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Russia Stepan Averyanov [ 15671 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Stepan Averyanov
  • 5° Ano Rurikovich

  • 5° Ano Rurikovich

  • NOME COMPLETO

    Stepan Averyanov

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,76m

  • PESO

    71kg

  • OLHOS

    Mel Claro

  • CABELOS

    Castanho Intenso

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    15 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    24/03/2002

  • SIGNO

    Áries

  • NOME DO PAI

    Andrey Averyanov

  • NOME DA MÃE

    Snezhana Averyanov

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Durmstrang

  • CIDADE/PAÍS

    Russia/Moscow

  • RELACIONAMENTO

    Solteiro

  • NÍVEL


Você nasceu o filho mais velho, o primogênito; as pesadas correntes de legado e promessa ameaçavam sufocá-lo antes mesmo de nascer. Olhos de mel, lábios rosados e uma risada suave desde o primeiro momento, você, Stepan, era motivo de orgulho e felicidade. Seu coração é de ouro e sua natureza gentil, mas certas coisas não podem ser ignoradas; não podiam quando aos sete anos percebeu que odiava poções - o negócio de sua família -, não podem agora que essas correntes voltaram para derrubá-lo. Como se sente quando escuta que é motivo de vergonha? O que passa em sua cabeça quando recebe cartas de chacota? Garotinho, garotinho, é por isso que empunha tão pesado a sua arma? É por isso que sangra e chora e esconde seu mau humor? Tudo parece tão bem perto dos seus amigos. Tudo parece incrível em meio a festas, treinos, dias de vitória e riso… que pena que inocente nunca se aplicou a você. Ah, Stepan, pequeno príncipe, isso dói? Você deveria ser perfeito e ainda assim… tudo se desmorona ao seu redor.




[Família]




Andrey Averyanov: Papai - você se pergunta quando foi a última vez que o chamou dessa forma. Muitos anos, de fato. Aos cinco ele era seu herói, aos seis seu modelo mais exemplar, e as sete você teve os primeiros vestígios de quem era o homem por trás de uma máscara. Aconteceu muito rápido, numa tarde em que gritou para toda a família o quanto odiava poções; talvez você fosse uma criança imatura, muito rápida em vocalizar seus pensamentos, mas não importava. Ele o pegou pelos braços e apertou seus pulsos até ficarem marcados. Logo, isso cresceu para cintos e porradas. Aos onze ele disse estar orgulhoso da tatuagem em seu pulso - um Rurikovich, como todos da família -, e aquela foi a última vez que ouviu dele a palavra orgulho. Não demorou para ficar claro que você não tinha o menor talento para poções e menos ainda qualquer vontade de ser a face e herdeiro dos negócios da família. Não demorou para o homem se tornar um monstro - ameaçar seus irmãos, até. Ele não é seu pai. Nunca foi. Ele é só um homem - um que você está aprendendo muito rápido a odiar.


Igor Averyanov: Seu coração deu um pulo de alegria quando descobriu que teria um irmãozinho, mesmo que naquela época não soubesse da irmã por vir (uma surpresa para toda a família). Alguns dizem que vocês são o oposto um do outro, outros que são lados diferentes da mesma moeda, mas não importa; para você, nunca importou o que dissessem. Igor era quieto, silencioso, capaz de ficar na dele por horas sem necessitar de qualquer atenção, e ainda assim seus olhos brilhavam quando o via. Os seus, também. Você não entendia como alguém podia ser tão simples, como era fácil para uma pessoa manter-se nas sombras e delas não sair, todavia foi fácil aprender a não questionar: ele era feliz, e isso que importava. Agora vocês cresceram e Igor está… distante. Agora vocês cresceram e já não ficam horas deitados conversando, já não sabem de tudo da vida um do outro. Ele some, para treinar com o arco-e-flecha ou fazer coisas das quais você não tem ideia. Às vezes você se pergunta se falhou de alguma forma, se precisa dar a ele mais atenção. Às vezes você se pergunta se está fazendo direito seu trabalho de irmão, se precisa protegê-lo e se viverá para se arrepender daquela distância… você espera que não.


Ekaterina Averyanov: Você amou sua irmã no segundo em que a viu pela primeira vez. Ela era pequena, tão frágil, como uma flor que acaba de florescer. Você não viu quando os médicos correram para salvá-la, mas a tensão no ar foi suficiente para perceber que nem tudo estava bem. Os anos seguintes foram difíceis: ela estava doente, o tempo todo. Com sua pouca idade era difícil compreender, mas você se tornou uma companhia constante, fazendo-a rir e se apegar a vida quando tudo parecia prestes a perecer. E então… ela cresceu. Num piscar de olhos, Kat já não era mais aquela menininha doente e fraca. Agora ela fala mais alto que você, corre mais rápido e ri mais forte; agora um brilho a persegue, uma força ou uma luz, chame como quiser. Ela deixou o cabelo crescer, aprendeu a sorrir de canto e brincou com armas pela primeira vez - adagas. Você a ama com todas as forças, te dói pensar na monstruosidade de seu pai e nos perigos da academia militar. Dói, mas o que você pode fazer? Se ao menos ela o deixasse protegê-la.



Este perfil já foi visualizado 1.497 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 28/01/2018 às 13:09:15