros, e supersticiosos como eram nem sequer se aproximavam (até mesmo seu tio passara a agir de modo hesitante para com ela depois do incidente que precedeu a viagem!). Depois desse período conturbado, entretanto, Sophie pareceu ter esgotado seu amargor. Agia menos acidamente, mas continuava insociável. Relacionava-se docemente com aqueles que também o faziam, mas era um tanto difícil aproximar-se da garota: Ela parecia impenetrável, inabalável (afinal, já estando na completa desgraça todo o resto é indiferente, não?), como se envolta por uma armadura de hostil calmaria (sim, hostil, pois o desgosto fundira-se de tal modo a ela que já não conseguia evitar espalhá-lo). Nada mais parecia surtir qualquer efeito sobre Sophie, nem alegria nem tristeza, e essa característica foi aprofundando-se com o passar dos tempos. É claro que em seu interior não agia com tamanha indiferença, mas se as pessoas a rejeitavam qual a utilidade em demonstrar qualquer apreço ou desgosto pelo que lhe faziam?

Quando completou onze anos recebeu a praxe carta informando que era bruxa e todas as implicações que isso trazia, além do convite para estudar em Durmstrang, é claro. Seu tio não se surpreendeu com aquilo, sempre soube que havia algo de estranho na menina, e não hesitou em deixá-la ir – via como a falta de controle sobre seus poderes atrapalhava a vida de Sophie. Ela, entretanto, foi a que mais se abalou: Sempre pensou ser única, especial, e agora encontrava uma escola inteira cheia de pessoas como ela? Não foi muito bom para sua auto-estima... Mas que opções tinha? Rurik praticamente obrigou-a a aceitar o convite, queria que a sobrinha tivesse uma vida normal e se iludia crendo que a escola trar-lhe-ia isso. O pavor tomou o coração da menina, temia descobrir que tudo o que achava de original em si mesma fosse lá encontrado, e iria lutar para impedir isso. Não era uma prova para os outros, mas para si mesma, pois a magia era o único motivo para ainda ser capaz de sorrir, mesmo essa sendo causa de boa parte de seus problemas: Era a prova concreta de que se destacava, de que era diferente das pessoas que a oprimiam. Ela não queria perder isso, não iria, agora só tinha de saber como o evitar...
[Ojesed] - Maior Sonho: Voltar no tempo para viver com seus pais novamente.
[Bicho Papão] - Maior Medo: Ter de encarar sua mãe denegrida pela doença que separou as duas.
[Dementador] - Memória: O olhar apavorado de seu tio quando ela literalmente surtou ao descobrir que iria para a Rússia. Sophie nunca se perdoaria por ter trago tantos empecilhos ao homem que a ajudou mesmo sabendo de seus defeitos.
[Testrálios] - Viu a Morte?: Não.

Este perfil já foi visualizado 368 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 07/08/2012 às 20:42:25