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Africa do Sul Masozi Afolayan [ 16437 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Masozi Afolayan
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Masozi Afolayan

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,79m

  • PESO

    72kg

  • OLHOS

    Verde Opaco

  • CABELOS

    Loiro Claro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    39 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    21/09/1974

  • SIGNO

    Virgem

  • NOME DO PAI

    Kgosi Afolayan

  • NOME DA MÃE

    Chipo Afolayan

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Desconhecida

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Cidade Do Cabo/Africa Do Sul

  • NÍVEL

Masozi não é comum. Aliás, o que é comum nos dias que se passam? Para ele o incomum torna-se comum, tal como o Sol é para um girassol. Sempre soube que não se encaixava em padrões, do contrário seu pai sentiria orgulho por ter um garoto tão carinhoso e cuidadoso quanto seu filho. Contudo, a vida nunca é justa, por mais que quem a viva seja gracioso e cavalheiresco.



Masozi nasceu em uma familia rica da África do Sul, que vive do extrato do diamante e da sua venda no mercado negro, prosperando absurdamente no quesito financeiro, por mais que isso signifique abusar de mão-de-obra escrava ou financiar grupos extremistas do norte da África. A mãe era vella - mas disso ele nunca soube - e o pai um homem comum, sem qualquer tipo de especialidade além daquela que a natureza lhe deu (a inteligência). Quando veio ao mundo, o garoto conheceu primeiramente o inverno do extremo Sul, agraciando com uma tempestade provinda do oceano. Era como se o céu chorasse por sua vinda, tal como se fosse um demônio corrompendo a criação divina.

No começo o médico não soube dizer se teriam que agradecer pela filha linda, ou se um grande soldado chegou para proteger a família e herdar o reinado de seu pai; a mãe, por fim, escondendo seu horror, resolveu que amaria a criança mesmo assim, guardando em seu âmago a decepção que tinha pela profecia se fazer real. O pai, contudo, amaldiçoou os céus por darem à ele aquele castigo. Ele nunca culparia a bela moça que conheceu, é claro, e entendia que as escolhas de seu passado e presente, um dia, voltariam como fantasmas para assombrá-lo para o resto de sua vida. Kgosi só não esperava que a maldição viria em forma de filho... Ou seria filha?

No fim cresceu como um garoto. Foi ensinado a cavalgar, esgrima, boa conduta, política e, claro, esquemas administrativos capazes de firmar sua presença como herdeiro dos Afolayan. Era um garoto muito bem apessoado, carinhoso e carismático, ignorando seus gostos peculiares. Animais de estimação eram sapos, cobras, escorpiões, aranhas; detestava os coelhinhos fofos, os pôneis bem cuidados, os cachorros simpáticos e brincalhões. O estranho chamava sua atenção mais do que o comum, e, portanto, ele honrava tais coisas. Quando a puberdade apareceu, Masozi soube que havia um motivo forte.

Ele nunca entendeu que existia a presença de um sexo feminino e masculino em si. O desenvolvimento de seus seios ocorreu quando tinha doze anos, e ele tinha que enfaixa-los com força para que ninguém mais notasse - afinal seus pais nunca poderiam saber. Durante os períodos de menstruação, escondia-se em seu quarto e fingia doença, fazendo com que a mãe se preocupasse. Sua voz nunca engrossou, portanto aprendeu a sussurrar, forçá-la a parecer mais masculina. Era um garoto. Tinha que ser desse jeito.

Quando completou dezesseis anos e terminou a escola de elite, o sumiço de sua mãe surgiu. Chipo não deixou bilhetes, notas, recados; as pistas eram inexistentes e, por mais que fosse a mulher mais linda do mundo (segundo Kgosi), ninguém sabia informar onde estava a mulher. Foram reunidas equipes de busca por todo o mundo, mas seu paradeiro continuou desapercebido. Chipo simplesmente desapareceu. E só. A loucura dominou Kgosi e sua fúria recaíu no filho. Sem o apoio da mãe que o tratava muito bem, Masozi teve que lidar com o temperamento do pai. Não tardou para que o africano sofresse surtos, chamasse o filho de aberração, o culpasse pelo desaparecimento da mulher, inventasse histórias, caçasse inimigos e arrumasse intrigas com os concorrentes no ramo; no fim, Kgosi era um homem muito odiado pelas tribos menores do norte da África, certo? Devia saber que, cedo ou tarde, os pequenos povos não abaixariam a cabeça e que o dinheiro não importaria mais.

Um dia, então, Masozi voltava de uma cavalgada pelas trilhas dos campos de verão da família quando foi convocado para a mansão. Lá soube o destino de seu pai, raptado e decapitado. O corpo permaneceu com seus assassinos, mas a cabeça retornou com um aviso: a paz nunca estaria presente para os Afolayan novamente. Desesperado, o já homem não teve opções exceto, talvez, procurar os assassinos de seu pai que trouxeram consigo informações que ele sempre desconheceu, um mundo que ele nunca ousou acreditar que existia. Conforme suas investigações particulares prosseguiam, o herdeiro dos Afolayan achou um pequeno cômodo na biblioteca de sua casa, um lugar que ele não imaginava ter, debaixo de seu teto. Era um cômodo com livros e livros, que diziam a respeito de uma terra mágica, com bruxos, centauros, gigantes e duendes; um lugar onde feitiços acontecia, rituais com runas e inscrições mágicas, e fabulosas terras de gelo, com uma sociedade secreta. Tudo muito fascinante e incomum. E sua mãe sabia daquilo.

Sua busca por tal lugar o levou a conhecer seres interessantes, 'comuns' como ele era, e também deu abertura para uma nova obsessão: ele precisava daqueles pequenos presentes para si. Anos se passaram, então, e Masozi manteve seu desejo por possuir as raças 'fantásticas' como ele gostava de colocar. Agora já entendendo que sua mãe tratava-se de uma 'vela' e, portanto, ele era um ser parcialmente mágico, não mediria esforços para conseguir ascensão naquele lugar tão novo para ele mesmo. Bem como não tardaria em aumentar sua coleção de freaks.



Este perfil já foi visualizado 482 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 29/12/2018 às 23:18:16